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Projecto de Instalação de Gás
Projecto Reconstrução de uma Habitação Unifamiliar Número de pisos: 2
Localização Lugar do Povo da Estrada – União das Freguesias de Cepões, Meijinhos e Melcões - Concelho de Lamego - Distrito de Viseu
Requerente camarário Sónia Catarina Duarte Morgado Pereira
Projectista
Tânia Alexandra dos Santos Rodrigues, Eng.ª Téc. Civil Sede: Rua do Barronco, Edifício da Boavista, n.° 15 5100-009 Lamego
Especialidade: Projectista de Redes de Gás [email protected]
917201816
Data Lamego, 02 de março de 2022
TÂNIA ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES
Assinado de forma digital por TÂNIA ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES Dados: 2022.03.02 17:15:40 Z
ÍNDICE
1. TERMO DE RESPONSABILIDADE/CARTÃO PROJECTISTA ... 4
1.1. Termo de responsabilidade do autor do projecto ... 5
1.2. Termo de responsabilidade do coordenador do projecto ... 6
1.3. Declaração da ordem profissional ... 7
1.4. Seguro de responsabilidade civil ... 8
2. MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA ... 9
2.1. Objectivo ... 10
2.2. Características e tipo de utilização do imóvel ... 10
2.3. Características do gás natural a utilizar ... 10
2.4. Características dos aparelhos de queima ... 11
2.5. Descrição da instalação ... 11
3. DIMENSIONAMENTO ... 13
3.1. Pressupostos e base de cálculos ... 14
3.2. Resultados do cálculo ... 16
3.3. Selecção do contador e do redutor ... 16
3.3.1. Contadores ... 16
3.3.2. Redutores ... 16
4. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ... 17
4.1. Caudal instantâneo ... 18
4.2. Caixa de corte geral ... 18
4.3. Ligação equipotencial ... 18
4.4. Válvulas de corte rápido ... 19
4.5. Características do redutor ... 20
4.6. Ventilação ... 20
4.7. Evacuação dos produtos de combustão ... 21
5. CONDIÇÕES TÉCNICAS DE MONTAGEM ... 22
5.1. Condições gerais ... 23
5.2. Implantação da tubagem ... 24
5.2.1. Tubagens enterradas ... 24
3
5.2.2. Tubagens embebidas na parede ou no pavimento ... 25
5.2.3. Tubagens à vista ... 26
5.3. União de tubagens ... 26
5.3.1. União de tubos de cobre ... 26
5.3.2. União de tubos de PE ... 27
5.3.3. União de tubos de aço ... 27
5.4. Verificações finais e ensaios ... 27
6. DISPOSIÇÕES GERAIS ... 29
7. DISPOSIÇÕES FINAIS ... 32
8. ANEXO I ... 34
9. ANEXO II ... 37
1. TERMO DE RESPONSABILIDADE
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1.1. TERMO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR DO PROJECTO
Tânia Alexandra dos Santos Rodrigues, Projectista de Redes de Gás, portadora do Cartão de Cidadão n.° 12496768, válido até 24 de Julho de 2029, contribuinte fiscal n.° 219 750 467, com sede na Rua do Barronco, Edifício da Boavista, n.° 15, freguesia de Lamego (Almacave e Sé), concelho de Lamego, inscrita na Ordem dos Engenheiros Técnicos, sob o n.° 18520, declara para todos os efeitos do disposto no n.° 1 do Art.° 10 do Decreto-Lei n.° 555/99 de 16 de Dezembro, na sua actual redacção, que o Projecto de Abastecimento de Gás da Reconstrução de uma Habitação Unifamiliar, de que é autora, sita no Lugar do Povo da Estrada, União das freguesias de Cepões, Meijinhos e Melcões, concelho de Lamego, distrito de Viseu, cujo licenciamento foi requerido por Sónia Catarina Duarte Morgado Pereira, com residência na Fonte da Cana, freguesia de São João de Tarouca, concelho de Tarouca, observa as normas técnicas gerais específicas de construção, bem como as disposições legais e regulamentares aplicáveis, designadamente a Portaria n.° 690/2001 de 10 de Julho, Portaria n.°
386/94 de 16 de Junho, o Decreto-Lei n.° 521/99 de 10 de Dezembro revogado pelo Decreto-Lei n.º 97/2017 de 10 de Agosto alterado pela Lei n.º 59/2018 de 21 de Agosto, a Portaria n.° 361/98 de 26 de Junho, Decreto-Lei n.° 263/89, Decreto-Lei n.° 125/97 de 23 de Maio, NP EN 1057, NP EN 30, NP EN 26, NP 1037-1, NP 1037-3, NP 1037-4, IPQ ET 107-1 revogada pela NP EN 16436-1, NP 4436-2005.
Lamego, 02 de março de 2022 A Técnica,
_____________________________________________________
(Tânia Alexandra dos Santos Rodrigues, Eng.ª Téc. Civil)
TÂNIA ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES
Assinado de forma digital por TÂNIA ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES Dados: 2022.03.02 17:16:35 Z
1.2. TERMO DE RESPONSABILIDADE DO COORDENADOR DO PROJECTO
Tânia Alexandra dos Santos Rodrigues, Projectista de Redes de Gás, portadora do Cartão de Cidadão n.° 12496768, válido até 24 de Julho de 2029, contribuinte fiscal n.° 219 750 467, com sede na Rua do Barronco, Edifício da Boavista, n.° 15, freguesia de Lamego (Almacave e Sé), concelho de Lamego, inscrita na Ordem dos Engenheiros Técnicos, sob o n.° 18520, declara para todos os efeitos do disposto no n.° 1 do Art.° 10 do Decreto-Lei n.° 555/99 de 16 de Dezembro, na sua actual redacção, que o Projecto de Abastecimento de Gás da Reconstrução de uma Habitação Unifamiliar, de que é coordenadora, sita no Lugar do Povo da Estrada, União das freguesias de Cepões, Meijinhos e Melcões, concelho de Lamego, distrito de Viseu, cujo licenciamento foi requerido por Sónia Catarina Duarte Morgado Pereira, com residência na Fonte da Cana, freguesia de São João de Tarouca, concelho de Tarouca, observa as normas técnicas gerais específicas de construção, bem como as disposições legais e regulamentares aplicáveis, designadamente a Portaria n.° 690/2001 de 10 de Julho, Portaria n.° 386/94 de 16 de Junho, o Decreto-Lei n.° 521/99 de 10 de Dezembro revogado pelo Decreto-Lei n.º 97/2017 de 10 de Agosto alterado pela Lei n.º 59/2018 de 21 de Agosto, a Portaria n.°
361/98 de 26 de Junho, Decreto-Lei n.° 263/89, Decreto-Lei n.° 125/97 de 23 de Maio, NP EN 1057, NP EN 30, NP EN 26, NP 1037-1, NP 1037-3, NP 1037-4, IPQ ET 107-1 revogada pela NP EN 16436-1, NP 4436-2005.
