• Nenhum resultado encontrado

Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.28 número3

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.28 número3"

Copied!
7
0
0

Texto

(1)

Re v ista d a S ocie dade B ras ile ira de M e d ic in a T ropical 28(3):215- 221, jul- se t, 1995.

LA FAUNA FLEBOTOMICA (DIPTERA: PSYCHODEDAE) DE

TRES PROVÍNCIAS DE LA REGION NOR ORIENTAL DEL

MARANÓN, PERU

Abraham G. Cáceres, Eunice A. B ia n c lii Galati,

François Le P ont y César Velásquez

En lo c alid ad e s ub ic ad as e ntre los dis tritos de S an Jos é de Lourdes (0 5 °0 3 ’L o n g itud S ur), p ro v in d a de S an Ig n ac io y Lony a Grande (0 6 °0 5 3 0 " L o n g itud S ur), p ro v in d a de Utcubam ba, Re gion N or O rie tital d e l M aran ón , d o nde la bartone llos is h u m an a o V e rruga P e ru an a es e ndé m ica, se c ap turaro n 2 7 7 4 fle bótom os e ntre 1 9 8 7 y 1992; id e n tific án d o s e 13 especies; 11 corre s ponde u a l géne ro Lutzomyia, 1 a Brumptomyia y

1 a Warile ya. De las especies c apturadas , Zutzomyia s p. s im ila r a Lutzomyia se rrana y Lutzomyia maranone ns is sp. n., Galati, Cãceres & Le Pont, s on las m as ab un d an te s

(8 9 .7 4 % ), p o r lo que , se e spe cula que p ue d e it ser c ons ide radas vectores po te nc iale s de la V e rruga P e ru an a. Se re porta Lutzomyia ve rrucarum (T ow nsend, 1 9 1 3 ) p o r p rim e m

v e z p a ra la p ro v in d a de Utcubam ba.

Palabras - clav e s : P h le b o to m in ae . Pe rú. Lutzomyia, Br um ptom yia , Warile ya,

bartone llos is . V erruga P e ru an a. E nfe rm e dad de C arrión.

La ba r tone llos is h um a n a , c o no c ida c o mo Ve rruga P e r ua na o Enfe r me da d de Ca r r ión está pr e do mina n t e m e n t e loc a liza da e n e l Pe rú, s ie ndo e nd é m ic a e n los valle s occide ntale s , in te r a nd in o s y or ie nta le s de l P e r ú142223 26; a s imis mo, e s tá pr e s e nte e n Ecuador® 1520 y Co lo mb ia 24.

Las pr ovinc ia s de Ja é n, San Ig na c io y U t c u b a m b a e s tân ub ic a d a s e n valle s inte r a ndino s de l nor te de l Pe r ú. La pr ime r a es c ons ide r a da zo n a ve r r uc óge na de s de hace a pr ox ima da me nte nue ve déc adas23 26, ya que , e n ciertas loc a lida de s la Ve rruga P e r uana es e ndé mic a , pr e s e ntánd os e c ada a no nume r os os cas os hu m a no s . La pr o vinc ia de San Ig na c io es c ons ide r a da zo n a ve r r uc óge na de s de hace c inc o dé c ada s928 y los cas os se pr e s e ntan e s por ádic a me nte ; e s to m is mo s uc e de e n la p r o v in c ia de Ut c u b a m b a . Las pr ovinc ia s me nc io na d a s pe r te ne c e n a la Re g io n Nor Or ie nta l de l Ma r a nón (RENOM).

N o se tie ne in fo r m a c ión pre cis a re fe re nte a la e xis te ncia de l ve ctor (e s ) de la Verruga

Ins tituto Nacional de Salud, Lima Perú; De partame nto de Epide miología, Faculdade de Saúde P ública, Univers idade de São Paulo, São Paulo, SP Brasil; ORST OM, Paris, Francia; Hos pital Ge ne ral de Bagua, Re g ión Nor Or ie nta l de i Maranón, Perú.

E n d e r e ç o p a r a c o r r e s p o n dê n c ia: Dr. Abraham G. Cáceres. Ins tituto Nacional de Salud,Ap. 451, Lima 100, Pe rú. Re ce bido para public a ção e m 27/09/94.

