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PERCEPÇÕES DA CONTABILIDADE SOB A ÓTICA DAS EMPRESAS

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Academic year: 2020

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DOI: http://dx.doi.org/10.31072. ISSN: 2179-4200

Rev Cient da Fac Educ e Meio Ambiente: Revista da Faculdade de Educação e Meio Ambiente - FAEMA, Ariquemes, v. 10,

n. 1, p. 1-10, jan.-jun. 2019. 1

Dinael Danilo da Silva

Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Viçosa - Campus Rio Paranaíba. E-mail: [email protected]. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-4974-7864.

Tatianne Aparecida Oliveira Cardoso

Mestra em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Uberlândia – MG. E-mail: [email protected]. ORCID: https://orcid.org/0000-0001-6271-1455.

Ana Carolina Carvalho Flávio

Graduada em Administração pelo Centro de Ensino Superior de São Gotardo - MG. E-mail: [email protected]. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-2633-2885.

Copyright1: Submetido em: 10 abril 2019. Aprovado em: 10 jun. 2019. Publicado em: 26 jul. 2019. E-mail para correspondência: [email protected].

Descritores (DeCS)2:

Contador

Profissão contábil Expectativas do mercado

RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo principal analisar as percepções da Contabilidade (setor contábil ou escritório contábil) sob a ótica das empresas e conhecer as dificuldades preponderantes encontradas pelas empresas perante a contabilidade. A contribuição deste estudo consiste em identificar e apresentar déficits existentes a partir do profissional contábil e assim, a partir das análises sugerir melhorias na prestação do serviço contábil. A metodologia aplicada consistiu, em uma pesquisa de campo, a qual incluiu revisão bibliográfica e um estudo de campo aplicado por meio de um questionário, no intuito de verificar a satisfação com os serviços contábeis recebidos e o conhecimento dos usuários sobre a legislação vigente. Inicia-se a pesquisa com uma amostra de 73 (setenta e três) entrevistados, sendo eles empresários e colaboradores de empresas situadas na região do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro em Minas Gerais. Ao final do estudo, pode-se notar que a contabilidade da maioria das empresas é realizada por meio de escritório contábil externo. Constatou-se ainda que há falta de conhecimento dos pesquisados no que se diz a respeito dos direitos, deveres e obrigações das empresas perante o fisco. Além disso, foi constado a falta da execução nas empresas pelo profissional contábil, de um planejamento tributário para escolha do regime tributário menos oneroso. Também foi possível concluir no estudo que, as empresas possuírem o setor contábil dentro da própria empresa é mais benéfico e produtivo nas questões fiscais, auxílio nas tomadas de decisões e na agilidade na execução de determinadas tarefas.

Descriptors: Accountant

Accounting profession Market expectations

ABSTRACT: The main objective of this paper is to analyze the perceptions of Accounting (accounting sector or accounting office) from the perspective of companies and to know the preponderant difficulties encountered by accounting firms. The contribution of this study is to identify and present existing deficits from the accounting professional and thus, from the analysis suggest improvements in the accounting service

Imagem: StockPhotos (Todos os direitos reservados).

1 Atribuição CC BY: Este é um artigo de acesso aberto e distribuído sob os Termos da Creative Commons Attribution License. A licença permite o uso, a distribuição e a reprodução irrestrita, em qualquer meio, desde que creditado as fontes originais.

2Descritores em Saúde (DeCS). Vide http://decs.bvs.br.

Artigo Original (Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e

Turismo)

PERCEPÇÕES DA CONTABILIDADE SOB

A ÓTICA DAS EMPRESAS

PERCEPTIONS OF BUSINESS ACCOUNTING

10.31072/rcf.v10i1.783

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2 Rev Cient da Fac Educ e Meio Ambiente: Revista da Faculdade de Educação e Meio Ambiente - FAEMA, Ariquemes, v. 10, n. 1, p. 1-10, jan.-jun. 2019. rendering. The applied methodology consisted in a field survey, which included bibliographical review and a field study applied through a questionnaire, in order to verify the satisfaction with the accounting services received and the users' knowledge about the current legislation. The survey was started with a sample of 73 (seventy-three) respondents, being entrepreneurs and employees of companies located in the region of Alto Paranaíba and Triângulo Mineiro in Minas Gerais. At the end of the study, it can be noted that the accounting of most companies is carried out through an external accounting office. It was also verified that there is a lack of knowledge of the respondents in what is said about the rights, duties and obligations of the companies before the tax authorities. In addition, there was a lack of execution in the companies by the accounting professional, of a tax planning to choose the tax regime less onerous. It was also possible to conclude in the study that companies own the accounting sector within the company is more beneficial and productive in tax matters, help in decision making and agility in the execution of certain tasks.

1 INTRODUÇÃO

A contabilidade é tão antiga quanto o início da civilização humana. A mesma naquela época já se apoderava de ferramentas rudimentares desde os primórdios para contabilizar a produção de alimentos e controlar a riqueza (1).

