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Data-Base - 31/03/ TELE CELULAR SUL PARTICIPAÇÕES S.A /

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

01763-9 TELE CELULAR SUL PARTICIPAÇÕES S.A. 02.558.115/0001-21

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

53 3 0000572 9

4 - NIRE

Marcos Antônio Quintanilha

Ernst & Young Auditores Independentes S/C 00471-5

006.840.298-80

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

Paulo Roberto Cruz Cozza

Rua Comendador Araújo, 299

80420-000 CURITIBA PR

Centro

41 312-6702 - -

41 312-6520 - -

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

01/01/2002

1 - NOME

2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

4 - CEP 5 - MUNICÍPIO

7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

01.02 - SEDE

Rua Comendador Araujo, 299 Centro

80420-000 Curitiba 41 312-6893 - - - - 312-6520 41 PR [email protected] 1 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

15 - E-MAIL 6 - UF [email protected] 16 - E-MAIL 2 - BAIRRO OU DISTRITO 1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO TRIMESTRE ATUAL

3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO

TRIMESTRE ANTERIOR

6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

31/12/2002 1 01/01/2002 31/03/2002 4 01/10/2001 31/12/2001

9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR

(2)

Sem Ressalva

31/03/2001 31/12/2001

31/03/2002

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

Total

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Empresa Comercial, Industrial e Outras

1 - TIPO DE EMPRESA

Operacional

2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Privada Nacional

3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Telefonia Movel Celular

5 - ATIVIDADE PRINCIPAL Número de Ações

(Mil)

1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR

1 - Ordinárias 2 - Preferenciais 3 - Total Em Tesouraria 4 - Ordinárias 5 - Preferenciais 6 - Total Do Capital Integralizado 337.218.601 210.029.997 127.188.604

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

127.188.604 210.029.997 337.218.601 0 0 0 0 0 0 1990100 - Telecomunicações 4 - CÓDIGO ATIVIDADE

3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

124.369.030 210.029.997 334.399.027 0 0 0

7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

(3)

7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA ALTERAÇÃO

3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL

(Reais Mil) 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO (Reais Mil) 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO (Mil) 8 - PREÇO DA AÇÃO NA EMISSÃO (Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

(4)

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2002 4 - 31/12/2001 1 Ativo Total 858.043 851.708 1.01 Ativo Circulante 31.391 36.719 1.01.01 Disponibilidades 6.920 10.942 1.01.02 Créditos 0 0 1.01.03 Estoques 0 0 1.01.04 Outros 24.471 25.777

1.01.04.01 Tributos diferidos e a recuperar 3.392 6.422

1.01.04.02 Dividendos a receber 864 859

1.01.04.03 Juros sobre o capital próprio a receber 17.762 17.664

1.01.04.04 Outros ativos 2.453 832

1.02 Ativo Realizável a Longo Prazo 3.511 3.964

1.02.01 Créditos Diversos 802 774

1.02.01.01 Tributos diferidos e a recuperar 802 774

1.02.02 Créditos com Pessoas Ligadas 2.700 3.176

1.02.02.01 Com Coligadas 0 0

1.02.02.02 Com Controladas 2.700 3.176

1.02.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0

1.02.03 Outros 9 14 1.02.03.01 Outros ativos 9 14 1.03 Ativo Permanente 823.141 811.025 1.03.01 Investimentos 823.049 810.929 1.03.01.01 Participações em Coligadas 796.342 782.242 1.03.01.02 Participações em Controladas 12.157 13.712 1.03.01.03 Outros Investimentos 14.550 14.975 1.03.02 Imobilizado 92 96 1.03.03 Diferido 0 0

(5)

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2002 4 - 31/12/2001 2 Passivo Total 858.043 851.708 2.01 Passivo Circulante 35.399 41.025 2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0 2.01.02 Debêntures 0 0 2.01.03 Fornecedores 1.051 2.330

2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 28 854

2.01.05 Dividendos a Pagar 22.286 22.205

2.01.05.01 Dividendos 1.754 1.755

2.01.05.02 Juros sobre capital próprio 20.532 20.450

2.01.06 Provisões 0 0

2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0

2.01.08 Outros 12.034 15.636

2.01.08.01 Obrigações trabalhistas 9.907 10.389

2.01.08.02 Outros passivos 2.127 5.247

2.02 Passivo Exigível a Longo Prazo 2.379 2.354

2.02.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0

2.02.02 Debêntures 0 0

2.02.03 Provisões 2.379 2.279

2.02.03.01 Provisão complementação aposentadoria 2.292 2.239

2.02.03.02 Provisão para contingência 87 40

2.02.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0

2.02.05 Outros 0 75

2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0

2.05 Patrimônio Líquido 820.265 808.329

2.05.01 Capital Social Realizado 245.033 245.033

2.05.02 Reservas de Capital 190.469 195.695 2.05.03 Reservas de Reavaliação 0 0 2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0 2.05.03.02 Controladas/Coligadas 0 0 2.05.04 Reservas de Lucro 367.601 367.601 2.05.04.01 Legal 20.506 20.506 2.05.04.02 Estatutária 0 0 2.05.04.03 Para Contingências 0 0 2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0 2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0

2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 19.257 19.257

2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 327.838 327.838

(6)

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2002 a 31/03/2002 4 - 01/01/2002 a 31/03/2002 5 - 01/01/2001 a 31/03/2001 6 - 01/01/2001 a 31/03/2001

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0

3.02 Deduções da Receita Bruta 0 0 0 0

3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0

3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos 0 0 0 0

3.05 Resultado Bruto 0 0 0 0 3.06 Despesas/Receitas Operacionais 17.766 17.766 15.181 15.181 3.06.01 Com Vendas 0 0 0 0 3.06.02 Gerais e Administrativas (865) (865) (669) (669) 3.06.03 Financeiras 1.170 1.170 1.897 1.897 3.06.03.01 Receitas Financeiras 1.496 1.496 2.257 2.257 3.06.03.02 Despesas Financeiras (326) (326) (360) (360)

3.06.04 Outras Receitas Operacionais 188 188 2 2

3.06.05 Outras Despesas Operacionais (500) (500) (631) (631)

3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 17.773 17.773 14.582 14.582

3.07 Resultado Operacional 17.766 17.766 15.181 15.181

3.08 Resultado Não Operacional 0 0 0 0

3.08.01 Receitas 0 0 0 0

3.08.02 Despesas 0 0 0 0

3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 17.766 17.766 15.181 15.181

