USP-SP
ENARE
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
COMO FOI NO ANO PASSADO...
❖ 10 QUESTÕES DE OBSTETRÍCIA SEGUIDAS DE 10 QUESTÕES DE GINECOLOGIA
❖ ENUNCIADOS CURTOS, POUCOS CASOS CLÍNICOS, QUESTÕES MAIS CONCEITUAIS
❖ OBSTETRÍCIA: 8 FÁCEIS, 2 ANULADAS GINECOLOGIA: 8 FÁCEIS, 2 MÉDIAS Ameaça de abortamento Ciclo Menstrual
Pré-natal Anticoncepção – Critérios de Elegibilidade Sífilis na Gestação Endometriose
PBF Mioma Uterino
Gestação Gemelar Mastologia - Mastalgia Hemorragia pós-parto Vulvovaginites
BA/ITU na gestação Câncer na população feminina - Epidemiologia Doença hemolítica perinatal Câncer de Endométrio
Sinais de probabilidade de gravidez Papanicolau Regra de Naegele TRH
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
1: PRÉ-NATAL
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
4: DIABETES NA GESTAÇÃO
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
2: VIA DE PARTO PARA GESTANTE HIV+
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
3: VACINAÇÃO NA GRAVIDEZ
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
5: PARTOGRAMA
APÓS DILATAÇÃO TOTAL
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
5: Partograma
Parada secundária da dilatação Fase ativa prolongada
Parada secundária da descida Período pélvico prolongado Parto taquitócito
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
6: DIP
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
7: ÚLCERAS GENITAIS
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
ÚLCERAS GENITAIS
SÍFILIS PRIMÁRIA – CANCRO DURO
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
ÚLCERAS GENITAIS
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
8: RASTREAMENTO DO CÂNCER DE COLO DE ÚTERO
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
8: RASTREAMENTO DO CÂNCER DE COLO DE ÚTERO
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
9: CICLO MENSTRUAL
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
9: CICLO MENSTRUAL
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
10: VULVOVAGINITES
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
CÂNCER DE MAMA
OU 10 ANOS ANTES DO CASO ÍNDICE
COMO FOI NO ANO PASSADO...
POUCOS CASOS CLÍNICOS, MUITAS QUESTÕES CONCEITUAIS
CLASSIFICAÇÕES: FÁCEIS: 16 / MÉDIAS: 1 / DIFÍCEIS: 2 / ANULADAS: 1
MEDICINA PREVENTIVA: 18 EPIDEMIOLOGIA: 2
PREVENTIVA
COMO FOI NO ANO PASSADO...
PREVENTIVA
● Método Clínico Centrado na Pessoa
● Rastreamento, testes diagnósticos, vieses
● Prevenção quaternária
● Estágios de Mudança de Comportamento do Modelo Transteórico
● Recomendações nutricionais
● Recomendações de atividade física
● Saúde do idoso: prevenção terciária, reabilitação
● Saúde do trabalhador
● Indicadores de Saúde [internações por condições sensíveis à atenção primária (ICSAP)]
● Grupos na APS
● Valor Preditivo Positivo
● Princípios bioéticos
● Abordagem familiar
● Atributos e Características da Atenção primária à saúde
● Prevenção secundária
● Puericultura na Atenção Primária
● Saúde da criança e critérios de risco
● Saúde da mulher: rastreamento
● Saúde do idoso: risco de queda
● Saúde do adulto: rastreamento, mortalidad
1: NÍVEIS DE PREVENÇÃO EM SAÚDE
PREVENTIVA
NÍVEL DE PREVENÇÃO CARACTERÍSTICA
