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CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VERDE. Proposta de Alteração ao Regulamento do Plano Diretor Municipal

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CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VERDE

Proposta de Alteração ao Regulamento do Plano Diretor Municipal

1

As alterações ao Regulamento do Plano Diretor Municipal

de Vila Verde (PDMVV) integram os artigos 34.º, 35.º, 37.º,

38.º, 44.º, 61.º, 63.º, 65.º, 67.º, 71.º, 73.º, 75.º, 79.º, 81.º a 83.º,

85.º, 96.º, 98.º, 103.º e 104.º, as quais correspondem aos

ajustamentos seguintes:

Art.º 34º - alterar a alínea e)

Onde se lê:

e) Altura da fachada de 7 m e dois pisos acima do solo. Deve ler-se:

e) Dois pisos acima do solo. Justificação:

Considera-se suficiente a caracterização limitada pelos parâmetros, uma vez que a imposição de uma altura é excessiva e por vezes redutora na análise da proposta, atendendo às características do terreno.

Art.º 35º - alterar as alíneas a) e b), e aditar a alínea c)

Onde se lê:

a) Área de edificação de 750 m2 salvo nas exceções tecnicamente justificáveis na legislação aplicável;

b)

Altura da edificação de 7 m, com exceção de silos, depósitos de água ou instalações

especiais devidamente justificadas. Deve ler-se:

a) Área de edificação de 750 m2; b) Altura da edificação de 7 m;

c) Os parâmetros estabelecidos nas alíneas anteriores podem ser excedidos em casos de comprovada necessidade funcional e operativa das atividades instaladas, ou a instalar, desde que tecnicamente justificada e autorizada pela Câmara Municipal

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Proposta de Alteração ao Regulamento do Plano Diretor Municipal

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atentas as condições de compatibilidade estabelecidas no artigo 20.º, do presente Regulamento.

Justificação:

Considera-se fundamental contemplar divergências e necessidades de dimensionamento especial que algumas atividades possam exigir, e que não se enquadrem nos parâmetros estabelecidos nas alíneas a) e b).

Art.ºs 37º - aditar novas alíneas c)

Aditar novas alíneas:

c) Os parâmetros estabelecidos nas alíneas anteriores podem ser excedidos em casos de comprovada necessidade funcional e operativa das atividades instaladas, ou a instalar, desde que tecnicamente justificada e autorizada pela Câmara Municipal, atentas as condições de compatibilidade estabelecidas no artigo 20.º, do presente Regulamento.

Justificação:

Considera-se fundamental contemplar divergências e necessidades de dimensionamento especial que algumas atividades industriais e extrativas possam exigir, e que não se enquadrem nos parâmetros estabelecidos nas alíneas a) e b).

Art.º 38º - aditar novas alíneas c)

Aditar novas alíneas:

c) Os parâmetros estabelecidos nas alíneas anteriores podem ser excedidos em casos de comprovada necessidade funcional e operativa das atividades instaladas, ou a instalar, desde que tecnicamente justificada e autorizada pela Câmara Municipal, atentas as condições de compatibilidade estabelecidas no artigo 20.º, do presente Regulamento.

Justificação:

Considera-se fundamental contemplar divergências e necessidades de dimensionamento especial que algumas atividades enquadradas em outros usos possam exigir, e que não se enquadrem nos parâmetros estabelecidos nas alíneas a) e b).

Art.º 44º - alterar o nº 1

Onde se lê:

1.

Nos Espaços Agrícolas de Conservação, e sem prejuízo de legislação específica em vigor e das ações interditas neste Regulamento, são permitidas as operações

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urbanísticas e a edificabilidade de acordo com as disposições comuns aplicáveis ao solo rural, estabelecidas no Capítulo II.

Deve ler-se:

1. Nos Espaços Agrícolas de Conservação, e sem prejuízo de legislação específica em vigor e das ações interditas neste Regulamento, são permitidas as operações urbanísticas e a edificabilidade de acordo com as disposições comuns aplicáveis ao solo rural, estabelecidas no Capítulo II, do Título V.

Justificação:

Falta a localização do Título do capítulo referenciado procedendo-se, assim, à retificação do erro material.