3.10 Provisão para IR e Contribuição Social 59 59 (145) (145)

3.11 IR Diferido 0 0 0 0

3.12 Participações/Contribuições Estatutárias (663) (663) (463) (463)

3.12.01 Participações (663) (663) (463) (463)

(7)

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2002 a 31/03/2002 4 - 01/01/2002 a 31/03/2002 5 - 01/01/2001 a 31/03/2001 6 - 01/01/2001 a 31/03/2001

PREJUÍZO POR AÇÃO LUCRO POR AÇÃO

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil)

0,00005 0,00005 0,00004

337.218.601 337.218.601 334.399.027 334.399.027

(8)

1 Contexto operacional (a) Histórico

A Tele Celular Sul Participações S.A. foi constituída de acordo com o artigo 189 da Lei 9.472/97 – Lei Geral das Telecomunicações e com base no Decreto nº 2.546 de 14 de abril de 1998, resultante da cisão da Telecomunicações Brasileiras S.A., cujo protocolo/justificação foi aprovado em Assembléia de Acionistas realizada em 22 de maio de 1998.

É uma sociedade por ações de capital aberto, controlada diretamente pela Bitel Participações S.A., com participação acionária de 51,3% do capital votante e de 19,4% do capital total.

(b) Controladas da Companhia

A Companhia detém o controle acionário da Telepar Celular S.A., Telesc Celular S.A., CTMR Celular S.A. e participação societária na coligada TIMNET.COM S.A. Atua de forma integrada com as suas controladas e os custos de suas estruturas operacional e administrativa são atribuídos às empresas de acordo com a proporcionalidade dos benefícios gerados.

As controladas, com exceção da TIMNET.COM S.A., atuam como operadoras dos serviços de telefonia móvel celular as quais são concessionárias do serviço móvel celular no Estado do Paraná (exceto Londrina e Tamarana), em Santa Catarina, além dos municípios de Pelotas, Capão do Leão, Morro Redondo e Turuçu, no Estado do Rio Grande do Sul, de acordo com os termos de concessão outorgados pelo Governo Federal, os quais expiram para a Telepar Celular S.A., Telesc Celular S.A. e CTMR Celular S.A., em 3 de setembro de 2007, 30 de setembro de 2008 e 14 de abril de 2009 respectivamente, podendo ser renovados por períodos sucessivos de 15 (quinze) anos pelo poder concedente.

A TIMNET.COM S.A. foi constituída em 13 de julho de 2000 e tem como objeto social o provimento de acesso à internet a usuários finais e serviços relacionados, hospedagem e serviços na internet, “webdesigner”, prestação de serviços de informática e processamento de dados, consultoria e assessoria técnica em informática e telecomunicações. Atualmente a participação societária na TIMNET.COM S.A. é de 25,0%, e está contabilizada como investimento em coligada, sendo que suas informações

(9)

2 Apresentação das demonstrações financeiras (a) Critérios de elaboração e divulgação

As demonstrações financeiras da controladora e consolidado foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis emanadas da legislação societária brasileira, em consonância com as disposições da Lei das Sociedades por Ações, normas e procedimentos contábeis estabelecidos pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM e normas aplicáveis às concessionárias de serviços públicos de telecomunicações.

A Tele Celular Sul Participações S.A. é uma Companhia aberta e possui recibos de depósitos americanos negociados na Bolsa de New York – EUA. Em função disso, está sujeita às normas da Security and Exchange Commission (SEC) e deve elaborar demonstrações financeiras também de acordo com os princípios contábeis norte-americanos (USGAAP). No enquadramento aos regulamentos da SEC e visando atender às necessidades de informação ao mercado, a Companhia adota como princípio a divulgação simultânea das informações nos dois mercados em reais e nos idiomas respectivos.

(b) Demonstrações financeiras consolidadas

Incluem as seguintes empresas controladas: Telepar Celular S.A., Telesc Celular S.A. e CTMR Celular S.A., estando os principais itens demonstrados na Nota 12.

Descrição dos principais procedimentos de consolidação:

I. Eliminação dos saldos das contas de ativos e passivos entre as Companhias consolidadas;

II. Eliminação das participações no capital, reservas e lucros acumulados das companhias controladas;

III. Eliminação dos saldos de receitas e despesas decorrentes de negócios entre as companhias;

IV. Destaque do valor da participação dos acionistas minoritários nas demonstrações financeiras consolidadas.

(10)

3 Resumo das principais práticas contábeis

As principais práticas contábeis adotadas para a elaboração das demonstrações financeiras da Companhia e suas controladas, mantêm uniformidade com os períodos anteriores e os principais critérios que merecem destaque são os seguintes:

(a) Títulos e valores mobiliários

Compõe-se de investimentos a serem mantidos até suas datas de vencimento, e estão registrados ao custo, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço.

(b) Contas a receber de clientes

Incluem os valores dos serviços e produtos faturados aos clientes, os serviços que ainda não foram faturados até a data do balanço e os valores decorrentes da utilização da rede de telecomunicações.

A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída através de análise periódica da administração, com base no perfil da carteira de assinantes, idade das contas vencidas e conjuntura econômica, cujo montante é considerado suficiente para fazer face a eventuais perdas na realização de tais créditos.

Os créditos não realizados no prazo de cento e oitenta dias são contabilizados como perdas no resultado do período.

(c) Estoques

Referem-se, basicamente, a aparelhos de telefonia celular móvel e estão avaliados pelo custo médio de aquisição, deduzidos de provisões para ajuste ao valor de realização, quando aplicável.

(d) Investimentos

Demonstram as participações societárias permanentes em controladas e coligada. As participações societárias em controladas e coligadas estão registradas pelo método de equivalência patrimonial, sendo que as práticas contábeis das controladas são consistentes com as adotadas pela controladora. Outros investimentos são avaliados ao

(11)

(e) Imobilizado

Está demonstrado pelo custo de aquisição e/ou construção deduzido da depreciação acumulada calculada pelo método linear, cujas taxas utilizadas estão de acordo com a expectativa de vida útil desses ativos. As principais taxas aplicadas estão divulgadas na Nota 13.

Os juros sobre empréstimos que estão financiando obras em andamento são acrescidos ao seu custo, de acordo com o disposto na Deliberação CVM n° 193/96.

(f) Diferido

Demonstram os gastos incorridos com desenvolvimento de sistemas de processamento de dados, líquidos da amortização acumulada, calculada pelo método linear em cinco anos.

