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Rev. Bras. Enferm. vol.32 número1

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Academic year: 2018

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(1)

RBEn, 32 : 48-0, 1979

ESTUDO D E ALCOOLISMO E TABAGISMO ASSOCIADOS

COM A TUBERCULOSE PULMONAR

�.

Mrcia Cron Ruffino

RBn/05

RUFFNO, M.e. - studo de alcoolismo e tabagismo associados com a tuberculose pul­ monaro Rev. Bras. Enf.; DF. 32 : 48-60, 1979.

1 . INTRODUQAO

A tuberculose continua sendo um serio problema de Saude PUblica em muitos paises, sendo que, a Organiza;ao Mundial de Saude (WHO, 1964) assina­ lava que a tuberculose persistia como problema da maior importancia em qua­ se todos os paises.

Varios autores tem evidenciado al­ guns elementos como constituindo fato­ res risco para a tuberculose.

FELDMAN ( 196 1) , assinala que 0 alcoolismo e um fator que altera nega­ tivamente a resistencia individual.

Na literatura encontramos alguns autores que apontam 0 alcoolismo como possivel fator risco associ ado a tuber­ culose (OLIN, 1966 ; OLIN, 1966 a; ROB­ BINS, 1969 ; BANNER, 1973) ,

Quanto ao tabagismo, varios auto­ res ten assinalado sua Importancia com rela;ao a tuberculose (LOWE, 1956 ; EDWARDS, 1957) .

Em vista do exposto, pretendemos no presente trabalho estudar 0 alcoolis­ mo e tabagismo como possiveis fatores risco da tuberculose pulmonar em nosso melo.

2 . OBJETIVOS

Avaliar a assocla;ao entre 0 al­ coolismo e habito de fumar com a tu­ berculose pulmonar.

3 . MATERIAL E METOS

A metodologia utlllzada fol a de caso-controle, segundo modelo apregoa­ do por MacMAHON & PUGH ( 1970 ) ; FORATINI ( 1976) .

3 . 1 Casos

Defini;ao: Foi chamado de caso de tuberculose pulmonar, os pacientes n­ tern ados em hospitais especializados

• Docente da Escola de Enfermagem de Ribeir.o Preto, USP. Departameno de Enfermagem Geral e specializada. Trabalho aprsenado no XX eBEn - Belem - 1978.

(2)

RUFFINO, M.O. - Estudo de alcolismo e tabagismo associados com a tuberculose pul­ monaro Rev. Bs. Ef.; DF, 32 : 48-60, 1979.

(dentro do Estado de Sao Paulo) , em tratamento com tuberculostaticos.

Fonte : Portadores de tuberculose pulmonar, internados no SanatOrio Nes­ tor Goulart dos Reis, em Americo Bra­ siliense - Araraquara, Estado de Sao Paulo, e pacientes inten ados no Abrigo Ana Diedericksen, Ribeirao Preto, Esta­ do de Sao Paulo.

Criterio de Sele;io : Pacientes de ambos os sexos, qualquer ra;a ou cor, do grupo etario de 10 a 80 anos, que ti­ vessem condi;oes de lucidez para res­ ponder a entrevista.

Tamanho amostral : Foram entre­ vistados um total de 427 pacientes.

3 . 2 Controles

Detini;io : Pacientes internados em um servi;o de assistencia medica, com outras patologias, que nao fosse a tu­ berculose.

Fonte : Pacientes intern ados no Hos­ pital das Clinicas de Ribeirao Preto.

Tamanho da amostra : Foram en­ trevistados 427 controles, ou seja, 0 nu­ mero correspondente ao numero de casos.

3 . 3 Variaveis que foram pareadas

Para cad a caso, tomou-se um con­ trole, pare ado com respeito as seguintes variaveis : idade, sexo, estado civil, pro­ cedencia.

3 . 4 Alcoolismo e tabagismo obser·· vados nos grupos casos e con­ troles

Tabagismo : Quanto ao habito de fumar, no momento da entrevista os pacientes eram classificados em fuman­ tes e nao fumantes. Aos fumantes fol perguntado qual 0 tempo que apresen·· tou 0 habito de fumar precedendo a

doen;a (em meses) ; qual a media de cigarros fumados por dia no ultimo ana precedendo a doen;a, media essa que fol classlficada em 0, 1-4; 5-14; 15-24 cigarros por dla. Foi investigado tam­ bem qual 0 tipo de cigarro u11izado, classificado em : papel, palha, cachimbo, outro.

