• Nenhum resultado encontrado

Será que o modelo francês de agricultura é compatível com a realidade actual?

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Será que o modelo francês de agricultura é compatível com a realidade actual?"

Copied!
19
0
0

Texto

(1)

1

AGRICULTURA

Pedido único 2015

A partir do dia 2 de Março de 2015 já se pode candidatar ao Pedido Único 2015, nomeadamente ao Regime de Pagamento Base (RPB), Medidas Agro e Silvo-Ambientais e Manutenção da Actividade Agrícola. Decorrente do processo de implementação do novo quadro regulamentar da PAC 2014-2020, a candidatura a algumas ajudas poderá estar condicionada. O IFAP apela a que os Beneficiários efectuem a sua candidatura o mais cedo possível evitando, assim, os congestionamentos de final de prazo e eventuais penalizações por entrega tardia. O prazo de candidatura ao PU termina a 15 de Maio. A candidatura ao PU 2015 poderá ser efetuada directamente pelo Beneficiário na Área Reservada do Portal do IFAP, em "O Meu Processo", ou através das Entidades reconhecidas numa das Salas de Atendimento existentes para o efeito (Fonte: IFAP). Ver documento

Será que o modelo francês de agricultura é compatível com a realidade actual?

O Presidente da Confederação dos Agricultores Franceses (FNSEA), nem sequer aceita comentar a hipótese da França deixar de ser uma potência agrícola a nível mundial, isto, apesar do excesso de encargos, normas e regulamentações a franceses e europeus. A discussão, no entanto, põe-se ao nível da estrutura agrícola francesa, que continua a assentar na agricultura familiar, com explorações de média dimensão, que deram grandes resultados nos anos 60. Neste momento, a nível mundial, estamos a assistir a grandes investimentos no sector, por parte de fundos que não têm o mínimo de tradição agrícola, só querem o lucro do investimento. Este tipo de operações está a levar à constituição de grandes propriedades com outro tipo de rentabilidade, devido às novas tecnologias. Hoje, cada vez mais, a dimensão joga um papel fundamental na rentabilidade da exploração, apesar de que, para ser um agricultor de futuro, não é necessariamente preciso ser um grande agricultor, o que é preciso é criar um modelo que seja gerador de riqueza, como, por exemplo, a agricultura bio (Fonte: Agroinfo). Ver documento

O que se deve fazer em Março

Preparar a terra para o milho e batata (de regadio), e nas regiões com menos geada semear trigo, aveia centeio e cevada. No Minguante podar ainda, as fruteiras e continuar os seus tratamentos. As laranjas devem ser pulverizadas com cal em pó ou em leite. Resinar os pinheiros. Na vinha combater o oídio. Na horta preparar as estacas para feijões e ervilhas. Semear abóbora, alface, beterraba, couves, nabiça, espinafres, feijão, melancia, melão, pepino, tomate e salsa. No jardim semear amores-perfeitos, cravos, crisântemos, dálias, bocas de lobo e chagas, além das indicadas nos meses anteriores (Fonte: Borda D`Água 2015 - Editorial Minerva).

(2)

2

PDR 2020 - Acção 3.1 jovens Agricultores e Acção 3.2 Investimentos na Exploração

Agrícola - Jovens Agricultores

Candidaturas abertas ao novo regime de apoios à instalação de jovens agricultores e aos investimentos na exploração. A submissão de candidaturas decorre no período de 23 de Fevereiro a 30 de Abril de 2015. As candidaturas são submetidas através de formulário disponível no portal do Portugal 2020 ou do PDR2020. Consulte os objectivos, a dotação orçamental, critérios de selecção e forma, nível e limites dos apoios, de cada acção. De referir que apenas são elegíveis as despesas efectuadas após a data de submissão da candidatura.

Aviso de abertura n.º 01, da acção 3.1 - Jovens Agricultores (Portugal 2020). Ver documento Aviso de abertura n.º 03 da acção 3.2 - Investimentos na Exploração Agrícola - Jovens

Agricultores (Portugal 2020). Ver documento

Crédito Agrícola associa-se ao centro de frutologia compal

O Grupo Crédito Agrícola e o Centro de Frutologia Compal firmaram uma parceria de apoio à inovação e desenvolvimento do sector frutícola. O acordo, formalizado em protocolo, contempla um conjunto de vantagens financeiras, de crédito e de protecção disponibilizadas pelo Grupo CA aos participantes da iniciativa de formação Academia do Centro de Frutologia Compal, que tem por objectivo estimular a inovação no sector frutícola. Entre estas vantagens, destacam-se as linhas de leasing e de crédito para aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas e agro-industriais e materiais de produção ou para investimento fundiário/agrícola. Esta parceria permitirá igualmente que os participantes da Academia possam proteger o seu negócio com soluções de seguros beneficiando de reduções de custo nas anuidades, nos prémios finais e nas comissões de subscrições, aplicados em diversos produtos Vida e Não Vida (Fonte: Vida Rural). Ver documento

