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Academic year: 2021

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AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO

Caderno do Professor

Primeiro ano do Ensino Fundamental

Língua Portuguesa e Matemática

São Paulo

3º Bimestre de 2016

(2)

2

A

VALIAÇÃO DA

A

PRENDIZAGEM EM

P

ROCESSO

APRESENTAÇÃO

A Avaliação da Aprendizagem em Processo – AAP - se caracteriza como ação desen-volvida de modo colaborativo entre a Coordenadoria de Gestão da Educação Básica e a Co-ordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional.

Iniciada em 2011, em apenas dois anos/séries, foi gradativamente sendo expandida e desde 2015 está abrangendo todos os alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio além de, continuamente, aprimorar seus instrumentos.

A AAP, fundamentada no Currículo do Estado de São Paulo, propõe o acompanha-mento da aprendizagem das turmas e alunos, de forma individualizada, tendo caráter diag-nóstico. Tem como objetivo apoiar as unidades e os docentes na elaboração de estratégias adequadas, a partir da análise de seus resultados, que contribuam efetivamente para melho-ria da aprendizagem e desempenho dos alunos, especialmente nas ações de recuperação contínua.

As habilidades selecionadas para a AAP, em Língua Portuguesa e Matemática, terão como referência, a partir de 2016, a Matriz de Avaliação Processual elaborada pela CGEB e já disponibilizada à rede no início deste ano. Além dessas, outras habilidades, compondo cerca de 20% das provas, foram escolhidas na plataforma Foco Aprendizagem e serão repetidas nos diferentes bimestres, articulando, dessa forma, a AAP com os aspectos mais significativos apontados pelo SARESP para o desenvolvimento das competências leitora, escritora e co-nhecimentos matemáticos.

Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental permanece a articulação com as expectati-vas de aprendizagem de Língua Portuguesa e Matemática e com os materiais do Programa Ler e Escrever e Educação Matemática nos Anos Iniciais – EMAI.

Além da formulação dos instrumentos de avaliação, na forma de cadernos de provas para os alunos, também foram elaborados os respectivos Cadernos do Professor, com orien-tações específicas para os docentes, contendo instruções para a aplicação da prova ( Anos Iniciais ), quadro de habilidades de cada prova, exemplar da prova, gabarito, orientações para correção (Anos Iniciais), grade de correção e recomendações pedagógicas gerais.

Estes subsídios, agregados aos registros que o professor já possui, além das informa-ções sistematizadas no SARA – Sistema de Acompanhamento dos Resultados de Avaliainforma-ções – e agora também com previsão de incorporação à Plataforma Foco Aprendizagem, devem auxiliar no planejamento, replanejamento e acompanhamento das ações pedagógicas, mobi-lizando procedimentos, atitudes e conceitos necessários para as atividades de sala de aula, sobretudo aquelas relacionadas aos processos de recuperação das aprendizagens.

COORDENADORIA DE GESTÃO DA COORDENADORIA DE INFORMAÇÃO,

(3)

3

SUMÁRIO

1. PARA COMEÇO DE CONVERSA... ... 4

2. INSTRUÇÕES PARA A APLICAÇÃO DAS PROVAS ... 6

3. ORIENTAÇÕES DAS AVALIAÇÕES ... 8

4. EXEMPLARES DAS “PROVAS DO PROFESSOR” ... 9

5. ORIENTAÇÕES PARA CORREÇÃO DAS PROVAS... 22

6. RECOMENDAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA O CICLO DE ALFABETIZAÇÃO ... 30

6.1LÍNGUA PORTUGUESA ... 30

6.1.1ORIENTAÇÕES PARA SITUAÇÕES DIDÁTICAS QUE ENVOLVAM A ALFABETIZAÇÃO ... 34

6.1.2COMO ORGANIZAR O TRABALHO COM AS ATIVIDADES DE ALFABETIZAÇÃO? ... 35

6.1.3ORIENTAÇÕES PARA O PLANO DE RECUPERAÇÃO DAS APRENDIZAGENS ... 37

6.2MATEMÁTICA ... 39

(4)

4

A

VALIAÇÃO DA

A

PRENDIZAGEM EM

P

ROCESSO PARA O

1

º ANO

-

L

ÍNGUA

P

ORTUGUESA E

M

ATEMÁTICA

1. P

ARA COMEÇO DE CONVERSA

...

A Avaliação da Aprendizagem em Processo – AAP para o 1º ano, em sua 13ª edição conta com:

 7 itens (9 critérios de análise/correção) em Língua Portuguesa.  9 itens em Matemática.

Os itens da prova de Língua Portuguesa têm como objetivo diagnosticar quais conhecimentos os alunos já construíram com relação ao sistema de escrita alfabético, à produção de textos e também à leitura.

Nesses campos, espera-se que os alunos tenham capacidade de:

 MP08: Escrever seu próprio nome utilizando pelo menos um sobrenome (sistema de escrita).

 MP09: Escrever uma lista de nomes de cidades de origem indígena, a partir do ditado do professor (sistema de escrita).

 MP11: Escrever uma lista de palavras do mesmo grupo semântico, a partir do ditado do professor (sistema de escrita).

 MP12: Localizar algumas palavras ditadas pelo professor em uma cantiga de roda conhecida (leitura).

 MP10: Escrever trecho de uma parlenda, cujo conteúdo temático tenha sido previamente memorizado (sistema de escrita).

 MP13: Escrever um bilhete, a partir de um contexto de produção, com ca-racterísticas próprias do gênero.

 MP14: Escrever um bilhete, com características da linguagem escrita.  MP15: Escrever legenda para imagem, a partir de um contexto de produ-ção, com características próprias do gênero.

 MP16: Escrever legenda para imagem, com características da linguagem escrita.

Os itens da prova de Matemática têm como objetivo avaliar as expectativas concernentes aos 4 blocos de conteúdos, a saber: Números Naturais e Sistema de Numeração Decimal, Operações com Números Naturais; Espaço e Forma, Grandezas e Medidas e Tratamento da Informação.

 MP16: Produzir escritas numéricas relativas a números familiares e fre-quentes, em ditado de números.

 MP17: Utilizar procedimento de contagens fazendo agrupamentos de 10 em 10.

 MP19: Resolver situação-problema do campo aditivo, envolvendo o signifi-cado de composição, por meio de estratégia pessoal.

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signifi-5

Para elaboração da prova foram considerados as matrizes de referência da Avaliação da Aprendizagem em Processo – AAP, os conteúdos e habilidades pauta-dos no Currículo do Estado de São Paulo para Língua Portuguesa e Matemática (do-cumentos “Expectativas de aprendizagem” e “Orientações Didáticas Fundamentais sobre as expectativas de aprendizagem de Língua Portuguesa”, “Orientações Curricu-lares do Estado de São Paulo – Anos Iniciais do Ensino Fundamental” que contém as expectativas de aprendizagem para a disciplina de Matemática1) além das matrizes

de Referência das Avaliações SARESP, Provinha Brasil, Avaliação Nacional da Alfabeti-zação (ANA), Prova Brasil – Saeb.

A fim de subsidiar os professores, esse documento é composto por:  Instruções para a aplicação das provas;

 Orientações das avaliações;

 Exemplares das “Provas do Professor”;  Orientações para correção das provas e  Recomendações pedagógicas.

Por meio das Recomendações Pedagógicas os professores poderão analisar os resultados, tendo como norteador:

a) as matrizes de referência elaboradas para a AAP;

b) indicações de outros materiais impressos ou disponíveis online;

c) orientações referentes à análise da organização do plano de recuperação e das atividades planejadas para o ciclo de alfabetização e

d) referências bibliográficas.

1 Documentos disponíveis para download em http://lereescrever.fde.sp.gov.br e nas Bibliotecas da

CGEB e CIMA na Intranet – Espaço do Servidor.

cado de transformação, por meio de estratégia pessoal.

 MP21: Identificar a movimentação de objetos ou pessoas num croqui.  MP22: Identificar similaridades e diferenças entre formatos de objetos tri-dimensionais de uso cotidiano.

