• Nenhum resultado encontrado

Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.24 número3

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.24 número3"

Copied!
3
0
0

Texto

(1)

R e v i s t a d a S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e M e d i c i n a T r o p i c a l 2 4 ( 3 ) : 1 7 7 - 1 7 9 , j u l - s e t , 1 9 9 1

C O M U N IC A Ç A O

F R E Q Ü Ê N C IA D E A N T IC O R P O S C O N T R A OS V E S IC U L O V ÍR U S E A F T O V ÍR U S , E M B O V IN O S E

E Q Ü ÍD E O S , D E C A T O L Â N D IA -B A H IA

J o s é T a v a r e s-N e to , M a g n u s S . S ô n d a h l, G u ilh erm e F er reir a de O liv e ir a , S a m ir F a r a h , P a u lo S ev ero B . C o rtes, C a r lo s A u g u sto F . M o lin a , D o m in g o s C a ssis N e to , F re d e rico A . S. F re ita s, G u ilh er m e R . S ilv a ,

J u ssa r a G o n ç a lv es, R a q u e l M . G o n ç a lv es, V a lé r ia C a r d o so A lv e s, V in íc iu s N a h im e de B rito e W a ld ir F a cu re J ú n io r

Os v e sic u lo v iru s (F am ília:

R h a b d o v i r i d a e ) e os aftovírus (Fam ília:

P i c o r n a v i r i d a è ) são agentes infreqüentes de doença clínica no homem1. Os primeiros, porque causam doença semelhante à influenza, de curta duração e difícil diagnóstico clínico-laboratorial. No entanto, a transmissão é freqüente em técnicos de laboratório de Virologia e, aproximadamente, metade dos infectados desenvolve doença clínica10; também entre os profissionais com atividades vinculadas ao manejo ou abate de animais8 esta infecção é prevalente.

De outro modo, os aftovírus, agentes da febre aftosa, causam também doença ocupacional ap esar de ra ra 14. T odavia, a freqüência aparentemente alta, na clínica pediátrica e médica deve-se à conseqüência da ampla sinonímia das aftas11 ou confusão diagnostica com a síndrome mãos-pés-boca causada pelo vírus Coxsackie tipo A13.

Outros vesiculovirus, como o Piry, são de im p o rtân cia m édica no B ra sil15. Os vesiculovirus New Jersey e Indiana-1 não foram isolados no Brasil7. No entranto, Andrade2 observou anticorpos contra estes dois vírus em humanos e animais, de vários Estados brasileiros.

Os vesiculovirus e os aftovírus têm grande im p o rtân cia econôm ica na pecuária por comprometerem a produção de leite e carne3 4. Os

T r a b a l h o da F a c u l d a d e de M e d ic in a do T riâ n g u lo M in e ir o , U b e r a b a /M G

E n d e r e ç o p a r a c o r r e s p o n d ê n c i a : D r . Jo s é T a v a re s -

N e t o , R . M a r q u ê s de C a r a v e l a s 2 6 2 / 1 0 1 , 4 0 1 6 0 S a l v a d o r , BA,

R e c e b id o p a ra p u b l ic a ç ã o em 1 4 /0 3 /9 1 .

bovídeos e eqüídeos são susceptíveis aos vesiculovírus; entretanto, os eqüídeos são resistentes à febre aftosa, sendo essa característica importante no diagnóstico clínico diferencial durante epizootia5.

No município de Catolândia, localizado na região oeste do Estado da Bahia, está em andamento projeto sobre a epidemiologia das vesiculoviroses em humanos. Em levantamento prelimar (J Tavares- Neto, APA Travassos da Rosa: dados não publicados) de 57 indivíduos adultos (média da idade de 32,7 + 13,5 e limites de 18 a 71 anos), de ambos os sexos (28 do sexo masculino), selecionados por sorteio e testados os soros através da prova de vírus neutralização16, usando a técnica do soro- constante em camundongos recém-nascidos, os anticorpos contra os vesiculovírus Cocai, Carajás e Marabá não foram observados. Dois casos (3,5 %) foram positivos para o VSV-3 (Alagoas); um deles, também, foi positivo para o Piry. A freqüência de anticorposcontraovírusPiry foide33,3% (n= 19).

