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Localização Brasil

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Índice

Localizacão FI...4

1. Estrutura Organizacional...4

1.1. Elementos organizacionais...4

1.1.1. Empresa...4

1.1.2. Local de Negócio (Filial) ...4

1.1.3. Centro ...4

2. Dados Mestres ...5

2.1. Dados Mestres de Fornecedores...5

2.1.1. Endereço ...5

2.1.2. Controle...5

2.1.3. Pagamentos...5

2.2. Dados Mestres de Clientes ...6

2.2.1. Endereço ...6

2.2.2. Controle...6

2.2.3. Pagamentos...7

2.2.4. Administração Conta ...7

2.3. Dados Mestres de Bancos ...7

3. Processo de Pagamento Bancário...7

3.1. Contas a Pagar ...7 3.1.1. Cheques pré-numerado ...7 3.1.2. Transferência Bancária...8 3.2. Contas a Receber ...10 3.2.1. Duplicata (A)...10 3.2.2. Duplicata/Boleto (D) ...10 3.2.3. Vendor (V)...11

4. SPB – Sistema Brasileiro de Pagamento...13

4.1. Impactos do novo SPB no sistema R/3: ...13

5. Imposto Retido na Fonte (IRRF)...15

5.1. Imposto sobre serviços na fonte (IRF) ...15

5.2. Imposto de renda retido na fonte (IRRF) ...16

5.3. FUNRURAL/FCPS ...16

6. Relatórios Brasil ...16

6.1. Razão ...16

6.2. Diário...17

6.3. Diário Compacto de Documentos...17

6.4. IN68/IN86...17

6.5. DIRF...17

Localização CO ...18

Cálculo de custo real/Ledger de materiais...18

1. Objetivos ...18

2. Cálculo de custo real ...18

3. Controle de preço ...18

3.1. Utilização ...18

3.2. Integração ...18

3.3. Preço standard ...19

3.4. Preço médio móvel...19

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4.1. Utilização ...19

4.2. Estrutura ...20

4.3. Integração ...20

5. Apropriação de custos do ledger de materiais...20

5.1. Ledger de materiais de nível único...20

5.1.1. Características da apropriação de custos do ledger de materiais de nível único 21 5.2. Determinação de preço multinível ...21

5.2.1. Conjunto de funções...21

5.3. Apropriação de custos do ledger de materiais baseada na transação...21

6. Cálculo de custo real periódico ...22

6.1. Pré-requisitos ...22

6.2. Execução de cálculo de custos ...23

6.2.1. Dados gerais na execução do cálculo de custos ...23

6.3. Processo: cálculo de custo real periódico...23

6.3.1. Processo...23

7. Estratificação de custos reais...24

7.1. Características...25

7.2. Atividades ...25

Localização MM...26

1. Estrutura Organizacional...26

2. Documentos legais ...26

2.1. Tipos de Notas fiscais...26

2.2. Intervalos de numeração de notas fiscais...27

2.3. Tipos de formulários ...28

2.4. Valores Fiscais MM para campos de Nota Fiscal...28

2.5. Tipos de item da Nota Fiscal...29

2.6. Categoria de Item ...31 3. Dados Mestres ...31 3.1. Mestre de Materiais ...31 3.2. Cadastro de Fornecedores...32 4. Impostos...33 4.1. Esquema de Cálculo...33 4.2. Códigos de impostos ...33 4.3. NCM...34 4.4. Alíquotas...34 5. CFOP ...35 5.1. Versão de CFOP ...35

5.2. Definição CFOP para entradas de mercadorias e devoluções (versionadas)...35

5.3. Definição CFOP para saídas de mercadorias e devoluções (versionada) ...36

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Localizacão FI

1. Estrutura Organizacional

1.1. Elementos organizacionais

A configuração dos dados mestres organizacionais está dividida em:

1.1.1. Empresa

Menor unidade organizacional de contabilidade externa, a qual será atribuída um plano de contas contábil. Todas as transações serão contabilizadas com base na empresa previamente informada, e farão a composição de todos os itens para demonstrações financeiras individuais, tais como o balanço patrimonial e demonstração de lucros e perdas.

A empresa será representada pelo CNPJ, o código nacional de identificação de pessoas jurídicas no Brasil. O número no CNPJ possui 14 dígitos, por exemplo, 01.028.672/0001-16. O número de registro da empresa, atribuído pelas autoridades fiscais, será

representado pelos oito primeiros dígitos.

1.1.2. Local de Negócio (Filial)

No Brasil refere-se a uma unidade organizacional localizada entre os níveis de empresa e centro, sendo usado pra declarar IVA, emissão de nota fiscal (entrada e saída) e numeração de documento fiscal. As empresas devem solicitar o registro de cada unidade de negócio junto às autoridades fiscais, como a unidade responsável por informarem impostos.

O local de negócio será representado pelo CNPJ, sendo os próximos quatro dígitos após a referência da empresa. Exemplo: 01.028.672/0001-16.

1.1.3. Centro

Unidade organizacional que serve para subdividir um empreendimento de acordo com os aspectos de produção, aquisição, manutenção, e planejamento de materiais.

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Os últimos dois dígitos do CNPJ referem-se aos números de verificação, que o sistema utiliza para executar verificações automáticas quando é criado um registro de cliente ou de fornecedor para assegurar que não seja armazenado no sistema nenhum número inválido.

2. Dados Mestres

2.1. Dados Mestres de Fornecedores

Visando atender as exigências legais brasileiras, foram criados os seguintes campos específicos para empresas com operações no Brasil:

2.1.1. Endereço

Região Fiscal/ Código domicílio fiscal:

Identifica uma região brasileira para propósitos de cálculo de imposto. O sistema calcula o ICMS com base nas regiões fiscais de origem e destino dos materiais. Nas empresas brasileiras, as localizações de origem e destino são gravadas no código do domicílio

fiscal.

2.1.2. Controle

Número de Identificação Fiscal 1 - CNPJ: identificação para pessoas jurídicas.

Número de Identificação Fiscal 2 - CPF: identificação para pessoas físicas. O número

do CPF contém onze dígitos e devem ser entrados sem espaços, pontos ou hífens.