Regime de pagamento base (RPB) - Comunicação provisória de direitos

O Regime de Pagamento Base (RPB) é o novo regime de apoio directo aos agricultores no âmbito da nova Política Agrícola Comum (PAC). O IFAP vai proceder ao envio de uma carta aos beneficiários com a indicação do número provisório de direitos de RPB e respectivos montantes unitários provisórios para os anos 2015 a 2019. Estes valores, provisórios, foram calculados com base nos hectares elegíveis declarados no Pedido Único de ajudas (PU) de 2013 e nos montantes determinados (antes de reduções e exclusões) do Regime de Pagamento Único (RPU) e do Prémio às Vacas Aleitantes de 2014. O estabelecimento dos direitos definitivos está condicionado à apresentação de uma candidatura ao RPB no PU de 2015. O número de direitos definitivos terá em conta os hectares elegíveis declarados no PU de 2015. Salienta-se ainda que, o limite financeiro disponível para o RPB depende da aderência ao Regime da Pequena Agricultura e das necessidades financeiras para estabelecer a Reserva Nacional (Fonte: IFAP). Ver documento

(3)

3

Preço do azeite vai subir em Portugal devido a queda de 20% da produção

O preço do azeite para o consumidor final vai subir nos próximos tempos devido a uma queda da produção nacional em 2014 e aumento do custo na origem, avançou a secretária-geral da Casa do Azeite. "O preço do azeite na origem, pago pelo preço da azeitona, teve um aumento na ordem dos 60%, factor que, aliado à quebra de 20% na produção nacional, vai ter de reflectir-se no preço ao consumidor final", disse à agência Lusa a secretária-geral da Casa do Azeite, à margem do III Congresso Ibérico do Azeite, em Abrantes. "O preço do azeite, na origem, tem vindo a sofrer um aumento sistemático e muito significativo desde o final do verão de 2014, aumento de preços que tem vindo a acentuar-se à medida que se conhecem melhor os dados da última campanha de produção, que apontam, em termos mundiais, para uma quebra muito significativa da produção de azeite", notou Mariana Matos (Fonte: Dinheiro Digital Sapo). Ver documento

Meteorologia é o que pode incitar alguma alteração nos preços dos cereais

Os preços dos cereais estão em baixa, tanto na Europa como do outro lado do Atlântico. As cotações de referência nos mercados europeus e nos Estados Unidos registarem uma variação semanal muito negativa. O director de Culturas Arvenses de Cooperativas Agro-alimentares qualifica a situação como complicada, já que apesar a procura de trigos da União Europeia (UE) para exportar continua muito alta e competitiva, o mercado dos Estados Unidos da América (EUA) e a força do dólar define a tendência de baixa em que se encontra o trigo. A meteorologia na UE não parece que incite a nenhuma alteração, já que até à data, a campanha caracteriza-se com condições térmicas favoráveis, no centro, este e sul da Europa. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) prevê 55,6 milhões de hectares de trigo, inferior aos 56,8 milhões do ano passado. Em relação ao milho, o USDA estima uma área de 89 milhões de hectares frente aos 90,6 milhões do ano anterior (Fonte: Agrodigital). Ver documento

Prorrogação do prazo de candidaturas ao regime de apoio à reestruturação e

reconversão da vinha (VITIS), campanha 2015-2016

Informa-se que a data limite para recepção de candidaturas ao Regime de Apoio à Reestruturação e Reconversão da Vinha (VITIS) foi prorrogada até ao dia 4 de Março de 2015, devendo as mesmas ser submetidas online na Área Reservada do Portal do IFAP. Os viticultores que pretendam candidatar-se devem, desde já, proceder à sua inscrição como beneficiários IFAP, para obtenção de NIFAP, ou à actualização dos seus dados (como indicação do NIB e/ou endereço electrónico) e à inscrição ou actualização dos dados da sua exploração no Sistema de Identificação Parcelar (SIP) do IFAP. Devem ainda providenciar a actualização do Registo Central Vitícola, o pedido de emissão de direitos provisórios e a georreferenciação das parcelas, nos casos de relocalização de vinhas (Fonte: IFAP). Ver documento

(4)

