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Proteçao da criança escolar em Sao Paulo

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19411 SAt?DE ESCOLAR

219

and eosinophilia) were seen in some. It was noted that pigmentation was not limited to the basal layer of the skin, but extended into the prickle layer; there were many chromatophores in the dermis. In the epidermis, atrophy of the mucous body, often marked, was observed; in some parts there was a pronounced morphologic change, with disorganiaation of the basal layer and irregular ar- rangement of the remaining cells; in some places heterotopic mitoses were seen, with infiltration of dermic cells (sometimes lichenoid in appearance) into intracel- lular spaces.

PROTECA

DA CRIANCA

ESCOLAR EM S. PAULO

Pelo Dr. FRANCISCO FIGUEIRA DE MELLO S. Paulo, Brasil

0 ServiGo Médico Escolar 6 em 8. Paulo uma das mais antigas senão

a mais amiga institui@o oficial de prote&o à crianga. Os paulistas

sempre compreenderam que êsse 6 um servigo de grande importância e não vacilaram em dar-lhe a primazia na sua criacão entre os congêneres

do país; institui#o indispensável e necessária ao ensino e á saúde,

portanto à na@ e à ra9a.

Se considerarmos que a escola 6 a oficina onde se forma o cidadão, lógico é que nela nao se vá receber apenas so conhecimentos da leitura, da escrita, e do cálculo, e sim outros de ordem ffsica, moral e sentimental, para o que estarão mestres e médicos atentos no desenvolvimento físico e psíquico do educando, oferecendo-lhe um ambiente amplo de luz e ar para 0 carpo e para 0 espirito. Todas as institui$es científicas e organizacões sociais a medida que os povos se civilizam vão se especiali-

zando para produzir mais e melhor. A especialidade das fun9ões 6

pois urna determinante da exigencia do aperfeicoamento.

Assim é que a especializacão do m6dico escolar de mais a mais se

impõe imperiosa e definitivamente. No atual momento que vivemos

no convulsionamento universal, em que os valores se deflnem e se

aperfeicoam, na política, nas ciências e nas artes, e a organiza950 social pontilhada de erros que a razgo aponta e que a conciência condena, as

atribui@es tomam funoões compatfveis com as necessidades, sendo

criadas urnas, alteradas ou renovadas outras, tudo sob a elevada inspira- 9áo do aperfei9oamento e do bem coletivo.

A higiene como a pedagogia náo podiam fugir a essa lei inevitável da

evolupáo. A higiene em largo surto cris um ambiente propicio ao

desenvolvimento do homem, e desenvolvendo a proíilaxia, restringe, evita

a evolyáo das moléstias. E a higiene escolar aponta novos e interes-

santes aspectos da vida da crianca. A pedagogia em belo voo, integra-se

no seu verdadeiro papel, o de preparar cidadáos para urna pátria livre e feliz, fazendo da vida urna fonte inexorável de energia e alegria.

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OFICINA SANITARIA PANAMERICANA [Marzo 19411

de dezembro de 1938, reformou o ServiGo de Saúde Escolar, que bem

inspirado recolocou-o na dependência do Departamento de Educa@o,

onde poderá desenvolver incalculável soma de útil serviso a bem da

crianca das escolas.

Pelo referido decreto, foram ampliadas as clínicas já existentes e criados outros e necessários servicos ao aparelhamento médico-escolar. Assim foram criados os seguintes serviqos: Higiene Mental e Clínica

de Orienta@0 Infantil; Clínica Alérgica; Clínica Endocrinológica e de

Nutri$ão; Clínica de Pele e Sífilis; Puericultura Educacional para as

Alunas das Escolas Normais e Profissionais; serviqos de raios X e de

laboratório, etc., tornando essa organiza$o á altura das necessidades

b de S. Paulo.

Vou a citar apenas alguns números que corroboram o que acabo de

citar. Principais trabalhos realizados na Diretoria do ServiGo de Saúde

Escolar durante o lo semestre de 1939: criancas atendidas em todos os serv&os, 94,108; inspecões de saúde realizadas na sede, 2,286; em domicílio, 42; vacinagões na sede, 1,426; crianqas atendidas na Policlfnica Escolar do Largo de Arouche, 39,144; no serviGo de olhos, 4,216; no serviGo de otorrinolaringologia, 5,369; na Clfnica de Pele e Sífilis, 388; e no ServiGo de Raios Ultra Violeta, 3,819. Nos Grupos Escolares foram examinadas 26,276 criancas.

E’ essa a protecão que presta o Estado ás criancas que estudam:

criancas pobres, que sem essa assistência náo teriam oportunidade de

tratar-se e que em percentagem elevada constituiriam urna juventude

fraca de índice vital baixo, náo correspondendo ás exigências da vida

trepidante da civiliza#o moderna.

E’ na escola e pela escola que se realiza êsse trabalho grande por si mesmo, e mais ainda pelas suas possibilidades, pois vai no trabalho de hoje, lancando as bases da grande na@o que será amanhá.

SCHOOL HEALTH WORK IN S. PAULO

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