Ao longo dos anos com a chegada da globalização, dos avanços tecnológicos e o acúmulo de riquezas, houve a necessidade de se aperfeiçoar seus instrumentos de avaliação patrimonial para um melhor controle de seus pertences (2). A partir disso, sugiram

vários estudos mais aprofundados na contabilidade nas cidades italianas – Veneza, Gênova, Florença, Pisa, entre outras. Também é mencionado que, a contabilidade possuiu um papel fundamental para impulsionar o comércio das Índias, a burguesia, o renascimento, o mercantilismo, dentre outros (1).

Atualmente está ciência possui uma função de extrema importância nas empresas, sendo a principal delas, informar dados econômicos para auxiliar os usuários na tomada da melhor decisão dentro da empresa. Entretanto, no Brasil a contabilidade é frequentemente utilizada apenas para atender as exigências do fisco, perdendo assim parcialmente o seu valor (2).

Entretanto as mudanças sociais e econômicas da sociedade têm levado as organizações a buscarem novos modelos de estruturação e elevado os níveis de competitividade (3). As incertezas presentes no

ambiente no qual se inserem tais organizações exige além da criação de novas práticas de gestão, a busca constante por profissionais cada vez melhor qualificados. O mercado busca profissionais na área contábil com conhecimentos transcendentes prontos para coloca-los em prática (3). Seguindo este sentido (4),

conforme citado (5) o profissional tradicional contábil

tende a ser extinto. Todavia, o mercado competitivo, exige cada vez mais um profissional qualificado, com diferencial e que consiga satisfazer necessidades das empresas.

Desta forma a pesquisa concentra-se na seguinte pergunta: Sob a ótica das empresas, os profissionais contábeis prestam um serviço de qualidade e conseguem satisfazer as

necessidades dos seus usuários? O objetivo principal desse trabalho é analisar a percepção dos usuários da contabilidade e quais as dificuldades encontradas na empresa perante a contabilidade ou setor contábil.

O trabalho teve como impulso, a compreensão da atual relação comunicativa e qualidade dos serviços prestados pelos profissionais contábeis sob à ótica dos usuários da contabilidade. Além disso, possibilitar a mensuração dos conhecimentos dos pesquisados sobre a legislação. Logo que, as mudanças sociais e econômicas da sociedade têm encorajado as organizações a buscarem se reorganizarem e elevados níveis de competitividade.

A contribuição deste estudo consiste em identificar e apresentar os déficits existentes no exercício da contabilidade. Possibilitando, através desta análise, sugerir melhorias que se adequem à prestação do serviço contábil.

2 MATERIAL E MÉTODOS

Buscando alcançar o objetivo do estudo, propôs-se realizar uma pesquisa do tipo estudo de campo, a qual inclui análise bibliográfica e de campo. A pesquisa de campo(6,7), se caracteriza principalmente pelas

investigações em que, além do estudo bibliográfico e/ou documental, se realiza coleta de dados junto às pessoas. Desta forma, apresentou ser mais assertivo utilizar a tal pesquisa para alcançar os objetivos propostos no mesmo. Neste sentido, o trabalho se iniciou com uma revisão bibliográfica sobre o assunto condizente ao tema discutido. Utilizando como fonte de informações livros, periódicos, artigos, revistas e websites fatores essenciais para deixar o estudo mais íntegro e confiável à utilização futura.

Com relação à população da pesquisa(8,9) é a

totalidade de elementos dissemelhantes que possuem determinadas características em comum definidas para determinado estudo. Neste caso, pode-se dizer como população da pesquisa: empresários ou colaboradores pertencentes a empresas que possuem contabilidade interna ou externa. Com relação à amostragem manuseada foi por acessibilidade. Diante disso, a pesquisa será restrita às empresas situadas

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Rev Cient da Fac Educ e Meio Ambiente: Revista da Faculdade de Educação e Meio Ambiente - FAEMA, Ariquemes, v. 10,

n. 1, p. 1-10, jan.-jun. 2019. 3

no Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro, que possuem setor contábil interno ou usufruem de serviço contábil de terceiros.

A coleta de dados do atual trabalho ocorreu entre os meses de janeiro e março de 2017. Para este fim, foi elaborado um questionário que contemplava quatro áreas: o levantamento dos conhecimentos da legislação brasileira; qualidade dos serviços prestados pelo escritório ou setor contábil; tributações adotadas pela empresa. De início o questionário foi elaborado a partir da ferramenta Google Formulários e encaminhado o link de resposta para o e-mail das empresas. Entretanto, devido ao baixo retorno de respostas, foramdesenvolvidas cópias idênticas no software Microsoft Word 2013 e levadas de forma presencial até as empresas para serem respondidas. À vista disso, foialcançado um total de 73 (setenta e três) respostas.

