Fontes de Alimentação Chaveadas
QUALIENERGI
Centro Virtual de Pesquisas em
Qualidade da Energia Elétrica
LEP – Laboratório de
Eletrônica de Potência
Introdução às Fontes Chaveadas
Prof. Dr. Carlos Alberto Canesin
QUALIENERGI
Centro Virtual de Pesquisas em
Qualidade da Energia Elétrica
LEP – Laboratório de
Eletrônica de Potência
Fontes Lineares (versus) Fontes
Chaveadas
Eficiência (Rendimento)
V
gV
TV
O+
+
-I
gI
R≈ I
gη = (V
O·I
R) / (V
g·I
g)
η ≈ V
O/ V
gI
RFonte Linear: o rendimento depende da tensão de entrada.
Sistemas baseados em reguladores
lineares
Rede
CA
Carga1
+5V
Carga2
+15V
Carga3
-15V
Transformador debaixa freqüência Retificadores
Reguladores Lineares
Sistema de alimentação baseado
em reguladores lineares
☺
Poucos componentes
☺
Robustos
☺
Sem geração de EMI
☺
Ripple reduzido
Pesados e volumosos
Reduzido rendimento
Variação tensão entrada
Tempo de sustentação
Conversores Chaveados
Idéia básica
Carga
Regulador linear
V
gCarga
PWM
V
O+
-V
OV
gt
Regulador comutado
•Rendimento ↑
•Volume e Peso ↓
•Densidade de Potência ↑
•Fator de Potência ↑
•Distorções Harmônicas ↓
•Compatibilidade Eletromagnética.
“C onversor ”PEntrada “C onversor” PSaída
Objetivos Fontes
Chaveadas
Conversores eletrônicos de potência
Circuito
de
potência
Circuito de
comando
Entrada
Saída
Múltiplas cargas (multi-saída)
+
Fonte
Chaveada
Fonte primária de
energia elétrica
Carga1 ; V
1Carga2 ; V
2Múltiplas cargas e fontes
+
+
Fonte
Chaveada
Fonte
primária1 ; V
1Carga1 ; V
1Carga2 ; V
2Carga3 ; V
3Fonte
primária2 ; V
2Arquitetura de conversores
Carga3 ; V
3Carga1 ; V
1Carga2 ; V
2Fonte1
Fonte2
+
+
-Fonte Chaveada
Bus CC Conversor 1(CA/CC)
Conversor 2(CC/CC
bidirec.)
Conversor 3
(CC/CC)
Conversor 4
(CC/CC)
Fontes primárias de Corrente
Alternada (CA)
Fontes
primárias
Freqüência Tensões
Europa
50Hz
220, 230V (175-265V)
América/Jap.
60, 50Hz
110, 100V (85-135V)
Universal
50-60Hz 110-230V
(85-265V)
Avionics
400Hz 115V
(80-165V)
Fontes primárias de Corrente
Contínua (CC)
Fontes
primárias
Tensão / célula
Tensões
Baterias
Pb-ácido
2V
(1,75-2,6V)
12-24-48V
Baterias
Ni-Cd
1,2V
(1,05-1,35V)
2,4-6-12V
Baterias
Ni-Metal H
1,2V
(1,05-1,35V)
2,4-6-12V
Baterias
Térmicas
1,87V
(1,2-2,07V)
28V
Painéis solares
0-0,6V
V
pmax=0,45V
Variável
Tipos de Cargas Eletrônicas
Tipo Tensões
Circuitos digitais
5V 3,3V (2,7V ; 1,5V)
Circuitos analógicos
+15V -15V 9V 12V
Circuitos de RF
6V 12V
Baterias
2,4V 6V 12V 24V 48V
Acessórios (ventilador)
12V
Exemplo de arquitetura (I)
5V cc
3,3V cc
15V cc
Bateria
48V
Conversor 1
(CA/CC)
Conversor 2
(CC/CC)
Conversor 3
(CC/CC)
Conversor 4
(CC/CC)
Conversor 5
(CC/CC)
+
-Rede
Alternada
+
Fonte Chaveada usada em
centrais telefônicas
Exemplo de arquitetura (II)
Conversor 1(CA/CC)
Conversor 2(CC/CC)
Conversor 3(CC/CC)
Conversor 4(CC/CA)
+
-115 V ca,
400Hz
28 V cc
Gerador (turbina)Baterias
Fonte Chaveada
usada em Avionics
Gerador Auxiliar (emFonte Chaveada com entrada em CA
CA / CC
Retificador
CC / CC
CC-CC
A
B
A
B
Fonte chaveada
Fonte Chaveada com Entrada em CC
Sistema de potência com
fonte primária contínua
CC / CC
Regulador
CC / CC
Regulador
Bateria
Entrada em CA
“Correção ativa do fator de potência”
Conversor CC/CC
Boost (emulador
de resistência)
Conversor CC/CC
CFP Boost ZCS (ZCZVS)
Prof. CANESIN, UNESP – Ilha Solteira(SP)
Emulação de Resistência e Comutação
Suave