P e r uana e n Ja é n, San Ig na c io y Utc uba m b a 911. La ne c e s ida d de aclarar esta in fo r m a c ión es el mot ivo , po r e l cual, a pa r tir de 1987, se in ic ia r o n e s túdios e n t o m o lóg ic o s para- . 1) ve r ific a r la e x is t e nc ia de L. v e r r u c a r u m (T o w ns e n d, 1913), c o ns id e r a d a e l ve c t or pr inc ipa l de esta e nfe r me da d; 2) c o no c e r la fa u n a fle b o t óm ic a e x is te nte e n las tres pr o vin c ia s a r r iba m e n c io n a d a s , d o n d e la bar tone llos is h u m a n a cons tituye u n pr o ble ma de Sa lud P ública .

M A TERIA L Y M ÉT O D O S

A rea d e estúdio. Los fle b ót o mo s fue r on

c a ptur ados e n valle s inte r a ndino s de i nor te de i Pe rú, e n loc a lida de s ubic a da s e ntre 5°3’LS - 78°53’LO y 6°5’3 0”LS - 78°30’29 ”LO de la RENOM.

Dic h a s lo c a lid a d e s p e r t e ne c e n a los dis tritos de San Jo s é de Lour de s y La Co ip a (pr ov inc ia de San Ig na c io ) ub ic a da s e n e l valle Chinc hipe ; a Ja é n y Santa Ros a (p r o vinc ia de Ja é n) s itua da e n el valle Cha ma ya y Ch inc hip e ; y a los dis tritos de El Mila g r o y Lonya Gr a nde (pr o vinc ia de Utc uba mba ) ubic a da s e n la ma r ge n de r e c ha de i Rio Ma r a n ón (Figur a 1).

C ap tu ras d e Fleb ó to m o s. E n c ua t r o

pe r ío do s dis tintos e ntre 1987 y 1992 se r e aliza r on c aptur as de fle bótomos :

N o v ie m b re , 1 9 8 7

- Provincia de San Ignacio. En los distritos

San Jos é de Lourdes y El Milagro; e n ambas

(2)

Cãceres A G, G a la ti EAB, Le P o n t F, V e lãs que z C. La f a u n a fle b o to m ic a (Dipte ra: ps y c ho didae ) de tres p ro v ín c ias de la Re gión N or O rie n tal d e i M aran o ti, Pe rü. Re v ista d a S ocie dade B ras ile ira de M e d ic in a

T ropical 28:215- 221, jul- se t,

1995-L o c alid ad e s d o n d e s e h an c ap t u r ad o fle b ó t o m o s e n t r e 1 9 8 7 y 1 9 9 2 ; R eg ió n N or O rien t al d e iM ar an ú n , P erü Fig u r a

1-localidade s los fle bótomos fue ron capturados ■ en grietas, cuevas naturale s y / o artificialés y e n ralces de plantas de café, c ón as pirador ma nua l, linte r na de m a n o y h u m o de cigarrillo.

S e tie m bre , 1 9 8 8

- Província de San Ignaclo: Dis trito de San

Jos é de Lourdes , El Milagro: a) c ampo abierto, se captur o con as pirador manual, linte rna de ma no y hu m o de cigarrillo; b ) ce bo huma no de s de las 15.00 hasta las 17.00 horas.

M a rz o , 1 9 9 2

- Pro víncia de San Ignacio: Dis trito de San

Jos é de Lourdes: e n localidade s de i El Milagro y La Loma, las capturas fue r on e n dormitorios c on trampas de luz tipo CDC, 17.00- 6.00 horas; e n El Salto la captura fué c on ce bo h uma n o des de 18.00 hasta 20.30 horas. Dis trito de La Coipa: e n localidade s de Estrella Divina , Vira Vira, Pacaipite , Las

Calabazas y Barro Ne gro las capturas fue ron e n dormitorios con trampas de luz tipo CDC de 17.00 a 6.00 horas; e n Pacaipite y Rumipite Bajo fué con trampa Shannon des de 19.00 hasta 22.00 horas; en Loma de i Re y se c aptur ó e n los dormitorios con as pirador manual, linte rna de ma no y hum o de cigarrillo de 8.30 a 9.30 horas.

- Provincia de Jaén-, Dis trito de Jaén: e n las

localidade s de Santa Ele na se c aptur ó en dormitorios con trampas de luz tipo CDC des de 17.00 hasta 6.00 horas.