 MP24: Resolver situação-problema envolvendo a medição de comprimen-to.

(6)

6

2. I

NSTRUÇÕES PARA A APLICAÇÃO DAS PROVAS

Antes da Prova O professor deve:

 Organizar a sala de forma que os alunos possam realizar a avaliação individu-almente.

Preparação para a aplicação da prova

O professor deverá seguir os seguintes procedimentos:

 Informar aos alunos que a prova é de Língua Portuguesa ou Matemática, e que eles devem responder a ela com muito cuidado, não deixando questões em branco, procurando mostrar o que realmente sabem sobre o conteúdo avalia-do. Esta ação é importante para que os alunos percebam que essa prova é um instrumento de avaliação que lhes trará benefícios, pois o professor poderá organizar atividades que os ajude a sanar suas possíveis dificuldades.

 Criar um clima agradável e tranquilo.

 Estimular os alunos para que respondam com cuidado e atenção a todas as questões.

Aplicação da prova O professor deverá:

 Distribuir os cadernos de prova.

 Seguir as orientações para a aplicação e exemplar do professor, discriminadas neste documento, para cada uma das atividades. Explicar às crianças o que se espera que realizem, sem que isso signifique resolver por elas as questões propostas.

 Informar o tempo que será destinado para a realização da prova.

Atenção: aos alunos com necessidades educacionais especiais deverá ser garantido

o suporte pedagógico necessário para a realização das provas.

Durante a prova O professor deverá:

 Ficar atento a todos os fatos que ocorrerem.

 Circular pela sala de aula, dando orientações aos alunos que necessitem de encaminhamentos para a resolução dos exercícios propostos, lembrando que a avaliação tem como objetivo diagnosticar seus saberes.

(7)

7

 Prestar atenção ao ritmo da realização da prova, para que a classe vá fazendo a prova mais ou menos ao mesmo tempo.

 Certificar-se de que todos os alunos responderam a todas as questões da pro-va.

Final da prova O professor deverá:

(8)

8

3. O

RIENTAÇÕES DAS AVALIAÇÕES

A seguir, são explicitados os itens que constarão nas AAP do 3º bimestre, divi-didos em quadros, por disciplina:

Língua Portuguesa

As questões propostas nesta avaliação pretendem avaliar o nível de co-nhecimento dos alunos sobre o sistema de escrita, ou seja, como cada um compreendeu até este momento o seu funcionamento e suas regras de gera-ção. Deste modo, a primeira questão objetiva avaliar o conhecimento do alu-no sobre a escrita de seu próprio alu-nome e de um sobrealu-nome.

Nas questões 2 e 3, com o ditado pelo professor de duas listas de pala-vras, poderemos observar como os alunos escrevem os nomes de cidades e de animais a fim de investigarmos o nível de conceitualização dos alunos a respeito do sistema de escrita alfabética.

Já na questão 4 é avaliada a habilidade de leitura – localização de palavras e a questão 5 contempla a escrita de trecho de uma parlenda conhecida. Por fim, na questão 6, os alunos escreverão um bilhete e na questão 7. Escreverão legenda em uma foto.

Matemática

As questões propostas nessa avaliação têm como objetivo avaliar o de-sempenho dos alunos nos 4 blocos de conteúdos propostos para o ensino da Matemática para os anos iniciais do ensino fundamental. Na questão 1, o de-safio é escrever os números ditados pelo professor, já na questão 2, utilizar procedimentos de contagem fazendo agrupamentos de 10 em 10.

A resolução de situação-problema do campo aditivo, envolvendo o signifi-cado de composição é o desafio da questão 3 e na questão 4 o signifisignifi-cado de transformação. A questão 5 propõe a identificação da movimentação de obje-tos e pessoas . O desafio da questão 6 é identificar similaridades ou diferenças em objetos tridimensionais.

A questão 7 apresenta resolução de situação-problema envolvendo a me-dição de comprimento, já a questão 8 temos a leitura de tabela simples.

(9)

9

4. E

XEMPLARES DAS

“P

ROVAS DO

P

ROFESSOR

EXEMPLAR DA PROVA DO PROFESSOR

Língua Portuguesa

1°ano do Ensino Fundamental Turma _________ 3º Bimestre de 2016 Data _____ / _____ / _____ Escola __________________________________________________ Aluno (a) ______________________________________________

Questão 1

Escrita do próprio nome

INSTRUÇÕES PARA O PROFESSOR: Oriente os alunos a escreverem o seu próprio nome e

pelo menos um sobrenome, no lugar indicado, da melhor forma que puderem (mos-trar o lugar indicado).

NOME:________________________________________________________________________________

Questão 2

Ditado de uma lista de nomes de cidades

INSTRUÇÕES PARA O PROFESSOR:leia a comanda e a contextualização da atividade.

ESCREVA AQUI UMA LISTA DE CIDADES, DE ORIGEM INDÍGENA,

QUE SERÃO DITADAS PARA VOCÊ:

INSTRUÇÕES PARA O PROFESSOR: Em seguida, dite uma palavra de cada vez, dando tempo

para o aluno escrever, na seguinte ordem: BOTUCATU

SOROCABA IBATÉ ITU

(10)

10

Observações:

 orientar os alunos a escreverem uma palavra em cada linha.

 ditar as palavras sem escandi-las, ou seja, sem dar destaques às sílabas ao pronunciá-las.

 não orientar, explicar ou dar dicas, em hipótese alguma, de como se escrevem as palavras.

 deixar que escrevam cada palavra levando em conta o tempo necessário à maioria da classe.

 ditar novamente a palavra para os alunos que não conseguirem escrevê-la no tempo determinado. Passar para a escrita da próxima palavra da lista.

Atenção: Ditar novamente as palavras para os alunos que se atrasarem.

Questão 3

Ditado de uma lista de palavras

INSTRUÇÕES PARA O PROFESSOR:leia a comanda e a contextualização da atividade.

MANUELA FEZ UMA LISTA DE ANIMAIS COM NOMES

DE ORIGEM INDÍGENA, PARA MOSTRAR AOS SEUS

COLEGAS. ESCREVA ESSA LISTA QUE SERÁ DITADA:

INSTRUÇÕES PARA O PROFESSOR: Em seguida, dite uma palavra de cada vez, dando tempo

para o aluno escrever, na seguinte ordem: TAMANDUÁ JACARÉ JABUTI CUTIA TATU Observações:

 orientar os alunos a escreverem uma palavra em cada linha.

 ditar as palavras sem escandi-las, ou seja, sem dar destaques às sílabas ao pronunciá-las.

(11)

11

 não orientar, explicar ou dar dicas, em hipótese alguma, de como se escrevem as palavras.

 deixar que escrevam cada palavra levando em conta o tempo necessário à maioria da classe.

 ditar novamente a palavra para os alunos que não conseguirem escrevê-la no tempo determinado. Passar para a escrita da próxima palavra da lista.

Atenção: Ditar novamente as palavras para os alunos que se atrasarem.

Questão 4

Leitura de um trecho de cantiga de roda

INSTRUÇÕES PARA O PROFESSOR: coloque o trecho da cantiga na lousa, recite com os

alu-nos, depois leia várias vezes, apontando cada linha de maneira contínua e dizendo (também de forma contínua, isto é, sem parar ou apontar cada palavra) o que está escrito em cada uma delas.

POMBINHA BRANCA,

O QUE ESTÁ FAZENDO?

LAVANDO A ROUPA

DO CASAMENTO.

 Em seguida, peça para os alunos:

1. marcarem as palavras: CASAMENTO, ROUPA, BRANCA 2. marcarem as palavras: QUE, DO.

Questão 5

Escrita de um trecho de parlenda

INSTRUÇÕES PARA O PROFESSOR: recite o trecho da parlenda com os alunos. Verifique se

todos a sabem de cor. Se souberem, peça que cada um escreva os dois últimos ver-sos. Se houver alunos que não conheçam este trecho ou não consigam decorá-lo rapidamente, dite, solicitando a escrita da melhor forma.