Art.ºs 61 e 63º - supressão da alínea e)

Justificação:

Considera-se suficiente a caracterização limitada pelos restantes parâmetros, atento, também, o disposto no n.º 2, destes artigos, pelo que, neste contexto, a definição da altura é excessiva e eventualmente redutora.

Art.º 65º - alterar a subalínea v) do n.º 2

Onde se lê:

v) A altura máxima da edificação é de 8,0m, exceto no caso de instalações desportivas que exijam pé-direito superior.

Deve ler-se:

v) A altura máxima da edificação é de 8,0m, podendo ser excedida em casos de comprovada necessidade funcional e operativa das atividades a instalar, desde que devida e tecnicamente justificada e autorizada pela Câmara Municipal.

Justificação:

O regime de exceção deve ser mais abrangente e não limitar-se, apenas, às instalações desportivas.

Art.º 67º - alterar as alíneas b) e c) e aditar nova alínea d)

Onde se lê:

b) A altura máxima da edificação é de 10 metros, excluindo Instalações técnicas devidamente justificadas, inerentes ao funcionamento dos estabelecimentos;

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c)

Os afastamentos mínimos da construção aos limites da parcela devem observar um

recuo mínimo de 10 metros. Deve ler-se:

b) A altura máxima da edificação é de 10 metros;

c) A construção deve observar um recuo mínimo de 10 metros face ao eixo da via e salvaguardar uma distância mínima entre fachadas e as estremas laterais não

confinantes com o espaço público no mínimo igual a metade da altura da edificação, sem prejuízo do disposto na legislação em vigor;

d) Os parâmetros estabelecidos nas alíneas anteriores, sem prejuízo do disposto na

legislação em vigor, podem ser excedidos em casos de comprovada necessidade

funcional e operativa das atividades instaladas, ou a instalar, desde que devida e tecnicamente justificada e autorizada pela Câmara Municipal atentas as condições de compatibilidade estabelecidas no artigo 20.º, do presente Regulamento.

Justificação:

A imposição de uma área de implantação máxima e de uma altura limite pode ser redutora em determinadas atividades que exijam outros dimensionamentos por razões operacionais, pelo que se considera fundamental contemplar e excecionar essa possibilidade.

Em relação aos afastamentos a cumprir, sem por em causa a necessidade de estabelecer critérios, julga-se que o estabelecimento da presente norma será suficiente para salvaguarda dos interesses em causa. Esta possibilidade, admitida como regra geral, terá sempre de ser justificada por razões operativas e avaliadas as questões ambientais.

Art.º 71º - supressão da alínea e), dos n.ºs 1,2,3,4 e 5, e da alínea c) do n.º 6

Justificação:

Considera-se suficiente a caracterização limitada pelos parâmetros, uma vez que a imposição de uma altura é excessiva e por vezes redutora na análise da proposta, atendendo às características do terreno, bastando a verificação do número máximo de pisos, conjugada com os restantes parâmetros, para o efeito pretendido.

Art.º 73º - supressão da alínea e)

Justificação:

A imposição de uma altura é redutora e excessiva, bastando a verificação do número máximo de pisos, conjugada com os restantes parâmetros, para o efeito pretendido.

Art.º 75º - alterar as alíneas a) e b), do n.º 1, supressão da alínea c), do n.º 1, alterar o n.º 2 e aditar o n.º 3

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Onde se lê:

1.As intervenções urbanísticas devem cumprir os seguintes requisitos: a) O Índice máximo de utilização do solo é de 0,50;

b) O Índice máximo de impermeabilização do solo é de 0,70; c) A Altura máxima da edificação é de 9 metros;

2.O afastamento mínimo a observar pelas novas construções aos respetivos limites fundiários, do lote ou parcela, é de 10 metros, com exceção de anexos, portarias e instalações técnicas ou de outra natureza, cuja justificação seja aceite pela Câmara Municipal.

Deve ler-se:

1.As intervenções urbanísticas devem cumprir os seguintes requisitos: a) O Índice máximo de ocupação do solo é de 0,75;

b) O Índice máximo de utilização do solo é de 1,20;

2. Em edifícios isolados a distância mínima entre fachadas e as estremas laterais não confinantes com o espaço público deve ser, no mínimo, igual a metade da altura da edificação, devendo a construção observar um recuo mínimo de 10 metros face ao eixo da via, sem prejuízo do disposto na legislação em vigor.