4

Normas regulamentares aplicáveis à actividade de detenção e produção pecuária

Portaria n.º 42/2015 - Diário da República n.º 35/2015, Série I de 2015-02-19 - Estabelece as normas regulamentares aplicáveis à actividade de detenção e produção pecuária, ou actividades complementares, de bovinos, ovinos, caprinos e cervídeos, nas explorações e nos núcleos de produção de bovinos (NPB), ou núcleos de produção de ovinos e caprinos (NPOC), bem como nos entrepostos e nos centros de agrupamento autorizados para estas espécies animais e revoga a Portaria n.º 638/2009, de 9 de Junho. Procura adaptar as condições gerais para a autorização e o exercício das actividades pecuárias das referidas espécies ao respeito pelas normas do bem-estar animal, a defesa higiossanitária dos efectivos, a salvaguarda da saúde, a segurança de pessoas e bens, a qualidade do ambiente e o ordenamento do território, num quadro de sustentabilidade e de responsabilidade social dos produtores pecuários (Fonte: Diário da República). Ver documento

75 % da produção de tomate da UE concentrada em quatro países

A Itália, com uma produção de 5,2 milhões de toneladas de tomate em 2013, é líder na União Europeia, com uma quota superior a um terço, de 35 por cento, seguida pela Espanha, com 3,8 milhões de toneladas, com 25 por cento, e Portugal, com 1,2 milhões de toneladas, 8 por cento do total e, por último, a Grécia, com 1 milhão de toneladas, correspondente a um total de 7 por cento. Em conjunto, estes quatro países concentram 75 por cento da produção de tomate da União Europeia (UE), de acordo com os dados do Eurostat de 2013 (Fonte: Agrodigital). Ver documento

Secretário de Estado tranquiliza produtores de queijo Serra da Estrela sobre

utilização de cardo

O secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar tranquilizou os produtores de queijo Serra da Estrela sobre a utilização do cardo na produção daquele produto tradicional. Durante uma visita à feira do queijo de Seia o governante foi questionado pelos produtores e pelo presidente da autarquia sobre a directiva europeia que determina que seja apresentado um pedido de autorização para o uso de qualquer enzima em produtos alimentares, como é o caso do cardo, utilizado na confecção do queijo tradicional daquela região. “Entregamos no dia 24 de Fevereiro, o dossier na Comissão Europeia no sentido de que toda a parte analítica do cardo, que é importante não só para o queijo Serra da Estrela mas também para todos os outros queijos tradicionais, possa continuar a ser utilizado”, disse hoje à agência Lusa o governante (Fonte: Diário as Beiras). Ver documento

(5)

5

A Irlanda prevê fazer bons negócios com o fim das quotas leiteiras

A um mês do fim das quotas leiteiras, os produtores irlandeses não escondem a sua impaciência, uma vez que essa data vai pôr fim a um constrangimento da sua produção e abrir portas a que possam produzir a quantidade que quiserem. Prevê-se, assim, um aumento massivo da produção na Irlanda, pois os produtores já se vêm vindo a preparar para essa situação. O sistema de quotas leiteiras, que foi implementado em 1984, tem sido considerado castrador para o sector no país e esta alteração política pode levar ao aumento da produção em 50%, até ao ano de 2020. Neste momento, um inquérito, levado a cabo junto dos produtores, mostra que 60% pretende aumentar a produção. A Irlanda produz actualmente 5,4 milhões de toneladas de leite, sendo que 80% dos produtos lácteos já são exportados (Fonte: Agroinfo). Ver documento

Boletim mensal da agricultura

As previsões agrícolas, em 31 de Janeiro, apontam para uma manutenção da área de cereais de Inverno face à campanha anterior, com as sementeiras a decorrerem sem incidentes e o tempo frio a promover o enraizamento e o afilhamento. Quanto à produção de azeitona para azeite, estima-se uma redução de 20% para a actual campanha oleícola. A quebra de produção nos olivais intensivos (instalados maioritariamente com as variedades Cobrançosa, Picual e Arbequina e sujeitos a práticas culturais e cuidados fitossanitários adequados) foi substancialmente menor do que a verificada nos olivais tradicionais. A funda (rendimento das azeitonas em azeite) e a qualidade do azeite produzido foram afectadas pelo deficiente estado sanitário de uma parte considerável da matéria-prima recepcionada pelos lagares, estando a proporção de azeite virgem extra obtido abaixo do normal (Fonte: INE). Ver documento

Regime de aplicação dos apoios para a agricultura e recursos naturais

Portaria n.º 50/2015 - Diário da República n.º 39/2015, Série I de 2015-02-25 - Estabelece o regime de aplicação dos apoios n. os 7.4, «Conservação do solo», 7.5, «Uso eficiente da água», 7.6, «Culturas permanentes tradicionais», 7.7, «Pastoreio extensivo», 7.9, «Mosaico agroflorestal», e 7.12, «Apoio agroambiental à apicultura», da medida n.º 7, «Agricultura e recursos naturais», do Programa de Desenvolvimento Rural do Continente (PDR 2020). Assim, são criados compromissos de exigência crescente desde os pagamentos referentes a compensação de compromissos referentes a adopção de práticas benéficas na eficiência no uso dos recursos naturais (Fonte: Diário da República). Ver documento

(6)