DEDO MINDINHO

SEU VIZINHO

MAIOR DE TODOS

(12)

12

FURA BOLO

MATA PIOLHO

Questão 6

Escrita de um bilhete

A QUESTÃO 6 AFERE OS CONHECIMENTOS RELACIONADOS À PRODUÇÃO DE TEXTOS, NO ENTANTO, OS ALUNOS QUE SE ENCONTRAM EM PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE ESCRITA DEVEM PRODUZIR DE ACORDO COM SEU NÍVEL DE CONCEITUALIZAÇÃO SOBRE A ESCRITA.

INSTRUÇÕES PARA O PROFESSOR: leia o parágrafo que contextualiza a atividade, e solicite

que os alunos escrevam o bilhete. É interessante verificar se os alunos conhecem o conto. Caso haja alunos que não conheçam, levante com eles os episódios principais do conto a fim de repertoriá-los.

OBSERVAÇÃO: caso necessite retomar o conto, professor, você pode consultar o livro

de textos do aluno do Programa Ler e Escrever às pp. 61 – 64. ATENÇÃO: não ler o conto para os alunos.

NO CONTO "JOÃO E MARIA", A BRUXA QUER APRISIONAR OS

IRMÃOS, ENGORDÁ-LOS PARA DEPOIS COMÊ-LOS.

ESCREVA UM BILHETE PARA ELES AVISANDO SOBRE O PER

I-GO QUE ESTÃO CORRENDO.

___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________

(13)

13

Questão 7

Escrita de legenda

A QUESTÃO 7 AFERE OS CONHECIMENTOS RELACIONADOS À PRODUÇÃO DE TEXTOS, NO ENTANTO, OS ALUNOS QUE SE ENCONTRAM EM PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE ESCRITA DEVEM PRODUZIR DE ACORDO COM SEU NÍVEL DE CONCEITUALIZAÇÃO SOBRE A ESCRITA.

INSTRUÇÕES PARA O PROFESSOR: leia o parágrafo que contextualiza a atividade, e solicite

que os alunos observem a foto e escrevam a legenda.

ESCRITA DE LEGENDA PARA IMAGEM

A

TURMA

DA

ALUNA

MARIA

JÚLIA

ESTÁ

PREPARANDO

UM

MU-RAL

SOBRE

A

CULTURA

INDÍGENA.

O

MURAL

FICARÁ

EXPOSTO

NO

PÁTIO

DA

ESCOLA.

AJUDE

MARIA

JÚLIA

A

ESCREVER

UMA

LEGENDA

ADEQUADA

PARA

A

IMAGEM

ABAIXO:

Fonte da imagem: http://conexaoto.com.br/2014/04/28/cotidiano-das-etnias-indigenas-do-tocantins-em-exposicao-no-palacinho

______________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________

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14

EXEMPLAR DA PROVA DO PROFESSOR

Matemática

1º ano do Ensino Fundamental Turma _________ 3º Bimestre de 2016 Data ___ / ____ / ____ Escola______________________________________________ Aluno (a) ___________________________________________

Questão 1

Produzir escritas numéricas relativas a números familiares e frequentes, em ditado de números.

INSTRUÇÕES PARA O(A) PROFESSOR(A): leia, pausadamente, o enunciado, sem entonações.

Em seguida, dite os números, um de cada vez, orientando os alunos para escreve-rem cada número em cada quadrinho e dando um tempo para que o façam. Os números a serem ditados são: 15, 34, 40, 69, 96 e 2016.

ESCREVA OS NÚMEROS QUE O (A) PROFESSOR (A) VAI DITAR, DA ESQUERDA PARA A DIREITA, UM EM CADA QUADRINHO:

(15)

15

Observações:

 retirar da classe o quadro numérico.

 não orientar, explicar ou dar dicas, em hipótese alguma, de como se escre-vem os números.

 deixar que escrevam cada número levando em conta o tempo necessário à maioria da classe.

 ditar novamente o número para os alunos que não conseguirem registrar no tempo determinado. Passar para a escrita do próximo número.

Atenção: Ditar novamente os números para os alunos que se atrasarem.

Questão 2

Utilizar procedimento de contagens fazendo agrupamentos de 10 em 10.

INSTRUÇÕES PARA O(A) PROFESSOR(A): leia pausadamente o enunciado completo, sem

entonações e sem enfatizar nenhuma palavra. Em seguida, oriente os alunos para que resolvam “do seu jeito”, a situação apresentada, e que, depois, escrevam suas respostas nos locais indicados. Informe que, para encontrar a resposta, eles podem fazer desenhos, esquemas ou contas. Deixe que os alunos utilizem suas próprias estratégias para a resolução da atividade proposta. Peça que não apaguem os seus registros.

CRISTINA AGRUPOU SEUS LÁPIS DE COR DE DEZ EM DEZ. VEJA:

(16)

16

A. QUANTOS GRUPOS DE DEZ LÁPIS ELA CONSEGUIU?

B. QUAL O TOTAL DE LÁPIS DE COR DE CRISTINA?

Questão 3

Resolver situação-problema do campo aditivo, envolvendo o significado de composição, por meio de estratégia pessoal.

INSTRUÇÕES PARA O(A) PROFESSOR(A): leia pausadamente o enunciado completo, sem

entonações e sem enfatizar nenhuma palavra. Em seguida, oriente os alunos para que resolvam “do seu jeito”, a situação apresentada, e que, depois, escrevam suas respostas nos locais indicados. Informe que, para encontrar a resposta, eles podem fazer desenhos, esquemas ou contas. Deixe que os alunos utilizem suas próprias estratégias para a resolução da atividade proposta. Peça que não apaguem os seus registros.

MARCOS POSSUI VÁRIOS CARRINHOS QUE ESTÃO ORGANIZADOS EM DUAS CAI-XAS.

(17)

17

MARCOS ORGANIZOU TODOS OS CARRINHOS EM UMA ÚNICA CAIXA.

QUANTOS CARRINHOS ELE GUARDOU?

Questão 4

Resolver situação-problema do campo aditivo, envolvendo o significado de transformação, por meio de estratégia pessoal.

INSTRUÇÕES PARA O(A) PROFESSOR(A): leia pausadamente o enunciado completo, sem

entonações e sem enfatizar nenhuma palavra. Em seguida, oriente os alunos para que resolvam “do seu jeito”, a situação apresentada, e que, depois, escrevam su-as respostsu-as nos locais indicados. Informe que, para encontrar a resposta, eles podem fazer desenhos, esquemas ou contas. Deixe que os alunos utilizem suas próprias estratégias para a resolução da atividade proposta. Peça que não apa-guem os seus registros.

(18)

18

ELA DEU 5 ADESIVOS PARA SUA PRIMA. COM QUANTOS ADESIVOS ANDRESSA FICOU?

(19)

19

Questão 5

Identificar a movimentação de objetos ou pessoas num croqui.

Instruções para o(a) professor(a): leia, pausadamente, o enunciado completo. Realize a leitura dos pontos de referência, sem enfatizar a localização. Em seguida, solicite que os alunos circulem a resposta correta.

OBSERVECOMOOSALUNOSDO1º ANODESENHARAMOSPONTOSDEREFERÊNCIA

PRÓXIMOAESCOLA.

OQUEESTÁMAISDISTANTEDAPADARIA:AESCOLAOUAFARMÁCIA? CIRCULEARESPOSTACORRETA.

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20

Questão 6

Identificar similaridades e diferenças entre formatos de objetos tridimen-sionais de uso cotidiano.

INSTRUÇÕES PARA O(A) PROFESSOR(A): peça aos alunos que observem a figura,

indi-cando as figuras presentes na imagem, sem enfatizar nenhuma palavra e sem fazer gestos. Oriente os alunos para que assinalem sua resposta no local indica-do.