(g) Imposto de renda e contribuição social

São calculados e registrados com base nas alíquotas efetivas vigentes na data de elaboração das demonstrações financeiras. Os impostos diferidos são reconhecidos em função das diferenças intertemporais e prejuízo fiscal e base negativa da contribuição social, quando aplicável. A Companhia estima que os créditos registrados se realizem nos próximos quatro anos.

(h) Empréstimos e financiamentos

São atualizados à taxa de câmbio e encargos financeiros, nos termos dos contratos vigentes (inclusive contratos de “hedge”), de modo que reflitam os valores incorridos até a data do balanço.

(i) Reconhecimento das receitas operacionais

As receitas dos serviços pré-pagos são reconhecidas por ocasião da prestação dos serviços aos clientes. As receitas geradas pelos serviços de telefonia celular consistem nas taxas mensais de assinatura, tarifas de utilização, tarifas de uso de rede, taxas de manutenção e outros serviços aos assinantes. As receitas com vendas de aparelhos são reconhecidas no momento da entrega dos aparelhos.

O faturamento é feito mensalmente e as receitas não faturadas entre a data do faturamento e o fim do período são estimadas e reconhecidas como receita no mês em que o serviço foi prestado.

(12)

(j) Participação dos empregados

A Companhia provisiona a participação de empregados no resultado, em função de metas divulgadas a seus colaboradores, estando os valores sujeitos à aprovação da Assembléia Geral Ordinária.

(k) Provisão para contingências

É constituída com base nas estimativas da administração amparadas na opinião dos consultores jurídicos por montantes suficientes para cobrir perdas e riscos considerados prováveis.

(l) Planos de pensão – reconhecimento de ganhos e perdas atuariais

A Companhia optou por reconhecer os ajustes do seu passivo atuarial, apurado de acordo com a Deliberação CVM 371/00 diretamente no resultado do exercício, a partir de 2002 no prazo de cinco anos ou pelo tempo de serviço ou de vida remanescente dos empregados se estes forem menores.

Os ganhos e perdas atuariais relativos aos planos de pensão financiados pela Companhia estão sendo apurados a partir de 2002, com base no maior valor entre 10% do valor presente da obrigação atuarial e 10% do valor justo dos ativos do plano.

(m) Lucro por mil ações

O lucro por mil ações está calculado com base no número de ações em circulação na data do balanço.

4 Instrumentos financeiros

A Companhia participa em operações envolvendo instrumentos financeiros com o objetivo de reduzir a exposição de riscos de mercado, de moeda e de taxas de juros. A administração desses riscos é efetuada por meio de políticas de controles, estabelecimento de estratégias de operações e de limites, bem como de outras técnicas de acompanhamento de posições.

(13)

Os valores de mercado dos títulos e valores mobiliários bem como empréstimos e financiamentos, equivalem a aproximadamente aos seus valores de mercado.

Os demais instrumentos financeiros que a Companhia possui em 31 de março de 2002, referem-se substancialmente a operações de “hedge” de taxas, divulgadas na Nota 14, cujos ganhos e perdas encontram-se devidamente reconhecidos nas demonstrações financeiras.

Riscos de créditos

A Companhia está potencialmente sujeita a risco de créditos com respeito as suas aplicações financeiras e contratos de “hedge”. A Companhia limita seu risco associado com esses instrumentos financeiros colocando-os em instituições financeiras com boa classificação de “rating”. A Companhia não exige garantia para esses instrumentos financeiros.

A concentração de risco de crédito com respeito a contas a receber é minimizada devido a grande base de clientes. Geralmente a Companhia não exige garantia para as contas a receber.

5 Seguros

Em 31 de março de 2002, a Companhia possuía cobertura de seguros contra incêndio e riscos diversos para os bens do Estoque e do Ativo Imobilizado, por valores considerados suficientes para cobrir eventuais perdas, considerando a avaliação da administração quanto aos riscos e valores envolvidos.

6 Disponibilidades

Referem-se, basicamente, a aplicações financeiras através do Banco do Brasil S.A., em títulos públicos federais, com remuneração variando entre 99,5% a 100% da variação do Certificado de Depósito Interbancário - CDI.

(14)

7 Contas a receber de clientes Consolidado 03/2002 12/2001 Serviços faturados 43.621 39.161 Serviços a faturar 29.984 29.222 Uso da rede 34.415 31.950 Venda de mercadorias 45.115 55.381 153.135 155.714

Provisão para devedores duvidosos (11.407) (6.852)

141.728 148.862 Aging list de contas a receber

A vencer 119.891 131.036 Vencidos Até 60 dias 19.326 15.710 Acima de 60 dias 13.918 8.968 8 Estoques Consolidado 03/2002 12/2001

Aparelhos novos, acessórios, cartões e kit’s 13.013 21.094

Aparelhos usados 1.360 2.619

Provisão para ajuste a valor de realização (1.094) (1.857) 13.279 21.856

(15)

9 Tributos diferidos e a recuperar – circulante e longo prazo

Controladora Consolidado 03/2001 12/2001 03/2002 12/2001 Tributos diferidos

Imposto de renda

Sobre diferenças temporárias 1.502 1.688 12.933 11.633

Sobre prejuízos fiscais acumulados 240 57.554 55.968

Contribuição social

Sobre diferenças temporárias 526 608 4.526 4.188

Sobre base de cálculo negativa 85 20.185 20.183

2.353 2.296 95.198 91.972

Tributos a recuperar

Imposto de renda

Por antecipações 382 4.599

Retenções sobre aplicações

financeiras 457 389 5.618 5.817

Retenções sobre juros sobre capital

próprio 1.384 4.511 1.494 4.621

Contribuição social

Por antecipações 348 1.827

ICMS 17.027 19.257

Crédito fiscal incorporado 154.815 166.358

1.841 4.900 179.684 202.479 Total tributos diferidos e a recuperar 4.194 7.196 274.882 294.451

Circulante 3.392 6.422 49.216 53.197

(16)

10 Transações com partes relacionadas Controladora X Controladas Telepar Telesc CTMR Celular S.A. Celular S.A. Celular S.A. Total Ativo

