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MIC Insurance Company Limited

Relatório Econômico 2016

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MIC Insurance Company Limited

Relatório Econômico 2016

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00. conteÚDo

01. Carta do Presidente

02. Relatório de gestão 2016

-apresentação do relatório

-revisão de negócio

-Desenvolvimentos futuros

03. Contas anuais

-contas técnicas

-contas não técnicas

-Balanço

-cash Flow

-margem de solvência

04. Notas dos estados financeiros

05. Relatório de Auditoría 2016

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MIC Insurance Company Limited

Relatório Econômico 2016

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MIC Insurance Company Limited

Relatório Econômico 2016

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Tenho o prazer de compartir o relatório anual do exercício 2016, que é especialmente significativo para MIC Insurance – Millennium porque consolida a tendência de crescimento contínuo dos últimos anos. Neste documento apresentamos nossas principais magnitudes e resultados, e aprofundamos nos aspectos de estratégia e cultura corporativa que nos situam em uma posição de relevância nos mercados e em particular, no setor dos seguros onde na Espanha, voltamos a ser líder no ramo de Caução.

A vinculação do setor de seguro com o entorno macroeconómico resulta indubitável. Neste sentido, a economia mundial melhorou nos últimos meses de 2016, graças à recuperação de económias avançadas como as dos Estados Unidos, Europa e China, marcando uma tendência de aceleração que se prevê mantida durante o ano de 2017.

Em conjunto, a económia global cresceu 3,1%, cifra inferior a de 2015, mas superior à prevista no começo do ano. No âmbito nacional, podemos estar razoavelmente satisfeitos de como foi o nosso desenvolvimento no ano pasado, no que o PIB registrou um crescimento de 3,2%. Consolidar esta tendência dependerá, em boa parte, de que sejamos capazes de conseguir um marco político de estabilidade no que se sigam adotando medidas adequadas para criação de empregos, melhorar a competitividade e manter o modelo de bem estar.

No caso concreto do setor de seguros, em 2016 foi um bom exercício, que preveu-se uma mudança de tendência com respeito aos anos anteriores, com um crescimento de dois dígitos. O seguro espanhol fortaleceu sua posição, demonstrando assim sua capacidade para adaptar-se, superar os ciclos económicos, e saber oferecer para a sociedade o que esta demanda. Neste entorno cada vez mais favorável, MIC Insurance - Millennium avança pelo caminho do crescimento rentável ao mesmo tempo em que melhora sua posição competitiva em seus principais mercados.

As cifras de negócio consolidam a MIC Insurance no mercado nacional espanhol em volume de prémios, solvência e benefícios. Em 2016 as cifras globais de negócio alcançarão os 74.332.203,00 €, com um crescimento muito destacado nos ativos, de 21,55 % com respeito ao exercício anterior, com um valor de 139.208.802,00 €. Após a entrada em vigor da normativa de Solvência II, podemos afirmar que nos adaptamos perfeitamente á todos os procedimentos e análises técnicas e os resultados são extremamente satisfatórios. Em MIC Insurance os requisitos e compromissos do novo regulamento formam parte praticamente em sua totalidade de nossos modelos de qualidade e controle.

Em 2016 seguimos o caminho de valorizar todos os aspectos que geram garantias de transparência e otimização de processos. Voltamos a contar com empresas auditoras líderes no mundo para comprovar nosso processo de estimação das reservas de sinistros pendentes de pagamento. Assim, prevemos aumentar nossas reservas em conceito de IBNR, o que se supõe uma diminuição no benefício, mas um maior apoio em tranquilidade.

Outro pilar de nossa gestão, buscando a excelência profissional que nos permite afirmar com orgulho que no dia de MIC Insurance não tem nem uma reclamação apresentada por clientes. Em 2016, o conjunto de recursos próprios formado pelo património neto mais as reservas da companhia, refletem que MIC tem um ratio de um Capital Minimo Requerido de 393% e supera com solvência o nível ótimo de capital calculado baseado nos novos critérios exigidos pela normativa de Solvência II (SCR).

Sem dúvida, foi um grande ano de consolidação que nos leva a um futuro cheio de desafio emocionantes, nos que marcaremos uma direção, sem dúvida focada na rentabilidade e satisfação de nossos colaboradores (brokers e agências de susbcrição).

Antonio Morera Vallejo

01. carta Do presiDente

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MIC Insurance Company Limited

Relatório Econômico 2016

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MIC - Millennium Insurance Company Limited

Informe Económico 2016

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Apresentação do relatório

Os diretores apresentam o relatório e os estados financeiros auditados de MIC (Millennium Insurance Company Limited) para o ano de 2016.

Principais atividades e propiedade

A Companhia está autorizada pelo “Financial Services Comission” á subscrever os seguintes ramos:

nAcidentes

nDoenças

nMercadorias em Tránsito

nFogo e Catástrofes naturais

nDanos Patrimoniais

nResponsabilidade Civil Geral

nCrédito

nCaução

nPerdas Financeiras

nGastos Legais

A atividade principal da empresa é a de seguradora direta, uma vez que oferece seus produtos para a venda na União Européia..