Lamego, 02 de março de 2022 A Técnica,
_______________________________________________________
(Tânia Alexandra dos Santos Rodrigues, Eng.ª Téc. Civil)
TÂNIA ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES
Assinado de forma digital por TÂNIA ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES Dados: 2022.03.02 17:17:08 Z
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1.3. DECLARAÇÃO DA ORDEM PROFISSIONAL
1.4. SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL
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2. MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
TÂNIA
ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES
Assinado de forma digital por TÂNIA ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES Dados: 2022.03.02 17:17:34 Z
2.1. OBJECTIVO
A presente memória descritiva refere-se ao projecto de abastecimento de gás da Reconstrução de uma Habitação Unifamiliar.
Pretende-se definir globalmente os materiais e métodos a utilizar, bem como apresentar justificação para as secções adoptadas.
2.2. CARACTERÍSTICAS E TIPO DE UTILIZAÇÃO DO IMÓVEL
O local a abastecer localiza-se no Lugar do Povo da Estrada, união das freguesias de Cepões, Meijinhos e Melcões, concelho de Lamego, distrito de Viseu, sendo a requerente Sónia Catarina Duarte Morgado Pereira.
Trata-se de um edifício destinado à Reconstrução de uma Habitação Unifamiliar, que se desenvolve em dois pisos, rés-do-chão e andar.
A utilização de gás será limitada à alimentação dos aparelhos de queima em serviço a instalar.
2.3. CARACTERÍSTICAS DO GÁS NATURAL A UTILIZAR
GÁS NATURAL DO TIPO H
Metano 83,7%
Outros Hidrocarbonetos 10,47%
Azoto 5,4%
Dióxido de Carbono 0,23%
Hélio 0,2%
Poder calorífico inferior 9054 (kcal/m3 (N))
Poder calorífico superior 10032 (kcal/m3 (N))
Densidade em relação ao ar 0,65
Densidade Corrigida 0,62
Índice de Wobbe 12442 (kcal/m3 (N))
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2.4. CARACTERÍSTICAS DOS APARELHOS DE QUEIMA
Todos os aparelhos de queima a instalar deverão ser do tipo "multigás" das categorias:
I2H, II2H3+ ou II2H3P, bem como as normas NP EN 30, NP EN 26 e NP EN 297.
A montagem destes aparelhos deverá ser executada por mecânicos de aparelhos credenciados pela DGGE, de acordo com o Decreto-Lei n.° 263/89 de 17 de Agosto.
Deverá ainda obedecer aos requisitos estabelecidos pelas Normas Portuguesas NP EN 30, NP EN 26, NP EN 297 e NP 1037-1, instruções do fabricante, e recomendações do regulamento e especificações da concessionária e legislação em vigor.
Os tubos flexíveis devem respeitar as normas NP 4436 (Gás Natural) e NP EN 16436-1 (Propano/Butano) e têm uma validade de 4 anos a contar da sua data de fabrico e devem ficar montados de forma:
- Não ficarem em contacto com as partes quentes do aparelho;
- Serem facilmente acessíveis em toda a sua extensão;
- Ter um comprimento máximo de 1,5 m;
- Não cruzar a parte posterior do aparelho.
De acordo com o definido na norma NP 1037-4, não deve fazer-se a instalação de aparelhos de gás (do Tipo B), com evacuação directa para o exterior em cozinhas equipadas com um sistema mecânico que apenas contemple a função de extracção.
2.5. DESCRIÇÃO DA INSTALAÇÃO
A rede de gás considerada neste projecto tem início na caixa de corte geral, cujo pormenor se encontra nas Peças Desenhadas instalada no muro limite da propriedade. Na ligação do ramal de abastecimento do imóvel na caixa de corte geral, será instalada uma válvula de corte geral do tipo corte rápido com encravamento automático de ¼ de volta e que uma vez accionada só poderá ser rearmada pela concessionária de distribuição.
Aparelho Quantidade Potência (kWh)
Tipo de Aparelho
Fogão 1 9 A
Esquentador 1 21 B
Imediatamente a jusante deste dispositivo, será instalado um redutor de pressão individual (pressão de entrada de 4 bar e pressão de saída de 21 mbar – B6N VSI) e após este o contador e uma válvula de quarto de volta. O contador, deverá ser dimensionado tendo em conta, do mesmo modo que o redutor, a potência instalada; utiliza-se normalmente o contador volumétrico do tipo G4, para caudais até 6 m³/h, sendo o dispositivo de contagem da propriedade da concessionária.
A válvula de corte geral referida e os dispositivos de regulação de pressão ficarão instalados na caixa de corte geral, com fechadura triangular, permanentemente acessível.
A tampa da caixa deve conter a palavra “Gás” e a expressão “PROIBIDO FUMAR OU FOGUEAR”, em caracteres indeléveis e perfeitamente legíveis do exterior, será também instalado nesta caixa a ligação à terra.