PRIMÁRIA PROMOÇÃO À SAÚDE E PROTEÇÃO ESPECÍFICA
SECUNDÁRIA DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO PRECOCES
TERCIÁRIA ATUAÇÃO NO DESENLACE, REABILITAÇÃO
QUATERNÁRIA EVITAR IATROGENIAS
HISTÓRIA NATURAL DAS DOENÇAS SEGUNDO LEAVELL E CLARK:
PERÍODOS PRÉ-PATOGÊNICO E PATOGÊNICO
1: NÍVEIS DE PREVENÇÃO EM SAÚDE
PREVENTIVA
1: NÍVEIS DE PREVENÇÃO EM SAÚDE
PREVENTIVA
DICA DE OURO JJ:
CONHEÇA AS PRINCIPAIS RECOMENDAÇÕES QUANDO O ASSUNTO É RASTREAMENTO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE:
● POPULAÇÃO ALVO (FAIXA ETÁRIA)
● FATORES DE RISCO
● TIPO DE EXAME
● EX: CA DE COLO DE ÚTERO, HAS, DM
2: ABORDAGEM FAMILIAR
PREVENTIVA
GENOGRAMA
2: ABORDAGEM FAMILIAR
PREVENTIVA
ECOMAPA
2: ABORDAGEM FAMILIAR
PREVENTIVA
3: MÉTODO CLÍNICO CENTRADO NA PESSOA
PREVENTIVA
4: ATRIBUTOS E CARACTERÍSTICAS DA APS
PREVENTIVA
ATRIBUTOS ESSENCIAIS
PRIMEIRO CONTATO
INTEGRALIDADE
LONGITUDINALIDADE
COORDENAÇÃO
Porta de entrada, acesso preferencial ao SUS
Atendimento em vários âmbitos
Criação de vínculo, acompanhamento
Atuação conjunto para o atendimento, mesmo quando
preciso referenciar (ordenar)
4: ATRIBUTOS E CARACTERÍSTICAS DA APS
PREVENTIVA
ATRIBUTOS DERIVADOS
ORIENTAÇÃO FAMILIAR
ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA
COMPETêNCIA CULTURAL
Modelo centrado na pessoa
Participação da comunidade
Respeito às individualidades
4: ATRIBUTOS E CARACTERÍSTICAS DA APS
PREVENTIVA
CARACTERÍSTICAS ADSCRIÇÃO DA CLIENTELA
TERRITORIALIZAÇÃO
ALTA COMPLEXIDADE
BAIXA DENSIDADE
REORIENTAÇÃO DO CUIDADO ATENDIMENTO
MULTIDISCIPLINAR
5: PRINCÍPIOS DO SUS
PREVENTIVA
5: PRINCÍPIOS DO SUS
PREVENTIVA
6: CLASSIFICAÇÃO DE SCHILLING
PREVENTIVA
● Grupo I, o trabalho é a causa necessária para a doença, como o que acontece nas pneumoconioses
● Grupo II, o trabalho é um fator de risco ou que contribui para a doença, como ocorre na insuficiência venosa de membros inferiores
● Grupo III, o trabalho é um provocador de um distúrbio latente, ou agravador de doença já estabelecida, como nas doenças mentais ou na asma.
7: ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA
PREVENTIVA
ABVD X AIVD
9: TRANSIÇÕES DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA
PREVENTIVA
x
PIRÂMIDE ETÁRIA
DOENÇAS
TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA
TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGI
CA
9:
O Brasil vive um contexto de tripla carga de doenças: crônico degenerativas, agudas e
causas externas.
PREVENTIVA
9: TESTES DIAGNÓSTICOS
SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE
PREVENTIVA
9: SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE
● INERENTES AO TESTE;
● NÃO VARIAM COM A PREVALÊNCIA;
● TESTES COM ALTA SENSIBILIDADE SÃO UTILIZADOS PARA RASTREIO;
● TESTES COM ALTA ESPECIFICIDADE SÃO UTILIZADOS PARA CONFIRMAÇÃO DIAGNÓSTICA.
PREVENTIVA
9: SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE
[ TEXTO CCQ ]
PREVENTIVA
9: SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE
PREVENTIVA
S = a/(a+c)
E= d/(d+b)
SENSIBILIDADE
ESPECIFICIDADE
Capacidade de identificar dentro dos indivíduos doentes, aqueles
que tiveram um resultado positivo no teste.
Capacidade de identificar dentro dos indivíduos não-doentes,
aqueles que tiveram um resultado negativo.
