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Vari´aveis Aleat´orias Discretas Modelos de fun¸c˜oes de densidade discretas Anna Regina Cˆorbo

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Academic year: 2022

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Vari´ aveis Aleat´ orias Discretas

Modelos de fun¸c˜oes de densidade discretas

Anna Regina Cˆorbo

DEMAT - CEFET/RJ

Aula Te´orica 6

Anna Regina Cˆorbo Vari´aveis Aleat´orias Discretas

(2)

Densidade Uniforme Discreta

Defini¸ao

Uma vari´avel aleat´oriaX ser´a uma Vari´avel Aleat´oria Discreta Uniforme, se cada um dosn valores poss´ıveis x1,x2,· · ·,xn tiver igual probabilidade, isto ´e,

f(xi) = 1 n Nota¸c˜ao:X ∼Unif(n)

(3)

Distribui¸c˜ ao Binomial

Experimento Binomial

Um experimento aleat´orio binomial consiste emN repetidas tentativas de modo que:

1 As tentativas sejam independentes

2 Cada tentativa resulte em somente dois resultados poss´ıveis, designados “sucesso” e “falha”.

3 A probabilidade de um sucesso em cada tentativa, denotada por p, permane¸ca constante.

Anna Regina Cˆorbo Vari´aveis Aleat´orias Discretas

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Distribui¸c˜ ao Binomial

Defini¸ao

A vari´avel aleat´oriaX, que ´e igual ao n´umero de tentativas que resultam em um sucesso, tem uma

densidade binomial com parˆametrosp e n= 1,2,3,· · · A fun¸c˜ao densidade de X ´e dada por:

f(x) = n

x

px(1−p)n−x, ondex = 0,1,2,· · · ,n

Nota¸c˜ao:X ∼Bin(n,p)

(5)

Distribui¸c˜ ao Binomial

Exemplo 1

Cada amostra de ar tem 10% de chance de conter uma certa mol´ecula rara. Considere que as amostras sejam independentes com rela¸c˜ao `a presen¸ca da mol´ecula rara. Encontre a probabilidade de que nas pr´oximas 18 amostras:

a) exatamente 2 contenham a mol´ecula rara.

b) no m´ınimo 4 amostras contenham a mol´ecula.

c) entre 3 e 6 amostras contenham a mol´ecula.

Anna Regina Cˆorbo Vari´aveis Aleat´orias Discretas

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Densidade Geom´ etrica

Defini¸ao

Em uma s´erie de tentativas independentes, com probabilidade constantep de um sucesso, fa¸ca a vari´avel aleat´oriaX denotar o n´umero de tentativas at´e que o primeiro sucesso ocorra. Ent˜ao X tem densidade geom´etrica com parˆametrop e

f(x) = (1−p)x−1p, para x= 1,2,3,· · · Nota¸c˜ao:X ∼Geom(p)

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Densidade Geom´ etrica

Exemplo 2

A probabilidade de uma amostra de ´agua conter uma part´ıcula grande de contamina¸c˜ao ´e de 0,02. Se for considerado que as amostras sejam independentes, qual ser´a a probabilidade de que exatamente 125 amostras necessitem ser analisadas antes de uma contaminada ser detectada?

Anna Regina Cˆorbo Vari´aveis Aleat´orias Discretas

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Densidade Hipergeom´ etrica

Defini¸ao

Uma s´erie de N objetos cont´em

→K objetos classificados como sucessos e

→N−K objetos classificados como falhas

Uma amostra de tamanhon objetos ´e selecionada ao acaso (sem reposi¸c˜ao) a partir de N objetos, em queK 6N e n 6N.

(9)

Densidade Hipergeom´ etrica

Defini¸ao

SejaX a vari´avel aleat´oria que representa o n´umero de sucessos na amostra. Ent˜ao

X tem densidade hipergeom´etrica com parˆametros N, K, n e

f(x) = K

x

N−K n−x

N

n

Nota¸c˜ao:X ∼Hiper(N,K,n)

Anna Regina Cˆorbo Vari´aveis Aleat´orias Discretas

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Densidade Hipergeom´ etrica

Exemplo 3

Numa loja existem 100 pe¸cas de um fornecedor local e 200 pe¸cas de um fornecedor de um estado vizinho. Se quatro pe¸cas forem selecionadas, qual ser´a a probabilidade de:

a) Todas elas sejam provenientes do fornecedor local?

b) De 2 ou mais pe¸cas sejam provenientes do fornecedor local?

c) No m´ınimo, uma pe¸ca seja proveniente do fornecedor local?

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Distribui¸c˜ ao de Poisson

Defini¸ao

A Vari´avel Aleat´oriaX tem distribui¸c˜ao de Poisson com paramˆetroλcuja densidade ´e dada por:

f(x) = e−λ(λ)x

x! , ondex = 0,1,2,· · · ,n Nota¸c˜ao:X ∼Poisson(λ)

Este valor deλtamb´em ´e chamado de n´umero m´edio de contagens no intervalo em estudo.

A distribui¸c˜ao de Poisson ´e largamente empregada quando se deseja contar o n´umero de eventos de certo tipo que ocorrem num intervalo de tempo, superf´ıcie ou volume.

Anna Regina Cˆorbo Vari´aveis Aleat´orias Discretas

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Distribui¸c˜ ao de Poisson

Exemplo 4

Considere um fio de cobre de tal modo que o n´umero de falhas neste fio siga a distribui¸c˜ao de Poisson, com uma m´edia de 2,3 falhas por mil´ımetro.

a) Determine a probabilidade de existir exatamente 2 falhas em 1 mil´ımetro de fio.

b) Determine a probabilidade de existir 10 falhas em 5 mil´ımetros de fio.

c) Determine a probabilidade de existir, no m´ınimo, uma falha em 2 mil´ımetros de fio.

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