Dividendos e juros sobre o capital próprio 03/2002 18.626 18.626 12/2001 18.523 18.523 Empréstimos de mútuo – RLP 03/2002 1.751 721 228 2.700 12/2001 29 3.045 102 3.176 Outras informações Receitas financeiras 03/2002 796 177 12 985 03/2001 1.309 921 27 2.257 Despesas financeiras 03/2002 10 29 39 03/2001 286 286 Recuperação de despesas administrativas 03/2002 4.927 7.632 208 12.767 03/2001 6.273 6.183 247 12.703

(17)

Consolidado X Coligadas Tele Nordeste Partic. S.A. Maxitel Celular S.A. TIM Celular Centro Sul S.A. TIM Brasil

S.A. TIMNET Total

Ativo Empréstimos – Circulante 03/2002 2.104 346 2.450 12/2001 76 76 Outros créditos 03/2002 89 1.281 1.370 Passivo Empréstimos 12/2001 1356 1.356 Outros débitos 03/2002 10 13 469 492 12/2001 2.020 2.020 Outras Informações Receitas financeiras 03/2002 54 54 Outras Receitas 03/2002 110 1.368 1.478 Despesas - custos de serviço e comercialização 03/2002 111 92 504 707

(18)

compreendem principalmente, empréstimos concedidos às companhias controladas e coligadas sobre os quais incidem respectivamente encargos de 101,2% e 101,5% da variação ocorrida nos Certificados de Depósitos Interbancários – CDI, bem como o rateio de custo da estrutura corporativa, operacional e administrativa.

11 Depósitos judiciais (consolidado)

Os depósitos judiciais, no valor de R$ 10.950 (R$ 10.908 – 12/2001), referem-se substancialmente à contestação de ICMS Convênio 69/98. A Companhia, amparada na opinião de seus assessores jurídicos, considera ganho de causa e, portanto, não constitui provisão para contingência sobre o montante.

12 Investimentos 03/2002 12/2001 Investimentos Controladas 796.342 782.242 Coligadas 12.157 13.712 Outros 14.550 14.975 823.049 810.929

(19)

Os investimentos em controladas e coligadas tem a seguinte composição: Controladas Coligada Telepar Celular S.A. Telesc Celular S.A. CTMR Celular S.A. TIMNET. COM S.A.

Capital social integralizado em 31/12/2001 333.880 249.170 21.252 46.800

Percentual de participação em 31/12/2001 73,57 83,13 78,55 33,33

Patrimônio Líquido 311.891 590.686 29.359 41.136

Reserva especial de ágio 58.255 133.788 3.386

Lucro (prejuízo) do exercício (18.296) 93.826 (83) (5.664)

Resultado da equivalência patrimonial (13.461) 77.994 (65) (1.888)

Valor do investimento em 31/12/2001 244.863 513.589 23.790 13.712

Com equivalência patrimonial 186.608 379.801 20.404 9.000

Com ágio 58.255 133.788 3.385

Capital social integralizado em 31/03/2002 333.880 249.170 21.252 78.000

Percentual de participação em 31/03/2002 73,57 83,13 78,55 25,00

Patrimônio Líquido 306,244 613,920 29.349 50.520

Reserva especial de ágio 56.542 130.373 3.286

Lucro (prejuízo) do período (3.934) 26.649 89 (6.216)

Resultado da equivalência patrimonial (2.895) 22.152 70 (1.554)

Valor do investimento em 31/03/2002 240.255 532.327 23.760 12.157

Com equivalência patrimonial 183.713 401.954 20.474 12.157

Com ágio 56.542 130.373 3.286

(20)

13 Imobilizado (consolidado)

03/2002 12/2001

Deprec. Taxa anual de

Custo acumulada Líquido Líquido Depreciação %

Equipamentos de comutação 218.721 (78.130) 140.591 146.560 14,29

Equipamentos de transmissão 811.908 (375.626) 436.282 462.403 14,29

Equipamentos terminais, equipamentos de energia, mobiliário, ferramentas e

instrumentos 75.891 (31.286) 44.605 45.996 10,00

Benfeitorias em propriedade de terceiros 11.606 (5.176) 6.430 6.668 33,33

Torres, postes, suportes e protetores 50.607 (8.508) 42.099 41.557 4,00

Equipamentos de informática 53.389 (22.353) 31.036 32.106 20,00 Prédios 26.142 (8.750) 17.392 17.879 4,00 Veículos 2.389 (1.656) 733 807 20,00 Terrenos 3.120 - 3.120 3.120

Bens e instalações em serviço 1.253.773 (531.485) 722.288 757.096

Obras em andamento 13.310 - 13.310 18.479

1.267.083 (531.485) 735.598 775.575

Durante o primeiro trimestre de 2002 foi capitalizado às contas do ativo imobilizado o montante de R$ 328 (R$ 4.148 – 12/2001), relativamente aos encargos financeiros dos empréstimos que financiaram sua construção.

(21)

14 Empréstimos e financiamentos (consolidado)

Consolidado 03/2002 12/2001 Moeda estrangeira – dólar norte americano

Fornecedores: sujeitos a variação cambial e juros de 6,61% a

7,3% a.a. Essas operações foram objeto de "swap" para CDI

resultando em um custo médio atual de 15,1% a.a. 4.240 5.519

Eximbank: refere-se a financiamento direto do Export and

Import Bank of the United States (EXIMBANK), correspondente a US$ 40.850 sujeitos à variação cambial e juros de 7,03% a.a. que foi objeto de operação de “swap” pelo CDI, resultando em

um custo médio atual de 15,1% a.a.. 45.522 54.312

49.762 59.831

Moeda nacional

BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social): 74% deste financiamento é atualizado pela variação

da TJLP (10% a.a.) mais spread de 4% a.a. e outros 26% restantes são atualizadas por Cesta de Moedas (8,49% a.a. +

variação cambial), mais spread de 4% a.a.. 66.156 65.695 66.156 65.695

Empréstimos e financiamentos 115.918 125.526

Circulante 24.523 21.987

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03/2002 12/2001 2003 22.744 34.992 2004 35.099 35.442 2005 17.074 16.847 2006 em diante 16.478 16.258 91.395 103.539 Sobre os empréstimos com BNDES existem cláusulas contratuais restritivas sobre determinados índices de liquidez. A Companhia encontra-se enquadrada em todos os índices exigidos.

Os empréstimos e financiamentos possuem como garantias avais concedidos pela controladora.

15 Debêntures

Em outubro de 2000, foram emitidas vinte mil debêntures de série única, não conversíveis em ações vencíveis em 2003, incidindo juros equivalentes a 102,7% do CDI, devidos semestralmente. Existem cláusulas contratuais restritivas sobre determinados índices de liquidez, nos quais a Companhia se enquadra. Possuem como garantia aval pela controladora.