Revisão de negócio

A economia mundial obteve este ano um crescimento similar aos anos anteriores, porém com um nuance diferente. Europa logrou uma sensível melhora, enquanto países asiáticos foram evoluindo em um ritmo mais lento, como consequência de economias muito mais básicas.

No mês passado o Fundo Monetário Internacional lançou seu Relatório Económico Mundial, em que se expressa um crescimento de 3,1%, cifra inferior a de 2015, porém superior à prevista no início do ano. A Europa está posicionada em um moderado crescimento de 1,9 %. Considerando que houve um mínimo aumento da população, são valores bons, mas não muito otimistas.

O mundo provavelmente moverá seus parámetros económicos más lentamente do que o FMI prevé. O índice de crescimento de 2017 não será muito diferente ao que vimos nos últimos anos. A variante diferenciadora, certamente será que haverá mais beneficios na Europa e menos na China, assim como nos países com matérias primas dependentes.

Assim, no ano de 2016, Mic Insurance alcançou um aumento dos prémios em dois milhões com relação ao ano de 2015. Graças a expansão internacional iniciada em 2010, no mercado da Espanha representamos agora 22% do total, dividindo-se os 78% restante entre os 11 países onde a companhia operou em 2016, destacando

02. relatório De GestÃo 2016

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a importância de mercado na França, onde os prémios agora representam 54% do total. Neste país, Mic Insurance converteu-se em uma alternativa fundamental para as empresas líderes nestes mercados (menção especial ao ramo de construção).

Como já publicado anteriormente, o trabalho realizado pelas agências de subscrição em todos os países onde opera MIC Insurance nos permite lograr associações com agências locais que nos brindam com seus conhecimentos e know-how. Isso combinado com a experiência e capacidade de equipa de MIC Insurance estão criando importantes cooperações assim como a diversificação de produtos e também á níveis de custos internos abaixo da média européia. Mais um ano, MIC Insurance ressegurou-se com as grandes companhias de resseguros continentais, como Mapfre Re, Nacional de Reaseguro, Catlin Re, Q-Re, CCR, Endurance Re e IRB Brasil RE. Também dos resseguradores continentais com os que trabalhamos, o respaldo de MIC Insurance se fortalece graças aos acordos com alguns dos sindicatos mais prestigiados de Lloyd´s como Liberty

SM, Tokio Marine Kiln, Chaucer, Brit Global Specialty, QBE Syndicate, International General Insurance Co, Ltd, entre outros.

O bom trabalho realizado por MIC Insurance foi demostrando nas novas renovações com os resseguradores, aumentando as capacidades em algunas línhas de negócio em comparação com anos anteriores. Para o ano de 2016, MIC Insurance continua adaptando-se e gerando novos recursos, tanto humanos como tecnológicos, para fazer possível nosso crescimento e para responder adequadamente as novas exigências e necessidades que o mercado e o setor de seguros estão desenvolvendo. Depois de várias análises e de testes (interno e externo), MIC Insurance se orgulha do desenvolvimento e os avanços obtidos neste ano, resultando muito satisfatóriamente a consolidação da normativa de Solvência II.

Portanto, podemos afirmar que em 2016 MIC Insurance mais uma vez logrou a superação de todas as expectativas de crescimento dos ativos, diversificação de ramos com bons resultados e reforçando a confiança entre seus colaboradores (agências e resseguradores) e clientes.

Evolução

2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 Prémios 8.055.698,00 € 15.493.460,00 € 22.466.283,00 € 33.728.902,00 € 56.392.443,75 € 72.287.021,00 € 74.332.203,00 € Benefício neto 2.973.433,00 € 1.075.562,00 € 2.110.772,00 € 3.045.007,00 € 5.164.929,15 € 5.645.071,00 € 3.022.435,00 € Ativos 41.425.699,00 € 51.167.967,00 € 51.369.325,00 € 65.504.870,00 € 90.436.538,99 € 114.584.927,00 € 139.280.802,00 €

Crescimento referente ao ano anterior 2016

Ativos 21,55 %

Fundos Próprios 13,72 %

Prémios 2,83 %

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MIC Insurance Company Limited

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Evolução de Prémios Brutos (milhões de €)

Evolución de Ativos Totales (milhões de €)

10.000 20.000 30.000 40.000 50.000 60.000 70.000 80.000 2016 2015 2014 2012 2013 2011 2010 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016

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Ranking de Caução na Espanha

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MIC Insurance Company Limited

Relatório Econômico 2016

Parque St. James (Londres, Reino Unido)

Nº Entidade Prémios quota Crescimento Mercado

de direto (euros)

1. MILLENNIUM 13.004.610,042 0,30% 20,91%

2. A. CRÉDITO Y CAUCIÓN 8.627.983,73 7,24% 13,87%

3. HCC TOKIO MARINE 8.108.910,00 -0,15% 13,04%

4. AXA SEGUROS GENERALES 6.105.567,28 4,93% 9,82%

5. MAPFRE GLOBAL RISKS 5.193.811,96 -74,25% 8,35%

6. CESCE 5.179.677,07 -10,01% 8,33%

7. XL CATLIN 3.272.300,00 -49,05% 5,25%

8. ASEFA 2.886.021,41 -26,91% 4,64%

9. GENERALI SEGUROS 1.694.774,55 -33,43% 2,72%

10. ZURICH INSURANCE 1.431.060,57 -87,14% 2,30%

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Seguindo a mesma política dos anos anteriores, em 2017 MIC Insurance manterá sua política de qualidade e zelará para aumentar seus volumes de prémios existentes ao mesmo tempo que seguiremos buscando novas áreas geográficas para diversificar. Da mesma maneira, MIC Insurance fará isso enquanto ao mesmo tempo consolide os mercados desenvolvidos e na busca de novos produtos e grandes oportunidades de negócio que são exigidos pelos consumidores.