6

Regime de aplicação do apoio “manutenção de raças autóctones em risco”

Portaria n.º 55/2015 - Diário da República n.º 41/2015, Série I de 2015-02-27 - Estabelece o regime de aplicação do apoio «Manutenção de raças autóctones em risco», da acção 7.8, «Recursos genéticos», integrada na medida n.º 7, «Agricultura e recursos naturais», da área n.º 3, «Ambiente, eficiência no uso dos recursos e clima», do Programa de Desenvolvimento Rural do Continente. O referido apoio visa contribuir para a melhoria da viabilidade das explorações em zonas rurais com poucas alternativas, para a melhoria do ambiente e da paisagem rural, tendo em conta os sistemas extensivos a que estão associadas. Estas explorações pecuárias constituem um contributo indispensável para os sistemas de produção em equilíbrio com o ambiente, pelo que importa promover a conservação in situ destes recursos genéticos animais autóctones, designadamente os que estão em risco de extinção (Fonte: Diário da República). Ver documento

FLORESTAS

Acréscimo alerta para declínio do peso da floresta na economia nacional

A Acréscimo - Associação de Promoção ao Investimento Florestal emitiu um comunicado onde defende que “as florestas e o sector florestal português têm sido vítimas de um declínio progressivo.” Segundo a associação, o peso do sector florestal na economia, no emprego e no território era de 3,0% do PIB em 2000, valor que caiu para os 1,2% atuais. “A desflorestação (perda de área florestal) é uma realidade mensurada oficialmente e em contra ciclo com a União Europeia. O abandono da gestão florestal, por manipulação dos mercados, é crescente. A protecção dos ecossistemas florestais está cada vez mais comprometida, com os incêndios, mas também pelo descontrolo no combate a pragas e a doenças. Com as alterações climáticas, os riscos acrescem substancialmente”, explica a associação em comunicado (Fonte: Vida Rural). Ver documento

Alcácer do Sal vai ter centro de investigação do pinheiro manso

Um centro de competências nacional para potenciar a fileira do pinheiro manso, através da investigação e da partilha de conhecimento, vai ser criado na Mata Nacional de Valverde, em Alcácer do Sal, anunciou o município. Em 2013, havia mais de 175 mil hectares de pinheiro manso em Portugal, que representavam cerca de seis por cento da floresta nacional, com destaque para o Alentejo, que produz 67 por cento das pinhas nacionais e 15 por cento das pinhas mundiais. A capacidade produtiva da pinha é estimada num valor económico que se situa entre os 50 e 70 milhões de euros por ano (Fonte: CONFAGRI). Ver documento

(7)

7

Será que o modelo francês de agricultura é compatível com a realidade

actual?

O Presidente da Confederação dos Agricultores franceses (FNSEA), Xavier Beulin, nem sequer aceita comentar a hipótese da França deixar de ser uma potência agrícola a nível mundial, isto, apesar do excesso de encargos, normas e regulamentações a franceses e europeus.

A discussão, no entanto, põe-se ao nível da estrutura agrícola francesa, que continua a assentar na agricultura familiar, com explorações de média dimensão, que deram grandes resultados nos anos 60.

Neste momento, a nível mundial, estamos a assistir a grandes investimentos no sector, por parte de fundos que não têm o mínimo de tradição agrícola, só querem o lucro do investimento. Este tipo de operações está a levar à constituição de grandes propriedades com outro tipo de rentabilidade, devido às novas tecnologias.

Uma pergunta paira no ar: e se os fundos de investimento começarem a investir em propriedades agrícolas em França?

Já existe uma grande polémica à volta da famosa quinta das 1000 vacas leiteiras, cujo proprietário não tem nada a ver com a agricultura.

Actualmente, estima-se que uma propriedade com 56 hectares e com 53 vacas dá rendimento para viver a uma família de agricultores, mas será que vão ser competitivos no futuro, face aos investimentos em explorações de grandes dimensões, na Hungria, na Roménia, no Brasil, na Argentina, entre outros?

A estratégia do pós guerra em França foi de cobrir o país de pequenas e médias explorações agrícolas para fixar as famílias, mas, actualmente, há quem defina a agricultura como uma actividade de investimento capitalista (terreno, equipamento e tesouraria), mas com rendimento de proletariado.

Hoje a agricultura necessita de um investimento de 7 euros para obter 1 euro de valor acrescentado, um rácio semelhante a de uma siderurgia.

Parece, por isso, necessário avançar para uma agricultura de grupo, para que possa haver uma maior rentabilidade dos investimentos em equipamento e facilitar a comercialização dos produtos.