S e tie m b re y Oc tub re , 1 9 9 2

- Provincia de Jaén : Dis trito de Jaén: e n las

(3)

C ãceres A G, G alati EA B, Le P o nt F, Velasquez C. La fa u n a flebo t o m ica (D iptera: psy cbo didae) d e tres p ro v indas de la R egio n N o r O riental dei M arano n, Perú. Revista da So ciedade Brasileira d e M edicina

Tro pical 2 8 :2 1 5 - 2 2 1 , jul- set, 1995.

20.00 hasta 21.00 horas; en Z onanga Alto se capturo co n ceb o humano entre 19.30 y 21.00 horas; en La Chirimoya (San N icolas) las cap turas se realizaro n en d o rm ito rio s em pleand o aspirador manual, linterna de mano y humo d e cigarrillo, 19.00-20.00 horas. Distrito d e Santa Rosa: en las lo calid ad es de Nueva A lianza, Puentecillo s, Jaén Viejo las capturas fuero n en dormitorios co n trampas de luz tipo CDC, 17.00-22.00 horas; mientras que en Nueva A lianza fué co n cebo humano,

1 9 .0 0 - 2 1 .0 0 h o ras.

Província de Utcubamba: Distrito de El Milagro: en las lo calid ad es d e Jo ro bam ba y Las Pircas lo s flebó to m o s se capturaro n en

dormitorios co n trampas d e luz tipo CDC, 17.00-22.00 horas.

Distrito de Lonya Grand e: en lo calid ad es de Huamboya y San Juan las capturas fuero n en dormitorios co n trampas de luz tipo CDC, 17.00-22.00 ho ras; m ientras que en Huamboya se capturo co n trampa Shannon, 18.00-22.00 horas.

Una síntesis d ei núm ero d e cap turas y ho ras co nsta en la Tabla 1.

Lo s flebó to m o s fuero n transferid o s a v iales d e vid rio co nteniend o alco ho l 70% , o tro s se co nserv aro n en cajitas co n sílica g el p ara m antenerlo s en seco y p o sterio rm ente ser id entificad o s.

RESULTA D O S

Se cap tu raro n 2 , 7 7 4 f leb ó to m o s, identificandose 11 esp ecies d e Lutz o my ia, 1 de

W aríley ay 1 d e B rum pt o m y ia (Tab las 2 y 3); de ellas Lutz o m y ia sp. sim ilar a L. s erranay L. m arano nens is 'sp. n., G alati, C áceres & Le

Pont, d estacan p o r su m ay o r densidad en las 3 províncias estudiadas.

Lutz o m y ia sp. similar a L. s errana fué la

esp ecie m ás frecuente d e los fleb ótom os c a p t u r a d o s c o n t r a m p a s t i p o C D C ( i n t r a d o m i c i l i o s ) , m i e n t ra s q u e , Z.

m arano nens is sp. n., fué la q ue rep resentó la m ayor m edia horaria en captura co n ceb o hum ano en el p erid o m icilio , íncluyend o m achos (T ab la

3)-Lut z o m y ia sp. sim ilar a L. s e rra n a

co rresp o n d e a la serie Se rra na, y Z. m arano nens is sp. n.,G alati, C áceres & Le Pont

a la serie Ev ansi, m ientras q ue, Z. cajam arcens is sp. « ., G alati, C áceres & Le Pont, Z. v errucarum (T ow nsend, 1913), así

co m o , Lutz o m y ia sp. p erten ecen a la serie

V errucarum . Estas 6 esp ecies están incluidas

en el sub género P ifano m y ia O rtiz & Scorza,

según G alati et al. (trab ajo en prensa).

D e los otros fleb ótom os cap turad os co n ceb o hum ano Z. ay acuchensis, C áceres &

G alati, 1988 rep resenta la m ay o r frecuencia, s e g u i d o p o r L. c a s t a n e a s p . n . y L. pallidit ho rax sp. n., G alati & C áceres17, tod os

p erten ecen al su b g én ero H elco cy rt o m y ia

Barretto.