Nesse sentido, a expansão internacional contiua sendo um dos principais objetivos da empresa, tanto em novos países europeus como no resto do mundo. Para alcançar esses objetivos, a Empresa seguirá trabalhando unidamente com suas agências de subscrição e em busca de novos sócios potenciais que possam contribuir para o desenvolvimento e a diversificação da Empresa.

Para conseguir isso, MIC Insurance continuará fortalecendo suas relações com as resseguradoras que nos apoiaram durante muitos anos, enquanto que ao mesmo tempo, busquem-se novas resseguradoras para cooperação.

Outro objetivo central de MIC Insurance será manter seu índice de sinistralidade que proporcionou tão bons resultados nos últimos anos. Para ele, MIC Insurance está realizando grandes esforços para contratar as pessoas adequadas com grandes conhecimentos de negócios realizados em cada setor, para manter sua política conservadora riscos, enfocada na rentabilidade e satisfação de nossos corretores e agências de subscrição.

Por outra parte, a Companhia segue trabalhando para o pleno cumprimento de todos os requisitos estabelecidos por Solvência II. Em conclusão, para o ano 2017, tendo em conta a esperada recuperação económica e o crescimento nos diferentes países, a especialização e experiência em muitas linhas de negócio e a relação com novos sócios, significarão um novo crescimento da empresa, com a intenção de seguir crescendo como uma empresa confiável para todos seus sócios e clientes.

Desenvolvimentos futuros

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MIC Insurance Company Limited

Relatório Econômico 2016

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MIC - Millennium Insurance Company Limited

Informe Económico 2016

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Contas técnicas e não técnicas

CoNtas téCNiCas 2016 (€) 2015 (€)

Prémios Brutos Emitidos 74.332.203 72.287.021 Participação em Resseguro (12.456.076) (14.761.047)

Total 61.876.127 57.525.974

Mudança nas reservas para riscos em curso (18.740.496) (15.589.696)

Participação em Resseguro 195.709 1.709.334

Total (18.936.205) (13.880.362)

REndA TécnicA ToTAl 42.939.922 43.645.612

SiniSTRoS PAGoS (21.477.760) (20.038.880)

Participação em Resseguro 4.560.156 7.014.295

Total (16.917.604) (13.024.585)

Mundaça na reserva de sinistro (8.286.106) (11.786.919)

Participação Resseguro 1.808.341 3.031.307

Total (10.076.447) (8.755.612)

Sinistros e reservas netas de resseguro (26.994.051) (21.780.197)

Gastos operativos (13.001.002) (15.430.077)

ToTAl dE GASToS TécnicoS (39.995.053) (37.210.274) Balanço de conta técnica 2.944.869 6.435.338

CoNtas NÃo téCNiCas 2016 (€) 2015 (€)

Resultado da conta técnica 2.944.869 6.435.338

Renda por investimentos 82.583 306.421

Perdas por investimentos (274.458) (338.722) Gastos e custos de investimentos (16.180) (113.266) lucro em atividades antes da tributação 3.318.090 6.289.771 lucros em atividades ordinárias (295.655) (644.700) Ganhos totais desde o último exercício 3.022.435 5.645.071

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Balanço

ativo 2016 (€) 2015 (€)

inVESTiMEnToS 11.854.651 3.741.202

Solo e edifícios 423.087 434.850

Propriedades para alugar 7.437.500

-outros investimentos financeiros 3.944.064 3.306.352

PARTiciPAção dE RESSEGuRo nAS RESERVAS TécnicAS 20.350.526 22.354.576 Reserva do prémio não consumido 12.807.057 13.002.766

Sinistros pendentes 7.543.469 9.351.810

dEVEdoRES 39.615.464 44.247.044

devedores em operações de seguro - intermediários 27.509.987 22.868.839 devedores de operações de resseguro 4.674.357 5.501.316

outros devedores 4.123.929 9.912.225

Sub-rogações e recuperação 3.307.191 5.964.664

ouTRoS ATiVoS 50.945.998 31.555.161

dinheiro em banco e em caixa 50.945.998 31.555.161

PRé-PAGAMEnTo E PRoViSõES 16.514.163 12.690.944

custos de aquisição em parcelas 16.514.163 12.325.344

outras contas de regularização - 365.600

ToTAl ATiVo 139.280.802 114.584.927 Passivo 2016 (€) 2015 (€) cAPiTAl E RESERVAS 25.045.166 22.022.731 capital social 10.000.000 10.000.000 Resultado do período 15.045.166 12.022.731 PRoViSõES TécnicAS 104.803.622 80.522.493