0 vin iin 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40 ordem harmônica DHTIin= 3,27% 0.0% 0.28% 0.56% 0.84% 1.12% 1.40% 1.68% 1.96% 2.24% 2.52% 2.80%i
in: 5A/div;v
in: 100V/div; 5ms/div vS2 iLr2 0 vS1 iLr1 0 i Lr1 e i Lr2 : 5 A /div ; v S1 e v S2 : 200V/div ; 2 μ s/divRetificadores síncronos
Source
Dreno
Gate
p
n
+n
-Curto circuito
n
+p
Diodo
parasita
Retificação síncrona auto-excitada
(V
SAÍDA
<5V) (I)
Retificação
convencional
Retificação
síncrona
Retificação síncrona auto-excitada
(V
SAÍDA
<5V) (II)
Também em retificadores de meia onda
Retificação
convencional
Retificação
Reator eletrônico com correção
do fator de potência
Emulador de
resistência
Inversor ressonante
Reator eletrônico para lâmpada de
descarga de alta pressão
Emulador de
Aquecimento Indutivo
Retificador
“reduzido filtro”
Inversor ressonante
PANELA PANELA
Aplicações Atuais e Futuras?
Veículos elétricos
Aplicações Atuais e Futuras!!
Trens (Superfície e Metrô)
“Trólebus”
Aplicações Atuais!! e Futuras?
MagLev - Futuro
Aplicações Atuais e Futuras!!
Carros Elétricos, Híbridos
Células Combustíveis - FC
Aplicações Atuais!! e Futuras?
☺
Eficiente
Caro
Complexo
Sistemas multi-saídas:
“n” conv. em paralelo
Sistemas baseados em somente um
conversor chaveado (
regulação cruzada
)
•
Uma saída é regulada
•
As outras são
parcialmente reguladas
Muito importante:
As
impedâncias parasitas associadas a
cada saída devem ser as menores
possíveis
Os conversores Flyback e Forward com
regulação cruzada
Comportam-se adequadamente se
o trafo estiver bem projetado (um
diodo entre o transformador e a
carga)
Pior:
•
Filtro L entre trafo e saída
•
Saídas em distintos modos
Conversores ressonantes (exemplo)
Conversores quase-ressonantes
comutados com corrente zero (ZCS-QRC)
Convencional
Ressonante
i
Si
Di
L+
-v
SPotência
dissipada no
transistor
Correntes
i
Si
Di
Lv
SComutação suave e reduzido EMI
Tensão no
transformador
Conversor Forward com grampeamento ativo
O grampeamento
ativo evita outros
problemas
Fonte Chaveada
☺
Reduzido Peso e Volume
☺
Elevada Eficiência
☺
Elevado Hold-up-time
☺
Elevada densidade potência
☺
Variação tensão entrada
Ruído/EMI
Estrutura complexa
Parâmetros para Especificação de
Fontes Chaveadas
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LEP – Laboratório de
Eletrônica de Potência
Fonte de Energia
CC ou CA CARGA
CC ou CA Conversor
Especificações Técnicas Principais
Especificações de entrada Funcionamento Especificações de saída
• Tipo de fonte • Tensão máxima • Tensão nominal • Tensão mínima • Frequência • Conteúdo harmônico da corrente entrada • Corrente de inrush, partida • Flutuações rápidas na tensão de entrada • Potencia máxima • Tensão de saída • Ripple de tensão • Regulação estática • Regulação dinâmica • Rendimento • Proteções de entrada • Proteções de saída • Sinais e Alarmes • Dimensões • Normas • Temperaturas • Ventilação • Tempo de sustentação
Especificações de entrada
A fonte de entrada poderá ser em CA, ou, CC
Fontes alternadas
• A mais comum é a rede elétrica de distribuição em CA • Geradores movidos por motores a combustão
• Aerogeradores
Nos casos de conversores conectados à rede CA, deve-se especificar: Tensão nominal (valor eficaz):
- 230 V na Europa
- 240 V no Reino Unido - 110 V nos EE.UU
- 100 V no Japão - 230 V na Austrália
No Brasil existem redes em 127V e 220 V (fase-neutro), preponderando 127V.