Ingestio alc06lica : Foi perguntado qual 0 habito de ingestao de alcool no periodo que precedeu a doenga (periodo menor de 2 anos e periodo de 2 a 4 anos-.

Os entrevistados foran divididos em abstenios, bebedores noderados, be­ bedores excessivos e bebedores adictos

(classifica;ao essa adaptada daquela apregoada por RCONI, 1959) .

Quanto ao tipo de bebida predoni­ nantenente ingerida, foi classificado base ado nas bebidas passiveis de serem consumidas em nissa area, ou sej a : aguardente, cerveja, vinho e outros.

Quanto ao ritmo de ingestao, foi classificada como : mensal ou ocasional, semanal, diario.

Foi investigado tambem, qual 0 ha­ bito de ingestao precedendo 0 diagnos­ tico por um periodo de 2 a 4 anos.

3 . 5 Outras variaveis observadas nos grupos casos e controles

Profissao Religiio Cor Instru;ao

categoria de intenagio

Grau de evolu;ao da doenga - Caso.S Diagnostico - Controles.

3 . 6 Instrumento de nedida

Foi realizada atraves de uma entre­ vista pessoal com 0 paciente, dirigida no sentido de preencher un questio­ nario pre-estabelecldo.

(3)

RUINO, M.O. - studo de alcoolismo e tabagismo asociados com a tuberculose pul­ monaro ev. Bs. Ef.; DF, 32 : 48-60, 1979.

Para entrevistar os casos, bem como os controles, foi utilizado um protocolo de lnvestiga;ao (Anexo 1) .

s entrevistas (com 0 caso estudo e com 0 seu controle) , foram feitas to­ das pela mesma pessoa.

Os quesitos do question arlo versa­ ram especificamente sobre identifica;ao pessoal do caso, com as variaveis que foram pareadas e a

q

uelas que foram medidas.

3 . 7 Metodo Estatistico Foi usado 0 teste X2.

4 . RESULTADOS E DlSCUSSAO

Na tabela 1 e apresentada a distri­ bui;ao dos casos e controles, segundo 0 sexo e grupo etario. Foram entrevista­ das 854 pessoas, sendo 214 do sexo mas­ culino ( casos e/ou controles) e 213 do sexo feminino ( casos e/ou controles) .

Na tabela 2 e apresentada a distri­ but;ao dos casos e dos controles, segun­ do estado civil e procedencia.

o tempo que apresentou habito de fumar precedendo a doen;a, assim como a media de cigarros fumados por dia (no ultimo ana que precedeu 0 diag­ nostico da doen;a) e 0 tipo e/ou forma de tabaco predominantemente utilizado pelos casos e con troles, sao

apresenta-Apresenta

hablto de Casos

fumar

SIM 233

NAO 194

TOTAL 427

que resultou ao teste de associa;ao um I = 6,07 (p

<

0,05) , isto e, existe uma associa;ao entre habito de fumar e a doen;a (estatistlcamente significan­ te com un 00 de 5 % ) .

50

dos respectivamente nas tabelas 3, 4 e 5.

Na tabela 6 e apresentada a distri ­ bui;io dos casos e controles, segundo 0 habito da lngestao alcoolica no periodo men or que 2 anos precedendo ao diag­ nostlco da doen;a ; a dlstrlbul;ao se­ gundo a mesma variavel, para 0 periodo compreendldo entre 2 a 4 anos prece­ dendo ao diagnostico e vlsto na tabe­ la 7.

A dlstrlbul;ao dos casos e/ou con­ troles (habituados a ingestao alcoollca ) . segundo 0 ritmo e tlpo de bebida pre­ dominantemente consumida, nos ultt­ mas 2 anos precedendo ao diagnostico, e no periodo de 2 a 4 anos precedendo ao diagnostlco, sao apresentadas respecti­ vamente nas tabelas 8 e 9.

o grau de classifica;ao dos casos de tuberculose lntenados (segundo a Na­ tional TuberculosIs Association - NTA) e visto na tabela 10.

Tabagismo :

A partir da tabela 3, verifica-se qU! a porcentagem de nio fumantes e maior nos controles ( 53,86% ) que entre )S casos (45,43 % ) .