Por fim para uma verificação total dos dados, as respostas colhidas presencialmente foram tabuladas na ferramenta Google Formulários juntamente com as demais obtidas online, devido à facilidade de manuseio e a possibilidade de uma análise mais preciso. Posteriormente os resultados foram exportados para o software Microsoft Excel 2013 para a elaboração de tabelas e gráficos apresentadas na pesquisa.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

A história da contabilidade no Brasil vem em contexto com a necessidade que os comerciantes tinham em melhorar a qualidade do controle de seus bens. Nesse sentido (10), o ensino contábil inicial no

Brasil se deu com a experiência adquirida na prática cotidiana do comércio que, no entanto, demandou conhecimentos mais específicos com a inserção da Colônia no mundo dos negócios e com ela a necessidade de um comércio instruído e moralizado.

O ensino de contabilidade no Brasil (2), se deu a

partir da criação da Escola de Comércio Álvares Penteado, em São Paulo, no ano de 1902. Pode-se observar nessa época a utilização de conceitos e influências que se originaram através da Escola Europeia de Contabilidade, principalmente a italiana e alemã. Em 1946 com inauguração da Faculdade de Economia e Administração da USP e com implantação das multinacionais anglo-americanas, a Escola Contábil Americana começou a infiltrar-se no Brasil. A partir daí, é cada vez mais nítido o uso de filosofia norte-americana.

Uma característica atual do estágio de desenvolvimento da Contabilidade no Brasil é paradoxal: a qualidade das normas contábeis à disposição ou editadas por órgãos governamentais (devido à inoperância, até um passado recente, de nossas entidades de autorregulação, o Governo teve de tomar a iniciativa) é claramente superior – principalmente com a Lei das Sociedades por Ação, com a Correção Integral, com as normas mais recentes do Conselho Federal de Contabilidade, CFC, e da

Comissão de Valores Mobiliários, CVM etc. – à qualidade média atual dos profissionais que têm de implementar estas normas. Nossa legislação, historicamente, adianta-se sempre em relação aos profissionais que irão utilizá-la e isto é mais sentido no campo contábil (1).

O profissional contábil foi reconhecido em 1869, quando foi criado a Associação dos Guarda-Livros da Corte, sendo reconhecido oficialmente no ano seguinte pelo Decreto Imperial nº 4.475, este fato foi importante, pois estava constituído o guarda-livros, como a primeira profissão liberal do Brasil. Naquela época exigia-se que estes profissionais possuíssem domínio das línguas portuguesas e francesas, além de uma aperfeiçoada caligrafia. Eram encarregados de exercerem as seguintes tarefas: elaborar contratos e distratos, controlar a entrada e saída de dinheiro, através de pagamentos e recebimentos, criar correspondências e fazer toda a escrituração mercantil

(11).

A profissão contábil no Brasil está regida pelo Artigo 25 do Decreto Lei nº 9.295, de 27 de maio de 1946. Ele considera como trabalhos técnicos a organização e a execução de serviços de contabilidade em geral, a escrituração de livros e de todo o conjunto contábil, os levantamentos e seus respectivos balanços e demonstrações. Além disso, as perícias judiciais, revisão de balanços e contas em geral, assistência aos Conselhos Fiscais das sociedades anônimas além de quaisquer outras atribuições de natureza técnica conferida por lei aos profissionais da área -, e por posteriores alterações complementares. Na Lei nº 12.249, de 11 de junho de 2010, infere-se à profissão contábil, informações importantes em que se afirma que os profissionais só poderão exercer a profissão após regular a conclusão do curso de Bacharelado em Ciências Contábeis, reconhecido pelo Ministério da Educação, aprovado no exame de suficiência no Conselho Regional de Contabilidade, órgão responsável também por fiscalizar contadores e técnicos na área junto ao Conselho Federal de Contabilidade.

Vive-se no início de uma era em que será reconhecida toda a importância da função contábil nas organizações. O contador fornece informações ao usuário da Contabilidade no auxílio às tomadas de decisão. Cita também (1), que no nosso país, em alguns

segmentos da economia, principalmente em pequenas empresas, a função do contador infelizmente é distorcida, estando voltada exclusivamente para atender às exigências do fisco. Por outro lado (1)

ressalta que, em termos de mercado de trabalho as expectativas são excelentes. Em sua obra (1), ainda

complementa citando as vastas oportunidades disponíveis ao profissional que optar pela área.

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4 Rev Cient da Fac Educ e Meio Ambiente: Revista da Faculdade de Educação e Meio Ambiente - FAEMA, Ariquemes, v. 10, n. 1, p. 1-10, jan.-jun. 2019. Quadro 1: Áreas de atuação do profissional contábil

Fonte: (MARION, p. 29, 2007)

No quadro acima pode-se notar os inúmeros locais de trabalho que um contador pode exercer sua função. Sendo desde empresas, no ensino, órgãos públicos ou até mesmo trabalhando independentemente. No atual cenário global, as fortes influências oriundas de avanços tecnológicos também afetaram o mundo dos negócios e também a contabilidade, tanto nas atividades como também nas responsabilidades dadas ao contador. O perfil deste profissional exige que os conhecimentos sejam cada vez mais aprimorados, visto que sua função é multidimensional (1).

