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Relatorio estagio III Erika Nunes muniz

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Academic year: 2021

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS – UEA

CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE TEFÉ – CEST

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

ERIKA NUNES MUNIZ

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO III

TEFÉ 2016

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ERIKA NUNES MUNIZ

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISONADO III

Relatório de Estágio Supervisionado apresentado ao Curso de Licenciatura em Matemática, do Centro de Estudos Superiores de Tefé - CEST, da Universidade do Estado do Amazonas – UEA, como requisito da Disciplina Estágio Supervisionado III sob a orientação do Prof. Msc. Fernando Soares Coutinho.

TEFÉ 2016

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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ... 3

1 OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO ... 4

2 DIAGNÓSTICO DA ESCOLA ... 4

2.1 ÍNDICES E METAS DA ESCOLA ... 7

2.3 ASPECTOS FÍSICOS DA ESCOLA ... 8

3 REFLEXÕES: TEORIA E PRÁTICA ... 8

3.1 AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA ... 9

3.2 O GEOGEBRA COMO UMA FERRAMENTA NA APRENDIZAGEM ... 10

3.3 O USO DO GEOGEBRA NO ENSINO DE FUNÇÕES MATEMÁTICAS ATRAVÉS DE DESENHOS ... 11

4 ATIVIDADES DE COPARTICIPAÇÃO E REGÊNCIA ... 13

4.1 ESTÁGIO 6º ANO “01” ENSINO FUNDAMENTAL ... 13

4.1.1 Regência no 6º ano “01” e “02” do Ensino Fundamental ... 14

4.2 ESTÁGIO 7º ANO “01” ENSINO FUNDAMENTAL ... 16

4.2.1 Regência no 7º ano “01” do Ensino Fundamental ... 17

4.3 ESTÁGIO 8º ANO “01” ENSINO FUNDAMENTAL ... 17

4.3.1 Regência no 8º ano “01” do Ensino Fundamental ... 19

4.4 ESTÁGIO 9º ANO “01” ENSINO FUNDAMENTAL ... 20

4.4.1 Regência no 9º ano “01” do Ensino Fundamental ... 21

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS ... 23

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 24

APÊNDICES ... 26

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INTRODUÇÃO

Este relatório tem como objetivo descrever as atividades desenvolvidas no Estágio Supervisionando III, sendo que o estágio tem como objetivo central familiarizar o estagiário com o vivenciar e o cotidiano de uma sala de aula de sua formação onde o acadêmico irá atuar. Na qual foi realizado na Escola Estadual Santa Tereza localizada na Rua Capitão Patrício do município de Tefé-AM, dirigida pelo professor Cleiton Dalbem de Souza com as turmas de ensino fundamental, no período de oito de março (08/03/2016) a três de junho de 2016 (03/06/2016) no turno matutino.

O estágio supervisionado III foi realizado em 02 (duas) etapas, sendo o período de coparticipação e as regências. Na coparticipação é possível ter o primeiro contato com a realidade da sala de aula e o ambiente escolar e se pode ter uma noção da rotina do professor e nessa fase pode-se auxiliar o professor em algumas atividades dentro da sala de aula. A última fase então são as regências, que é a etapa na qual o estagiário leciona suas aulas no lugar do professor e por ele é avaliado, nessa fase é possível não só perceber, mas vivenciar os pontos positivos, negativos e as dificuldades da profissão.

O trabalho ainda contará com os textos produzidos na disciplina do TCC I na qual os textos compõe a fundamentação teórica do meu projeto de pesquisa intitulado “O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA NA CONSTRUÇÃO DE DESENHOS ATRAVÉS DE FUNÇÕES MATEMÁTICAS NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS DO 1° ANO DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL DE TEFÉ-AM”.

Os dados relativos do estágio serão apresentados seguindo a seguinte estrutura: o objetivo do estágio, o diagnóstico e metas da Escola Estadual Santa Tereza, os aspectos físicos destacando os pontos positivos e negativos, textos, descrição da coparticipação e da regência realizada nos 6° ano, 7°ano, 8° ano e 9°ano do ensino fundamental e por fim um anexo contendo os desenvolvimentos das aulas e algumas fotos.

Portanto, não há como tornar-se um bom profissional sem passar pela prática do estágio supervisionado, sendo ele, como já dito, essencial para a formação do professor.

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1 OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Matemática, página 45: o estágio supervisionado, de natureza obrigatória, regido pela Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, e institucionalmente pela Resolução nº 053/2015-CONSUNIV/UEA, visa, entre outros aspectos, familiarizar o licenciando com a vivência do cotidiano na sala de aula. É o espaço adequado para pôr em prática seus conhecimentos específicos e pedagógicos, com a finalidade de conduzir o seu aprendizado de maneira competente.

Ainda segundo a Lei Federal nº 11.788, de 25 de setembro de 2008: Art. 1º Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. § 1º O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do educando. § 2º O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.

2 DIAGNÓSTICO DA ESCOLA

Nome completo da escola: Escola Estadual Santa Tereza

Decreto de Fundação da Escola/ Data: Em 1957, pelo Decreto n° 50/57, de 31/07/57, do D.O 08/08/57, foi criado oficialmente o Grupo Escolar Santa Teresa. Em 1971, pelo Decreto n° 2064 de 09/03/71, o Grupo Escolar Santa Tereza, passa a pertencer a Unidade Educacional de Tefé.

Endereço completo com CEP, cidade e estado:

Rua: Capitão Patrício, n° 358. Barrio: Centro, Cidade: Tefé-AM.

Data de inauguração da escola: Fundada por uma equipe de Irmãs Franciscanas, que chegaram ao município no dia 12 de Junho de 1925.

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quando? 2014.

Quantas turmas por série no turno matutino:

08 turmas de ensino fundamental: sendo 01 (uma) do 6º ano, 01 (uma) de 7º ano, 02 (duas) do 8º ano, 03 (três) do 9° ano e 01 (uma) do Av. 03.

Quantas turmas por série no turno vespertino:

08 turmas de ensino fundamental: sendo 02 (uma) do 6º ano, 01 (uma) de 7º ano, 02 (duas) do 8º ano, 02 (três) do 9° ano e 01 (uma) do Av. 03.

Quantas turmas por série no turno

noturno: Não tem.

Quantos alunos matriculados: 483 alunos

Quais projetos a escola desenvolve? Breve descrição de cada um.

1. Projeto de ação Escolar: Semeando Leitores: é coordenada pela professora Francisca que atua na área de Língua Portuguesa, o projeto tem como objetivo de estimular o interesse pela leitura em todas as disciplinas da matriz curricular e seu público alvo são estudantes, professores e equipe pedagógica.

2. Agenda 21: é coordenado pelo professor Bruno José Dobles, o projeto tem como objetivo de estimular a vida de maneira sustentável e seu público alvo são estudantes, e professores.