Reserva de prémio não consumido 67.300.651 48.560.155

Sinistros pendentes 37.572.971 31.962.338

dEPóSiToS RETidoS doS RESSEGuRAdoRES 469.109 555.609

cREdoRES 8.097.782 10.654.748

credores procedentes de operações de exploração 834.847 4.574.132 credores procedentes de operações de resseguro 4.789.242 3.721.726 outros credores incluíndo impostos e segurança social 2.473.693 2.358.890 REndA PoR ATuAlizAçõES E dESPESAS diFERidAS 795.123 829.346

ToTAl PASSiVo 139.280.802 114.584.927

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MIC Insurance Company Limited

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Resultados e Dividendos

O benefício da Companhia para o exercício depois de impostos foi de 3.022.435 € (2015: 5.645.071 €). Não se decretarão dividendos no exercício, e o benefício retido de 5.645.071 € foi transferido para as reservas, crescendo a 25.045.166 € incluindo capital e reservas, sendo o objetivo alcançar durante este exercício os 30.000.000 €.

Margen de solvência

A margen de solvência reflete um maior grau de garantia e solidez ao conjunto de medidas que estabelecem a largo prazo o equilíbrio técnico e económico de MIC Insurance.

Em 2016, o conjunto de recursos próprios formado pelo patrimônio neto mais as reservas da companhia, reflete que MIC tem um ratio de Mínimo Capital Requerido de 393% e supera com solvência o nível ótimo de capital calculado na base aos novos critérios exigidos pela normativa de Solvência II (SCR).

2016 (€) 2015 (€) cASh Flow dE ATiVidAdES oPERATiVAS 27.256.345 14.375.833

impostos pagos (295.655) (96.673)

cASh Flow dE ATiVidAdES

oPERA-cionAiS AnTES dE FinAnciAMEnTo 26.960.690 14.279.160

diVidEndoS PAGAdoS A AccioniSTAS -

-cASh Flow nETo 26.960.690 14.279.160

Cash-Flow

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MIC Insurance Company Limited

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MIC - Millennium Insurance Company Limited

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1. Políticas de contabilidade

Esses estados financeiros foram sido preparados baixo ao critério do custo histórico, modificado por inversiones a valor razoável com mudanças nas perdas e ganhos. Os estados financeiros foram sido preparados de acordo com as políticas contábeis relacionados a continuação, a legislação aplicável e de acordo com as normas contábeis de Gibraltar.

A legislação aplicada na preparação desses estados financeiros inclui a Lei de Sociedades Anónimas, para serviços financeiros (companhías de seguros) e a Lei de Sociedades de Seguros (Contabilidade Directiva) Regulamento de 1997.

A Declaração de Práticas Recomendadas publicado pela Asociação de Seguradoras Británicas (“AB1 SORP”) de Contabilidade para Empresas de Seguros com data de dezembro de 2005, também foram aplicados na preparação desses estados financeiros.

1.1. prémios emitidos

Os prémios emitidos referem-se a negócios durante o ano, junto com as diferenças entre os prérmios correspondentes há anos anteriores e as estimações previamente acumuladas, e incluem os prémios ainda não exigidos ou comunicados para a sociedade menos uma provisão para os cancelamentos.

As apólices de seguro decenal que implicam uma série de edifícios como parte de um projeto de construção individual, freuqnetemente denominadas “Apólices de grupo” serão consideradas que ocorreram em risco quando os edifícios individuais dentro do projeto de construção for finalizado.

1.2. reaseguros

Os prémios cedidos aos reaseguradores contabilizam-se no mesmo período contábil.

1.3. prémios não consumidos

Prémios não consumidos representam a proporção dos prémios emitidos nos anos vigentes na data do balanço. Calcula-se sobre uma base prorrateada em tempo.

1.4. apólices pré-pagas de seguros

Os depósitos nas apólices de seguros que ainda não haviam entrado em risco contabilizam-se como ingresos diferidos.

As comissões de reaseguro e corretagem pré-paga que não haviam entrado ainda em risco contabilizam-se como gastos diferidos.

1.5. custos de aquisição

Os custos de aquisição incluem corretagem e serviço dos custos de aquisição da companhia de seguros ocorridos em contratos escritos durante o exercício. Estão distribuidos em um período equivalente a aquele em relação aos prémios obtidos no negócio subjacente. As apólices pré-pagas que ainda estão por entrar em risco seguem sendo responsáveis no pagamento comissões de corretagem em uma porcentagem base do prémio da apólice de pré-pago.

04. notas Dos

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Os gastos de aquisição deferidos representam a proporção dos custos de aquisição efetuados com motivo de prémios nas datas do balanço.

1.6. custos de transformação

Os custos de transformação se incluem dentro dos gastos operativos netos e compreendem os gastos por serviços da empresa sobre contratos de seguros celebrados durante o exercício.

Este cargo inclui gastos de gestão de sinistros e está distribuido em um período equivalente aquele sobre o que os prémios de negócios subjacentes.

