• Nenhum resultado encontrado

Energest S.A. CNPJ/MF n º /

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Energest S.A. CNPJ/MF n º /"

Copied!
6
0
0

Texto

(1)

www.edp.com.br continua...

CNPJ/MF n

º

04.029.601/0001-88

www.edp.com.br

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM (Em milhares de reais)

Nota 31/12/2016 31/12/2015 ATIVO

Circulante

Caixa e equivalentes de caixa 4 9.565 49.941

Concessionárias 5 22.170 36.205

Impostos e contribuições sociais 6 22.602 6.628

Cauções e depósitos vinculados 9 125

Prêmio de risco - GSF 10 541

Outros créditos 11 7.055 9.351

Total do Ativo Circulante 62.058 102.125 Não circulante

Tributos diferidos 7 7.258 5.651

Cauções e depósitos vinculados 9 2.883 3.656

Prêmio de risco - GSF 10 3.335

Outros créditos 11 17.260 156

30.736 9.463

Propriedades para investimentos 4.898

Imobilizado 12 217.756 455.859

Intangível 13 32 27.237

217.788 487.994 Total do Ativo Não circulante 248.524 497.457

TOTAL DO ATIVO 310.582 599.582

Nota 31/12/2016 31/12/2015 PASSIVO

Circulante

Fornecedores 14 5.019 41.780

Impostos e contribuições sociais 6 9.757 11.458

Dividendos 15 3.009

Debêntures 16 64.348 63.267

Empréstimos, financiamentos e encargos de dívidas 17 2.525

Benefícios pós-emprego 18 527 481

Encargos setoriais 19 2.149 3.334

Outras contas a pagar 11 2.992 7.709

Total do Passivo Circulante 84.792 133.563 Não circulante Debêntures 16 89.314 59.976 Empréstimos e financiamentos 17 3.553 Benefícios pós-emprego 18 11.204 9.763 Encargos setoriais 19 2.318 Provisões 20 5.461 1.804

Outras contas a pagar 11 7.367 3.760

Total do Passivo Não circulante 115.664 78.856 PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Capital social 21.1 39.636 284.737

Reservas de lucros 21.3 74.296 105.927

Outros resultados abrangentes 21.4 (3.806) (3.501)

Total do Patrimônio líquido 110.126 387.163 TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 310.582 599.582

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais, exceto quando indicado)

Nota 2016 2015

Receitas 22 203.365 289.612

Custo da produção e do serviço de energia elétrica 23

Custo do serviço de energia elétrica (32.198) (134.474)

Custo de operação (25.602) (41.122)

Custo do serviço prestado a terceiros (497) (323)

(58.297) (175.919)

Lucro bruto 145.068 113.693

Despesas e Receitas operacionais 23

Despesas gerais e administrativas (11.564) (17.363)

Depreciações e amortizações (3.290) (5.585)

Outras despesas e receitas operacionais (2.367) (11.090)

(17.221) (34.038) Resultado das participações societárias 32.896 Resultado antes do Resultado financeiro e tributos 127.847 112.551

Resultado financeiro 24

Receitas financeiras 11.765 3.408

Despesas financeiras (30.059) (20.020)

(18.294) (16.612) Resultado antes dos tributos sobre o lucro 109.553 95.939

Tributos sobre o lucro 25

Imposto de renda e contribuição social correntes 227 (13.435)

Imposto de renda e contribuição social diferidos 1.450 (707)

1.677 (14.142) Resultado líquido do exercício 111.230 81.797 Resultado por ação atribuível aos acionistas 26

Resultado básico/diluído por ação (reais/ações)

ON 0,55673 0,08175

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS ABRANGENTES

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais)

2016 2015 Resultado líquido do exercício 111.230 81.797 Outros resultados abrangentes

Ganhos e (perdas) atuariais - Benefícios pós-emprego (462) (2.671)

Imposto de renda e contribuição social diferidos 157 908

Resultado abrangente do exercício 110.925 80.034

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais)

2016 2015 Fluxo de caixa das atividades operacionais

Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social 109.553 95.939

Ajustes para conciliar o lucro ao caixa oriundo das atividades operacionais

Depreciações e amortizações 9.091 21.623

Valor residual do ativo imobilizado e intangível baixados 2.659 10.177

Encargos de dívidas e variações monetárias sobre empréstimos, financiamentos e debêntures 22.671 17.595

Uso do bem público - atualização monetária e AVP 151 851

Provisão para plano de benefícios pós-emprego 1.426 917

Provisões (reversões) e atualizações monetárias cíveis, fiscais e trabalhistas 4.407 208

Provisões para licenças ambientais - atualização monetária e AVP 2 8

Participações societárias (32.896)

Encargos setoriais - provisão e atualização monetária 1.156 1.210

Cauções e depósitos vinculados a litígios - atualização monetária (20) (101)

Impostos e contribuições sociais - atualização monetária (7.324) (248)

Amortização do prêmio de risco - GSF 637

144.409 115.283 (Aumento) diminuição de ativos operacionais

Concessionárias 14.035 9.167

Impostos e contribuições sociais compensáveis (5.061) (14.814)

Prêmio de risco - GSF (5.396)

Outros ativos operacionais (29.220) (1.034)

(25.642) (6.681) Aumento (diminuição) de passivos operacionais

Fornecedores (36.761) 18.703

Outros tributos e contribuições sociais 8.620 10.782

Benefícios pós-emprego 532 (277)

Encargos setoriais 474 (3.605)

Provisões 1.083 (902)

Uso do bem público (258) (1.481)

Outros passivos operacionais 5.635 (994)

(20.675) 22.226 Caixa proveniente das atividades operacionais 98.092 130.828

Imposto de renda e contribuição social pagos (14.662) (20.893)

Caixa líquido proveniente das atividades operacionais 83.430 109.935 Fluxo de caixa das atividades de investimento

Dividendos recebidos 55.327

Adições ao Imobilizado e Intangível (6.786) (15.706)

Caixa líquido (aplicados nas) provenientes das atividades de investimento (6.786) 39.621 Fluxo de caixa das atividades de financiamento

Dividendos e juros sobre o capital próprio pagos (124.354) (95.651)

Captação de empréstimos, financiamentos e debêntures 88.933

Amortização do principal de empréstimos, financiamentos, derivativos e debêntures (60.418) (12.104)

Pagamentos de encargos de dívidas líquido de derivativos (21.181) (17.253)

Caixa líquido aplicados nas atividades de financiamento (117.020) (125.008) (Redução) Aumento líquido de caixa e equivalentes de caixa (40.376) 24.548

Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício 9.565 49.941

Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 49.941 25.393

(40.376) 24.548

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais)

2016 2015 Geração do valor adicionado 244.887 349.993

Receita operacional 236.475 334.260

Receita relativa à construção de ativos próprios 6.786 15.706

Outras receitas 1.626 27

(-) Insumos adquiridos de terceiros (57.374) (189.356)

Custos da energia comprada (29.421) (140.559)

Encargos de uso da rede elétrica (6.059) (7.621)

Materiais (2.334) (7.416)

Serviços de terceiros (13.105) (21.852)

Outros custos operacionais (6.455) (11.908)

Valor adicionado bruto 187.513 160.637 Retenções

Depreciações e amortizações (9.140) (21.879)

Valor adicionado líquido produzido 178.373 138.758 Valor adicionado recebido em transferência

Receitas financeiras 12.179 3.543

Resultado da equivalência patrimonial 32.896

Valor adicionado total a distribuir 190.552 175.197 Distribuição do valor adicionado

Pessoal

Remuneração direta 13.287 20.226

Benefícios 3.333 2.979

FGTS 805 1.448

Impostos, taxas e contribuições

Federais 29.536 47.296

Estaduais 114 398

Municipais 46 92

Remuneração de capitais de terceiros

Juros 30.059 20.020

Aluguéis 2.142 941

Remuneração de capital próprio

Juros sobre capital próprio 6.851 32.364

Dividendos 70.177

156.350 125.764

Lucros retidos 34.202 49.433

190.552 175.197

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2016

Senhores Acionistas:

Em atendimento às obrigações legais estatutárias, submetemos à apreciação de Vossas Senhorias as Demonstrações Financeiras e Notas Explicativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, nos colocamos à disposição para esclarecimentos adicionais.