3. Projeto de Ação Escolar: Horta: é coordenado pelo professor Bruno José Dobles, o projeto tem como objetivo de incentivar o trabalho em equipe e desenvolver no educando a responsabilidade, a habilidade em plantar, zelar, cultivar, preservar e fazer do ambiente

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escolar um ambiente atrativo, agradável e produzir conhecimento e seu público alvo são alunos e comunidade escolar.

4. Projeto: Meio Ambiente: é coordenado pelos professores Bruno José Dobles, Redson e Ivaneide, o projeto tem como objetivo de despertar para a conservação e preservação do meio ambiente e divulgar o projeto juntos com as famílias por um ambiente saudável e seu público alvo são alunos, professores e apoio pedagógico.

5. Projeto: Tem dois V; Vai mais volte!: O projeto tem como objetivo de orientar as famílias com relação aos possíveis problemas da evasão escolar e seu público alvo são gestor, equipe pedagógica e professores.

6. Projeto Freira do conhecimento da Geografia: é coordenado pelo professor Bruno José Dobles o projeto tem como objetivo de sensibilizar através de mostras sobre a geografia na concepção dos ser humano e seu público alvo são alunos, professores e comunidade escolar.

7. Projeto Resgatando a cultura de Tefé: é coordenado pelos professores Bruno, Manuel e Naily, o projeto tem como objetivo de sensibilizar a todos sobre a importância da cultura de um povo e seu público alvo são alunos e comunidade escolar.

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8. Projeto Jogos lúdicos nas aulas de Ciências: é coordenado pelos professores Ivaneide, Andrea e Hudson, o projeto tem como objetivo de sensibilizar e através do lúdico facilitar o processo ensino aprendizagem e seu público alvo são alunos e professores.

Possui bolsistas PIBID matemática? Quantos e quais professores supervisores? Quantos e quais alunos bolsistas? Qual o professor coordenador de área?

Sim, possui 06 (seis) bolsistas de iniciação a docência, 02 supervisores (Géfessi de Oliveira Cardenes e Manuel Santos de Souza) e o coordenador de área Fernando Soares Coutinho.

2.1 ÍNDICES E METAS DA ESCOLA

Em 2015 a Escola Estadual Santa Tereza teve uma clientela de 522 alunos na qual tiveram 473 alunos aprovados que

correspondem a 91% dos alunos, 10 reprovados (2% de alunos) e 39 evadiram (7% dos alunos).

Na última realização da prova do SADEAM que foi em 2014 a escola obteve os seguintes resultados: na língua Portuguesa uma nota de 242,4 e em matemática uma nota de 242,3.

Para o ano de 2016 a escola tem como meta atingir o índice de 100% de aprovação de seus alunos e para a prova do SADEAM que será realizado nesse ano a escola tem como objetivo uma média de 5,0.

Gráfico 1: Taxa de aprovados, reprovados e evadidos no ano 2015.

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2.3 ASPECTOS FÍSICOS DA ESCOLA

A escola é construída em uma área total com as seguintes medidas: de frente 63,50 m, fundo 60,50 m, lado direito 27,65 m, lado esquerdo 29,30 m e área de sala de aula 24/29m e a escola por sua fez tem as seguintes dependências: 01(uma) secretaria com banheiro, 01(uma) diretoria, 01(uma) sala dos professores, 01(uma) sala de apoio pedagógico, 01(uma) cozinha, 01(uma) biblioteca, 01(uma) laboratório de informática, 01(uma) depósito de merenda, 01(uma) almoxarifado, 01(uma) sala de arquivo, 02(dois) banheiros para os alunos masculino e feminino, 08(oito) salas de aulas, 01(um) pátio e 01(uma) quadra poliesportiva. A escola por si só possui uma boa estrutura e apesar de ser uma escola antiga da cidade de Tefé ela aparenta ser bem conservada

Como ponto negativo, coloco que as salas de aulas não são devidamente climatizadas provocando um grande desconforto nos alunos e outro ponto fundamental é que a quadra poliesportiva da escola é totalmente descoberta fazendo com que os alunos fiquem exposto ao sol durantes as atividades esportivas.

3 REFLEXÕES: TEORIA E PRÁTICA

Os textos expostos nesse capítulo foram criados na disciplina de TCC I com objetivo de compor a fundamentação teórica do projeto de pesquisa intitulado “O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA NA CONSTRUÇÃO DE DESENHOS ATRAVÉS DE FUNÇÕES MATEMÁTICAS NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS DO 1° ANO DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL DE TEFÉ-AM” em consonância com a prática do estágio supervisionado esse projeto visa a criação de um artigo que será defendido no TCC II como trabalho de conclusão de curso.

A criação dos textos foi feito durante todo período da disciplina, a revisão bibliográfica para criação deles foi através de livros, artigos de revistas científicas e artigos publicados em sites, que possibilitou uma base para sua criação.

Os textos têm como base relatar o uso da tecnologia na educação matemática falando da necessidade de inseria as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) no cenário escolar, falar ainda sobre o Geogebra como ferramenta de aprendizagem e ainda o ensino de funções através do software Geogebra através da estratégia de criação de desenho.

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3.1 AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

Atualmente a tecnologia vem ganhando um grande espaço na sociedade, pois ela está inserida na realidade e presente em quase todos os lugares. Devido a esse fator é interessante utilizar as TIC’s no cotidiano dos alunos e principalmente no processo de ensino aprendizagem da Matemática.

Assim “[...] é importante contemplar uma formação escolar nesses dois sentidos, ou seja, a Matemática como ferramenta para entender a tecnologia, e a tecnologia como ferramenta para entender a Matemática” (BRASIL, 2006, p. 87).

Muito se tem falado sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação na sociedade e no cenário escolar, por isso é necessário compreender o que é tecnologia. Para Gonçalves e Nunes (2006) apud Silva e Andrade (2014, p. 151) as TIC’s “são tecnologias que possibilitam a veiculação da informação e da comunicação com rapidez, dinamismo, com difusão de imagem e som”.

Elas se caracterizam como “[...] midiáticas, são, portanto, mais do que simples suportes. Elas interferem em nosso modo de pensar, sentir, agir, de nos relacionarmos socialmente e adquirirmos conhecimentos” (KENSKI, 2012, p. 20).

Como as tecnologias estão presentes em nossas vidas, o que se percebe é que aos poucos elas vêm sendo incorporadas no cotidiano das aulas de Matemática e isso tem levantando grandes discussões entre os que são a favor e os contra.

Alguns chegam a argumentar que através do uso de computadores o aluno pode se tornar um mero repetidor de tarefas, ou seja, por não estimularem o raciocínio, o aluno não compreenderia certos cálculos matemáticos. Por outro lado, existem alguns discursos que fundamentam o uso dos computadores como uma solução para os problemas educacionais (BORBA; PENTEADO, 2007).

Esses problemas vêm de um processo de ensino, cujas técnicas utilizadas não são suficientes para minimizar as dificuldades que muitos alunos têm na leitura, escrita, visualização, entre outros problemas que existem em um determinado conteúdo matemático. Mas muitos “estudiosos do tema mostram que escrita, leitura, visão, audição, criação e aprendizagem são influenciados, cada vez mais, pelos recursos da informática” (BRASIL, 1998, p.43) por isso, o uso de tecnologia em sala de aula torna-se importante.