10: TESTES DIAGNÓSTICOS
VALORES PREDITIVOS POSITIVO E NEGATIVO
PREVENTIVA
10: VPP E VPN
● PROBABILIDADE PÓS-TESTE;
● VARIAM COM A PREVALÊNCIA;
PREVENTIVA
10: VPP E VPN
[ TEXTO CCQ ]
PREVENTIVA
10: VPP E VPN
PREVENTIVA
VPP = a / (a + b)
VPN = d / (c + d)
VALOR PREDITIVO POSITIVO
VALOR PREDITIVO NEGATIVO
Probabilidade de um resultado positivo representar realmente um
indivíduo doente.
Probabilidade de um resultado negativo representar realmente um
indivíduo não-doente
BÔNUS:
ACURÁCIA: capacidade de identificar dentro de todos os indivíduos (a+b+c+d) aqueles verdadeiramente positivos e negativos (a+d).
Significa qual a probabilidade de um teste estar correto, seja identificando os indivíduos doentes ou não doentes.
PREVENTIVA
A = (a+d) / (a+b+c+d)
CCQ 1:
RN prematuro ≥ 34 semanas com boa vitalidade ao
nascer tem indicação de clampeamento tardio do cordão umbilical
PEDIATRIA
CCQ 1:
PEDIATRIA
Acima 34 semanas → 1 - 3 minutos
Abaixo 34 semanas → 30 - 60 segundos
CCQ 1:
PEDIATRIA
CCQ 2:
PEDIATRIA
Saber que a consulta do adolescente é sigilosa, exceto se oferecer risco para o paciente ou para a vida de outras
pessoas.
CCQ 2:
PEDIATRIA
“É vedado revelar segredo profissional referente a paciente menor de idade, inclusive a seus pais ou responsáveis legais, desde que o menor tenha capacidade de avaliar seu problema e
conduzir-se por seus próprios meios para solucioná-lo, salvo quando a não revelação possa acarretar danos ao paciente.”
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, o sigilo médico na consulta ao adolescente só poderá ser quebrado em situações graves, que oferecem risco de vida para o paciente ou terceiros, presença de ideias suicidas, violência física contra outras pessoas e riscos de abuso sexual.
CCQ 3:
PEDIATRIA
Saber que, na crupe moderada/grave, pode ocorrer piora respiratória ao fim da ação da epinefrina inalatória
CCQ 3:
PEDIATRIA
Laringotraqueíte viral aguda → Parainfluenzae em 75%
CCQ 3:
PEDIATRIA
“sinal da torre” e “sinal da ponta de lápis”
CCQ 3:
PEDIATRIA
CCQ 4:
PEDIATRIA
Saber que as principais causas de PCR na infância estão relacionadas com a hipóxia
CCQ 4:
PEDIATRIA
CCQ 4:
PEDIATRIA
Alterações recentes:
● Frequência de ventilações → 20 a 30 por minuto!
● Epinefrina o quanto antes em ritmos não chocáveis!
CCQ 4:
PEDIATRIA
CCQ 5:
PEDIATRIA
A principal causa de desidratação aguda é a Diarreia Aguda
CCQ 5:
PEDIATRIA
CCQ 5:
PEDIATRIA
Plano A
CCQ 5:
PEDIATRIA
Plano B
CCQ 5:
PEDIATRIA
Plano C
CCQ 6:
PEDIATRIA
A cardiopatia cianótica mais prevalente é a Tetralogia de Fallot
CCQ 6:
PEDIATRIA
● CIV (comunicação
interventricular)
● Defeito na saída do VD ou Estenose do infundíbulo da A.
Pulmonar
● Hipertrofia ventricular direita
● Dextroposição da Aorta
Pra lembrar: é um coração CHeio DE Defeito (CIV, Hipertrofia ventricular direita, DEfeito na saída do VD e Dextroposição da aorta).
