DOCUMENTO DO EAP 2017
Movimento Pólen
“Eis minha mãe e meus irmãos! Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mc 3, 34-35)
Fevereiro 2017
DOCUMENTO DO EAP 2017
Movimento Pólen
Documento do Encontro de Avaliação e Planejamento (EAP), apresentado ao Movimento Pólen. Baseado nas plenárias realizadas neste encontro, elaborado por Mariana Martins, secretária do ano do qual ocorreu este encontro.
Fevereiro 2017
1. APRESENTAÇÃO
O Encontro de Avaliação e Planejamento (EAP) de 2017, do Movimento Pólen, realizou-se na Casa de Retiros Caminho de Nazaré, na Enseada do Brito, Palhoça, nos dias 03, 04 e 05 de fevereiro.
Para que esta edição do EAP pudesse ser realizada, foram necessárias 2 (duas) reuniões de preparação, contando com a participação dos membros da Coordenação de 2016 e 2017, salvo o vice coordenador.
O EAP faz-se necessário por que é nele que se faz a avaliação dos anos anteriores, neste, em particular, o ano de 2016 e o planejamento do ano seguinte (2017). Ademais destes o EAP também é um encontro de espiritualidade, integração, animação, reflexão e oração; além do tema do mesmo que será apresentado posteriormente neste documento.
Participaram deste encontro, os membros do Conselho Geral do Movimento Pólen 2016 e 2017, sendo estes: a coordenação do Movimento, os coordenadores de Equipe, a Assessoria, os Casais animadores da espiritualidade e os representantes de Comunidade.
Sumário
1. APRESENTAÇÃO ... 3
2. PREPARAÇÃO ... 7
2.1 Primeira Reunião de Preparação ... 7
2.2 Segunda Reunião de Preparação ... 7
3. LISTA DE PRESENÇA... 9
4 AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES ... 11
4.1 Dia de Lazer ... 11 4.2 Gincana Pólen ... 11 4.3 Festa Junina ... 12 4.4 Festival de Talentos ... 12 4.5 Bingo Pólen ... 12 4.6 Natal Pólen ... 13 4.7 Feijoada Pólen ... 13 4.8 Aniversário Pólen ... 13
5 AVALIAÇÃO DA COMUNIDADE CENTRAL ... 15
6 REPRESENTATIVIDADE DO MOVIMENTO PÓLEN NO CPP E NO SETOR DA JUVENTUDE ... 16
7 PLENÁRIO COMUNIDADE DE ESPIRITUAIS E EQUIPE DE ASSESSORIA ... 17
8 PLENÁRIO ETAPAS E RETIROS ... 18
8.1 Primeira Parte ... 18
8.1.1 Etapa de Casais... 18
8.1.2 Etapa de Renovação... 18
8.1.3 Etapa de Opção ... 19
8.2 Segunda Parte (começou com atraso) ... 19
8.2.1 Etapa de Aprofundamento ... 19
8.2.2 Etapa de Básico ... 20
9. PLENÁRIO ESPAÇO MEDIA DO MOVIMENTO ... 22
9.1 Site ... 22
9.2 Grupo do Facebook ... 23
9.3 Fanpage ... 23
10. PLENÁRIO DAS EQUIPES ... 24
10.1 Equipe de Canto ... 24
10.2 Equipe de Liturgia ... 24
10.3 Equipe de Acolhida ... 24
10.5 Equipe de Encenação ... 25
10.6 Equipe de Formação ... 25
10.7 Equipe de Assessoria ... 26
11. PLENÁRIO DOS APOSTOLADOS E RETIRO DE ADICTOS... 27
11.1 Rapunzel doe seu cabelo ... 27
11.2 Missa no Asilo Irmão Joaquim ... 27
11.3 As fuxiqueiras ... 27
11.4 Casa Lar ... 28
11.5 Adictos ... 28
12. ESCOLHA DOS COORDENADORES DO RETIRO DE OPÇÃO... 29
13. LEMA DO EAP ... 30 14. ANEXOS ... 31 14.1 Anexo 1 ... 31 Sexta-feira 03/02/2017 ... 31 Sábado 04/02/2017 ... 31 Domingo 05/02/2017 ... 32 14.2 Anexo 2 ... 33 14.3 Anexo 3 ... 38 14.4 Anexo 4 ... 42
Senhor, faz de nosso lar um ninho do Teu amor. Que não haja amargura, porque Tu nos abençoas. Que não haja egoísmo, porque Tu nos animas. Que não haja rancor, porque Tu nos perdoas. Que não haja abandono, porque; Tu estás conosco. Que saibamos caminhar para Ti em nossa rotina diária. Que cada manhã seja o início de mais um dia de entrega e sacrifício. Que cada noite nos encontre ainda mais unidos no amor. Faz, Senhor, da nossa vida, que quiseste unir, uma página cheia de Ti. Que nos esforcemos no consolo mútuo. Que façamos do amor um motivo para amar-Te mais. Que possamos dar o melhor de nós mesmos para sermos felizes no lar. Que, ao amanhecer o grande dia de ir ao Teu encontro, nos concedas estarmos unidos para sempre a Ti. Amém ... 47
14.5 Anexo 5 ... 48 14. 6 Anexo 6 ... 51 14.7 Anexo 7 ... 54 14.8 Anexo8 ... 57 14.9 Anexo 9 ... 59 14.10 Anexo 10 ... 60 14.11 Anexo 11 ... 61 14.12 Anexo 12 ... 63 14.13 Anexo 13 ... 65 14.14 Anexo 14 ... 66
14.15 Anexo 15 ... 67 14.16 Anexo 16 ... 69 14.17 Anexo 17 ... 70 14.18 Anexo 18 ... 71 14.19 Anexo 19 ... 72 14.20 Anexo 20 ... 73 14.21 Anexo 21 ... 75 14.22 Anexo 22 ... 78 14.22 Anexo 22 ... 88 14.24 Anexo 24 ... 89 14.25 Anexo 25 ... 90 14. 26 Anexo 26 ... 92 14.27Anexo 27 ... 93 14.28 Anexo 28 ... 93
2. PREPARAÇÃO
Para a realização deste EAP, foram necessitadas 2 (duas) reuniões de preparação, esta contando com os membros da coordenação e assessoria dos anos de 2016 e 2017.
2.1 Primeira Reunião de Preparação Data: 12/12/2016
Oração Inicial;
Meditação (com Pe. Pedro) Jo 1, 1-18
Tema do EAP: Exortação Apostólica Pós-Sinodal “Amoris laetitia”: sobre o amor na família.