Número de Identificação Fiscal 3 - Inscrição Estadual: não há formato especial ou

número fixo.

Número de Identificação Fiscal 4 - Inscrição Municipal: não há formato especial ou

número fixo.

Tipo de Imposto - Taxa de compensação: (não utilizado no Brasil); Pessoa Física; IVA; Divisão Fiscal.

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Chave do Banco: contém oito dígitos. Exemplo: 23721234 (sendo 237 o número do

Banco, 2 o dígito do Banco e 1234 o número da Agência).

Conta Bancária: contém oito posições. Exemplo: 878787-9 Dígito da Agência Bancária: uma posição. Exemplo: 5

Os dados bancários do fornecedor são obrigatórios quando as faturas são pagas via Transferência Bancária.

2.2. Dados Mestres de Clientes

Visando atender as exigências legais brasileiras, foram criados os seguintes campos específicos para empresas com operações no Brasil:

2.2.1. Endereço

Região Fiscal/ Código domicílio fiscal:

Identifica uma região brasileira para propósitos de cálculo de imposto. O sistema calcula o ICMS com base nas regiões fiscais de origem e destino dos materiais. Nas empresas brasileiras, as localizações de origem e destino são gravadas no código do domicílio

fiscal.

2.2.2. Controle

Número de Identificação Fiscal 1 - CNPJ: identificação para pessoas jurídicas.

Número de Identificação Fiscal 2 - CPF: identificação para pessoas físicas. O número

do CPF contém 11 dígitos e devem ser entrados sem espaços, pontos ou hífens.

Número de Identificação Fiscal 3 - Inscrição Estadual: não há formato especial ou

número fixo.

Número de Identificação Fiscal 4 - Inscrição Municipal: não há formato especial ou

número fixo.

Categoria CFOP (Códigos Fiscais de Operações e Prestações): o sistema usa esse

valor para determinar o número CFOP ao entrar uma ordem do cliente, com o objetivo de criar uma nota fiscal em Vendas e distribuição (SD).

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2.2.3. Pagamentos

Chave do Banco: contém oito dígitos. Exemplo: 23721234 (sendo 237 o número do

Banco, 2 o dígito do Banco e 1234 o numero da Agência).

Conta Bancária: contém oito posições. Exemplo: 878787-9 Dígito da Agência Bancária: uma posição. Exemplo: 5

Os dados bancários do cliente são obrigatórios quando as faturas são cobradas via Débito automático.

2.2.4. Administração Conta

Código de Juros: utilizado para calcular os juros sobre as partidas em aberto/atraso

dos clientes.

Chave de ordenação: chave de classificação das partidas no diário auxiliar.

2.3. Dados Mestres de Bancos

Os códigos bancários, números de conta e os dígitos de controle correspondentes não seguem um modelo padrão no Brasil.

Exemplo Standard: Banco da Empresa: BR01 / Chave do Banco: 23721234 / Id. Conta: Giro / Conta Bancária: 555555-8 / Conta Razão - 113100

3. Processo de Pagamento Bancário

3.1. Contas a Pagar

A versão para o Brasil suporta as seguintes operações de pagamento:

3.1.1. Cheques pré-numerado

• Todos os formulários brasileiros são configurados em SAP Script. Foi desenvolvido um específico para atender ao Brasil, porém devido a pequenas diferenças entres os bancos brasileiros no layout de cheques é sugerido que o formulário: J_1B_CHECK seja copiado e ajustado segundo os Bancos utilizados na empresa;

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• O programa de impressão deve estar configurado: “RFFOUS_C” (Programa específico para o Brasil).

3.1.2. Transferência Bancária

• O campo Dados Bancários deve estar marcado para pagamentos tipo Doc ou crédito em conta;

• O programa de impressão deve estar configurado: “RFFOBR_U” (Programa específico para o Brasil);

• Os campos “Comando col. Impressão” e Interc. Dds.Sup. magn.” são

excludentes e determinam se saída da transferência bancária será via “borderô” ou “Arquivo Eletrônico” respectivamente;

• Os formatos bancários no R/3 podem ser: Febraban (CNAB240); Itaú (Sispag); Bradesco (PagFor);

• Conforme instrução do SPB deve ser informado o código da instrução de pagamento (X-DOC / R-CC / Y-TED; CIP e W-STR) e o tipo de Instrução Bancária( 01 – CC / 03- Compe / 30 – Boleto / 41 – TED e 07/08 – CIP/STR)

O processo de pagamento será efetuado pelo programa de pagamento (Transação FF10). Segue resumo do processo do programa de pagamento:

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Os arquivos de retorno bancários podem apresentar os seguintes layouts:

Febraban: Pagamento : Segments A and B/ Retorno: Segments A and B; Itaú: Sispag ;

Bradesco: PagFor.

File

Master Data

Document

Boleto

Check

Proposal

Payment

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3.2. Contas a Receber

A versão para o Brasil suporta as seguintes operações de recebimento:

3.2.1. Duplicata (A)

• A empresa envia a duplicata de cobrança para o BANCO e o mesmo emite o Boleto que será enviado para o cliente;

• O programa de meio de pagamento deve estar indicado pelo programa de impressão de duplicata: “RFFOBR_A” (Programa específico para o Brasil); • Os formatos bancários no R/3 podem ser: Febraban (CNAB240); Itaú (Sispag);

Bradesco (PagFor);

• Foi desenvolvido um formulário específico para atender ao Brasil, porém devido a pequenas diferenças entres os bancos brasileiros no layout de Boderô de Cobranças é sugerido que o formulário: J_1B_DUPLICATA seja copiado e ajustado segundo os Bancos utilizados na empresa.

3.2.2. Duplicata/Boleto (D)

• A empresa envia a duplicata de cobrança para o BANCO e emite o Boleto que será enviado para o cliente;

• Tanto a duplicata como o boleto podem ser enviados para o Banco através de arquivo (DME);

• O programa de meio de pagamento deve estar indicado pelo programa de impressão de duplicata: “RFFOBR_D” (Programa específico para o Brasil); • Foi desenvolvido um formulário específico para atender ao Brasil, porém devido

a pequenas diferenças entres os bancos brasileiros no layout de Boderô de Cobranças é sugerido que o formulário: J_1B_BOLETO_ITAU seja copiado e ajustado segundo os Bancos utilizados na empresa.