De acordo (3), as mudanças sociais e econômicas

da sociedade têm levado as organizações a buscarem novos modelos de estruturação e elevado os níveis de competitividade. As incertezas presentes no ambiente no qual se inserem tais organizações exige além da criação de novas práticas de gestão, a busca constante por profissionais cada vez melhor qualificados.

Neste sentido, o mercado necessita dos profissionais da área contábil um elevado conhecimento pronto para colocar em prática. Além disso, busca profissionais capacitados para entender o “negócio”, visando orientar o gestor e participar das decisões de forma consciente. Desta forma exige dos profissionais um novo perfil, mais adequado à realidade das empresas.

Segundo Marion, por muito tempo o contador foi visto e ainda continua sendo pelos microempresários como um funcionário indireto do governo, com o intuito apenas para cálculo e preenchimento de guias e formulários para atender o fisco. Em harmonia (4),

conforme citado (5) o profissional tradicional contábil

tende a ser extinto. Portanto, com a internacionalização do comércio e dos serviços, o profissional contábil tem a obrigação de mostrar a sociedade, que a contabilidade possui uma importância inquestionável para a tomada de decisões.

Em conformidade (5), as mudanças no mercado

deixando-o mais competitivo, influenciaram também os usuários das informações contábeis a mudarem suas necessidades, em busca de mais qualidade e de melhores serviços. Desta forma obriga o profissional contábil ficar mais atento aos novos paradigmas que surgem. É época de mudar, atualizar, identificar as necessidades das empresas e fornecer informações mais precisas, sem se deter apenas a uma mera rotina da escrituração contábil e fiscal.

A partir da coleta de dados, buscou-se analisar e interpretar as informações, de acordo com a percepção da contabilidade sob a ótica das empresas. A pesquisa se inicia com uma amostra de 73 (setenta e três) pessoas - empresários ou até mesmo colaboradores responsáveis pelas áreas de administração, contábil, faturamento, vendas, etc. – residentes de cidades do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro. Sendo os entrevistados com idade a cima de 18 anos e com as seguintes características de gênero e escolaridade, como pode ser notado na Tabela 1:

Tabela 1 - Características dos entrevistados

Características Entrevistados % Gênero Masculino 36 49 Feminino 36 49 Não informado 1 2 Escolaridade Ensino Fundamenta l (1º Grau) completo 1 1 Ensino Médio (2º Grau) completo 21 29 Ensino Superior incompleto 20 28 Ensino Superior completo 30 42

Fonte: Elaborada pelo autor Como mostra a Tabela 1, possui uma proporção de igualdade de gênero entre os entrevistados. A maioria dos pesquisados possuem ensino superior completo ou está cursando. Isso demonstra, que os empresários estão procurando profissionais com maior qualificação para executar determinadas tarefas. Além disso se deve ao aumento da procura pelo ensino superior no Brasil. No primeiro censo realizado, no ano de 2002 tiveram um total de 3,4 milhões de matrículas no ensino superior (12). Já no último censo em 2014

registrando um crescimento de 135% (cinto e trinta e cinco por cento), totalizando mais de 8 milhões de matrículas.

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Rev Cient da Fac Educ e Meio Ambiente: Revista da Faculdade de Educação e Meio Ambiente - FAEMA, Ariquemes, v. 10,

n. 1, p. 1-10, jan.-jun. 2019. 5

Quando questionados sobre o local no qual a contabilidade da empresa é realizada e obtive-se a preponderância da resposta “Escritório contábil externo” (60), seguida de “Na própria empresa” (13). Totalizando 82% e 18%, respectivamente, como pode ser visualizado no Gráfico 1:

Gráfico 1 - Localidade onde a contabilidade da empresa é realizada

Fonte: Elaborado pelo autor

Nota-se no Gráfico 1 que cerca de 82% (oitenta e dois por cento) das empresas presente.es na pesquisa, optam por executar a contabilidade em escritório contábeis externos e não por um setor contábil interno. Com base no estudo realizado (13),

possuir um setor contábil dentro da empresa apresenta grandes vantagens no que se refere a auxílio na tomada de decisão, aproveitamento do profissional contábil na área gerencial e na agilidade dos serviços. Porém destaca-se como desvantagem principal o alto custo com a implantação do setor contábil e a sobrecarga do profissional. Segundo o site de empregos (14), hoje no Brasil a média salarial de um

contador é de R$ 4.631,28 (quatro mil e seiscentos e trinta e um e vinte e oito centavos). Neste contexto, sendo inviável para empresas com faturamento mensal abaixo de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) possuírem um setor contábil interno.

A próxima questão analisada está relacionada ao fato de que se o contador tem um efetivo e permanente controle sob a contabilidade mantendo a empresa informada sobre seus índices econômicos/financeiros, bem como a mantendo em dia com a legislação vigente, conforme pode ser observado na Tabela 2.