Pretendeu-se fazer o levantamento de

anticorpos contra alguns vesiculovírus e cepas do aftovírus em animais adultos bovinos (vacas leiteiras) e eqüídeos (eqüinos, muares e asininos), de ambos os sexos do município de Catolândia-Bahia. As amostras de sangue, da veia jugular, foram coletadas

em papel de filtro (Klabin 80) entre os dias 12-26 de

janeiro de 1990. Os animais estavam igualmente

distribuídos na área do município e a seleção da

propriedade agrícola foi feita através de sorteio (n = 42). Nesse caso, até três vacas leiteiras foram

escolhidas ao acaso e todos os eqüídeos da

propriedade foram testados. No censo agropecuário de 1980, 49,5% (n=319) dos estabelecimentos

agrícolas tinham menos de 10 hectares9 e a média de

vacas por propriedade era de 2,19.

(2)

C o m u n i c a ç ã o . T a v a r e s - N e t o J , S õ n d a h l M S , O l i v e i r a G F , F a r a h S , C o r t e s P S B , M o l i n a C A F , C a s s i s - N e t o D , F r e i t a s F A S , S i l v a G R , G o n ç a l v e s J , G o n ç a l v e s R M , A l v e s V C , B r i t o V N , F a c u r e J r W. F r e q ü ê n c i a d e a n t i c o r p o s c o n t r a o s v e s i c u l o v í r u s e a f i o v í r u s , e m b o v i n o s e e q ü í d e o s , d e C a t o l â n d i a - B a h i a . R e v i s t a d a S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e M e d i c i n a T r o p i c a l 2 4 : 1 7 7 - 1 7 9 , j u l - s e t , 1 9 9 1

A prova de vírus neutralização em microplacas, com células IB-RS-2 clone 176, foi usada no levantamento sorológico16. Os resultados para febre aftosa foram obtidos frente às três cepas de referência para o Brasil: O l (Campos-Br 1/58), A24 (Cruzeiro-Br 1/55) e C3 (Indaial-Br 1/71). Para a estomatite vesicular foram utilizadas as cepas Indiana - 2 (Ribeirão - Br/79) e Indiana - 3 (Alagoas - Br/64). Soros controles positivos e negativos foram também usados. Os testes foram realizados no Centro Panamericano de Febre Aftosa (Rio de Janeiro) e observando-se as normas técnicas padronizadas6.

Os resultados qualitativos dos 214 animais (78 bovinos e 136 eqüídeos) estão dispostos na Tabela 1. Foram considerados positivos todos aqueles com títulos maior ou igual a 10' 3 DI50 MT/ml (diluição final = 1 /2 0 ) * . Os percentuais referentes à presença dos anticorpos neutralizantes contra cada cepa foram extraídos do total de animais porque, muitas vezes, o mesmo animal apresentou anticorpos para mais de uma cepa e alguns contra as três (no caso dos aftovírus). Somente um bovino teve anticorpos neutralizantes anti-Ribeirão (VSV-2) e anti-Alagoas (VSV-3). Entre os eqüídeos, os dois com anticorpos anti- VSV2 tinham também anti-VSV3. No caso de anticorpos neutralizantes para mais de uma cepa

T a b e l a 1 - F re q ü ê n c ia d os a n tic o rp o s n e u tra liz a n te s c o n tra os ve siculovírus e os a fto v íru s , e m b o v in o s e e q ü íd e o s de C a to lâ n d ia - B ahia

V í r u s C e p a

A n t i c o r p o s n e u t r a l i z a n t e s n ( % )

