• Nenhum resultado encontrado

Manual de Convenções. BPMN Business Process Modelling Notation GFI Portugal

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Manual de Convenções. BPMN Business Process Modelling Notation GFI Portugal"

Copied!
23
0
0

Texto

(1)

Manual de Convenções

© 2009 – GFI Portugal

Manual de Convenções

(2)

O que é o BPMN?

O BPMN é uma notação gráfica para a definição de processos de negócio

É o standard internacional para modelação gráfica de processos

É baseado nos tradicionais fluxogramas mas mais É baseado nos tradicionais fluxogramas mas mais expressivo e com uma semântica mais precisa

Permite documentar o fluxo de dados num processo através dos vários intervenientes

É usado pelas áreas funcionais e técnicas para concordarem quanto à definição de um processo

(3)

Os principais elementos do BPMN

Page 3 © 2009 - GFI Portugal SOA/BPM – Go-to-Market 2009

(4)
(5)

Eventos

Um evento é algo que “acontece” e afecta o fluxo do processo

Pode ser usado para iniciar, interromper ou terminar um fluxo

Um evento de início marca o início do processo Um evento de início marca o início do processo

Os eventos intermédios ocorrem no decorrer do processo

Um evento de fim marca a conclusão do processo

Page 5 © 2009 - GFI Portugal SOA/BPM – Go-to-Market 2009

(6)

Tipos de Eventos

Eventos sem um tipo definido, podem ser usados por exemplo para marcar o início ou o fim de um sub-processo.

Representa eventos associados à recepção ou produção de mensagens (documentos, dados, etc.).

Representa eventos que ocorrem mediante um temporizador (que inicia o processo ou ocorre no decorrer do processo).

processo ou ocorre no decorrer do processo). Significa a ocorrência de uma situação de erro. Significa que o processo foi cancelado pelo utilizador.

Significa que é necessário realizar acções de compensação, por exemplo, quando é necessário desfazer ou anular um conjunto de acções em resposta a uma situação de erro.

Representa uma regra de negócio que ao ser verificada inicia ou tem impacto no decorrer do processo.

Permite interligar pontos diferentes num processo, como forma de simplificar e tornar mais claro o desenho do processo.

(7)

Eventos Intermédios

Quando utilizados no fluxo normal

• Representam situações que ocorrem durante a execução normal do processo

• Podem ser usados para representar a criação do evento (ex: envio de uma mensagem)

• Podem ser usados para representar a resposta ao • Podem ser usados para representar a resposta ao

evento (ex: recepção de uma mensagem)

Page 7 © 2009 - GFI Portugal SOA/BPM – Go-to-Market 2009

(8)

Eventos Intermédios

Quando anexos a uma actividade (ou sub-processo)

• Representam situações em que a actividade (ou sub-processo) deve ser interrompida quando o evento ocorre • Devem ser usados para tratamento de erros, condições

(9)

Actividades

Uma actividade representa uma tarefa executada por um interveniente no processo

Uma actividade pode ser executada várias vezes em ciclo

Uma actividade pode ser instanciada várias vezes Uma actividade pode ser instanciada várias vezes num mesmo fluxo

Page 9 © 2009 - GFI Portugal SOA/BPM – Go-to-Market 2009

(10)

Tipos de Actividade

Tipo de actividade por defeito, sem nenhuma caracterização especial

Actividade automática, realizada pelo sistema

Recepção de uma mensagem de um participante externo (ex: email)

Envio de uma mensagem a um participante externo (ex: email)

Actividade desempenhada por um utilizador humano sobre um sistema (ex: no SIGA)

Actividade desempenhada por um utilizador humano de forma manual (ex: envio de um fax)

(11)

Sub-processos

Um sub-processo é um processo que é incluído no decorrer de um processo “pai”

Um sub-processo pode ser representado colapsado ou expandido

Um sub-processo ad-hoc indica um conjunto de Um sub-processo ad-hoc indica um conjunto de actividades desempenhadas sem uma sequência pré-definida

Page 11 © 2009 - GFI Portugal SOA/BPM – Go-to-Market 2009

(12)

Decisões

São usadas para controlar o fluxo do processo e podem marcar o início ou o fim de um conjunto de caminhos alternativos ou paralelos

Representa um ponto no processo em que apenas um caminho de saída pode ser tomado. Cada caminho de saída deve ter uma condição associada sendo que as condições devem ser exclusivas, ou seja, só uma pode ser verdadeira em cada momento.

momento.