Tabela 2 – Nível de comunicação entre as partes

Escritório Contábil Externo Na Própria Empresa

Opções Entrevistados % Entrevistados %

Sim 23 38 10 77

Não 37 62 3 23

Total 60 100 13 100

Fonte: Elaborada pelo autor

Pode-se notar nos resultados apresentados na Tabela 2, que à ausência do profissional contábil nas atividades das empresas, quando a contabilidade é realizada em um escritório externo. Desta forma, deixando os usuários defasados sobre os índices econômicos/financeiros e as alterações constantes na legislação. Em outro ponto de vista pode ser constatado uma melhor comunicação entre as partes quando a contabilidade é realizada internamente. Salienta-se que a contabilidade dentro da empresa tende-se ser mais rápida e de fácil acesso (13).

Passada à pergunta sobre os momentos de dúvida, se o entrevistado entra em contato com a contabilidade com o intuito de saná-la, com o seguinte resultado: a) (55) Sim, eu entro em contato com a contabilidade; b) (10) Não, eu ligo para o suporte o sistema da empresa e eles me auxiliam; c) (5) Não, eu não entro em contato com a contabilidade; d) (2) Não, a minha contabilidade não tem esse suporte, ou seja, respectivamente corresponde aos valores percentuais de: A (76%), C (14%), B (7%) e D (2%) presentes no Gráfico 2.

Gráfico 2 – Em relação ao em contato com a contabilidade nos momentos de dúvida

Fonte: Elaborado pelo autor

Questionados quanto à frequência que entram em contato com a contabilidade no intuito de sanar dúvidas, foi obtido os seguintes resultados evidenciados na Tabela 3:

Tabela 3 - Frequência de contato com a contabilidade no intuito de sanar dúvidas

Frequência Entrevistados Percentual

Raramente 27 37%

Frequentemente 29 40%

Sempre 16 22%

Nunca 1 1%

Total 73 100%

Fonte: Elaborada pelo autor

Já em relação com a frequência que a contabilidade consegue atender todas as suas necessidades e Na própria empresa 18% Escritório contábil externo 82%

Na própria empresa Escritório contábil externo

A 76% B 7% C 14% D 3% A B C D

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orientá-lo da melhor forma possível, foi verificado os seguintes resultados:

Tabela 4 - Frequência em que as dúvidas são sanadas

Frequência Entrevistados Percentual

Raramente 10 37%

Frequentemente 31 40%

Sempre 32 22%

Nunca 0 0%

Total 73 100%

Fonte: Elaborada pelo autor

Interrogados sobre o conhecimento dos entrevistados sobre os direitos, deveres e obrigações perante o fisco da empresa na qual trabalha. Obteve-se com preponderância das respostas “Não, apenas um pouco” (34), “Sim, tenho conhecimento” (28) e em seguida “Não possuo” (10), ou seja, respectivamente corresponde aos valores percentuais de: 47%, 39% e 14%.

Gráfico 3 - Conhecimento dos usuários da contabilidade em relação à legislação tributária brasileira

Fonte: Elaborado pelo autor

Ao analisar o Gráfico 3 e as Tabelas de número 2, 3 e 4 apresentadas acima, percebe-se um alto índice de inexperiência dos empresários e colaboradores entrevistados, dos quais apenas 39% (trinta e nove por cento) afirmaram ter pleno conhecimento quanto ao assunto de legislação. Desta maneira, 62% (sessenta e dois por cento) dos mesmos disseram que entram em contato com frequência com a contabilidade no intuito de sanar dúvidas. Mas em contrapartida um número significativo correspondente a 37% (trinta e sete por cento) afirma que apenas entra em contato eventualmente, demostrando que por mais que seja uma parcela pequena da amostra, é o valor que altera tanto o índice do gráfico quanto se torna um fator capaz reforçar ainda mais a falta de informação presente em contexto.

Indagados no que se diz a respeito se contabilidade responsável pela empresa já efetuou algum planejamento tributário com o intuito de verificar a

possibilidade de alteração no regime tributário a fim de proporcionar melhoria para empresa, como a redução de impostos. Neste item, foi verificado o seguinte resultado: (28) Não sei informar; (27) Não; (18) Sim, ou seja, respectivamente corresponde aos valores percentuais de: 37%, 38% e 25% mostrados no Gráfico 4.

Gráfico 4 - Já efetuou planejamento tributário na empresa?

Fonte: Elaborado pelo autor

Pode-se notar a partir deste item, a falta de planejamento tributário nas empresas. Vale ressaltar que 28 (vinte e oito) não souberam informar. A principal dificuldade de se implantar um planejamento tributário nas empresas é devido à falta de informação dos empresários sobre como tal conduta pode beneficiar seu empreendimento (15,16,17). Em segundo ponto se

deve a alterações incessantes das normas tributárias no Brasil. A implantação de tal método deve passar constantemente por reavaliações, a fim de aproveitar todas as possibilidades permitidas por lei. Além, de exigir um profissional contábil que possua conhecimento e capacidade para executar este procedimento de maneira mais precisa.