OBSERVE A IMAGEM ABAIXO:

(21)

21

Questão 7

Resolver situação-problema envolvendo a medição de comprimento.

INSTRUÇÕES PARA O(A) PROFESSOR(A): peça aos alunos que observem a figura, indicando

as figuras presentes na imagem, sem enfatizar nenhuma palavra e sem fazer gestos. Oriente os alunos para que escrevam sua resposta no local indicado.

OBSERVE A FOTO DA FAMÍLIA DE JULIO E RESPONDA: QUEM É MAIS ALTO DA FAMÍLIA?

ESCREVA A RESPOSTA NA LINHA ABAIXO:

____________________________________________________________

Questão 8

Ler dados apresentados em tabelas simples.

INSTRUÇÕES PARA O(A) PROFESSOR(A): leia pausadamente, o trecho do enunciado anterior

à tabela. Leia os nomes dos brinquedos presentes na tabela. Dê apenas essa informa-ção, deixando a leitura dos números e a interpretação da tabela para os alunos. NO DIA SEGUINTE AO PASSEIO NO PARQUE DE DIVERSÕES, CADA ALUNO ESCRE-VEU EM UM PAPEL O BRINQUEDO QUE MAIS GOSTOU.

A PROFESSORA ANOTOU OS VOTOS EM UMA TABELA.

BRINQUEDOS PREFERIDOS BRINQUEDOS VOTOS RODA GIGANTE 5 CARRINHO BATE-BATE 13 CARROSSEL 10 TRENZINHO 2 FONTE: 1º ANO.

QUAL FOI O BRINQUEDO MAIS VOTADO? ESCREVA A RESPOSTA NA LINHA ABAIXO

(22)

22

5. O

RIENTAÇÕES PARA CORREÇÃO DAS PROVAS

Com o objetivo de traçar um diagnóstico preciso da aprendizagem dos alunos e alinhar o resultado dessa avaliação com as provas externas da SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO, e também as de âmbito nacional, esse manual foi

elabo-rado utilizando os critérios estabelecidos para a correção do Saresp.

Nas próximas páginas, você encontrará categorias de resposta para cada item que o aluno respondeu nas provas do 1º ano de Língua Portuguesa e Matemática. Essas categorias de resposta estão identificadas pelas letras A, B, C, D, E, F, G e H.

Pensando nas propostas do PROGRAMA LER E ESCREVER e do PROJETO EMAI, da

Se-cretaria de Estado da Educação do Estado de São Paulo, leia atentamente cada item verificando a resposta do aluno. Classifique a resposta do aluno com a letra corres-pondente.

Ao final da análise e correção das provas, insira os dados coletados de cada aluno, no Sistema de Acompanhamento dos Resultados de Avaliações (SARA), hospedado na Secretaria Escolar Digital (SED).

Língua Portuguesa

QUESTÃO 1 - MP08: Escrever seu próprio nome utilizando pelo menos um so-brenome (sistema de escrita).

Categorias de resposta:

A) Escreveu o nome e pelo menos um sobrenome (mesmo que não pareça ser

um sobrenome, por exemplo: José Maria).

B) Escreveu somente o nome.

C) Escreveu de forma não reconhecível. D) Ausência de resposta.

(23)

23

QUESTÃO 2 - MP09: Escrever uma lista de nomes de cidades de origem indíge-na, a partir do ditado do professor (sistema de escrita).

Categorias de resposta:

A) Escreveu com correspondência sonora alfabética e grafia convencional em

to-das as quatro (04) palavras.

Atenção: não exigir correção na acentuação gráfica.

B) Escreveu com correspondência sonora alfabética e grafia convencional em

pe-lo menos três (03) das palavras.

C) Escreveu com correspondência sonora alfabética com grafia não convencional.

Atenção: incluir nessa categoria a escrita com correspondência sonora alfabética e grafia correta de duas (duas) apenas uma (01) das palavras da lista.

D) Escreveu com correspondência silábico-alfabética.

Atenção: Este critério envolve a escrita silábico-alfabética que marca a transição do aluno da hipótese silábica para a escrita alfabética.

E) Escreveu silabicamente com correspondência sonora.

Atenção: Este critério envolve a escrita silábica com valor sonoro convencional.

F) Escreveu silabicamente sem correspondência sonora.

Atenção: Este critério envolve a escrita silábica sem valor sonoro convencional.

G) Escreveu sem correspondência sistemática entre partes do falado e partes do escrito.

Atenção: Este critério envolve as escritas pré-silábicas.

H) Ausência de resposta.

QUESTÃO 3 - MP11: Escrever uma lista de palavras do mesmo grupo semântico, a partir do ditado do professor (sistema de escrita).

Categorias de resposta:

A) Escreveu com correspondência sonora alfabética e grafia convencional em

to-das as cinco (05) palavras da lista.

B) Escreveu com correspondência sonora alfabética e grafia convencional em

pe-lo menos quatro (04) palavras da lista.

C) Escreveu com correspondência sonora alfabética e grafia não convencional.

Atenção: incluir nessa categoria a escrita com correspondência sonora alfabética e grafia correta de três (03) ou menos palavras da lista.

(24)

24

D) Escreveu com correspondência silábico-alfabética.

Atenção: Este critério envolve a escrita silábico-alfabética que marca a transição do aluno da hipótese silábica para a escrita alfabética.

E) Escreveu silabicamente com correspondência sonora.

Atenção: Este critério envolve a escrita silábica com valor sonoro convencional.

F) Escreveu silabicamente sem correspondência sonora.

Atenção: Este critério envolve a escrita silábica sem valor sonoro convencional.

G) Escreveu sem correspondência sistemática entre partes do falado e partes do escrito.

Atenção: Este critério envolve as escritas pré-silábicas.

H) Ausência de resposta.

QUESTÃO 4 – MP12: Localizar algumas palavras ditadas pelo professor em uma cantiga de roda conhecida (leitura).

Categorias de resposta:

A) Marcou corretamente todas as palavras ditadas (05 palavras). B) Marcou corretamente pelo menos quatro (04) das palavras ditadas. C) Marcou corretamente entre três (03) e duas (02) das palavras ditadas. D) Marcou corretamente apenas uma (01) das palavras ditadas.

E) Marcou palavras aleatoriamente. F) Não marcou nenhuma palavra.

QUESTÃO 5 MP10: Escrever trecho de uma parlenda, cujo conteúdo temático tenha sido previamente memorizado (sistema de escrita).

Categorias de resposta:

A) Escreveu com correspondência sonora alfabética e grafia convencional.

Atenção: Incluir nesta categoria mesmo que a grafia de duas (02) palavras esteja in-correta. Não exigir correção na acentuação gráfica e pontuação.

B) Escreveu com correspondência sonora alfabética com grafia não convencional.

Atenção: incluir nessa categoria a escrita com correspondência sonora alfabética e grafia correta de apenas duas (02) palavras.

(25)

25 Atenção: Este critério envolve a escrita silábico-alfabética que marca a transição do aluno da hipótese silábica para a escrita alfabética.

D) Escreveu silabicamente com correspondência sonora.

Atenção: Este critério envolve a escrita silábica com valor sonoro convencional.

E) Escreveu silabicamente sem correspondência sonora.

Atenção: Este critério envolve a escrita silábica sem valor sonoro convencional.

F) Escreveu sem correspondência sistemática entre partes do falado e partes do escrito.

Atenção: Este critério envolve as escritas pré-silábicas.

G) Ausência de resposta.

QUESTÃO 6 – Escrita de um bilhete

O bilhete é um gênero textual menos formal. Possui conteúdo temático, estru-tura organizacional e estilo próprios de um gênero escrito primário, sendo conside-rado um dos gêneros textuais mais informais que existem. Assim, precisamos analisar de forma mais criteriosa, alguns elementos constituintes do “bilhete”, tais como: a saudação inicial e a fórmula de despedida.

Aqui determinamos como características do gênero “bilhete” as que seguem: presen-ça de remetente, destinatário, saudação inicial, narrador em 1ª pessoa do singu-lar/plural, assunto determinado, informações complementares, fórmula de despedi-da.

