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Brazilian
Journal
of
OTORHINOLARYNGOLOGY
ARTIGO
ORIGINAL
Difficult
septal
deviation
cases:
open
or
closed
technique?
夽
Sultan
S
¸evik
Elic
¸ora
∗,
Duygu
Erdem,
Hüseyin
Is
¸ık,
Murat
Damar
e
Aykut
Erdem
Dinc
¸
ZonguldakBülentEcevitUniversity,FacultyofMedicine,DepartmentofOtorhinolaryngology,Zonguldak,Turquia
Recebidoem16dedezembrode2015;aceitoem18demarçode2016 DisponívelnaInternetem21demarçode2017
KEYWORDS
Nasalseptum; Nasalsurgical procedures; Intranasalsurgery
Abstract
Introduction:Theaimofthisstudy istocomparethefunctionalaspects ofopentechnique (OTS)andendonasalseptoplasty(ENS)in‘‘difficultseptaldeviationcases’’.
Methods:60patientswithseverenasalobstructionfromS-shapeddeformities,multiple defor-mities,highdeviationsetc.wereincludedinthestudy.TheOTSwasusedin30patientsandthe ENSwasperformedin30patients.TheNasalObstructionSymptomEvaluation(NOSE)scalewas administeredpreoperativelyandatfirstmonthfollowingsurgery.Patientswerealsoevaluated forpainpostoperativelywithVisualAnalogScale(VAS).
Results:ThemeanNOSEscorewasdecreased62.5---11.0intheOTSgroupand61.3---21.33in theENSgroup.Improvementofthesymptomsfollowingthetwosurgicaltechniquesissimilar andnostatisticallysignificantdifferencewasfoundbetweenbothtechniques.Alsotherewas nostatisticallysignificantdifferenceinpostoperativepainbetweentheOTSandENSgroups evaluatedbyVAS.
Conclusion:ENS isassuccessfulas theOTSinmanagementdifficultseptaldeviationcases. Inpatients withsevereseptaldeformities typeofthesurgicaltechniqueshouldbeselected accordingtothesurgeon’sexperienceandthepatient’spreference.
©2017PublishedbyElsevierEditoraLtda.onbehalfofAssociac¸˜aoBrasileirade Otorrinolarin-gologiaeCirurgiaC´ervico-Facial.ThisisanopenaccessarticleundertheCCBYlicense(http:// creativecommons.org/licenses/by/4.0/).
DOIserefereaoartigo:http://dx.doi.org/10.1016/j.bjorl.2016.03.015
夽 Comocitaresteartigo:S¸evikElic¸oraS,ErdemD,Is¸ıkH,DamarM,Dinc¸AE.Difficultseptaldeviationcases:openorclosedtechnique?
BrazJOtorhinolaryngol.2017;83:256---60. ∗Autorparacorrespondência.
E-mail:[email protected](S.S¸evikElic¸ora).
ArevisãoporparesédaresponsabilidadedaAssociac¸ãoBrasileiradeOtorrinolaringologiaeCirurgiaCérvico-Facial.
PALAVRAS-CHAVE
Septonasal; Procedimentos cirúrgicosnasais; Cirurgiaendoscópica
Casosdifíceisdedesvioseptal:técnicaabertaoufechada?
Resumo
Introduc¸ão: Oobjetivodesteestudoécompararosaspectosfuncionaisdaseptoplastiaentrea técnicaaberta(STA)eaendonasal(SEN)em‘‘casosdifíceisdedesviodeseptonasal’’.
Método: Foramincluídos60pacientescomobstruc¸ãonasaldevidoadeformidadesemformade S,múltiplasdeformidades,desviosaltos,etc.ASTAfoiusadaem30pacienteseaSENem30. Aescaladeavaliac¸ãodosintomadeobstruc¸ãonasal(NOSE)foiadministradanopré-operatório enoprimeiro mêsapósacirurgia. OspacientestambémforamavaliadoscomEscalaVisual Analógica(EVA)paradornopós-operatório.