Reconstrulndo com os dados da ta­ bela 7, uma tabela 2x2, como a tabela abaixo, teremos :

Con troles Total

197 430

230 424

427 854

(4)

eviden-RUFFINO, M.O. - studo de alcoolismo e tabagismo associados com a tuberculose pul­ monaro Rev. Bras. Enf.; DF, 32 : 48-60, 1979.

ciasse diferenga estatisticamente signi­ ficante (X2 = 11,92 ; 0,10

<

p

<

0,20) .

s dados da tabela 4 como un todo, nao evidenclam diferen;a esta­ tisticamente significante (X2 = 7,00; 0,05

<

p

<

0,10) , ou seja, nao existe diferenga entre casos e con troles quan­ to ao numero de cigarros fumados por dia (entre os fumantes ) .

Da mesma forma, nao exlstiu dife­ renga significante quanto ao tipo de ta­ baco consumido entre casos e con troles

(tabela 5 ) (X2 = 3,55; 0,10

<

p

<

0,20) .

Concluimos portant6, que parece haver associagao entre hablto de fumar e tuberculose ( enquanto classificados como fumantes e nao fumantes) .

Hablto de

ingestao alc06lica

SIM

NAO

TOTAL

que resultou ao teste de assocla;ao un X2 = 21,30 (p

<

0,01 ) , lsto e, existe uma assoclagao entre 0 habito de beber e a tuberculose pulmonar (estatisticamente signlficante) .

Anallsando a tabela 6 como un todo, obtemos un Xl = 41 ,65 (p

<

O,O } )

Hibito de

ingestao alc06lica

Moderado

Excessivo

Adicto

TOTAL

Se tomarmos apenas os fumantes, nao existe contudo diferen;a quano o tempo que apresenta habito de fumar e/ou quanta ao tipo de tabaco consu­ mido entre os casos e os con troles.

A lcoolismo :

Na tabela 6, verifica-se que a por­ centagem de abstemios e maior nos controles (70,96 % ) que entre os casos (55,73% ) , dados estes referentes o ha­ bito de ingestao alc06lica no periodo de 2 anos ou menos precedendo 0 diagn6s­ tico.

Reconstruindo com os dados da ta­ bela 10, uma tabela 2x2, teremos :

Casos

189

238

427

Controles

124

303

427

Total

313

541

854

sendo que existe diferenga significante, sendo que esta diferen;a parece ser mai· evidente para os bebedores excessivo..

Se retirarmos da tabela 6, 0 grupo dos abstemios, e analisarmos apenas os bebedores, teremos :

Casos

126

48

15

189

Con troles

111

10

3

124

Total

237

58

18

(5)

RFlNO, M.e.

--

. studo de alcolismo e tabagismo asociados com a tuberculose pul­ monaro ev. Bs. Enf. ; DF, 32 : 48-60, 1979.

que resulta ao 'teste de assocla�ao um Analisando-se a tabela como um to­ X2 � 21,26-(p

e

sendo que nova­ do, teste de assocla�ao nos da evlden­

mente a 'dlferen�a

<

0,01)

7,

mats eVldente no elas de

gropo dos ' bebedores excesslvo

<

e "

s. te,

0

que existe assocla�ao slgnlflcan­ pols X2 = 27,57 (p 0,01 ) . De novo, Na tabela Verlf1C.-se que a por­ a evldencla malor para grupo dos

centagem mal>r nos

controles

d

de abstetnios % )

e

bebedores excesslvos.

;

(70",25

6

que entre os casos Reconstrulndo e

a tabela 0

7, de forma

(57,37

'R'

% l ados es s

b

'referentes

>

ao ha­ a perm1tlr a analise dos grupos de be­

b�W de lngestio aJc

td

llca, no periOdo de bedores (ellmlnando os abstenios) te­

2 4 alos prec'ede liagnostico. mos :

abi>

de

Casos Controles Total

ingestao alcoollca

MOderado 118 104 222

xcesslvo 49 21 70

Adicto 15 2 17

TTL 182 127 309

!so nos da um X2 = 12,64 (p 0,01) ao tempo que apresenta hablto de ta­

havendo portanto associa�ao slgnlflcan­

<

bagismo.

te entre diferentes

)

e i

habltos de ingestao 1 . 2 Entre os fumantes, nao ha di­ alcool1ca (por 2 a 4 anos antes do feren�a entre casos e con troles quanto dl.gnostico tuberculose pulmonar . ao tipo de tabaco consumldo.

o:re contudo que a malor dlferen;a

2 . Ha associa�ao entre alcoolismo

encontra-se no gruo dos adlctos.

e,

e tuberculose pulmonar. Dado que sao nao abstemios (is to

2 . 1 No periodo menor que 2 anos .que sao bebedores) nao ha diferen�a

que precede doen�a, mats forte signlflcante quano ao tipo de bebida

assocla�ao entre tuberculose pulmonar consumida e/ou rltmo de lngestao en­

e

e a

bebedores excesslvos. a

tre os casos e controles (tabelas 8 e 9 ) .