A questão 6 se desdobra em dois itens: 6.1 e 6.2

Item 6.1 – MP13: Escrever um bilhete, a partir de um contexto de produção, com características próprias do gênero.

Categorias de resposta:

A) Atende às características do gênero, e consegue informar a Cinderela sobre o

baile.

B) Atende parcialmente às características do gênero, contudo consegue informar

a Cinderela sobre o baile.

C) Não atende às características do gênero, não conseguindo informar a

Cindere-la sobre o baile.

D) Presença de escrita, mas não o solicitado. E) Ausência de resposta.

(26)

26

Item 6.2 – MP14: Escrever um bilhete, com características da linguagem escrita.

Categorias de resposta:

A) Apresenta progressão temática assegurando a coerência do texto,

transmitin-do a mensagem de forma clara.

B) Apresenta dificuldades na progressão temática, contudo transmite a

mensa-gem.

C) Apresenta dificuldades na progressão temática que impedem a compreensão

da mensagem.

D) Presença de escrita, mas não o solicitado. E) Ausência de resposta.

QUESTÃO 7 – Escrita de legenda

A legenda caracteriza-se como um gênero mais comumente utilizado na esfe-ra jornalística e, em geesfe-ral, tem a função de completar a informação constante na imagem que corresponde a algo citado na notícia, conforme esclarece Iran Ferreira de Melo2, em sua tese de doutorado:

Geralmente constitui-se de uma ou duas linhas de texto escrito localizada abaixo da foto, sendo excepcionalmente usada acima ou ao lado dela. Por ser a fotografia um dos primeiros elementos que atraem o público à página de um jornal, é comum as redações recomendarem que essa estrutura seja atraente, objetiva e, sobretudo, informativa; não servindo apenas para des-crever a imagem, embora não possa deixar de cumprir essa função. (...) É im-portante não confundir o texto-legenda com a estrutura da foto-legenda. Esta pode ter uma descrição escrita com maior extensão (até quatro linhas), onde se narra ou descreve o acontecimento que a fotografia ilustra, sem qualquer outro texto noticioso atrelado (MELO, 2013, p. 188-189).

O gênero torna-se complexo na medida em que cumpre uma função de rela-cionar uma imagem (texto não verbal) ao texto escrito. Na combinação com a foto ou ilustração, deve-se esgotar o assunto de que trata e, além disso, deve ser curta e objetiva, na maioria das vezes em um padrão sujeito ativo/verbo no presente (cf FO-LHA DE S. PAULO, 20073).

2 MELO. I. F. Ativismo LGBT na imprensa brasileira: análise criticada representação de atores sociais na

Folha de S. Paulo. 2013, 384p. Tese (Doutorado). FFLCH. São Paulo. Disponível em:

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8142/tde-04072013-100403/pt-br.php acesso em 19/07/2016.

3FOLHA DE S. PAULO. Manual da redação da folha de S. Paulo. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2007. p.

(27)

27

A questão 7 se desdobra em dois itens: 7.1 e 7.2

Item 7.1 – MP15: Escrever legenda para imagem, a partir de um contexto de produção, com características próprias do gênero.

Categorias de resposta:

A) Atende às características do gênero, e consegue, com a escrita, complementar

o conteúdo da linguagem não verbal presente na foto.

B) Atende parcialmente às características do gênero, contudo consegue, com a

escrita, complementar o conteúdo da linguagem não verbal presente na foto.

C) Não atende às características do gênero, não conseguindo, com a escrita,

complementar o conteúdo da linguagem não verbal presente na foto.

D) Presença de escrita, mas não o solicitado. E) Ausência de resposta.

Item 7.2 – MP16: Escrever legenda para imagem, com características da lingua-gem escrita.

Categorias de resposta:

A) Apresenta uma escrita clara e objetiva, assegurando a coerência entre os

tex-tos não verbal e verbal.

B) Apresenta dificuldades na escrita de uma legenda clara e objetiva, contudo

as-segura a coerência entre os textos não verbal e verbal.

C) Apresenta dificuldades na escrita de uma legenda clara e objetiva, o que

pre-judica a coerência entre os textos não verbal e verbal.

D) Presença de escrita, mas não o solicitado. E) Ausência de resposta.

(28)

28 Matemática

QUESTÃO 1 - MP16: Produzir escritas numéricas relativas a números familiares e frequentes, em ditado de números.

Categorias de resposta:

A) Escreveu corretamente os 6 números. B) Escreve corretamente 5 números. C) Escreve corretamente 4 ou 3 números.

D) Escreve corretamente apenas 1 ou 2 números. E) Não escreve corretamente nenhum dos números. F) Não é possível identificar os números escritos. G) Ausência de respostas.

QUESTÃO 2 – MP17: Utilizar procedimentos de contagens fazendo agrupamen-tos de 10 em 10.

Esta questão se desdobra em dois itens de correção: 2.1 e 2.2 2.1 )

Categorias de resposta:

A) Escreve a resposta correta: OITO ou 8.

B) Escreve NOVE ou 9 , indicando que considerou todos os agrupamentos. C) Escreve outra número que não os citados nos itens A e B.

D) Não é possível identificar o número escrito. E) Ausência de resposta.

Item B)

Categorias de resposta:

A) Escreve a resposta correta: OITENTA E QUATRO ou 84. B) Escreve 804, indicando que utilizou o apoio na fala. C) Escreve outra número que não os citados nos itens A e B. D) Não é possível identificar o número escrito escrita.

(29)

29

QUESTÃO 3 - MP19: Resolver situação-problema do campo aditivo, envolvendo o significado de composição, por meio de estratégia pessoal.

Categorias de resposta:

A) Escreve a resposta correta: 20.

B) Responde incorretamente: 12 ou 8, indicando a quantidade de apenas uma das

caixas.

C) Responde incorretamente indicando outro número que não os citados nos

itens A ou B.

D) Não é possível identificar o número escrito. E) Ausência de resposta.

QUESTÃO 4 - MP20: Resolver situação-problema do campo aditivo, envolvendo o significado de transformação, por meio de estratégia pessoal.

Categorias de resposta:

A) Escreve a resposta correta: 11

B) Responde incorretamente: 21 indicando que realizou a soma dos adesivos. C) Responde incorretamente indicando outro número que não os citados nos

itens A ou B.

D) Não é possível identificar o número escrito. E) Ausência de resposta.

QUESTÃO 5 - MP21: Identificar a movimentação de objetos ou pessoas num croqui.

Categorias de resposta:

A) Circula a resposta correta: FARMACIA B) Circula incorretamente: ESCOLA.

C) Circula quaisquer outros quadros que não citado no item A ou B. D) Ausência de resposta.

QUESTÃO 6 - MP22: Identificar similaridades e diferenças entre formatos de objetos tridimensionais de uso cotidiano.

Categorias de resposta:

A) Escreve o X no grupo correto: GRUPO B. B) Responde incorretamente: GRUPO A. C) Escreve X nos dois grupos.

(30)

30

QUESTÃO 7 - MP24: Resolver situação-problema envolvendo a medição de comprimento.

Categorias de resposta:

A) Escreve a resposta correta: PAI.

B) Responde incorretamente: MÃE.

C) Responde incorretamente, escrevendo outro nome presente na ilustração. D) Escreve outro nome que não os da ilustração.

E) Não é possível identificar o nome que foi escrito. F) Ausência de resposta.

QUESTÃO 8 - MP25: Ler dados apresentados em tabelas simples.

Categorias de resposta:

A) Escreve a resposta correta: CARRINHO BATE-BATE.

B) Responde incorretamente, escrevendo outro nome presente na tabela. C) Escreve outro nome que não os da tabela.

D) Não é possível identificar o nome que foi escrito. E) Ausência de resposta.