Lutz o m y ia sallesiG alvao & Cautinho, 1939

presenta baja densidad co n tram p a tipo CD C y en capturas co n ceb o hum ano, p ero fué la q ue m ás se cap turo co n asp irad or m anual. Su núm ero fué su p erad o so lam en te p o r

Lutz o m y ia sp. sim ilar a Z. serrana, si se tom a

en cuenta am b os sexos.

Se senala p or p rim era vez L. v erruca rum y

W aríley a phleb o t o m anica p ara las províncias

de U tcub am b a y Jaén respectivam ente.

(4)

C áceres A G, G alati EA B, Le P o nt F, V elãsquez C. La f a u n a flebo t o m ica (D ipt era: p s y cho did ae) d e tres p ro v íncias d e la R egió n N o r O rient al dei M ara no n, P eru. Rev ista da So ciedade B rasileira d e M edicina

Tro pical 2 8 :2 1 5 - 2 2 1 , jul- set, 1 9 9 5 .

D ISCUSIO N

La m ay o r d ensid ad d e Lutz o m y ia sp. similar a L. s e rrana y d e L. m arano nens is sp. n. en intrad o m icilio y p o r las cap turas co n ceb o hum ano (Tabla 3), no s sugiere q ue estas esp ecies p u ed en estar d esem p enand o el p ap el d e v ecto r (es) d e la b arto nello sis hum ana en la z o na d e estú d io . Estas esp ec ies, están p resen tes e n la p ro v incia d e Z am o ra- C h in c h ip e ( E c u a d o r ) , z o n a d o n d e la leishm aniasis teg u m entaria y la Verruga Peruana so n end ém icas18. Estas esp ecies so n m encio nad as p o r A lexand er y co labo rad o res co m o 1. s errana y 1. nev esi p ara Ecuad o r1.

Gamarra9, h ace referencia a q ue flebó to m o s co lectad o s en 1941-42, en lo calid ad es d e la

p to v incia d e San Ig nacio fuero n id entificad o s co m o L. v e rruca rum . A sim ism o , H errer11 m encio na q ue flebó to m o s p ro ced entes d e una lo calid ad (1500m ) alred ed o r d ei rio Tam bo rap a (Jaén) fuero n id entificad o s co m o

L. v e rruca rum . Esto s ejem p lares no se

encuentran en co leccio nes d e Institucio nes Públicas o privad as, es p o r eso , q ue no ha sid o p o sib le ser o b serv ad o p ara co nfirm ar la id entificaçió n. D e nuestro s d ato s, sup o nem o s q u e d icho s ejem p lares co rresp o n d en a

(5)

Cáceres A G, G a la ti EAB, Le P o n t F, V e lás que z C. La f a u n a fle b o to m ic a (Dipte ra: ps y c bo didae ) de tres p ro v ín c ias de la Re gion N o r O rie n tal d e l M aran o n , Pe rú. Re v ista d a S ocie dade B ras ile ira de M e d ic in a

T ropical 28:215- 221, jul- s e t, 1995.

L u t z o m y ia v e rru c aru m , ve ctor na tur a l de la Ve rruga P e r ua na o e nfe r m e da d de Ca r r ión21621 27 so si e s tá pr e s e nte e n los valle s a nd inos occ ide ntale s de s de 5o has ta 13°25’ La titud Sur4; a s im is m o , h a s id o c a p t u r a d o e n va lle s inte r a ndinos de i Santa, Hua lla g a , Cajamarca, Ca ja b a m ba y Hu a n c a b a m b a 4610121319. En la zo na de e s túdio, L. v e rru c aru m , e s tá pr e s e nte e n los a lr e de dor e s de i dis trito de Lonya Gr a nde (U t c u b a m b a ) m a r g e n de r e c ha d e i Rio Ma r a nón.

He r re r1012 m e n c io n a qu e L. v e rru c a ru m fué c a p t u r a d o e n Caja ma r c a , Ce le n d ín y Ca ja ba mba , loc a lida de s ubic a da s e n la ma r ge n izquie r d a d e i Rio Ma r a nón .