A Administração

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Em milhares de reais)

Capital social Reservasde lucrosOutros resultadosabrangentesacumuladosLucros Total Saldos em 31 de dezembro de 2014 263.436 322.972 (1.738) - 584.670

Aumento de capital - AGE 26/06/2015 221.478 (221.478)

-Redução de capital - AGE de 17/11/2015 (200.177) (200.177)

Dividendo adicional aprovado AGO de 10/04/2015 (45.000) (45.000)

Lucro líquido do exercício 81.797 81.797

Destinação do lucro

Constituição de reserva legal 4.090 (4.090)

Dividendos intermediários (JSCP) (32.364) (32.364)

Lucros retidos a deliberar 45.343 (45.343)

-Outros resultados abrangentes

Ganhos e (perdas) atuariais - Benefícios pós-emprego (2.671) (2.671)

Imposto de renda e contribuição social diferidos 908 908

Saldos em 31 de dezembro de 2015 284.737 105.927 (3.501) - 387.163

Capital social Reservasde lucrosOutros resultadosabrangentesacumuladosLucros Total Saldos em 31 de dezembro de 2015 284.737 105.927 (3.501) - 387.163

Acervo líquido decorrente de cisão (245.101) (27.236) 6.748 (265.589)

Dividendo adicional aprovado AGO de 12/04/2016 (45.345) (45.345)

Lucro líquido do exercício 111.230 111.230

Destinação do lucro

Reserva de incentivo fiscal - SUDENE 37.427 (37.427)

Dividendos intermediários (JSCP) (6.851) (6.851)

Dividendos intermediários - RCA de 14/09/2016 (30.000) (30.000)

Dividendos intermediários - RCA de 20/12/2016 (40.177) (40.177)

Dividendos adicionais propostos 3.523 (3.523)

-Outros resultados abrangentes

Ganhos e (perdas) atuariais - Benefícios pós-emprego (462) (462)

Imposto de renda e contribuição social diferidos 157 157

Saldos em 31 de dezembro de 2016 39.636 74.296 (3.806) - 110.126

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. NOTAS EXPLICATIVAS

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 E 2015 (Em milhares de reais, exceto quando indicado)

1 Contexto operacional

A Energest S.A. (Companhia ou Energest), sociedade anônima de capital fechado, controlada integral da EDP - Energias do Brasil S.A. (EDP - Energias do Brasil), constituída em 7 de agosto de 2000, com sede no município de São Paulo, Estado de São Paulo, tem como objeto social: as atividades de geração, transmissão e comercialização de energia elétrica de qualquer origem e natureza; estudar, planejar, desenvolver e implantar projetos de geração de energia, em suas diversas formas e modalidades; gerir ativos de geração de energia, produzir e consolidar toda a informação de controle de gestão relevante; implementar os meios necessários à operação, manutenção e exploração dos projetos de geração de energia, em suas diversas formas e modalidades; participar em outras sociedades, como sócia, acionista ou quotista, bem como em negócios e empreendimentos do setor energético; e prestar serviços de assessoria, consultoria, engenharia, gerenciamento de projetos, operação e manutenção na área de energia.

1.1 Cisão

Em Assembleia Geral Extraordinária - AGE de 29 de fevereiro de 2016, foi aprovado o Protocolo de Cisão Parcial da Companhia, onde os ativos cindidos foram devidamente incorporados pela EDP Pequenas Centrais Hidroelétricas S.A. (EDP PCH) nesta data.

A Companhia transferiu para a EDP PCH as autorizações e/ou concessões das Pequenas Centrais Hidrelétricas - PCHs Viçosa, São João, Alegre, Fruteiras, Jucu e Rio Bonito e da Usina Hidrelétrica - UHE Suiça.

A Companhia contratou empresa especializada para a realização do Laudo de Avaliação afim de apurar, com base no Balanço Patrimonial da Companhia em 31 de outubro de 2015, o montante a ser cindido.

O Laudo de Avaliação utilizou como critério o valor patrimonial líquido da Companhia, com base nos critérios previstos na legislação aplicável, resultando em um acervo líquido cindido de R$272.337, na data base de 31 de outubro de 2015. Visto que a cisão foi concluída apenas em 29 de fevereiro de 2016, o acervo cindido apresentado no Laudo de Avaliação foi atualizado com as variações patrimoniais ocorridas no período, resultando no acervo cindido líquido final de R$265.589, conforme demonstrado abaixo:

29/02/2016 29/02/2016

ATIVO PASSIVO

Circulante Circulante

Estoques 2.920 Empréstimos, financiamentos

Prêmio de risco - GSF 606 e encargos de dívidas 2.525

Outros créditos 9.750 Obrigações Sociais e Trabalhistas 1.698

Total do Ativo circulante 13.276 Encargos Setoriais 497

Uso do bem público 1.541

Total do Passivo Circulante 6.261 Não circulante Não circulante

Cauções e depósitos vinculados 2.410 Empréstimos e financiamentos 3.139

Prêmio de risco - GSF 276 Benefícios pós-emprego 934

2.686 Uso do bem público 3.398

Provisões 1.835

Total do Passivo Não circulante 9.306

Propriedades para investimentos 4.899 PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Imobilizado 232.344 Capital social 245.101

Intangível 27.951 Reservas de lucros 27.236

265.194 Prejuízos acumulados (6.748)

Total do Ativo Não circulante 267.880 Total do Patrimônio líquido 265.589 TOTAL DO ATIVO 281.156 TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 281.156

Em 27 de janeiro de 2016 o BNDES, por meio da carta nº 09/2016, e em 16 de fevereiro de 2016 a Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, por meio da Resolução Autorizativa nº 5.633, anuíram o processo de cisão. Em 25 de maio de 2016 foram assinados os termos aditivos aos contratos de concessão.

1.2 Concessão

A Companhia possui junto à Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, a seguinte concessão de geração em operação:

Concessão Usinas Modalidade Outorga Estado Capacidade instalada (MW) (*) Energia assegurada (MWm) (*) Início Término

UHE Mascarenhas Serviço Público Concessão ES/MG 198 138,5 14/07/1995 16/07/2025

(*) Não auditado pelos auditores independentes

A Companhia comercializa sua energia nos seguintes ambientes: (i) Ambiente de Contratação Regulada - ACR mediante os Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado - CCEARs, negociados principalmente com terceiros; e (ii) Ambiente de Contratação Livre - ACL por meio de contratos de curto e longo prazo, negociados com terceiros e com partes relacionadas (Notas 5 e 8).

Na exploração do aproveitamento hidrelétrico, a concessionária tem ampla liberdade na direção de seus negócios, incluindo medidas relativas a investimentos, pessoal, material e tecnologia, observadas as prescrições do contrato de concessão, da legislação específica, das normas regulamentares e das instruções e determinações do Poder Concedente e da ANEEL.

No final da Concessão da UHE Mascarenhas, o saldo remanescente dos ativos vinculados a concessão serão revertidos e indenizados pela União, em critério de cálculo a ser definido pelo Poder Concedente. O prazo de concessão poderá ser prorrogado por período de até 20 anos.

1.2.1 Pesquisa e Desenvolvimento - P&D

A Companhia aplica anualmente, em pesquisa e desenvolvimento, nos termos da Lei nº 9.991/00, e na forma em que dispuser a regulamentação específica sobre a matéria, o montante de, no mínimo, 1% da receita operacional líquida estabelecida no Manual de Contabilidade do Setor Elétrico (Nota 19.1).

2 Base de preparação 2.1 Declaração de conformidade

As demonstrações financeiras da Companhia estão preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, em observância às disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, e incorporam as mudanças introduzidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, complementadas pelos novos pronunciamentos, interpretações e orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, aprovados por Resoluções do Conselho Federal de Contabilidade - CFC e deliberações da Comissão de Valores Mobiliários - CVM e estão em conformidade com as International Financial Reporting Standards - IFRS, emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e legislação específica emanada pela ANEEL, quando esta não for conflitante com as práticas contábeis adotadas no Brasil e/ou com as práticas contábeis internacionais.