3. No caso de edifícios geminados ou em banda, integrados em soluções de conjunto, admite-se o encosto entre eles devendo, no entanto, nos topos laterais, nos posteriores e nos frontais do conjunto, garantir os afastamentos estabelecidos no número anterior, sem prejuízo do disposto na legislação em vigor.

Justificação:

Os requisitos estabelecidos na atual norma apresentam-se fortemente restritivos e condicionadores das atividades económicas que se pretende incrementar. Em relação aos afastamentos a cumprir, sem por em causa a necessidade de estabelecer critérios, julga-se que a criação da presente norma será suficiente para salvaguarda dos interesses em causa. Por outro lado, a aplicação do índice máximo de impermeabilização do solo torna difícil a sua verificação, não constituindo o melhor indicador para avaliar as propostas de ocupação apresentadas.

Art.º 79º - alterar as alíneas iii) e iv), do n.º 2, supressão das suas alíneas i), ii) e v), e aditar o nº 3

Onde se lê:

2. As operações urbanísticas previstas no artigo anterior, quando se trate de equipamentos novos, estão sujeitas às seguintes regras:

i. O número máximo de pisos admitidos acima da cota de soleira é de 2 (rés-do-chão + 1 piso);

ii. O número máximo de pisos admitidos abaixo da cota de soleira é de 1; iii. O Índice máximo de ocupação do solo é de 0,6;

iv. O índice máximo de utilização do solo é de 1,3;

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Deve ler-se:

2. As operações urbanísticas previstas no artigo anterior, quando se trate de equipamentos novos, estão sujeitas às seguintes regras:

i. ii.

iii. O Índice máximo de ocupação do solo é de 0,6; iv. O índice máximo de utilização do solo é de 1,3; v.

3. Em regime de exceção ao disposto no número 2, admite-se a possibilidade de isenção de cumprimento dos parâmetros estabelecidos, desde que aceites pela Câmara Municipal, nos casos em que as necessidades funcionais o exijam e seja acautelada uma adequada integração na envolvente arquitetónica e natural.

Justificação:

A imposição de número de pisos e de uma altura limite pode ser redutora em alguns equipamentos que exijam outros dimensionamentos, por razões funcionais e regulamentares (ex. equipamentos desportivos, hospitalares, religiosos,…), pelo que se considera fundamental contemplar e excecionar essa possibilidade, sujeita a avaliação valorativa.

Art.º 81º - alterar o n.º 2

Onde se lê:

2. As regras e condições de ocupação do solo urbanizável, quando enquadradas por Unidades Operativas de Planeamento e Gestão, enquanto as mesmas não estiverem eficazes, são as definidas nos conteúdos programáticos definidos no anexo I deste regulamento admitindo-se, sem prejuízo do cumprimento desses conteúdos, ações de loteamento e operações urbanísticas avulsas nos termos do número anterior e, nos restantes casos, aplicar-se-á o previsto para a mesma categoria de espaço em solo urbanizado.

Deve ler-se:

2. As regras e condições de ocupação do solo urbanizável, quando enquadradas por Unidades Operativas de Planeamento e Gestão, enquanto as mesmas não forem eficazes, são as previstas nos conteúdos programáticos definidos no anexo I deste Regulamento, podendo ser permitidas, sem prejuízo do cumprimento desses conteúdos, operações de loteamento, ou outras operações urbanísticas nos termos do número anterior e, nos restantes casos, aplicar-se-á as seguintes regras de acordo com cada categoria de:

I - Espaços Centrais:

a) As regras aplicáveis em termos de edificabilidade aos Espaços Centrais – Tipo EC2 são as seguintes:

i) O número máximo de pisos admitidos acima da cota de soleira é de 2

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ii) O número máximo de pisos admitidos abaixo da cota de soleira é de 1;

iii) O Índice máximo de ocupação do solo é de 0,6; iv) O índice máximo de utilização do solo é de 1,3; v) A altura máxima da edificação de é 8,0m.