Representa um ponto no processo em que o circuito se subdivide, resultando em vários caminhos paralelos os quais têm lugar concorrentemente e sem qualquer condição associada. Deve depois ser usada para juntar um conjunto de caminhos paralelos que tiveram origem desta forma.

Representa um ponto no processo em que vários caminhos de saída podem ser tomados. Cada caminho de saída pode ou não ter uma condição associada, resultando em um ou mais caminhos paralelos os quais têm lugar

concorrentemente. Deve depois ser usada para juntar um conjunto de caminhos paralelos que tiveram origem desta forma.

(13)

Objectos de Ligação

São usados para ligar os restantes elementos presentes num diagrama de processo

Permite ilustrar a sequência pela qual as actividades num processo devem ser executadas.

Page 13 © 2009 - GFI Portugal SOA/BPM – Go-to-Market 2009

Representa o fluxo de mensagens entre o processo e entidades externas (ex: sistemas externos, outras organizações, etc.).

Permite associar artefactos (objectos de dados, anotações, etc.) a actividades ou outros objectos presentes num diagrama de

(14)

Swimlanes

São usadas para representar os diferentes participantes num processo e melhor organizar um diagrama de processo

As “pools” são usadas para representar diferentes

entidades num processo, como diferentes organizações ou mesmo diferentes sistemas.

As “lanes” são usadas para particionar uma “pool”, por exemplo, permitem representar diferentes

(15)

Artefactos

Objectos de Dados

• Permitem representar a forma como documentos e dados são usados no decorrer de um processo

• Podem ser usados para representar as entradas e saídas de uma actividade

• Não têm impacto no fluxo de actividades • Não têm impacto no fluxo de actividades

Page 15 © 2009 - GFI Portugal SOA/BPM – Go-to-Market 2009

(16)

Artefactos

Anotações em texto-livre

• Podem ser usadas para registar informação adicional acerca do processo

• Podem ser ligadas a qualquer outro objecto do diagrama através de uma associação

(17)

Artefactos

Grupos

• Um grupo representa um agrupamento de actividades • Não tem impacto no fluxo do processo, é apenas uma

forma de melhor organizar o diagrama

• Um grupo pode atravessar “pools” e “lanes” diferentes

Page 17 © 2009 - GFI Portugal SOA/BPM – Go-to-Market 2009

(18)

Padrões de Desenho

(19)

Padrões de Desenho

Entrada de documento a meio do processo

Page 19 © 2009 - GFI Portugal SOA/BPM – Go-to-Market 2009

(20)

Padrões de Desenho

(21)

Padrões de Desenho

Finalização de processo com saída de documento

Page 21 © 2009 - GFI Portugal SOA/BPM – Go-to-Market 2009

(22)

Padrões de Desenho

(23)

Padrões de Desenho

Envio de email ou fax a meio do processo

Page 23 © 2009 - GFI Portugal SOA/BPM – Go-to-Market 2009

Referências

Documentos relacionados

Ninguém quer essa vida assim não Zambi.. Eu não quero as crianças

Estaca de concreto moldada in loco, executada mediante a introdução no terreno, por rotação, de um trado helicoidal contínuo. A injeção de concreto é feita pela haste

Note on the occurrence of the crebeater seal, Lobodon carcinophagus (Hombron & Jacquinot, 1842) (Mammalia: Pinnipedia), in Rio de Janeiro State, Brazil.. On May 12, 2003,

Após a realização de todas as atividades teóricas e práticas de campo, pode-se concluir que não há grande erosão do conhecimento popular e tradicional de plantas medicinais, que

(Parábola do semeador). André Luiz; “Faça o mesmo” mens. 23, In: Sementeira de Fraternidade, Divaldo P. Joanna de Angelis; “Observa teu comportamento” mens. 30, In:

O emprego de um estimador robusto em variável que apresente valores discrepantes produz resultados adequados à avaliação e medição da variabilidade espacial de atributos de uma

Para o controle da salivação, gosto muito de usar metáforas, como pedir para o paciente imaginar um ralo dentro de sua boca, por onde a saliva escorre, ou uma torneirinha que vai

Corograpliiu, Col de Estados de Geografia Humana e Regional; Instituto de A lta C ultura; Centro da Estudos Geográficos da Faculdade de Letras de Lisboa.. RODRIGUES,