Os custos deferidos de processamento representam a proporção dos custos de processamento ocorridos em relação à prémios obtidos na data do balanço.

1.7. impostos

Impostos a pagar às autoridades espanholas pelo sistema de compensação de seguro e os desastres naturais são reconhecidos em despesas operacionais netas.

1.8. sinistros ocorridos

A sinistralidade representa pagamentos de sinistros ajustados pelo movimento no passivo de créditos não pagos, rede de resgate e recuperação de cobrança. As cobranças de reaseguro se contabilizam no mesmo período contábil como as pretensões da empresa relacionadas ao ser reasegurado.

A responsabilidade de sinistros mede-se como o valor dos pagamentos futuros esperados sobre os créditos ocorridos na data do relatório. Os pagamentos futuros esperados incluen aqueles em relação com os sinistros declarados, mas ainda não pagos ou não pagos em sua totalidade e sinistros ocorridos, mas não comunicados (IBNR) e as reclamações diretas e indiretas.

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1.9. cobrança de reaseguros

As cobranças de reaseguro em matéria de sinistros ocorridos, mas não comunicados, supõe-se que são consistentes com o padrão histórico de estas cobranças, ajustadas para refletir as mudanças na natureza e o alcance da empresa. Faz-se também uma avaliação da recuperabilidade das cobranças de reaseguro a respeito aos dados de mercado e sobre a solidez financeira de cada uma das reaseguradoras. A participação dos reaseguradores em sinistros ocorridos é recolhida na conta de perdas e ganhos e reflete o importe recebido ou a receber de reaseguradores em relação a esses sinistros ocorridos durante o período. Passivos de reaseguros são principalmente os prémios a pagar de contratos de resseguro e são reconhecidos na conta de lucros e perdas “Prémios de reaseguro” no seu vencimento.

1.10. cobranças

Alguns contratos de seguro permitem que a companhia venda os bens adquiridos na resolução de uma ação judicial. A empresa também pode ter o direito de ir a terceiros para o pagamento de alguns ou todos os custos (por exemplo, sub-rogação). As cobranças são incluidos em outros ativos. Para a cobrança, os montantes reconhecidos éa quantidade que pode ser razoávelmente recuperada com a venda da propiedade. Para reembolsos de sub-rogação, o montante reconhecido é o que pode ser recuperado da ação contra o terceiro responsável.

1.11. participação de benefícios de contratos

de reaseguro

Em alguns contratos de reaseguro subscritos pela empresa, ela terá direito a uma comissão em função do resultado global obtido na línha de negócio que cubra o contrato de reaseguro em particular. Tendo em conta que o resultado global gerado pela sociedade está sobmetido a incerteza, ja que todos os dados dos sinistros não se conhecem até períodos posteriores, talvez para a empresa possa ser custoso estimar uma escala e a comissão.

1.12. Fiscalização e impostos deferidos

A previsão de fundos aplica-se a taxa do imposto sobre sociedades a pagar no resultado do exercício, ajustado pelo efeito fiscal. Os capitais espanhóis são impostos nos ganhos realizados sobre os investimentos.

O imposto deferido se reconhece em relação a todas as diferenças temporárias que se originaram, mas que não se investem na data do balanço. As diferenças temporárias são as diferenças entre os benefícios imponibles e os resultados como se indicam nos estados financeiros que se derivam da inclusão das perdas e ganhos.

O imposto deferido mede-se sobre uma base sem desconto, utilizando as taxas de impostos que se espera aplicar no período e as leis que foram sido aprovadas na data do balanço.

1.13. impostos sobre os prémios e cotações

Os impostos sobre os prémios de seguros (IPS, Clea e Consórcio) calculam-se mediante uma porcentagem sobre os prémios.

Os prémios emitidos são reconhecidos como neto de impostos, enquanto as taxas são reconhecidas como um custo direto de seguros dentro dos gastos operacionais.

1.14. créditos por vendas

Os créditos por vendas são reconhecidos inicialmente a um valor razoável e posteriormente se valorizam por seu custo amortizado de acordo com o método de juros efetivo, menos a provisão por prejuízo. Estabelece-se quando existe evidência objetiva de que a empresa não será capaz de cobrar toda a quantidade, de acordo com os termos originais das contas a cobrar.

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1.15. instrumentos financeiros

A Companhia classifica seus ativos financeiros nas siguintes categorías:

Empréstimos e recebíveis:

Investimentos com valor razoável a mudanças em perdas e ganhos. A administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. São ativos financeiros não derivados com pagamentos fixos ou determináveis que não estejam cotados em um mercado ativo. Os empréstimos da empresa e as contas a cobrar compreendem os devedores e dinheiro em bancos no balanço geral.

Investimentos a valor razoável com mudanças nas perdas e ganhos:

São ativos financeiros que se adquirem, principalmente, com o propósito de vendê- los a curto prazo e registram-se dentro de “outros investimentos financeiros” no balanço.