(8)

8 Hoje, cada vez mais, a dimensão joga um papel fundamental na rentabilidade da exploração, apesar de que, para ser um agricultor de futuro, não é necessariamente preciso ser um grande agricultor, o que é preciso é criar um modelo que seja gerador de riqueza, como, por exemplo, a agricultura bio.

http://www.agroinfo.pt/sera-que-o-modelo-frances-de-agricultura-e-compativel-com-a-realidade-actual/

(9)

9

Crédito Agrícola associa-se ao Centro de Frutologia Compal

O Grupo Crédito Agrícola e o Centro de Frutologia Compal firmaram uma parceria de apoio à inovação e desenvolvimento do sector frutícola. O acordo, formalizado em protocolo, contempla um conjunto de vantagens financeiras, de crédito e de protecção disponibilizadas pelo Grupo CA aos participantes da iniciativa de formação Academia do Centro de Frutologia Compal, que tem por objectivo estimular a inovação no sector frutícola.

Entre estas vantagens, destacam-se as linhas de leasing e de crédito para aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas e agro-industriais e materiais de produção ou para investimento fundiário/agrícola.

Esta parceria permitirá igualmente que os participantes da Academia possam proteger o seu negócio com soluções de seguros beneficiando de reduções de custo nas anuidades, nos prémios finais e nas comissões de subscrições, aplicados em diversos produtos Vida e Não Vida.

“Este protocolo estabelecido com o Centro de Frutologia Compal está em linha com o core business do Grupo Crédito Agrícola e totalmente em acordo com a sua filosofia de apoio ao sector agrícola. Com esta parceria temos o objectivo muito concreto de conceder ferramentas de estímulo à inovação do mercado frutícola, valorizando o trabalho desenvolvido pelos empreendedores nacionais e o produto final de qualidade que conseguem colocar no mercado”, explica Licínio Pina, presidente do Conselho de Administração Executivo do Crédito Agrícola.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=8680&bl=1

(10)

10

Preço do azeite vai subir em Portugal devido a queda de 20% da produção

O preço do azeite para o consumidor final vai subir nos próximos tempos devido a uma queda da produção nacional em 2014 e aumento do custo na origem, avançou hoje a secretária-geral da Casa do Azeite.

"O preço do azeite na origem, pago pelo preço da azeitona, teve um aumento na ordem dos 60%, factor que, aliado à quebra de 20% na produção nacional, vai ter de reflectir-se no preço ao consumidor final", disse hoje à agência Lusa a secretária-geral da Casa do Azeite - Associação do Azeite de Portugal -, Mariana Matos, à margem do III Congresso Ibérico do Azeite, a decorrer em Abrantes, no distrito de Santarém, até domingo.

"O preço do azeite, na origem, tem vindo a sofrer um aumento sistemático e muito significativo desde o final do verão de 2014, aumento de preços que tem vindo a acentuar-se à medida que se conhecem melhor os dados da última campanha de produção, que apontam, em termos mundiais, para uma quebra muito significativa da produção de azeite", notou Mariana Matos.

"Essa quebra foi motivada pelas más condições climatéricas que se fizeram sentir em alturas cruciais para o ciclo de produção da azeitona, como a altura da floração e vingamento dos frutos, e a fase final da maturação", observou a responsável.

"Com uma quebra tão acentuada na produção mundial, é natural que o preço na origem tenha um significativo aumento, é a lei da oferta e da procura", lembrou, acrescentando que, por enquanto, o preço ao consumidor ainda não reflecte esta situação.

No entanto, avançou Mariana Matos sem quantificar, o preço "deverá progressivamente ser ajustado para reflectir o maior custo da matéria-prima na origem".

Segundo defendeu, a desvalorização do euro "terá um impacto positivo nas exportações de azeite, tendo em conta que grande parte das exportações se destina a países extracomunitários. Por outro lado, essa desvalorização pode contrariar um pouco o aumento do preço do azeite na origem, minimizando o impacto negativo desse aumento nas exportações", observou.

João Nuno Alcaravela, director da Associação de Agricultores dos concelhos de Abrantes, Mação, Sardoal e Constância e membro da organização do Encontro Ibérico do Azeite destacou à Lusa as medidas relacionadas com o Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) até 2020, que está a iniciar o seu período de execução.

(11)

11 "Foi possível neste simpósio dar a saber que o PDR 2020 tem linhas de apoio muito importantes para a instalação de novos agricultores, ajudas gerais à agricultura empresarial e à pequena agricultura, com apoios que, no caso de pequenos investimentos (até 25 mil euros), vão até aos 50%", referiu.

"Realço ainda os apoios financeiros aos olivicultores para a instalação de novas plantações, modernização de maquinaria e para projectos de aglomerados de produtores, assim como ao olival tradicional, à produção integrada e à agricultura biológica", acrescentou Alcaravela, tendo lembrado a "novidade do limite da idade" aceite para os pequenos agricultores.

"Ao contrário dos anteriores quadros comunitários, um indivíduo com 40 anos, inclusive, pode apresentar projectos de instalação na qualidade de jovem agricultor", aplaudiu.