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3.2.3. Vendor (V)

• A empresa contrata um Banco como prestador de serviço de cobrança, sendo que ela cumpre o papel de fiador na estipulação financeira;

• O programa de meio de pagamento deve estar indicado pelo programa de impressão de duplicata: “RFFOBR_V” (Programa específico para o Brasil); • Foi desenvolvido um formulário específico para atender ao Brasil, porém devido

a pequenas diferenças entres os bancos brasileiros no layout de Boderô de Cobranças é sugerido que o formulário: J_1B_BOLETO_ITAU seja copiado e ajustado segundo os Bancos utilizados na empresa.

O processo de recebimento será efetuado pelo programa de pagamento/recebimento

(Transação FF10).

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Os arquivos de retorno bancários podem apresentar os seguintes layouts:

Febraban: Pagamento : Segments P and Q / Retorno: Segment T and U; Itaú: Cobrança 400

Bradesco: Cobrança 400 (CNAB400)

File

Master Data

Document

Boleto

Proposal

Payment

Print

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4. SPB – Sistema Brasileiro de Pagamento

O novo sistema de pagamento brasileiro permite aos usuários transferir dinheiro no mesmo dia, para pagamentos ou outros propósitos, em um ambiente mais seguro e mais rápido.

O novo SPB oferece uma nova opção de transferência bancária chamada de Transferência Eletrônica Disponível – TED. Através da TED, os recursos serão creditados na conta bancária e estarão disponíveis assim que o Banco receber a mensagem de transferência.

4.1. Impactos do novo SPB no sistema R/3:

• Novas “G/L accounts” (contas do razão): criação de novas contas para suportar a nova opção de transferência bancária;

• Novas “Payment Methods” (métodos de pagamento) para adequar aos novos códigos de lançamento:

1- Febraban:

Forma de Lançamento Câmara Centralizadora

03 - DOC (Compe)

41 - TED Outra Titularidade 43 - TED Mesma Titularidade

2-Itaú

Forma de Pagamento

03 - DOC (Compe)

41 - TED Outra Titularidade 43 - TED Mesma Titularidade

3- Bradesco

Código das Modalidades

03 - DOC (COMPE) 07 - TED CIP 08 - TED STR 700 18 18

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• Nova posting rule (regra de contabilização): atualização das regras de posting, de acordo com as configurações criadas acima.

Segue exemplos das telas para configuração com a entrada do novo SPB:

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Principais Notas relacionadas:

-Febraban: Release Note: 507106 (Pre-requisite for all notes)/ Released: 01.04.2002 -Itaú e Febraban (layout 19.04): Release Note: 519512/Released: 24.05.2002 -Bradesco: Release Note: 524332/Released: 31.05.2002

-Consulting note (customizing) - Release Note: 543626

5. Imposto Retido na Fonte (IRRF)

Quando é criada uma empresa usando o modelo do Brasil, o sistema define

automaticamente as opções necessárias para os seguintes impostos retidos na fonte:

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Caso o fornecedor seja uma pessoa jurídica e não estiver registrado na cidade onde estiver fornecendo o serviço, o ISS deve ser retido pela empresa que comprar o serviço. O sistema calcula o ISS de acordo com o cálculo do ISS standard, e o próprio imposto retido na fonte é chamado de URF. O montante de IRF não afeta o cálculo de outros impostos.

5.2. Imposto de renda retido na fonte (IRRF)

O IRRF é retido na fonte em determinados casos. O sistema não calcula o IRRF automaticamente, deve-se, portanto, definir o percentual aplicável a cada transação comercial usando-se o código de retenção IRRF para empresas (que também pode ser aplicado em combinação com o ISS) ou IRRF para pessoas físicas (que pode ser aplicado em combinação com o INSS).

Se a pessoa física não estiver registrada na cidade onde o serviço é prestado, então o IRF será calculado e retido conforme acima.

5.3. FUNRURAL/FCPS

Esses impostos são retidos nas compras dos fazendeiros.

6. Relatórios Brasil

6.1. Razão

Este relatório contém todos os lançamentos contábeis durante o mês. A informação é classificada por empresa, conta e data de lançamento.

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6.2. Diário

Este relatório contém todos os lançamentos contábeis durante o dia. A informação é classificada por empresa, conta e data de lançamento. A primeira página (Termo de

abertura) e a última página (Termo de Encerramento) traz informações sobre a empresa e o relatório.

6.3. Diário Compacto de Documentos

O diário compacto de documentos exibe as informações mais importantes do cabeçalho e dos itens do documento. A lista pode ser utilizada como um diário compacto e para reconciliação com a lista de saldos (conciliação contábil).

6.4. IN68/IN86

É um conjunto de arquivos requeridos no Brasil com todas as informações da empresa (cadastro de contas, materiais, fornecedores, clientes, ativos, etc....) e todos os documentos.

6.5. DIRF

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Localização CO

Cálculo de custo real/Ledger de materiais

1. Objetivos

O componente de aplicação Cálculo de custo real/ledger de materiais atende a dois objetivos básicos: a capacidade de transportar preços de materiais em diversas moedas/avaliações e o cálculo de custo real.

2. Cálculo de custo real

O cálculo de custo real se expande na funcionalidade dos componentes de aplicação para determinar os custos reais dos materiais supridos externamente e dos produzidos internamente. Além disso, o cálculo de custo real usa os custos reais para avaliar os estoques de material, como matérias-primas, produtos acabados e semi-acabados.

O cálculo de custo real calcula uma tarifa. 3. Controle de preço

3.1. Utilização

No Sistema SAP, existem dois tipos de controle de preço: • Preço standard

• Preço médio móvel

Esses dois tipos de controle de preço diferem no modo como lidam com desvios de preço resultantes da entradas de mercadorias ou entradas de fatura.