A apresentação da Demonstração do Valor Adicionado - DVA, preparada de acordo com o CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado, é requerida pela legislação societária brasileira e pelas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis a companhias abertas. As IFRS não requerem a apresentação dessa demonstração. Como consequência, pelas IFRS, essa demonstração está apresentada como informação suplementar, sem prejuízo do conjunto das demonstrações financeiras.

A Administração da Companhia afirma que todas as informações relevantes próprias das demonstrações financeiras, e somente elas, estão sendo evidenciadas e que correspondem às utilizadas por ela na sua gestão.

A Diretoria da Companhia autorizou a emissão das demonstrações financeiras em 31 de janeiro de 2017.

2.2 Práticas contábeis

As práticas contábeis relevantes da Companhia estão apresentadas nas notas explicativas próprias aos itens a que elas se referem.

2.3 Base de mensuração

As demonstrações financeiras foram elaboradas considerando o custo histórico como base de valor e determinados ativos e passivos financeiros foram mensurados ao valor justo.

2.4 Uso de estimativa e julgamento

Na elaboração das demonstrações financeiras, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e práticas contábeis internacionais, é requerido que a Administração da Companhia se baseie em estimativas para o registro de certas transações que afetam os ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados finais dessas transações e informações, quando de sua efetiva realização em períodos subsequentes, podem diferir dessas estimativas, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Companhia revisa as estimativas e premissas pelo menos trimestralmente, exceto quanto ao Plano de benefícios pós-emprego que é revisado semestralmente e a redução ao valor recuperável que é revisada conforme critérios detalhados na nota 2.6.

As principais estimativas que representam risco significativo com probabilidade de causar ajustes às demonstrações financeiras, referem-se ao registro dos efeitos decorrentes de: Transações realizadas no âmbito da CCEE (Nota 5); Recuperação do imposto de renda e contribuição social diferidos sobre diferenças temporárias (Nota 7); Recuperação dos ativos (impairment) (Nota 2.6); Avaliação da vida útil do Imobilizado e do Intangível (Notas 12 e 13); Mensuração a valor justo de instrumentos financeiros (Nota 27.1.2.1); Provisões fiscais, cíveis e trabalhistas (Nota 20.1); Provisões necessárias para custos relacionados a licenças ambientais (Nota 20.2); e Plano de Benefícios pós-emprego (Nota 18).

2.5 Moeda funcional e moeda de apresentação

A moeda funcional da Companhia é o Real e as demonstrações financeiras estão sendo apresentadas em reais, arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma.

2.6 Redução ao valor recuperável

A Administração da Companhia revisa o valor contábil líquido de seus ativos com objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas para determinar se há alguma indicação de que tais ativos sofreram alguma perda por redução ao valor recuperável. Se houver tal indicação, o montante recuperável do ativo é estimado com a finalidade de mensurar o montante dessa perda, sendo a mesma reconhecida em contrapartida do resultado.

Uma perda do valor recuperável anteriormente reconhecida é revertida caso tiver ocorrido uma mudança nos pressupostos utilizados para determinar o valor recuperável do ativo, sendo a mesma também reconhecida no resultado.

Ativo financeiro

São avaliados quando há evidências de perdas não recuperáveis e ao final de cada exercício, exceto para Concessionárias que são avaliados mensalmente (Nota 5). São considerados ativos não recuperáveis quando há evidências de que um ou mais eventos tenham ocorrido após o reconhecimento inicial do ativo financeiro e que eventualmente tenha resultado em efeitos negativos no fluxo estimado de caixa futuro do investimento.

Ativo não financeiro

Se a Administração da Companhia identificar que houve indicações de perdas não recuperáveis no valor contábil líquido dos ativos não financeiros, ou que ocorreram eventos ou alterações nas circunstâncias que indicassem que o valor contábil pode não ser recuperável, a Companhia procede o teste de recuperabilidade dos ativos.

O valor recuperável é determinado com base no valor em uso dos ativos, sendo calculado com recurso das metodologias de avaliação, suportado em técnicas de fluxos de caixa descontados, considerando as condições de mercado, o valor temporal e os riscos de negócio.

(2)

(Em milhares de reais, exceto quando indicado)

www.edp.com.br continua...

Os ativos intangíveis com vida útil indefinida, independentemente de ter indicações de perdas não recuperáveis, têm a recuperação do seu valor testada anualmente.

2.7Adoção das Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) novas e revisadas

Mantendo o processo permanente de revisão das normas de contabilidade o IASB e, consequentemente, o CPC emitiram novas normas e revisões às normas já existentes.

Em relação às normas ainda não adotadas pela Companhia descritas abaixo, a Administração acredita que as mesmas não gerarão efeitos relevantes nos montantes reportados nas demonstrações financeiras.

2.7.1 Normas e interpretações novas já emitidas pelo IASB e ainda não adotadas pela Companhia IFRS 16 - Operações de Arrendamento Mercantil (com efeito a partir de 1º de janeiro de 2019)

Em janeiro de 2016 foi emitida a IFRS 16 que introduziu novas regras para as operações de arrendamento mercantil. A IFRS 16 requer que os arrendatários passem a reconhecer o passivo dos pagamentos futuros e o direito de uso do ativo arrendado para praticamente todos os contratos de arrendamento mercantil, incluindo os operacionais. Os critérios de reconhecimento e mensuração dos arrendamentos nas demonstrações financeiras dos arrendadores ficam substancialmente mantidos. O IFRS 16, em geral, deverá ser aplicada retrospectivamente e substituirá o IAS 17 (CPC 06 (R1) - Operações de Arrendamento Mercantil) e correspondentes interpretações.

2.7.2 Normas e interpretações novas e revisadas já emitidas pelo CPC e ainda não adotadas pela Companhia CPC 47 - Receita de Contrato com Cliente (com efeito a partir de 1º de janeiro de 2018)

Em dezembro de 2016 foi emitido o CPC 47 em correlação à norma IFRS 15. Esta norma introduziu um novo modelo para o reconhecimento de receitas provenientes dos contratos com clientes. A mesma enfatiza o reconhecimento da receita como a transferência do controle de bens ou serviços aos clientes, em lugar do princípio da transferência de riscos e benefícios, considerando qual montante espera ser capaz de trocar por aqueles bens ou serviços e quando a receita deve ser reconhecida. O CPC 47, em geral, deverá ser aplicado retrospectivamente a partir de 1º de janeiro de 2018 e substituirá o CPC 30 (R1) - Receitas (IAS 18), o CPC 17 (R1) - Contratos de Construção (IAS 11) e as interpretações relacionadas.

CPC 48 - Instrumentos Financeiros (com efeito a partir de 1º de janeiro de 2018)

Em dezembro de 2016 foi emitido o CPC 48 em correlação à norma IFRS 9. Esta norma substituirá o CPC 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração (IAS 39) e traz como principais modificações: (i) requerimentos de impairment para ativos financeiros passando para o modelo híbrido de perdas esperadas e incorridas, em substituição ao modelo atual de perdas incorridas; (ii) novos critérios de classificação e mensuração de ativos financeiros; e (iii) torna os requisitos para contabilidade de hedge (hedge accounting) menos rigorosos. O CPC 48, em geral, deverá ser aplicado retrospectivamente, a partir de 1º de janeiro de 2018.

Revisão de Pronunciamentos Técnicos do CPC nº 10/16 (com efeito a partir de 1º de janeiro de 2017)

A revisão estabelece alterações ao CPC 03 (R2) - Demonstração dos Fluxos de Caixa e CPC 32 Tributos sobre o Lucro, em decorrência de esclarecimentos feitos pelo IASB sobre passivos decorrentes de atividade de financiamento e o reconhecimento de ativos fiscais diferidos sobre perdas não realizadas.

2.7.3 Normas e interpretações revisadas, já emitidas pelo CPC, adotadas pela Companhia a partir de 1º de janeiro de 2016

A Companhia, a partir de 1º de janeiro de 2016, passou a adotar novas normas e interpretações conforme Revisão dos Pronunciamentos Técnicos nº 08/15 e nº 09/16, emitidos pelo CPC. As normas revisadas não refletiram impactos nas demonstrações financeiras.