CCQ 6:
PEDIATRIA
Acianóticas → cardiopatias de hiperfluxo pulmonar:
● Comunicação interventricular
● Comunicação interatrial
● Coarctação de aorta
● Defeito septo atrio-ventricular
● Persistência do canal arterial
CCQ 6:
PEDIATRIA
Cianóticas → cardiopatias de hipofluxo pulmonar:
● Tetralogia de Fallot
● Transposição de grandes vasos
● Atresia de tricúspide
CCQ 7:
PEDIATRIA
A profilaxia do recém nascido de baixo risco para HIV é realizada apenas com Zidovudina
CCQ 7:
PEDIATRIA
CCQ 7:
PEDIATRIA
CCQ 7:
PEDIATRIA
CCQ 7:
PEDIATRIA
CCQ 7:
PEDIATRIA
CCQ 8:
PEDIATRIA
Conhecer a conduta na crise asmática da criança
CCQ 8:
PEDIATRIA
Crise:
● Sequência com salbutamol - 4-6 puffs de 20 em 20 minutos por 3 x
● Sequência com Ipratrópio - Apenas na primeira
● Corticoterapia sistêmica → 1-2 mg/kg
CCQ 9:
PEDIATRIA
Saber que as substâncias oclusivas formam um filme hidrofóbico na epiderme
CCQ 9:
PEDIATRIA
● Dermatite atópica: dermatose inflamatória eczematosa e pruriginosa, de curso crônico e recidivante
● Tratamento: hidratantes, medidas de controle ambiental e imunossupressão
CCQ 9:
PEDIATRIA
CCQ 10:
PEDIATRIA
Parasitose intestinal com prolapso retal = Tricuríase
CCQ 10:
PEDIATRIA
Tricuríase = Trichuris Trichiura
CCQ 10:
PEDIATRIA
Síndrome de Loeffler: quadro clínico é composto por tosse seca, dispneia, febre, sibilos, desconforto subesternal e escarro sanguinolento.
Ascaris lumbricoides Necator americanus Toxocara canis
Ancylostoma duodenale Strongyloides stercoralis
Para você gravar fácil: “aqueles caras são uns vermes, são umas ANTAS!”
CCQ 1:
O tratamento das fissuras anais consiste em AINEs e uso de nitrato tópico nos casos agudos e esfincterotomia
lateral interna nos casos crônicos
CIRURGIA GERAL
Sangramento vivo + dor perianal
CCQ 1:
CIRURGIA GERAL
CCQ 2:
Lembrar que o câncer de tireóide não diagnosticado por PAAF é o carcinoma folicular
CIRURGIA GERAL
Histopatologia após exérese da lesão
CCQ 2:
CIRURGIA GERAL
CCQ 3:
A pêntade de Reynolds caracteriza colangite aguda grave
CIRURGIA GERAL
TRÍADE DE CHARCOT
Febre + icterícia + dor abdominal
TRÍADE DE CHARCOT + hipotensão + rebaixamento do nível de consciência → pêntade de Reynolds
TTO: controle séptico + desobstrução biliar
CCQ 4:
Indicar as condutas a partir das alterações encontradas na avaliação inicial do trauma orientadas pelo ABCDE
CIRURGIA GERAL
ABCDE - MUDANÇAS A- via aérea
B - ventilação C - circulação
D - avaliação neurológica E - exposição
CCQ 5:
Saber que anestésicos locais com vasoconstritor não devem ser usados em extremidades e que a dose do
anestésico com vasoconstritor pode ser maior
CIRURGIA GERAL
Dose máxima de lidocaína sem vasoconstritor -> 4-5mg/kg Dose máxima com vasoconstritor -> 7mg/kg
Bloqueio troncular da região e não anestesia diretamente sob a área acometida
CCQ 6:
Saber a classificação de NYHUS para hérnias
CIRURGIA GERAL
CIRURGIA GERAL
CCQ 6:
CIRURGIA GERAL
C: Coxa = femoral IV: recidIVada
CCQ 7:
Saber sinais semiológicos clássicos da dor abdominal
CIRURGIA GERAL
CCQ 7:
CIRURGIA GERAL
Apendicite aguda
CCQ 7:
CIRURGIA GERAL
Sinal de Murphy - Colelitíase aguda
CCQ 7:
CIRURGIA GERAL
Pancreatite aguda
CCQ 7:
CIRURGIA GERAL
Tumor periampular
sinal de couversier terrier
CCQ 8:
Lembrar que hemorragia digestiva em paciente cirrótico = profilaxia para PBE
CIRURGIA GERAL
fluoroquinolonas orais OU ceftriaxona
IV por 7 dias
1. Cuidado na expansão volêmica
2. Drogas vasoativas podem ser usadas antes da avaliação endoscópica e mantidas por até 5 dias
3. Uso do cianoacrilato para tratamento local das VEG já foi liberado no Brasil >> muito difícil encontrar este recurso no Sistema Único de Saúde (SUS)
CCQ 9:
Saber fatores de risco mais prevalentes para
adenocarcinoma e carcinoma epidermóide de esôfago
CIRURGIA GERAL
Epidermoide (células escamosas):
Epidemiologia: tipo histológico mais comum no Brasil e no mundo (exceto
EUA)
Fatores etiológicos: fortemente associado ao etilismo e ao tabagismo (isoladamente
responsável por 25% dos casos).