L u t z o m y ia a y ac u c h e n s is fué de s crita e n el Pe r u a pa r tir de e s pe c íme ne s pr oce de nte s de P a r ina c o c ha s y Luc a na s (Re g io n Los Libe r tadore s Wa ri), d o n d e es e l ve ctor de la le is h m a n ia s is c ut ân e a a n d in a 6 “u t a ”7. T a mbié n, e s tá pr e s e nte e n e l va lle oc c ide nt a l e in te r a nd in o de Hu a n c a b a m b a de la Re gio n Gr a u5. En Ecuador , fu é e nc ontr a da infe ctada e n fo r ma na t ur a l c o n L e is h m a n ia m e x ic a n a e n foc os d e le is hm a nia s is te g um e n t a r ia 29. L u t z o m y ia ay ac u c h e n s is , L. c a s ta n e a s p. n . y L. p a llid it h o r a x s p. n . pe r te ne ce n al s ubgé ne r o H e lc o c y rto m y ia Barre tto, de los cuale s e n el P e r ú, a lg una s e s pe cie s e s tán imp lic a d a s e n la tr a ns mis ión de la le is hma nia s is c utâne a a n d in a 6 “u t a”37 25. L u t z o m y ia c as ta n e a, t a m b ié n está pr e s e nt e e n e l va lle o c c id e n t a l de H u a n c a b a m b a , Re g ión Gr a u (P Villas e ca: c o m u n ic a c ión pe r s ona l, 1993); a s imis mo, se ha e nc o ntr a d o e n Ec ua d or18 y Bolivia (F Le Pont; c o m u n ic a c ión pe r s ona l, 1994).

L u t z o m y ia s p. s imila r a Z. p ia c ole ctada e n La Co ip a (Sa n Ig n a c io ) y Lonya Gr a nde (Utc uba mba ), p ue d e c or r e s ponde r a la he mb r a de L, re c lu s a Fe r na de z & Roge rs , 1991; ya que L. re c lu s a de s cr ita s ola me nte p o r ma chos , es s imila r a L. p ia y fué c ole c ta da e n la p r o v in d a de Santa Cr uz, e n la mis ma Re g ión d o n d e se de s ar r olló nue s tr o e s túdio. Par a c onfir ma r esta hipóte s is , se r e quie r e de ma y or n úm e r o de e je mplar e s ta nto ma c h o s c o m o he mbr a s de L u t z o m y ia s p. s imila r a Z. p ia y d e Z. re c lus a.

Se s e nala p o r pr ime r a ve z la pr e s e ncia de L. s alle s i pa r a Ja é n y San Igna c io; esta e s pe cie e s tá pre s e nte , ta m b ié n e n H u án u c o 3, Re g ión Andr é s A. Cáce re s y, e n e l va lle o c c ide nta l de H u a n c a b a m b a , Re g ión Gr a u (P Villas e ca: c o m u n ic a c ión pe rs ona l, 1993).

L u t z o m y ia c ay e n n e n s is Floc h & Ab o n n e n c fu é s e na la da c o n re se rvas pa r a e l P e r ú p o r Mar tins e t al., 1976. Es ta e s pe c ie e s tá pre s e nte e n las tres pr ovinc ia s e s tudiadas .

C o nclusiones

Se s e nala, pa r a las pr ovinc ia s de San Ig n a c io , Ja é n y Ut c u b a m b a , RE NOM la pr e s e ncia de 13 e s pe cie s de fle bo to mino s : 1 de B r u m p t o m y ia , 1 d e W a rile y a y 11 de Lutzom y ia- , e ntre éstas, c inc o s on e s pe cie s nue vas : L. (H e lc o c y rto m y ia) c as tan e a, L. (H e i.) p a llid it h o r a x , L. ( P if a n o m y ia ) m a ra n o n e n s is , L. (P if .) c ajam arc e n s is , L. (P if .) s p. s imila r a L. s e rra n a y p r o b a ble m e m nt e la he mb r a de L. re c lus a.

Las dos e s pe cie s más fr e cue nte s e n e l áre a de e s túd io fue r on: L u t z o m y ia s p. s imila r a Z. s e rra n a y Z. m a ran o n e n s is .

En intr a do mic ilio (ca ptur a s c o n tr ampas t ip o CDC), se s e nala qu e la d e n s id a d de he mbr a s de L u t z o m y ia sp. s imila r a Z. s e rran a, fué cas i 2 ve ce s ma y or e n r e la c ión a L. m a ran o n e n s is .

