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GUIA COMPLETO: sintomas, transmissão e tratamento

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GUIA COMPLETO:

HPV

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Tópicos

Sobre o que você quer saber?

Introdução... pg 03 O HPV no Brasil... pg 04 Causas... pg 05 Sintomas... pg 06 Tratamento... pg 08 Como prevenir?.... pg 09 D R . M A R C O S E C C H E S | 2 0 1 9

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Introdução

O QUE É O HPV?

O HPV é a sigla em inglês para o vírus "Papilomavírus Humano", que

infecta a pele e as mucosas, causando verrugas e, a depender do tipo

da contaminação, pode causar câncer no colo do útero, na garganta

e no ânus. Sua forma mais comum de transmissão é por meio de

relações sexuais e pode ser encontrado tanto em homens quanto

em mulheres.

Já foram identificados e sequenciados 150 tipos de HPV diferentes,

sendo que 40 deles podem infectar a região anal e genital. Das 13

variedades de HPV consideradas causadoras de tumores, os tipos 16

e 18 são os mais comuns — podendo estar presentes em 70% dos

casos de câncer do colo do útero. Os tipos mais comuns são os 31, 33

e 45. No Brasil, a incidência é de cerca 500 mil casos anuais.

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O HPV no Brasil

Entendendo o panomara nacional

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 54,6% dos brasileiros entre 16 e 25 anos estão infectados pelo HPV. Dos casos confirmados, 38,4% apresentaram ter um dos vírus mais perigosos e que pode causar câncer.

A maioria dos entrevistados declarou estar em união estável: 41,9% disseram estar

namorando e 33,1% casados ou morando com o parceiro. A idade média do início da vida

sexual foi de 15,3 anos para mulheres e 15 anos para os homens, e a data da primeira gestação se manteve na casa dos 17,1. Salvador (71,9%), Palmas (61,8%) e Cuiabá (61,5%) foram as

capitais que registraram maior incidência do HPV. Com 41,2%, Recife está na outra ponta, como a menos infectada.

Visando diminuir os impactos da contaminação o SUS (Serviço Único de Saúde) disponibiliza vacinas gratuitas contra a doença desde 2014. Podem receber a dose meninas entre 9 e 14 anos e meninos de 11 e 13 anos e portadores do HIV — vírus da AIDS.

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Causas

Entendendo a origem do problema

Diferentemente das outras DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis), não é necessário a troca de fluidos para que a contaminação ocorra, já que o

HPV é uma doença transmitida a partir do contato pele com pele, podendo sim ser passado de outra forma como o compartilhamento de roupas

íntimas, mas em 98% dos casos acontece por meio de relações sexuais. Uma das grandes particularidades da doença é que na maioria das vezes ela não apresenta sintomas e só 5% das pessoas contaminadas sofrem

efeitos diretos da contaminação do vírus, como a formação de verrugas na região genital, garganta e ânus. Nas mulheres, as mudanças podem ocorrer também internamente com lesões no colo do útero, que podem ser

detectáveis no exame Papanicolau e na colposcopia.

Como vírus não possuem uma cura criada pelo homem, o grande aliado do corpo na luta contra a doença é o sistema imunológico. Portanto,

organismos menos resistentes são mais propícios em desencadear a

multiplicação do HPV. De forma geral, o vírus tende a ser expulso do nosso organismo em até 24 meses.

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Sintomas

Como identificar os sinais

Normalmente as primeiras manifestações do vírus

ocorrem entre 2 e 8 meses após a infecção, mas

também podem demorar até 20 anos para algum

sinal da contaminação.

É muito comum que os sintomas apareçam em

grávidas e pessoas com baixa imunidade.

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Lesões

Clínicas

São as lesões visíveis a olho nu,

sem a necessidade de exames.