b) As regras aplicáveis em termos de edificabilidade aos Espaços Centrais – Tipo EC3 são as seguintes:

i) O número máximo de pisos admitidos acima da cota de soleira é de 3

(rés-do-chão + 2 pisos);

ii) O número máximo de pisos admitidos abaixo da cota de soleira é de 1; iii) O Índice máximo de ocupação do solo é de 0,6;

iv) O índice máximo de utilização do solo é de 1,9; v) A altura máxima da edificação é de 10,60m.

c) As regras aplicáveis em termos de edificabilidade aos Espaços Centrais – Tipo EC4 são as seguintes:

i) O número máximo de pisos admitidos acima da cota de soleira é de 4

(rés-do-chão + 3 pisos);

ii) O número máximo de pisos admitidos abaixo da cota de soleira é de 2; iii) O Índice máximo de ocupação do solo é de 0,6;

iv) O índice máximo de utilização do solo é de 2,5; v) A altura máxima da edificação de é 14,2m.

d) As regras aplicáveis em termos de edificabilidade aos Espaços Centrais – Tipo EC5 são as seguintes:

i) O número máximo de pisos admitidos acima da cota de soleira é de 5 (rés-do-chão + 4 pisos);

ii) O número máximo de pisos admitidos abaixo da cota de soleira é de 2;

iii) O Índice máximo de ocupação do solo é de 0,6;

iv) O índice máximo de utilização do solo é de 3,1;

v) A altura máxima da edificação de é 17,5m.

e) Nos casos em que a morfologia edificada coalescente ou adjacente o determine, em termos de manutenção de alinhamentos, ou de colmatação de empenas e muros existentes, concomitantemente com as ações isentas de licença no âmbito do RJUE (Regime Jurídico da Urbanização e Edificação), a Câmara Municipal pode autorizar que os parâmetros estabelecidos para os Espaços Centrais, do Tipo EC 2, 3, 4 e 5, sejam excedidos, por razões devidamente fundamentadas, sem prejuízo do cumprimento do número de pisos estabelecido.

f) É permitida a criação e ampliação de armazéns, de espaços comerciais de dimensão relevante, e de indústrias, desde que não se perspetivem ou criem situações de incompatibilidade urbana nomeadamente em termos de estacionamento, de circulação e de ruído, e respeitem os parâmetros e as regras de edificabilidade estabelecidas para cada tipo de Espaço.

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As regras aplicáveis em termos de edificabilidade aos Espaços Residenciais são as seguintes:

a) O número máximo de pisos admitidos acima da cota de soleira é de 2

(rés-do-chão + 1 piso);

b) O número máximo de pisos admitidos abaixo da cota de soleira é de 1; c) O Índice máximo de ocupação do solo é de 0,6;

d) O índice máximo de utilização do solo é de 1,2; e) A altura máxima da edificação é de 8,0m. III - Espaços de Atividades Económicas:

a) As intervenções urbanísticas devem cumprir os seguintes requisitos: i)O Índice máximo de utilização do solo é de 0,50;

ii)O Índice máximo de impermeabilização do solo é de 0,70; iii) A Altura máxima da edificação é de 9 metros;

b) O afastamento mínimo a observar pelas novas construções aos respetivos limites fundiários, do lote ou parcela, é de 10 metros, com exceção de anexos, portarias e instalações técnicas, ou de outra natureza, cuja justificação seja autorizada pela Câmara Municipal.

IV - Espaços de Uso Especial

a) As operações urbanísticas previstas no artigo 78º, quando se trate de equipamentos existentes que mantenham ou estabeleçam uso para equipamento coletivo, estão dispensadas do cumprimento de parâmetros de edificação, devendo ser desenvolvidos tendo em atenção as condições morfológicas, topográficas e ambientais que caracterizam a envolvente.

b) As operações urbanísticas previstas no artigo 78º, quando se trate de equipamentos novos, estão sujeitas às seguintes regras:

i) O número máximo de pisos admitidos acima da cota de soleira é de 2

(rés-do-chão + 1 piso);

ii) O número máximo de pisos admitidos abaixo da cota de soleira é de 1; iii) O Índice máximo de ocupação do solo é de 0,6;

iv) O índice máximo de utilização do solo é de 1,3; v) A altura máxima da edificação é de 8,0m.

Justificação:

A nova redação proposta visa manter o conjunto de regras existentes para o solo qualificado como urbanizável. Desta forma, não são alteradas as regras contidas no Regulamento atual para o solo urbanizável, garantindo-se a desnecessidade de proceder a outros ajustamentos nesta proposta de alteração do regulamento do PDM.