Após a caixa de corte geral a tubagem será em Cu (cobre) e seguirá enterrada no pavimento até à entrada na habitação. Após esta a tubagem será em Cu (cobre) e seguirá embebida no pavimento, distribuindo para o fogão e para o esquentador e andará, segundo as normas, a uma distância de 20 cm da parede, como se encontra demonstrado nas peças desenhadas em anexo.
As válvulas de corte dos aparelhos de queima, não podem ficar a uma distância superior a 0,80 m destes.
Entre aparelhos deve existir uma distância mínima de 0,4m.
Os aparelhos de aquecimento de água e ambiente, deverão ser ligadas à instalação de gás através de tubos metálicos.
A ligação dos fogões amovíveis, aparelhos amovíveis de aquecimento, máquinas de lavar e secar roupa e máquinas de lavar louça, à instalação de gás pode ser feita com tubos flexíveis de comprimento máximo 1,50 m de acordo com a NP 4436.
A conduta de evacuação dos produtos de combustão deverá ter no mínimo 0,3 m de verticalidade pendente ascendente de acordo com a NP 1037-3.
As soldaduras devem ficar contidas em caixas de visita.
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3. DIMENSIONAMENTO
3.1. PRESSUPOSTOS E BASE DE CÁLCULO
A rede de gás foi dimensionada para comportar o gás natural em conformidade com o disposto no Decreto-Lei n.° 521/99 de 10 de Dezembro revogado pelo Decreto-Lei n.º 97/2017 de 10 de Agosto alterado pela Lei n.º 59/2018 de 21 de Agosto.
No dimensionamento da rede recorreu-se à fórmula de Renouard simplificada:
- Fórmula de Renouard para média pressão – 100 mbar
Em que:
Pa - Pressão absoluta na origem (Kg/cm2);
Pb - Pressão absoluta final (Kg/cm2);
Q - Caudal (m3/h);
D - Diâmetro da tubagem (mm);
Leq - 1.2 * L - compensação das perdas de carga localizadas (m);
de - Densidade do gás relativamente ao ar.
- Fórmula de Renouard para baixa pressão - 21 mbar
Em que:
Pa - Pressão absoluta na origem (Kg/cm2);
Pb - Pressão absoluta final (Kg/cm2);
Q - Caudal (m3/h);
D - Diâmetro da tubagem (mm);
Leq - 1.2 * L - compensação das perdas de carga localizadas (m);
de - Densidade do gás relativamente ao ar.
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Após o dimensionamento procedeu-se à verificação da velocidade recorrendo à fórmula:
Em que:
Q - Caudal (m3/h);
t - temperatura do gás (°C);
D - Diâmetro da tubagem (mm);
P - Pressão absoluta (bar ou Kg/cm2);
V - Velocidade do gás (m/s).
Na determinação do caudal recorreu-se à fórmula:
Em que:
Q - Caudal (m3/h);
Pot - Potência instalada no troço (Kw);
H - Número de habitações;
Fs - Factor de simultaneidade;
PCI - Poder calorífico inferior (Kcal/m3) (N).
Foram considerados os seguintes parâmetros de dimensionamento:
Parâmetro Coluna
Montante
Interior da habitação
Pressão de serviço 100 mbar 21 mbar Perda de carga máxima
admissível 30 mbar 1.5 mbar
Velocidade máxima admissível 15 m/s 10 m/s
3.2. RESULTADOS DO CÁLCULO
Apresentam-se em anexo.
3.3. SELECÇÃO DO CONTADOR E DO REDUTOR 3.3.1. Contadores
Exemplos de contadores
Caudal Contador
6 m3/h G4
3.3.2. Redutores
Redutores
Redutor
Pressão mínima de
entrada
Pressão máxima de
entrada
Pressão de
saída Caudal
Concessionária 0.5 bar 4.0 bar 21 mbar 6 m3/h
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4. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
4.1. CAUDAL INSTANTÂNEO
O ramal principal será ligado à rede de distribuição da concessionária, devendo satisfazer um caudal instantâneo de 2.85 m3/h, obtido do cálculo.
4.2. CAIXA DE CORTE GERAL
A caixa de entrada deverá ser fechada, ventilada, construída em material incombustível, com a palavra "GÁS" e a expressão "PROIBIDO FUMAR OU FOGUEAR" indelével na face exterior da porta e deve conter os seguintes equipamentos:
- Transição PE/Cu, à entrada;
- Válvula de encravamento, à entrada, só rearmável pela concessionária, com ligações por junta esferocónica segundo a norma NFE 29-536 e rosca macho cilíndrica segundo ISO 228
¾ ";
- Redutor de pressão com segurança incorporada, permitindo cortar o gás em caso de baixa de pressão a montante ou de excesso de caudal a jusante com rearme manual;
- Válvula de corte rápido de ¼ de volta à saída;
- Acessórios de ligação na entrada e saída do contador;
- Ligação equipotencial;
- Tomada de pressão tipo “Petterson”, com tampão roscado;
- Contador.
A manga protectora para a entrada do ramal deverá ser embebida na parede com um diâmetro interior mínimo de 50 mm, raio de curvatura de 30 vezes o diâmetro exterior do ramal e extremidade exterior ao imóvel enterrada a uma profundidade de 0,60 m. A manga acompanha a tubagem de gás até à caixa de entrada do edifício.
A distância entre o fundo da caixa e o pavimento não deve ser inferior a 40 cm nem superior a 140 cm, adoptando-se sempre que possível 40 cm.
4.3. LIGAÇÃO EQUIPOTENCIAL
Todas as tubagens deverão ser ligadas à "terra" e a sua continuidade eléctrica será assegurada por braçadeiras metálicas.
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Os condutores de "terra" deverão ser de cobre, de aço galvanizado ou de aço revestido de cobre, ou outro material apropriado.
Não é admitida a utilização das tubagens de gás para ligação à terra das redes eléctricas ou outras.
Se a tubagem após a caixa do contador for enterrada em polietileno deverá a ligação terra ser colocada na caixa de transição PE/Cu.