Especificações de entrada
Margens de variação da tensão de entrada:
• Em função da hora do dia e do carregamento das redes CA, as tensões
podem variar dentro de certos limites. Desta forma, os conversores devem operar, normalmente, dentro destas faixas de tensão:
- Na Europa: 190 – 265 V - Nos EEUU: 90 – 130 V
• Se os equipamentos são portáteis e podem ser deslocados com facilidade
(laptops, carregadores de celulares, etc.) é habitual serem projetados para a denominada “Faixa Universal”: 90-265V. Desta forma, é possível conectar estes equipamentos em qualquer lugar do mundo.
Por motivo de flexibilidade de produção (redução de estoques e
Especificações de entrada
Freqüência:
• A freqüência das redes em CA também são distintas no mundo:
- Na Europa: 50 Hz - Nos EEUU: 60 Hz
- No Japão: Ao norte é 50 Hz e ao Sul é 60 Hz
• Normas internacionais restringem o conteúdo harmônico da corrente de
entrada de equipamentos conectados à rede em CA: Fonte
i
e Ex: EN 61000-3-2 (não estáregulamentada no Brasil, infelizmente)
Corrente de Partida (Inrush):
i
e FonteRede
Normalmente, a regulação de frequência é de +/- 3Hz
Conteúdo harmônico da corrente de entrada:
Especificações de entrada
Possíveis Flutuações na tensão em CA:
Interrupção
Falha ciclo
Subtensão (“Sag” ou “Dip”)
Sobretensão (“Swell”)
Especificações de entrada
Fontes em Corrente Continua (CC)
• Há diversas fontes em CC, tais como:
- Bateria
- Painel solar
- A saída CC de outro conversor
Baterias
• As tensões típicas das baterias dependem de sua constituição:
- Ni-Cd : 1,2V - Pb: 2V
- Ni-Mh: 1,2 V
Obviamente, as tensões usuais são constituídas da associação série de conjunto de células.
Especificações de entrada
• Durante o processo de carga, a tensão da bateria pode se elevar em
relação ao seu valor nominal. Podemos simplificar o modelo supondo que a mesma possuem uma resistência em serie. Por exemplo, para uma bateria de um carro (12 V), durante o processo de carga, poderá chegar a 13,6 V.
• Quando se descarregam, as baterias mantêm seu valor de tensão
durante quase todo o tempo. Obviamente, quando está bastante
descarregada, a tensão tem um processo rápido de decrescimento. Se a tensão se reduz muito, a vida média da bateria pode ser reduzida.
• A tensão mínima que uma bateria pode se descarregar com segurança
é denominada de “tensão de descarga profunda”. Por exemplo, a bateria de um carro (12 V) pode se descarregar até 10 V, dentro da normalidade.
VBAT 13,6 V
10 V
Especificações de entrada
• Especificações típicas de baterias:
- Carros: 12 V. Variação: 13,6 – 10 V
- Caminhões: 24 V. Variação: 27,2 – 20 V
- Telecomunicações: 48 V. Variação: 54,4 – 36 V
• Há um processo de elevação das tensões das baterias de automóveis de 12 V
para maiores tensões. Um padrão para os novos automóveis é de 42 V.
Consórcio 42 V PowerNet: MIT e fabricantes de automóveis
• Obviamente, para os carros elétricos há baterias de alta tensão (em torno a
300 V).
Especificações de entrada Painéis Solares
• Os painéis solares são construídos com conexões em série e paralelo
de conjuntos de células fotovoltaicas (tipicamente de silício).