2.2 Segunda Reunião de Preparação Data: 27/12/2016
Oração Inicial;
Meditação (com Pe. Pedro) Mt 7; 24-25
Palavra de Vida JAN/FEV Alterações no Cronograma do EAP
Sexta-feira
- Permanece inalterada Sábado
- Propostas:
1. Somente Plenário das Etapas (com exceção, os Retiros) (aceita) 2. Inversão da ordem de plenário no EAP (aceita)
3. Retirar o Trab. em grupo com o tema do EAP (negada) Domingo
Disposição dos momentos no EAP (estando presentes as orações e introdução do EAP)
Sexta-feira
Introdução – Coordenador 2016 e Coordenadora 2017 (Victor e Heloísa) Oração da Noite -Jesus ao encontro das famílias- Casal Assessor 2017
(Graziella e Rodrigo) Sábado
Oração da Manhã -1ª parte do Cap. 4, livro Amoris Laetitia- Secretárias 2016 e Secretária 2017 (Jéssica S. e Mariana Martins)
Oração da Noite -Adoração ao Santíssimo- Vice Coordenador 2017 e Diretor Espiritual 2017 (João Victor Doneda e Pe. Pedro)
Domingo
Oração da Manhã -2ª parte do Cap. 4, livro Amoris Laetitia- Casal Assessor 2016 (Patrícia e Eduardo Mangrich)
3. LISTA DE PRESENÇA
Nome Etapa/Representatividade
1. Jéssica Schweitzer Renovação/Secretária 2016
2. Mariana Martins Renovação/Secretária 2017
3. Izabel C. B. Eastman Casais/ Família Cristã- Espirituais 4. Matias Boeing Eastman Renovação/ Eq. De Encenação 2017 5. Fernanda Martendal Renovação/ Síntese 2016
6. Bianca Breger Alves Aprofundamento/ Cristo Encarnado 7. Renata Costa Heichsen Renovação/ Eq. De Formação 2017 8. Aline Vitória do Nascimento Renovação/ Eq. De Acolhida 2017 9. Lucas Francisco Gonzaga Aprofundamento/ Eq. De Canto 2016 10. João Daniel Fernandes Martins Renovação/ Chama do Espírito 11. Jurandi Antônio da Silva Opção/ Corpus Christi
12. Larissa Colombo Renovação/ Eq. De Acolhida 2016 13. Juliana Luiz Butzge Renovação/Ubuntu
14. Beatriz Brandini Elias Básico/ Bem-aventurados
15. Sandra L. Cravo Gaboardi Casais/Família Cristã- Espirituais/Básico 16. Genoir Gaboardi Casais/Família Cristã- Espirituais/Básico 17. Ricardo Pereira e Silva Casais/ Espirituais/Assessoria 2016 e 2017 18. Valdirene Mattos e Silva Casais/ Espirituais
19. Victória Duarte E. dos Santos Renovação/ Sal e Luz 20. Graziella Rodrigues Medeiros
Vieira
Casais/Divina Luz- Casal Assessor 2017
21. Rodrigo Guedes Vieira Casais/Divina Luz- Casal Assessor 2017 22. Eduardo Antônio Mangrich Casais/Mãe Peregrina- Casal Assessor 2016 23. Patrícia de Souza Mangrich Casais/Mãe Peregrina- Casal Assessor 2016 24. Luis Ricardo Pires Básico/Discípulos de Maria
25. Amanda Regina Toldo Aprofundamento/Cristo Crucificado- Eq. De Liturgia 2017
26. Iryni Mariah Helário Meintanis Renovação/Perseverantes em Cristo 27. Carolina Xavier de Andrade Pinto Renovação/ Eq. De Canto 2017 28. Matheus G. S. Lima Renovação/ Eq. De Encenação 2016-
Assessoria 2017
29. Gabriel Xavier de Andrade Pinto Renovação/ Eq. De Síntese 2017 30. Alice Parisi Freitas Renovação/ Assessoria 2016 e 2017 31. Julio Cesar da Rocha de Castro Casais/Sagrada Família
32. Márcia Espindola de Castro Casais/Sagrada Família 33. Xedes Ribeiro Freitas Casais/Sagrada Família
Coordenador 2017
35. Heloisa Araújo Medeiros Renovação/Coordenadora 2017
36. Victor Augusto Martins Dingee Renovação/ Coordenador 2016- Assessoria 2017
37. Pe. Pedro A. Martendal Diretor Espiritual
38. Alexandre Guedes Vieira Renovação/Assessoria 2016-2017 39. Carlos Eastman Casais/Família Cristã- Espirituais 40. Mª de Fátima de S. Pires Casais/Mãe Peregrina- Espirituais 41. José Ricardo Pires Casais/Mãe Peregrina- Espirituais 42. Gabriel José Rodrigues Básico/Sacrário Vivo
43. Flávia de Araújo Dionízio Renovação/Fraterno Amor 44. Rafael Niehues Casais/Divina Luz- Espirituais 45. André Guedes Vieira Casais/ Divina Luz
46. Mônica Moraes Gayer Casais/Espirituais
47. Adriano Gayer Casais/Espirituais
48. Raquel Heloisa Guedes Vieira Casais/Maria do Sim- Espirituais 49. Marcelino Osmar Vieira Casais/Maria do Sim- Espirituais
4 AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES 4.1 Dia de Lazer
O Dia de Lazer foi organizado pela Equipe de Acolhida, e realizado no dia 25 de setembro na APAER- Itacurubi. O evento começou às 09 h e foi até às 16 h.
Segue, em anexo, o relatório do evento. (Anexo 7)
Pontos positivos: local grande e acolhedor, participação ativa da equipe (união), piquenique foi uma experiência nova com boa resposta.
Pontos negativos: falta de participação dos membros do Movimento e o fato de que não foi possível fazer a rifa para contribuir para o abatimento dos custos do Dia de Lazer.
Sugestão
- Transformar o dia de lazer em um “Dia da Família”, englobaria o Dia de Lazer, Gincana e Festival de Talentos. Um dia com a família e para a família. Proposta aceita pelo grande grupo, as equipes que compõe o movimento ficarão responsáveis pelo dia da família.
4.2 Gincana Pólen
A Gincana Pólen foi organizada pela comunidade Sal e Luz da etapa de Renovação; o evento foi realizado no dia 13 de novembro, com horário de início às 10h30min.
Segue, em anexo, o relatório do evento. (Anexo 8)
Em razão da falta de participantes, o evento previsto para às 09 h começou ás 10h30min.
Sugestões
- Pontuação limite para as provas.
Em razão do Dia da Família que engloba a Gincana, este evento foi excluído do Calendário Pólen.
4.3 Festa Junina
A Festa Junina foi organizada pela comunidade Chama do Espírito da etapa de Renovação no dia 25 de junho às 20 h no Grêmio do H.U.
Segue, em anexo, o relatório do evento. (Anexo 9)
A festa junina teve ótima repercussão, boa participação do Movimento e elogios em razão do marketing feito no convite para o evento.
4.4 Festival de Talentos
O Festival de Talentos foi organizado pela Equipe de Canto, no dia 16 de outubro às 16 h no Auditório da Catedral.
Segue em anexo o relatório do evento. (Anexo 10)
A resposta do evento foi, em maioria, negativa. A equipe sentiu-se exausta e afirmou que a falta de participação dos membros tornou desgastante a organização. Apesar disto, para os que estavam assistindo ao festival, o evento foi bonito.
Sugestão
- Excluir o Festival de Talentos.
Em razão, novamente, do Dia da Família, o Festival de Talentos também foi excluído do Calendário Pólen.
4.5 Bingo Pólen
O Bingo foi organizado pela comunidade Perseverantes em Cristo da etapa de Renovação, foi realizado no dia 13 de agosto às 20h30min no Salão da Paróquia Santo Antônio e Santa Maria Goretti.
Em anexo, segue o relatório do evento. (Anexo 11)
Bingo funcionou melhor sendo organizado por uma comunidade, nenhum dos membros se sentiu sobrecarregado pois a divisão de grupos facilitou a organização. Teve boa participação e gerou um lucro razoável.
4.6 Natal Pólen
O Natal Pólen foi organizado pelas etapas de Básico e Aprofundamento no dia 17 de dezembro, com início pela manhã com o apostolado e término com a confraternização após a missa, no Auditório da Catedral.
Segue, em anexo, o relatório do evento. (Anexo 12)
O evento contou boa participação do Movimento, porém sobrecarregou os casais, aja vista a pouca participação/interesse dos jovens destas etapas.
Sugestões
- Tirar a responsabilidade do Natal das etapas iniciais.
- Fazer a troca: a etapa de Opção fica responsável pelo Natal e uma comunidade de Renovação fica responsável pelo Corpus Christi. Proposta aceita pelo Grande Grupo.
- Incluir a novena como evento permanente do Natal Pólen devido sua importância.
4.7 Feijoada Pólen
A Feijoada foi realizada no dia 03 de setembro às 12 h no Salão Paroquial da Igreja Nossa Senhora de Fátima. A organização partiu da Equipe Feijoada, composta por casais do Movimento Pólen.
Segue, em anexo, o relatório do evento. (Anexo 13)
Neste ano (2016) a Feijoada contou com maior presença dos jovens, para a organização e colaboração durante o evento.
No entanto, existe uma necessidade de uma maior comunicação com a organização do evento, pois ocorre de o evento “chocar” com outros do Movimento Pólen.
4.8 Aniversário Pólen
O Aniversário Pólen foi organizado pela comunidade Ubuntu da etapa de Renovação, no dia 28 de agosto, com início às 13h30min e término com a Santa Missa às 18 h, foi realizado no Colégio Santa Catarina.
Segue, em anexo, o relatório do evento. (Anexo 14)
Tratou-se de um evento extraordinário, por se tratar dos 45 anos do Movimento Pólen, contando com apresentações diferenciadas, camiseta do evento e etc.. Teve boa participação do Movimento e proporcionou um ambiente de integração entre os presentes.
Porém, o evento quase rachou a comunidade. Foi aduzido que o nível de comprometimento do Pólen para com o aniversário é baixo; a comissão para o Aniversário, atrapalhou a organização do evento. Observou-se, também, a importância do tríduo e que o mesmo também não recebeu a devida importância, pelo Movimento.
Sugestões:
- Criar um Manual para as atividades do Pólen.
- Priorizar a locação para o evento.
- Criar Roteiro para o aniversário, onde será obrigatório: tríduo, missa e confraternização. Proposta aceita pelo grande grupo.