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Art.º 82º - alterar o n.º 1

Onde se lê:

1. As operações de loteamento e de impacte urbanístico relevante terão de dispor, dentro do seu perímetro, de áreas destinadas ao estacionamento de veículos, designadamente, automóveis, para uso privado, devendo ainda garantir, nas condições definidas no presente regulamento, a criação de áreas para estacionamento de uso público.

Deve ler-se:

1. O presente capítulo aplica-se, apenas, às operações de loteamento, operações urbanísticas de impacte semelhante a uma operação de loteamento e de impacte

urbanístico relevante que terão de dispor, dentro do seu perímetro, de áreas

destinadas ao estacionamento de veículos, designadamente, automóveis, para uso privado, devendo garantir, ainda, nas condições definidas no presente Regulamento, a criação de áreas para estacionamento de uso público.

Justificação:

A nova redação proposta especifica as operações urbanísticas às quais é aplicável o conteúdo do Capítulo I, do Título VII, do Regulamento, deixando de fora outras operações urbanísticas cuja regulamentação deve estar inserida no Regulamento Municipal de Urbanização e de Edificação.

Artigo 83º - alterar os parâmetros de dimensionamento do estacionamento, determinados em função do tipo de ocupação, constantes do Quadro 1, o n.º 4, e aditar o n.º 5

Onde se lê:

QUADRO 1

Parâmetros de dimensionamento do estacionamento

Tipo de ocupação Estacionamento

Habitação unifamiliar 1 lugar por fogo com área coberta igual ou inferior a 120m2;

2 lugares por fogo com área coberta entre 120 m2 e 300m2;

3 lugares por fogo com área coberta superior a 300m2;

O número total de lugares resultante da aplicação dos critérios anteriores é acrescido de 20% para estacionamento público no âmbito de operações de loteamento urbano e em operações de impacte urbanístico relevante.

(…) (…)

Equipamentos coletivos e

infraestruturas especiais … Para as salas de espetáculo, de eventos, estabelecimentos de restauração e bebidas com área coberta inferior a 150m², e outros equipamentos ou espaços de utilização coletiva, o número a realizar de lugares de estacionamento no interior da parcela é de 1 lugar por cada 15 m² de área coberta para veículos ligeiros, acrescido de 1 lugar por cada 500m2 área coberta, para veículos

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pesados de passageiros. …

4. Quando a área bruta de construção for superior a 2500m2 para comércio e 1000m2

para indústria, armazéns e oficinas, é obrigatória a apresentação de um estudo que contenha elementos que permitam avaliar designadamente:

(…) Deve ler-se:

QUADRO 1

Parâmetros de dimensionamento do estacionamento

Tipo de ocupação Estacionamento

Habitação unifamiliar… 1 lugar por fogo com área coberta igual ou inferior a 120m2;

2 lugares por fogo com área coberta entre 120 m2 e 300m2;

3 lugares por fogo com área coberta superior a 300m2;

O número total de lugares resultante da aplicação dos critérios anteriores é acrescido de 20% para estacionamento público.

(…) (…)

Equipamentos coletivos e

infraestruturas especiais (…) Para as salas de espetáculo, de eventos e outros equipamentos ou espaços de utilização coletiva, o número a realizar de lugares de estacionamento no interior da parcela é de 1 lugar por cada 15 m² de área coberta para veículos ligeiros, acrescido de 1 lugar por cada 500m2 área coberta, para veículos pesados de passageiros.

(…)

4. Quando a área bruta de construção for superior a 2500m2 para comércio e 5000m2

para indústria, armazéns e oficinas, é obrigatória a apresentação de um estudo que contenha elementos que permitam avaliar designadamente:

(…)

5. O disposto no número anterior pode aplicar-se a áreas brutas de construção inferiores quando a natureza das atividades a instalar e/ou por razões de ordem técnica e urbanística tal seja considerado fundamental pelos serviços municipais. Justificação:

Elimina-se a especificação da aplicação referente ao dimensionamento do estacionamento público na tabela, por ser manifestamente redundante face à redação proposta para o n.º 1, do artigo 82.º. Por outro lado, verifica-se que a aplicação do parâmetro de dimensionamento do estacionamento para estabelecimentos de restauração e bebidas, com área coberta inferior a 150m², resultam numa restrição superior à aplicação direta a novas situações, uma vez que a aplicação resulta da tipologia serviços e não esta.

