Guia Dielétrico Planar (Slab Waveguide)
Cláudio Kitano Julho - 2017
Tipos de guias planares (ou 2-D)
y y y y y xReflexão interna total
laser
(2) (1) reflexão total raio refletido campo evanescenteFig. 2.2
Campo TE (H.A. Haus, Waves and Fields in Optoelectronics, Prentice-Hall 1984)
y
y
Conformação de campo elétrico em guia slab
Modos TE1 e TE2 (H.A. Haus, Waves and Fields in Optoelectronics, Prentice-Hall 1984)
Fig. 2.7. Optical mode patterns in a planar waveguide, a) TE0, b) TE1, and c) TE2. In the planar
guide, light is unconfined in the y direction, and is limited, as shown in the photos, only by the
extent of spreading of the input laser beam.
Modos guiados: TE0 TE1 e TE2
.
(a)
(b)
(c)
substrate radiation mode radiation mode guided modes forbidden mode solução exponencial nas 3 regiões Ângulo de incidência = 90º− θ = θi
θi> θc→ reflexão interna total
Curvas de dispersão: n
effversus d/
λ (usando teoria do curso):
0 5 -6 -4 -2 0 2 4 6x 10 -6 TE0 y [m] -5 0 5 -6 -4 -2 0 2 4 6x 10 -6 TE1 -2 0 2 -6 -4 -2 0 2 4 6x 10 -6 TE2 -2 0 2 -6 -4 -2 0 2 4 6x 10 -6 TE3Guia Assimétrico (usando teoria do curso):
Guia Simétrico (usando teoria do curso):
-2 0 2 -6 -4 -2 0 2 4 6x 10 -6 TE3 -2 0 2 -6 -4 -2 0 2 4 6x 10 -6 TE2 -5 0 5 -6 -4 -2 0 2 4 6x 10 -6 TE1 0 5 -6 -4 -2 0 2 4 6x 10 -6 TE0 y [m]Modos TE (teoria do Kitazawa et al.):
Equação de dispersão normalizada:
.... V-number
... b-number
Modos TE:
Modos TM (teoria do Kitazawa et al.):
Equação de dispersão normalizada:
.... V-number
... b-number
Gooth-Hanchen shifts: shifts laterais devido às reflexões internas
y=0
y=
−d
exp(−
γ
2y)
exp(
γ
3y)
Caudas
evanescentes
γ
2=
γ
cγ
3=
γ
sO modo guiado penetra 1/
γ
se 1/
γ
cno substrato e cobertura, respectivamente, devido às caudas
evanescentes geradas pela reflexão interna total.
Em termos de raios, a luz está confinada numa espessura efetiva T
eff> d.
A luz sofre shifts laterais 2Z
ce 2Z
snas interfaces y=0 e y=
−d, respectivamente.
penetration depth
Grades passivas:
acoplamento de topo (butt) pela borda do guia acopla luz do espaço livre ao guia
acopla 2 guias com diferentes β's e fibra com guia
difrata feixes/
muda direção de propagação
reflete totalmente o feixe acopla guias de diferentes modos seleção/fitragem de comprimentos de ondas
conversão de frente de onda: lente acoplador focalisador
Acoplamento de luz no guia slab:
1) Acoplamento por prisma
A Rutile coupling prism is pressed onto the waveguide. A laser beam is then coupled into the prism so that total reflection occurs inside the prism at the interface to the waveguide. In the vicinity of the waveguide the overlapping incident and reflected beam generate a standing wave. The evanescent field of that standing wave penetrates into the waveguide.
Acoplamento de luz no guia slab:
1) Acoplamento por prisma
Under a certain angle and if the phase match conditions are fulfilled, the evanescent field stimulates a mode that is guided by the waveguide. The phase match condition can only be achieved when the refractive index of the prism is at least as high as the effective refractive index of the waveguide. Owing to its high refractive index, Rutile is an ideal material for use as a coupling prism in such a prism-coupler waveguide attenuation measurement setup.
guia + prisma lente
objetiva
Acoplamento de luz no guia slab:
1) Acoplamento por prisma
feixe incidente feixe emergente modo guiado prisma de rutila guia slab estágios de translação e rotação
Acoplamento de luz no guia slab:
Acoplamento/desacoplamento por prisma
Aplicações do guia slab:
1) Modulador eletroóptico de fase óptica em LiNbO
32) Modulador / Chave magnetoóptica (efeito Faraday em YIG*)
Rotação da polarização: conversão de modo TM em TE (usados em isoladores ou
circuladores ópticos)
*Obs: YIG – Yttrium Iron Garnet (Granada de Ítrio e Ferro)
Garnets are nesosilicates having the general formula X3Y2(Si O4)3, X = (Ca, Mg, Fe, Mn)2+, Y=(Al, Fe, Cr)3+
Adendo:
transdutores interdigitais (IDT)
Modulação acústico-óptica em substrato piezoelétrico (LiNbO
3)
Usando acoplamento e desacoplamento de luz por prisma:
Deflexão/modulação acústico-óptica em substrato não-piezoelétrico
Deflexão/modulação acústico-óptica em substrato não-piezoelétrico
b) Acoplamento e desacoplamento de luz por ITD colado ao substrato:
Adendo:
Redes de Bragg deslocadas
em ângulo do eixo do feixe
óptico: defletores seletivos
em comprimento de onda
Adendo:
lente de Lunenburg
Adendo:
lentes geodésicas em guia slab:
Analisador de espectros com lente de Fresnel
6) Convolutor/Correlator via efeito acústico-óptico
e integração espacial
As duas células de Bragg têm SAW’s propagando-se em direções opostas.
Duas ondas de RF na frequência portadora Ωcmodulam essas células com sinais S1(t) e S2(t).
Sejam x: coordenada / v: velocidade da SAW.
As grades moduladas por S1 (t−x/v) e S2 (t+x/v) são produzidas nas células Bragg pelas SAW caminhantes.
A onda óptica difratada sucessivamente pelas grades tem modulação proporcional ao produto das dessas modulações. Sejam D: comprimento de propagação da SAW, T=D/v: tempo de interação.
A onda difratada é focalizada por uma lente e produz uma intensidade focal proporcional a:
A convolução entre e é obtida como um sinal em serial no tempo num fotodetector posicionado no foco.
a) Convolutor:
,
τ =
t
−
x/v
b) Correlator:
A correlação por integração espacial emprega a mesma configuração.
Um sinal Si(t) é alimentado por S1(t), e, um sinal de referência Sr(t) é invertido no tempo por um circuito eletrônico, e então, alimentado por S2(t).
Então, a equação anterior Sconv(t) , é rescrita para S1(t) = Si(t) e S2(t)=Sr(t)
como:
_______________________________________________________________________________________________________________________________________
Note-se que a onda no plano focal da lente inclui componentes além (adicionais) das citadas acima. Um filtro espacial é inserido no plano focal para cortar as ondas em diferentes direções de propagação.
A onda não-difratada se sobrepõe com a onda de sinal sucessivamente difratada no foco, mas as frequências ópticas são ω0e ω0−2Ωc, para a primeira e segunda, respectivamente.