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Na era da tecnologia o uso de softwares no processo de ensino aprendizagem da Matemática se torna um recurso pedagógico que auxilia o professor no ensino de determinados conteúdos.

De acordo com os PCN de Matemática, dentre as contribuições que a utilização de um software em sala de aula pode trazer à aprendizagem desta disciplina, destaca-se que ele “[...] possibilita o desenvolvimento, nos alunos, de um crescente interesse pela realização de projetos e atividades de investigação e exploração como parte fundamental de sua aprendizagem” (BRASIL, 1998, p. 44), ou seja, com o uso das TIC’s o aluno pode deixar de ser um mero receptor de informações e passa a construir seu próprio conhecimento através de investigações que as tecnologias digitais favorecem.

Portanto, no cenário que vivemos não se pode mais negar o uso das TIC’s em sala de aula, pois os computadores e outras tecnologias se fazem presente no cotidiano das crianças e adolescentes e para alguns conteúdos matemáticos, o uso da tecnologia se torna ferramenta que contribui significativamente para a aprendizagem do aluno.

3.2 O GEOGEBRA COMO UMA FERRAMENTA NA APRENDIZAGEM

O Geogebra é um software que foi desenvolvido por Markus Hohenwarter e colaboradores, em 2001, como parte de sua tese de doutoramento na Universidade Austríaca de Salzburg (AMARAL; FRANGO, 2014). O nome desse software tem origem na fusão das palavras GEOmetria e álGEBRA.

Este software possui diversas finalidades sendo uma delas servir como instrumento didático “[...] para ser utilizado em situações de ensino e aprendizagem de matemática. Com ele é possível realizar cálculos aritméticos, algébricos e utilizar múltiplas representações gráficas de objetos matemáticos” (HOHENWARTER, 2009, p. 1). Além disso, ele permite construir, de formas dinâmicas, retas, pontos, segmentos de reta, cônicas, construção de gráficos através de planilha e além de tudo oferece um suporte para equações e coordenadas que são diretamente inseridas no próprio software (CAIRES et al, 2011).

O software Geogebra apresenta-se como um grande aliado no ensino dos conteúdos matemáticos, podendo ser utilizados nos níveis fundamental a superior de ensino como um importante recurso pedagógico por possuir uma interface de fácil acesso o que permite ao aluno visualizar tudo aquilo que não consegue perceber somente de forma teórica.

Sobre sua interface, a mesma é dividida nas seguintes partes: Janela de visualização (ou gráfica), janela de álgebra e um campo de entrada de texto que permite digitar

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coordenadas, equações, comandos, operações, funções, entre outros, sendo que tudo o que é digitado neste campo aparece na janela de álgebra (MAIA; PEREIRA, 2015).

Portanto, software Geogebra é uma ferramenta facilitadora para o ensino e aprendizagem da Matemática quando se pretende que o processo de aprendizagem do conteúdo se torne interessante e significativa para o aluno.

3.3 O USO DO GEOGEBRA NO ENSINO DE FUNÇÕES MATEMÁTICAS ATRAVÉS DE DESENHOS

O ensino de funções sempre foi realizado de forma tradicional na sala de aula, dando-se ênfadando-se na parte de álgebra e dando-se deixando de lado os aspectos gráficos e tabulações.

Os PCN salientam que “[...] a visualização e a leitura de informações gráficas em Matemática são aspectos importantes, pois auxiliam a compreensão de conceitos e o desenvolvimento de capacidades de expressão gráficas” (BRASIL, 1998, p.46).

Com o auxílio do Geogebra o aluno poderá visualizar e assim compreender mais facilmente os conteúdos relacionados às funções matemáticas. Sobre essa questão as Orientações Curriculares de Matemática para o Ensino Médio (2006) salientam que é importante destacar o significado gráfico das funções, enfatizando o seu comportamento de modo que faça com que o aluno identifique as oscilações realizadas pelo gráfico de uma função quando alteramos seus parâmetros, ou seja, seus coeficientes.

Muitas vezes, a questão da visualização gráfica e o estudo dos comportamentos dos coeficientes de funções matemáticas são deixados de lado devido ao método utilizado dentro de sala de aula. Borba e Penteado, (2007, p. 32) enfatizam que “[...] é difícil a geração de diversos gráficos num ambiente em que predomina o uso de lápis e papel e, então, faz sentido que não se dê muita ênfase a esse tipo de representação”, por esse fator é necessário o uso do software Geogebra porque a visualização através dele favorece o aprendizado na construção de gráficos, permitindo que o aluno questione porque a função muda de comportamento e reflita sobre os diversos pontos, fazendo ainda a análise de pontos críticos sobre o comportamento da função (BRAZ; BEZERRA; MARCIANO, 2001).

O software Geogebra como ferramenta de apoio na elaboração de gráficos de funções matemáticas do 1° e 2° grau permite utilizar vários parâmetros relacionados a elas, tais como: limites de intervalos em que a função é definida, coeficientes das funções, expoentes de uma função polinomial, entre outros.

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A análise desses parâmetros através do software oportuniza ao aluno a exploração das propriedades e a realização de atividades a partir de uma sequência de passos até chegar ao gráfico da função pedida, contribuindo para uma compreensão da Matemática que seja significativa e aplicável em sua vida cotidiana (MAIA; PEREIRA, 2015).

Através da construção de desenhos ou imagens é possível observar claramente o comportamento de funções matemáticas. Ressalta-se, que a imagem é companheira do homem desde a Era das Cavernas onde o ser humano utilizava desenhos para contar sua história os quais tinham o objetivo de representar o ambiente em que vivia e essa imagem era construída com a utilização de tintas.

Segundo Pinto (2009) a arte da imagem assume um papel representativo no campo significativo, sendo assim, ela refere-se a uma representação visual, uma característica muito forte no mundo atual, pois vivemos numa sociedade visual, onde sempre buscam representar o que se sente ou vê na forma de pinturas, desenhos, esculturas e outras manifestações.

As imagens se desenvolvem com grande potencial no campo científico principalmente nas áreas da astronomia, da medicina, das matemáticas, da meteorologia, da geodinâmica, da física, da astrofísica, da informática, da biologia, da mecânica, da nuclear etc.

Na matemática, o termo imagem significa uma representação diferente, do mesmo objeto o qual é análogo, ou pode não ser idêntico, ou seja, é o mesmo objeto visto por outro ângulo: uma anamorfose ou uma projeção geométrica podem ser exemplos desta teoria das representações.

Na Matemática utilizam também imagens como os gráficos, as figuras ou a imagem numérica para representar visualmente as equações ou para fazer evoluir as formas, observar as suas modificações e investigar as leis que as conduzem (JOLY, 1994).