5 AVALIAÇÃO DA COMUNIDADE CENTRAL
Foi apresentada a porcentagem de participação das etapas nas reuniões de comunidade central, ficando evidentemente abaixo as etapas de básico e Casais, ficando o comentário de que ambas as etapas ainda não entenderam a importância daquela.
O grupo criado no WhatsApp foi um ponto positivo pois as notícias ficam mais acessíveis e transitam em todas as comunidades de vivência.
A proposta do ano anterior, de esquema de cobrança de participação foi algo, também, positivo.
Sugestões
- Fazer a partilha da comunidade de vivencia na comunidade Central.
- Criar um livretinho específico (comunidade central, comunidade de vivencia e palavra de vida), lembrando sempre de atualiza-lo.
- Fazer o estudo da comunidade central, numa missa mensal para que a informação seja reciclada, porque até as coisas mais básicas, com o tempo, podem ser esquecidas.
6 REPRESENTATIVIDADE DO MOVIMENTO PÓLEN NO CPP E NO SETOR DA JUVENTUDE
Em ambos, CPP e Setor da Juventude, é bom salientar a importância da presença uma vez que isto demonstra a unidade para com a paróquia.
No ano de 2016 o Movimento Pólen teve participação total nos eventos do Setor da Juventude, o que deixou a paróquia satisfeita.
Na Pastoral Litúrgica a participação da Equipe de Canto foi completa e devido a interrupção de coordenadores, algumas vezes a Equipe de Liturgia não se fez presente.
Em relação à Pastoral Litúrgica houve o apontamento de que a comunicação com a mesma, por diversas vezes, é complicada.
7 PLENÁRIO COMUNIDADE DE ESPIRITUAIS E EQUIPE DE ASSESSORIA
Neste momento os casais animadores da espiritualidade partilharam a caminhada de suas comunidades.
Algumas comunidades têm baixa frequência nas reuniões, baixo comprometimento, de uma forma mais visível nas comunidades de Básico e Aprofundamento (mais jovens).
Desta angustia, surgiu à proposta de haver um assessor, de etapa mais à frente, para acompanhar a comunidade, ajudar o casal animador da espiritualidade para na caminhada. Essa proposta foi aceita pelo grande grupo sendo que os Casais escolherão o jovem, sendo 1 (um) para acompanhar cada comunidade de Básico e Aprofundamento durante a caminhada, participando das reuniões e eventos da mesma.
8 PLENÁRIO ETAPAS E RETIROS 8.1 Primeira Parte
8.1.1 Etapa de Casais
O retiro de casais aconteceu nos dias 20, 21 e 22 de abril, na Casa de retiros Champagnha.
Segue, em anexo, o relatório do retiro. (Anexo 15)
Num primeiro momento os casais representantes de suas comunidades deram um parecer das mesmas: sua composição e atuação no Movimento Pólen. As comunidades de casais, um total de nove, não estavam todas representadas no EAP.
Os casais novos foram bem recepcionados no retiro, um sentimento de acolhimento.
O retiro de casais tornou-se um encontro dos casais, a espiritualidade deste comparada com a dos retiros dos mais jovens, é alarmante.
Sugestão:
- Envolver mais o Diretor Espiritual na organização do Retiro de Casais, que ele seja uma parte ativa no mesmo, abrir espaço para que este faça um momento espiritual com os casais.
- Realizar um encontro de etapa para que o retiro de casais para de ser um encontro de casais e sim um retiro. Proposta aceita pelo grande grupo.
8.1.2 Etapa de Renovação
O retiro de Renovação ocorreu nos dias 04, 05 e 06 de março, na casa de Retiros Vila Fátima, onde se formaram 5 comunidades.
O retiro foi muito bom e as pessoas se sentiram bem acolhidas.
Quanto a etapa de Renovação existe a preocupação com a caminhada na fé de algumas pessoas.
A comunidade que se iniciou no Renovação no ano de 2016 sentiu que após assumir a responsabilidade de um evento a comunidade se tornou mais unida.
Foi apontada uma dificuldade da etapa: o sentimento de esgotamento de alguns jovens e o fato de que alguns chegaram ao Renovação e não participaram ativamente do Pólen, teve pouca participação.
Devemos estar atentos aos jovens que estão se afastando, pois, o seu valor é imenso.
Cada Pólen é chamado a fazer um apostolado individual, e isto não o afasta do Pólen, pelo contrário, o aproxima.
Dada a dificuldade da etapa de Opção em assumir a responsabilidade do Corpus Christi, a Etapa de Renovação fica responsável, no ano de 2017, pela organização daquele.
8.1.3 Etapa de Opção
O retiro de Opção aconteceu nos dias 15, 16 e 17 de abril, na casa de retiro Irmãs Carmelitas, no qual se formou uma comunidade.
Segue, em anexo, o relatório do Retiro. (Anexo 17)
Apesar de ter havido uma boa caminhada, e terem criado um bom “esquema” para que as pessoas pudessem participar, a presença nas reuniões foi pouca, não havendo nem a certeza de quem iria ao Retiro. Os mais jovens se retraíam na hora da partilha.
Poucos foram conscientes de seu “sim” e se teve o sentimento de que alguns não entenderam o significado da etapa de Opção.
Dada dificuldade citada anteriormente ademais do sobre carregamento dos casais da etapa de Básico, a Etapa de Opção fica responsável, no ano de 2017, pelo Natal Pólen.
8.2 Segunda Parte (começou com atraso) 8.2.1 Etapa de Aprofundamento
O retiro de Aprofundamento ocorreu nos dias 17, 18 e 19 de junho, Casa de Retiro Caminho de Nazaré, no qual se formaram duas comunidades.
Os jovens de ambas as comunidades (Cristo Encarnado e Cristo Crucificado) relataram que sentiram o afastamento para com o casal, houve pouca dinâmica na relação entre estes.
Para a comunidade Cristo Encarnado, segundo o relato, se não fosse a união dos membros não se sabe se a comunidade teria continuado.
Já a comunidade Cristo Crucificado contou com a participação de apenas um membro, que esgotou as suas possibilidades para que houvesse a participação dos outros.
Para que se possa “salvar” as comunidades que estão caminhando mal, os jovens deveriam partilhar essas perturbações na Comunidade Central.
Sugestões:
- Permitir que haja uma interação entre os espirituais anteriores e os futuros para que estes já estejam preparados para lidar com os jovens.
- Ter um momento de formação para os casais espirituais novos.
Ambas as propostas foram aceitas pelo grande grupo. 8.2.2 Etapa de Básico
O retiro Básico ocorreu nos dias 19, 20 e 21 de agosto, na Casa de Retiros Vila Fátima, no qual se formaram 4 comunidades.
Segue, em anexo, o relatório do Retiro. (Anexo 19)
Sobre o retiro foi aduzido que ele busca atingir determinada faixa etária e que, em razão disto, a data na qual é realizado se torna menos atrativa, já que os vestibulares estão acontecendo e é final de ano para os estudantes. O retiro acontece em agosto, dá uma quebra numa caminhada que recém começou dado período de férias em janeiro e fevereiro.
Na primeira reunião vai todo mundo, e depois esse número vai diminuindo significativamente.
O jeito como é preparado o básico não alcança os jovens, a didática é a mesma desde o início do movimento e este tem 45 anos.
A maneira como convidamos os jovens para o Retiro Básico é leviana, superficial. Temos que prezar pelo convite pessoal.
Sugestão
- Mudar a data do retiro básico para que este seja realizado no primeiro semestre. Proposta posta para discussão na Coordenação
9. PLENÁRIO ESPAÇO MEDIA DO MOVIMENTO 9.1 Site
“Comissão do site”
No EAP de 2016 foi composta uma comissão com a principal função de redefinir o site do Movimento, e também repensar o conjunto das mídias. Essa comissão foi composta por 5 pessoas: Patrícia Mangrich, membro da coordenação e com experiência em administração de site; Arthur Caminha, profissional de TI; Ricardo Silva, também profissional de TI e assessor; Anderson Rubin, com experiência em veiculação de campanhas na internet e Patrícia Meyer, coordenadora da Equipe de Síntese e Comunicação. Anderson, infelizmente, não pode fazer parte da comissão.
Ao longo do ano, a comissão se reuniu várias vezes para conceber o que seria o novo site, em termos de estrutura, conteúdo, assim, como para identificar uma solução economicamente viável.
Em janeiro de 2017, em unidade com a coordenação do Movimento, foi publicada a primeira parte do resultado: um site, com nova url com a extensão "org" de entidade, ao invés de "com", que designa comércio.