2 . 2 a

No periodo de 2 a 4 anos que Concluimos assim,

m

que ha associa­ precede doen�a) e mais forte a asso­

�ao entre alcoolis o e tuberculose pul­

cia�ao entre tuberculose pulmonar e monaro Entre os casos predomlna os

bebedores adlctos. alcoolatras excessivos menor que 2 anos

2 . 3 Entre os alcoolatras, nio precedendo ao dlagnostico ; para 0 pe ­

diferen�a slgnlf1cante quanto ao tipo riOdo de 2 a 4 anos precedendo dlag·­

M,

n6stico predoninam os alcoolatras adlc .. de beblda consumlda e/ou ritmo de in­ gestao entre os casos e controles. tos

6 .

entre os casos.

0

7 . REFER�NCIAS BIBLIOGRaFICAS

CONCLUS6ES

1 . Ha associa�ao entre tabagismo BANER, A. S. - Pulmonary function in

chromic alcoholism. Amer. Rev. Resp.

e tuberculose pulmonar. Dis., :851-857, 1973.

1 . 1 Entre os fumantes, nao ha dl­ WARDS,

108

J. (4)

H. - Contribution of ciga­

feren�a entre casos e controles quanto rett! smoking to respiratory disease.

(6)

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LSIS EIGHH 'PORT - Worl

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(7)

TBA 1 - DISTRBUICAO DE CASOS (PACIENTES COM TUBERCULOSE PULMONAR) E CONTROLES (NAo POR- c

TORS DE TUBERCULOSE PULMONAR) , SEGUNO 0 SEXO E GRUPO ETARIO.

s �

§ z

CASS CONTROLES

� 9

DADE

f �

MASCULINO FEMININO MASCULINO FEMININC' 1 0 . .

N.O

%

N.O % N.o

%

N.O %

= 1

10 -20 9 4,20 49 23,00 9 4,20 49 23,00

� �

20 - 30 45 21,02 4 30,04 45 21,02 64 30,04 l �

E

30 - 40 54 25,23 38 17,84 54 25,23 38 17,84 .. �

.

0

40 - 50 56 26.16 31 14,55 56 26,16 31 14,55

I D

50 - 60 29 13,55. 15 7,04 29 13,55 15 7,04

� �

60 - 70 18 8,41 13 6,10 18 8,41 13 6,10

w o

, 0

70 - 80 3 1,40 3 1,40 3 1,40 3 1,40

.. �

t a

' 0

TOTL 214 100,00 213 100,00 214 100,00 213 100,00

� D

- j

S a

O D

. q n TABELA 2 - DISRIBUICAO DE CASOS (PACIENTES COM TUBERCULOSE PULMONAR) E CONTROLES (NAO POR-

a

TORS DE TUBERCULOSE PULMONAR) , SEGUNDO 0 ESTADO CIVL E PROCEDlNCIA.

0

E

0

CASOS CONTROLES

STO CIVIL

l

ZqNA RURAL ZONA RUAL ZONA RUAL ZONA RURL )

0

N.O

%

N,o

%

N.O % N.O

%

a

D

SOLTERO 26 23,85 125 39,30 26 23,85 125 39,30

E

CASO 55 50,45 144 45,28 55 50,45 144 45,28

g

AMSIO 14 12,84 19 5,97 14 12,84 19 5,97

J

.

OUTOS 14 12,84 30 9,43 14 12,84 30 9,43 0 "

D

TOTAL 109 100,00 318 100,00 109 100,00 318 100,00 0

(8)

ll

TABELA 3 - DISTRIBUIQAO DE CASOS (PORTADORES DE TUBERCULOSE PULMONAR) E CONTROLES (NAO

PORTADORES DE TUBERCULOSE PULMONAR) , SEGUNDO 0 TEMPO QUE APRESENTOU HABITO DE

FUMR PRECEDENDO A DOENYA.