Resultados: Oescoremédio deNOSEfoireduzido de62,5-11,0 nogrupodaSTAe de 61,3-21,33nogrupodaSEN.Houvemelhoradossintomascomasduastécnicascirúrgicasenãofoi encontradadiferenc¸aestatisticamentesignificativaentreelas.Tambémnãohouvediferenc¸a estatisticamentesignificativanosgrausdedornopós-operatórioquetenhasidoavaliadapela EVAentreogrupodeSTAeodeSEN.
Conclusão:Deacordocomnossosdados,aSENétãobem-sucedidaquantoaSTAnotratamento de casosdifíceis dedesviode septonasal. Empacientescomdeformidadesseptaisgraves, otipodetécnicacirúrgicadeveserescolhidodeacordocomaexperiênciadocirurgiãoea preferênciadopaciente.
©2017PublicadoporElsevierEditoraLtda.emnomedeAssociac¸˜aoBrasileirade Otorrinolarin-gologiaeCirurgiaC´ervico-Facial.Este ´eumartigoOpenAccesssobumalicenc¸aCCBY(http:// creativecommons.org/licenses/by/4.0/).
Introduc
¸ão
Aseptoplastiaéumprocedimentocomumnaprática
otor-rinolaringológica. Váriastécnicas de tratamento cirúrgico
sãousadasem deformidadesnasaisque causamobstruc¸ão
nasal:septoplastiaendoscópicaparaaobstruc¸ãonasal
pos-terior;septoplastiadeCottleparaluxac¸ãodoseptoedesvios
na área da pré-maxila; septoplastia com enxertos
expan-sorespara desvios de cartilagem nodorso; e septoplastia
extracorpórea com uma nova estrutura de cartilagem do
septo para os desvios complexos.1 A técnica mais usada
aindaéadefinidaporCottle,em1958.2
Os desvios septaisgraves, as deformidadescaudais, os
desvios anteriores, desvios em forma de S, desvios altos
e asanomalias dorsaismédias sãoaquelesdefinidoscomo
‘‘desvios septais difíceis’’. Nesses casos, a septoplastia
endonasal podeser usadapor algunscirurgiões,mas
tam-bémaseptoplastiacomtécnicaabertapodeserpreferida
para aumentaro ângulo devisão. Ambas astécnicas têm
diferenteslimitac¸õesqueafetamoseu sucesso.Na
septo-plastiaaberta,amaiordurac¸ãodaoperac¸ãoeaformac¸ão
de cicatriz deincisão columelarpós-operatória limitam a
técnica.3Poroutrolado,naseptoplastiaendonasal,oângulo
devisãoéestreitoe,porisso,aáreadeintervenc¸ãomais
limitadaemergecomoumadesvantagem.Nesteestudo
pre-tendemoscompararosresultadosfuncionaisdastécnicasde
septoplastiaabertaeendonasalemcasosdedesviodesepto
difíceis.
Método
Esteestudofoiprojetadocomoumestudolongitudinal
pros-pectivo,nãorandomizadoeaprovadopelacomissãodeética
Tabela 1 Classificac¸ão de Mladina de desvios de septos nasais
TipoI Presenc¸adeumacristaunilateralque nãoperturbaafunc¸ãodaválvulanasal. Situa-senaáreadaválvula.
TipoII Distúrbiodafunc¸ãovalvularécausado porcristaunilateral.Osintomade Cottlepositivopodeserobservadoapós elevac¸ãodanarina,oqueconfere melhoriassubjetivaeobjetivada patênciadonariz.
TipoIII Cristaunilateralnoníveldacabec¸ada conchanasalmédia.
TipoIV Defineduascristas---umanonívelda cabec¸adaconchanasalmédiaeoutra noladoopostonaáreavalvular---que perturbamasfunc¸õesvalvulares. TipoV Cristaunilateralnabasedosepto,
enquantonooutroladooseptoéreto. TipoVI Umsulcounilateralquecorrepelaparte
caudal-ventraldosepto,enquantono outroladoháumacristaeassimetria acompanhantedacavidadenasal. TipoVII MistodostiposIaVI.