3.2. Integração

Determina-se que tipo de controle de preço deve ser usado para um material ao criar o material e entrar com os dados contábeis . Entrar um dos seguintes códigos no campo Controle de preço para determinar como o preço será controlado:

S para controle de preço standard

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3.3. Preço standard

A avaliação por meio de um preço standard tem as seguintes características: • Todos os registros de estoque são efetuados no preço standard • Desvios são registrados em contas de diferença de preço • Desvios são atualizados

• Modificações de preço podem ser monitoradas

Se a um material é atribuído um preço standard (S), o valor do material é sempre calculado a esse preço. Se movimentos de mercadorias ou entradas de fatura contiverem um preço que difere do preço standard, as diferenças serão registradas em uma conta de diferença de preço. O desvio não é levado em conta na avaliação.

3.4. Preço médio móvel

A avaliação por meio de um preço médio móvel resulta no seguinte:

• Entradas de mercadorias são registradas no valor de entrada de mercadoria. • O preço no mestre de materiais é ajustado para o preço fornecido.

• Diferenças de preço ocorrem somente em circunstâncias excepcionais.

• Mudanças de preço manuais são geralmente desnecessárias. Porém, essas são possíveis.

Se a um material for atribuído um preço médio móvel (MAP), o preço será automaticamente ajustado no registro mestre de material quando ocorrerem desvios de preço. Se os movimentos de mercadorias ou as entradas de fatura forem registrados com um preço diferente do preço médio móvel, as diferenças serão registradas na conta de estoque; conseqüentemente, o preço médio móvel e o valor do estoque serão modificados.

4. Dados do ledger de materiais

Os dados do ledger de materiais são dados de avaliação e controle de um material (com um tipo específico de avaliação, se aplicável) em um centro para um período contábil em particular. Os dados do ledger de materiais também contêm dados de movimentos relevant es para a avaliação do material. Esses dados são coletados no ledger de materiais à medida que são entrados no sistema.

4.1. Utilização

Os dados do ledger de materiais constituem a base do cálculo de custo real e são us ados para administrar preços de avaliação em várias moedas e avaliações. Conseq ü entemente, os dados do ledger de materiais suplementam o registro mestre de materiais . Além disso, os dados do

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ledger de materiais podem se referir aos materiais que são parte do estoque para ordem do cliente e estoque para projeto.

4.2. Estrutura

As informações mais importantes nos dados do ledger de materiais são:

• Preço de avaliação, quantidade em estoque e valor do estoque em até três moedas e/ou avaliações

• Código para determinação de preço (como no registro mestre de materiais) • Controle dos preços de avaliação (como no registro mestre de materiais) • Status do período do material

4.3. Integração

Us ando os dados do ledger de materiais, o sistema coleta informações sobre movimentações de materiais em cada período (como entradas de mercadorias e de faturas) a taxas de câmbio históricas. Esses dados são us ados durante a apropriação de custos do ledger de materiais p ara calcular novos preços de avaliação d o material. Em seguida, a conta de estoque de material é reconciliada em várias moedas com as contas da Contabilidade financeira.

Se o ledger de materiais estiver ativo para um centro em particular (e conseqüentemente para todos os materiais nesse centro), os dados do ledger de materiais são criados automaticamente após a constituição do registro mestre de materiais ou após o início produtivo. Pode-se ver se o ledger de materiais está ativo ao verificar a visão de contabilidade do registro mestre de

materiais

5. Apropriação de custos do ledger de materiais

5.1. Ledger de materiais de nível único

A apropriação de custos no ledger de materiais de nível único calcula o preço interno periódico de um material. São considerados o preço-padrão e as diferenças de nível único acumuladas no período. O preço do material calculado na determinação de preço multinível pode ser utilizado para a avaliação de estoque. A determinação do preço de nível único é um pré-requisito para a determinação de preço multinível.

O ledger de materiais deve estar ativo

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O código de controle de preço no mestre de materiais foi definido para S.

5.1.1. Características da apropriação de custos do ledger de materiais de nível único

Um nível é identificado por um material e o processo de suprimento a ele associado. No caso de um material cujo preço for calculado por meio da determinação de preço de nível único, os movimentos serão sempre avaliados ao preço-padrão porque o indicador de controle de preço no registro mestre de materiais é definido como S. As diferenças entre o preço-padrão e o preço real de uma operação avaliada são atualizadas no ledger de materiais.

5.2. Determinação de preço multinível

A determinação do preço multinível calcula o preço interno periódico de um material. O preço-padrão, as diferenças de nível único acumuladas no período, as diferenças entre os preços planejados e os preços reais e as diferenças de material de input (diferenças multiníveis) são considerados. O preço do material calculado na determinação de preço multinível pode ser utilizado para a avaliação de estoque.

O ledger de materiais deve estar ativo O cálculo de custo real deve estar ativo.

O código de determinação de preço no mestre de materiais foi definido para 3. O código de controle de preço no mestre de materiais foi definido para S. A determinação de preço de nível único foi executada.

5.2.1. Conjunto de funções

Um nível é identificado por um material e o processo de suprimento a ele associado. Os vários níveis resultam de um material ser usado em outro material. Esses vários níveis são

representados na lista técnica real, criada na execução de cálculo de custos durante a etapa Determinar seqüência.

Na produção de multinível, existem diferenças de preço único e multinível. Se um material for utilizado em outro material e houver diferenças de preço de nível único para o material de input, surgirão diferenças de preço multinível. Assim, as diferenças são acumuladas desde as

matérias-primas até os produtos semi-acabados e acabados. Isso soluciona o problema de custos pós produção.

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Esta função possibilita o cálculo do preço médio móvel após cada movimento de mercadorias. • Se o ledger de materiais não estiver ativo, só será possível calcular o preço médio móvel

na moeda da empresa.

• Se o ledger de materiais estiver ativo, é possível calcular os preços médios móveis para os materiais em até três moedas/avaliações.

Após cada operação relevante para a avaliação, o sistema executa automaticamente uma determinação de preço para ajustar o preço de avaliação do material e o valor do estoque de materiais.

Para calcular o preço médio móvel em até três moedas/avaliações, verificar as seguintes opções:

• O ledger de materiais deve estar ativo para o material.