Uma medida que Mariana Matos considerou ser um "estímulo absolutamente vital para a reconversão de toda a agricultura nacional".

http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=227738

(12)

12

Meteorologia é o que pode incitar alguma alteração nos preços dos

cereais

Os preços dos cereais estão em baixa, tanto na Europa como do outro lado do Atlântico. As cotações de referência nos mercados europeus e nos Estados Unidos registarem uma variação semanal muito negativa.

O director de Culturas Arvenses de Cooperativas Agro-alimentares, Toño Catón, qualifica a situação como complicada, já que apesar a procura de trigos da União Europeia (UE) para exportar continua muito alta e competitiva, o mercado dos Estados Unidos da América (EUA) e a força do dólar define a tendência de baixa em que se encontra o trigo.

A meteorologia na UE não parece que incite a nenhuma alteração, já que até à data, a campanha caracteriza-se com condições térmicas favoráveis, no centro, este e sul da Europa. Apenas assinala-se um dano, mas não significativo, devido ao Inverno e às precipitações que superaram a média em muitas zonas da Europa. França, Espanha, sul das Rússia e leste da Inglaterra são os países que passam por uma situação de escassez de água, de acordo com o boletim de vigilância da Comissão Europeia.

A única mudança por vir dos EUA, onde as temperaturas continuam abaixo de zero e com riscos para as culturas. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) prevê 55,6 milhões de hectares de trigo, inferior aos 56,8 milhões do ano passado. Em relação ao milho, o USDA estima uma área de 89 milhões de hectares frente aos 90,6 milhões do ano anterior. Segundo Catón, esta redução de superfície cultivada em conjunto com os preços do milho representa um desincentiva a utilização de fertilizantes conduzindo a menores rendimentos e, por conseguinte, a uma menos colheita.

http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=100848

(13)

13

75 % da produção de tomate da UE concentrada em quatro países

A Itália, com uma produção de 5,2 milhões de toneladas de tomate em 2013, é líder na União Europeia, com uma quota superior a um terço, de 35 por cento, seguida pela Espanha, com 3,8 milhões de toneladas, com 25 por cento, e Portugal, com 1,2 milhões de toneladas, 8 por cento do total e, por último, a Grécia, com 1 milhão de toneladas, correspondente a um total de 7 por cento.

Em conjunto, estes quatro países concentram 75 por cento da produção de tomate da União Europeia (UE), de acordo com os dados do Eurostat de 2013.

No caso da cenoura, a Polónia e o Reino Unidos são os principais países produtores, cada um com uma produção de 700 mil toneladas e uma quota de 14 por cento sobre as 5,1 milhões de toneladas produzidas na UE.

A estes países, seguem-se a Alemanha e a Holanda, cada um com 600 mil tonelada se 11 por cento da quota e a França, com 500 mil toneladas e 10 por cento do total de produção.

A metade dos 5,7 milhões de toneladas da produção de cebola na UE pertence à Holanda, com 1,3 milhões de toneladas ou 23 por cento da quota e a Espanha, produz 1,2 milhões de toneladas, correspondentes a 21 por cento do total.

Por último, a produção de maçãs na UE alcança 12 milhões de toneladas, das quais, 26 por cento da Polónia, 18 por cento da Itália, com 2,2 milhões de toneladas, e 17 por cento da França, com 2,1 milhões de toneladas.

http://www.agrodigital.com/PlArtStd.asp?CodArt=100797

(14)

14

Secretário de Estado tranquiliza produtores de queijo Serra da Estrela

sobre utilização de cardo

O secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar, Nuno Viera de Brito, tranquilizou hoje os produtores de queijo Serra da Estrela sobre a utilização do cardo na produção daquele produto tradicional.

Durante uma visita à feira do queijo de Seia o governante foi questionado pelos produtores e pelo presidente da autarquia sobre a directiva europeia que determina que seja apresentado um pedido de autorização para o uso de qualquer enzima em produtos alimentares, como é o caso do cardo, utilizado na confecção do queijo tradicional daquela região.

“Entregamos no dia 24 de Fevereiro próximo, o dossier na Comissão Europeia no sentido de que toda a parte analítica do cardo, que é importante não só para o queijo Serra da Estrela mas também para todos os outros queijos tradicionais, possa continuar a ser utilizado”, disse hoje à agência Lusa o governante.

Segundo Nuno Viera de Brito, a directiva comunitária obrigava a uma caracterização das enzimas, até 11 de Março, assegurando que Portugal irá entregar o dossier “antes do prazo”.

“Vamos entregar no dia 24, vai ser analisado, mas obviamente que temos estado a fazer [o processo] em companhia com a Comissão Europeia e, portanto, sim, [os produtores] podem estar tranquilizados e continuar a produzir bem o nosso queijo da Serra”, afirmou.