Tabela2 Escaladeavaliac¸ãodesintomadeobstruc¸ãonasal(NOSE)
Duranteoúltimomês,qualoníveldeproblemaparavocê,nasseguintescondic¸ões?Circulearespostamaiscorreta
Nãoé pro-blema
Problema muito leve
Problema mode-rado
Problema bemruim
Problema grave
1 Congestãoouentupimentonasal 0 1 2 3 4
2 Bloqueioouobstruc¸ãonasal 0 1 2 3 4
3 Respirac¸ãoproblemáticapelonariz 0 1 2 3 4
4 Problemaparadormir 0 1 2 3 4
5 Incapazdeconseguirarsuficiente pelonarizduranteexercícioou esforc¸ofísico
0 1 2 3 4
pacientes que tinham desvios de Mladina do tipo 4, 6 e 7foramincluídos.Ospacientescominsuficiênciadesuporte na ponta nasalforamexcluídos. Antes dacirurgia,o con-sentimentoinformadofoiobtidode todosospacientes.A incisão columelar foi particularmente explicada. Os paci-entes que necessitavam de uma cirurgia adicional, como adenoidectomia,cirurgiasinusalendoscópicaoucirurgiados cornetos,nãoforamincluídos. Casosde revisãoe pacien-tescomidade<16anostambémforamexcluídos.Atécnica abertafoipropostaatodosospacienteseaquelesque con-cordaramforamatribuídosaogrupodeseptoplastiaaberta. Jáosquerejeitaramatécnicaaberta,geralmenteporcausa dacicatrizdaincisão,foramincluídosnogrupode septoplas-tiaendonasal.Oestudofoiconcluídoquandoonúmerode pacientesatingiu30emcadagrupo.
Todasascirurgiasforamfeitaspelamesmaequipe.Para avaliar os resultados funcionais das operac¸ões, a escala NOSE (tabela 2) foi administrada no pré-operatório e no
primeiromêsapósa cirurgia.AescalaNOSE éumaescala
específicadossintomas,desenvolvidaporStewartetal.,na
qual ospacientes foram solicitados a marcar cinco
ques-tões específicas diferentes sobre sintomas, 0 significava
‘‘nãoé umproblema’’e 4significava ‘‘problemagrave’’.
No fim, essas respostas foram calculadas com uma
pontuac¸ão total, sempre entre 0 e 20. Em seguida,
multiplicou-seessa pontuac¸ãopor 5 e ela foicompletada
até 100. Valores mais altos significavam que a gravidade
dossintomaseramaior.Aescalafoitraduzidaparaoturco;
suavalidadenapopulac¸ãoturcatinhasidodemonstradapor
Kahvecietal.,emestudoanterior.Paraobterosescoresde
momentobasal daNOSE, ospacientes foramperguntados
sobresintomasdeobstruc¸ãonasalantesdaoperac¸ão.
Omidazolamfoiadministradocomopré-medicac¸ãoeas
cirurgiasforamfeitassobanestesiageralcomremifentanil
eanestésicoinalatórioparatodosospacientes.
Para desvios de Mladina tipo 4, enxertos expansores
foramcolocadosapósaseparac¸ãodacartilagemdovômer
eacristanasalnatécnicaaberta.Natécnicafechada,uma
excisão em forma de V invertido e escores de espessura
parcialforamfeitosnoladocôncavoposteriordosepto
car-tilaginosodesviado;aexcisãofoifeitaatéodesvioinferior
erelaxamentoeexcisãomínimadacartilagemforam
apli-cadosnodesvioanterior.
Para osdesviosdeMladina tipo6 apóso descolamento
dosretalhosmucopericondriais bilaterais,acristamaxilar
eumapequenaporc¸ãodacartilagemforamressecadas.Em
seguida,acartilagemfoifixadanalinhamédiaesuturadaao
tecidomoleemtornodacristadamaxila,quandoadequado.
Acombinac¸ãodessesmétodosfoiusadaparadesviosde
Mladinatipo7.
Não foi necessário tamponamento nasal. Stents de
siliconebilateraisforamusadosemtodosospacientes.Para
a dor pós-operatória, foi usado diclofenaco de sódio.