En p e r id o m ic ilio (c a pt ur a s c o n c e b o h u m a n o ), las he mbr a s de Z. m a ra n o n e n s is pr e s e ntar on un a d e n s id a d de cas i 3 ve ce s ma y or que L u t z o m y ia sp. s imila r Z. s e rran a. En las c aptur a s c o n c e b o h u m a n o , t a m b ié n a p a r e c ió e n p r o p o r c ión de s t a c a d a Z. ay ac u c h e n s is .

De las infor ma c io ne s obte nidas , se p ue d e s uge r ir q u e p r o b a b le m e nt e L u t z o m y ia s p. s imila r a Z. s e rra n a y Z. m a ra n o n e n s is s e a n los pr inc ipa le s ve ctore s de la Ve rruga P e r ua na e n las tres pr ovincia s e s tudiadas .

SUM M A RY

T wo tho us and seven h u n d re d a n d seventy f o u r s an d flie s were c apture d s inc e 1 98 7 to 1992 in e nde m ic are as o f h u m a n bartone llo s is a n d Pe ruv ian V erruga (dis tric t o f S an Jos é de Lourdes, prov inc e o f S an Ig n ac io - 0 9 0 3 ' LS, a n d dis tric t o f Lony a Grande , pro v in c e o f Utc ubam ba - 06°0 5’3 0 ” LS) be longing to the N orthe as t re gion o f M aran o n, Pe ru. T hirteen species were ide ntifie d, 11 be longing to the ge nusLutzomyia, 1 toBrumptomyia a n d the

othe r toWarile ya. Lutzomyia s p, close toL. se rrana

a n d L. maranone ns is n. s p., Galati, Cáce re s & Le

Po nt are m ore pre v ale nt (8 9.74 % o f the in d iv id u als c apture d). Suggests w ork ing o f the k in d .Lutzomyia ve rrucarum (T ow ns e nd, 1 9 1 3 ) is re porte d in

Utcubam ba pro w nc e f o r the f irs t tim e .

(6)

Cãceres A G, G a la li EAB, Le P o n t F, V e lãs que z C. La f a u n a fle b o to m ic a (Dipte ra: ps y c ho didae ) de tres p ro v ín c ias de la Re gión N or O rie n tal d e i M aran o n , Pe rú. Re v ista d a S ocie dade B ras ile ira de M e d ic in a

T ropical 28:215- 221, jul- se t, 1995.

Key- w ords: Phle b o to m inae . Pe rú. Lutzomyia, Br um ptom yia , Warile ya, bartone llos is . Pe ru v ian

V e rruga. C arrio ii 's disease.

A G RA D ECIM IEN TO S

Al pr ofe s or Dr. Aris tide s He rre r p o r s u or ie nta c ión; a s imis mo, a los s enore s : Ricarte Dia z, Ra úl Jim é n e z, Eus e bio Le ón, Gilbe r to Gr a n a d in o y Liza ur o Araujo, quie ne s a po ya r on e n los t r abajos de c a mp o .

REFEREN CIA S BIBLIO G RA FICA S

1. Ale xande r JB, Takaoka H, Es hila Y, Gome z EA, Has higuchi Y. Ne w re cords o f P hle botomine San flie s (Dipte r a : P s yc hodida e ) fr om Ecuador. Me mórias do Ins tituto Os waldo Cruz 87:123- 130, 1992.

2. Ba ttis tini T. La ve rruga pe r uvie nne (Sa trans mis s ion par le Phlébotome ). Revue Sud- Ame ricaine de Me dicine e t de Chirurgie 2:719- 24,1931.

3. Cáce re s A. Fauna fle b o tóm ic a (Dipte r a , Ps ychodidae ) de i valle inte r a ndino Higue ras , Huánuco- Perú. Re vista Pe ruana de Entomologia 34:53- 54,1991.

4. Cáceres A. Ditr ibuc ión Ge ográfica de L utzom y ia

v e rru c a ru m (T o w n s e n d , 1 9 1 3 ) (D ip t e r a , P s ychodidae , P hle botom ina e ), ve c tor de la bartone llos is humana e n e l Pe rú. Re vista do Ins tituto de Me dicina T ropical de São Paulo 35:485-

490,1993-5. Cácere s A, Canales J, Le ón E, Chang OJ, Van De r Roos tD, Llanos- Cuentas A. Es túdio e ntomológico de un áre a e ndé m ic a de le is hmanias is te gume ntaria e n Huancabamba, de partame nto de Piura (P e rú). In : Re s ume ne s de V Congre s o Paname ricano de Infe tologia, Lima p . 11- 20,1991.