0,5 V
2 V, 3A 1 A
• A curva V-I de um painel solar tem a seguinte forma:
Se comportam como fontes de corrente até determinado valor (IPV e VPV). Obviamente, esta característica é alterada com a luminosidade e temperatura. No ponto de inflexão é possível extrair a Máxima Potência (MPP – Maximum Power Point). Ipv 1 A 1 V 10 V L1, T1 L2, T2 MPP Vpv
Especificações de entrada
Outro conversão com saída CC como fonte de energia de entrada
• Em muitas ocasiões existem conversores chaveados em cascata:
CC/CC1 CC/CC2
Entrada Saída
• Portanto, as especificações de entrada do conversor CC/CC2 deve
corresponder às especificações de saída do conversor CC/CC1. Desta forma, especificações de entrada típicas podem ser:
- 48 V em sistemas de telecomunicações
- 12 V em sistemas com microprocessadores
Especificações de Funcionamento
• O rendimento é uma das principais especificações de funcionamento dos
conversores chaveados.
• Obviamente, o rendimento ideal seria 100%.
• Obviamente, rendimento ideal não se aplica à prática, existindo perdas em
condução, de chaveamento, magnéticas, nos diversos elementos que compõe uma fonte chaveada:
Rendimento Conversor Pin Pout Perdas Pin > Pout
P
P
100
%
P
P
P
η
Perd out out in out<
+
=
=
• Nas fontes chaveadas o rendimento pode ser
elevado (pode chegar a 98%).
• Os valores típicos de rendimento estão entre
80% e 94%, aproximadamente.
As perdas normalmente se transformam em CALOR
(energia térmica)
Especificações de Funcionamento Proteções
• Durante a operação, podem ocorrer problemas operacionais de funcionamento que
podem afetar a própria operação do conversor chaveado. Para evitar tais problemas são implementadas proteções, tanto na entrada quanto na saída.
• Sobre-tensão de entrada • Sub-tensão na entrada • Sobre-tensão na saída • Sobre-corrente na saída • Curto-circuito na saída Proteções típicas
• No caso da ocorrência de algum destes problemas, os circuitos de proteção devem
atuar garantindo a operação segura e a proteção das fontes, e, indiretamente, das cargas alimentadas.
Sinais e Alarmes Usuais
• Podem ser implementados diversos sinais e alarmes para alertar sobre possível problema • Também é usual o uso de LEDs para identificação de: “Operação”, “Standby”, “Falha”,
Especificações de funcionamento Dimensões
Normas
• Uma especificação fundamental é o tamanho/volume: Altura x Largura x
Comprimento
• Em aplicações industriais, os tamanhos estão normalizados para que
se possa adaptar aos “racks” convencionais e padronizados.
• O usual é se ter a forma de um
“paralelepípedo”, entretanto podem haver formas as mais variadas.
C
L H
• Segurança operacional
• Compatibilidade Eletromagnética
Especificações de Funcionamento Temperaturas
Ventilação
• Como em qualquer circuito de EP, é necessária a especificação da faixa de
temperatura de trabalho.
• A faixa convencional está entre 0ºC e 45ºC, porém, depende da aplicação
(industrial, militar, espacial, etc..).
• A fonte chaveada pode ser projetada para trabalhar com convecção natural,
ou, com ventilação forçada. Isto é um dado fundamental para a otimização dos elementos dissipadores de calor.
Tempo de sustentação (Hold-up time)
• Se há interrupção no fornecimento da tensão CA, as fontes chaveadas devem
funcionar normalmente, para determinado tempo de interrupção. Este tempo é denominado de “Tempo de Sustentação”: tempo em que as tensões de saída permanecem dentro da faixa de regulação, durante o período de interrupção.
• Os valores típicos para potencia máxima são: 10ms até 20 ms.
Tensão de saída
10 ms
Tensão de entrada
Tensão (tensões) de saída permanecem reguladas dentro do período de 10 ms !!
Especificações de Funcionamento
Especificações de Saída Potência
Tensão de Saída
• A potência máxima de saída determinada fortemente o projeto (estruturas)
para as fontes chaveadas
• É um dado fundamental de especificação, e, pode ter uma grande
importância para a seleção da topologia (estrutura) a ser utilizada.