A tarefa da comissão ainda não está concluída e faltam ser atingidas as seguintes metas:
- Completar o conteúdo do site posto no ar;
- Colocar nele os documentos antigos, presentes no site antigo, em particular as sínteses;
- Implementar o aplicativo para celulares, parte do pacote adquirido;
- Implementar o mecanismo de cadastro de membros;
- Avaliar a possibilidade de integração do site com outras mídias, além do
Facebook;
- Aprender e ensinar a atualizar conteúdo, incluída a integração ente site e fan
Após isso, a comissão seria desfeita, passando toda a responsabilidade sobre as mídias para a Equipe de Síntese e Comunicação.
Para o EAP 2017 propõe-se a manutenção de uma comissão responsável pelas metas que faltam e que preserve parte da comissão atual, em função da experiência adquirida ao longo do ano.”
Após a nova modificação do site, este se tornou visível não apenas no computador, mas sim no celular.
Deveria ter um cuidado para com a postagem, ter um filtro pela coordenação e/ou diretor espiritual
9.2 Grupo do Facebook
Permanece como está, pois não há pontos negativos
9.3 Fanpage
Sem relatório, o andamento desta foi bom, havendo regularidade de publicações. Notícias na fanpage que por sua vez faz o convite para o site.
Foi aduzido que a fanpage está morrendo, pois existe pouco retorno das postagens.
Foi sugerido que se excluísse a fanpage, mas devido a representatividade da mesma, esta foi mantida.
Sugestões Gerais:
- Criar mecanismos que tornem mais atrativos para o jovem.
- Colocar um membro da coordenação e formar uma equipe de 5 pessoas.
- Haja um encontro para que se explique para os coordenadores de equipe e assessoria.
- Continuar comissão até o fim do site.
- A assessoria fazer uma ficha de apadrinhamento para os jovens que indicam básicos se responsabilizarem pelos mesmos.
10. PLENÁRIO DAS EQUIPES
Este plenário teve como intuito avaliar o ano de 2016 das equipes, sendo estas as responsáveis por algumas atividades do Movimento Pólen.
Todas as equipes anteriores continuam a vigorar do ano de 2017, salvo a equipe de secretaria como já havia sido decidido no EAP de 2016.
Foram feitos grupos com os Coordenadores de Equipe para aqueles que desejam participar da equipe no ano corrente, após isto foram apresentados os planejamentos das Equipes.
10.1 Equipe de Canto
Coordenador 2016: Lucas Gonzaga
Coordenadora 2017: Carolina Xavier
A equipe possuiu um ótimo desempenho do ano de 2017, grande parte do planejamento feito no ano anterior foi realizado, daqueles que participavam a unidade foi excelente. Salvo o Show de Talentos, todas as outras atividades foram executadas com sucesso.
Em anexo, segue o relatório da equipe no ano de 2016 e o planejamento para o ano de 2017. (Anexo 20)
10.2 Equipe de Liturgia
Coordenadores 2016: Thais Batista/João Victor Doneda
Coordenadora 2017: Amanda Toldo
A equipe ficou desestabilizada em razão da mudança de coordenadores, Thais assumiu a liturgia até setembro de 2016, após assuntos de cunho pessoal ela abdicou da posição de coordenadora da equipe e o João Victor assumiu até o EAP.
Segue, em anexo, o relatório de 2016 e o planejamento para 2017. (Anexo 21)
10.3 Equipe de Acolhida
Coordenadora 2016: Larissa Colombo
A equipe conseguiu cumprir com o planejamento feito para 2016, agendaram as visitas nos colégios antecipadamente o que foi um ponto positivo para a participação
Segue, em anexo, o relatório do ano de 2016 e o planejamento para o ano de 2017. (Anexo 22)
10.4 Equipe de Síntese
Coordenadora 2016: Patrícia Meyer
Coordenador 2017: Gabriel Xavier
Foram criados grupos, mas aos poucos, acabaram por si perder. Os vídeos não tiveram continuidade.
Não se tem o relatório de 2016, somente o planejamento de 2017, que segue em anexo. (Anexo 23)
10.5 Equipe de Encenação Coordenador 2016: Matheus Lima
Coordenador 2017: Matias Eastman
A equipe teve um bom desempenho, unidade nas atividades propostas mesmo quando elas eram recebidas em cima da hora. Reclamação em relação a antecedência da comunicação das encenações.
Conseguiu satisfazer o planejamento, menos a proposta da encenação no Asilo Irmão Joaquim.
Recepção
Segue, em anexo, o relatório do ano de 2016 e o planejamento de 2017. (Anexo 24)
10.6 Equipe de Formação
Coordenadora 2016: Vitória Hasckel Loch
A equipe conseguiu caminhar, apesar dos poucos membros. Por falta de datas no calendário Pólen, veto da coordenação, não conseguiram realizar todos os eventos que queriam.
Foi sugerida a extinção da equipe de Formação, mas a mesma não foi aceita pelos representantes presentes, pois aquela tem um papel importante no Pólen não apenas a apresentação da Palavra de Vida.
Segue, em anexo, o relatório de 2016 e o planejamento de 2017. (Anexo 25)
10.7 Equipe de Assessoria
Assessoria 2016: Ricardo Pereira, João Couto, Eliziane Silva, Nathalia Jastrombek, Alice Parisi, Alexandre Guedes
Assessoria 2017: Alexandre Guedes, Alice Parisi Freitas, Lúcio Silvério, Matheus Limas, Ricardo Pereira e Victor Augusto.
Segue, em anexo, o relatório da equipe. (Anexo 26)
Sugestão
11. PLENÁRIO DOS APOSTOLADOS E RETIRO DE ADICTOS
“O apostolado é uma das dimensões de nossa fé cristã”- Pe. Pedro
No ano de 2016 os apostolados fixos do Movimento Pólen foram: Missa no Asilo Irmão Joaquim e Casa Lar, no entanto, houve, paralelamente, o apostolado “Rapunzel doe o seu cabelo” e “As fuxiqueiras”
Sobre os apostolados: o pólen nos prepara tanto para a vida em família quanto para a vida apostólica; o apostolado deve ser apresentado como uma opção. As meditações e palestras que fazemos no Pólen são uma preparação para um apostolado maior
11.1 Rapunzel doe seu cabelo
Foi um evento que teve eficácia durante o segundo semestre “ um grupo de jovens (em sua maioria meninas) se juntou para um apostolado de Natal, com o intuito de doar cabelo para pessoas com câncer.
Sobre este apostolado foi dito que o mesmo foi criado em uma base cristã e demonstrou como o estilo de vida Pólen afeta a vida de seus membros
11.2 Missa no Asilo Irmão Joaquim
A missa no asilo, como apostolado fixo do Movimento Pólen, ocorre no 5º domingo do mês, caso este se faça presente. E no 2º e 4º domingo, o jovem Eduardo Laureano assumiu o apostolado pessoal de auxiliar no canto.
Foi ressaltada a importância de participação dos membros do Movimento, por se tratar de um apostolado muito bonito.
A visita de Natal ao Asilo tem pouca participação, cabe a nós reiterar o convite pessoal.
Sugestão
- Fazer uma visita orientada ao Asilo, para as comunidades de Básico e Aprofundamento, para saírem da rotina da “simples” reunião de comunidade.
11.3 As fuxiqueiras
Trata-se de um apostolado de mulheres da Etapa de Casais que confeccionam enxoval para doação.
11.4 Casa Lar
O apostolado da Casa Lar ocorre num fim de semana (sábado e domingo), normalmente na 3ª (terceira) semana de cada mês.
É uma oportunidade que os polens têm de interagirem, oferecendo: amor, carinho, acolhimento, para os meninos residentes da Casa Lar.
11.5 Adictos
O retiro de Adictos aconteceu nos dias 04, 05 e 06 de novembro na Fazenda Santo Agostinho – Angelina.
O relatório do retiro segue, em anexo. (Anexo 27)
Sobre o Retiro de Adictos foi dito que “é muito bonito ver a fé que as pessoas têm lá dentro”, que deveríamos fazer mais por essas pessoas.
Sugestão:
12. ESCOLHA DOS COORDENADORES DO RETIRO DE OPÇÃO
Iluminados pelo Espírito Santo, fez-se a votação para a escolha dos Coordenadores da Bom Pastor (Dirigentes e Oração e Serviço) do Retiro de Opção 2017.
Pela maioria dos votos o nome escolhido para a coordenador(a) da Equipe de Dirigentes foi o de Jurandi Silva; o mesmo estava presente e aceitou o convite.
Pela maioria dos votos o nome escolhido para coordenador(a) da Equipe de Oração e Serviço foi o da Lília Stähelin, que não estava presente no EAP mas aceitou o convite.