Neste sentido, a utilização de um software como Geogebra “poderá ser fundamental no auxílio do aprendizado do tema Função, pois facilita, sobremaneira, o traçado dos gráficos e a criação de uma série de desenhos digitais” (PINTO, 2009, p. 41), além disso, através dele é possível a recriação de uma imagem fazendo com que o estudo de funções se torne significativo para a aprendizagem.

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4 ATIVIDADES DE COPARTICIPAÇÃO E REGÊNCIA

O Estágio Supervisionado na Escola Estadual Santa Tereza iniciou-se no dia oito de março (08/03) e foi finalizado no dia três de Junho do ano de 2016 (03/06/2016), ocorreu mais precisamente nos dias 08/03, 14/03, 17/03, 30/03, 31/03, 04/04, 12/04, 20/04, 25/04, 26/04, 27/04, 17/05, 18/05 e 03/06. O mesmo foi realizado nas turmas do 6º ano “01”, 6° ano “02”, 7º ano “01”, 8º ano “01” e 9º ano “01” do Ensino Fundamental, do turno matutino e vespertino, onde foram realizadas atividades de coparticipação e regência.

4.1 ESTÁGIO 6º ANO “01” ENSINO FUNDAMENTAL

O estágio do 6° ano foi realizado na Escola Estadual Santa Tereza na turma do 6° ano “01” do ensino fundamental com a professora responsável Géfessi de Oliveira Cardenesnuma turma com aproximadamente 30 alunos. Com essa turma realizei uma coparticipação, na qual observamos e ajudamos a professora em momentos solicitados por ela, com objetivo de adquiri a convivência e familiarizar cada vez mais coma a sala de aula e com as principais dificuldades dos alunos.

As coparticipações foram no dia 14/03, 17/03, 30/03, 20/03 e 27/03 nos tempos de aula da escola totalizando 05 horas aula. Nesta coparticipação assistir aulas sobre os assuntos: decomposição dos números naturais, propriedades da adição, subtração com números naturais e operações com números naturais, além de observar ajudei a professora responsável da turma a tirar dúvidas dos alunos e corregi atividades no caderno.

Figura 1- Caderno de um aluno x do 6° ano "01" com as atividades

Essas aulas foram ministradas por meio de explicações e exemplificações dos conteúdos. Os conteúdos aplicados dentro de sala de aula tinha como referência ao livro

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Projeto Araribá de Matemática do 6° ano e algumas aulas a professora solicitou que os alunos copiassem os conteúdos dos livros. A participação dos alunos foi de grande aproveitamento, pois na maioria das aulas eles participaram na correção que foi realizada por eles no quadro.

Figura 2- Participação dos alunos no quadro turma 6° ano "01"

Portanto, como os alunos são de uma faixa etária que estão descobrindo as coisas eles são bastante agitados, mas na hora de realizar uma atividade eles colaboram e são bem prestativos.

4.1.1 Regência no 6º ano “01” e “02” do Ensino Fundamental

A regência do 6° ano foi realizada na Escola Estadual Santa Tereza na turma do 6° ano “01” e “02” do ensino fundamental com o professor responsável Divanildo da Cunha Mota. Com essa turma realizei um projeto, na qual trabalhei questões da OBMEP. A regência foi realizada no dia 18/05 numa carga horária de 04 horas aula.

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O projeto tinha como objetivo trabalhar questões da OBMEP, essas questões foram selecionadas conforme o nível de conhecimento dos alunos e foram retiradas do banco de dados da OBMEP. A turma do 6° ano “01” e “02” é do horário vespertino e o projeto foi realizado seu contra turno e obtivemos uma participação de 15 (quinze) alunos.

Figura 4- Alunos do projeto OBMEP

Um dos obstáculos encontrados foi a dificuldade que os alunos têm de tirar os dados dos problemas o que dificultava a sua resolução, porém os alunos mostraram interesse em aprender. Como esse projeto foi realizado só para os alunos que tinham interesse na prova OBMEP foi possível dialogar com eles que nos permitiu realizar o projeto sem muitas dificuldades.

Figura 5: Alunos do Projeto OBMEP tirando dúvidas com os estagiários

O ponto negativo na qual tenho que destacar é a questão de que como os alunos não conseguem tirar os dados das questões e interpretar o que tem que fazer acaba desistindo e deixando de lado o problema sem tentar novamente.

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4.2 ESTÁGIO 7º ANO “01” ENSINO FUNDAMENTAL

O estágio do 7° ano foi realizado na Escola Estadual Santa Tereza na turma do 7° ano “01” do ensino fundamental com a professora responsável Géfessi de Oliveira Cardenesnuma turma com aproximadamente 35 alunos. Com essa turma realizei uma coparticipação, na qual observamos e ajudamos a professora em momentos solicitados por ela, com objetivo de adquirir a convivência e familiarizar cada vez mais coma a sala de aula e com as principais dificuldades dos alunos.

Figura 6 - Turma do 7° ano “01”

As coparticipações foram no dia 08/03, 14/03 e 04/04 nos tempos de aula da escola totalizando 05 horas aula. Nesta coparticipação assisti alunas sobre os assuntos como: módulo ou valor absoluto dos números inteiros, comparação de números inteiros, além de observar ajudei a professora responsável da turma a tirar dúvidas dos alunos, corrigir atividades no caderno e a passar conteúdo no quadro.

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Essas aulas foram ministradas por meio de explicações e exemplificações dos conteúdos, sendo que, em algumas aulas, a professora solicitou que os alunos copiassem os conteúdos dos livros. Os conteúdos aplicados dentro de sala de aula tinha como referência ao livro Projeto Araribá de Matemática do 7° ano. A participação dos alunos foi de grande aproveitamento, pois na maioria das aulas os eles participaram na correção no quadro.

Figura 8- Prova de Recuperação da turma de 7° ano "01"

Nessa turma também presencie uma prova de recuperação para alguns alunos que não conseguiram a média, tinha como conteúdo “Números inteiros positivos e negativos e subtração” na qual os ajudei em determinadas dúvidas.

4.2.1 Regência no 7º ano “01” do Ensino Fundamental

A regência do 7° ano “01” não foi realizada, pois a carga horária destinada para essa turma foi utilizada no projeto da OBMEP, que tinha como objetivo trabalhar questões da Olimpíada de Matemáticas dos anos anteriores para o treinamento para a prova desse ano, na qual a projeto foi aplicado no 6° ano “01” e “02”.

4.3 ESTÁGIO 8º ANO “01” ENSINO FUNDAMENTAL

O estágio do 8° ano foi realizado na Escola Estadual Santa Tereza na turma do 8° ano “01” do ensino fundamental com o professor responsável Divanildo de Cunha Mota numa turma com aproximadamente 28 alunos. Com essa turma realizei uma coparticipação, na qual observamos e ajudamos o professor em momentos solicitados por ele, com objetivo de adquirir a convivência e familiarizar cada vez mais coma a sala de aula e com as principais dificuldades dos alunos.