3 Eventos significativos no exercício

3.1 Adesão à proposta de repactuação de Risco Hidrológico

Em 5 de janeiro de 2016 a Companhia protocolou junto à ANEEL o pedido de anuência de repactuação do Risco Hidrológico, e também a petição de desistência das ações judiciais atreladas à Companhia, com renúncia do direito sobre o qual corresponde a ação judicial ingressada por meio da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica - APINE.

A referida decisão foi embasada na avaliação dos vários cenários de Preço de Liquidação das Diferenças - PLD e Generation Scaling Factor - GSF, por meio de um modelo econômico financeiro, tendo como principal objetivo o equilíbrio entre o custo efetivo do risco hidrológico e o custo do prêmio de risco associado a cada opção de repactuação.

Para suportar essa decisão, a Companhia contratou pareceres independentes nas vertentes energética, econômica e jurídica, envolvendo os aspectos tributários e de fluxo de caixa.

Após análises, a Companhia optou pela repactuação do risco hidrológico no ACR no produto SP94, no montante de R$4.513, relativos ao período de janeiro a dezembro de 2015, onde 94% da exposição ao GSF é protegida, com efeitos a partir de 1º de janeiro de 2015. Este montante será amortizável linearmente no período de janeiro de 2016 a fevereiro de 2024.

Em 28 de janeiro de 2016 a ANEEL, por meio do Despacho nº 243/16, anuiu a adesão da Companhia à proposta de repactuação do risco hidrológico, no Ambiente de Contratação Regulado - ACR. A Companhia optou pela não adesão à proposta de repactuação do risco hidrológico, no Ambiente de Contratação Livre - ACL.

3.2 Captação de recursos

Durante o exercício de 2016 a Companhia realizou a seguinte captação de recursos:

Fonte liberação VencimentoData da Valor Custo da dívida Finalidade

Debêntures - 2ª Emissão - Série 1 abr/16 abr/18 36.000 CDI + 2,25% a.a. Reforço de capital de giro e refinanciamento do endividamento Debêntures - 2ª Emissão - Série 2 abr/16 abr/20 54.000 CDI + 2,65% a.a. Reforço de capital de giro e refinanciamento do endividamento

Total 90.000

Para mais informações sobre as emissões, vide nota 16. Os recursos captados foram destinados ao pagamento de parte das debêntures da sua 1ª emissão, cujo vencimento ocorreu em abril de 2016, e para reforçar o capital de giro da Companhia.

4 Caixa e equivalentes de caixa

31/12/2016 31/12/2015

Bancos conta movimento 4.236 9.913

Aplicações financeiras - renda fixa

Operações compromissadas lastreadas em Debêntures 5.329 40.028

Total 9.565 49.941

Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários e os investimentos de curto prazo com liquidez imediata, que são prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa, com baixo risco de variação no valor de mercado, sendo demonstrados ao custo acrescido de juros auferidos até a data do balanço que equivalem ao valor justo. As aplicações financeiras possuem opção de resgate antecipado dos referidos títulos, sem penalidades ou perda de rentabilidade.

Essas aplicações financeiras estão remuneradas a taxa de 100% do Certificado de Depósito Interbancário - CDI.

O cálculo do valor justo das aplicações financeiras é baseado nas cotações de mercado do papel ou informações de mercado que possibilitem tal cálculo, levando-se em consideração as taxas futuras de papéis similares.

Conforme políticas da Administração, as aplicações são consolidadas por contraparte e por rating de crédito de modo a permitir a avaliação de concentração e exposição de risco de crédito. Esta exposição máxima ao risco também é medida em relação ao Patrimônio líquido da Instituição Financeira.

A exposição da Companhia a riscos de taxas de juros e uma análise de sensibilidade para ativos e passivos financeiros são divulgadas na nota 27.

5 Concessionárias

31/12/2016 31/12/2015 Circulante

Concessionárias

Suprimento de energia elétrica 22.163 27.558

Energia de curto prazo 7 8.647

22.170 36.205

Os saldos de Concessionárias são reconhecidos ao valor justo, pelo valor faturado, e subsequentemente mensurados pelo custo amortizado utilizando o método da taxa de juros efetiva, ajustados ao valor presente e deduzidas das reduções ao valor recuperável, quando aplicável, incluindo os respectivos impostos diretos de responsabilidade tributária da Companhia.

O saldo de Concessionárias, totalmente vincendo, refere-se à: (i) venda de energia em negociações bilaterais ou em Leilões de energia promovidos pela ANEEL; e (ii) venda de sobra de energia na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE.

Conforme requerido pelo CPC 38, é efetuada uma análise criteriosa do saldo de concessionárias e, quando necessário, é constituída uma Perda Estimada com Créditos de Liquidação Duvidosa - PECLD, para cobrir eventuais perdas na realização desses ativos. Não há saldo de PECLD na Companhia em 31 de dezembro de 2016 e em 31 de dezembro de 2015.

A exposição da Companhia a riscos de crédito está divulgada na nota 27.2.4.

6 Impostos e contribuições sociais Saldo em

31/12/2015 Adição BaixasAtualizaçãomonetáriaAdiantamentos /PagamentosCompensaçãode tributossificaçãoReclas-Transfe-rência31/12/2016Saldo em Ativo - Compensáveis

Imposto de renda

e contribuição social 2.657 25.642 7.268 2.719 (10.949) 10 (9.119) 18.228

ICMS 13 (7) 6

PIS e COFINS 101 3.654 56 (91) (3.620) 100

IRRF sobre aplicações financeiras 1.588 1.138 (934) 1.792

Outros 2.269 276 (10) (59) 2.476 Total do Circulante 6.628 30.710 (7) 7.324 2.719 (11.040) - (13.732) 22.602 Circulante 6.628 22.602 Não Circulante - -6.628 22.602 Passivo - a recolher Imposto de renda e contribuição social 3.183 25.415 (11.943) (10.112) 6.543 ICMS 72 113 (185) PIS e COFINS 1.602 22.322 (7.529) (11.040) (3.620) 1.735

Tributos sobre serviços

prestados por terceiros 453 235 (560) 128

IRRF sobre juros sobre

capital próprio (Nota 6.1) 4.854 1.028 (4.854) 1.028

Encargos com pessoal 283 403 (370) 316

Outros 1.011 8.894 (9.898) 7

Total do Circulante 11.458 58.410 - - (35.339) (11.040) - (13.732) 9.757

Circulante 11.458 9.757

Não Circulante -

-11.458 9.757

Conforme requerido pelo CPC 32 - Tributos sobre o Lucro, a Companhia apresenta os impostos e contribuições sociais correntes ativos e passivos, pelo seu montante líquido quando: (i) compensáveis pela mesma autoridade tributária; e (ii) a legislação tributária permitir que a Companhia pague ou compense o tributo em um único pagamento ou compensação.

6.1 IRRF sobre juros s/ capital próprio

Refere-se ao Imposto de Renda Retido na Fonte da Companhia, à alíquota de 15%, incidente sobre os valores pagos aos acionistas a título de Juros sobre o Capital Próprio (Nota 15), com retenção de R$1.028, conforme legislação, e liquidado em janeiro de 2017.

7 Tributos diferidos

7.1 Imposto de renda e contribuição social

O Imposto de renda e contribuição social diferidos ativos e passivos foram registrados sobre diferenças temporárias considerando as alíquotas vigentes dos citados tributos, de acordo com as disposições do CPC 32, e consideram o histórico de rentabilidade e a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros fundamentada em estudo técnico de viabilidade. São reconhecidos de acordo com a transação que os originou, seja no resultado ou no patrimônio líquido.

O imposto de renda e a contribuição social diferidos ativos e passivos são apresentados pela sua natureza e o valor total é apresentado pelo montante líquido após as devidas compensações, conforme requerido pelo CPC 32.