B o v in o s (n = 7 8 ) E q ü íd e o s ( n = 1 3 6 )

F e b r e a f t o s a 0 1 3 5 ( 4 4 , 9 )

-Am 1 7 ( 2 1 , 8 )

-C 3 1 9 ( 2 4 , 4 )

-T o t a l + 3 8 ( 4 8 , 7 ) -N e g a t i v o s 4 0 ( 5 1 , 3 )

E s t o m a t i t e V S V - 2 2 (2 , 6 ) 2 ( 1 , 5 )

V S V - 3 2 ( 2 , 6 ) 6 8 ( 5 0 , 0 )

T o t a l + 3 ( 3 , 8 ) 6 8 ( 5 0 , 0 )

N e g a t i v o s 7 5 ( 9 6 , 2 ) 6 8 ( 5 0 , 0 )

do vírus da febre aftosa a distribuição era a seguinte: 4 bovinos apresentaram anti-01 e anti- A24, 6 anti-01 eanti-C3 e 11 animais contra as três cepas.

A importância da estomatite vesicular parece ser relevante em Catolândia, principalmente devido à freqüência de anticorpos neutralizantes anti-VSV3 (Alagoas) observada nos eqüídeos (50,0%). Do mesmo modo que nos bovinos, a febre aftosa tem grande importância (48,7%). Para os animais con anticorpos anti-aftovírus, porém, os resultados sorológicos expressam, também, a eventual cobertura vacinai3. Segundo as informações dos criadores locais, a vacinação é irregular e esporádica. Não se encontraram informações atuais, nem dos últimos dez anos, na região do município de Catolândia sobre a vacinação anti-aftosa e os tipos das vacinas utilizados.

Em recente levantamento (julho/l990), através de entrevistas da população do município (J Tavares-Neto: dados não publicados) foi freqüente o conhecimento popular de a f t o s a em bovinos, eqüídeos e suínos. Somente 2(0,2%) pessoas com 12 anos ou mais de idade (n = 325) reconheciam a febre aftosa (conhecida na região como g a m b a r r a , em lugar de g a b a r r o , como é referida a deformação podai em outras regiões do Brasil) como doença característica apenas dos

(3)

C o m u n i c a ç ã o . T a v a r e s - N e t o J , S õ n d a h l M S , O l i v e i r a G F , F a r a h S , C o r t e s P S B , M o l i n a C A F , C a s s i s - N e t o D , F r e i t a s F A S , S i l v a G R , G o n ç a l v e s J , G o n ç a l v e s R M , A l v e s Y C , B r i t o V N , F a c u r e J r W. F r e q ü ê n c i a d e a n t i c o r p o s c o n t r a o s v e s i c u l o v i r u s e a f t o v í r u s , e m b o v i n o s e e q u í d e o s , d e C a t o l â n d i a - B a h i a . R e v i s t a d a S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e M e d i c i n a T r o p i c a l 2 4 : 1 7 7 - 1 7 9 , j u l - s e t , 1 9 9 1

bovinos e suínos. Portanto, parece ser comum a observação da estomatite vesicular entre os eqüídeos, principalmente pelas pessoas maiores de 30 anos de idade; também, o relato da observação recente de doença vesicular foi freqüente. Contudo, na região oeste da Bahia os casos notificados são

ocasionais e não há informação precisa para o município de Catolândia12.

Este é o primeiro estudo sorológico sistematizado nesta região do Estado da Bahia, inclusive para os vesiculovirus.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. A c h a P N , S z y fr e s B . Z o o n o s is y e n fe r m e d a d e s tr a n s m is ib le s c o m u n e s al h o m b r e y a lo s a n im a le s . O r g a n iz a c ió n P a n a m erica n a d e la S a lu d , 2 a . e d iç ã o , p u b lic a ç ã o c ie n t ífic a n ° 5 0 3 , W a s h in g to n , 1 9 8 6 . 2 . A n d r a d e C M . E s to m a tite v e s ic u la r no B ra sil. T e s e d e D o c ê n c ia L iv r e , U n iv e r s id a d e F e d e r a l d o R io d e J a n e ir o , 1 9 7 4 .