4.4. VÁLVULAS DE CORTE RÁPIDO
Válvulas de corte ¼ de de volta, de macho esférico, com vedação por junta plana e rosca macho cilíndrica segundo NP EN ISO 228-1, com indicação de sentido e de posição Aberta/Fechada.
As válvulas devem estar de acordo com a norma NP EN 331, devem ser da classe MOP 5 e não podem possuir qualquer dispositivo de encravamento na posição aberta.
A válvula de corte geral deverá ser da classe de pressão PN6.
As que se localizam a montante do contador deverão ser seláveis na posição de fechado.
O movimento dos manípulos de actuação das válvulas deve ser limitado por batentes fixos e não reguláveis, de modo a que os manípulos se encontrem:
- Perpendicular a direcção do escoamento, na posição de fechado;
- Com a direcção do escoamento do gás, na posição de aberto.
Para além do dispositivo de corte geral, as instalações de gás devem possuir dispositivos de corte, do tipo de um quarto de volta, pelo menos nos seguintes pontos:
- a montante do contador de gás;
- no ponto de entrada da tubagem em cada fogo, caso o contador se encontre a mais de 20 m da entrada do fogo;
- a montante de cada aparelho de queima, tão próximo quanto possível da extremidade da tubagem rígida e a uma altura entre 1,0 m e 1,4 m acima do pavimento.
4.5. CARACTERÍSTICAS DO REDUTOR
O redutor de entrada do imóvel, deverá referir o tipo de gás, caudal máximo requerido, pressão máxima e mínima à entrada e pressão de saída. Deve ainda ter a ligação de entrada por junta esferocónica conforme norma NFE 29-536 e rosca fêmea cilíndrica segundo ISO 228
¼", ligação de saída por junta plana.
Deve ter grupo de regulação RG 5 ou 10 e grupo de pressão de fecho SG 10 ou 20, conforme DIN 3380. Deve ter os dispositivos de segurança requeridos, nomeadamente corte da passagem de gás em caso de excesso ou queda de pressão à saída (encravamento com rearme manual), limitação de pressão na saída - válvula de segurança.
Sempre que os redutores ou reguladores dispuserem de sistema de segurança contra sobrepressões internas, e eventual libertação de gás por esses sistemas deve ser recolhida por uma tubagem colectora que descarregue em local seguro. (Ponto 5 e 6 Art. 26° - Portaria n.°
361/98).
A tubagem colectora deve:
- Ter extremidade livre orientada para baixo e situada no exterior do edifício, a uma distância igual ou superior a 2 m de qualquer orifício em que os gases possam penetrar;
- Nos casos de conversão ou reconversão e sempre que manifestamente não seja possível cumprir o disposto no ponto anterior, poderá aquela distância ser reduzida para um valor até 0,5 metros;
- Ser de metal e a sua extremidade protegida contra a entrada de insectos ou corpos estranhos;
- Ter um diâmetro tal que o sistema não ofereça resistência à passagem do fluxo de gás.
4.6. VENTILAÇÃO
A montagem dos aparelhos de queima deverá ser feita segundo norma NP 1037-3 e NP 1037-1, em ambiente com boa ventilação de modo a garantir uma boa renovação de ar. A área de entrada mínima de ar, para ventilação do local da instalação, deve ser igual ou superior a 100 cm2.
Estas entradas de ar podem ser realizadas por intermédio de orifício ou conjuntos, cuja
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colocadas numa parede exterior, a uma altura máxima de 1,5 m e de modo a que não sejam obstruídos por portas, mobiliário, ou qualquer outro obstáculo.
4.7. EVACUAÇÃO DOS PRODUTOS DE COMBUSTÃO
A exaustão dos aparelhos do Tipo A: (Exemplo fogão) aparelhos em que os gases de combustão neles produzidos descarregam directamente para a atmosfera envolvente.
Os compartimentos devem estar providos de chaminé ou sistema associado a conduta de evacuação dos gases de combustão e os aparelhos devem ser instalados em locais que facilite a exaustão dos gases de combustão produzidos.
A exaustão dos aparelhos do Tipo B: (Exemplo esquentador) deverão ser ligados a uma conduta de extracção de fumos. No caso do esquentador será com tubagem em chapa "tipo spiro", com secção igual à saída do aparelho, em conformidade com a NP 1037-3.
A exaustão dos aparelhos do Tipo C: (Exemplo caldeira mural estanque) são aparelhos de circuito estanque, isto é, recebem o ar de combustão e descarregam os gases de queima respectivamente de e para o exterior do imóvel, através de condutas fornecidas com o aparelho. O lado externo do equipamento de admissão de ar/descarga de produtos de combustão tem sempre uma ventosa que impede os ventos incidentes de interferirem com o processo de queima do aparelho.
5. CONDIÇÕES TÉCNICAS DE MONTAGEM
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5.1. CONDIÇÕES GERAIS
A execução das instalações só poderá ser realizada por entidades montadoras credenciadas e por profissionais qualificados pela Direcção Geral de Geologia e Energia, nos termos do Decreto-lei 263/89 de 17/Agosto.
A montagem destes aparelhos deve obedecer aos requisitos estabelecidos na Portaria n.º 361/98, normas portuguesas (nomeadamente da serie NP-1037), as instruções do fabricante e do Regulamento e Especificações Técnicas da concessionária.
Deve existir uma distância mínima de 0,4 m, medida na horizontal, entre as paredes mais próximas de um esquentador (ou caldeira mural) e o fogão (ou placa), a fim de evitar que os produtos de combustão ou os vapores dos cozinhados penetrem no interior do esquentador ou caldeira mural, dando, assim, origem a uma combustão "não higiénica" e, com o decorrer do tempo, a deterioração do rendimento.
A ligação dos aparelhos a instalação de gás deve obedecer ao estabelecido no art.º 55.º da Portaria n.º 361/98.