O material tem apropriação de custos do ledger de materiais 2. O material tem código de controle de preço V.

Se o material tiver a apropriação de custos do ledger de materiais 2 e controle de preço S, o preço médio móvel será calculado somente para fins de

informação. O material é avaliado com o preço-padrão. 6. Cálculo de custo real periódico

Há duas maneiras de executar um cálculo de custo real periódico:

• Execução do cálculo de custos para processamento de dados em massa • Processamento individual

O cálculo de custo real calcula os preços reais dos estoques de material e o consumo do período de lançamento anterior. Isso não afeta a avaliação do período atual.

6.1. Pré-requisitos

1. O ledger de materiais deve estar ativo

2. O código determinação de preço no mestre de materiais foi definido para 3.

3. O código controle de preço no mestre de materiais foi definido para S.

O cálculo de custo real utiliza a estrutura quantitativa para criar uma estrutura quantitativa real avaliada. Essa estrutura quantitativa real é criada em tempo real com base nos movimentos reais

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de mercadorias. Essa função também inclui a funcionalidade de determinação de preço de nível único. Durante os lançamentos de encerramento, o sistema ajusta as contas de estoque de material e também as contas da Contabilidade financeira do período anterior.

6.2. Execução de cálculo de custos

No componente Cálculo de custo real/ledger de materiais, pode-se executar o cálculo de custo real multinível por centro, durante uma execução do cálculo de custos. Este cálculo aloca os custos pós-produção aos produtos semi-acabados e acabados e as diferenças em relação a um preço provisório de avaliação do material ao estoque e consumo do material. Essa função também é executada com as funções de determinação de preço de nível único e multinível. Os preços recalculados podem ser utilizados para avaliação futura.

Para usar esta função, selecionar Contabilidade Controlling Controlling de custos do produto Cálculo de custo real/ledger de materiais Cálculo de custo real Processar execução do cálculo de custos.

No cálculo de custo real, o sistema calcula um novo preço de avaliação de um material,

utilizando os dados mestre do Ledger de materiais e os dados de estrutura quantitativa em todos os níveis de produção.

6.2.1. Dados gerais na execução do cálculo de custos

Selecionando-se os Dados gerais de um período marcado, é possível consultar quais custos estão atribuídos a uma execução de cálculo de custos, quais centros podem ainda ser atribuídos a uma execução de cálculo de custos e quais centros não podem mais ser marcados no período. Antes de executar o cálculo de custo real multinível, marcar os centros pertinentes na janela de seleção Centros disponíveis. Em cada período, só um centro pode ser atribuído a uma execução de cálculo de custos. Caso já tenha sido realizada uma etapa do processo de execução do cálculo de custos, não será possível modificar os centros atribuídos a essa execução. Só será possível modificar a atribuição de centros se a execução do cálculo de custos for completamente eliminada.

6.3. Processo: cálculo de custo real periódico

Com este procedimento é possível utilizar as funções de determinação de preço multinível no contexto do cálculo de custo real.

6.3.1. Processo

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Localização Brasil

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Junho/2007

SAP LA Solution Center Date Junho/2007 Page 24

2. O sistema marca os materiais e depois verifica o resultado da seleção.

3. O sistema determina a seqüência de cálculo de custos e depois verifica os resultados. Nessa etapa, o sistema agrupa os materiais na seqüência de etapas que a execução do cálculo de custos seguirá.

4. Pode-se permitir que a apropriação de custos do ledger de materiais seja atribuída aos custos e a um período específico.

5. É executada uma apropriação de custos do ledger de materiais para a execução do cálculo de custos e a verificação dos resultados.

6. É executada uma apropriação de custos do ledger de materiais multinível para a execução do cálculo de custos e a verificação dos resultados.

7. São permitidos os lançamentos de entrada baseados em custos, período e exercício. 8. São feitos os lançamentos de encerramento para a apropriação de custos do ledger de

materiais multinível. Pode-se optar por reavaliar os estoques no período a ser apropriado.

9. Se no futuro for necessário ajustar os preços-padrão para que reflitam as tarifas

reais, será possível utilizar esses preços calculados na execução do cálculo de

custos como preços-padrão para o período seguinte. Se for o caso, marcar os

preços da execução de cálculo de custos como preços para avaliação futura e, em

seguida, liberá-los.

10. É possível também utilizar as funções de marcação e liberação dos preços para

criar novos preços efetivos como preços de avaliação no período imediatamente

posterior ao de encerramento. Para isso, marcar os preços após a apropriação de

custos do ledger de materiais, mas antes dos lançamentos de encerramento.

7. Estratificação de custos reais

A estratificação de custos reais é usada para analisar os custos reais em vários níveis de produção.

• Diferenças de avaliação provisória • Diferenças de preço

• Diferenças de câmbio

Os custos reais entrados de um material são listados de acordo com os elementos de custos. A identidade original dos custos (por exemplo, se são custos de material ou custos de produção) é retida em todos os níveis de produção.

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Tal como acontece com os dados mestre de ledger de materiais, a estratificação de custos reais é atualizada com base nas transações. Durante a entrada dos custos pós-produção após a determinação de preços multinível de um material, é possível analisar a composição completa dos custos nas moedas/avaliações paralelas. Como é possível exibir a estratificação de custos reais até ao nível da alternativa de suprimento, pode-se comparar os diferentes procedimentos de produção em detalhe.

No final do mês, a Demonstração de resultados pode usar a estratificação de custos reais para reavaliar o custo de produção.

A estratificação de custos reais só pode ser ativada no início de um período. Não se pode criar uma estratificação de custos para transações de um período que já tenha sido lançado.

• O ledger de materiais deve estar ativo • O Cálculo de custo real deve estar ativo.

7.1. Características

A estratificação de custos reais agrupa os custos reais de acordo com os vários níveis de

produção. Consultar a documentação do Planejamento de custos do produto para obter

informações detalhadas sobre as estratificações de custos planejados.