Localização: predomina nos terços médio e superior do esôfago.
CIRURGIA GERAL
Adenocarcinoma:
Epidemiologia: tipo histológico com incidência crescente, já sendo o mais
comum nos EUA.
Fatores etiológicos: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), obesidade (também favorece o desenvolvimento da
DRGE) e esôfago de Barret!
Localização: caracteristicamente presente no terço distal do órgão.
CCQ 10:
A neoplasia mais comum do fígado é a metástase e a neoplasia com fígado como sítio primário mais
prevalente é o carcinoma hepatocelular
CIRURGIA GERAL
Múltiplas, de tamanho semelhante, atingindo os dois lobos e captação periférica de
contraste.
único ou múltiplo com uma lesão dominante, atinge normalmente um lobo e possui o famoso
padrão washout de captação de contraste - correlação com as hepatites (que a
C precisa passar pela cirrose e a B não)
correlação com as hepatites (que a C precisa passar pela cirrose e a B não)
CCQ 10:
A neoplasia mais comum do fígado é a metástase e a neoplasia com fígado como sítio primário mais
prevalente é o carcinoma hepatocelular
CIRURGIA GERAL
CIRURGIA GERAL
O que caiu?
CLÍNICA MÉDICA
● SIADH / hipoNa em cirurgia - F
● Flutter atrial - F
● Dpoc > doença cardiovascular - F
● Cirrose - M
● Vasculite / Buerger - F
● CA estômago - M
● Síndrome metabólica - F
● Sepse / gasometria - F
● Pericardite
● Síndrome nefrítica - M
● Gota - F
● Tireoidite de Quervain - F
● Sepse - D**
● Emergência HAS - F
● Dissecção de aorta - M
● Uso de estatinas - A
● IRA - HD - F
● Desbutrição - D
● CA tireoide - M
● Rinite - F
● Demências - F
CCQ 1:
CLÍNICA MÉDICA
Reconhecer a ausência de ondas P, ritmo taquicárdico e o aspecto serrilhado (presença de ondas F) para o
diagnóstico de flutter atrial
CCQ 2:
CLÍNICA MÉDICA
Lembrar que PA maior ou igual a 180/110mmHg fecha o diagnóstico de HAS (estágio 3) e é critério para início do
tratamento, sem a necessidade de MAPA/MRPA
CCQ 3:
CLÍNICA MÉDICA
Saber que o manejo clínico da dissecção aguda de aorta compreende a redução da pressão arterial e da frequência
cardíaca (FC)
CCQ 4:
CLÍNICA MÉDICA
Saber que a tireoidite de Quervain é um quadro autoimune reativo pós-infecção viral, geralmente autolimitado, mais
frequente em mulheres
CCQ 5:
CLÍNICA MÉDICA
Saber que o tipo histológico mais comum de neoplasia de tireoide é o papilífero e sua disseminação é linfonodal
CCQ 6:
CLÍNICA MÉDICA
Saber que pH: 7,15, HCO3: 27,3 e PCO2: 54 mmHg
configuram acidose respiratória parcialmente compensada
CCQ 7:
CLÍNICA MÉDICA
Pericardite associada a injúria renal aguda é indicação de diálise de urgência
CCQ 8:
CLÍNICA MÉDICA
Na subnutrição aguda pode haver ativação do SRAA, com aumento da retenção hídrica e de sódio
CCQ 9:
CLÍNICA MÉDICA
Hiponatremia prolongada pode levar a hipocalemia
CCQ 10:
CLÍNICA MÉDICA
Saber que a manifestação articular mais comum da fase inicial da artrite gotosa é o Podagra (monoartrite do primeiro
pododáctilo)