Todos os equipamentos e materiais constituintes da instalação pertencem ao proprietário do imóvel e serão montados pelo instalador, com excepção do contador que pertence à concessionária.
Para gases da 2.ª família quando se utilizarem tubos de borracha flexível os mesmos devem estar de acordo com a norma NP 4436:2005, e para gases da 3.ª família devem obedecer à NP EN 16436-1.
Em cozinhas industriais as ligações dos aparelhos devem ser executadas com tubos metálicos flexíveis, obedecendo a norma NP 1037-4.
As soldaduras devem ser executadas por soldadores qualificados com certificado oficial actualizado conforme disposto na Portaria n.° 361/98, Artigo 49°.
Todos os materiais aplicados deverão ser próprios para a utilização de Gás Natural, serem isentos de defeitos, incombustíveis e obedecer ao determinado nas respectivas especificações, documentos de homologação e normas portuguesas em vigor.
As válvulas, redutores, tubagens e ligações deverão ser adquiridos com certificado da qualidade de acordo com a norma EN 10204.
Em tudo o que for omisso devem ser observadas as ET (Especificações Técnicas) das
concessionárias que procederão ao abastecimento, bem como legislação em vigor e normas técnicas aplicáveis.
5.2. IMPLANTAÇÃO DA TUBAGEM
A instalação da tubagem deve cumprir as indicações contidas no projecto, os tubos de aço, cobre e PEAD devem obedecer às normas, respectivamente, EN ISO 3183, NP EN 1057 e NP EN 1555 ou tecnicamente equivalentes.
5.2.1. Tubagens enterradas
A tubagem de polietileno (PE) ou Cobre (Cu), deverá ser enterrada em vala e sinalizada de acordo com o desenho tipo que se junta nas peças desenhadas e respeitar o Artigo n.° 25 da Portaria n.° 386/94 de 16 de Junho.
As tubagens de gás enterradas devem ser afastadas de 0,5 m relativamente às tubagens de esgotos, bem como de 0,20 m de todas as outras tubagens e respeitar o Artigo n.° 20 da Portaria n.° 386/94 de 16 de Junho.
No entanto, quando aquelas distâncias não puderem ser respeitadas podem ser encurtadas desde que a tubagem de gás seja instalada dentro de uma manga de protecção.
Neste caso as extremidades devem ficar situadas a distâncias iguais ou maiores que as indicadas para as outras instalações subterrâneas contra a qual exercem protecção.
No entanto, na ligação da rede de PE, à habitação, a tubagem de PE pode emergir do solo, devendo neste caso:
- Ser protegida até à profundidade mínima de 0,20 m por uma manga metálica cravada no solo que proteja o tubo;
Ficar embebidos na parede exterior do edifício até 1,10 m, protegidos por uma manga de acompanhamento que resista ao ataque químico das argamassas.
Os tubos deverão ser transportados e armazenados de modo a impedir a entrada no seu interior de matérias estranhas e ser protegidos da acção dos agentes atmosféricos.
Cada lote de tubo deve ser acompanhado das seguintes indicações: qualidade do material, características mecânicas e dimensionais e resultados dos ensaios efectuados conforme Portaria n.°361/98 e Portaria n.° 690/2001.
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5.2.2. Tubagens embebidas na parede ou no pavimento
Os tubos de cobre embebidos deverão possuir um revestimento em PVC, PE ou outro material equivalente que lhes assegure protecção química e eléctrica conforme disposto na Portaria n.° 361/98, Artigo 8° e Artigo 20°.
Na seguinte tabela apresenta-se o afastamento mínimo da tubagem de gás relativamente às outras tubagens.
As tubagens embebidas deverão ter um recobrimento mínimo de 2 cm de espessura conforme disposto na Portaria n.° 361/98, Artigo 20°.
O traçado das tubagens embebidas deve ser rectilíneo. Os troços horizontais deverão situar-se na parte superior da parede a uma distância máxima de 0,2 m do tecto ou dos elementos de estrutura resistentes. Os troços verticais deverão estar na prumada das válvulas de corte aos aparelhos, conforme disposto na Portaria n.° 361/98, Artigo 20° com as alterações introduzidas pela Portaria n.° 690/2001.
Nas tubagens embebidas em pavimentos, o percurso deve fazer-se preferencialmente em direcção paralela, com afastamento máximo de 0,2 m ou perpendicular à parede contígua conforme disposto na Portaria n.° 361/98, Artigo 20°.
As mudanças de direcção nos tubos serão executadas a frio, com um raio de curvatura mínimo igual a 30 vezes o diâmetro exterior dos mesmos, ou recorrendo a acessórios de modelo oficialmente aprovado se a curvatura tiver de ser inferior ao anteriormente indicado.
Sempre que forem realizadas mudanças de direcção por meio de soldadura ou brasagem forte ou forem utilizadas juntas mecânicas, estas zonas serão obrigatoriamente localizadas em caixas de visita com acessibilidade de grau 3.
Tubagem Percursos (cm) Recobrimento
Mínimo (cm) Paralelos Cruzados
Embebida
Redes de vapor ou água quente 5 3 2
Redes eléctricas 10 3 2
Chaminés e condutas de ar 5 5 2
Esgotos 10 5 2
Sempre que uma tubagem enterrada penetre num edifício, através das suas paredes ou fundações no subsolo, o espaço anelar entre a tubagem e a parede deve ser obturado de modo estanque.
5.2.3. Tubagens à vista
As tubagens podem ser implantadas entre o tecto e o tecto falso desde que respeite o n.° 7 do Artigo 16° da Portaria n.° 361/98, alterada pela Portaria n.º 690/2001.
O suporte de tubagens à vista deverá ser feito por abraçadeiras, com o espaçamento considerado. A tubagem á vista deverá respeitar a Norma NP-182 de cores e sinais para canalizações.
Distância mínima entre tubagens à vista e outras instalações é de 3 cm em percursos paralelos e em cruzamentos é de 2cm.