3 . A s tu d illo V M , E stu p in á n J, R o s e n b e r g F J , S ilv a A J M , D o r a J F P , U r b in a M , T a m a y o H , L o r a J Q , M a r r e r o J C . E s t u d o e p i d e m i o i ó g i c o d e la E s t o m a t it is v e s i c u l a r e n A m e r ic a d e i S u r . D e s c r ip c io n d e lo s d a to s d e i sis te m a c o n tin e n ta l d e v ig ilâ n c ia d e e n fe r m e d a d e s v e s ic u la r e s . C en tr o P a n a m e r ic a n o d e F ie b r e A fto s a . O r g a n iz a c ió n P a n a m e r ic a n a d e la S a lu d , S e r ie d e M o n o g r a fia s y T é c n ic a s n ° 1 5 , 1 9 8 6 .

4 . C a llis JJ, D a r d ir i A H , F e r r is D H , G a y J , W ild e r F W , M a s o n J . M a n u a l i l u s t r a d o p a r a e l r e c o n o c i m i e n t o y d i a g n o s t i c o d e c i e r t a s e n fe r m e d a d e s d e lo s a n im a le s . C o m is s ió n M e x ic o -A m e r ic a n a pa ra la P r e v e n c io n d e la F ie b r e -A fto s a , P lu m I s la n d , 1 9 8 2 .

5 . F e n n e r F , B a c h m a n n P A , G ib b s E P J , M u rp h y F A , S tu d d e r t M J , W h ite D O . V e te r in a r y V ir o lo g y . A c a d e m ic P r e s s I n c , O r la n d o , 1 9 8 7 .

6 . F e r n á n d e z A A . M a n u a l d e d i a g n ó s t i c o d e la b or a tór io d e la s e n fe r m e d a d e s v e s ic u la r e s . C entro P a n a m e r ic a n o d e F ie b r e A f t o s a /O r g a n iz a c ió n P a n a m e r ic a n a d e la S a lu d , S e r ie d e m a n u a le s d id á c tic o s n ° 1 5 , 1 9 8 6 .

7 . F e r n á n d e z P G . A p p lic a t io n o f m o n o c lo n a l a n tib o d ie s in in d ir e c t im m u n o flu o r e s c e n c e fo r d ia g n o s tic su b ty p in g o f v e s ic u la r stom a titis (Indiana s e r o t y p e ). M a s te r th e s is , Y a le U n iv e r s ity , 1 9 8 8 . 8 . H a n s s e n H , Z u lu a g a F N , H a n s s e n G . E v id e n c ia s o r o lo g ic a da e s to m a titis v e s ic u la r e n e m p le a d o s

d e m a ta d e r o , A n tio q u ia , C o lo m b ia . B o le tin d e la O fic in a S a n ita ria P a n a m e r ic a n a 8 6 : 1 4 1 - 1 4 7 ,1 9 7 9 . 9 . In stitu to B r a s ile ir o d e G e o g r a fia e E s ta tis itc a ( I B G E ) . C e n s o a g r o p e c u á r i o 1 9 8 0 / B a h i a . F u n d a ç ã o In stitu to B r a s ile ir o d e G e o g r a f ia e E sta tístic a to m o 3 , l a . p a r te , v o lu m e 2 , 1 9 8 3 . 1 0 . J o h n so n K M , V o g e l J E , P era lta P H . C lin ic a l and

s e r o lo g ic a l r e s p o n s e to la b o r a to r y -a c q u ir e d hu m a n in fe c tio n b y In dian a ty p e v e s ic u la r sto m a titis v ir u s (V S V ). T h e A m e r ic a n Jo u rn a l o f T r o p ic a l M e d ic in e and H y g ie n e 1 5 : 2 4 4 - 2 4 6 , 1 9 6 6 .