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As coparticipações foram no dia 17/03, 30/03 e 31/03 nos tempos de aula da escola totalizando 05 horas aula. Nesta coparticipação assisti aulas sobre os assuntos: Radiciação e Expoente fracionário, além de observar ajudei o professor responsável a tirar dúvidas dos alunos, correções de atividades no caderno e observação e aplicação de prova.

Figura 9- Participação dos alunos no quadro 8° ano "01"

Essas aulas foram ministradas por meio de explicações e exemplificações dos conteúdos. Os conteúdos aplicados dentro de sala de aula tinha como referência ao livro Projeto Araribá de Matemática do 8° ano. Houve a participação dos alunos no quadro, na qual corrigia as atividades solicitadas pelo professor. Além disso, ajudei o professor a aplicar uma prova na qual observei os alunos e ajudei com algumas dificuldades que obtiveram durante a prova.

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4.3.1 Regência no 8º ano “01” do Ensino Fundamental

A regência do 8° ano foi realizada na Escola Estadual Santa Tereza na turma do 8° ano “01” do ensino fundamental com o professor responsável Manuel Santos de Souza. Com essa turma realizei um projeto, na qual trabalhei questões da OBMEP. A regência foi realizada no dia 17/05 numa carga horaria de 02 horas aula.

Figura 11: Turma do 8° ano "01" no Projeto da OBMEP

O projeto tinha como objetivo trabalhar questões da OBMEP, essas questões foram selecionada conforme o nível de conhecimento dos alunos e retiradas do banco de dados da OBMEP. A turma do 8° ano “01” é do horário vespertino e o projeto foi realizado seu contra turno e obtivemos uma participação de 02(dois) alunos esse projeto foi criado para ajudar os alunos que tinham interesse nas questões da OBMEP.

Figura 12 - Alunos que participaram do projeto OBMEP

Nessa turma não tivemos muitas dificuldades com os alunos na hora de resolverem os problemas, após todos os alunos responderem, fizemos a correção, dando algumas sugestões

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de outras maneiras que poderiam resolver e tirando algumas dúvidas em determinados assuntos.

Figura 13 - Questões da OBMEP

4.4 ESTÁGIO 9º ANO “01” ENSINO FUNDAMENTAL

O estágio do 9° ano foi realizado na Escola Estadual Santa Tereza na turma do 9° ano “01” do ensino fundamental com o professor responsável Manuel Santos de Souza numa turma com aproximadamente 30 alunos. Com essa turma realizei uma coparticipação, na qual observamos e ajudamos o professor em momentos solicitados por ele, com objetivo de adquirir a convivência e familiarizar cada vez mais coma a sala de aula e com as principais dificuldades dos alunos.

Figura 14- Atividades sobre radiciação na turma 9° ano

As coparticipações foram no dia 31/03, 12/04, 25/04 e 17/04 nos tempos de aula da escola totalizando 05 horas aula. Nesta coparticipação assisti aulas sobre os assuntos como: radiciação, adição algébrica com radicais, operações com números reais e o projeto da

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OBMEP, além de observar ajudamos o professor responsável da turma como: Tirar dúvidas dos alunos, correções de atividades no caderno e aplicação do projeto OBMEP.

Figura 15- Prova aplicada no 9° ano

Essas aulas foram ministradas por meio de explicações e exemplificações dos conteúdos. Os conteúdos aplicados dentro de sala de aula tinha como referência ao livro Projeto Araribá de Matemática do 9° ano. Houve a participação dos alunos no quadro, na qual corrigia as atividades solicitadas pelo professor. Além disso, pude observar uma prova e aplicação do projeto OBMEP na qual auxiliamos os alunos a resolver alguns problemas tirados do banco de dado da OBMEP.

4.4.1 Regência no 9º ano “01” do Ensino Fundamental

A regência no 9° ano foi realizada na Escola Estadual Santa Tereza na turma 9° ano “01” do ensino fundamental com o professor responsável Manuel Santos de Souza. Que aconteceu no dia 03/06 numa carga horária de 02 horas aula, na qual ministrei uma aula sobre o conteúdo matemático “transformação de unidades de medidas”.

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A aula tinha como objetivo de desenvolver no aluno a capacidade de resolver as transformações de unidades de medidas e para isso, trabalhamos a ideia de medida, o surgimento do sistema métrico decimal, medida de comprimentos no sistema métrico decimal, conversões entre unidades de medida de comprimento, medidas de massa e conversão e medidas de capacidade e conversão. O desenvolvimento da aula se deu através de explicação do conteúdo e exemplificações com informações adquiridas pelo os alunos.

Figura 17: Estagiários na Regência na turma do 9° ano “01”

Além disso, a aula contou com uma atividade na qual tinha algumas questões sobre o conteúdo ministrado como aplicações dos exercícios surgiram muitas dúvidas nos alunos e essas dúvidas foram trabalhadas individualmente com cada aluno, os recursos utilizados na aula foram apenas o quadro, pincel e copias dos exercícios.

(24)

Portanto, a aula foi de grande aproveitamento, pois contamos com a participação da maioria da turma e na realização de atividades eles conseguiram desenvolver alguns exercícios sem a nossa ajuda. Mesmo aqueles que não participaram na hora da explicação do conteúdo nas atividades conseguiram resolver alguns exercícios.

Figura 19: Alunos do 9° ano fazendo os exercícios

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Assim sendo, foi possível vivenciar a realidade do cotidiano escolar através do estágio supervisionado III, visto que já foi realizado o estágio supervisionado I e II, foi possível perceber outros os pontos negativos e positivos da profissão e também das condições de trabalho, foi possível ainda colocar em prática as teorias educacionais, as metodologias e os métodos que provavelmente serão adotadas pela estagiária, sempre buscando adquirir experiência, mas não no intuito de se acomodar em relação ao ensino mecânico e de reprodução, mas sim visando criticamente melhorias para o campo educacional no qual estará inserida futuramente.

Também foi possível perceber as dificuldades enfrentadas tanto por docentes quanto por discentes no processo de ensino-aprendizagem. Conclui-se que a prática do estágio para formação de professores é de suma importância para formação de professores, pois ela proporciona a experiência de viver o cotidiano de uma sala de aula e com a convivência dia a dia na escola é possível ver como é trabalhar numa escola, como funcionam todos os departamentos dentro de uma sala de aula e também ouvir experiências de professores que está há anos nessa profissão.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMARAL, Marcos Prado; FRANGO, Ismar. Um levantamento sobre pesquisas com o uso do software Geogebra no ensino de funções matemáticas. REVEMAT. Florianópolis (SC), v.9, n. 1, p. 90-107, 2014.

BORBA, Marcelo de Carvalho; PENTEADO, Miriam Godoy. Informática e Educação

Matemática. 3.ed. 2.reimp. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC /SEF, 1998.

_______, Secretaria de Educação Básica. Orientações curriculares para o ensino médio: Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. v.2. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.