Quando questionados se a empresa a qual trabalham já sofreu alguma alteração do regime tributário, registraram-se os seguintes resultados: (45) Não; (14) Sim; (14) Não sei informar, ou seja, respectivamente corresponde aos valores percentuais de: 62%, 19% e 19% apresentados no Gráfico 5.

Gráfico 5 - Se a empresa sofreu alguma alteração do regime tributário

Fonte: Elaborado pelo autor

Sim, tenho conhecimento 39% Não, apenas um pouco 47% Não possuo 14%

Sim, tenho conhecimento Não, apenas um pouco Não possuo Sim 25% Não 38% Não sei informar 37%

Sim Não Não sei informar

Sim 19% Não 62% Não sei informar 19%

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Já em relação ao motivo destas alterações do regime tributário, de acordo com pergunta anterior. Obteve-se os resultados a seguir: a) (06) Redução de custos; b) (03) Obrigatoriedade pelo órgão regulado; c) (03) Limite de receita permitida ultrapassada; d) (01) Alteração na CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica) impedida pelo regime tributário. e) (01) Não sei informar, ou seja, respectivamente corresponde aos valores percentuais de: C (43%), A (22%), D (21%), E (7%) e B (7%) evidenciados no Gráfico 6.

Gráfico 6 - Motivos das alterações do regime tributário

Fonte: Elaborado pelo autor

Salienta-se que nos itens analisados acima, dos 14 (quatorze) entrevistados que afirmaram que a contabilidade já efetuou alteração no regime tributário, 06 (seis) foram para redução de custos que possivelmente foram provenientes de algum planejamento tributário. Levando em consideração que o objetivo primordial de tal conduta é a elaboração de um conjunto de operações, amparadas em negócios ou atos jurídicos ou situações materiais que visam reduzir a incidência de tributos, onde o contribuinte pode estruturar seu negócio da maneira menos onerosa, procurando a redução dos custos de seu empreendimento, e principalmente dos impostos (17).

Segue em gráfico, a visualização comparativa das alterações do regime tributário.

Gráfico 7 - Respectivas alterações do regime tributário

Fonte: Elaborado pelo autor

Gráfico 8 - Atuais regimes tributários das empresas analisadas

Fonte: Elaborado pelo autor

Como já era se esperado, cerca de 66% (sessenta e seis por cento) das empresas, nas quais os entrevistados trabalham, estão enquadradas no regime de tributação Simples Nacional. Até o dia 17 de junho de 2017 tal regime de tributação possuía um total de mais de 12 milhões de empresas optantes pelo Simples no Brasil (18). Este sistema de tributação

favorece a maioria dos contribuintes, pois apresenta uma carga menor do que os dos outros regimes existentes dependendo do porte da empresa (19). Além

disso, é simplificado, possibilitando o recolhimento de até sete tributos em uma única guia de arrecadação. A partir destes fatores e entro outros, os profissionais contábeis optam por enquadrar a empresa nele.

Perguntados se a contabilidade deu todo o suporte necessário e deixou claro todos os impactos desta alteração. Lograram-se os resultados apresentados abaixo:

Tabela 5 – Informados sobre impactos decorrentes a alteração do regime tributário

Opções Entrevistados Percentual

Sim 9 64%

Não 4 29%

Não sei

informar 1 7%

Total 14 100%

Fonte: Elaborada pelo autor

Percebe-se na Tabela 5 que, 64% (sessenta e quatro por cento) dos entrevistados foram informados sobre todos os impactos decorrentes da alteração do regime tributário. Entretanto, 29% (vinte e nove por cento) considerado alto por conta da importância do tema dentro da empresa, não foram inteirados sobre o referido assunto. Pode-se supor que o motivo se dê por falta de conhecimento e prática do profissional contábil no devido ponto analisado ou a falta de comunicação entre as partes. A 22% B 7% C 43% D 21% E 7% A B C D E 0 2 4 6 8 10 Antes Depois

Lucro Real Lucro Presumido

Lucro Arbitrado Simples Nacional

Lucro Real 20% Lucro Presumido 14% Lucro Arbitrado 0% Simples Nacional 66%

Lucro Real Lucro Presumido

(8)

8 Rev Cient da Fac Educ e Meio Ambiente: Revista da Faculdade de Educação e Meio Ambiente - FAEMA, Ariquemes, v. 10, n. 1, p. 1-10, jan.-jun. 2019.

Quando a pergunta era relacionada ao fato de se os colaboradores da empresa receberam alguma orientação ou treinamento sobre as mudanças ocorridas, 09 (nove) entrevistados responderam que “Sim, pela contabilidade”, 02 (dois) “Não”, 02 (dois) “Não sei informar” e 01 (um) “Sim, pelo o sistema que a empresa trabalha (operacional) ”, ou seja, respectivamente corresponde aos valores percentuais de: 65%, 14%, 14% e 7%.