6. R

ECOMENDAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA O CICLO DE ALFABETIZAÇÃO

6.1LÍNGUA PORTUGUESA

Tendo em vista que as AAP têm como objetivo acompanhar o processo de apren-dizagem relacionado aos conteúdos de seu respectivo ano de escolaridade, sua cor-reção e análise, por parte do professor, são fundamentais, pois auxiliarão no plane-jamento de ações pedagógicas para o ano letivo.

Em relação ao ciclo de alfabetização, especialmente, este levantamento de conhe-cimentos dos alunos é imprescindível, pois, no caso do 1º ano, os mesmos estão in-gressando na Unidade Escolar, alguns provindos de Educação Infantil e outros terão o primeiro contato com um ensino sistematizado.

Cabe aqui, voltar à concepção de alfabetização que compreende as propostas do Programa Ler e Escrever:

(31)

31 CONCEPÇÃO DE ALFABETIZAÇÃO

As crianças constroem conhecimentos sólidos a respeito da leitura e da escrita antes mesmo de frequentarem alguma instituição de ensino, pois tais práticas estão inseridas no convívio social. Entende-se que as crianças constroem hipóteses com base nas informações que o meio lhes oferece. Cabe à escola organizar um espaço no qual seja propício ao uso das práticas sociais da leitura e da escrita (fazendo uso de seus conhecimentos já adquiri-dos, testando-os), de modo que as crianças possam interagir intensamente com a utilização de textos dos mais variados gêneros, identificar e refletir sobre seus diferentes usos sociais, ler e produzir textos e, assim, construir as capacidades que lhes permitam participar das situações sociais pautadas pela cultura escrita.

Quando se decide que desde muito pequenas as crianças podem iniciar o processo de compreensão da leitura e da escrita, decidimos, na verdade, que já estão se alfabetizan-do. A escola se firma então, em um “compromisso alfabetizador4” ao se colocar como uma

instituição que oferece aos alunos múltiplas possibilidades de construção do conhecimento a respeito da leitura, da escrita e da fala por meio de situações reais de uso.

O objetivo maior – possibilitar que todos os nossos alunos se tornem leitores e escri-tores competentes – compromete-nos com a construção de uma escola inclusiva, que pro-mova a aprendizagem de todos os alunos.

Ao eleger o que e como ensinar, é fundamental levar em consideração esses fatos, não mais para justificar fracassos, mas para criar as condições necessárias para garantir a conquista e a consolidação da aprendizagem da leitura e da escrita de todos os nossos alu-nos.

Assim, parte-se do pressuposto de que a alfabetização é a aprendizagem do sistema de escrita e da linguagem escrita em seus diversos usos sociais, e que permite aos alunos a sua inserção nas culturas do escrito. É imprescindível que a aprendizagem das duas dimen-sões aqui citadas devem ocorrer simultaneamente.

Tanto os saberes sobre o sistema de escrita como aqueles sobre a linguagem escrita devem ser ensinados e sistematizados na escola. Não basta colocar os alunos diante dos textos para que conheçam o sistema de escrita alfabético e seu funcionamento ou para que aprendam a linguagem escrita. É preciso planejaruma diversidade de situações em que pos-sam, em diferentes momentos, centrar seus esforços ora na aprendizagem do sistema, ora na aprendizagem dalinguagem que se usa para escrever.

Assim como afirma Ferreiro (2001), a ALFABETIZAÇÃO é um processo longo, precoce, complexo e indivisível. É LONGO, pois, com práticas de produção e interpretação cada vez mais ajustadas aos propósitos sociais e gêneros textuais (e não a simples associação de le-tras e sílabas), as habilidades de leitura e escrita dependem de recursos cognitivos e criati-vos que emergem da experiência com a língua em longo prazo, na forma de uma perma-nente descoberta. Se coloca também como um PROCESSO PRECOCE porque a compreensão da escrita inicia-se desde a mais tenra idade, pois as crianças, desde muito cedo, vão progressi-vamente se apropriando deste objeto cultural como um todo (a lectoescritura). Além disso, torna-se um PROCESSO COMPLEXO, porque a aprendizagem da escrita depende de operações cognitivas individuais que se constroem por diferentes caminhos, por meio de indagações / problematizações / inquietações / questionamentos vividos pelo sujeito. Diante disso, rea-firmamos que o processo de alfabetização se coloca como indivisível, unindo o momento de aprender com o fazer uso da aprendizagem.

As propostas pedagógicas devem reconhecer as crianças como seres íntegros, que aprendem a ser e conviver consigo, com os demais e com o ambiente de maneira articulada e gradual. Devem-se organizar atividades intencionais que possibilitem a interação entre as diversas áreas de conhecimento e os diferentes aspectos da vida cidadã em momentos de ações ora estruturadas, ora espontâneas e livres, contribuindo assim com o provimento de conteúdos básicos para constituição de novos conhecimentos e valores.

(32)

32

Para a análise dos resultados e possíveis tomadas de decisão, sugere-se que se-jam utilizadas as seguintes questões norteadoras ou outras que julgarem necessárias:

 Quais conhecimentos os alunos precisam mobilizar para resolver as questões, em relação ao enunciado e à complexidade da tarefa proposta?

 Quais dificuldades os alunos podem ter na resolução destas questões?

EXEMPLO -QUESTÃO 3

MP11: Escrever uma lista de palavras do mesmo grupo semântico, a partir do ditado do professor (sistema de escrita).

DITADO DE UMA LISTA DE PALAVRAS

ESCREVA AQUI UMA LISTA COM CINCO NOMES DE CIDADES DE

ORIGEM INDÍGENA, QUE SERÃO DITADAS PARA VOCÊ:

______________________________________________________________________________

______________________________________________________________________________

QUESTÕES NORTEADORAS:

Qual o grau de dificuldade que os alunos tiveram ao escrever as palavras (TAMAN-DUÁ, JACARÉ, JABUTI, CUTIA E TATU)?

 O que as escritas produzidas demonstram no que se refere ao conhecimento dos alunos?

 O que os alunos já conhecem sobre o sistema de escrita?  O que estes alunos precisam aprender?

 Quais condições didáticas precisam ser garantidas para que estes alunos avan-cem em suas hipóteses?

 Quais agrupamentos podem ser propostos para que os alunos avancem em seus conhecimentos, mediante a consulta do mapa de sondagem da turma e a análise do desempenho dos alunos na avaliação?

(33)

33

Nessa análise, é importante a utilização dos seguintes documentos:  a prova aplicada aos alunos;

 as instruções para a aplicação das provas dos alunos;  o roteiro de correção da prova;

 os mapas de sondagem relativos à aquisição do sistema de escrita alfabético;  as expectativas de aprendizagem de Língua Portuguesa para o ciclo de

alfabe-tização;

 a avaliação diagnóstica realizada no mês de fevereiro e as do 1º e 2º Bimes-tres;

 os materiais didático-pedagógicos de Língua Portuguesa do Programa Ler e Escrever.

Primeiramente, o professor precisa refletir sobre os conhecimentos que seus alunos já adquiriram. Uma ótima oportunidade é a reflexão por meio desta avaliação de aprendizagem em processo e os mapas de sondagem a respeito da escrita dos alunos. Nesta análise pode-se fazer um levantamento mais preciso a partir de situa-ções didáticas similares, porém em contextos diferenciados.

Após a análise dos resultados é fundamental a retomada das expectativas de aprendizagem de Língua Portuguesa para cada ano, dos diferentes níveis de desem-penho que compõem as provas de Língua Portuguesa, que representam conjuntos específicos de habilidades e competências para o planejamento de ações pedagógi-cas que atendam às necessidades dos alunos.

Este momento é importante para que re(visitem) o ponto que esperamos al-cançar no que diz respeito ao ensino da leitura, da escrita e da aquisição do sistema alfabético de escrita para os alunos do ciclo de alfabetização. Para isso, recomenda-mos a leitura do documento de EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM, dasORIENTAÇÕES D IDÁTI-CAS FUNDAMENTAIS SOBRE AS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA5, e dos RELATÓRIOS PEDAGÓGICOS DO SARESP.Além disso, é interessante que se analisem os

rela-tórios disponíveis no Sistema de Acompanhamento dos Resultados das Avaliações

5 Ambos documentos disponíveis para download no site do Programa Ler e Escrever <

http://lereescrever.fde.sp.gov.br > e na Intranet – Espaço do Servidor (Biblioteca da CGEB) <

(34)

34

(SARA), alocado na Secretaria Escolar Digital (SED)6 e também na Plataforma Foco

Aprendizagem.