O governante falou do assunto após o presidente da câmara de Seia, Carlos Filipe Camelo, ter dito que a possibilidade de o cardo deixar de ser utilizado no fabrico do queijo era um cenário “ridículo”, porque colocava em causa a sua produção pelos métodos ancestrais.

A garantia do secretário de Estado tranquilizou os produtores de queijo e também a Associação de Artesãos da Serra da Estrela que tem cerca de 700 associados nos vários sectores, sendo cerca de 70 produtores de queijo.

“Estamos muitos mais descansados” disse à Lusa o seu presidente, João Amaral.

A indicação da entrega do dossier em Bruxelas, “garante que a questão não cai em saco roto” e merece a atenção do Governo, acrescentou.

(15)

15 “A acontecer prescindirmos do cardo para produzir o queijo da Serra da Estrela era estarmos a viciar o jogo, era estarmos a viciar o produto e era estarmos a dar indicação àquelas pessoas que mantêm os saberes sobre esta matéria, que não vale a pena preservar tradições porque a inovação ultrapassa de forma errada aquilo que é a tradição”, declarou.

O produtor de queijo Pedro Gomes disse acreditar “que todas as entidades estão a fazer todo o esforço para tipificar” a enzima do cardo.

“Não deixaremos nunca de produzir queijo Serra da Estrela sem o cardo, que é o terceiro ingrediente fundamental, para além do leite e do sal, e, estou certo que o assunto será ultrapassado sem qualquer problema”, concluiu.

Já o produtor Élio Silva referiu que o cardo “é essencial” para a produção do queijo, por isso ficou “mais descansado” após ouvir as declarações do secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar.

http://www.asbeiras.pt/2015/02/secretario-de-estado-tranquiliza-produtores-de-queijo-serra-da-estrela-sobre-utilizacao-de-cardo/

(16)

16

A Irlanda prevê fazer bons negócios com o fim das quotas leiteiras

A um mês do fim das quotas leiteiras, os produtores irlandeses não escondem a sua impaciência, uma vez que essa data vai pôr fim a um constrangimento da sua produção e abrir portas a que possam produzir a quantidade que quiserem.

Prevê-se, assim, um aumento massivo da produção na Irlanda, pois os produtores já se vêm vindo a preparar para essa situação.

O sistema de quotas leiteiras, que foi implementado em 1984, tem sido considerado castrador para o sector no país e esta alteração política pode levar ao aumento da produção em 50%, até ao ano de 2020. Neste momento, um inquérito, levado a cabo junto dos produtores, mostra que 60% pretende aumentar a produção.

A Irlanda produz actualmente 5,4 milhões de toneladas de leite, sendo que 80% dos produtos lácteos já são exportados.

A indústria também já se está a preparar e a Glanbia Ingredients Ireland, que trabalha cerca de 30% do leite irlandês, vai abrir já em Março uma nova unidade, a qual, quando estiver a trabalhar em pleno, criará 1600 novos postos de trabalho. Esta empresa exporta já para 50 países e, no ano passado, o volume das exportações foi de 3 mil milhões de euros.

Temos, portanto, um país que se prepara positivamente para o embate do fim das quotas.

http://www.agroinfo.pt/a-irlanda-preve-fazer-bons-negocios-com-o-fim-das-quotas-leiteiras/

(17)

17

Acréscimo alerta para declínio do peso da floresta na economia nacional

A Acréscimo - Associação de Promoção ao Investimento Florestal emitiu um comunicado onde defende que “as florestas e o sector florestal português têm sido vítimas de um declínio progressivo.” Segundo a associação, o peso do sector florestal na economia, no emprego e no território era de 3,0% do PIB em 2000, valor que caiu para os 1,2% atuais.

“A desflorestação (perda de área florestal) é uma realidade mensurada oficialmente e em contra ciclo com a União Europeia. O abandono da gestão florestal, por manipulação dos mercados, é crescente. A protecção dos ecossistemas florestais está cada vez mais comprometida, com os incêndios, mas também pelo descontrolo no combate a pragas e a doenças. Com as alterações climáticas, os riscos acrescem substancialmente”, explica a associação em comunicado.

Recentemente, o governo anunciou a sua aposta no desenvolvimento florestal, através da procura de meios para incentivar os agricultores a investir no sector e da aposta em alterações fiscais, a entrar em vigor em 2016 e 2017, no novo Programa de Desenvolvimento Rural (PDR 2020) e nas Zonas de Intervenção Florestal (ZIF). Nas alterações fiscais, a incidência ocorrerá em sede de Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI) e no Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT).