No caso de tubagem à vista que atravessem o pavimento deve respeitar-se o n.° 2 do Artigo 19° da Portaria n.° 361/98, alterada pela Portaria n.° 690/2001.
5.3. UNIÃO DE TUBAGENS
5.3.1. União de tubos de cobre
As ligações entre tubagens de cobre, de cobre com latão ou bronze devem ser feitas por meio de brasagem forte (Portaria n.° 361/98 Artigo 48° n.° 5):
Cobre Φ < 54 mm
Brasagem capilar forte (o material de adição é uma liga com 40% de prata, temperatura de fusão superior a 450 °C. O metal de adição no estado líquido, penetra, por capilaridade, entre as duas peças a unir, as quais se apresentam em sobreposição).
Cobre 54 mm < Φ < 110 mm - Soldobrasagem
Só devem usar-se ligações por juntas mecânicas (Portaria n.° 361/98 Artigo 48° n.° 3):
- Nas instalações de válvulas e acessórios;
- Na ligação dos aparelhos;
- E quando a brasagem ou a soldobrasagem não possam ser correctamente executadas
27
5.3.2. União de tubos de PE
As uniões entre tubagens de PE devem respeitar a Portaria n.° 386/94 Artigo 20° e 21°.
- Não são permitidas ligações roscadas;
- São admissíveis os seguintes métodos de ligação:
- Em tubos de diâmetro igual ou superior a 90 mm, soldadura topo a topo, com o auxílio de um elemento de aquecimento;
- Acessórios electrosoldáveis com resistência incorporada;
- Flanges, que devem ser da classe PN 10, devendo a junta utilizada ser de qualidade aprovada.
- As ligações por juntas flangeadas e por juntas mecânicas devem ser limitadas ao mínimo imprescindível.
5.3.3.- União de tubos de aço
A união entre tubos de aço deverá ser feita por soldadura eléctrica topo a topo de acordo com a Portaria n.° 361/98 Artigo 48° e 50°.
5.4. VERIFICAÇÕES FINAIS E ENSAIOS
Executada a instalação e com esta toda à vista, deve a Empresa Instaladora realizar os ensaios e demais verificações de segurança exigíveis na presença do Técnico de Gás responsável pela instalação e de um representante da Entidade Inspectora. Feitas estas verificações, e havendo acordo quanto aos resultados, a empresa instaladora emitirá o Termo de Responsabilidade previsto para o efeito, sendo o duplicado entregue à empresa distribuidora conforme o Decreto-Lei n.° 521/99 de 10 de Dezembro revogado pelo Decreto-Lei n.º 97/2017 de 10 de Agosto alterado pela Lei n.º 59/2018 de 21 de Agosto, Artigo 11° e Portaria n.°
361/98, Artigo 63°.
Para instalações cuja pressão de serviço é superior a 400 mbar é necessário a realização de ensaios de resistência mecânica, ensaio esse que é efectuado a uma pressão de 6 bar durante 6 horas ou o tempo necessário para a detecção de eventuais fugas.
O ensaio de estanquidade deverá ser feito a uma pressãp de 150 mbar durante 2 horas, com aparelhos de medida adequados e com escalas de leitura de suficiente sensibilidade, e que possuam certificado válido como sendo de incerteza máxima de 0,5% conforme disposto
na Portaria n.° 361/98, Artigo 65°.
O fluido de ensaio deverá ser preferencialmente o azoto podendo no entanto ser ar conforme disposto na Portaria n.° 361/98, Artigo 65°.
Na pesquisa de fugas deve-se utilizar uma solução espumífera, sendo interdito o uso de chamas conforme disposto na Portaria n.° 361/98, Artigo 66°.
29
6. DISPOSIÇÕES GERAIS
Toda a instalação será executada na observância das normas de segurança em vigor e em conformidade com a legislação aplicável.
A tubagem de gás não pode:
Ficar em contacto directo com o metal das estruturas de betão das paredes, pilares ou pavimentos;
Atravessar juntas de dilatação nem juntas de ruptura de alvenaria ou betão;
Passar no interior de ocos, a não ser que fique no interior de uma manga estanque e sem soluções de descontinuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades dessa manga instalada num local ventilado;
Ser instalada em chaminés;
Ser causa, pela construção de roços de diminuição da solidez ou de redução da ventilação, da estanquidade ou isolamento térmico ou sonoro da obra.
As tubagens de gás não devem atravessar:
Locais que contenham reservatórios de combustível líquidos, depósitos de combustíveis sólidos ou recipientes de gases de petróleo liquefeitos;
Condutas de lixos domésticos e alvéolos sanitários;
Condutas diversas, nomeadamente de electricidade, água, telefone e correio;
Caixas de elevadores e monta-cargas;
Casas das máquinas de elevadores ou de monta-cargas;
Cabinas de transformadores ou de quadros eléctricos;
Espaços vazios das paredes duplas, salvo se no atravessamento a tubagem for protegida por uma manga sem soluções de continuidade, cujos extremos sejam complanares com a parede, sendo o espaço anelar entre a tubagem e a manga preenchido com uma matéria isolante e não higroscópica;
Parques de estacionamento cobertos;
Outros locais com perigo de incêndio.
31
As restrições impostas em cima não são aplicáveis se as tubagens de gás ficarem contidas numa manga metálica contínua, estanque, cujas extremidades se encontrem em espaços livremente ventilados, de modo a que eventuais fugas de gás sejam conduzidas até aos extremos da manga, os quais devem descarregar essas fugas de modo a não constituírem perigo.
7. DISPOSIÇÕES FINAIS
33
Apresenta-se em anexo as peças desenhadas com a localização dos diversos dispositivos, traçado das tubagens, pormenorização e demais elementos considerados essenciais.
Em tudo o omisso aplica-se o Decreto-Lei n.° 521/99 de 10/12 revogado pelo Decreto-Lei n.º 97/2017 de 10/08, a Portaria n.° 361/98 de 26/06, a Portaria n.° 690/2001 de 10/06 e as demais normas aplicáveis em vigor.