7.2 Composição e base de cálculo

Ativo Não circulante Passivo Não circulante Resultado Patrimônio Líquido 31/12/2016 31/12/2015 31/12/2016 31/12/2015 2016 2015 31/12/2016 31/12/2015 Natureza dos créditos IRPJ/CSLL IRPJ/CSLL IRPJ/CSLL IRPJ/CSLL IRPJ/CSLL IRPJ/CSLL IRPJ/CSLL IRPJ/CSLL Diferenças Temporárias

Perda Estimada com Créditos

de Liquidação Duvidosa - PECLD 2.695 2.695 428

Benefício pós-emprego 2.024 1.646 378 218

Provisão para riscos tributários,

cíveis e trabalhistas 1.856 587 1.269 (199)

Uso do bem público - CPC 25 1.941 1.693 (248) 248

Benefício pósemprego

Resultados abrangentes 1.960 1.803 157 908

Outras 28 1.277 1.356 51 (1.402)

Total diferenças temporárias 8.535 8.700 1.277 3.049 1.450 (707) 157 908 Total bruto 8.535 8.700 1.277 3.049 1.450 (707) 157 908

Compensação entre Ativos

e Passivos Diferidos (1.277) (3.049) (1.277) (3.049)

Total 7.258 5.651 - -7.3 Resultados tributáveis futuros

Os tributos diferidos ativos são revisados a cada encerramento do exercício e são reduzidos na medida em que sua realização não seja mais provável. A Administração da Companhia elaborou a projeção de resultados tributáveis futuros, inclusive considerando seus descontos a valor presente, demonstrando a capacidade de realização desses créditos tributários nos exercícios indicados, a qual é aprovada pelo Conselho da Administração. Com base no estudo técnico das projeções de resultados tributáveis, a Companhia estima recuperar o crédito tributário nos seguintes exercícios:

2017 2018 2019 2020 2021 Total

3.047 3.047 1.699 371 371 8.535

8 Partes Relacionadas

Além dos valores de dividendos a pagar para sua Controladora (Nota 15), os demais saldos de ativos e passivos, bem como as transações da Companhia com sua Controladora, profissionais chave da administração e outras partes relacionadas, que influenciaram o resultado do exercício, estão apresentadas como segue:

Preço Ativo Passivo Receitas (Despesas)

praticado Circulante Não circulante Circulante Não circulante Operacionais Financeiras Relacionamento (R$/MWh) Duração 31/12/2016 31/12/2015 31/12/2016 31/12/2015 31/12/2016 31/12/2015 31/12/2016 31/12/2015 2016 2015 2016 Consumidores e concessionárias

Venda energia elétrica

EDP Bandeirante Controle comum 216,85 01/01/2008 a 31/12/2037 28 26 252 208

EDP Comercializadora Controle comum 01/12/2010 a 28/02/2016 59 126 627

EDP Comercializadora Controle comum 01/01/2013 a 31/12/2022 8.146 6.057 87.828 71.909

EDP Comercializadora Controle comum 01/01/2013 a 31/12/2017 5.550 1.753 63.110 19.224

EDP Comercializadora Controle comum 01/01/2015 a 31/12/2015 1.622 17.335

EDP Escelsa Controle comum 221,40 01/08/2001 a 28/02/2016 460 6.501 5.086

EDP Escelsa Controle comum 238,39 01/01/2002 a 28/02/2016 2.182 1.106 24.128

EDP Escelsa Controle comum 220,67 01/01/2007 a 28/02/2016 3.503 5.249 29.453

EDP Escelsa Controle comum 138,22 01/01/2008 a 31/12/2015 38 320

EDP Escelsa Controle comum 215,73 01/01/2008 a 31/12/2037 66 52 533 441

EDP Escelsa Controle comum 209,67 01/01/2013 a 31/12/2041 1 2

EDP Escelsa Controle comum 145,49 01/01/2016 a 31/12/2018 4 47

Lajeado Energia Controle comum 156,45 01/01/2015 a 31/12/2015 704 7.525

Lajeado Energia Controle comum 243,64 01/05/2015 a 31/12/2019 1.631 1.632 19.261 11.699

15.425 18.089 - - - - - - 184.013 187.957 -Outros créditos e outras contas a pagar

Compartilhamento de gastos com pessoal

EDP Escelsa Controle comum 31/12/2015 15 (15)

- - - - - - - 15 - (15)

Contratos de Compartilhamento de Atividades e Alocação de Gastos (a)

EDP - Energias do Brasil Controladora

01/07/2012 até emissão de nova Resolução da ANEEL

52 29 (707) (521)

Pantanal Controle comum(*) 41 41

- - - 41 - - 52 29 (707) (480) Contratos de Compartilhamento dos Serviços de Infraestrutura (b)

EDP Escelsa Controle comum 29/07/2015 a 29/07/2019 62 56 (189) (56)

EDP - Energias do Brasil Controladora 29/07/2015 a 29/07/2019 107 126 (1.342) (626)

Pantanal Controle comum(*) 29/07/2015 a 29/07/2019 14 14

- - - 14 - - 169 182 (1.531) (668) Opções de ações outorgadas da controladora (Nota 8.1.3)

EDP - Energias do Brasil Controladora 15/06/2016 a 15/06/2021 38 (38)

- - - - - - 38 - (38) -

Contrato Jurídico sobre o Parecer do GSF

Lajeado Energia Controle comum

31/12/2015

2 2

ECE Participações Controle comum 4 4

Enerpeixe Controle comum 2 2

- - - 8 - - - - - 8

Prestação de serviços de consultoria ambiental (c)

Santa Fé Controle comum 01/01/2011 a 28/07/2016 18 65 93

Costa Rica Controle comum 01/01/2011 a 31/12/2016 75 513 1.039

Pantanal Controle comum(*) 01/01/2011 a 31/12/2016 29 19 186

- 122 - - - - - - 597 1.318

Devolução - Prêmio de seguro

EDP - Energias do Brasil Controladora 31/12/2016 140 97 43

- - 140 - - - - - 97 - 43

Cisão (d)

EDP PCH Controle Comum 01/03/2016 a Indeterminado 17.120 7.087 10.033

- - 17.120 - - - 7.087 - 10.033 - -- 122 17.260 63 - - 7.346 226 8.451 163 43 Fornecedores

Uso do sistema de distribuição

EDP Escelsa Controle comum 01/08/2005 a 17/07/2025 334 589 (5.077) (6.656)

Suprimento de Energia Elétrica

EDP Comercializadora Controle comum 01/01/2015 a 31/12/2015 673 (7.191)

EDP Comercializadora Controle comum 01/01/2015 a 31/12/2015 1.182 (11.484)

EDP Comercializadora Controle comum 01/05/2015 a 31/12/2015 2.344 (16.806)

- - - - 334 4.788 - - (5.077) (42.137) -15.425 18.211 17.260 63 334 4.788 7.346 226 187.387 145.983 43

(3)

(Em milhares de reais, exceto quando indicado)

www.edp.com.br continua...

a) Contratos de Compartilhamento de Atividades e Alocação de Gastos: A partir de 1º de janeiro de 2011, a EDP - Energias do Brasil S.A.,

controladora da Companhia, é responsável pela contratação dos Contratos de Compartilhamento de Atividades e Alocação de Gastos que contemplam as atividades das áreas corporativas.

A distribuição dos gastos de salários e encargos dos gestores corporativos e colaboradores da holding, que formulam políticas e diretrizes a serem seguidas pelas empresas do grupo econômico, e sua apropriação são efetuadas em função das atividades realizadas para cada contraparte, por meio do controle de alocação de horas trabalhadas (timesheet).

Os Contratos de Compartilhamento de Atividades e Alocação de gastos foram anuídos por meio do Despacho ANEEL nº 205, de 25 de janeiro de 2013. O tema Compartilhamento de Recursos Humanos já foi objeto de estudos na Audiência Pública n° 041/12, na Consulta Pública n° 12/13 e na Audiência Pública n° 072/14, cujo período de contribuições encerrou-se em 23 de fevereiro de 2015. Como resultado da Audiência Pública nº 072/14, em 26 de janeiro de 2016 foi emitida a Resolução Normativa ANEEL nº 699. A partir dessa norma, a EDP - Energias do Brasil e suas controladas deram entrada, em 2 de maio de 2016, ao pedido de anuência prévia para novo modelo de compartilhamento de recursos humanos, que seguirá o critério regulatório aprovado. O novo critério alocará os gastos com pessoal de maneira proporcional ao ativo imobilizado bruto (AIB), ponderada por um fator definido para cada segmento (transmissão, distribuição e geração) e excluídos os gastos da holding e da comercializadora, que serão compartilhados de forma antecipada.