Os gastos relacionados a emissão dessas debêntures, no total de R$ 1.670, foram registrados nas rubricas de Outros ativos – Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo, e estão sendo amortizadas por um período de 36 meses. Em 31 de março de 2002 e 31 de dezembro de 2001, os saldos contabilizados nestas rubricas eram de R$ 860 e R$ 993 respectivamente.

(23)

16 Impostos e contribuições a recolher – circulante e longo prazo Controladora Consolidado 03/2002 12/2001 03/2002 12/2001 Imposto de renda 10 1.194 10 Contribuição social 48 758 48 ICMS 84.475 75.183 PIS 4 139 604 825 COFINS 18 641 2.785 3.804 Taxa Fistel 103 1.003 FUST 370 376 FUNTTEL 186 188 Outros 6 16 40 84 28 854 90.515 81.521 Circulante 28 854 24.187 20.794

Exigível a longo prazo 66.328 60.727

Cronograma de vencimento 03/2002 12/2001 2003 10.689 11.616 2004 23.378 21.791 2005 25.732 27.070 2006 6.529 250 66.328 60.727 A controlada Telepar Celular S.A. goza de benefício fiscal de diferimento de ICMS a ser pago 48 meses após o fato gerador, atualizado pelo UPF/PR, concedido pelo Governo do Estado do Paraná, no âmbito do “Programa Paraná Mais Emprego”.

(24)

17 Provisão para contingências

A composição dos saldos das provisões registradas no passivo é a seguinte:

Controladora Consolidado 03/2002 12/2001 03/2002 12/2001 Trabalhista 44 40 2.644 2.396 Tributária 94 100 Cível 4.576 3.599 44 40 7.314 6.095

Para os processos em que os assessores jurídicos da Companhia estimam que os julgamentos finais serão favoráveis à Companhia, entre eles o processo ICMS Convênio 69/98 que está sendo objeto de depósito judicial (Nota 11), não são constituídas provisões.

18 Planos de pensão

A Companhia e suas controladas patrocinam um plano de benefícios definidos de aposentadoria - o Plano PBS Tele Celular Sul, o qual atende a aproximadamente 25 % dos empregados da Companhia. Além do benefício da suplementação, é fornecida assistência médica (PAMA) aos empregados aposentados e a seus dependentes, a custo compartilhado. As contribuições para os planos PBS Tele Celular Sul e PAMA são determinadas com base em estudos atuariais preparados por atuários independentes, de acordo com as normas em vigor no Brasil. O regime de determinação do custeio é o de capitalização e a contribuição devida pela patrocinadora é de 13,5% sobre a folha de salários dos seus empregados participantes do plano, dos quais 12% são destinados ao custeio do plano PBS Tele Celular Sul, e tendo sido realizadas no primeiro trimestre de 2002 contribuições no valor de R$ 373 (R$ 406 – 03/2001).

A Companhia patrocina o Plano de Benefício definido denominado PBT (Plano de Benefício TIM), o Plano de Assistência Médica ao Complementado - PAMEC e o Convênio de Administração de Pagamento de Aposentadoria a Aposentados e

(25)

contribuição devida pela Companhia e suas controladas é de 10% sobre a folha de salário de seus empregados participantes do plano.

As contribuições para o plano PAMEC e para o Convênio de Administração foram pagas integralmente em julho de 1998, data da constituição do plano, através de dotação única.

19 Patrimônio líquido (controladora) (a) Capital social

A Companhia está autorizada a aumentar seu capital social, mediante deliberação da Assembléia Geral, até o limite de 700 bilhões de ações, ordinárias ou preferenciais.

Dentro do limite do capital autorizado, a Assembléia Geral pode aprovar a outorga de opção de compra de ações a seus administradores, empregados e a pessoas naturais que prestem serviços a Companhia ou a companhias por ela controladas.

As ações preferenciais não têm direito a voto, sendo a elas assegurada prioridade no reembolso do capital sem prêmio e no pagamento de dividendos mínimos não cumulativos de 6% a.a., calculado sobre o valor resultante da divisão do capital subscrito pelo número total de ações da Companhia.

O capital social subscrito e integralizado em 31 de março de 2002 está representado por ações sem valor nominal assim distribuídas:

Ordinárias Preferenciais Total

Quantidade (em milhões de ações) 127.189 210.030 337.219

Valor (R$) 92.419 152.614 245.033

As ações preferenciais não têm direito a voto, sendo a elas assegurada prioridade no reembolso do capital e no pagamento de dividendos mínimos não cumulativos de 6 % ao ano sobre o valor do Capital Social.

(26)

(b) Reserva de capital – Especial de ágio

Esta reserva foi originada do processo de reestruturação societária aprovada pela Assembléia Geral Extraordinária de 30 de junho de 2000, relativo ao ágio pago pelos acionistas controladores na privatização do setor de telecomunicações. A parcela da reserva especial correspondente ao benefício auferido poderá ser, ao final de cada exercício social, capitalizada em proveito do acionista controlador, com a emissão de novas ações. O respectivo aumento de capital ficará sujeito ao direito de preferência dos acionistas não controladores, na proporção de suas respectivas participações, por espécie e classe, à época da emissão, sendo que as importâncias pagas no exercício desse direito serão entregues diretamente ao acionista controlador, de acordo com o disposto na Instrução 319/99 da Comissão de Valores Mobiliários.

(c) Reserva de lucros para expansão

O saldo da conta de reserva de lucros para expansão será utilizado para continuidade da expansão de planta, conforme Instrução CVM 59/86.