NOTA:
Todas as alterações realizadas no decorrer da obra, serão da exclusiva responsabilidade do proprietário ou empreiteiro, caso não tenham sido previamente comunicadas, por escrito, aos técnicos responsáveis.
Lamego, 02 de março de 2022 A Técnica,
_________________________________________________________
(Tânia Alexandra dos Santos Rodrigues, Eng.ª Téc. Civil)
TÂNIA ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES
Assinado de forma digital por TÂNIA ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES Dados: 2022.03.02 17:18:21 Z
8. ANEXO I: RESULTADOS DO CÁLCULO
35
PARÂMETROS DE CÁLCULO DA INSTALAÇÃO RECEPTORA DE GÁS
Tipo de gás fornecido Gás natural
Poder calorífico superior 10032 kCal/m3
Poder calorífico inferior 9054 Kcal/m3
Densidade relativa 0.65
Pressão de saída na caixa de corte geral 21.0 mbar
Perda de carga máxima na instalação interior 1.5 mbar
Velocidade máxima na instalação interior 10.0 m/s
Coeficiente de majoração do comprimento para o cálculo da perda
de carga em ramais 1.2
Potência total no ramal de ligação 30 kW
Abreviaturas utilizadas:
L – Comprimento real v - Velocidade
L vert. asc.– Comprimento troços verticais Pm – Pressão a montante Q – Caudal Pj – Pressão a jusante ΔP (DP) – Perda de carga Dext – Diâmetro externo Dint – Diâmetro interno
DIMENSIONAMENTO DA REDE DE GÁS
Nome do Requerente Sónia Catarina Duarte Morgado Pereira
Localização do Edifício Lugar do Povo da Estrada – união das freguesias de Cepões, Meijinhos e Melcões - concelho de Lamego - distrito de Viseu
Tipo de Edifício Reconstrução de uma Habitação Unifamiliar Projecto referente aos fogos
Número do projecto
Pressão 21 mbar Baixa ( Ps<50 mbar ) DP máx. 1.5 mbar
V máx. 10 m/s
Tipo de Gás GN
Densidade Corrigida do Gás 0.62 Densidade Relativa ao ar 0.65
P.C.I. (Kcal/m3) 9054
Material
enterrado cobre exterior imóvel embebido cobre interior imóvel Potência dos Aparelhos (Kw):
Esquentador 21
Fogão 9
TROÇO L real L Vert
Asc Dext CAUDAL Dint DP-
Troço Pm Pj DP-
Total V (m) (m) (mm) (m3/h) (mm) (mbar) (mbar) (mbar) (mbar) (m/s)
Contador - Ent. Habitação (1) 7.50 -0.50 22 2.85 20 0.489 21.000 20.511 0.489 2.47 OK Ent. Habitação (1) - Cx. Derivação 4.80 0.00 22 2.85 20 0.298 20.511 20.213 0.787 2.47 OK Cx. Derivação - Fogão 1.20 1.00 18 0.85 16 -0.021 20.213 20.234 0.767 1.16 OK Cx. Derivação - Esquentador 2.05 1.00 22 1.99 20 0.021 20.213 20.191 0.809 1.73 OK
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9. ANEXO II: PEÇAS DESENHADAS
Desenho n.º Assinatura
Técnico Responsável Designação
1:2000 Escala Obra
Habitação Unifamiliar
Local
Lugar do Povo da Estrada - Cepões - Lamego Cliente
Projecto
Rede Interior de Abastecimento de Gás Fase
Especialidades Concepção
03/2022 Data Sónia Catarina Duarte Morgado Pereira
Data
Emissão Designação
Projecto n.º Habitação da requerente
Edifícios existentes confinantes
Planta de Localização
Número
Rua do Barronco, Edifício da Boavista, n.º15, Lamego, Telefone: 965851454, Email: [email protected] 580.02
585.02
585.15 585.42
591.80
592.30
585.07
589.80
598.81
595.30
601.56 604.81
604.81
612.44
613.94 619.32
628.33 631.96
626.21
623.58 623.95
621.33 617.45
616.20 611.44
605.06 607.06
601.18
598.18 598.56
597.81
598.06
594.68 602.31
604.06 600.68
608.56
609.07
606.94
610.94 612.94
612.94 610.94
608.56 607.19
604.81 605.94
602.93 604.44
611.32
607.44
616.07
621.70 621.45
627.08
629.33
629.46 626.08 623.20
620.33 617.70
616.45
613.57
635.05 632.89
630.70
621.29 632.92
632.55
628.82
619.09 615.75 618.67
626.59 633.38
638.38 630.76
626.47 619.98
622.13
637.37
638.50
628.68
618.25
601.04 601.64
616.94
619.08
617.30
628.20
635.05 621.41
615.75 637.09
622.66
628.43
635.58
634.33
626.41
625.70 611.22
614.98
607.11
601.64 599.55
595.62 605.74
609.50
597.94 633.46
Capelinha de São José
526.77
528.89
529.02 534.27
539.00
540.98
547.78
547.00 547.19
547.52 547.90 547.01
548.90
523.98
524.23
523.98
522.23
526.86
529.86 527.61 531.74
536.96 534.37
529.99 540.25
536.24
535.12
538.37
538.74
541.62
545.88
547.13 543.00 537.24 533.62
529.99 523.48
526.48
525.86 519.48
510.09
514.85
508.97
513.85 517.60
529.61 527.61 525.11
533.87
536.24
541.50
541.25
547.13
549.50 548.93
585.02
581.27
578.77
582.88 573.01
566.84 564.81
573.53
578.41
576.66 570.66
579.41
588.30
589.17 585.80
586.80
577.16 574.54 572.16
568.99
566.65
569.28 561.40
559.02 559.90
552.77 546.26
547.14
548.51
547.51
554.02
545.38 551.14
558.15 557.27
552.64 558.40
596.70 594.97 593.24
588.12 584.49
582.94
589.61
582.46 581.33 578.94
581.03 580.97
570.61
566.68 565.73
561.14 558.46 563.47