A ANEEL, por meio do Despacho nº 3.278 publicado em 23 de dezembro de 2016, anuiu na forma da minuta apresentada, o pleito da EDP - Energias do Brasil para a celebração de contrato de compartilhamento de recursos humanos com as partes relacionadas EDP Bandeirante, EDP Escelsa, EDP Comercializadora, Energest, Investco, Lajeado, Santa Fé, EDP PCH e Porto do Pecém.

A partir desta anuência, a EDP - Energias do Brasil e suas controladas terão 180 dias para implementar o novo modelo de compartilhamento de recursos humanos utilizando o novo critério. Desta forma, para o encerramento destas demonstrações financeiras, permanecem válidos os atuais contratos de compartilhamento de atividades e alocação de gastos.

b) Contratos de Compartilhamento dos Serviços de Infraestrutura: Este contrato tem por objeto a distribuição dos gastos com locação de imóveis,

gastos condominiais e gastos de telecomunicações. Em 16 de janeiro de 2015 o Grupo EDP - Energias do Brasil solicitou à ANEEL anuência para firmar o “Contrato de Cessão de Espaço e Compartilhamento dos Serviços de Infraestrutura” nas localidades: (i) Sede em São Paulo - SP, tendo como Contratada a EDP - Energias do Brasil e Contratantes a EDP Escelsa, EDP Bandeirante e Energest; e (ii) Centro Operativo em Carapina - ES, tendo como Contratada a EDP Escelsa e Contratantes a Energest, EnerPrev, Santa Fé, EDP GRID, Cachoeira Caldeirão, ECE Participações e Investco.

Em 28 de julho de 2015, por meio do Despacho n° 2.430, a ANEEL anuiu o pedido e estipulou a vigência de 48 meses a partir da data da publicação do Despacho, entretanto, a Companhia foi autorizada a realizar o compartilhamento somente a partir de agosto de 2015. Em 16 de setembro de 2015, o Grupo EDP - Energias do Brasil solicitou à ANEEL anuência para os Termos de Quitação e Outras Avenças, objetivando aprovar os pagamentos referentes ao período de janeiro a julho, dos Contratos de Cessão de Espaço e Compartilhamento dos Serviços de Infraestrutura, uma vez que foram anuídos sem retroatividade. O pedido foi anuído pela ANEEL em 25 de abril de 2016, por meio do Despacho nº 987/2016.

Os percentuais de rateio devem ser revistos anualmente e, em caso de alterações, os termos aditivos devem ser submetidos à anuência prévia da ANEEL. Considerando a publicação da Resolução Normativa ANEEL nº 699/2016, que revogou a Resolução Normativa nº 334/08, este contrato poderá sofrer alterações quando da sua renovação contratual.

As operações realizadas com as contrapartes informadas como compartilhamento de gastos de infraestrutura com partes relacionadas ocorreram no curso normal dos negócios, sem acréscimo de qualquer margem de lucro.

c) Prestação de serviços de consultoria ambiental

Os contratos de consultoria ambiental tem por objetivo a prestação de serviços de atividades relacionadas a assuntos energéticos, de intervenções e da área administrativa-técnica da operação da usina. Estes serviços passaram a ser realizados pela EDP PCH após 28 de julho de 2016.

d) Cisão

Os montantes a pagar e a receber junto à EDP PCH referem-se a contratos de prestação de serviços, transferência de funcionários e gastos diversos que encontram-se em processo de regularização após a cisão.

8.1 Controladora direta e final

A controladora direta e final da Companhia é a EDP - Energias do Brasil, sendo esta controlada pela EDP - Energias de Portugal S.A.

8.2 Compromissos contratuais

A Companhia possui contrato de venda de energia junto a Empresa de Energia Cachoeira Caldeirão S.A. (controlada em conjunto da EDP - Energias do Brasil) no montante de 4,1 MWm com início de suprimento em 1º de janeiro de 2017 e término em 31 de dezembro de 2046.

A Companhia possui contrato de venda de energia junto a ECE Participações S.A. (controlada em conjunto da EDP - Energias do Brasil) no montante de 0,638 MWm com início de suprimento em 1º de janeiro de 2017 e término em 31 de dezembro de 2046.

8.3 Remuneração dos administradores 8.1.3 Opções de ações outorgadas da controladora

Em maio de 2016, a controladora EDP - Energias do Brasil instituiu plano de remuneração baseado em ações, o qual concede outorga futura de suas ações aos seus beneficiários. Dentre os mesmos, encontram-se diretores estatutários da Companhia, sendo estimado no resultado de 2016 da Companhia o montante de R$38 a ser reembolsado para a controladora no momento da outorga. A outorga das ações serão concedidas quando do cumprimento de determinadas condicionantes no prazo estimado de 3 ou 5 anos a partir do início do plano. Os montantes estimados apenas serão considerados como remuneração da diretoria estutária no quadro abaixo, quando da efetiva outorga das ações da controladora.

8.3.2 Remuneração anual total da Diretoria Estatutária pagos pela Companhia nos exercícios findo em 31 de dezembro (em R$) 2016 2015 Diretoria Estatutária Total Diretoria Estatutária Total

Remuneração (a) 1.567.014 1.567.014 2.691.876 2.691.876

Benefícios de curto prazo (b) 76.557 76.557 45.857 45.857

Benefícios - Previdência privada 209.602 209.602 240.499 240.499

Total 1.853.173 1.853.173 2.978.232 2.978.232

(a) É composta pela remuneração fixa e variável (bônus e participação nos resultados), além dos respectivos encargos sociais. (b) Representa os benefícios com assistência médica e odontológica, subsídio medicamento, vales alimentação e refeição e seguro de vida.

9 Cauções e depósitos vinculados

Circulante Não circulante Nota 31/12/2016 31/12/2016 31/12/2015

Depósitos judiciais 20.1 2.883 2.688

Cauções e depósitos vinculados 125 968

Total 125 2.883 3.656

10 Prêmio de risco - GSF

Devido a adesão da repactuação do risco hidrológico no Ambiente de Contratação Regulada - ACR, onde 94% da exposição ao Generation Scaling Factor - GSF é protegida (Nota 3.1), o saldo das rubricas Circulante e Não circulante de R$3.876, referem-se aos prêmios equivalentes aos montantes pagos de GSF nas competências de janeiro a dezembro de 2015, amortizável linearmente no exercício de janeiro de 2016 a fevereiro de 2024, de acordo com o Despacho ANEEL nº 243 de 28 de janeiro de 2016.

Períodos de amortização 31/12/2015 Adição Amortização Cisão (Nota 1.1) 31/12/2016

Jan/2016 a Fev/2024 - 5.395 (637) (882) 3.876

O valor cindido é decorrente do prêmio pago pela Energest referente às PCHs transferidas para a EDP PCH.

11 Outros créditos - Ativo e Outras contas a pagar - Passivo

Circulante Não circulante Nota 31/12/2016 31/12/2015 31/12/2016 31/12/2015 Outros créditos - Ativo

Dispêndios a reembolsar 1.954 1.954

Serviços prestados a terceiros 129 130

Ressarcimento de custos - CDE 86

Compartilhamento/Serviços entre partes relacionadas 8 122 17.260 63

Estoques 11.1 4.635 6.806

Outros 251 339 93

Total 7.055 9.351 17.260 156

Outras contas a pagar - Passivo

Adiantamentos recebidos - alienação de bens e direitos 1.237

Folha de pagamento 397 94

Compartilhamento/Serviços entre partes relacionadas 8 7.346 226

Obrigações sociais e trabalhistas 11.2 2.576 4.704

Uso do bem público 11.3 1.512 3.534

Outros 19 162 21

Total 2.992 7.709 7.367 3.760

11.1 Estoques

Os estoques estão demonstrados ao custo ou ao valor líquido de realização, dos dois o menor, deduzidos de eventual perda no valor recuperável. O método de avaliação dos estoques é efetuado com base na média ponderada móvel.