Elas são tecnicamente

chamadas de "condilomas

acuminados" e vulgarmente

conhecidas como "crista de

galo". De forma geral elas não

causam sintoma nenhum, a

não ser uma pequena coceira

no local. Geralmente quando

aparecem verrugas é porque se

trata de um tipo de vírus não

cancerígeno.

Lesões

subclínicas

Neste caso as lesões não são

possíveis de se ver a olho nu,

portanto não apresentam sinais

nem sintomas.

Essas lesões podem ser

causadas por vírus de alto risco

ou de baixo risco.

Ambas as lesões podem estar presentes de forma mais frequente na vulva, vagina, colo do útero, região perianal, ânus, pênis

(geralmente na glande), bolsa escrotal e/ou região pubiana.

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Tratamento

Entendendo o que pode ser feito

Como falamos, não há um tratamento direto para o vírus, mas sim há um

acompanhamento frequente com o médico para a realização de exames que possam indicar se o organismo está conseguindo expulsar o vírus ou se ele está evoluindo para uma lesão mais séria.

Um dos tratamento também consiste em destruir as lesões clínicas. Confira algumas observações sobre os tratamentos:

eles podem ser químicos, cirúrgicos ou estimuladores da imunidade; podem ser feitos domiciliarmente ou ambulatoriais, vai depender das recomendações médicas para cada caso;

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Tratamento

Um pouco mais sobre a vacina

Já existem duas vacinas profiláticas contra HPV aprovadas e registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que estão comercialmente disponíveis: a vacina quadrivalente, da empresa Merck Sharp & Dohme (nome comercial Gardasil), que confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18; e a vacina bivalente, da empresa GlaxoSmithKline (nome comercial Cervarix), que confere proteção contra HPV 16 e 18.

O Ministério da Saúde, em 2014, iniciou a implementação no Sistema Único de Saúde da vacinação gratuita contra o HPV em meninas de 9 a 13 anos de idade, com a vacina quadrivalente. Esta faixa etária foi escolhida por ser a que apresenta maior benefício pela grande produção de anticorpos e por ter sido menos exposta ao vírus por meio de relações sexuais.

Em 2017, as meninas de 14 anos também foram incluídas. Além disso, o esquema vacinal do SUS foi ampliado para meninos de 11 a 14 anos.

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Como prevenir?

COMO EVITAR O HPV

Agora que entendemos melhor como funciona o tratamento do HPV, é importante saber como prevenir a doença. Basicamente, uma das principais prevenções, assim como nos casos de outras DSTs, é o uso da camisinha. Porém, mesmo que o uso do preservativo diminua consideravelmente as chances de transmissão, o método não é garantia de que não vá ocorrer uma contaminação, já que as lesões normalmente estão presentes em áreas não protegidas por ela, como a vulva, a região perianal e a bolsa escrotal.

Outra forma de prevenir a doença é com a realização de exame preventivo, isto no caso das mulheres. O exame mais comum para identificar as lesões causadas pelo HPV é o papanicolau, que ajuda a detectar células anormais no colo do útero que podem ser tratadas antes de se tornarem um câncer. Caso haja a suspeita de que possa ter havido a contaminação, já é indicado procurar um ginecologista para

acompanhar o caso e lhe dizer a frequência com que o acompanhamento deve ser feito.

No caso dos homens, sempre que for possível verificar o aparecimento de alguma verruga na região, deve-se procurar um médico para a confirmação do vírus e

também para tomar conhecimento do tratamento adequado para a retirada da verruga, bem como as formas de se evitar uma transmissão para a parceira.

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E aí, gostou de entender um pouco

mais sobre o HPV e suas formas de

contaminação?

Conseguiu esclarecer algumas

dúvidas e medos que, por ventura,

possam surgir a respeito da

doença? Esperamos que sim

Se quiser se aprofundar em mais

conteúdos como esse, acesse no

site! www.drmarcosecches.com.br!

Endereço:

Rua Nossa Senhora das Mercês, 197, Centro. Santa Bárbara/MG

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