20 Demonstração das mutações do patrimônio líquido no período

Saldo em 31/12/2001 808.329

Lucro líquido do período 17.162

Ajuste alíquota CSLL de 9% para 8% (5.226)

Saldo em 31/03/2002 820.265

(27)

21 Receita bruta de vendas e serviços

Consolidado 03/2002 03/2001

Receita de serviços de telecomunicações

Assinatura 47.370 42.866 Utilização 117.731 143.141 Uso da rede 82.927 78.062 Outros 3.525 618 251.553 264.687 Venda de mercadorias 21.028 7.739

Receita operacional bruta 272.581 272.426

Deduções da receita bruta

Impostos incidentes (53.834) (51.839) Descontos concedidos (10.844) (32.017) Outros (129) (799) (64.807) (84.655) 207.774 187.771

22 Custo dos bens e serviços vendidos

Consolidado 03/2002 03/2001 Pessoal (2.169) (2.124) Serviços de terceiros (4.024) (3.795) Interconexão/Interligação (31.937) (34.866) Depreciação e amortização (40.210) (36.334)

Custo das mercadorias vendidas (17.503) (18.375)

Outros (255) (255)

(28)

23 Despesas com vendas

Consolidado 03/2002 03/2001

Pessoal (4.967) (5.214)

Serviços de terceiros (26.414) (27.791)

Provisão para devedores duvidosos e perdas (9.915) (5.360)

Depreciação e amortização (3.356) (1.602)

Outras (5.739) (7.704)

(50.391) (47.671)

24 Despesas gerais e administrativas

Controladora Consolidado 03/2002 03/2001 03/2002 03/2001 Pessoal (420) (403) (3.595) (3.678) Serviços de terceiros (386) (236) (7.128) (8.521) Depreciação e amortização (4) (4) (5.128) (2.796) Outras (55) (26) (1.494) (1.483) (865) (669) (17.345) (16.478)

(29)

25 Outras receitas operacionais

Controladora Consolidado 03/2002 03/2001 03/2002 03/2001

Multas sobre serviços de

telecomunicações 939 928

Aluguel de equipamentos e

infra-estrutura 1.346 1.557

Reversão de provisão redução ao

valor de mercado 763 9.439

Outras receitas 188 2 407 678

188 2 3.455 12.602

26 Outras despesas operacionais

Controladora Consolidado 03/2002 03/2001 03/2002 03/2001

Impostos, taxas e contribuições (5) (193) (232) (2.361)

Amortização de ágio (427) (417) (6.744) (6.736)

Provisão para contingências (47) (1.224) (435)

Outras despesas (21) (21) (959) (2.042)

(500) (631) (9.159) (11.574)

27 Provisão para Imposto de renda e contribuição social

A provisão para imposto de renda foi constituída à alíquota de 15% acrescida de adicional de 10% sobre o lucro tributável e a contribuição social sobre o resultado é constituída à alíquota de 9% sobre o lucro antes do imposto de renda, ajustado nos termos da legislação vigente, e os ativos diferidos de contribuição social de longo prazo foram ajustados à alíquota de 8% para 2003, em função da mudança prevista na legislação em vigor para a alíquota desta contribuição.

(30)

Controladora Consolidado

03/2002 03/2001 03/2002 03/2001

Imposto de Renda

Lucro antes dos tributos e da

participação dos empregados 17.104 14.718 27.757 19.829 Participações sociedades controladas/coligada (17.773) (14.582) 1.554 Base de cálculo (669) 136 29.311 19.829

Alíquota nominal vigente - 25% 167 (34) (7.328) (4.956)

Diferenças permanentes

Adição da amortização do ágio (106) (104) 2.959 2.962

Outras (6) 43 (349) (176)

(112) (61) 2.610 2.786

(31)

Controladora Consolidado

03/2002 03/2001 03/2002 03/2001

Contribuição Social

Lucro antes dos tributos e da

participação dos empregados 17.104 14.718 27.757 19.829 Participações sociedades

controladas/coligada (17.773) (14.582) 1.554

Base de cálculo (669) 136 29.311 19.829

Alíquota nominal vigente - 9% 60 (12) (2.638) (1.784)

Ajuste alíquota (9% p/ 8% em 2003) (18) (705)

Diferenças permanentes

Adição da amortização do ágio (38) (38) 1.065 1.066

Outras (122) (86)

(38) (38) 943 980

4 (50) (2.400) (804)

Total da provisão para imposto de

renda e da contribuição social 59 145 (7.118) (2.974)

28 Evento Subseqüente

A Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 16/04/2002, aprovou o aumento de capital da Companhia, relativo ao benefício fiscal oriundo da amortização do ágio incorporado a partir da cisão parcial da empresa Bitel Participações S.A., conforme facultado pelo artigo 7º, parágrafo 1º, da Instrução CVM 319/99. O aumento de capital será no valor de R$ 17.633.052,24 (Dezessete milhões, seiscentos e trinta e três mil, cinqüenta e dois reais e vinte e quatro centavos), o qual representa a emissão de 2.169.230.189 (Dois bilhões, cento e sessenta e nove milhões, duzentos e trinta mil e cento e oitenta e nove) ações ordinárias e 3.582.108.751 (Três bilhões, quinhentos e oitenta e dois milhões, cento e oito mil e setecentos e cinqüenta e uma) ações preferenciais, sendo ambas os tipos sem valor nominal e na forma escritural.

(32)

preferenciais por lote de 1.000 ações. O prazo para o direito de preferência é de 17/04/2002 à 16/05/2002.

Foi aprovado também o aumento de capital no valor de R$ 62.000.000,00 (Sessenta e dois milhões de reais), com base no artigo 199 da Lei 6.404/76 e suas alterações, sem emissão de ações, com base em recursos excedentes das contas de Lucros Acumulados e Reservas de Lucros em relação ao capital social da Companhia.

(33)
(34)

06.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2002 4 - 31/12/2001 1 Ativo Total 1.528.282 1.502.179 1.01 Ativo Circulante 455.853 376.197 1.01.01 Disponibilidades 236.461 139.859 1.01.02 Créditos 141.728 148.862

1.01.02.01 Contas a receber de clientes 141.728 148.862

1.01.03 Estoques 13.279 21.856

1.01.04 Outros 64.385 65.620

1.01.04.01 Tributos diferidos e a recuperar 42.269 53.197

1.01.04.02 Outros ativos 22.116 12.423

1.02 Ativo Realizável a Longo Prazo 245.124 254.051

1.02.01 Créditos Diversos 232.613 241.254

1.02.01.01 Tributos diferidos e a recuperar 232.613 241.254

1.02.02 Créditos com Pessoas Ligadas 0 0

1.02.02.01 Com Coligadas 0 0

1.02.02.02 Com Controladas 0 0

1.02.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0

1.02.03 Outros 12.511 12.797 1.02.03.01 Depósitos Judiciais 10.950 10.908 1.02.03.02 Outros ativos 1.561 1.889 1.03 Ativo Permanente 827.305 871.931 1.03.01 Investimentos 26.726 28.707 1.03.01.01 Participações em Coligadas 0 0 1.03.01.02 Participações em Controladas 0 0 1.03.01.03 Outros Investimentos 0 0 1.03.02 Imobilizado 735.598 775.575 1.03.03 Diferido 64.981 67.649