Os estoques da Companhia referem-se aos materiais utilizados na operação e manutenção da usina. Os materiais utilizados na construção da infraestrutura da concessão, estão classificados na rubrica de Imobilizado (Nota 12).

11.2 Obrigações sociais e trabalhistas

Referem-se aos montantes de provisão de férias e respectivos INSS e FGTS e participação nos lucros e resultados.

11.3 Uso do bem público - UBP

Os saldos Circulante e Não circulante em 31 de dezembro de 2015 referem-se ao montante a pagar relativo ao direito de outorga decorrente de processos licitatórios onde o concessionário entrega, ou promete entregar, recursos econômicos em troca do direito de explorar o objeto de concessão ao longo do prazo previsto no contrato. O valor justo total da obrigação relacionada com o UBP era proveniente das PCHs Alegre, Fruteiras, Jucu e Rio Bonito e foi transferido para a EDP PCH no processo de cisão (Nota 1.1).

12 Imobilizado

Os ativos imobilizados são contabilizados pelo custo de aquisição e/ou construção acrescidos de impostos não recuperáveis sobre as compras e quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local e condição necessária para o funcionamento, deduzidos da depreciação acumulada e, quando aplicável, pelas perdas acumuladas por redução ao valor recuperável. Também fazem parte do custo do imobilizado os juros relativos aos empréstimos e financiamentos obtidos de terceiros, capitalizados durante a sua fase de construção, deduzidos das receitas financeiras dos recursos de terceiros não aplicados.

O valor contábil dos bens substituídos é baixado, sendo que os gastos com reparos e manutenções são integralmente registrados em contrapartida ao resultado do exercício.

De acordo com os artigos 63 e 64 do Decreto nº 41.019/57, os ativos de infraestrutura utilizados na geração, são vinculados a esses serviços, não podendo ser retirados, alienados, cedidos ou dados em garantia hipotecária sem a prévia e expressa autorização do Órgão Regulador. A Resolução ANEEL nº 20/99, revogada pela Resolução ANEEL nº 691/2015, regulamenta a desvinculação dos ativos vinculados à concessões do Serviço Público de Energia Elétrica, concedendo autorização prévia para desvinculação de bens inservíveis à concessão, quando destinados à doação de interesse social ou alienação, determinando que o produto da alienação seja depositado em conta bancária vinculada, para aplicação na concessão. A base para o cálculo da depreciação é o valor depreciável (custo de aquisição, subtraídos do valor residual) do ativo. A depreciação é reconhecida no resultado baseando-se no método linear de acordo com a vida útil de cada unidade de adição e retirada, já que esse método é o que melhor reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo. As taxas de depreciação utilizadas estão previstas na tabela XVI do Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico - MCPSE aprovadas pela Resolução Normativa n°674 de 11 de agosto de 2015.

No advento do termo final do Contrato, todos os bens e instalações vinculados à Usina Hidrelétrica passarão a integrar o patrimônio da União, mediante indenização dos investimentos realizados e ainda não amortizados, desde que autorizados pela ANEEL, e apurados em auditoria da mesma. Para o exercício findo em 31 de dezembro de 2016 não houve indicação, seja por meio de fontes externas de informação ou fontes internas, de que algum ativo tenha sofrido desvalorização. Dessa forma, no exercício citado, a Administração julga que o valor contábil líquido registrado dos ativos é recuperável e, portanto, não houve necessidade de registro de provisão para redução ao valor recuperável.

12.1 Composição do imobilizado 31/12/2016 31/12/2015 Taxas anuais médias de depreciação % Custo histórico Depreciação acumulada Valor líquido Taxas anuais médias de depreciação % Custo histórico Depreciação acumulada Valor líquido Imobilizado em serviço Geração Terrenos 1 1 3,34 1.207 (7) 1.200

Reservatórios, barragens e adutoras 2,48 44.620 (24.849) 19.771 2,57 141.887 (48.702) 93.185 Edificações, obras civis e benfeitorias 3,43 19.614 (14.959) 4.655 3,29 40.427 (20.246) 20.181

Máquinas e equipamentos 3,67 220.462 (45.146) 175.316 3,48 347.603 (67.255) 280.348 Veículos - 14,29 1.585 (945) 640 Móveis e utensílios - 6,25 546 (300) 246 284.697 (84.954) 199.743 533.255 (137.455) 395.800 Transmissão Máquinas e equipamentos - 2,71 890 (129) 761 - - - 890 (129) 761 Administração

Edificações, obras civis e benfeitorias - 5,88 160 (33) 127

Máquinas e equipamentos - 11,58 1.889 (695) 1.194

Veículos - 14,29 479 (426) 53

Móveis e utensílios - 6,25 248 (123) 125

- - - 2.776 (1.277) 1.499 Total do Imobilizado em serviço 284.697 (84.954) 199.743 536.921 (138.861) 398.060 Imobilizado em curso

Geração 18.013 18.013 57.424 57.424

Administração - 375 375

Total do Imobilizado em curso 18.013 - 18.013 57.799 - 57.799 Total Imobilizado 302.710 (84.954) 217.756 594.720 (138.861) 455.859 12.2 Movimentação do imobilizado

Valor líquido

em 31/12/2015 Ingressosimobilizado em serviçoTransferências paraciações BaixasDepre- sificaçõesReclas-(Nota 1.1)Cisãoem 31/12/2016Valor líquido Imobilizado em serviço

Terrenos 1.200 (1) (1.198) 1

Reservatórios, barragens e adutoras 93.185 8.459 (917) (80.956) 19.771

Edificações, obras civis e benfeitorias 20.308 111 (286) (15.478) 4.655

Máquinas e equipamentos 282.303 578 (7.654) (99.911) 175.316

Veículos 693 (37) (656)

Móveis e utensílios 371 (7) (364)

-Total do Imobilizado em serviço 398.060 - 9.148 (8.902) - - (198.563) 199.743 Imobilizado em curso

Terrenos 747 (747)

Reservatórios, barragens e adutoras 4.893 2.581 (258) (934) (4.655) 1.627

Edificações, obras civis e benfeitorias 1.480 244 (92) (1.483) 149

Máquinas e equipamentos 36.383 2.207 (8.883) (174) (322) (13.426) 15.785

Adiantamento a fornecedores 83 155 (83) 155

A ratear 11.064 199 (377) 377 (11.263)

Outros 3.149 604 (7) (1.082) (243) (2.124) 297

Total do Imobilizado em curso 57.799 5.835 (9.148) - (2.659) (33) (33.781) 18.013 Total do Imobilizado 455.859 5.835 - (8.902) (2.659) (33) (232.344) 217.756 13 Intangível

Os ativos intangíveis estão mensurados pelo custo total de aquisição e/ou construção menos as despesas de amortização e perdas acumuladas por redução ao valor recuperável, quando aplicável. Os gastos com desenvolvimentos de projetos são reconhecidos como ativos intangíveis a partir da fase de desenvolvimento desde que cumpram com os requisitos definidos no CPC 04 (R1).

A amortização é calculada sobre o valor do ativo, sendo reconhecida no resultado baseando-se no método linear com relação às vidas úteis estimadas de ativos intangíveis a partir da data em que estes estão disponíveis para uso, já que esse método é o que melhor reflete o padrão de consumo de benefícios econômicos futuros incorporados no ativo.