1 1 . L e ite A G . A fta s b u c a is . E d ito r a d e P u b lic a ç õ e s M é d ic a s , 4 a . e d iç ã o . R io d e J a n e ir o , 1 9 8 8 . 1 2 . M in is té r io d e A g r ic u ltu r a . R e la tó r io d e luta co n tra

a fe b r e a fto sa . M in is té r io d e A g r ic u ltu r a , B r a sil. B r a silia , m im e o g r a fa d o , 1 9 8 9 ,

1 3 . M in k o f fD I , C o n n o r J D . H a n d -fo o t-m o u th d is e a s e .

In : B r a u d e A I , D a v is C E , F ie r e r J (e d ) I n fe c tio u s

d is e a s e s an d m e d ic a l m i c r o b io lo g y , 2 a . e d iç ã o , W B S a u n d e r s C o m p a n y , P h ila d e lp h ia p . 1 4 3 6 -1 4 3 7 , -1 9 8 6 .

1 4 . S a n ta R o s a C A . F e b r e a fto s a . I n : V e r o n e s i R (e d )

D o e n ç a s I n fe c c io s a s e P a r a sitá r ia s. 7 a . e d iç ã o . E d ito ra G ua n ab ar a K o o g a n , R io d e J a n e ir o p .2 0 5 -2 0 7 , 1 9 8 3 .

1 5 . T a v a r e s -N e to J, T r a v a s s o s d a R o s a A P A , A ta id e M , M o r a is -S o u z a H , V a s c o n c e lo s P , T r a v a s s o s da R o sa J . F r e q ü ê n c ia d e a n tic o r p o s n e u tr a liz a n te s co n tr a o v e s ic o lu v ír u s P ir y , e m d o a d o r e s d e s a n g u e d e U b e r a b a , M in a s G e r a is, B r a s il. R e v is ta do Instituto M e d ic in a T r o p ic a l d e S ã o P a u lo 3 2 : 2 1 1 -2 1 4 , 1 9 9 0 .

1 6 . T h e ile r M , D o w n s W G . In v estig a tio n te s t stu d ies.

In: T h e ile r M (ed ) T h e a rth ro p o d -b o rn e v ir u s e s o f

verteb ra te s. M in o r g ro u p s o f a rb o v ir u s, l a . e d iç ã o , Y a le U n iv e r sity P r e ss, N e w H a v e n p .3 - 3 5 , 1 9 7 3 .

Referências

Documentos relacionados

cruzi parasites from contaminated human packed red blood cell and platelet concentrate before and after filtration and the percent of parasites removed by WBC-reduction filters..

Resumen El examen coproparasitológico (técnica de Kato-Katz) de un total de 113.254 personas, pertenecientes a 100 municipios de Venezuela, permitió establecer las

El objetivo de este trabajo fue conocer a los mamíferos reservorios del T. cruzi presentes en áreas de transmisión y su participación en los ciclos antrópicos y

Abstract We studied the serum levels of IL-2, IFN- γ and TNF in different clinical forms of Chagas' disease and in patients clinically compensated and decompensated..

On the other hand, hepatitis B vaccination studies in that area showed no important adverse reactions (G Bensabath, MCP Soares: unpublished observation). Further studies on this

Several recent surveys have disclosed high seroprevalences of hepatitis B virus (HBV) and hepatitis delta virus (HDV) infection in both urban and rural communities within the

Working on the above assumption we compared the sequence of the initial infection, a recrudescence/relapse (35 days later), and a subsequent relapse/recrudescence (180 days

Estudando 303 roedores silvestres na mesma área, Emmons e Ashburn encontraram 128 (42%) com infecção por fungos 2. Recentemente, Moraes et al descreveram novo caso brasileiro