• Em geral, o valor da tensão de saída depende da carga que se pretende
alimentar:
• Telecomunicações: 48 V, 24 V e 12 V.
• Microprocessadores: 3,3 V, 1,5 V, 1,2 V e menores para as
novas gerações.
• Equipamentos para automóveis (Radio, CD, etc): 12 V. • Equipamentos de áudio: ±70 V.
• Circuitos digitais em geral: 5 V, 12 V • etc...
Especificações de Saída
Regulação estática
Ondulação (Ripple) na Tensão de Saída
• A tensão de saída sempre terá uma componente CA superposta à componente CC (
valor médio nominal da tensão de saída).
• Esta componente CA é denominada de RIPPLE (ondulação). É possível especificar a
“amplitude do ripple” em valor % em relação ao valor nominal CC.
V0
ΔV0
Especificações típicas são: 1%, 2%, 5%
• Em função das condições de operação (tensão de entrada e potência de saída), o valor da
tensão de saída (componente CC) pode variar ligeiramente. Esta variação deve ser relacionada nos dados de especificação das fontes chaveadas em % do valor médio frente a variações da tensão de entrada e da potência (ou corrente) de saída.
• Os valores típicos são: 1%, 3%, 5%.
Especificações de Saída Regulação Dinâmica
• Quando há alteração abrupta na tensão de entrada ou na carga, o conversor e o circuito
de controle que regula a tensão de saída não “respondem” imediatamente. A especificação de regulação dinâmica determinada a amplitude da oscilação na tensão de saída e o tempo de estabilização para a mesma.
V
0[V]
20 40 60 80 100 120 140 160 10 11 12 13 40 ms 90 ms Tempo (ms) Valor nominal: 12V• A oscilações podem chegar a valores até 10% e o tempo de resposta (estabilização)
pode variar entre alguns μs até dezenas de ms. Tais parâmetros dependem
Estágios de Potência
Conversores CC-CC Isolados
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LEP – Laboratório de
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Incorporação de isolamento
galvânico no conversor Abaixador (I)
Não pode porque o
transformador não se
desmagnetiza
L
m
Incorporação de isolamento
galvânico no conversor Abaixador (II)
Não pode porque o transformador se desmagnetiza
instantaneamente (sobre-tensão infinita)
L
mD
2D
1Incorporação de isolamento galvânico
no conversor Abaixador (III)
Esta é a
Solução
!
L
mFonte de tensão
constante
Operação em regime permanente de um
elemento magnético com dois enrolamentos
Circuito em
regime
permanente
n
1: n
2v
1v
2+
-+
-(v
i
/n
i
) = 0
v
i= n
i· d
Φ/dt
ΔΦ = Φ
B-
Φ
A= (v
∫
i/n
i)·dt
B
A
Lei de Faraday:
Em regime permanente:
(ΔΦ)
em um período
= 0
Logo:
Quando se excita o elemento
magnético com ondas quadradas:
“soma de produtos (volts/espiras)·segundos = 0”
Operação em regime permanente de um elemento
magnético com vários enrolamentos:
exemplo
“Soma de produtos (volts/espiras)·segundos = 0”