1.16. reconhecimento e medição

As compras e vendas de ativos financeiros se reconhecem na data de negociação, a data em que a empresa compromete-se a adquirir ou vender o ativo. Os investimentos se reconhecem inicialmente por seu valor razoável, mais custos de transação. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa do investimento tenham vencido ou tenham sido transferidos e que a empresa tenha transferido substancialmente todos os riscos e benefícios da propriedade.

Os investimentos a valor razoável registram-se por preço de oferta. Receitas de dividendos de ativos financeiros recebidos são reconhecidas na demonstração do resultado como parte de outras receitas, quando é estabelecido o direito da empresa para receber o pagamento.

Os valores de mercado dos investimentos que cotam se baseiam em preços de compra correntes. Esses incluem o uso de transações recentes, a referência a outros instrumentos que são substancialmente similares, análises de fluxos de dinheiro descontados, e modelos de preços.

1.17. Degradação no valor de ativos

Os ativos financeiros

A companhia avalia em cada data de balanço se existe evidência objetiva de que um ativo financeiro se veja prejudicado. Um ativo financeiro está degradado somente se existe uma evidência objetiva de uma degradação como resultado de um ou mais eventos que houvessem ocorrido depois do reconhecimento inicial do ativo (um “evento de perda”) e que o evento de perda (ou eventos) tem um impacto sobre os fluxos de dinheiro estimados do activo financeiro que se pode estimar de forma confiável. A evidência objetiva de que um ativo financeiro está degradado inclui dados observáveis que vem a atenção da empresa sobre os siguintes eventos:

(i) dificuldades financeiras significativas do emissor ou devedor;

(ii) um incumprimento de contrato, tais como falta de pagamentos ou atrasos nos pagamentos;

(iii) torna-se provável que o emissor ou devedor declarar falência ou reorganização financeira;

(iv) o desaparecimento de um mercado ativo para o ativo financeiro;

(v) dados observáveis indicando uma diminuição mensurável nos fluxos de caixa futuros estimados de ativos financeiros.

Se existe evidência objetiva de que a perda por degradação ocorreu-se em oficios e outras contas a cobrar, o montante da perda mede-se como a diferença entre o valor do ativo e o presente valor da estimação dos fluxos de dinheiro futuros (excluindo as perdas em créditos futuros nas que se haja ocorrido) descontadas a do ativo financeiro e sua taxa de juros efetiva original. O valor do ativo se reduz e o montante da perda se reconhece na conta de resultados do exercício.

Se em um período posterior, o montante da perda por degradação diminui e a diminuição pode estar relacionada objetivamente com um evento ocorrido depois do reconhecimento da degradação (como melhor qualificação de crédito), a perda por degradação reconhecida previamente reverte-se, e o montante da reversão se reconhece na conta de resultados do exercício.

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Ativos não financeiros

Os ativos que tem uma vida útil indefinida não estão sujeitos a amortização e submetem-se anualmente a testes de degradação. Os ativos sujeitos a amortização se revisam quando os eventos ou mudanças nas circunstâncias indiquem que o valor contábil não pode ser recuperável. Uma perda por degradaçao se reconhece se a quantia do valor contável do ativo sobre seu importe é recuperável. O importe recuperável é o maior entre o valor razoável do ativo menos os de venda e seu valor em uso. Para efeitos de avaliação de degradação, os ativos agrupam-se ao nível mais baixo que existe separadamente.

Qualquer degradação se reconhece na conta de perdas e ganhos no exercício em que se produz o sinistro. Se um evento externo resulta em uma reversão da perda por degradação, a reversão se reconhece na utilidade e na conta de perdas e ganhos, incrementando o valor contável do ativo no exercício em que se produziu.

A quantia do ativo somente se incrementará com a quantidade que teria a original se não houvesse ocorrido à degradação.

1.18. retorno de investimentos

O retorno de investimentos compreende todos os depósitos por investimentos, as perdas e ganhos de investimentos e movimentos nos ganhos e perdas netas não realizadas dos gastos de investimento, acréscimos e juros.

Os dividendos registram-se na data em que as ações se cotizam sem dividendos e incluem os créditos fiscais tachados. Os gastos por juros se contabilizam em acréscimos.

As perdas e ganhos por investimentos com valor de mercado calculam-se como a diferênça entre o produto das vendas netas e o preço de compra. O movimento das perdas e ganhos não realizados dos investimentos representa a diferença entre a avaliação na data do balanço e seu valor de aquisição ou, se foram sido previamente avaliadas, sua avaliação na data do balanço anterior, juntamente com o investimento de perdas e ganhos não reconhecidos nos exercícios anteriores no que diz respeito às alienações de investimentos no período atual.

O retorno de investimentos registra-se na conta não técnica. .

1.19. ativos fixos

O custo dos ativos fixos é seu preço de aquisição, junto com os gastos complementares de aquisição.

A diminuição se calcula para amortizar o custo dos activos fixos tangíveis, menos seu valor estimado residual, sobre uma base linear durante as vida útil económicas esperadas dos ativos correspondentes. As principais tasas anuaies usadas para este propósito são:

Para construções: 47 anos (durante o prazo do contrato de arrendamento)

Equipamentos de informática: 4 anos

(24)

1.20. arrendamentos operativos

O aluguel a pagar em locações operacionais é debitado na conta de resultados quando ocorridos no contrato de arrendamento em longo prazo.