Para analisar essa dor, foi usada uma escala analógica
visual (EAV) no primeiro dia de pós-operatório. A EAV foi
a ferramenta com qual os pacientes manifestaram a sua
satisfac¸ãogeralcomaoperac¸ão,1significavaomínimoe10
significavaomáximodesatisfac¸ão,emumalinhade10cm.
Os primeiros exames de acompanhamento foram feitos
com rinoscopiaanteriore exameendoscópicona primeira
e terceirasemanasdepós-operatório.Ospacientesforam
chamados para exame de acompanhamento para uma
pesquisa sobre sintomas de obstruc¸ão nasal no primeiro
mêsdepós-operatório.Ospacientesforamacompanhados
por,pelomenos,seismesesdepós-operatório.
Asanálisesestatísticasforamfeitascomsoftware
comer-cial(IBMSPSSStatistics20,SPSSInc.,umIBMCo.,Somers,
NY).Testetpareadoparaduasamostrasfoiusadopara
com-pararosescoresdeNOSEentreperíodosdemomentobasal
e pós-operatório. As variáveis contínuasforam
apresenta-dascomoodesviopadrãodamédia.Umvalordep<0,05foi
consideradoestatisticamentesignificativo.
Resultados
Foramincluídosnoestudo60pacientes.Entreeles,30foram
tratados com septoplastia com técnica aberta e 30 com
septoplastiaendonasal.Havia23(76,6%)pacientesdosexo
masculino e sete (23,3%) do feminino, com idade média
de 35,2±12,6 no grupo daseptoplastia endonasal. Havia
23 (76,6%)pacientes dosexomasculino e sete (23,3%)do
sexofeminino,comidade médiade38,77±15,8nogrupo
da técnica aberta. A distribuic¸ão dos desvios segundo a
classificac¸ão de Mladina entre os dois grupos é mostrada
natabela3.Nãohouvediferenc¸aestatisticamente
significa-tivanaclassificac¸ãodeMladinaentreogrupodeseptoplastia
abertaeogrupodeseptoplastiafechada(p=0,688).
Nogruposeptoplastiaaberta,osescoresmédiosdoNOSE
Tabela 3 Distribuic¸ão dos desvios de acordo com a classificac¸ãodeMladinaentredoisgrupos
Septoplastia comtécnica aberta
Septoplastiacom técnicafechada
Total
Tipo4 5 3 8
Tipo6 4 5 9
Tipo7 21 22 43
Total 30 30 60
62,5±22,2e11,0±13,2enogrupodeseptoplastia endo-nasal de 61,33±20,38 e 21,33±25,4, respectivamente. A diferenc¸a entre o momento basal e os escores pós--operatórios foi altamente significativa (p<0,001), mas a diferenc¸aentreosdoisgruposnãofoiestatisticamente rele-vante.EmescoresEAVparaavaliaradorpós-operatória,não houvediferenc¸aentreosdoisgrupos (p=0,106).Nenhuma grande complicac¸ão pós-operatória (p.ex., narizem sela, recorrência,infecc¸ão daferidae perfurac¸ão dosepto)foi observadanospacientes.Sangramentoleveocorreuemum pacientenogrupoendonasal.Sinéquiasmínimasocorreram emumpacientenogrupodetécnicaaberta.Nãofoi necessá-riacirurgiaderevisãodeseptoplastiaemqualquerpaciente.
Discussão
Adificuldadederespirac¸ãonasalé,provavelmente,aqueixa maiscomumnapráticadarinologia.Entreasprincipais cau-sasestãodesviodoseptonasalerinitealérgica.5Odesvio
do septonasal pode resultarem obstruc¸ão nasal, doenc¸a
sinusal,deformidadenasaleoutrosproblemasestruturais.
Desviossubstanciais doseptonasaltambémpodemafetar
a umidificac¸ão, o olfato,a filtragemdo ar e a regulac¸ão
datemperaturadonarize,finalmente,reduzir
significati-vamenteaqualidadedevida.6,7
Omelhortratamentodospacientescomdesviodesepto
nasalaindaestáemdebate.Nãohádiretrizesbaseadasem
evidênciasparadecidirquaispacientessãoadequadospara
acirurgia,quetipodeoperac¸ãodeveserfeitaeque
paci-entesirãobeneficiar-semais.8Especialmente emcasosde
desvio de septo difícil, a selec¸ão da técnica cirúrgica se
torna mais complicada.Neste estudo, foram avaliados os
resultadosdatécnica abertae daseptoplastiaendonasal,
emparticularemcasosdedesviodoseptodifíceis.