13. LEMA DO EAP
Num ambiente de oração e seriedade, foi votado o Lema do EAP, lema este que guiará o Movimento Pólen durante o ano de 2017.
O Lema escolhido foi: “Eis minha mãe e meus irmãos! Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” trecho retirado do Evangelho de Marcos, capítulo 3, versículos 34 e 35.
14. ANEXOS
14.1 Anexo 1
Sexta-feira 03/02/2017
12:00 Almoço
13:30 Dinâmica de grupo (entrosamento/apresentação)
14:00 Introdução ao EAP: “A Alegria do Amor que se vive nas famílias é também o júbilo da Igreja” (Heloisa e Victor)
Entrega do Calendário 2017
15:00 Plenário: Atividades – Dia do Lazer/Aniversário/Gincana/ Bingo/ Festa Junina/Natal/Feijoada 16:15 Lanche
16:30 Tempo livre 17:30 Missa
18:30 Plenário: Avaliação da Comunidade Central e da representatividade do Movimento Pólen na Paróquia e Setor da Juventude
19:30 Jantar
20:30 Plenário: Comunidade de Espirituais e Equipe de Assessoria
22:00 Oração da Noite: Jesus ao encontro das famílias – (Graziella e Rodrigo) 22:30 Recolhimento
Sábado 04/02/2017
07:00 Despertar07:30 Oração da Manhã: O nosso amor cotidiano (parte 1)– (Jéssica e Mariana Martins) 08:30 Café da manhã
09:15 Plenário Etapas e Retiros parte 1 (Opção, Renovação e Casais) 10:30 Lanche
10:45 Plenário Etapas e Retiros parte 2 (Básico e Aprofundamento) 12:00 Almoço
14:00 Terço – (Amanda Toldo e João Doneda)
14:30 Plenário: espaço de media do Movimento (página web, grupo Facebook, Fanpage Facebook) 15:15 Plenário Equipes de Trabalho: avaliação, exposição dos coordenadores
15:45 Lanche
16:00 Equipes: Trabalho em Grupo 16:45 Tempo Livre
18:15 Missa 19:15 Jantar
20:15 Equipes: apresentação dos Planos de Trabalho para o grande grupo 21:00 Trabalho em grupo (Tema do EAP) – (Assessoria)
21:45 Oração da Noite (Adoração ao Santíssimo Sacramento – Família de Nazaré) – (Padre Pedro e João Doneda)
22:15 Recolhimento
Domingo 05/02/2017
07:30 Despertar08:00 Oração da Manhã: O nosso amor cotidiano (parte 2) – (Patrícia e Eduardo) 08:30 Café da manhã
09:15 Plenário: Apostolado – reflexão e testemunho (falar sobre o retiro de Adictos) 10:00 Lanche
10:15 Escolhas dos chefes para o Retiro de Opção 11:00 Calendário final e considerações finais 12:00 Almoço
13:00 Tempo livre
14:30 Lema do EAP (versículo) e preparação para a missa 15:00 Missa
14.2 Anexo 2
INTRODUÇÃO AO EAP Oração Inicial (Helo)
Jesus, Maria e José, em Vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor e, confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado, seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do carácter sagrado e inviolável da família e da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica. Amém. Apresentação inicial (Helo e Victor)
Apresentar nossa família.
Explicar o que é o EAP (Helo)
O “EAP” é o Encontro de Avaliação e Planejamento do Movimento Pólen que acontece todo ano no mês de fevereiro com o objetivo de avaliar a caminhada do ano anterior e planejar o ano recém começou. É um final de semana do nosso ano que doamos com alegria para o Movimento em busca da unidade querida por Jesus. Os convidados a participar desse encontro são os representantes de comunidade, os casais espirituais, os chefes de equipe 2016 e 2017, as assessorias 2016 e 2017 e as coordenações 2016 e 2017.
O EAP é uma oportunidade que temos de aprofundar a nossa espiritualidade. Apesar de cada um ter uma opinião sobre determinado assunto, é preciso estar aberto para ouvir e acolher a opinião do outro e deixar que o Espírito Santo nos guie para que a vontade de Deus seja feita.
Explicar o tema do EAP (Victor)
Então neste EAP usaremos como base o 13º Plano de Pastoral e o documento do Papa Francisco Amoris Laetitia como ponto central do EAP, teremos a Família. Todos nós temos uma família, seja pai, mãe, irmão, irmã, vó, vô, etc...
1. Significado de família (Victor)
1 - Conjunto de todos os parentes de uma pessoa, e, principalmente, dos que moram com ela.
2 - Conjunto formado pelos pais e pelos filhos.
3 - Conjunto formado por duas pessoas ligadas pelo casamento e pelos seus eventuais descendentes.
4- Conjunto de pessoas que têm um ancestral comum.
5 - Conjunto de pessoas que vivem na mesma casa. (Dicionário Aurélio)
Nossas famílias são todas muito diferentes, nenhuma delas é perfeita, todas as nossas famílias têm qualidades e defeitos... Alguns de nós temos uma família com pai, mãe, irmãos, avós, tudo junto, todos unidos que se reúnem muitas vezes para um almoço ou para simplesmente falar da vida. Outros de nós temos os pais separados, que por algum motivo romperam esse relacionamento e hoje vivem vidas distintas, então acabamos tendo as famílias por parte de pai e as famílias por parte de mãe.
O Papa João Paulo II, na Carta às Famílias, chamou a família de “Santuário da vida” (CF, 11). Santuário quer dizer “lugar sagrado”. É ali que a vida humana surge como que de uma nascente sagrada, e é cultivada e formada. É missão sagrada da família: guardar, revelar e comunicar ao mundo o amor e a vida. O Concílio Vaticano II já a tinha chamado de “a Igreja doméstica” (LG, 11) na qual Deus reside, é reconhecido, amado, adorado e servido; nele também foi ensinado que: “A salvação da pessoa e da sociedade humana estão intimamente ligadas à condição feliz da comunidade conjugal e familiar” (GS, 47).
Além dessa família, nós temos um outro local que muitos consideram como sua segunda família, o Pólen. Mas por que algumas pessoas pensam no Pólen como uma família? Pois aqui, nós temos muitas pessoas com que podemos contar, pessoas que nos amam, pessoas que amamos, que podemos confiar e que confiam em nós.
Para entendermos um pouco melhor isso, vou fazer uma pequena analogia, vamos lá... Começamos então formando essa família pela nossa Comunidade, os membros da nossa comunidade são como nossos irmãos, aquelas pessoas nas quais podemos nos apoiar e buscamos ajudá-los sempre. Nosso Casal Espiritual é como se fosse os nossos pais, fazendo a função de nos mantermos firmes e nos mostrando o caminho certo para seguir, tentando orientar da melhor forma possível o caminho de Cristo. Os membros das outras comunidades, são os nossos primos aqueles que nós vemos nas missas e eventos do Pólen e muitas vezes ficamos tão próximos deles, como irmãos. Já os espirituais dos nossos “primos” são os nossos tios, os quais estão ajudando eles a seguirem firmes nesse mesmo caminho e sempre tem aqueles tios maneiros que nos damos bem e podemos conversar e pedir conselhos para eles sobre qualquer coisa. Por último e não menos importante, nós temos aquele vozão sábio, que cuida de ti independente de qualquer coisa, que está lá rezando por ti e se tu precisar de um conselho, de uma palavra qualquer ou uma simples conversa ele vai estar disposto a te ouvir com aqueles olhos serenos e
profundos, sabemos bem de quem estamos falando né? (Colocar a foto do Pp no Slide)
Eu e a Helo temos as nossas famílias polens como todos sabem: Comunidade Chama do Espírito e Fraterno Amor.
Pólen como família (colocar as comunidades no slide) (Testemunho)
2. A situação atual da família
Na exortação “Amoris Laetitia”, o Papa Francisco ressaltou a realidade que as famílias estão enfrentando atualmente.
Um dos primeiros problemas que o Papa citou é o individualismo. Muitas pessoas preferem não seguir o sacramento do matrimônio por medo de um compromisso permanente, por não querer dedicar o seu tempo à outra pessoa e preenchem a solidão com relações descartáveis.
O enfraquecimento da fé e da prática religiosa é outro fator está afetando as famílias. A ausência de Deus na vida das pessoas deixa as relações mais frágeis e vulneráveis. (Testemunho breve)
As famílias também estão sofrendo com o desemprego e o excesso de trabalho. Os dias de trabalho são longos e quando chegamos em casa estamos cansados e sem vontade de conversar. Dessa forma, vamos deixando de lado a relação familiar e começamos a priorizar outros tipos de entretenimento, como a televisão e o celular. A busca por emprego ou a jornada de trabalho faz com que os pais se distanciem dos filhos. Com isso, os adolescentes crescem em um abandono e ficam expostos a todos os tipos de riscos.