6. Cáce re s A, Ma guina C, Chauc a J. Fauna f l e b o t ó m i c a ( D i p t e r a : P s y c h o d i d a e , P hle botominae ) de i valle inte randino de i Santa, Ancash- Perú. Revista Pe ruana de Entomologia

35:7- 8,1992.

7. Cácere s A, Villase ca P, Inga R, Lópe z M,Arévalo J, Llanos - Cuentas A. L u tz o m y ia ay ac uc he ns is (Dipte ra: Ps ychodidae, Phle botominae ) probable ve ctor de la le is hmanias is cutâne a andina (uta ) e n Lucanas y Parinacochas (Ayacucho, Pe rú). In : Resumene s de l V Congre so Paname ricano de Infe ctologia, Lima p . 11- 22,1991.

8. Carvajal HL, Pauls on BG, Zerega PF, Loaiza VM, Palacios CHM. Bartone llos is e n e l Ecuador,

Ve rruga Pe ruana, s u e s túdio His tór ic o, Epide m io lóg ic o , In m un o lóg ic o , Clínic o e His topatológico. Re vista Ecuatoriana de Higie ne y Me dicina T ropical 31:37- 47,1978.

9. Gamarra CA. Ge ografia Médica de la Verruga Pe ruana.Verruga Pe ruana e n la zona fronte riza de Canchis - Chinchipe . Re vista de la Sanidad de Policia 24:50- 53,1964.

10. Herrer A. Obs e rvacione s sobre la ve rruga e n el de partame nto de Cajamarca. II. Obs e rvacione s e n t o m o l ó g i c a s . R e v i s t a d e M e d i c i n a Expe rime ntal 2:354 - 361,1943.

11. He rre r A. Es túdios s obre la le is hma nias is te gum e ntar ia e n e l Pe rú. VI. Re la c ión e ntre le is hma nias is te gum e nta r ia y Phle botom us . Re vis ta de Me dicina Expe rime ntal 8:119- 137, 1951.

12. He rre r A. Epide mia de la e nfe rme dad de Carrión e n Cajabamba (Cajamarca, Pe rú), 1980. Re vis ta Peruana de Entomologia 32:9- 18,1989.

13- He rrer A. Verruga Pe ruana e n la Que brada de Huarmaca (Huancabamba, Piura), 1981. Revista Peruana de Entomologia 32:19- 28,1989.

14. He rrer A. Epide miología de la Ve rruga Pe ruana, Gonzale s- Mugaburu (e ditor ), Lima 1990.

15. He rtig M. Cultivo de la B artan e lla b ac illifo rm is de un caso de ve rruga e n el Ecuador. Bole tín de la , Ofic ina Sanitaria Paname ricana 19:756- 758,1940.

16. He rtig M. Phle botom us a nd Ca rrion’s disease. Ame rican Journa l T ropical Me dicine 22 (s uppl. 5):1- 81,1942.

17. Galati EAB, Cáceres A. De s cricâo de L utz om y ia

p allid ith o rax , SP.N. e de L utz o m y ia cas tane a, SP.N. do Pe ru e anális e cladis tica das séries do s ubgéne ro He lcocy rtom y ia Barre tto (Dipte ra , Ps ychodidae). Re vista Brasileira do Entomologia 38:471- 488,1994

18. Le P ont F, Barrera C, Cácere s A, Galati EAB, Jarrra O, Riofr io AR, Mouc he t J, Gude r ia n RH. L e i s h m a n i o s e e n E q u a t e u r . 6 . N o t a e pide milogique e t e ntomologique sur le foyer de le is hmanias e de Zumba. Annale s de la Société de Méde cine T ropicaie 74:43- 49,1994.

19. Llanos ZB. Los fle botom inos de l Pe ru y su dis tribuc ión ge ográfica (Dipte ra. Ps ychodidae , P h l e b o t o m i n a e ) . Re v is t a P e r u a n a d e Entomologia 24:183- 184,1981.