(V
1/n
1)·d
1·T - (V
2/n
2)·d
2·T = 0
d
2= d
1·n
2·V
1/(n
1·V
2)
Φ
t
v
i/n
i T d1·T d2·Tt
+
-V
1/n
1Φ
maxV
2/n
2Para assegurar a desmagnetização:
d
2< 1 - d
1V
1V
2n
2O conversor Forward (I)
V
gn
2n
1Desmagnetização baseada
na tensão de entrada
V
1= V
2= V
gTendo-se que:
d’ = d·n
2/n
1d’ < 1 - d
Obtemos:
d < n
1/(n
1+ n
2)
d
max= n
1/(n
1+ n
2)
V
1V
2n
2n
1O conversor Forward (II)
V
On
2:n
3n
1+
-
v
D2v
S+
-v
D1+
-V
gv
S max= V
g+V
g·n
1/n
2= V
g/(1-d
max)
v
D1 max= V
g·n
3/n
1v
D2 max= V
g·n
3/n
2d
max= n
1/(n
1+ n
2)
V
g·n
3/n
1V
O+
-Durante d·T
V
O-+
Durante (1-d)·T
V
O= d·V
g·n
3/n
1O conversor Forward (III)
i
D2V
OV
gn
2:n
3n
1i
Si
Li
D1i
D3i
Oi
D2·n
3/n
1 T d·Tt
Comandot
i
Li
Od’·T
i
D3i
D2i
D1i
St
t
t
t
i
D2= I
O·d
i
D1= I
O·(1-d)
i
m= V
g·T·d
2/(2·L
m)
(ref. ao primário)
i
S= I
O·d·n
3/n
1+ i
mi
D3= i
mComparando Abaixador e Forward
Abaixador50V
100V
2A
1A (médio)
S
D
L
100W
v
S max=v
D max=100V
i
S=1A i
D=1A i
L=2A
VA
S=100VA VA
D=100VA
VA
S= 200VA VA
D= 100VA
Maior V
S maxpara o Forward
Forward
50V
2A
100V
1A (médio)
S
D
1L
100W
1 : 1:1
D
2D
3v
S max=200V
i
S=1A i
D1= i
D2=1A
v
D1 max= v
D2 max= 100V
i
L=2A
Variação de V
g
vD2V
On
2:n
3n
1+
-v
S+
-v
D1+
-V
gΦ
t
v
i/n
it
+
-V
g/n
1Φ
maxV
g/n
2Alta V
gΦ
t
v
i/n
it
+
-V
g/n
1Φ
maxV
g/n
2Baixa V
gΦ
t
v
i/n
it
+
-V
g/n
1Φ
maxV
g/
n’
2Menores tensões máximas
Existem outras formas de
desmagnetizar o transformador?
Φ
t
v
i/n
it
+
-V
g/n
1Φ
maxV
C/n
1Grampeador RCD
(RCD clamp)
Mau rendimento
☺
Integração de elementos parasitas
☺
Útil para retificação síncr. auto-exc.
V
CV
gL
mL
dV
gOutras formas de desmagnetizar o
transformador:
Desmagnetização ressonante
Pequena variação de V
g☺
Integração de elem. parasitas
☺
Útil para ret. sínc. auto-exc.
v
Tt
+
-(Ressonant reset)
v
T+
-V
gL
mL
dV
gΦ
t
v
i/n
it
+
-V
g/n
1V
C/n
1Dois transistores
☺
Integração de elem. parasitas
☺
Útil para ret. sínc. auto-exc.
☺
Fluxo sem nível CC
Outras formas de desmagnetizar o
transformador:
Grampeamento Ativo
(Active clamp)
V
C= V
g·d/(1-d)
V
CV
gL
mL
dV
gDois transistores
☺
Baixas tensões nos
semicondutores
Outras formas de desmagn. o transf.:
Conversor Forward com dois transistores
Φ
t
v
i/n
it
+
-V
g/n
1Φ
maxV
g/n
1d
max= 0.5
V
O= d·V
g·n
2/n
1(no modo contínuo)
v
S1 max= v
S2 max= V
gv
D1 max= v
D2 max= V
gv
D3 max= v
D4 max= V
g·n
2/n
1V
gn
1: n
2S
1D
4D
3D
1D
2S
2V
OIncorporação de isolamento galvânico
no conversor Abaixador-Elevador (I)
É muito fácil incorporar o
isolamento galvânico
Incorporação de isolamento galvânico
no conversor Abaixador-Elevador (II)
A indutância e o transformador podem ser
integradas em um único dispositivo magnético.
Observa-se que este dispositivo magnético é
calculado como uma indutância, não como um
transformador.
•
Deve armazenar energia.