A dependência de drogas, álcool e jogos de azar é algo que ouvimos falar muito atualmente e sabemos que está acabando com várias famílias. Pode ser que não vivemos isso na nossa família, mas conhecemos casos assim ou pelo menos já vimos na televisão.
Os maus-tratos familiares, como a violência verbal, física e sexual principalmente contra as mulheres também é um dos problemas graves que o Papa Francisco trouxe na exortação.
3. Algumas formas de enfrentar e mudar essa realidade
Nós sabemos que cada família tem a sua característica e vive a sua realidade, acredito também que todos nós enfrentamos na nossa família outros tipos de problema que não foram citados aqui.
Não existe uma fórmula que resolva todos esses problemas porque somos humanos pecadores, mas existem atitudes que podemos praticar no nosso dia a dia que com certeza vai melhorar a nossa relação familiar.
Uma dessas atitudes é colocar Deus sempre em primeiro lugar nas nossas vidas. Com Ele ao nosso lado, a nossa família permanece unida mesmo diante das tribulações. No meio da nossa rotina sempre tão corrida, não podemos deixar de lado a oração. É uma forma de nos conectarmos com Deus e trazermos Ele para dentro da nossa casa e para a vida da nossa família.
O amor e o perdão também são atitudes que devemos cultivar na nossa vida familiar. (Testemunho breve)
O diálogo é outra forma de viver melhor em família. Saber falar e saber ouvir são características importantes destacadas pelo Papa Francisco. Devemos estar dispostos a escutar o que o outro tem a dizer. Muitas vezes não precisamos de conselhos, só precisamos que alguém nos escute.
Devemos também tomar cuidado com a nossa maneira de se expressar para não ferir as pessoas. Temos que evitar palavras que só vão agredir, ironizar e ferir o outro.
Durante todo o EAP, vamos conhecer outras características que devemos ter como cristãos e que nos ajudam a viver em família. Assim, vamos buscar cada vez mais ser como a família de Nazaré.
4. Família de Nazaré (Victor)
A Família de Nazaré sempre foi e sempre será o modelo para todas as famílias cristãs. Acima de tudo, vemos uma família que vive por Deus e para Deus; o seu projeto é fazer a vontade de Deus. A Sagrada Família é a escola das virtudes por meio da qual toda pessoa deve aprender e viver desde o lar.
Maria é a mulher submissa a Deus e a José, inteiramente a serviço do Reino de Deus: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a sua palavra” (Lc 1,38). A vontade dela é a vontade de Deus; o plano dela é o plano de Deus. Viveu toda a sua vida dedicada ao Menino Deus, depois ao Filho, Redentor dos homens, e, por fim, ao serviço da Igreja, a qual o Redentor instituiu para levar a salvação a todos os homens.
José era o pai e esposo fiel e trabalhador, homem “justo” (Mt 1, 19), homem santo, pronto a ouvir a voz de Deus e cumpri-la sem demora. Foi o defensor do Menino e da Mãe, os tesouros maiores de Deus na Terra. Com o trabalho humilde de carpinteiro deu sustento à Família de Deus, deixando-nos a lição fundamental da importância do trabalho, qualquer que seja este.
A Família de Nazaré é para nós, hoje, mais do que nunca, modelo de unidade, amor e fidelidade.
A Sagrada família deve ser o exemplo constante da família ideal que devemos/queremos ter, nos momentos mais difíceis e de maior aperto devemos tentar agir como eles e manter a unidade acima de tudo. Não quero me alongar, pois mais pra frente falaremos um pouco mais sobre ela.
5. Testemunho final
A partir de agora, a escolha é nossa. Nós somos responsáveis por formar nossa família. (Testemunho Heloisa e Victor)
6. Oração Final
14.3 Anexo 3
Encontro de Jesus com as Famílias.
Jesus veio ao mundo e viveu, assim como nós, numa família. Essa parte da história todos conhecemos, e não é nosso objetivo nos aprofundarmos nela agora. Passemos aos momentos em que Jesus, já durante sua vida pública, favoreceu com a sua presença as famílias, aproximando-se delas e adentrando as suas realidades particulares.
Ao longo de sua jornada, Cristo teve muitos encontros com diferentes famílias. Alguns desses, puderam ser descritos nos Evangelhos, servindo como pilares para o que conhecemos sobre o Plano de Deus para as famílias. Assim, queremos abordar agora com simplicidade esses momentos. Atentar para os detalhes e as realidades comuns e próprias de cada uma das cenas descritas a seguir. Este é o nosso objetivo no momento: conhecer a família, contemplando-a com a caridade com que Cristo a contemplou.
Partiremos então, para isso, do momento onde começa a vida pública de Jesus. É uma festa de casamento. Festas de casamento no judaísmo eram e ainda são um acontecimento muito simbólico. Começavam muito antes das núpcias em si, tinham por vezes um caráter de cunho aparentemente mais civil do que espiritual, mas continham elementos que nos permitem compreender o início do magistério de Cristo.
Tudo se iniciava por um contrato firmado geralmente por familiares dos noivos, primeiro porque a idade dos nubentes podia variar entre os 13 e 15 anos, segundo porque havia a formalização da contrapartida pela entrega da mão da noiva, o que se conhece ainda hoje por dote. Apesar disso, ainda existia toda a ritualística da festa em si. O noivo deveria preparar a casa para a nova família que se formaria, de modo que ao seu término, conforme o contratado, deveria buscar a noiva e oferecer um banquete em sua casa para os seus convidados.
É justamente num desses banquetes que se passa a narrativa de Jo 2, 1-11. Vamos ouvi-la atentamente agora.
¹Três dias depois, celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus. ²Também foram convidados Jesus e os seus discípulos. ³Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho. 4 Respondeu-lhe Jesus: MuRespondeu-lher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou. 5Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos disser. 6Ora, achavam-se ali seis talhas de pedra para as purificações dos judeus, que continham cada qual duas ou três medidas. 7Jesus ordena-lhes: Enchei as talhas de água. Eles encheram-nas até em cima. 8Tirai agora, disse-lhes Jesus, e levai ao chefe dos serventes. E levaram. 9Logo que o chefe dos serventes provou da água tornada vinho, não sabendo de onde era (se bem que o soubessem os serventes, pois tinham tirado a água), chamou o noivo 10e disse-lhe: É costume servir primeiro o vinho bom e, depois,
quando os convidados já estão quase embriagados, servir o menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora. 11Este foi o primeiro milagre de Jesus; realizou-o em Caná da Galiléia. Manifestrealizou-ou a sua glória, e realizou-os seus discípulrealizou-os creram nele.
Acerca dessa passagem há inúmeros ensinamentos, cada qual com uma abordagem diferente, de acordo com a dimensão que se quer aprofundar. Encontramos uma reflexão feita pelo Padre Cesar Augusto dos Santos por ocasião do II Domingo do Tempo Comum, ele é um jesuíta brasileiro, que por muitos anos trabalhou na rádio do vaticano e hoje é reitor do 1º Santuário de São José de Anchieta na cidade de Anchieta no Espírito Santo. Foi também vice-postulador da causa de canonização desse santo.
Padre Cesar faz menção a outros detalhes da cena. Lembra, primeiramente, que as bodas acontecem 3 dias após se encontrar com os discípulos. Ponto que faz alusão aos três dias da ressurreição. Aponta que Maria é citada de forma isolada, fora do grupo dos discípulos, a significar que ela representa os filhos de Eva, a humanidade, que aguardavam a chegada do esposo, Jesus. As seis talhas de água, representam a imperfeição da purificação antiga, isto porque na simbologia bíblica, 7 é o número da perfeição, não 6. Além disso, está a abundância de água, que com Cristo se torna abundância de vinho. Como desfecho o sacerdote oferece a seguinte exegese:
A presença do Mestre plenifica a purificação, pois ela se dará com seu sangue, sinalizado pela abundância de vinho. Do mesmo modo a excelência do vinho novo, advindo pós ação de Jesus. Finalmente vejamos os diálogos. Jesus diz que sua hora ainda não chegou. Ele se refere à hora em que redimirá a Humanidade, com sua paixão. Maria diz: “Fazei tudo o que ele vos disser!“ É a Humanidade convertida que aceita obedecer a Deus, reconhece-o como Senhor, diferentemente dos filhos de Eva.