A seguir são apresentadas algumas orientações relacionadas às situações di-dáticas para o trabalho com leitura e escrita no ciclo de alfabetização.

6.1.1ORIENTAÇÕES PARA SITUAÇÕES DIDÁTICAS QUE ENVOLVAM A ALFABETIZAÇÃO

Para os alunos em processo de alfabetização e que, ainda, não compreende-ram as regras de funcionamento do sistema alfabético de escrita, recomendamos que sejam realizadas ATIVIDADES PERMANENTES DE ALFABETIZAÇÃO - situações didáticas que

vi-sam à análise e reflexão sobre a Língua. São elas: leitura de listas e textos que se sabe de memória; atividades de leitura ou escrita de nomes (próprios e dos colegas); ra e ordenação de textos (músicas, parlendas, poesias e outros textos poéticos); leitu-ra de palavleitu-ras de uma lista; escrita pelo aluno (textos que se sabe de memória: adivi-nhas, parlendas, etc.)7.

Faz-se necessário que essas atividades sejam propostas diariamente às crian-ças, tendo como princípio metodológico a resolução de problemas. Ainda, de acordo com Weisz (2001), uma proposta se constitui como uma boa situação de aprendiza-gem ao garantir que8:

 as crianças precisem pôr em jogo tudo o que sabem e pensam sobre o conte-údo em torno do qual o professor organizou a tarefa;

 as crianças tenham problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõem a produzir;

 o conteúdo trabalhado mantenha suas características de objeto sociocultural real sem transformar-se em objeto escolar vazio de significado social;

 a organização da tarefa pelo professor garanta a máxima circulação de infor-mação possível.

6 Endereço de acesso à Secretaria Escolar Digital (SED) e à Plataforma Foco Aprendizagem:

https://sed.educacao.sp.gov.br/

7 Conferir o Guia de Planejamento e Orientações Didáticas do Professor Alfabetizador – 1º ano.

8Tal como formulou Telma Weisz e como se divulgou amplamente no Programa de Formação de

(35)

35

As atividades permanentes de alfabetização9 precisam ser articuladas a outras

propostas de trabalho e situações cotidianas vivenciadas pelas crianças. Como por exemplo:

 SITUAÇÕES DE LEITURA para refletir sobre o funcionamento do sistema de escrita

alfabético, como por exemplo: ordenação de textos que se sabe de cor; adivinhas acompanhadas de lista de palavras com as respostas; encontrar palavras defini-das pelo professor em listas, textos poéticos e narrativos; listas compostas por palavras de um mesmo campo semântico (frutas, brincadeiras, títulos de histó-rias, etc.) nas quais as crianças precisem encontrar a palavra solicitada pelo pro-fessor; pareamento entre trechos de histórias e seu título.

 SITUAÇÕES DE LEITURA E ESCRITA que envolvam palavras estáveis – como nomes

próprios, por exemplo.

 SITUAÇÕES DE ESCRITA para refletir sobre o funcionamento do sistema alfabético,

tais como:

- Escrita de textos que sabe de memória.

- Reescrita de textos ou partes deles (individualmente ou em dupla). - Escrita de uma adivinha a partir das respostas.

- Escrita de listas de palavras de um mesmo campo semântico (nomes

das crianças, brincadeiras, brinquedos, animais, frutas, material escolar, par-tes do corpo, compras a serem feitas, etc.), de preferência a partir de outras propostas realizadas ou de acontecimentos do cotidiano.

- Escrita em duplas de bilhetes, recados, avisos.

- Preenchimento de cruzadinha sem a relação de palavras (quando as

cri-anças já apresentam escritas silábico-alfabéticas).

- Escrita de títulos de histórias a partir de trechos lidos pelo professor.

6.1.2COMO ORGANIZAR O TRABALHO COM AS ATIVIDADES DE ALFABETIZAÇÃO?

No processo de alfabetização, sugere-se que o professor agrupe os alunos consi-derando os seguintes critérios:

 CRIANÇAS COM ESCRITAS NÃO ALFABÉTICAS:

9 Adaptado do texto “Sobre as atividades permanentes de alfabetização”, organizado por Rosaura

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36

◦ As crianças com escritas silábicas, com conhecimento sobre o valor sonoro

convencional das letras, podem ser agrupadas com crianças que produzem es-critas silábicas sem valor sonoro convencional ou com crianças ainda com escri-tas pré-silábicas.

◦ O professor precisa considerar que as crianças com escritas pré-silábicas não

podem ser agrupadas entre si para realizarem, por exemplo, atividades de leitu-ra: para elas, é importante a interação com quem já sabe que a escrita represen-ta a fala, o que elas ainda não descobriram.

Na organização das atividades, é fundamental que o professor reflita sobre co-mo atender a todos os alunos, aqueles que apresentam escritas alfabéticas e os que não apresentam. Para isso, é necessário pensar em como adequar as atividades às necessidades de aprendizagem dos alunos. Por exemplo, a atividade de leitura da lista de personagens dos contos é interessante para todos os alunos? Não, pois isso não representa um desafio real para os alunos com escrita alfabética. Mas, pode ser útil aos que têm escritas não alfabéticas, nesse caso, será preciso organizar a ativida-de com ativida-desafios possíveis ativida-de modo que os alunos possam refletir sobre o sistema, buscar as regularidades e avançar em suas aprendizagens. Isso é possível garantindo parceiros com escrita silábica para os alunos com escrita pré-silábica. Os alunos que escrevem alfabeticamente podem escrever o nome dos personagens no quadro, sem consultar a lista. Assim, para eles a atividade seria de escrita, para os demais, será de leitura.

Cabe aqui destacar que os agrupamentos só serão produtivos se considerarem o objetivo da situação didática e a clareza da intencionalidade, pois assim, o profes-sor poderá promover intervenções que auxiliem a circulação de informação nos gru-pos, que podem ser formados por toda sala, por quartetos ou em duplas. A clareza da intencionalidade foi ressaltada, pois em algumas situações de leitura e escrita o trabalho individual também deverá ser propiciado.

A organização da escola como um todo, também pode ser diferenciada, com o objetivo de atender aos alunos com maiores dificuldades, porém faz-se necessário promover boas situações de aprendizagem para os alunos que atenderam ou estão além das expectativas de aprendizagem previstas para o ano de escolaridade.

No Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o professor (1º ano), do Programa Ler e Escrever, estão presentes diversas propostas apresentadas em dife-rentes modalidades organizativas que contemplam as situações indicadas, tais como:

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37

Projetos Brincadeiras Tradicionais e Um olhar sobre a cultura dos povos indígenas do Brasil: o cotidiano das crianças; leitura pelo aluno; trabalho com nomes; além de tex-tos complementares para leitura e estudo que podem auxiliar nas reflexões nos gru-pos colaborativos de estudos nas ATPC.

6.1.3ORIENTAÇÕES PARA O PLANO DE RECUPERAÇÃO DAS APRENDIZAGENS

Para a elaboração de planos de ação que envolvam a recuperação das aprendizagens, faz-se necessário a reflexão sobre o processo de aquisição do sistema de escrita e o levantamento dos alunos que não atenderam às expectativas de aprendizagem relacionadas ao ano anterior, por exemplo.

Primeiramente, o professor precisa refletir sobre os conhecimentos que seus alunos já adquiriram. Uma ótima oportunidade é a reflexão por meio desta avaliação (3º bimestre), da avaliação realizada em fevereiro (avaliação de entrada) e das avalia-ções de Abril (1º bimestre) e de Junho (2º bimestre) e os mapas de sondagem. Nesta análise pode-se fazer um levantamento mais preciso a partir de situações didáticas similares, porém em contextos diferenciados.