•
Normalmente tem entreferro
O conversor Flyback
(abaixador-elevador isolado)
V
O+
-v
S+
-V
g+
-
v
Dn
1n
2“Soma de produtos
(volts/espiras)·segundos = 0”
d·T·V
g/n
1- (1-d)·T·V
O/n
2= 0
V
O= V
g·(n
2/n
1)·d/(1-d)
v
D max= V
g·n
2/n
1+ V
O= V
g·(n
2/n
1)·/(1-d)
v
S max= V
g+V
O·n
1/n
2= V
g/(1-d)
Máximas tensões
Comparando Flyback e Abaixador-elevador
Abaixador-elevador50V
2A
100V
1A (médio)
S
D
L
100W
v
S max= v
D max= 150V
i
S=1A i
D=2A i
L=3A
VA
S= 150VA VA
D= 300VA
As solicitações elétricas são iguais
v
S max= v
D max= 150V
i
S=1A i
D=2A
VA
S= 150VA VA
D= 300VA
50V
2A
100V
1A (médio)
S
D
100W
Flyback1:1
Incorporação de isolamento galvânico
no conversor Elevador
•
•
Não
Não
é
é
poss
poss
í
í
vel
vel
incorporar isolamento
galvânico com um único transistor
•
Com vários transistores
pontes alimentadas
Introdução ao isolamento galvânico no
conversor ´Cuk (I)
Conversor sem isolamento
galvânico
Dividimos o capacitor em
duas partes
Conectamos ao ponto
médio dos capacitores uma
indutância
Introdução ao isolamento galvânico no
conversor ´Cuk (II)
Estrutura Final
Substituímos o indutor
por um transformador
O conversor ´Cuk com isolamento (I)
•
Balanço “(volts/espiras)·segundos”
L
1:
V
g·d·T + (V
g- V
C1+ V
C2·n
3/n
4)·(1-d)·T = 0
L
2:
(V
C2+ V
C1·n
4/n
3- V
O) ·d·T - V
O·(1-d)·T = 0
T
1:
(V
C1/n
3) ·d·T - (V
C2/n
4) ·(1-d)·T = 0
V
O= V
g·(n
4/n
3)·d/(1-d) V
C1= V
gV
C2= V
On
3: n
4V
gV
OV
C1V
C2L
1L
2T
1O conversor ´Cuk com isolamento (II)
Máximas tensões:
v
S max= V
g+ V
O·n
3/n
4= V
g/(1-d)
v
D max= V
g·n
4/n
3+ V
O= V
g·(n
4/n
3)·/(1-d)
n
3: n
4V
gV
OV
gV
OL
1L
2T
1L
3L
4i
Di
Si
Oi
L1Correntes médias:
i
S= i
L1= i
O·(n
4/n
3)·d/(1-d) i
D= i
L2= i
OO conversor ´Cuk com isolamento (III)
n
3: n
4V
gV
OV
gV
OL
1L
2T
1L
3L
4v
L1+
-v
L4+
-v
L2+
-v
L3-+
d·T
v
L1= v
L3= V
gv
L2= v
L4= V
g·n
4/n
3d’·T
v
L1= v
L3= -V
O·n
3/n
4v
L2= v
L4= -V
ONo MCD: (1-d-d’)·T
v
L1= v
L2= v
L3= v
L4= 0
O conversor ´Cuk com isolamento (IV)
Pode-se fazer a integração magnética,
anulando-se os ripples de entrada e saída
t
i
1
n
3: n
4V
gV
OV
gV
OL
1L
2T
1L
3L
4v
L1+
-v
L4+
-v
L2+
-v
L3+
M
1= L
3M
2= L
4i
1
i
2
t
i
2
O conversor SEPIC com isolamento (I)
V
gV
gV
OL
1L
2L
3n
2: n
3•
É muito mais fácil o isolamento galvânico
•
Todas as solicitações elétricas são como no
conversor Flyback
V
gV
gV
OL
1L
2O conversor SEPIC com isolamento (II)
t
i
1
n
2: n
3V
gV
gV
OL
1L
2L
3M
1= L
2i
1
Pode-se fazer a integração magnética e anular
o ripple da corrente de entrada
V
gV
OV
OO conversor Zeta com isolamento
t
i
1L
1V
gV
OV
On
1: n
2L
1L
3L
2V
gV
OV
OM = L
2i
1L
1L
2n
1: n
2Sem isolamento
Com isolamento
Sem integração magnética
Com isolamento
Com integração magnética
Todas as solicitações elétricas são como no SEPIC, ´Cuk e Abai.-Elev.
Obtenção de conversores CC/CC isolados
através dos inversores clássicos
(Exemplos)
Inversor
“push-pull”
Conv. CC/CC “push-pull”
Retif. com transf. com ponto médioRetif. com dois indutores