CASOS COTROLES

TEPO (em anos)

N.o % N.o %

0 194 45,43 230 53,86

0 - 0,5 1 0,23 0 0,00

0,5 - 1 0 0,00 1 0,23

1 - 2 7 1,64 3 0,70

2 - 5 25 5,85 13 3,04

5 -10 27 6,32 26 6,09

10 -20 52 12,18 51 11,94

20 + 121 28,34 103 24,12

TOTAL 427 100,00 427 100,00

TABLA 4 -DISTRIBUIyAO DE CASOS (PACIENTES COM TUBERCULOSE PULMONAR) E CONTROLES (NAO POR­ TADORES DE TUBERCULOSE PULMONAR) , SEGUNDO NUMERO mDIO DE CIGARROS FUMADOS POR DIA.

EDIA DE CIGARROS FUMA - CASOS CONTROLES

S POR DIA NO ULTIMO

ANO PRECEDENDQ A DOENQA N.O % N.O %

0 194 45,43 230 53,86

1 - 4 41 9,60 37 8,66

5 - 14 101 23,65 92 21,54

15 - 24 91 21,31 68 15,92

TOTAL 427 100,00 427 100,00

s j

o �

s z ' 0

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.

(9)

-:

TABELA 5 - DISTRmUIQAO DE CASOS (PORTAORES DE UBERCULOSE PULMONAR) E CONTROLES (NAO PORTADORES DE TUBER­ CULOSE PULMONAR) , SEGUNDO 0 TIPO E/OU FORMA DE

TABACO CONSUMIDO.

TIPO E/OU FORMA DE CASOS COTROLES

TABACO CONSUMlO

N.o % N.o %

CIGARRO DE P APEL 178 76,39 149 75,63

CIGARRO DE PALHA 45 19,31 45 22,84

CAHIBO 10 4,29 3 1,52

TOTAL 233 100,00 197 100,00

TABELA 6 - DISTRmUIQAO DE CASOS (PACmTES COM UBERCULOSE PULMONAR) E CONTROLES ( NAO PORTADORES DE TUBER­ CULOSE PULMONAR) , SEGUNO 0 HAEITO DE INGESTAO ALC06LICA, NO PERiODO MENOR QUE DOIS ANS PRECE­

DENDO AO DIAGN6STICO.

HAEITO DE INGESTAO CASOS CONTROLES

ALC>LICA

N.o % N.o %

ABSMIOS 238 55,73 303 70,6

BEBEDOR MODERADO 126 29,50 111 25,99

BEBEDOR EXECESSIVO 48 11,24 10 2,34

BEBEDOR ADICTO 15 3,51 3 0,70

T'AL 427 100,00 427 100,00

TABELA 7 -DISTRmUIQAO DE CASOS (PORTORES' DE TUBERCULOSE PULMONAR) E COOLES (NAO PORTADORES DE UBER­ CULOSE PULMONAR) SEGUNDO 0 EITO DE INGESTAO ALC06LICA, NO PERiOO DE DOIS A QUARO NOS PRECE­ DENDO AO DIAGN6STIO.

---EITO DE INGESTAO ALC6LICA

ABSMIS

BEBEDOR MODERAO BEBEDOR EXCESSIVO BEBEDOR DICTO

TOTAL

N.O

245 118 49 15

427

CASOS

%

57,37 27,63 11,47 3,51

1)0.10

CONTROES

N.O %

300

ioE

104 24,35

21 4,:l1

2 0,'13

427 '110,00

(10)

'BA e -DISlBUIC!O D' CASOS ('Oa:t� DE BERCOLO· PMONaR) E OQNTRQB mAO

OlTAORES Dl B�SE

pMRl

BOS A 1NGS�Ko LCOIOA, SEGDO O

10 E O

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3,22 1',5, 27,41 12.9U 2:&:1 4,8S 1,l1 2,41

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(11)

n TABELA 9 - DISTRIBUIQAO DE CASOS (PORTADORES DE TUBERCULOSE PULMONAR) E CONTROLES (NAO �

o q

PORTADORES DE TUBERCULOSE PULMONAR) HABITUADOS A INGESTAO ALC06LICA, SEGUNDO 0

S 1

RITMO E TIPO DE BEBIDA PREDOMINANTEMENTE CON SUMIDA * .

0 1

s H

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l ·

CASOS CONTROLES

1 9

BEBIDA RTMO

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N.O % N.O % l � ..