7.2. Atividades

No Customizing de Planejamento de custos do produto em Opções globais para cálculo

de custos do material →

Definir elementos de custo, verificar o seguinte:

1. • O esquema de elementos de custo e os elementos de custo

2. • Se necessário, o esquema de transferência da estratificação de custos primários

No Customizing do componente de aplicação Cálculo de custo real/Ledger de materiais,

são efetuadas as seguintes opções em Cálculo de custo real →

Ativar estratificação de

custos reais:

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Localização MM

1. Estrutura Organizacional

Para cada filial da empresa cria-se um código de filial no R/3 associado ao seu respectivo CNPJ. Posteriormente a filial é associada a um centro.

2. Documentos legais

2.1. Tipos de Notas fiscais

Cada tipo de nota fiscal define um tipo de operação legal, tais como: nota fiscal de entrada, nota fiscal de saída, nota fiscal complementar, etc.

A1 Cancelamento entrada (A) A2 Cancelamento saída (A) C1 Conhecimento entrada C5 Conhecimento

CR Cancelamento entrada (A) E1 Nota fiscal entrada

E2 Complementar à NF entrada E4 Devolução (saída) à NF entrada EN Nota fiscal de entrada

G1 Nota fiscal saída de mercadorias G4 Devolução nota fiscal p/saída mercad. N1 Nota Fiscal saída

N2 Complementar à nota fiscal de saída N3 Correção de nota fiscal de saída N4 Devolução NF de saída

N5 Devolução NF de saída (entrada) R1 Nota fiscal entrada de mercadorias R4 Devolução nota fiscal de entrada mercad. RE Nota Fiscal saída

S1 NF Energia Elétrica entrada S2 NF anulação Energia Elétr.entrada

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T1 NF Serv.Telecomunicações entrada T2 NF anulação Serv.Telecomunic.entrada U1 NF Serv.Comunicação entrada

U2 NF anulação Serv.Comunicação entrada X1 Futuros fornecimentos

X2 Consignação

X3 Ordem terceiros: fatura vendedor X4 Ordem terceiros: fat.mat.externo fornec. X5 Futuros fornecimentos / sem impostos Y1 Futuros fornecimentos / devolução Y2 Consignação / devolução

Y3 Ordem terceiros: anulação fat.vendedor Y4 Ord.terc.:fat.fornec.mat.ext./anulação Y5 Fornecimentos futuros s/imposto /anulaç.

2.2. Intervalos de numeração de notas fiscais

Os intervalos de numeração das notas fiscais são criados por filial. Há dois tipos de intervalos de numeração: interno e externo. O intervalo interno refere-se à numeração interna do R/3, enquanto o intervalo externo refere-se ao número que é impresso na nota fiscal.

Field Description User action and values Note

NRRANGENR ID de Number range Fill with “01”

FROMNUMBER Initial Number Range Fill with “0000000001” TONUMBER Final Number Range Fill with “9999999999” NRLEVEL Actual Number Leave in Blank or fill with

“0”

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2.3. Tipos de formulários

São definidos pelo menos dois tipos de formulários: um para entrada e outro para saída.

Form Language Description

NF01 EN Form 01 (saidas)

PT Formulário 01 (saídas)

NF02 EN Form 02 (entradas)

PT Formulário 02 (entradas)

2.4. Valores Fiscais MM para campos de Nota Fiscal

TxTy Tax

Rate Map Pauta Rate Map Tax Amount Map Tax Base Map Ex. Base Map Other Base Map WHT Code IC1C BX16 0 0 IC1C 0 BX10 0 BX11 0 BX12 0 ICM0 0 0 0 0 BX11 0 BX12 0 ICM1 BX16 0 0 ICM1 0 BX10 0 BX11 0 BX12 0 ICM2 BX16 0 0 ICM2 0 BX10 0 BX11 0 BX12 0 ICM3 BX16 0 0 ICM3 0 BX10 0 BX11 0 BX12 0 ICM4 BX16 0 0 ICM4 0 BX10 0 BX11 0 BX12 0 ICMF BX16 0 0 ICMF ICOP BX32 0 0 ICOP 0 BX30 0 ICS1 BX44 0 ICS1 0 ICS2 BX44 0 ICS2 0 ICS3 BX44 0 ICS3 0 ICZF BX16 0 ICZF 0

IFR1 BIF0 0 IFR1 0

IFR3 BIF0 0 IFR3 0

IFS1 BICH 0 IFS1 0

IP1C BIP0 1 BXPA 0 IP1C 0 BX20 0 BX21 0 BX22 0

IPI0 0 BX21 0 BX22 0

IPI1 BIP0 1 BXPA 0 IPI1 0 BX20 0 BX21 0 BX22 0

IPI2 BIP0 1 BXPA 0 IPI2 0 BX20 0 BX21 0 BX22 0

IPI3 BIP0 1 BXPA 0 IPI3 0 BX20 0 BX21 0 BX22 0

IPI4 BIP0 1 BXPA 0 IPI4 0 BX21 0 BX22 0

ISS2 BIS0 1 ISS2 0 BX50 0

ISS3 BIS0 1 ISS3 0 BX50 0

ICOF BCO1 1 BCOP 0 ICOF 0 BX70 0 BX71 0 0

ICON BCO1 1 BCOP 0 ICON 0 BX70 0 BX71 0 0

ICOW BW22 1 0 ICOW 0 BXWT 0 0 0 BW21

ICSW BW32 1 0 ICSW 0 BXWT 0 0 0 BW31

IGEW BW02 1 0 IGEW 0 BXWT 0 0 0 BW01

IIRW BW42 1 0 IIRW 0 BXWT 0 0 0 BW41

IPIS BPI1 1 BPIP 0 IPIS 0 BX80 0 BX81 0 0

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Localização Brasil

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SAP LA Solution Center Date Junho/2007 Page 29

TxTy Tax

Rate Map Pauta Rate Map Tax Amount Map Tax Base Map Ex. Base Map Other Base Map WHT Code IPSW BW12 1 0 IPSW 0 BXWT 0 0 0 BW11