(35)

06.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil) 1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 31/03/2002 4 - 31/12/2001 2 Passivo Total 1.528.282 1.502.179 2.01 Passivo Circulante 187.518 171.481 2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 24.523 21.987 2.01.02 Debêntures 17.888 8.860 2.01.03 Fornecedores 72.647 63.389

2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 24.187 20.794

2.01.05 Dividendos a Pagar 28.893 28.820

2.01.05.01 Juros sobre capital próprio 26.713 26.636

2.01.05.02 Dividendos a pagar 2.180 2.184

2.01.06 Provisões 0 0

2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0

2.01.08 Outros 19.380 27.631

2.01.08.01 Obrigações trabalhistas 12.169 13.083

2.01.08.02 Outros passivos 7.211 14.548

2.02 Passivo Exigível a Longo Prazo 367.329 372.675

2.02.01 Empréstimos e Financiamentos 91.395 103.539

2.02.02 Debêntures 200.000 200.000

2.02.03 Provisões 9.606 8.334

2.02.03.01 Provisão complementação de aposentadoria 2.292 2.239

2.02.03.02 Provisão para contingência 7.314 6.095

2.02.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0

2.02.05 Outros 66.328 60.802

2.02.05.01 Recursos capitalizados 0 75

2.02.05.02 Impostos e contribuição a recolher 66.328 60.727

2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0

2.04 Participações Minoritárias 153.170 149.694

2.05 Patrimônio Líquido 820.265 808.329

2.05.01 Capital Social Realizado 245.033 245.033

2.05.02 Reservas de Capital 190.469 195.695 2.05.03 Reservas de Reavaliação 0 0 2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0 2.05.03.02 Controladas/Coligadas 0 0 2.05.04 Reservas de Lucro 367.601 367.601 2.05.04.01 Legal 20.506 20.506 2.05.04.02 Estatutária 0 0 2.05.04.03 Para Contingências 0 0 2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0 2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0

2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 19.257 19.257

2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 327.838 327.838

(36)

07.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2002 a 31/03/2002 4 - 01/01/2002 a 31/03/2002 5 - 01/01/2001 a 31/03/2001 6 - 01/01/2001 a 31/03/2001

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 272.581 272.581 272.426 272.426

3.02 Deduções da Receita Bruta (64.807) (64.807) (84.655) (84.655)

3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 207.774 207.774 187.771 187.771

3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (96.098) (96.098) (95.749) (95.749)

3.05 Resultado Bruto 111.676 111.676 92.022 92.022 3.06 Despesas/Receitas Operacionais (83.081) (83.081) (71.863) (71.863) 3.06.01 Com Vendas (50.391) (50.391) (47.671) (47.671) 3.06.02 Gerais e Administrativas (17.345) (17.345) (16.478) (16.478) 3.06.03 Financeiras (8.087) (8.087) (8.742) (8.742) 3.06.03.01 Receitas Financeiras 13.696 13.696 10.785 10.785 3.06.03.02 Despesas Financeiras (21.783) (21.783) (19.527) (19.527)

3.06.04 Outras Receitas Operacionais 3.455 3.455 12.602 12.602

3.06.05 Outras Despesas Operacionais (9.159) (9.159) (11.574) (11.574)

3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial (1.554) (1.554) 0 0

3.07 Resultado Operacional 28.595 28.595 20.159 20.159

3.08 Resultado Não Operacional 0 0 296 296

3.08.01 Receitas 0 0 296 296

3.08.02 Despesas 0 0 0 0

3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 28.595 28.595 20.455 20.455

3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (7.118) (7.118) (2.974) (2.974)

3.11 IR Diferido 0 0 0 0

3.12 Participações/Contribuições Estatutárias (838) (838) (626) (626)

3.12.01 Participações (838) (838) (626) (626)

(37)

07.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/01/2002 a 31/03/2002 4 - 01/01/2002 a 31/03/2002 5 - 01/01/2001 a 31/03/2001 6 - 01/01/2001 a 31/03/2001

3.15 Lucro/Prejuízo do Período 17.162 17.162 14.573 14.573

PREJUÍZO POR AÇÃO LUCRO POR AÇÃO

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil)

0,00005 0,00005 0,00004

337.218.601 337.218.601 334.399.027 334.399.027

(38)

TELE CELULAR SUL PARTICIPAÇÕES S.A.

Análise do Desempenho Econômico – 1º trimestre/2002

Market Share

O Market Share estimado da Tele Celular Sul no 1º trimestre de 2002 foi de 64%.

A taxa de penetração total na área de concessão representou aproximadamente

16,4%.

Em 31 de março de 2002, a Companhia possuía 1,61 milhão de clientes, dos

quais 64% representam usuários do serviço pré-pago.

Receita Operacional

Em R$ mil

1º Trim./02 1º Trim./01 4º Trim./01

Vendas de Aparelhos 21.028 7.739 58.373

Utilização 117.731 143.141 106.135

Assinatura 47.370 42.866 44.952

Uso da Rede (Interconexão) 82.927 78.062 80.530

Outras 3.525 618 3.711

Receita Operacional Bruta 272.581 272.426 293.701

Tributos e outras Deduções (64.807) (84.655) (66.369)

Receita Operacional Líquida 207.774 187.771 227.332

Receita Operacional Líquida de Serviços 191.059 181.693 177.960 Receita Operacional Líquida de Vendas 16.715 6.078 49.372

No primeiro trimestre de 2002, a Receita Operacional Bruta da Companhia foi de

R$ 272,6 milhões, mantendo-se em linha com a receita registrada no 1

º

trimestre/2001. O decréscimo quando comparado ao 4º trimestre/01, esta

relacionado ao maior volume de vendas de aparelhos celulares no último trimestre

do ano.

Cabe ressaltar que a partir do 3º trimestre/2001, a Companhia assumiu a atividade

de comercialização de celulares junto às revendas credenciadas, anteriormente

terceirizada. Tal mudança explica o incremento da receita de venda de aparelhos

no período em relação ao 1º timestre/2001.