564.54 572.87
554.59
551.08
554.71 549.53
558.28
561.74
569.72
576.27
563.29
562.69 596.75
590.98
594.61
582.76 584.60
586.21 579.60
573.94 574.95
568.94
577.10
575.37
578.05
587.82
575.49
567.69
563.58 561.02 560.30 553.75
551.97
570.61
571.28
569.31
566.45 564.01
568.60 561.27
556.27
550.85
549.54
556.33
561.29
559.38 558.25
555.87
552.06 556.82
552.66
547.06
542.42
505.09 511.00 515.88 518.33
518.38 514.46
512.13
523.98
528.62
534.46 539.70
545.06 548.91
543.00 546.84
550.00 550.29 550.47
554.28
552.95
557.91
554.04
557.80
557.20
553.87 551.96
537.44
541.42 527.97
521.06 529.34
532.61
525.18
534.80
547.85
550.71
538.98
529.28
540.53
543.33
541.13 517.15
492.90 506.18
506.78 505.16
493.20
494.33
487.19
485.94 492.61
488.92
483.20 497.79
483.80 563.81
556.99
554.52
504.82
544.99 541.76
533.49
525.05
518.94
514.93
511.04
507.93
505.95
498.35
493.74
487.81 480.21
475.05
480.75
485.54
484.51 491.22
494.69
486.13
487.33 490.74
487.81
490.74 499.06
507.07
510.50
499.36 514.45
515.23 523.37
512.65
528.58
523.01
524.81 533.13
546.24 538.82 535.10
526.66 530.61
536.30
464.52
482.72 482.77
484.45 485.11
481.64
479.84
478.40 469.24
476.85 469.90
488.22 489.36
491.58 489.72
495.77 499.48
495.41 508.04
493.79 491.34
510.08 513.49
501.63
491.70
498.58 506.42
475.20 475.32
476.99
477.95
478.80
Reconstrução
18520 Tânia Rodrigues
Assinado de forma digital
Planta do Rés-do-Chão
Caminho Público
002
Desenho n.º Assinatura
Designação
1:100 Escala Obra
Local Cliente Concepção
Data Data
Emissão Designação
todas as cotas indicadas neste desenho deverão ser devidamente verificadas em obra Projecto n.º
Rua do Barronco, Edifício da Boavista, n.º15, Lamego, Telefone: 965851454, Email: [email protected]
este desenho não pode ser reproduzido no todo ou em parte sem autorização expressa
Edifícios existentes confinantes Artigo urbano n.º 1141 = 214,00 m²
N
Habitação Unifamiliar
Lugar do Povo da Estrada - Cepões - Lamego 03/2022 Sónia Catarina Duarte Morgado Pereira
03 - Sala estar 01 - Hall de entrada
05 - Instalação sanitária social 02 - Cozinha
11 - Garagem 07 - Quarto
08 - Instalação sanitária 09 - Varanda
06 - Hall de distribuição 04 - Sala jantar
10 - Terraço
18,00 m²03
7,40 m² 01
14,30 m² 02
3,20 m² 05
26,40 m² 11 11,40 m²
04
Área de implantação proposta = 101,80 m²
Reconstrução
Traçado em Planta da Rede de Gás Planta do R-Chão
Técnico Responsável Projeto
Rede Interior de Abastecimento de Gás Fase
Especialidades
Tânia Rodrigues 18520
O.E.T. n.º
C.C.G.
LIGA À REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE GÁS NATURAL
PECu Ø22
1
Esq.
F.
Cu Ø22
Cu Ø22 Cu Ø22
Caixa de derivação à vista
TÂNIA
ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES
Assinado de forma digital por TÂNIA ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES Dados: 2022.03.02 17:19:45 Z
Data
Emissão Designação
Conceção
Rua do Barronco, Edifício da Boavista, n.º15, Lamego, Telefone: 965851454, Email: [email protected]
Data
Desenho n.º Assinatura
Técnico Responsável Designação
S:E Escala Obra
Local Cliente
Projeto n.º
Projeto
Rede Interior de Abastecimento de Gás Fase
Especialidades
Tânia Rodrigues 18520
O.E.T. n.º
Traçado Isométrico da Rede de Gás
03/2022
Habitação Unifamiliar
Lugar do Povo da Estrada - Cepões - Lamego Sónia Catarina Duarte Morgado Pereira
Reconstrução
Data
Emissão Designação
este desenho não pode ser reproduzido no todo ou em parte sem autorização expressa
todas as cotas indicadas neste desenho deverão ser devidamente verificadas em obra
004
Desenho n.º Assinatura
Designação
S:E Escala Obra
Local Cliente Conceção
Data
Projeto n.º
Rua do Barronco, Edifício da Boavista, n.º15, Lamego, Telefone: 965851454, Email: [email protected]
Técnico Responsável Técnico Responsável Projeto
Rede Interior de Abastecimento de Gás Fase
Especialidades
Tânia Rodrigues 18520
O.E.T. n.º
Pormenores
Habitação Unifamiliar
Lugar do Povo da Estrada - Cepões - Lamego 03/2022 Sónia Catarina Duarte Morgado Pereira
Reconstrução
TÂNIA
ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES
Assinado de forma digital por TÂNIA ALEXANDRA DOS SANTOS RODRIGUES Dados: 2022.03.02 17:20:47 Z
Conceção
Rua do Barronco, Edifício da Boavista, n.º15, Lamego, Telefone: 965851454, Email: [email protected]
Data
Desenho n.º Assinatura
Técnico Responsável Designação
S:E Escala Obra
Local Cliente
Projeto n.º
Projeto
Rede Interior de Abastecimento de Gás Fase
Especialidades
Tânia Rodrigues 18520
O.E.T. n.º
Pormenores
Habitação Unifamiliar
Lugar do Povo da Estrada - Cepões - Lamego 03/2022 Sónia Catarina Duarte Morgado Pereira