A área bruta de construção referente à indústria, armazéns e oficinas de apenas 1000m2 é relativamente reduzida e facilmente atingível, pelo que a redação da presente norma apresenta-se demasiado exigente e pode constituir um obstáculo burocrático e técnico excessivo que, manifestamente, pode ser um fator de constrangimento para eventuais investimentos, contrariando um dos principais objetivos estratégicos do Plano, o qual tem como

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um dos objetivos principais a promoção dos setores produtivos, com especial enfoque na criação de novos parques empresariais e no reforço dos existentes.

A criação do n.º 5 permite à Câmara Municipal avaliar, em cada caso, os impactes que a instalação destes empreendimentos têm no território, bem como nas condições de circulação e mobilidade de pessoas e de veículos, pelo que se considera fundamental contemplar e excecionar essa possibilidade, sujeita a avaliação valorativa.

Artigo 85º - alterar o nº 1 e o Quadro 3

Onde se lê:

1- Exceto se a área já se encontrar dotada de equipamentos e espaços verdes de utilização coletiva, ou se localizar em áreas consolidadas, caso em que o promotor fica obrigado ao pagamento de uma compensação ao município de acordo com regulamento municipal de urbanização e edificação, os projetos de loteamento operações de impacte relevante devem prever áreas destinadas àqueles fins, dimensionadas de acordo com os parâmetros constantes nos quadros seguintes.

Deve ler-se:

1- Exceto se a área já se encontrar dotada de equipamentos e espaços verdes de utilização coletiva, ou se localizar em áreas consolidadas, caso em que o promotor fica obrigado ao pagamento de uma compensação ao município de acordo com regulamento municipal de urbanização e edificação, os projetos de loteamento, operações urbanísticas de impacte semelhante a uma operação de loteamento e

operações de impacte relevante devem prever áreas destinadas àqueles fins, dimensionadas de acordo com os parâmetros constantes nos quadros seguintes.

Onde se lê:

QUADRO 3

Parâmetros de dimensionamento mínimo de Infraestruturas - Arruamentos

Tipo de ocupação Infraestruturas - Arruamentos Habitação, Comércio e

Serviços Perfil Tipo Faixa de Rodagem = 7,00m ≥ 12m Passeios = 2,5m (x2) Estacionamento = [(2,5m) (x 2)] (opcional) Indústria, Armazenagem e Logística Perfil Tipo ≥ 13m Faixa de Rodagem = 9,00m Passeios = 2m (x2) Estacionamento = [(2,5m) (x 2)] (opcional) Deve ler-se: QUADRO 3

Parâmetros de dimensionamento mínimo de Infraestruturas - Arruamentos

Tipo de ocupação Infraestruturas - Arruamentos Habitação (área de construção Perfil Tipo ≥ 9,7 m

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para habitação≥ a 80% área

de construção) Faixa de Rodagem = 6,5 m Passeios = 1,6 m (x2)

Estacionamento = [(2,5 m) (x 2)] (opcional) Habitação (área de construção

para habitação < a 80% área de construção), Comércio e Serviços Perfil Tipo ≥ 12,0 m Faixa de Rodagem = 7,00 m Passeios = 2,5 m (x2) Estacionamento = [(2,5 m) (x 2)] (opcional) Indústria, Armazenagem e

Logística……… Perfil Tipo Faixa de Rodagem = 9,00m ≥ 12,2 m Passeios = 1,6 m (x2)

Estacionamento = [(2,5 m) (x 2)] (opcional) Justificação:

Os parâmetros de dimensionamento para os arruamentos apresentam-se excessivos face à realidade do concelho. Com efeito, a maior parte das operações de loteamento destinadas a fins habitacionais são de pequena dimensão e, por isso, sem impactos na circulação de pessoas e de viaturas que justifiquem infraestruturas com as dimensões que constam do atual Regulamento. Tal facto torna as operações de urbanização excessivamente onerosas e particularmente desmobilizadoras para pequenos empreendimentos de caráter familiar ou, na conjuntura atual, de rentabilidade duvidosa. Por outro lado, no que concerne às infraestruturas para fins industriais e de armazenagem, importará não as tornar excessivas, de forma a evitar que as mesmas constituam um impedimento a futuros investimentos. Para estes dois tipos de ocupação segue-se, por isso, de perto, os parâmetros estabelecidos na Portaria n.º 216-B/2008, de 3 de março, por se apresentarem mais ajustados à realidade local.