1.21. conversão de moeda estrangeira

Todos os ativos e passivos em moeda estrangeira convertem-se em euros segundo o tipo de cambio vigente na data do balanço. Transações em moeda estrangeira são convertidas em euros à data da transação ou a taxa média para o período, desde que não haja flutuações significativas na taxa de câmbio durante esse tempo. As diferenças resultantes dessa troca são tratadas através da conta de lucros e perdas.

1.22. Dinheiro em bancos e em caixa

Dinheiro em banco e em caixa inclui o valor em caixa e os saldos bancários disponíveis.

1.23. outros investimentos financeiros

Outros investimentos financeiros incluem todos os saldos de depósitos em bancos que exigem notificação de mais de 24 horas antes da retirada de investimentos em dinheiro e ações.

1.24. credores comerciais

Os credores comerciais são reconhecidos inicialmente com seu valor justo e posteriormente valorizam-se por seu custo amortizado de acordo com o método efetivo de interresse.

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prestação de sinistros e recuperações

O custo estimado dos sinistros inclui os gastos em que serão incorridas na resolução de desses sinistros e uma dedução para o valor esperado de recuperação. A empresa toma todas as medidas razoáveis para garantir de que você tenha informação adequada sobre os riscos de sinistro. No entanto, dada à incerteza de determinar esses valores, é provável que o resultado final resulte ser diferente do passivo original estabelecido.

A estimação dos sinistros ocorridos, mas não comunicados (“IBNR”) estão geralmente sujeitos a um maior grau de incerteza ja que a sociedade, não tem mais informação sobre o evento geralmente disponível. Os IBNR não podem ser frequentemente evidentes para a seguradora até muitos anos após o fato, dando origem à reclamação realizada. Áreas de negócio onde a proporção da reserva total de IBNR é elevada tendem a mostrar maiores variações entre as estimativas iniciais e os resultados finais, devido à maior dificuldade de estimar reservas. Os tipos de negócio onde os créditos são normalmente relatados de forma relativamente rápida após o sinistro tendem a mostrar níveis mais baixos de volatilidade. Ao calcular o custo estimado de sinistros a empresa utiliza uma variedade de técnicas de estimativa. Geralmente com base em análises estatísticas de experiência histórica, o que significa que o padrão de desenvolvimento desses direitos deve ser consistente com a experiência passada. As contas da Companhia foram ajustadas para que os sinistros pendentes estejam em consonância com a estimação recomendada pelo departamento atuarial de um perito independente contratado por MIC Insurance.

recuperações

Para as recuperações, o valor reconhecido é a quantidade que pode ser recuperado a partir da disposição da propiedade. Para reembolsos de sub-rogação, o valor reconhecido é a quantidade que pode ser recuperada da ação contra o terceiro responsável. Tendo em conta que esses se relacionavam com eventos incertos, os diretores basearam-se no valor fixado de uma estimativa prudente do total de recuperações que estão sendo tratados pela Compañía. A Companhia procura obter a informação financeira mais recente das empresas que predizem recuperações e conta com uma equipa jurídica e de subscrição para considerar a probabilidade de sucesso em ensaios e o resultado provável de execução da cobrança antes de decidir a quantidade que se deve incluir no balanço financeiro. Dada esta incerteza, os diretores têm adotado uma abordagem prudente para o reconhecimento de recuperações e esperam que, eventualmente, os montantes recebidos excederão o valor reconhecido.

(26)

3. Gestão de riscos

RisCo dE MERCado 2016 (€) 2015 (€)

Ativo financeiro com taxa de juros fixa 72.831 45.400 Ativos financeiros com taxa de juros variável 50.945.998 31.551.161

ToTAl 51.018.829 31.596.561 2016 (€) 2015 (€) AA o A 12.217.826 14.853.126 BBB - -12.217.826 14.853.126 RisCo dE CRédito 2016 (€) 2015 (€)

depósitos em instituições financeiras 72.831 45.400 créditos por operações de seguro direto 27.509.987 22.868.839 Empréstimos e contas a cobrar 4.072.535 9.912.225 Ativos derivados dos contratos de resseguro 12.217.826 14.853.126

Efetivo 50.945.998 31.551.161

outros devedores -

-Sub-rogação e cobranças 3.307.191 5.964.664 ToTAl dE ATiVoS coM RiSco dE cRédiTo 98.126.368 85.195.415

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(27)

(a)

risco de mercado

Fluxo de caixa e valor razoável de risco do tipo de juros

Risco de taxa de fluxo de caixa é o risco de que o fluxo de caixa futuro de um instrumento financeiro venha a flutuar devido a alterações nas taxas de juros de mercado. O valor justo do risco de taxa de juros é o risco de que o valor de um instrumento financeiro venha a flutuar devido a alterações nas taxas de juros de mercado. A Compañía não tem qualquer passivo significativo. O risco do tipo de taxa de juros decorre principalmente de investimentos em valores de renda fixa e empréstimos, títulos de dívida do tipo variável e depósitos de curto prazo com instituições financeiras.