(7)

Cãceres A G, G alati EAB, Le P o n t F, V e lãs que z C. La f a u n a fle b o to m ic a (Dipte ra: ps y c ho didae ) de tres p ro v in d as de la Re gión N or O rie n tal de i M aran o n, Pe rú. Re v ista d a S ode dade B ras ile ira de M e d id n a

T ropical 28:215- 221, jul- s e t, 1995.

21. Noguchi H, Shannon RC, T ilde n EB, Tyler JR. Etiology o f Oroya fever. XTVThe ins e ct ve ctors o f Ca r r io n’s dis e as e . Jo ur na l o f Ex pe rime ntal Me dicine 49'993- 1008,1929.

22. Odriozola E. La maladie de Carrión o u la ve rruga péruvie nne . Carré y Naud, Paris, 1898.

23. Od r io zo la E. Es tado a c tua l de nue s tros c onoc im ie ntos ace rca de la e nfe rme dad de Ca rrión o ve rruga pe ruana. La Opinio n Nacional, Lima, 1908.

24. Patino- Camargo L. Un nue vo foco de bartone llos is e n América. Nota pre liminar. Bole tín de la Oficina Sanitaria Paname ricana 18:305- 313,1939.

25. Pérez E,Villase ca P Cáceres A, Lópe z M, Zoless i A, Ca mpos M, Gue rra H, Llanos - Cuentas A.

L e is h m ania (V ia n n ia ) p e ru v ian a is olate d from the s a ndfly L u tz o m y ia pe rue ns is (Dipte ra , Ps ychodidae ) and a s e ntine l hams te r in the Huyllacayan Valley, Ancas h, Pe ru. T ransactions of the Royal Socie ty o f T ropical Me dicine and Hygie ne 85:60,1991.

26. Re bagliati R. Verruga Pe ruana (e nfe rme dad de Carrión). Impre nta Torres Aguirre , Lima, 1940.

27. Shannon RC. Entomologica l inve s tigations in c onne c tio n w ith Ca r r ion’s disease. Ame rican Journa l o f Hygie ne 10:78- 111,1929.

28. Solano L, Quiroz C, Alarcon J, Luna A, Chumbe W. Situa c iön e pide m io lög ic a de la bar tone los is humana e n San Ignacio, Cajamarca, Peru. Bole tin de l Ins tituto de Me dicina T ropical “Danie l A. Ca rr ion” Unive rs idad Nacional Mayor de San Marcos, Lima, 2:1- 4,1983.

29. Gome z EAL, Has higuchi Y. Monthly variation in na tur a l infe c tio n o f the s a ndfly L u tz o m y ia

ay acuche ns is w ith L e is hm ania m e x ic ana in an e nde mic focus in the Ecuadorian Ande s. Annale s T ropical Me dicine and Parasitology 85:407- 411,

1991.

30. T owns e nd CHT. T he pos s ible a nd pr oba ble e tiology a nd tr ans mis s ion o f ve rruga feve r. Jour na l o f Economic Entomology 6:211- 225,

1913a.

31. T ownse nd CHT. T he trans mis s ion o f ve rruga by P h le b o t o m u s . Jo u r n a l Am e r ic a n Me d ic a l As s ociation 61:1717- 1718,1913e.

Referências

Documentos relacionados

The 5th and 6th days (Gro ups 5 and 6) w ere characterized by the acute o nset o f the -d isease, w ith the guinea pigs displaying serious anato mo patho

However, w here facilities permits diagnosis may be made by parasite detection in tissue isolates and/ or by the leishmanin (Montenegro) skin test.. The

It is w ell kno w n that many schisto so micid es in the monkey require near five times more do sing than that used fo r man.. Faiçal Simon and

Nevertheless, the data do es serve to demo nstrate that the individuals in the ho sp ital po pulatio n under study did acquire the infectio n early in life,

C om parison of six com ercial enzym e linked im m unosorbent assays for d etectin g IgM antib odies againt Toxo plasma

A surprising evidence in favor of the seasonal periodicity of peptic ulcer and its infectious etiology appeared recently in a report, according to which a significant difference

História de v acinação prév ia não dim inuiu o núm ero de complicaçõ es dos casos estudados... D istrib uição etária

Presently it was investigated the effects of water deprivation on urinary flow, clearance of creatinine, and urinary excretion o f sodium and potassium in a rat