Portanto, João quer nos dizer que nessa cena de casamento foram realizadas, prefiguradamente, as núpcias entre Cristo e a Humanidade. A profecia de Isaías se realiza. O Senhor torna a Humanidade sua predileta, a desposa na cruz e lhe dá um nome novo: Meu Povo!
É assim que Cristo, ao iniciar, de fato, sua vida pública, encontra a família: marcada pela imperfeição, carregando a culpa do pecado original, incompleta pela falta do vinho bom. Ainda assim, já naquele momento está presente a esperança, a caridade e o amor. E é Cristo presente que completa o que falta aos noivos, sua presença restaura a família que se forma. A família é chamada a um papel central na história da salvação da humanidade, nela se dá também o prenúncio do sacrifício de Jesus por todos nós.
Ousamos acrescentar ainda à brilhante aula do sacerdote, uma observação sobre os servos presentes à festa. Não apenas ouviram Maria. Eles não hesitaram e, ao final, tiveram parte fundamental no casamento de Cristo com a humanidade. Donde podemos resgatar as palavras de Jesus no Evangelho segundo Lucas: "Somos servos como quaisquer outros, fizemos o que devíamos fazer" (Lc 17, 10). Assim devemos pedir sempre a Maria: dai-nos a graça de sermos servos quaisquer, faz-nos atentos aos pedidos de teu Filho!
Passemos agora ao capítulo 8 do Evangelho segundo São Mateus. Ouçamos com atenção como o evangelista narra os seguintes acontecimentos:
1Tendo Jesus descido da montanha, uma grande multidão o seguiu. 2Eis que um leproso aproximou-se e prostrou-se diante dele, dizendo: Senhor, se queres, podes curar-me. 3Jesus estendeu a mão, tocou-o e disse: Eu quero, sê curado. No mesmo instante, a lepra desapareceu. 4Jesus então lhe disse: Vê que não o digas a ninguém. Vai, porém, mostrar-te ao sacerdote e oferece o dom prescrito por Moisés em testemunho de tua cura. 5Entrou Jesus em Cafarnaum. Um centurião veio a ele e lhe fez esta súplica: 6Senhor, meu servo está em casa, de cama, paralítico, e sofre muito. 7Disse-lhe Jesus: Eu irei e o curarei. 8Respondeu o centurião: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa. Dizei uma só palavra e meu servo será curado. 9Pois eu também sou um subordinado e tenho soldados às minhas ordens. Eu digo a um: Vai, e ele vai; a outro: Vem, e ele vem; e a meu servo: Faze isto, e ele o faz... 10Ouvindo isto, cheio de admiração, disse Jesus aos presentes: Em verdade vos digo: não encontrei semelhante fé em ninguém de Israel. 11Por isso, eu vos declaro que multidões virão do Oriente e do Ocidente e se assentarão no Reino dos céus com Abraão, Isaac e Jacó, 12enquanto os filhos do Reino serão lançados nas trevas exteriores, onde haverá choro e ranger de dentes. 13Depois, dirigindo-se ao centurião, disse: Vai, seja-te feito conforme a tua fé. Na mesma hora o servo ficou curado. 14Foi então Jesus à casa de Pedro, cuja sogra estava de cama, com febre. 15Tomou-lhe a mão, e a febre a deixou. Ela levantou-se e pôs-se a servi-los. 16Pela tarde, apresentaram-lhe muitos possessos de demônios. Com uma palavra expulsou ele os espíritos e curou todos os enfermos. 17Assim se cumpriu a predição do profeta Isaías: Tomou as nossas enfermidades e sobrecarregou-se dos nossos males (Is 53, 4). 18Certo dia, vendo-se no meio de grande multidão, ordenou Jesus que o levassem para a outra margem do lago. 19Nisto aproximou-se dele um escriba e lhe disse: Mestre, seguir-te-ei para onde quer que fores. 20Respondeu Jesus: As raposas têm suas tocas e as aves do céu seus ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça. 21Outra vez um dos seus discípulos lhe disse: Senhor, deixa-me ir primeiro enterrar meu pai. 22Jesus, porém, lhe respondeu: Segue-me e deixa que os mortos enterrem seus mortos.
A cena começa com Jesus descendo a montanha. A montanha está no alto, onde Deus se encontra. Deus no antigo testamento se revela na montanha, quando fala com Moisés é na montanha, é nela que Abraão vai oferecer seu filho. Assim, a montanha sinaliza a proximidade de Jesus em oração com Deus Pai. O caminho de Jesus tem origem da montanha, isto é, nos céus. Em todos os momentos críticos de sua peregrinação na Terra, Jesus sobe a montanha e desce novamente ao nosso encontro. Partindo dela, Jesus adentra a realidade de nossa humanidade.
E chega primeiro, conforme lemos no Evangelho, aos menos favorecidos. Nessa ocasião, representados pela pessoa do leproso. Reparem que ele não tem nome, não tem casa, está fora da cidade, desgarrado de sua família, sofre, implora. E prostra-se por terra. Reparem também que ele tem fé! Reparem que confessa sua pequenez e se oferece com humildade. "Se queres, podes curar-me". O leproso oferece tudo que tem! Não oferece ouro, não oferece bens, não oferece alegrias, não oferece felicidade. Ele oferece-se indigente, sofredor, desamparado, no entanto,
cheio de fé e esperança. É o suficiente para Jesus! Sua compaixão abraça o leproso, dizendo: "Eu quero". Jesus recebe a oferta! Aí está a misericórdia de Deus.
Em seguida, Jesus entra na cidade. Vem ao seu encontro um personagem controverso e inesperado. Um centurião, um oficial romano responsável por até uma centena de soldados. E faz-lhe um pedido ainda mais inusitado, para que olhasse pelo seu servo que sofria paralítico na cama. Segue-se um diálogo surpreendente e cheio de significado. Um diálogo que ainda hoje travamos com Jesus durante todas as missas que frequentamos.
O centurião afirma a sua indignidade em receber Jesus em sua casa. Mas que confia que Ele pode salvar seu servo apenas com o poder de sua autoridade. Jesus surpreendido com a fé desse homem, que não era judeu, afirma a universalidade de seu Evangelho, colocando todos os povos como destinatários de sua Boa-Nova. Finalmente, Jesus confirma sua autoridade e, mais uma vez, aceita o pobre servo como oferta de fé daquele oficial romano. Aí vemos algo inteiramente novo, o servo, com sua doença e tristeza, leva o seu senhor ao caminho da graça. Mas é o servo que toma parte primeiro na glória de Deus quando Cristo o recebe, curando-o.
Depois de curar o leproso, restaurar o servo e redimir o gentil, agora Cristo entra na casa de Simão Pedro. E lá, restabelece a saúde da sogra, que prontamente põe-se a servi-los. Aqui vemos realizar a chegada do Reino de Deus, contra o que o mal não pode resistir, tem que recuar. A sogra, ou seja, a humanidade que não pode servir, por estar acometida pelo mal, no momento em que recebe o toque de Cristo, recebe aquele mesmo "dinamismo irresistível" que está em nossa mística Pólen. E assim, Cristo entra na casa da família e vai até o seu coração, expulsando o mal e tornando-a capaz de servi-lo prontamente!
Na sequência, Jesus deixa claro que a família está a serviço do Reino, não devendo estar ensimesmada, portanto. A família não é um fim em si mesma, pois, como nos ensina Jesus, os mortos devem cuidar de seus mortos, isto é, os que não morrerem até mesmo para suas famílias, não são dignos de andar com Ele. E deixar a graça de Deus, é negar a família em sua essência, pois ela só é completa e tem seu fundamento na pessoa de Cristo.
E onde está e como vive a família? A família será sempre a mesma, ainda que diferente. Vejamos o que Jesus partilhou com as famílias que encontrou pelo seu caminho. Com a família de Lázaro partilhou a pobreza, o sofrimento, mas também a humildade e a amizade.
- Testemunhos.
http://br.radiovaticana.va/news/2016/01/16/reflex%C3%A3o_dominical_bodas_de_can%C3% A1__cristo_e_a_humanidade_/12
14.4 Anexo 4
Oração da Manhã- Jéssica e Mariana Oração INICIAL:
Ave-maria
APRESENTAÇÃO:
Bom dia a todos eu sou a Jéssica, tenho finalmente 18 anos, sou da etapa de Renovação comunidade Perseverantes em Cristo, e sou a atual secretária do Movimento Pólen. Bom dia a Todos, meu nome é Mariana eu tenho 20 anos ... e nós vamos conduzir esse primeiro momento do dia, que é a Oração da Manhã.