96º - alterar o n.º 2 e aditar o nº 3

Onde se lê:

2- Excetuam-se do disposto do número anterior:

a) As situações correspondentes a áreas delimitadas na Planta de Ordenamento, como Unidades Operativas de Planeamento e Gestão, enquanto as mesmas não estiverem eficazes, a execução do Plano terá por base as regras definidas nos conteúdos programáticos definidos no anexo I deste regulamento admitindo-se, sem prejuízo do cumprimento desses conteúdos, ações de loteamento, destaque e operações urbanísticas avulsas nos termos previstos no RJUE;

b) Outras situações para as quais o município venha a condicionar o aproveitamento urbanístico através da delimitação de unidades de execução, Planos de Pormenor, Planos de Urbanização ou Programas de Ação Territorial, por se justificar que as intervenções sejam suportadas por uma solução integrada de conjunto.

Deve ler-se:

2- As situações correspondentes a áreas delimitadas na Planta de Ordenamento, como Unidades Operativas de Planeamento e Gestão, enquanto as mesmas não estiverem eficazes, a execução do Plano terá por base as regras definidas nos conteúdos

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programáticos definidos no anexo I deste regulamento admitindo-se, sem prejuízo do cumprimento desses conteúdos, ações de loteamento, destaque e operações urbanísticas avulsas nos termos previstos no RJUE;

3- Excetuam-se do disposto do número 1 deste artigo, outras situações para as quais o município venha a condicionar o aproveitamento urbanístico através da delimitação de unidades de execução, Planos de Pormenor, Planos de Urbanização ou Programas de Ação Territorial, por se justificar que as intervenções sejam suportadas por uma solução integrada de conjunto.

Justificação:

Esta alteração justifica-se plenamente uma vez que a regra definida não permitia as operações definidas no RJUE, numa área em que a ocupação está consolidada ou em consolidação, existindo já uma infraestruturação do espaço territorial, permitindo a concretização de ações de edificabilidade. Por outro lado, a não permissão desta nova regra levava ao contraditório com as definidas para o solo urbanizável que sendo espaços menos consolidados é possível a aplicação da edificabilidade nas condições do RJUE e na observância e cumprimento do definido no anexo I.

98º - alterar as alíneas a) e b), dos n.ºs 2, 3 e 4

Onde se lê:

1. Nos casos em que nos termos previstos nos artigos 96º e 97º se admita o recurso a operações urbanísticas avulsas, a área total de construção passível de ser autorizada ao promotor definida nos números seguintes, para os residenciais e de atividades económicas, corresponde a um máximo que só pode ser atingido com respeito pelas características urbanísticas da ocupação existente.

2.Nos Espaços Centrais EC2 e EC3 a área total de construção é a resultante do somatório dos valores calculados nas alíneas seguintes:

a) Aplicação do índice de utilização do solo multiplicado por 2 à faixa de terreno com a profundidade de 25 m, confinante com via pública existente e com área não superior a 1000 m2;

b) Aplicação do índice de utilização à parte restante da parcela ou prédio inserida em área residencial.

3.Nos Espaços Residenciais, a área total de construção é a resultante do somatório dos valores calculados nas alíneas seguintes:

a) Aplicação do índice de utilização do solo multiplicado por 2 à faixa de terreno com a profundidade de 25 m, confinante com via pública existente e com área não superior a 1000 m2;

b) Aplicação do índice de utilização de 0,45 à parte restante da parcela ou prédio inserida em área residencial.