ISSA BIS1 1 0 ISSA 0 BX60 0 BX61 0 0

ISSB BIS1 1 0 ISSB 0 BX64 0 BX65 0 0

ISSE BISA 1 0 ISSE 0 BX6A 0 BX6B 0 0

ISSF BISA 1 0 ISSF 0 BX6E 0 BX6F 0 0

2.5. Tipos de item da Nota Fiscal

Field Description User action and values Note

ITMTYP

Nota Fiscal Record

Type

Use the entry with Key “3”

DEFAULTTYP

Default Item Type

for Nota Fiscal

Activate Flag

ICMSSTAT

ICMS Statistic Flag

for Nota Fiscal Tax

Leave in blank

IPISTAT

IPI Statistic Flag for

Nota Fiscal Tax I

Leave in blank

CHECKGRGI

Check Goods

Issue/Goods

Receipt

Leave in blank

UNIQUEIV

Unique Item Types

for All Nota Fiscal

It

Leave in blank

NOREFIV

Perform Reference

Check for Unique

Items

Leave in blank

IGNOREIM

Ignore Reference in

Inventory

Management

Leave in blank

CHECKDIR

Check Reference

Based on Direction

Leave in blank

UNIQUEIM

Unique Item for

Inventory

Management

Leave in blank

REFMD

Reference Material

Document Required

Leave in blank

OBSERVAT

Check for

(30)

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SAP LA Solution Center Date Junho/2007 Page 30

Field Description User action and values Note

EXCOTHBASICMS ICMS Base Stored

in Excluded or

Other Base

Leave in blank

EXCOTHBASIPI

IPI Base Stored in

Excluded or Other

Base

Leave in blank

OTHBAS

ICMS Base Stored

in Excluded or

Other Base

Leave in blank

IGNORETOTAL

Ignore Total

Leave in blank

SKIP

Skip Item

Leave in blank

REDMWSKZ

Redetermination of

Tax Code in SD

Leave in blank

MAINITEM1

Nota Fiscal Record

Type

Leave in blank

MAINITEM2

Nota Fiscal Record

Type

Leave in blank

MAINITEM3

Nota Fiscal Record

Type

Leave in blank

MAINITEM4

Nota Fiscal Record

Type

Leave in blank

MAINITEM5

Nota Fiscal Record

Type

Leave in blank

MAINITEM6

Nota Fiscal Record

Type

Leave in blank

MAINITEM7

Nota Fiscal Record

Type

Leave in blank

MAINITEM8

Nota Fiscal Record

Type

Leave in blank

MAINITEM9

Nota Fiscal Record

Type

Leave in blank

MAINITEM10

Nota Fiscal Record

Type

Leave in blank

TRANSFER

Item Type for

Transfers

Leave in blank

TRDPARTY

Third-Party

Shipment Item from

Supplier

Leave in blank

TEXTMOD1

Number of the

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SAP LA Solution Center Date Junho/2007 Page 31

Field Description User action and values Note

TEXTMOD2

Number of the

Report Text

Leave in blank

CLEARREF1

Clear Reference in

Modelos 1 and 2

Leave in blank

CLEARREF2

Clear Reference in

Modelos 1 and 2

Leave in blank

2.6. Categoria de Item

Item category in purchasing document

Text for item category Nota Fiscal Item Type

0 Standard 1 Normal item

1 Limit

2 Consignment 51 Consignment invoice item

3 Subcontracting 31 Subcontracting invoice item

4 Material unknown

5 Third-party 62 Third party invoice item from supplier

6 Text

7 Stock transfer 2 Transfer shipment item

8 Material group 1 Normal item

9 Service

3. Dados Mestres

3.1. Mestre de Materiais

Há campos específicos para atender à legislação fiscal brasileira.

Visão Comércio Exterior:

campo “Código de controle”: é onde se cadastra o NCM do material. O código NCM está ligado a uma alíquota de IPI ou à não incidência deste imposto. Esta tabela foi atualizada em Janeiro de 2007. Cada empresa deverá se atentar para as atulizações dos códigos e alíquotas à partir dessa data.

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Campo “Material: categoria CFOP”: a categoria CFOP é uma das variáveis para a determinação do CFOP de uma operação de entrada ou saída de mercadorias.

Visão Contabilidade 2:

Campo “Utiliz. Material”: refere-se ao destino do material. É utilizado para a determinação do CFOP. A utilização pode ser:

0 Revenda

1 Continuação do processamento 2 Consumo

3 Imobilizado

Campo “Origem de Material”: define se o material é nacional ou importado. É utilizado também para a determinação do CFOP. As origens podem ser: 1 Estrangeiro - import.direta

2 Estrang.- aquis.merc.interno 0 Nacional

Campo “Produção interna”: tem um flag caso seja um material produzido internamente. É uma das variáveis para a determinação do CFOP de saída.

3.2. Cadastro de Fornecedores

Visão Controle

O cadastro dos fornecedores nacionais devem conter seu código de identificação de acordo com sua naturaza. Se for um fornecedor nacional pessoa jurídica o respectivo CNPJ deve estar cadastrado na visão de Controle no campo N° ID Fiscal 1; a Inscrição Estadual será preenchida no N° ID Fiscal 3. Se for um fornecedor pessoa física, seu CPF será cadastrado no campo N° ID Fiscal 2.

Visão Imposto Retido na Fonte

Nesta visão são cadastrados os códigos de impostos retidos na fonte. Cat. IRF Cód. IRF

CP CP

IS R5

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PP PP

RP RP

SP SP

4. Impostos

4.1. Esquema de Cálculo

O esquema de cálculo utilizado para o Brasil é o TAXBRA, que utiliza técnica baseada em condições.

4.2. Códigos de impostos

O SAP R/3 oferece uma série de códigos de impostos. No entanto, é possível criar novos códigos de impostos com cópia dos códigos standard e realizando as devidas alterações. É possível também inserir linhas no esquema de cálculo TAXBRA para permitir a criação de novos códigos de impostos.

Os códigos de impostos existentes no R/3 são:

A1 Saída Industr: ICMS A3 Saída Industr: ICMS + IPI

C0 Consumo: Sem impostos

C1 Consumo: ICMS + CompICMS

C2 Consumo: ICMS+CompICMS+S.T.