Apesar destas medidas, a Acréscimo refere que “todas estas apostas já foram ensaiadas no passado recente e sem alteração positiva. No IMI e no IMT, os resultados foram insignificantes, até porque é de difícil aplicação sem a conclusão do cadastro rústico (prometido para a actual legislatura). Bom seria uma adequação do Código do IRS à actividade florestal, a par do que já está em vigor no IRC para as florestas industriais, sabendo-se que a esmagadora maioria dos proprietários de florestas são pessoas singulares”, conclui a organização.

http://www.vidarural.pt/news.aspx?menuid=8&eid=8672&bl=1

(18)

18

Alcácer do Sal vai ter centro de investigação do pinheiro manso

Um centro de competências nacional para potenciar a fileira do pinheiro manso, através da investigação e da partilha de conhecimento, vai ser criado na Mata Nacional de Valverde, em Alcácer do Sal, anunciou o município.

O Centro de Competências do Pinheiro Manso e do Pinhão (CCPMP) vai actuar no sentido de reforçar os estudos neste sector, promover a cooperação entre os organismos públicos, os institutos de investigação e os agentes económicos, como os produtores florestais e os industriais do pinhão, e elaborar candidaturas a financiamento comunitário.

O novo organismo vai aproveitar o «valor acrescentado» em termos de conhecimento já existente na Mata Nacional de Valverde, onde estão instalados viveiros estatais de plantas, e dar-lhe «outra dinâmica», disse à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Vítor Proença.

O protocolo de formalização do CCPMP vai ser assinado na sexta-feira de manhã, no Ministério da Agricultura e do Mar, pelos membros fundadores, nos quais se incluem o ministério e outros organismos estatais, o município, instituições de ensino superior e de investigação, associações ligadas ao sector e empresas.

De acordo com Vítor Proença, o custo do projecto ainda não está determinado, mas «não será um organismo para criar mais despesa pública, com pessoas a tempo inteiro», estando previsto que incorpore «quadros» que cada membro «já tem».

O autarca manifestou-se «muito feliz» por o CCPMP ficar sediado em Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, uma vez que o concelho tem «a maior área de pinheiro manso a nível nacional», sendo a qualidade do pinhão aí produzido «reconhecida internacionalmente».

Vítor Proença lembrou que foi submetido à União Europeia um pedido para a criação de uma Denominação de Origem Protegida (DOP) com a marca Alcácer do Sal para o pinhão produzido em «todo o Ribatejo e Vale do Sado». De acordo com dados divulgados no ano passado pela União da Floresta Mediterrânica (UNAC), que também faz parte dos membros fundadores do CCPMP, o pinhão foi o segundo fruto seco mais exportado em 2013, a seguir à castanha, subindo para primeiro lugar se for incluído o valor da pinha.

Num relatório que sintetiza os resultados do programa de valorização da fileira da pinha e do pinhão promovido por esta entidade, é indicado que a falta de informação é um dos problemas do sector,

(19)

19 não se sabendo, por exemplo, a quantidade de pinhão que os portugueses consomem, nem qual é a produção total de pinha.

Em 2013, havia mais de 175 mil hectares de pinheiro manso em Portugal, que representavam cerca de seis por cento da floresta nacional, com destaque para o Alentejo, que produz 67 por cento das pinhas nacionais e 15 por cento das pinhas mundiais. A capacidade produtiva da pinha é estimada num valor económico que se situa entre os 50 e 70 milhões de euros por ano.

http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia60002.aspx

Referências

Documentos relacionados

Por outro lado, quando se fala em pequenas e médias empresas, onde o número de funcionários é maior, é mais bem dividida e o uso da Intranet se torna

E) CRIE NO SEU CADERNO UM TÍTULO PARA ESSA HISTÓRIA EM QUADRINHOS.. 3- QUE TAL JUNTAR AS SÍLABAS ABAIXO PARA FORMAR O NOME DE CINCO SUGESTÕES DE PRESENTE PARA O DIA

Dirigi-me a casa, rapidamente, para pegar a máscara. Antes de palavra no plural, sem artigo: Não irei a festas durante a pandemia.. USO FACULTATIVO DA CRASE EXEMPLOS

´e aquele pelo qual a filosofia alem˜a traduziu, depois de Kant, o latim existentia, mas Heidegger deu-lhe um sentido muito particu- lar, j´a que designa na sua filosofia

Ocorre que, passados quase sete anos da publicação da Lei n o  12.651/2012 e pacificadas as discussões sobre a sua aplicação, emendas a uma medida provisória em tramitação

The provisional measure addresses the necessary extension of the deadline for entry into the Environmental Regularization Program (PRA), but also contains amendments that aim

Consiste numa introdução, dois capítulos de índole teórica geral, e depois divide-se em sete áreas temáticas, cada uma com um capítulo teórico e um estudo de caso:

A raiva é uma doença viral que acomete os animais domésticos, silvestres e destes para o homem, causando uma doença com sintomatologia?. nervosa, aguda e fatal, levando ao óbito