(39)

Custos e Despesas Operacionais

Em R$ mil 1º Trim./02 1º Trim./01 4º Trim./01

Custo de Serviços e Mercadorias 96.098 95.749 125.164

Custos dos Serviços 78.595 77.374 80.057

Custos de Mercadorias 17.503 18.375 45.107

Despesas Comerciais 50.391 47.671 49.408

Despesas Gerais e Administrativas 17.345 16.478 19.387

TOTAL 163.834 159.898 193.959

Despesas com Provisão para Créditos de

Liquidação Duvidosa e Perdas - PCLD1 9.915 5.360 2.883 Nota (1): A PCLD esta inclusa nas Despesas Comerciais.

Os Custos e Despesas Operacionais totalizaram R$ 163,8 milhões no trimestre,

representando 2% de incremento em relação ao 1º trimestre/2001, e, 16% de

decréscimo comparado ao 4º trimestre/2001. Cabe ressaltar que o 4º

trimestre/2001 registrou um maior volume de vendas de aparelhos celulares,

portanto, os custos atrelados àquelas vendas foram superiores aos registrados no

1º trimestre/2002.

As despesas de Inadimplência do período foram de R$ 9,9 milhões comparadas

com R$ 5,4 milhões e R$ 2,9 milhões, no 1º trimestre/2001 e 4º trimestre/2001,

respectivamente. O aumento verificado, esta relacionado ao incremento das

provisões relativas venda de aparelhos, uma vez que a Companhia passou

comercializar celulares junto às suas revendas credenciadas.

Os gastos com Depreciação e Amortização foram de R$ 55,4 milhões (incluindo a

amortização do ágio), comparado com R$ 47,5 milhões e R$53,6 milhões no 1º

trimestre/2001 e 4º trimestre/2000, respectivamente.

Investimentos e F

Investimentos e F inanciamentos

inanciamentos

No trimestre foram investidos R$ 6,2 milhões, através das empresas controladas,

na ampliação e modernização da rede celular.

Ao final do trimestre a dívida da Companhia era de R$ 333,8 milhões, resultando

no endividamento líquido de R$ 97,3 milhões.

Do total da dívida, R$ 49,8 milhões representam empréstimos em dólar, os quais

estão totalmente cobertos por operações de hedge. Adicionalmente, uma parcela

específica do empréstimo junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento

Econômico e Social), correspondente a R$ 17,5 milhões, esta sujeita a correção

(40)

baseada em uma “Cesta de Moedas”, para a qual não há nenhum instrumento de

hedge disponível no mercado.

EBITDA

EBITDA

O EBITDA no trimestre foi de R$ 93,7 milhões, representando acréscimos de 23%

e 19% em relação ao 1º trimestre/2001e 4º trimestre/2001. A Margem EBITDA no

período foi de 45% .

Cálculo do EBITDA

Em R$ mil

1º Trim./02 1º Trim./01 4º Trim./01

Receita operacional líquida 207.774 187.771 227.332

Lucro operacional 28.595 20.159 14.697 Depreciação 48.694 40.732 46.914 Amortização do ágio 6.744 6.736 6.744 Receitas financeiras (13.696) (10.785) (22.098) Despesas financeiras 21.783 19.527 30.817 Equivalência Patrimonial 1.554 - 1.888 EBITDA 93.674 76.369 78.962 Margem EBITDA (%) 45% 41% 35%

Resultado Líquido

Resultado Líquido

Em R$ mil 1ºTrim/02 1ºTrim/01 4ºTrim/01

Lucro (Prejuízo) Líquido -R$ mil 17.162 14.573 16.851

Lucro (Prejuízo) Líquido por 1.000 ações – R$

0,05 0,04 0,05

O lucro líquido do trimestre foi de R$17,2 milhões, superando o lucro de R$ 14,6

milhões e R$ 16,8 milhões, registrados no 1º trimestre/2001 e 4º trimestre/2001,

respectivamente.

Mercado de Capitais

Mercado de Capitais

A Tele Celular Sul encerrou o trimestre com suas ações ordinárias e preferenciais

sendo cotadas na Bovespa a R$ 2,61 e R$ 3,01 o lote de 1000 ações,

(41)

Na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), os ADRs (American Depositary

Receipt) da Companhia atingiram a cotação de US$ 13,35 no último dia do

trimestre.

D a d o s S e l e c i o n a d o s

D a d o s S e l e c i o n a d o s

1º Trim./02 1º Trim./01 4º Trim./01

Assinantes Total 1.614.256 1.486.673 1.603.913

População estimada da região (milhões) 15 14,7 14,8

Municípios Atendidos 232 219 232

Penetração Total estimada 16% 14% 16%

Market share 64% 73% 66% Investimentos ( milhões ) R$6 R$30 R$54 Churn 5% 3% 4% Empregados 1.150 1.215 1.178 xxxxxxxxxxxxxxxx

(42)

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE REVISÃO

ESPECIAL

Ilmos. Srs.

Diretores e Acionistas da

Tele Celular Sul Participações S.A.

Efetuamos uma revisão especial das informações trimestrais (ITR) da Tele Celular Sul

Participações S.A., referentes ao trimestre findo em 31 de março 2002, compreendendo o

balanço patrimonial, a demonstração do resultado, o relatório de desempenho e as

informações relevantes, elaboradas de acordo com a legislação societária brasileira.

Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo

IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, em conjunto com o Conselho

Federal de Contabilidade - CFC, e consistiu, principalmente, de: (a) indagação e discussão

com os administradores responsáveis pelas áreas contábil , financeira e operacional da

Companhia, quanto aos principais critérios adotados na elaboração das informações

trimestrais; e (b) revisão das informações e dos eventos subseqüentes que tenham ou

possam vir a ter efeitos relevantes sobre a situação financeira e as operações da Companhia.

Baseados em nossa revisão especial, não temos conhecimento de nenhuma modificação

relevante que deva ser feita nas informações trimestrais acima referidas, para que as

mesmas estejam de acordo com as práticas contábeis emanadas da legislação societária

brasileira, aplicadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de

Valores Mobiliários, especificamente aplicáveis à elaboração das informações trimestrais.

Curitiba, 19 de abril de 2002

Auditores Independentes S.C.

CRC-2-SP 15199/O-6 “S” PR

(43)
(44)

ÍNDICE

GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA

01 01 IDENTIFICAÇÃO 1

01 02 SEDE 1

01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1

01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1

01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2

01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2

01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2

01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2

01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 3

01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3

02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 4

02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 5

03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 6

04 01 NOTAS EXPLICATIVAS 8

05 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 33

06 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO 34

06 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO 35

07 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO 36

08 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE 38

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