C3 Consumo: ICMS + CompICMS + IPI

C4 Consumo: ICMS+IPI+CompICMS+ST

C5 Consumo: IPI

I0 Industrialização: Sem Impostos I1 Industrialização: Só ICMS I2 Industrialização: ICMS + S.T. I3 Industrialização: ICMS + IPI I4 Industrialização: ICMS + IPI + S.T.

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Localização Brasil

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I5 Industrialização: IPI

I6 Industrialização: ICMS + IPI: Revenda I7 Industrialização: ICMS + S.T.+ IPI: Revenda

I9 In. ISS

S0 SD: Sem Imposto SD SD: ICMS/IPI/Sub.Trib. SE Saída SD: Sem impostos

SI SD: ISS

SZ SD: ICMS Zona Franca

Y1 Industrialização: ICMS-PIS/COFINS dedutível Y3 Industrialização: ICMS/IPI/PIS/COFINS dedutível Z1 Industrialização: ICMS-PIS/COFINS não dedutível Z3 Industrialização: ICMS/IPI/PIS/COFINS dedutível

4.3. NCM

Os códigos NCM estão carregados no sistema de acordo com uma data de validade. Sempre que surgirem novos códigos é necesario cadastrá-los no sistema. Todos os materiais devem estar atribuídos a um código NCM. Este código é utilizado para a determinação da alíquota de IPI (ou à sua não incidência). Há uma segunda tabela que relaciona os códigos NCM às respectivas alíquotas e suas datas de validade.

4.4. Alíquotas

O sistema SAP R/3 possui tabelas para a determinação dos seguintes impostos: - ICMS: com base em origem e destino

- IPI: com base no código NCM

- PIS: é possível configurar as seleções através da tabela dinâmica - COFINS: ídem

(35)

Localização Brasil

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Todos as alíquotas de impostos possuem data de validade.

Tax Valid from Tax Rate

ICMS 01.01.1995 12,00

IPI 01.01.1995 10,00

ISS 01.01.1995 5,00

5. CFOP

Os códigos CFOP estão definidos no sistema e há duas tabelas para a definição automática destes códigos nas notas fiscais: uma determina os CFOPs de entrada e outra os CFOPs de saída, de acordo com variáveis, tais como:

- direção do movimento: entrada ou saída

- categoría de destino: operação intraestadual, interestadual ou internacional

- categoría CFOP de material: o Standard contém apenas uma, mas é possível criar outras categorías e atribuí-las aos materiais caso alguns produtos tenham CFOPs diferentes da mayoría

- tipo de item: operação normal, transferencia, subcontratação, operação triangular, etc.

- se há substituição tributária ou não

- utilização do material: venda, industrialização, consumo ou ativo

- tipo do local de negócio: indústria, eletricidade, comunicação, transportes, prestação de serviços, indústria de bens de consumo ou retail.

Se nem todos os CFOPs estiverem configurados de acordo com a necessidade da empresa, é possível configurar novas combinações de acordo com as regras acima.

5.1. Versão de CFOP

Version of CFOP

Description CFOP Version Automatic CFOP Redetermination CFOP Length CFOP Extension Length CFOP Text ID

01 VERSAO 1 (ANTES SINIEF 07/01)

3 0 01 02 VERSAO 2 (SINIEF 07/01) X 4 0 AA

(36)

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Field Description User action and values Note

DIRECT Direction of the movement Defined from the Direction of Nota Fiscal Type DSTCAT Destination category Defined from match of Plant and Business

Partner Fiscal Region

INDUS3 Material CFOP category Form Material Master

ITMTYP Nota Fiscal Record Type From Transaction Information SPCSTO Nota Fiscal Special Case for CFOP

Determination

From Transaction Information

MATUSE Usage of the material From Material Master

INDUS2 Branch CFOP category From Plant or Customer

VERSION CFOP Version Number From Activation Data

CFOP CFOP code and extension CFOP Code

CFOTXT CFOP description Description, read only.

5.3. Definição CFOP para saídas de mercadorias e devoluções (versionada)

Field Description User action and values Note

DIRECT Direction of the

movement Defined Direction of Nota Fiscal from the

Type DSTCAT

Destination category

Defined from match of Plant and Business Partner Fiscal Region

INDUS3 Material CFOP

category Form Material Master

ITMTYP Nota Fiscal Record

Type

From Transaction

Information

SPCSTO Nota Fiscal Special

Case for CFOP Determination

From Transaction

Information

OWNPRO Own Production From Material Master

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Localização Brasil

Baseline V1.600

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SAP LA Solution Center Date Junho/2007 Page 37

Field Description User action and values Note

INDUS2 Branch CFOP

category From Plant or Customer

VERSION CFOP Version

Number From Activation Data

CFOP CFOP code and

extension CFOP Code

CFOTXT CFOP description Description, read only.

6. Tipos de movimento

Há tipo de movimento específicos para o Brasil. Tais movimentos geram a contabilização de impostos e a geração de notas fiscais. Todos os movimentos que se iniciam com “8” são específicos do Brasil: 801 EM c/fat.antec.+imp. 802 EEM c/fat.ant.+imp 803 EM fat.an.ICMS/IPI 804 EEM fat.an.ICMS/IPI 805 EM ft.ant.EsBlo.imp 806 EEM FatAnEsBlo.c/imp 811 EM EntrDir.c/imposto 812 EEM EntrDir.c/imp 815 EM EsBloEntrDi.c/im 816 EEM EsBloEntDi.c/imp 821 EM EsForn.aval.c/imp 822 EEM EsFornAval.c/imp 825 EM EsBlEsForAv.c/imp 826 EEM EsBlEsForAvc/imp 833 Transf.SM c/impost 834 ETransf.SM c/impost 835 Transf.EM c/impost 836 ETransf.EM c/impost 837 BR: Retorno com NF 838 BR: estorn.837

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Localização Brasil

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841 EMEqRT 842 EEMEqRT

843 EM EqRT c/impost 844 EEM EqRT c/impost 861 EM TF SD/MM 862 SM TF SD/MM

863 DM TF SD/MM devolução 864 EM TF SD/MM devolução 888 Entrada sem pedido 889 DM entrada s/pedido

Referências

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