13.1 Composição do intangível 31/12/2016 31/12/2015 Taxas anuais médias de amortização % Custo histórico Amortização acumulada Valor líquido Taxas anuais médias de amortização % Custo histórico Amortização acumulada Valor líquido Intangível em serviço Geração Software 20,00 294 (262) 32 20,00 1.291 (1.274) 17 Servidão permanente - 2,82 142 (4) 138

Direito de concessão - Licenças ambientais 25,00 68 (68) - 25,00 701 (605) 96

Direito de concessão

Uso do bem público - UBP - 20,00 6.019 (1.705) 4.314

362 (330) 32 8.153 (3.588) 4.565

Administração

Software - 20,00 2.379 (1.931) 448

- - - 2.379 (1.931) 448 Total do Intangível em serviço 362 (330) 32 10.532 (5.519) 5.013 Intangível em curso

Geração - 21.390 21.390

Administração - 834 834

Total do Intangível em curso - - - 22.224 - 22.224 Total do Intangível 362 (330) 32 32.756 (5.519) 27.237 13.2 Movimentação do intangível

Valor líquido

em 31/12/15 Ingressos Amortizações Reclassificação Cisão (Nota 1.1) Valor líquido em 31/12/2016

Intangível em serviço

Software 465 (32) 33 (434) 32

Servidão permanente 138 (1) (137)

Direito de concessão - Licenças ambientais 96 (4) (92)

Direito de concessão - Uso do Bem Público - UBP 4.314 (201) (4.113)

-Total do Intangível em serviço 5.013 - (238) 33 (4.776) 32 Intangível em curso

Desenvolvimento de projetos 21.390 941 (22.331)

Outros intangíveis em curso 834 10 (844)

-Total do Intangível em curso 22.224 951 - - (23.175) -Total Intangível 27.237 951 (238) 33 (27.951) 32 14 Fornecedores

Nota 31/12/2016 31/12/2015

Suprimento de energia elétrica 452 7.186

Encargos de uso da rede elétrica 363 615

Operações CCEE 14.1 1.819 29.665

Materiais e serviços 2.385 4.314

Total 5.019 41.780

São reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, são medidos pelo custo amortizado por meio do método dos juros efetivos, quando aplicável.

14.1 Operações CCEE

O saldo refere-se às transações de compra de energia realizadas no âmbito da CCEE. A variação do exercício de R$27.846 é decorrente, principalmente: (i) da liquidação do montante de energia protegido pelo risco de GSF das competências de maio a dezembro de 2015, conforme descrito na nota 10; e (ii) do processo de cisão, conforme descrito na nota 1.1.

15 Dividendos

Os dividendos e os Juros sobre o capital próprio (JSCP) são reconhecidos como passivo nas seguintes ocasiões: (i) JSCP imputados aos dividendos: quando aprovados pelo Conselho de Administração; (ii) dividendos mínimos obrigatórios: quando do encerramento do exercício, conforme previsto no estatuto social da Companhia, eventualmente deduzidos do JSCP já declarados no exercício; (iii) dividendos adicionais: quando da sua aprovação pela Assembleia Geral Ordinária (AGO); e (iv) dividendos intermediários e de exercícios anteriores: quando da aprovação pelo Conselho de Administração ou Assembleia Geral.

Os créditos de juros sobre o capital próprio são inicialmente registrados em despesas financeiras para fins fiscais e, concomitantemente, revertidos dessa mesma rubrica contra o patrimônio líquido. A redução dos tributos por eles gerados é reconhecida no resultado do exercício quando do seu crédito. Foi aprovada em AGO, realizada em 12 de abril de 2016, a destinação do lucro líquido referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015 com a destinação de JSCP no valor bruto de R$32.364, sendo R$27.509 líquido de Imposto de renda, e dividendos no valor de R$45.345. Deste montante, já haviam sido contabilizados em 31 de dezembro de 2015 o valor de R$27.509, de modo que a diferença de R$45.345 foi complementada na referida data como dividendos adicionais. Os dividendos foram pagos da seguinte forma: R$24.500 em 21 de dezembro de 2015, R$40.000 em 29 de abril de 2016 e R$8.354 em 30 de junho de 2016.

Em 14 de setembro de 2016, o Conselho de Administração da Companhia aprovou dividendos intermediários, a serem ratificados pela Assembleia Geral, relativos ao lucro apurado nas demonstrações financeiras de 30 de junho de 2016, no montante de R$30.000, pago em 21 de setembro de 2016. Em 20 de dezembro de 2016, o Conselho de Administração da Companhia aprovou dividendos intermediários, a serem ratificados pela Assembleia Geral, relativos ao lucro apurado nas demonstrações financeiras de 30 de setembro de 2016, no montante de R$40.177, pago em 22 de dezembro de 2016. Em 22 de dezembro de 2016, o Conselho de Administração da Companhia aprovou o crédito de JSCP do exercício de 2016 no montante bruto de R$6.851, sendo R$5.823 líquido de Imposto de renda, imputáveis aos dividendos a serem distribuídos pela Companhia, pago em 22 de dezembro de 2016.

31/12/2015 Dividendos adicionais Intermediários JSCP Pagamentos 31/12/2016 Passivo

EDP - Energias do Brasil 3.009 45.345 70.177 5.823 (124.354)

Total 3.009 45.345 70.177 5.823 (124.354)

-16 Debêntures

16.1 Composição do saldo de Debêntures

31/12/2016 31/12/2015 Encargos Principal Encargos Principal

Agente fiduciário Tipo de emissão Quantidade de títulos Valor unitário Valor total Data da

emissão Vigência do contrato Finalidade Custo da dívida

Forma de

pagamento Circulante Circulante Não

circulante Total Circulante Circulante Não circulante Total Oliveira Trust Instrução CVM nº 476/09 120.000 1 120.000 1ª emissão em 23/04/2012 23/04/2012 a 23/04/2017 Alongamento da dívida, financiamento de capital de giro e financiamento de CAPEX.

CDI + 0,98% a.a. até 17/09/2015 CDI + 1,60% a.a. a partir de 18/09/2015 (i)

Principal anual a partir de abril/2016

e juros semestral 1.643 60.000 61.643 3.362 60.000 60.000 123.362

(-) Custos de emissão (635) 23/04/2012 a 23/04/2017 Amortização mensal (23) (23) (95) (24) (119)

Simplific Pavarini Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.

Instrução

CVM nº 476/09 3.600 10 36.000 1ª Série da 2ª emissão em

20/04/2016 20/04/2016 a 20/04/2018

Reforço de capital de giro e refinanciamento do

endividamento da emissora. CDI + 2,25% a.a.

Principal em parcela única no vencimento

e juros semestrais 1.074 36.000 37.074

-(-) Custos de emissão (427) 20/04/2016 a 20/04/2018 Amortização mensal (275) (275)

-Simplific Pavarini Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.

Instrução CVM nº 476/09 5.400 10 54.000 2ª Série da 2ª emissão em 20/04/2016 20/04/2016 a 20/04/2020

Reforço de capital de giro e refinanciamento do

endividamento da emissora. CDI + 2,65% a.a.

Principal semestral a partir de abril/2018

e juros semestrais 1.654 54.000 55.654

-(-) Custos de emissão (640) 20/04/2016 a 20/04/2020 Amortização mensal (411) (411)

-Total 4.371 59.977 89.314 153.662 3.362 59.905 59.976 123.243

(i) Conforme Assembleia Geral dos Debenturistas - AGD de 17 de setembro de 2015, ocorreu alteração do juros remuneratórios de CDI + 0,98% a.a. para CDI + 1,60% a.a., efetivo a partir de 18 de setembro de 2015. As debêntures estão demonstradas pelo valor líquido dos custos de transação incorridos e são subsequentemente mensurados ao custo amortizado usando o método da taxa de juros efetiva.

Referências

Documentos relacionados

RESUMO: Buscou-se identificar e comparar a atividade antibacteriana dos extratos alcoólico, hidroalcoólico e decocto de Aloysia gratissima, com base na indicação popular de seu

Seguindo o ciclo, todos os tipos de rocha podem dar origem às rochas sedimentares, que são rochas resultantes da alteração da rocha “mãe”, por meio da

Todos (ou quase todos) se admiravam com os talentos dessa jovem (e inovadora) criança. Agora, o Uber entrou na fase da adolescência, cheio de problemas. É comum que

No trimestre findo em 31 de março de 2016, não houve alteração nas estimativas e premissas que apresentasse risco significativo, com probabilidade de causar ajuste relevante

O objetivo deste trabalho foi conhecer a realidade socioeconômica das famílias em situação de vulnerabilidade social com o propósito de sugerir ações para

Sendo assim, o presente trabalho tem como tema principal o Programa Bolsa Família (PBF), sendo definido como objetivo geral da pesquisa identificar e analisar o significado do

O detalhamento para repactuação do risco hidrológico foi realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, por meio da Resolução Normativa REN nº 684, de 11 de dezembro

O presente Estatuto tem por objetivo estabelecer normas para a organização e funcionamento do Grêmio Estudantil “ Dona Neide” da Escola de Educação Básica