BRAZ, Ricardo Antônio Faustino da Silva; BEZERRA, Jean Michel Moura; MARCIANO João Emanuell Araújo. Aplicação do Software Geogebra no ensino de Funções. In: 13º Conferência Interamericana de Educação Matemática, Recife, 2011.

CAIRES, Vinícius. et al. Uso do GeoGebra no Ensino de Matemática: Avaliação de

Usabilidade e de Aprendizado. In: II ENINED - Encontro Nacional de Informática e

Educação. ISSN 2175-5876. 408 – 417, 2011.

HOHENWARTER, Markus. Ajuda Geogebra. Manual Oficial do Geogebra, 2009. JOLY, Martine. Introdução à Análise da Imagem. Lisboa/Portugal: Editora 70, 1994.

KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. 9. ed. Campinas, São Paulo: Papirus, 2012.

LEONARDO, Fabio Martins (editor responsável). Projeto Araribá: Matemática 6° ano (Ensino Fundamental). 3.ed. São Paulo: Moderna, 2010.

___________, Fabio Martins (editor responsável). Projeto Araribá: Matemática 7° ano (Ensino Fundamental). 3.ed. São Paulo: Moderna, 2010.

___________, Fabio Martins (editor responsável). Projeto Araribá: Matemática 8° ano (Ensino Fundamental). 3.ed. São Paulo: Moderna, 2010.

___________, Fabio Martins (editor responsável). Projeto Araribá: Matemática 7° ano (Ensino Fundamental). 3.ed. São Paulo: Moderna, 2010.

MAIA, Joaildo; PEREIRA, Marcelo Gomes. O Software Geogebra: Uma Estratégia de Aprendizagem Aplicada no Estudo de Funções Trigonométricas. Revista do Centro de

Ciências Naturais e Exatas – UFSM, Santa Maria, v. 37 ed. Especial PROFMAT, p. 401–

(26)

PINTO, Fernando Rocha. O ensino do conceito matemático de função por meio de

softwares gráfico-visuais: criação de desenhos digitais por alunos iniciantes do curso de

administra. 2009. 153p. Dissertação (Mestrado em Educação), Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2009.

SILVA, Mirian Ramos da; ANDRADE, Mirian Maria. As contribuições das Tecnologias de Informação e Comunicação para o desenvolvimento de atividades de Modelagem Matemática na Educação Básica: um estudo a partir de trabalhos disponíveis no CREMM. REVEMAT. ISSN 1981-1322. Florianópolis (SC), v. 9, Ed. Temática (junho), p. 146-163, 2014.

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PLANO DE AULA DA REGÊNCIA 9° ANO PLANO DE AULA

TEMA: Transformação de unidades de medidas PROFESSOR (A):

Erika Nunes Muniz

Mario Benício de Oliveira Neto

OBJETIVOS GERAL

Desenvolver a capacidade de resolver as transformações de unidades de medidas nos alunos

ESPECÍFICOS

Identificar os tipos de unidades de medidas;

 Exemplificar algumas transformações;

Resolver algumas transformações.

CONTEÚDO

 A ideia de medida;

 O surgimento do sistema métrico decimal;

 Comprimentos no sistema métrico decimal e Conversões entre unidades de medida de comprimento;

 Medidas de massa e conversão;

 Medidas de capacidade e conversão

METODOLOGIA

 Será feita uma breve contextualização com os alunos sobre o que eles sabem sobre as unidades de medidas. Logo após, será definido.

 Junto aos alunos será feita uma abordagem sobre as unidades de medidas, fazendo algumas transformações de medidas.

 Os alunos resolverão alguns problemas referentes ao tema.

DURAÇÃO

2 horas/aula.

RECURSOS

Quadro branco, Papel, Lápis, Caneta e Pincel.

AVALIAÇÃO

Avaliado a participação dos alunos nas aulas.

REFERÊNCIAS

 ANDRINI, Álvaro; VASCONCELLOS, Maria José. Praticando matemática, 6 /, 3. ed. renovada. – São Paulo: Editora do Brasil, 2012.

 MEDIDAS DE CAPACIDADE. Disponível em:<

http://www.somatematica.com.br/fundam/medcap.php>. Acessado em: 02 de junho de 2016.

 MEDIDAS DE MASSA. Disponível em: <

http://www.somatematica.com.br/fundam/medmassa.php >. Acessado em: 02 de junho de 2016.

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DESENVOLVIMENTO DA REGÊNCIA NO 9° ANO “01”

A ideia de medida

Medir é comparar. A unidade de medida é o padrão com o qual comparamos o que queremos medir.

A medida depende da unidade utilizada.

O surgimento do sistema métrico decimal

Durante muito tempo algumas partes do corpo humano foram usadas para medir. Nas medidas de comprimento, por exemplo, eram comuns unidades derivadas de partes do corpo dos reis de cada território.

Ainda hoje, principalmente nos Estados Unidos e na Inglaterra, são utilizadas algumas unidades que têm essa origem, como a polegada, o pé e a jarda.

Por muitos séculos, os padrões de medida variavam de um território para o outro. No entanto, com a expansão do comércio e o desenvolvimento das ciências, surgiu a necessidade de estabelecer unidades de medida mais universais, pois padrões diferentes geravam dificuldades e muitas confusões.

Em 1790, o rei Luís XVI, da França, decretou a criação de uma comissão de cientistas que tinha como missão criar um sistema padronizado de medidas para ser usado por todos. Um decreto, assinado na França em 1795, instituiu o chamado sistema métrico decimal (SMD), mas somente em 1840 ele foi definitivamente implantado nesse país.

O Brasil aderiu oficialmente a esse sistema em 1862.

Comprimentos no sistema métrico decimal e Conversões entre unidades de medida de comprimento

Para medir comprimentos, a unidade fundamental do sistema métrico decimal é o

metro, cujo símbolo é m.

Mas o metro, só, não é suficiente. Para medir determinadas distâncias, por exemplo, a distância da terra ao sol. Por isso, partindo da unidade fundamental, o metro, obtemos seus múltiplos e submúltiplos:

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Nesta tabela podemos observar que cada unidade é 10 vezes maior que a unidade imediatamente à sua direita.

Exemplos:

Exemplos dados pelos alunos

Medidas de massa e conversão

Massa é a quantidade de matéria que um corpo possui, sendo, portanto, constante em

qualquer lugar da terra ou fora dela.

Peso de um corpo é a força com que esse corpo é atraído (gravidade) para o centro da

terra. Varia de acordo com o local em que o corpo se encontra. Por exemplo: A massa do homem na Terra ou na Lua tem o mesmo valor. O peso, no entanto, é seis vezes maior na terra do que na lua.

Explica-se esse fenômeno pelo fato da gravidade terrestre ser 6 vezes superior à gravidade lunar.

Obs.: A palavra grama, empregada no sentido de "unidade de medida de massa de um corpo", é um substantivo masculino. Assim 200g, lê-se "duzentos gramas".

A unidade fundamental de massa chama-se quilograma.