Tabela 6 – Entrevistados que receberam orientação ou treinamento

Opções Entrevistados %

Sim, pela contabilidade 9 64%

Sim, pelo o sistema que a empresa trabalha

(operacional)

1 7%

Não 2 14%

Não sei informar 2 14%

Total 14 100%

Fonte: Elaborada pelo autor

Pode-se notar que em 09 (nove) casos a contabilidade informou e treinou os colaboradores sobre todas as alterações nos processos do dia-a-dia e impactos sofridos pela empresa após a alteração. Entretanto, nos demais casos pode ser notada a ausência das referidas ações nos serviços prestados.

Como o último ponto a ser analisado, perguntamos, quais as maiores qualidades de um escritório ou setor contábil em sua opinião. Obtive-se para esta questão, os seguintes resultados expostos no Gráfico 9:

Gráfico 9 - Expectativas do mercado em relação ao contador

Fonte: Elaborado pelo autor

Após a análise do Gráfico 9, pode-se afirmar que os pontos principais analisados pelos responsáveis das empresas no momento da escolha por quem prestará o serviço contábil são estes em ordem decrescente:

Honorário acessível; conhecimento e agilidade. São características que estão condizentes com as atuais expectativas do mercado em relação ao novo perfil profissional contábil, devido à globalização, a crescente competitividade e a necessidade de informação (5).

Finalizando a pesquisa, incluiu-se uma pergunta referente à frequência de visitas do contador na empresa, com o intuito de sanar dúvidas e/ou propor inovações para o crescimento da mesma. Obtive-se de retorno as seguintes respostas: (22) Sim, às vezes; (15) Não, ele nunca aparece; (14) Não, mas ele sempre liga para a empresa; (12) Sim, sempre; (10) Não, só vejo o office boy do escritório, ou seja, respectivamente corresponde aos valores percentuais de: 30%, 21%, 19%, 16% e 14% mostrado no Gráfico 10.

Gráfico 10 - Frequência de visitas do contador na empresa

Fonte: Elaborado pelo autor

Nota-se também a partir do Gráfico 10, que o profissional contábil possui certa ausência no dia-a-dia das empresas. Desta maneira se ausentando do auxílio nas tomadas de decisões e planejamentos da organização. Comparando esta informação, com os dados apresentados no Gráfico 9, pode-se supor que a consequência da ausência do profissional nas atividades das empresas é devido a contratação de um contador, levando em conta apenas o valor do honorário proposto. Desta forma, deixando de escolher

0 5 10 15 20 25 30 35 40 Pontuação Sim, sempre 16% Sim, às vezes 30% Sim, uma vez no ano 0% Não, ele nunca aparece 21% Não, só vejo o office boy do escritório 14% Não, mas ele sempre liga para a empresa 19% Sim, sempre Sim, às vezes Sim, uma vez no ano Não, ele nunca aparece

Não, só vejo o office boy do escritório Não, mas ele sempre liga para a empresa

(9)

Rev Cient da Fac Educ e Meio Ambiente: Revista da Faculdade de Educação e Meio Ambiente - FAEMA, Ariquemes, v. 10,

n. 1, p. 1-10, jan.-jun. 2019. 9

o profissional pelo seu conhecimento e qualidade dos serviços prestados.

4 CONCLUSÕES

A elaboração do presente estudo possibilitou uma análise sobre a percepção da contabilidade sobre a ótica das empresas situadas no Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro. Por meio de pesquisa bibliográfica permitiu notar a extrema importância da contabilidade para o sucesso das empresas, sendo possível identificar os níveis de satisfação dos usuários da contabilidade em relação aos serviços de escritórios e setores contábeis através da pesquisa de campo realizada.

Na análise do questionário aplicado verificou-se que 82% (oitenta e dois por cento) das empresas analisadas optaram por terceirizar os serviços contábeis a escritórios externos. A terceirização dos serviços contábeis possui desvantagem em relação à ausência de um profissional contábil na tomada de decisão e na agilidade dos serviços, mas em contrapartida existe vantagem no que se diz a respeito de valores de investimento.

Da mesma forma pode-se concluir pelos resultados obtidos, a ausência do profissional contábil nas atividades das empresas, quando a contabilidade é realizada por meio de um escritório externo. Desta maneira, deixando os usuários da contabilidade desorientados sobre as mudanças na legislação e dos índices econômicos/financeiros da empresa. Entretanto pode ser constatado uma melhor comunicação entre as partes quando a contabilidade é realizada por um setor contábil interno na organização.

É possível constatar-se por intermédio da pesquisa, a carência de um planejamento tributário nas empresas das quais os entrevistados trabalham. Conforme estudo bibliográfico, a principal dificuldade de se implantar um planejamento tributário nas empresas é devido à falta de informação dos empresários sobre os benefícios que podem ser alcançados com tal procedimento. Além disso, as normas tributárias no Brasil alteram incessantemente, precisando sempre executar reavaliações.