4- Nos Espaços de Atividades Económicas, a área total de construção é a resultante do somatório dos valores calculados nas alíneas seguintes:

a) Aplicação do índice de utilização do solo multiplicado por 1,5 à faixa de terreno com a profundidade de 50 m, confinante com via pública existente e com área não superior a 3000 m2;

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b) Aplicação do índice de utilização de 0,60 à parte restante da parcela ou prédio

inserida em área residencial. Deve ler-se:

1. Nos casos em que nos termos previstos nos artigos 96º e 97º se admita o recurso a operações urbanísticas avulsas, a área total de construção passível de ser autorizada ao promotor definida nos números seguintes, para os Espaços Centrais EC2 e EC3, os residenciais e de atividades económicas, corresponde a um máximo que só pode ser atingido com respeito pelas características urbanísticas da

ocupação existente.

2.Nos Espaços Centrais EC2 e EC3 a área total de construção é a resultante do somatório dos valores calculados nas alíneas seguintes:

a) Aplicação do índice de utilização do solo à faixa de terreno com a profundidade de 25 m, confinante com via pública existente;

b) Aplicação do índice de utilização de 1,2 à parte restante da parcela ou prédio inserida em espaço central.

3.Nos Espaços Residenciais a área total de construção é a resultante do somatório dos valores calculados nas alíneas seguintes:

a) Aplicação do índice de utilização do solo à faixa de terreno com a profundidade de 25 m, confinante com via pública existente;

b) Aplicação do índice de utilização de 0,45 à parte restante da parcela ou prédio inserida em espaço residencial.

4- Nos Espaços de Atividades Económicas a área total de construção é a resultante do somatório dos valores calculados nas alíneas seguintes:

a) Aplicação do índice de utilização do solo à faixa de terreno com a profundidade de 50 m, confinante com via pública existente;

b) Aplicação do índice de utilização de 0,60 à parte restante, da parcela ou do prédio, inserida em espaço de atividade económica.

Justificação:

A proposta passa pela supressão da majoração que era aplicada na determinação do cálculo da área total de construção a observar nestas situações. Entendemos que esta majoração resultaria numa distorção da área de construção quando comparada com a que resultaria se a operação urbanística se inserisse em espaço central ou residencial urbanizado, possibilitando uma maior edificabilidade, da qual resultaria uma situação contrária ao que se pretendia com a aplicação desta norma.

Art.º 103º - alterar a alínea a), do n.º 2

Onde se lê:

a) Tal não afete servidões administrativas e restrições de utilidade pública; Deve ler-se:

a) Tal não afete servidões administrativas e restrições de utilidade pública, salvo se existir parecer favorável emitido pela entidade gestora;

(15)

CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VERDE

Proposta de Alteração ao Regulamento do Plano Diretor Municipal

15

Justificação:

Entende-se que nestas situações de acertos e ajustamentos possa existir essa possibilidade, desde que a entidade gestora da servidão administrativa e da restrição de utilidade pública tenha emitido parecer favorável.

Artigo 104º - alterar o n.º 1

Onde se lê:

1. Nas parcelas onde se localizem atividades ou usos não licenciados, anteriores à data da entrada em vigor da versão inicial do Plano Diretor Municipal de Vila Verde, ocorrida em setembro de 1995, podem as construções e os usos existentes à data de entrada em vigor do presente Plano que a eles estejam afetas ser objeto de legalização, sujeitas às normas constantes do presente artigo, desde que o procedimento de legalização tenha sido iniciado até ao máximo de 3 anos a partir da entrada em vigor do presente Plano.

Deve ler-se:

1.Nas parcelas onde se localizem atividades ou usos não licenciados, anteriores à data da entrada em vigor da versão inicial do Plano Diretor Municipal de Vila Verde, ocorrida em setembro de 1995, podem as construções e os usos existentes à data de entrada em vigor do presente Plano que a eles estejam afetas ser objeto de legalização, sujeitas às normas constantes do presente artigo, desde que o procedimento de legalização tenha sido iniciado até ao máximo de 6 anos a partir da entrada em vigor do presente Plano.

Justificação:

A proposta passa pelo aumento do período previsto para a legalização, permitindo-se desta forma um prazo mais alargado, tendo em consideração, principalmente, o facto de atravessarmos uma fase de fortes restrições económicas e financeiras, que podem dificultar, significativamente, a concretização dos processos de legalização, ao mesmo tempo que se acompanha o novo enquadramento da legalização das operações urbanísticas disciplinado no artigo 102.º-A do RJUE atualmente em vigor.

Referências

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