Apesar de o quilograma ser a unidade fundamental de massa, utilizamos na prática o grama como unidade principal de massa.

Múltiplos e Submúltiplos do grama

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Exemplos: Solicitar exemplos dos alunos

Medidas de capacidade e conversão

A quantidade de líquido é igual ao volume interno de um recipiente, afinal quando enchemos este recipiente, o líquido assume a forma do mesmo. Capacidade é o volume interno de um recipiente.

A unidade fundamental de capacidade chama-se litro. Litro é a capacidade de um cubo que tem 1dm de aresta. 1l = 1dm3

Múltiplos e submúltiplos do litro

Na conversão de unidades de capacidade, no sistema métrico decimal, devemos lembrar que cada unidade de capacidade é 10 vezes maior que a unidade imediatamente inferior.

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ATIVIDADE DESENVOLVIDA NA REGÊNCIA DO 9° ANO

1. Uma folha de cartolina tem 1 mm de espessura. Indique a altura de uma pilha com: a) 10 folhas c) 200 folhas b) 20 folhas d) 2 000 folhas 2. Escreva em centímetros. a) 1,5 m c) 0,42 m e) 63 mm b) 7 m d) 81,9 m f) 2,8 mm 3. Escreva em metros. a) 65 cm c) 5 cm b) 138 cm d) 5 mm

4. Um agente é responsável pelo patrulhamento de uma rua de 175 metros de comprimento. Diariamente ele caminha 18 vezes de uma ponta à outra da rua. Quantos quilômetros ele caminha por dia?

5. Um automóvel está no quilômetro 33 de uma rodovia e percorre 1,5 km por minuto no sentido A até B. Onde ele estará depois de6 minutos?

6. Como auxílio de uma vara que julgava ter 2 m, medi o comprimento de um fio elétrico e encontrei 40 m. Verifiquei depois

que a vara media 2,05 m. Qual é o verdadeiro comprimento do fio?

7. Quantos metros de arame são necessários para construir a grade desenhada abaixo?

8. O João das Pedras deixa cair uma pedrinha branca a cada 10 passos. Cada um dos seus passos mede 50 cm e ele tem 328 pedrinhas no bolso. Quantos metros ele percorreu no momento em que deixa cair a última pedrinha?

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PLANO DE AULA DA REGÊNCIA 8° ANO

PLANO DE AULA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

Escola: Estadual Santa Tereza Professor: Manuel Santos de Souza Professora estagiária: Erika Nunes Muniz Disciplina: Matemática

Série: 8º ano Turma: 01 Turno: Vespertino Data: 17/05/2016

DURAÇÃO

2h/aula

TEMA

Resolução de Problemas

OBJETIVOS

GERAL: Resolver problemas contextualizados ESPECÍFICOS

 Enfrentar novas situações problemas.

 Observar situações que podem ocorrer no dia-a-dia em alguns problemas.

Resolver problemas envolvendo diferentes conteúdos matemáticos.

CONTEÚDO

 Problemas da olimpíada brasileira de Matemática (OBMEP)

METODOLOGIA

 Onde foi aplicada uma lista de problemas contextualizado da Olímpiada Brasileira de Matemática (OBMEP), em que os alunos resolviam os problemas tiravam dúvidas e logo após era feita a explicação dos problemas no quadro, a atividade foi satisfatória, pois os alunos eram bem participativos.

RECURSOS UTILIZADOS

 Quadro, pincel e lista de problemas.

AVALIAÇÃO

 Será avaliada a participação dos alunos na resolução de uma lista de problemas.

REFERÊNCIAS

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ATIVIDADE DESENVOLVIDA NO PROJETO OBMEP 8° ANO

1) Quando Joana entrou em sua sala de aula, a professora estava apagando o quadro negro, mas ela ainda pôde ver algo escrito, conforme mostra a figura. Qual é o número que foi apagado? A) 8 B) 9 C) 11 D) 12 E)13

2) Numa papelaria, pacotes com 500 folhas de papel, cada um, são armazenados em pilhas de 60 pacotes. Cada folha de papel tem espessura de 0,1mm. Ignorando a espessura do papel utilizado para embrulhar os pacotes, o que podemos afirmar sobre a altura de uma pilha? A) É aproximadamente a sua altura.

B) É aproximadamente a altura de um bebê de um ano. C) É aproximadamente a altura de uma mesa comum.

D) É aproximadamente a altura de um prédio de dez andares. E) É aproximadamente a altura de uma sala de aula.

3) Na tabela a seguir vemos o consumo mensal de água de uma família, durante os 5 primeiros meses de 2004.

Qual é o consumo médio mensal dessa família de janeiro a maio? A) 11,3m3 B) 11,7m3 C) 12,7m3 D) 63,5m3 E) 317,5m3 4) Se então é igual a: (a) 0 (b) 1 (c) 2 (d) 5 (e) 10 5) Se é igual: (a) −1 (b) −1 (c) (d) 1 (e) 2

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6) Vinte pessoas resolveram alugar um barco por R$ 200,00, quantia que seria dividida igualmente entre todos. No dia do passeio algumas pessoas desistiram. Por causa disso, cada participante do passeio teve que pagar R$ 15,00 a mais. Quantas pessoas desistiram do passeio? (A)10 (B)11 (C)12 (D)13 (E)14

7) A capacidade do tanque de gasolina do carro de João é de 50 litros. As figuras mostram o medidor de gasolina do carro no momento de partida e no momento de chegada de uma viagem feita por João. Quantos litros de gasolina João gastou nesta viagem?

8) Usando uma balança de dois pratos, verificamos que 4 abacates pesam o mesmo que 9 bananas e que 3 bananas pesam o mesmo que 2 laranjas. Se colocarmos 9 laranjas num prato da balança, quantos abacates deveremos colocar no outro prato, para equilibrar a balança?

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PLANO DE AULA DA REGÊNCIA 6° ANO “01” e “02”

PLANO DE AULA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

Escola: Estadual Santa Tereza Professor: Divanildo da Cunha Mota Professora estagiária: Erika Nunes Muniz Disciplina: Matemática

Série: 6º ano Turma: 01 e 02 Turno: Vespertino Data: 18/05/2016

DURAÇÃO

2h/aula

TEMA

Resolução de Problemas

OBJETIVOS

GERAL: Resolver problemas contextualizados. ESPECÍFICOS

 Enfrentar novas situações problemas;

 Observar situações que podem ocorrer no dia-a-dia em alguns problemas;

Resolver problemas envolvendo diferentes conteúdos matemáticos.

CONTEÚDO

 Problemas da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBMEP)

METODOLOGIA

 Foi aplicada uma lista de problemas contextualizados da Olímpiada Brasileira de Matemática (OBMEP), em que os alunos tinham um tempo para resolver os problemas, tiravam dúvidas e logo após era feita a explicação dos problemas no quadro.

RECURSOS UTILIZADOS

 Quadro, pincel e lista de problemas.

AVALIAÇÃO

 Será avaliada a participação dos alunos na resolução de uma lista de problemas.