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Mensal 7 3.84 8 6,29 . Q

1 ,

AGUARDETE Semanal 44 24,17 76.91 % 27 21,25 65,76 %

� �

Diario 89 48,90 46 36,22

o S

0"

, o

P )

.. S

Mensal 7 3.84 15 11,81

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o " . Q

CERVEJA Semanal 19 10.43 17,56% 20 15,74 30,69 % ii' 8

Diario 6 3,29 4 3,14

0

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l

0

>

-Mensal 3 1,64 1 0,78 o

OUTROS Semanal 5 2,74 5,47% 2 1,57 5,49 % >

Diario 2 1,09 4 3,14

"

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g

TOTL 182 100,00 100,00% 127 100,00 100,00% .. >

-o

S

(12)

RFNO, M.C. � studo de alcoolismo e tabaglsmo associados com a tuberculose pul­ monaro ev. Bs. Enf. ; DF, 32 : 48-60, 1979.

rABELA 10 -- DIsTRmurQAO OS CASOS (PACIENTES PORTADORS DE TUBERCULOSE PULMONAR) SEGUNDO 0 GRAU DE CLASSI­ FICAQAO DA OENQA.

GRAU DE CLASSIFICAQAO * N.D

%

I

16 3,74

I! 99 23,1l

II! 299 70,02

NAO ESPECIFICAO 13 3,04

TOTAL 427 100,00

• Classifica;ao TA (National Tuberculosis Association) .

(13)

>

o

N O M E '

OPITA. PAtIENT; N

CHnicas 1

N.G.Rail 2

Ane 0 3 Outro 4

1

2 1 31415

A N [ X

0

ESTUDO D E A L C O O L l S HO. E· TABAG I SH O . A S S O C I A DOS C O M A T U B E R C U L O S E P U L M O N A R

DATA '

CATEGRIA

INTEN�\O

I.N.P.S. - 1·

Ind1;ante - 2

6

CAsa 1

CONTROL; 2

7

IO;

6

19

SIXO PROFlsAa PRaCE�NCIA

Mse. 1 urbano - 1

fn. 2 ru-ll · 2

10

11

1 12

13

--RELIGIAO CO� ESTADD CIVIL

catol1ca -

1

branca

-

1 soltairo. - 1

asp!rita - 2 parde

- 2

casado

- 2

protest . - 3 prata - 3 aasido - 3

autras - 4 aaels- 4 outo

- 4

14

15

16

INsTRu;Aa

enalfebeto - 1

sab!· lar

- 2

prim. compl -

3

sec .compl

- 4

outras - 5

17

. Tmpo que apre�antou Ob1to f�-p-acedendo Madia de cigarrcs/dio no ultimo 000 peceden- T1po da cigarro

e dcanyl tam asas) do I doania

0

··1 5 - 14 •

3

papal • 1 cachibo - 3

l' , 4 • 2 15

- 24

• 4 celha - 2 outro - 4

I

I

6

1

9

I

20

21

22

Haoito de ingesteo da alcool pracedendo a dlegnostlco 'por n perloao

< 2 anOB Hablta da 2 a de 4 an6s lngestao de alcool precedendo a diagnostico por m podo nao bebe - 1 a pwa aguardl\ta -

1"

o ansal de ingenao - 1 nao bebe -

1

e01Ce eguerdente '-precomlnan�e 1 a d8 ansel -lngas�o

1

,

moderado . 2 cevejo - 2 semen,l -' 2 mOderedo

- 2

. cerveja

- 2

semanel -

2

excessivo - 3 rum - 3 diario

- 3

excessive

-

3 rum - 3 diario

- 3

. ·edicto

- 4

outro!

- 4

, �d1cto - 4 outros

- 4

23

24

25

26

27

26

C o n t ro l e D l a g nos t l eo C a s o I n reio O b s e rva�oes

G r a u

Terml no

Tempo

29 I 30 I 31 I 32

3

34 I

5

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TABELA  2  - DISRIBUICAO  DE  CASOS  (PACIENTES  COM  TUBERCULOSE  PULMONAR)  E  CONTROLES  (NAO  POR- n  a  TORS  DE  TUBERCULOSE  PULMONAR) ,   SEGUNDO  0  ESTADO  CIVL  E  PROCEDlNCIA
TABLA  4  - DISTRIBUIyAO  DE  CASOS  (PACIENTES  COM  TUBERCULOSE  PULMONAR)  E  CONTROLES  (NAO  POR­

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