Também pode ser constatado a falta de conhecimento dos empresários e colaboradores entrevistados no que se diz a respeito dos direitos, deveres e obrigações das empresas perante o fisco. Desta forma necessitam de auxilio de profissionais competentes e ágeis para a solução de dúvidas.

Conclui-se por meio do estudo que, as empresas possuírem o setor contábil dentro da própria empresa é mais benéfico e produtivo nas questões fiscais, auxílio nas tomadas de decisões e na agilidade na execução de determinadas tarefas. Entanto, possuir um profissional contábil especializado dentro da organização gera uma despesa maior com a folha de pagamento, devido ao honorário cobrado, desta forma, ficando inviável para pequenos negócios. Portanto deve ser realizada uma análise de todos os fatores dentre custo e benefícios para uma melhor tomada de decisão na escolha de terceirizar ou não os serviços contábeis.

REFERÊNCIAS

1 –IudícibusS. Teoria da Contabilidade. 10 ed. São Paulo: Atlas S.A., 2010.

2 - MarionJC. Contabilidade Empresarial. 12 ed. São Paulo: Atlas S.A.,2007.

3- Leal EA, Soares MA, Sousa EG. Perspectivas dos formandos do curso de Ciências Contábeis e as exigências do mercado de trabalho. RCC. 2009;5(10):147-160.

4–Schawez N. Responsabilidade Social: meta e desafio do profissional dacontabilidade para o próximo milênio. RBC. 2001;30(130).

5 - Cordeiro JS,DuarteAMP. O profissional contábil diante da novarealidade. QRE. 2006;1(1).

6 – Fonseca JJS. Metodologia da Pesquisa Científica. Ceará, 2002. 7 – Silveira DT, Córdova FP. A Pesquisa Científica. (2009) 8 - Beuren IM,Schlindwein AC, Pasqual DL. Abordagem da Controladoria em Trabalhos publicados no EnANPAD e no Congresso USP de Controladoria e Contabilidade de 2001 a 2006. RCF.2007;18 (45): 22-37.

9 –SantosDF et al. Perfil do profissional contábil: estudo comparativo entre as exigências do mercado de trabalho e a formação oferecida pelas instituições de ensino superior de Curitiba. RCC.2011,8(16):137-152.

10 - Bielinski CA. Educação Profissional no Século XIX – Curso Comercial do Liceu de Artes e Ofícios: um estudo de caso. 2011. 11 - Reis AJ, Silva SL, Silva CCA. A História da Contabilidade no Brasil [dissertação].São Paulo:UNIFACS; 2007.

12 -Censo da Educação Superior. Ministério da Educação; 2017. 13 - Eckert A et al. Vantagens e desvantagens da Contabilidade Interna em relação à Contabilidade Terceirizada: um estudo multicaso.REN. 2014,2(1):2-21.

14 - Guia de Profissões e Salários. CATHO Empregos; 2017. 15 - Ricci R. Por Uma Lei De Responsabilidade Social Ou Para Se Contrapor Ao Estado Facilitador. REA, 2007.

16 – LonderoN. Planejamento tributário como ferramenta de estratégia competitiva para micro e pequenas empresas [Monografia de Conclusão de Curso].  Santa Maria/RS: Universidade Federal de Santa Maria,2015.

17 - Lemes Júnior AB, Rigo CM, Cherobim APMS. Administração financeira: princípios, fundamentos e práticas trabalhistas. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

18 -Quantidade de Optantes - Simples Nacional (inclusive SIMEI). Ministério da Fazenda, 2017.

19 - Amorim V. Saiba o que é o Simples Nacional e quando vale a pena adotá-lo. UOL Economia, 2015.

(10)

Rev Cient da Fac Educ e Meio Ambiente: Revista da Faculdade de Educação e Meio Ambiente - FAEMA, Ariquemes, v. 10,

n. 1, p. 1-10, jan.-jun. 2019. 10

Como citar (Vancouver)

Silva DD, Oliveira TA, Flávio ACC. Percepções da contabilidade sob a ótica das empresas. Rev Cient Fac Educ e Meio Ambiente [Internet]. 2019;10(1): 1-10. doi: http://dx.doi.org/10.31072/rcf.v10i1.783

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Tabela 1 - Características dos entrevistados  Características  Entrevistados  %  Gênero  Masculino  36  49 Feminino 36 49  Não  informado  1  2  Escolaridade  Ensino  Fundamental (1º Grau) completo  1  1 Ensino Médio (2º Grau) completo 21  29  Ensino  Supe
Gráfico 2 – Em relação ao em contato com a contabilidade  nos momentos de dúvida
Gráfico 3 - Conhecimento dos usuários da contabilidade  em relação à legislação tributária brasileira
Gráfico 6 - Motivos das alterações do regime tributário
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