REFERÊNCIAS

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ATIVIDADE DESENVOLVIDA NO PROJETO OBMEP 6° ANO “01” e “02”

ESCOLA ESTADUAL SANTA TEREZA Disciplina de Matemática. NOME: Data: 18 / 05 / 2016.

Treinamento para OBMEP.

Questões de 2013/2014, 6º e 7ª serie do ensino fundamental, 1ª fase nível 1.

1) Stephani multiplicou 111 por 111 e somou os algarismos do resultado. Qual é o valor dessa soma?

A) 5 B) 6 C) 9 D) 11 E) 12

2) Um grupo de 14 amigos comprou 8 pizzas. Eles comeram todas as pizzas, sem sobrar nada. Se cada menino comeu uma pizza inteira e cada menina comeu meia pizza, quantas meninas havia no grupo? A) 4

B) 6 C) 8 D) 10 E) 12

3) Milena começou a estudar quando seu relógio digital marcava 20 horas e 14 minutos, e só parou quando o relógio voltou a mostrar os mesmos algarismos pela última vez antes da meia noite. Quanto tempo ela estudou?

A) 27 minutos B) 50 minutos

C) 1 hora e 26 minutos D) 3 horas e 47 minutos E) 3 horas e 56 minutos

4) Na figura, o número 7 ocupa a casa central. É possível colocar os números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8 e 9, um em cada uma das casas restantes, de modo que a soma dos números na horizontal seja igual à soma dos números na vertical. Qual é

essa soma? A) 22 B) 23 C) 24 D) 25 E) 26

5) A figura é formada por dois quadrados, um de lado 8 cm e outro de lado 6 cm. Qual é a área da região cinza?

A) 44 cm2 B) 46 cm2 C) 48 cm2 D) 50 cm2 E) 56 cm2

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6) Isabel tem oito saquinhos com 3, 4, 7, 9, 11, 12, 13 e 16 balas, respectivamente. Ela distribuiu os saquinhos para três crianças, de tal modo que cada uma delas recebeu a mesma quantidade de balas. Uma das crianças recebeu o saquinho com 4 balas. Dentre os saquinhos que essa criança recebeu, qual continha mais balas?

A) O saquinho com 9 balas. B) O saquinho com 11 balas. C) O saquinho com 12 balas. D) O saquinho com 13 balas. E) O saquinho com 16 balas

7) Os irmãos Luiz e Lúcio compraram um terreno cercado por um muro de 340 metros. Eles construíram um muro interno para dividir o terreno em duas partes. A parte de Luiz ficou cercada por um muro de 260 metros e a de Lúcio, por um muro de 240 metros. Qual é o comprimento do muro interno? A) 80 m B) 100 m C) 160 m D) 180 m E) 200 m

8) Lúcia e Antônio disputaram várias partidas de um jogo no qual cada um começa com 5 pontos. Em cada partida, o vencedor ganha 2 pontos e o derrotado perde 1 ponto, não havendo empates. Ao

final, Lúcia ficou com dez pontos e Antônio ganhou exatamente três partidas. Quantas partidas eles disputaram ao todo? A) 6

B) 7 C) 8 D) 9 E) 10

9) Joãozinho subtraiu o menor número de três algarismos diferentes do maior número de três algarismos diferentes. Que resultado ele obteve?

A) 882 B) 883 C) 885 D) 886 E) 888

10) Caetano fez cinco cartões, cada um com uma letra na frente e um número atrás. As letras formam a palavra OBMEP e os números são 1, 2, 3, 4 e 5. Observe os quadrinhos e responda: qual é o número atrás do cartão com a letra M?

A) 1 B) 2 C) 3 D) 4 E) 5

11) Na tabela há um número escondido na casa azul e a soma dos números da primeira linha é igual à soma dos números

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da segunda linha. Qual é o número escondido? A) 1995 B) 1997 C) 1999 D) 2001 E) 2005

12) A professora perguntou a seus alunos: “Quantos anos vocês acham que eu tenho?”. Ana respondeu 22, Beatriz, 25 e Celina, 30. A professora disse: “Uma de vocês errou minha idade em 2 anos, outra errou em 3 e outra em 5 anos”. Qual é a idade da professora? A) 26 B) 27 C) 28 D) 29 E) 30

13) A figura representa um retângulo de área 36 m2, dividido em três faixas de mesma largura. Cada uma das faixas está dividida em partes iguais: uma em quatro partes, outra em três e a terceira em duas. Qual é a área total das partes sombreadas? A) 18 m2

B) 20 m2 C) 22 m2 D) 24 m2 E) 26 m2

14) Beatriz e André foram almoçar juntos em um restaurante e cada um escolheu um prato e uma bebida. André gastou R$ 9,00 a mais do que Beatriz. Qual foi o almoço de André?

A) prato completo e suco de manga B) prato simples e vitamina

C) prato especial e suco de laranja D) prato simples e suco de laranja E) prato especial e suco de manga

15) A figura representa um polígono em que todos os lados são horizontais ou verticais e têm o mesmo comprimento. O perímetro desse polígono é 56 cm. Qual é sua área? A) 25 cm2 B) 50 cm2 C) 75 cm2 D) 100 cm2 E) 125 cm2

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REGISTROS FOTOGRÁFICOS DA ESCOLA

Figura 20: Escola Estadual Santa Tereza parte I Figura 21: Escola Estadual Santa Tereza parte II

Figura 22: Escola Estadual Santa Tereza parte III Figura 23: Escola Estadual Santa Tereza parte IV

REGISTROS FOTOGRÁFICOS DO ESTÁGIO

Figura 24: Turma do 7° ano na aula de Comparação de números inteiros - 7° ano

Figura 25: Caderno de um aluno sobre o assunto "Valor absoluto dos números inteiros" - 7° ano

Figura 26: Conteúdo sobre adição e subtração com números inteiros - 7° ano

Figura 27: Exercício sobre adição e subtração com números inteiros - 7° ano

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Figura 28: Turma do 8° ano copiando atividades passada pelo prof. Divanildo

Figura 29: Caderno de um aluno da turma 8° ano com a atividade do conteúdo potencialização

Figura 30: Caderno de um aluno da turma 8° ano com a atividade do conteúdo potencialização

Figura 31: Quadro e turma do 9° ano

Figura 32: Projeto OBMEP no 8° ano Figura 33: Alunos da turma 8° ano e 9° ano no projeto

OBMEP

Figura 34: Alunos da turma 6° ano no projeto OBMEP

Figura 35: Alunos da turma 6° ano no projeto OBMEP

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Figura 36: Alunos do 8° ano no projeto OBMEP Figura 37: Alunos do 8° ano e estagiário no projeto OBMEP I

Figura 38: Alunos do 8° ano e estagiário no projeto OBMEP II

Figura 39: Alunos da turma 9° ano realizando os exercícios

Figura 40: Turma do 9° ano “01” Figura 41: Estagiários na regência na turma do 9° ano

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Referências

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