Assim, é importante que, antes de propor atividades de alfabetização, analisem as produções escritas de seus alunos e reflitam sobre:

1. Como as crianças pensam tais escritas?

2. Quais hipóteses os alunos têm sobre como se escreve? 3. Quais os alunos que apresentam maiores dificuldades?

Após esse período inicial de reflexão, o professor poderá levantar, juntamente com seus pares:

1. O que é preciso propiciar a eles para que possam seguir avançando em suas escritas?

2. O que é preciso planejar – que atividades e que intervenções – para esses alu-nos alu-nos próximos dias, levando em conta o que eles demonstram saber? 3. Quais os melhores agrupamentos que podem ser propostos para que os

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38

As avaliações também promovem o levantamento de conhecimentos dos alu-nos relacionados à produção de texto, no caso, para o 1º ano, a escrita de bilhete e de legenda. Seguem algumas recomendações para a reflexão a respeito do trabalho com textos:

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39

6.2MATEMÁTICA

Para uma análise criteriosa do desempenho dos alunos, é essencial a utilização da prova aplicada aos alunos e também os subsídios oferecidos aos professores nas pá-ginas anteriores deste documento.

O estudo conjunto desses documentos permitirá possíveis tomadas de deci-são, sugerimos que as reflexões sempre tenham como ponto de partida algumas questões norteadoras, de acordo com o nível de desempenho em análise. Como exemplo, seguem algumas possibilidades de análise de uma questão de Matemática, que busca aferir o conhecimento do Sistema de Numeração Decimal, por meio do ditado pelo professor de números naturais.

EXEMPLO -QUESTÃO 1-DITADO DE NÚMEROS

MP16: Produzir escritas numéricas relativas a números familiares e frequentes, em ditado de números.

ESCREVA OS NÚMEROS QUE O(A) PROFESSOR(A) VAI DITAR,

DA ESQUERDA PARA A DIREITA, UM EM CADA QU ADRINHO:

Questões norteadoras:

 Qual(is) dificuldade(s) os alunos tiveram para escrever os números pedidos (15, 34, 40, 69, 96 e 2016)?

 O que essas escritas demonstram sobre o conhecimento dos alunos?  O que estes alunos ainda precisam aprender?

 Quais procedimentos e propostas de atividades precisam ser garantidas para que estes alunos avancem no conhecimento do Sistema de Numeração Deci-mal?

Análise das atividades planejadas e organização do plano de recuperação con-tínua:

 Descrever as dificuldades apresentadas pelos alunos na realização das ativida-des;

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 Verificar a adequação de atividades para os alunos que apresentam dificulda-des na escrita numérica, na observação das regularidadificulda-des do quadro numéri-co, leitura dos números naturais, refletindo se são ou não voltadas para a aná-lise e reflexão sobre o ensino da Matemática, se atendem as expectativas de aprendizagem e se as condições didáticas necessárias para o ensino da Mate-mática estão garantidas;

 Revisitar os materiais didático-pedagógicos do Projeto EMAI selecionando ou adequando atividades que possibilitem ao aluno o resgate e/ou ampliação dos conhecimentos matemáticos;

 Organizar a sala de aula (ex. formação de agrupamentos produtivos) e a escola para atender os alunos com dificuldades de aprendizagem;

 Analisar as estratégias pessoais utilizadas pelos alunos, identificando a origem do erro.

 Garantir momentos de estudo em ATPC (Aula de Trabalho Coletivo Pedagógi-co) que garantam a reflexão das situações didáticas apresentadas nos materi-ais do Projeto EMAI.

(41)

41

7. R

EFERÊNCIAS

BRASIL. (Secretaria de Educação Fundamental). Parâmetros curriculares nacionais:

língua portuguesa / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília, 1997.

BRASIL (Secretaria de Ensino Fundamental). Práticas de escrita: orientações didáti-cas” In: Referencial Curricular Nacional de Educação Infantil, vol. 3. Brasília: MEC/SEF, 1998.

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FAYOL, Michel. A Criança e o Número: da contagem à resolução de problemas. Tra-dução por Rosana Severino de Leoni. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

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PIRES, C. M. C. et al. Espaço e forma: a construção de noções geométricas pelas

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PIRES, C. M. C. Relações espaciais, localização e movimentação: um estudo sobre

práticas e descobertas de professoras polivalentes sobre atividades realizadas com seus alunos. Anais do Encontro de Educação Matemática realizado em

Ma-caé/RJ. 2000.

_______________. Reflexões que precisam ser feitas sobre o uso dos chamados

ma-teriais concretos para a Aprendizagem em Matemática. Boletim GEPEM (Online),

(42)

42

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SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de gestão da Educação básica. Departamento de Desenvolvimento Curricular e de gestão da Educação bási-ca. Centro de Ensino Fundamental dos Anos Iniciais. EMAI: educação matemática

nos anos iniciais do ensino fundamental; organização dos trabalhos em sala de aula, material do professor - 1º ano do Ensino Fundamental (Volume 1).

Secreta-ria da Educação. Centro de Ensino Fundamental dos Anos Iniciais. - São Paulo: SE, 2013.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de gestão da Educação básica. Departamento de Desenvolvimento Curricular e de gestão da Educação bási-ca. Centro de Ensino Fundamental dos Anos Iniciais. EMAI: educação matemática

nos anos iniciais do ensino fundamental; organização dos trabalhos em sala de aula, material do professor - 2º ano do Ensino Fundamental (Volume 1).

Secreta-ria da Educação. Centro de Ensino Fundamental dos Anos Iniciais. - São Paulo: SE, 2013.

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SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Matriz de avaliação processual: anos

iniciais, língua portuguesa e matemática; encarte do professor / Secretaria da

Educação; coordenação, Ghisleine Trigo Silveira, Regina Aparecida Resek Santiago; elaboração, equipe curricular do Centro de Ensino Fundamental dos Anos Iniciais. São Paulo: SE, 2016.

VAN HIELE, P.M. Similarities and differences between the theory of learning and

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understanding in mathematics. A tribute to Richard Skemp. D. Tall & M. Thomas, eds. Post Pressed, Flaxton, Australia, 2002.

VERGNAUD, G. A criança, a Matemática e a realidade: problemas de ensino de

Matemática na escola elementar. Trad.: Maria Lucia Moro. Curitiba: UFPR, 2009.

________________. A teoria dos campos conceituais. In Brun, J. Didática das

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AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO

Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional

Coordenador: Antonio Celso de Paula Albuquerque Filho

Departamento de Avaliação Educacional

Diretora: Cyntia Lemes da Silva Gonçalves da Fonseca Assistente Técnica: Maria Julia Filgueira Ferreira

Centro de Planejamento e Análise de Avaliações

Diretor: Juvenal de Gouveia Ademilde Ferreira de Souza, Cristiane Dias Mirisola, Isabelle Regina de Amorim

Mes-quita, Patricia Barros Monteiro, Soraia Calderoni Statonato

Centro de Aplicação de Avaliações

Denis Delgado dos Santos, Fagner Lima Nunes Cavinato, José Guilherme Brauner Fi-lho, Kamila Lopes Candido, Lilian Sakai, Manoel de Castro Pereira, Nilson Luiz da Cos-ta Paes, Teresa Miyoko Souza Vilela

Coordenadoria de Gestão da Educação Básica

Coordenadora: Valéria de Souza

Departamento de Desenvolvimento Curricular e de Gestão da Educação Básica

Diretora: Regina Aparecida Resek Santiago

Centro do Ensino Fundamental dos Anos Iniciais - CEFAI

Diretora: Sonia de Gouveia Jorge Andréa Fernandes de Freitas, Edimilson de Moraes Ribeiro, Fabiana Cristine Porto dos Santos, Luciana Souza Santos, Pio de Sousa Santana e Renata Rossi Fiorim Siqueira

Referências

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