Risco de preço das ações

A Companhia está exposta a valores de renda variável de risco como consequência de sua participação em inversões em ações, classificadas como ativos financeiros a valor razoável com mudanças em resultados. A Companhia está exposta ao risco de capital variável de risco como resultado de sua participação em investimentos de ações, classificadas como activos financeiros ao justo valor através de resultados. A exposição de empresas individuais e as ações do capital como um todo são monitoradas a fim de assegurar o cumprimento dos limites regulamentares aplicáveis para efeitos de solvência. As acções de empresas cotadas representam 100% (2015:100%) total de investimentos de capital com valor razoável. Se os índices de mercado de ações variáveis aumentaram/diminuiram em 5%, com todas as outras variáveis constantes, e todos os investimentos de capital da Companhia em movimento segundo a correlação histórica com o índice, o resultado do exercício podería aumentar/diminuir para 181.781€ (2015: 163.048€).

(b)

risco de crédito

O risco de crédito é o risco de que uma parte é incapaz de pagar integralmente os montantes devidos na data de seu vencimento. As áreas chave nas que a empresa está exposta ao risco de crédito são:

• Resseguradores e suas obrigações.

• As quantidades devidas pelos reaseguradores em relação a sinistros ja pagos.

• As quantidades devidas pelos titulares dos contratos de seguros.

• As quantidades devidas pelas agências.

• As quantidades devidas por outras partes e instituições financeiras. A Companhia gestiona os níveis de risco de crédito mediante a difusão de sua exposição a uma ampla gama de contrapartes. O resseguro é utilizado para gestionar o risco de seguro.

A solvência das contrapartes e resseguradores podem ser consideradas na revisão das qualificações de crédito proporcionada pelas agências de qualificação e outra informação financeira a disposição do público. Os depósitos das resseguradoras também são realizados como garantia. MIC Insurance apoia sua gestão seguradora graças a acordos com resseguradores de primeira ordem e qualificação de riscos de pelo menos A. Além de resseguradoras internacionais apoiadas por acordos com alguns dos mais prestigiados sindicatos Lloyds é reforçada.

(28)

4. Relatório por ramos

2016 Prémios brutosemitidos (€) consumidos (€)Prémios brutos sinistros brutosocorridos (€) Gastos operativosbrutos (€)

Responsabilidade civil 38.378.261 23.582.015 13.793.360 6.081.612 Multi-riscos 12.319.784 8.695.148 6.392.493 3.349.407 caução 17.384.530 6.784.484 4.753.617 2.500.567 Acidentes 6.067.927 3.848.721 4.804.673 1.022.647 defesa Jurídica 109.587 61.076 (12.364) 38.778 Vários 63.114 22.478 14.086 7.991 ToTAl 74.332.203 42.939.922 29.745.865 13.001.002 2015 Responsabilidade civil 41.246.147 25.637.634 10.598.099 9.702.723 Multi-riscos 11.008.975 13.309.480 11.185.322 3.125.515 caução 19.555.991 17.123.488 8.829.743 2.166.768 Acidentes 586.239 597.263 1.212.635 (128.480) defesa Jurídica (110.331) 29.459 - 131.057 ToTAl 72.287.021 56.697.325 31.825.799 14.997.583

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5. Prémios brutos subscritos

(netos de impostos)

6. Gastos operativos

2016 Lordo (€)

Prémios subscritos 74.332.203

Prémios não consumidos acumulados (67.300.651) Prémios não consumidos de anos anteriores 48.560.155 Mundaça nas reservas para riscos em curso

na conta técnica (18.740.496)

Prémio consumido 55.591.707

2015 Bruta (€)

Prémios subscritos 72.287.021

Prémios não consumidos acumulados (48.560.155) Prémios não consumidos de anos anteriores 32.970.459 Mundaça nas reservas para riscos em curso

na conta técnica 15.589.696

Prémio consumido 56.697.325

2016 (€)

custos de aquisição 18.185.973

Gastos nos custos de aquisição deferidos (4.188.819)

Gastos administrativos 2.597.532

comissão de resseguros e participação em

benefício (3.593.684)

13.001.002

2015 (€)

custos de aquisição 18.293.766

Gastos nos custos de aquisição deferidos (3.074.534)

Gastos administrativos 4.078.795

comissão de resseguros e participação em

benefício (3.867.950)

15.430.077

7. Fundos próprios

O Capital social da Companhia subscrito e desembolsado é de 10.000.000€ representado em 10.000.000 de ações de 1 € de valor por cada ação.

8. Carteira de investimentos

(i) Movimento em dinheiro, carteira de investimentos e financiamento 2016 (€) 2015 (€) capital subscrito e desembolsado 10.000.000 10.000.000

Reservas 15.045.166 12.022.731 Fundos próprios 25.045.166 22.022.731 do dia 1 de janeiro de 2016 (€) até o día 31 de dezembro de 2016 (€) dinheiro no banco e em caixa 31.551.161 50.945.998 depósitos com instituições de crédito 45.400 72.831

outros investimentos 3.260.952 3.994.064

Propriedades para aluguel - 7.448.254

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MIC - Millennium Insurance Company Limited

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Referências

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