Étarefaárduaescolheratécnicacirúrgicaexatanestes
casos,maséaindamaisdifícilavaliarosucessodessa
téc-nica.Emgeral,asferramentasdeavaliac¸ãoparamediros
resultados deseptoplastia podem ser categorizadascomo
objetivas,comoarinomanometria,arinometriaacústica,a
tomografiacomputadorizadae opico defluxo inspiratório
nasal;esubjetivas,comoohistóricodopaciente,aescala
NOSE, osquestionáriosque incorporama escalaanalógica
visual, o escorede sintomasnasais de Fairlay,o perfil de
NottinghamHealth e oquestionário geralde saúde.5,7,9---12
Embora nenhum método objetivo tenha sido validado, a
escalaNOSE desenvolvidaporStewartetal.éummétodo
promissor e confiável parauso em obstruc¸ão nasal.13,14 A
confiabilidadedessaescalanapopulac¸ãoturcafoi
demons-trada por Kahveci et al.9 Nós também usamos o escore
NOSE para avaliac¸ão. Cada parâmetro foi avaliado
indivi-dualmentee nenhumadiferenc¸afoi determinadaentreos
doisgrupos. Observamos que ospacientes com obstruc¸ão
nasaledeformidadedoseptoquesesubmeterama
septo-plastianasalapresentarammelhoriamuitosignificativada
obstruc¸ãonoprimeiromês.
Emnossoestudo,tambémavaliamosograudedor
pós--operatória pela EAV entre as duas técnicas cirúrgicas.
Normalmente,na septoplastia aberta, como grande parte
dadissecc¸ãoéfeitaemtecidosmoles,espera-semuitador
nopós-operatório.15 Mas nãohouve diferenc¸a
estatistica-mentesignificativanosgrausdedornopós-operatórioentre
osdoisgrupos.
O presente estudo tem limitac¸ões claras. Entre as
principais delas estão o pequeno número de pacientes
entrevistadoseafaltaderandomizac¸ão.Afaltade
mascara-mentopodeserexplicada,evidentemente,devidoàcicatriz
externanogrupodeseptoplastiacomtécnicaaberta.
O uso de um método de avaliac¸ão subjetivo para a
comparac¸ão dediferentestécnicasdeseptoplastiafoi um
fator de limitac¸ão em nosso estudo. Há muitos deles na
literaturaqueavaliamaeficáciadoprocedimentode
septo-plastiapormétodosmaisobjetivos,comorinomanometria,
rinometriaacústicaoufluxoinspiratórionasaldepico.Mas,
emestudosanteriores,observou-sequeaescalaNOSE,
iso-ladamente,étãoeficazquantoessesmétodos.9
Outralimitac¸ãodonossoestudofoique,natécnica
endo-nasal,asdeformidadesexternasqueacompanhamodesvio
septalnãopoderiamser reparadas comprecisão. Mas, no
iníciodoestudo,informamosaospacientessobreos
desfe-chosecomplicac¸õesdeambasastécnicasecadaumfeza
suaopc¸ão. E, tambémnesseestudo, avaliamos apenasos
resultadosfuncionais,enãoosestéticos.
Conclusão
Paraumresultadofuncional,podemosdizerqueasduas
téc-nicaspodemserfeitasadequadamente,em‘‘casosdedesvio
deseptodifíceis’’.Emmãosexperientes,atécnicade
sep-toplastiafechada é pelo menostão bem-sucedidaquanto
atécnicaaberta.Atécnicacirúrgicadeveserescolhidade
acordocomascondic¸õesespecíficaseapreferênciado
paci-enteouaexperiênciadocirurgião.
Conflitos
de
interesse
Osautoresdeclaramnãohaverconflitosdeinteresse.
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