INTRODUÇÃO
Nossa proposta é falarmos um pouquinho sobre as características do amor, principalmente como o vivemos esse amor na família, o nosso amor cotidiano. Então nós iremos começar a falar desse amor com a 1ª Carta de São PAULO AOS CORINTIOS
SLIDE
“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria
como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e
não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com
leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não
suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;” 1 Coríntios 13:1-6
Sobre as características do amor ele é:
- PACIENCIA
MARIANA: Uma pessoa se mostra paciente, quando não se deixa levar pelos impulsos interiores e evita agredir
MARIANA: A paciência de Deus é exercício da misericórdia de Deus para com o pecador e manifesta o verdadeiro poder.
JÉSSICA: Quando tiram as coisas da casa do lugar, eu grito com as pessoas me estresso, mas a atitude que devo ter é uma atitude de amor paciente. Quando me deparo com a teimosia de alguém, ou quando tenho, presente, diversas opiniões, sou convidado a exercitar a paciência. Temos de lembrar que Deus não nos dá paciência, mas sim, a oportunidade de sermos pacientes. MARIANA: Ter paciência não é deixar que nos maltratem permanentemente, nem tolerar agressões físicas, ou permitir que nos tratem como objetos
MARIANA: Se não cultivarmos a paciência, sempre acharemos desculpas para responder com ira, acabando por nos tornarmos pessoas que não sabem conviver, antissociais incapazes de dominar os impulsos, e a família tornar-se-á um campo de batalha
JÉSSICA: Sei que é complicado, porque somos humanos e estamos sujeitos a errar. Mas se eu mostrar com docilidade como me chateia tal atitude, talvez o clima amenize e poupe brigas dentro de casa
MARIANA: O amor possui sempre um sentido de profunda compaixão, que leva a aceitar o outro como parte deste mundo, mesmo quando age de modo diferente do que eu desejaria.
- ATITUDE DE SERVIÇO
JÉSSICA: No conjunto do texto, vê-se que Paulo quer insistir que o amor não é apenas um sentimento, mas deve entendido no sentido que o verbo “amar” tem em hebraico: “fazer o bem”. Como dizia santo Inácio de Loyola “o amor deve ser colocado mais nas obras do que nas palavras” assim poderá mostrar toda fecundidade, permitindo-nos a felicidade de dar a nobreza e a grandeza de doar-se superabundantemente, sem calcular nem reclamar pagamento, mas apenas pelo prazer de dar e servir.
MARIANA: Na minha casa eu sou que não trabalha e vejo como meus pais estão sempre cansados, minha forma de demonstrar o amor na minha família é fazendo isso, ajudando todos os dias na maneira que posso, seja quando minha mãe chega cansada e eu faço um café, seja quando o meu pai chega morto de fomo e eu preparo uma janta simples. São tantas coisas pequenas, mas que por traz de si tem um grande significado. E acaba virando exemplo de atitude de amor, pois quando eu estou cansada eles demonstram o amor deles, fazendo o que eu normalmente faço.
MARIANA: Quando vejo que alguém precisa da minha ajuda, seja para lavar uma louça num retiro, recolher lixo, coisas espalhadas pelo local ou ajudar a entregar folhetos de missa. Essas também são atitudes simples que demonstram o amor pelo meu próximo.
-CURANDO A INVEJA
MARIANA: Significa que, no amor, não há lugar para sentir desgosto pelo bem do outro.... Aceita que cada um tenha dons distintos e caminhos diferentes na vida; e,
consequentemente, procura descobrir o seu próprio caminho para ser feliz, deixando que os outros encontrem o deles.
JÉSSICA: Quando minha irmã ganha alguma coisa e eu não ganho, ou quando eu quero muito uma coisa e peço para meus pais e eles dão para algum dos meus irmãos sem eles nem terem pedido tanto como eu sei que estou sendo invejosa, porque eu cobicei o que eles ganharam, naquele momento eu pensei apenas na minha felicidade, minha satisfação pessoal e não na felicidade deles.
-SEM SER ARROGANTE NEM SE ORGULHAR
JÉSSICA: Quem ama não evita falar muito de si, mas, porque centrado nos outros, sabe manter-se no seu lugar sem pretender estar no centro.
JÉSSICA: Por outras palavras, alguns julgam-se grandes porque sabem mais disso que os outros, dedicando-se a impor exigências e a controla-los; quando, na realidade, o que nos faz grandes é o amor que compreende, cuida, integra, está atento aos fracos. Em outro versículo, usa-o para criticar aqueles que “se encheram de presunção”, mas, na realidade, tem mais palavreado do que o verdadeiro “poder do espirito”
MARIANA: Quantas vezes na nossa casa temos a nossa verdade absoluta? Não sabemos a hora de ser humildes e aceitar as diferenças? Quantas vezes não admitimos estar errados porque somos orgulhosos? Porque é impossível que não sejamos os donos de uma razão superior?
JÉSSICA: A lógica do amor cristão não é a de quem se considera superior aos outros e precisa de fazer-lhes sentir o seu poder, mas a de « quem no meio de vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo » (Mt 20, 27). Na vida familiar, não pode reinar a lógica do domínio de uns sobre os outros, nem a competição para ver quem é mais inteligente ou poderoso, porque esta lógica acaba com o amor.
- AMABILIDADE
MARIANA: Significa que o amor não age rudemente, não atua de forma inconveniente, não se mostra duro no trato... Ser amável não é um estilo que o cristão possa escolher ou rejeitar: faz parte das exigências irrenunciáveis do amor, por isso « todo o ser humano está obrigado a ser afável com aqueles que o rodeiam ».
MARIANA: E quanto mais íntimo e profundo for o amor, tanto mais exigirá o respeito pela liberdade e a capacidade de esperar que o outro abra a porta do seu coração» MARIANA: E quanto mais íntimo e profundo for o amor, tanto mais exigirá o respeito pela liberdade e a capacidade de esperar que o outro abra a porta do seu coração» MARIANA: A pessoa que ama é capaz de dizer palavras de incentivo, que reconfortam, fortalecem, consolam, estimulam. Vejamos, por exemplo, algumas palavras que Jesus dizia às pessoas: «Filho, tem confiança! » (Mt 9, 2). «Grande é a tua fé! » (Mt 15, 28). «Levanta-te! » (Mc 5, 41). «Vai em paz» (Lc 7, 50). «Não
temais! » (Mt 14, 27). Não são palavras que humilham, angustiam, irritam, desprezam. Na família, é preciso aprender esta linguagem amável de Jesus.
MARI: Eu sei que das pessoas eu não sou a mais amável, quem me conhece sabe. Eu tenho muita dificuldade em enxergar Cristo no outro e amar esse cristo. Na minha casa tem uma divisão de pensamentos, eu sou muito liberal e defendo coisas que os meus pais não defendem tanto, e eu acabo por me tornar agressiva e rude na minha de defender meu pensamento, quando peço as coisas e eles não fazem eu também sou bem grossa
JAZZ: Eu sou o contraria, as pessoas acham que eu sou muito amável, mas não sou…Quando meus pais me dizem “não”, não sei demonstrar minha insatisfação de uma mais amena, eu simplesmente fico grossa com e não quero falar com ninguém. Na hora não os motivos do não.
Faz-se perceber que a amabilidade tem relação próxima com a paciência. -DESPRENDIMENTO
JÉSSICA: Como se diz muitas vezes, para amar os outros, é preciso primeiro amar-se a si mesmo. Todavia este hino à caridade afirma que o amor «não procura o amar-seu próprio interesse », ou «não 82 procura o que é seu ». Esta expressão aparece ainda noutro texto: «Não tenha cada um em vista os próprios interesses, mas todos e cada um exatamente os interesses dos outros» (Flp 2, 4).
JÉSSICA: Por isso, o amor pode superar a justiça e transbordar gratuitamente «sem nada esperar em troca » (Lc 6, 35), até chegar ao amor maior que é «dar a vida » pelos outros (Jo 15, 13).
MARIANA: É o que nós falamos tanto no pólen sobre a Unidade querida por Jesus “A unidade querida por Jesus custa, por vezes, o preço da cruz e a morte das próprias ideias. Exige a disponibilidade para dar a própria vida” LER TRECHOS SELECIONADOS SOBRE O IDEAL DA UNIDADE QUERIDA POR JESUS.
-SEM VIOLENCIA INTERIOR
MARIANA: Uma coisa é sentir a força da agressividade que irrompe, e outra é consentir nela, deixar que se torne uma atitude permanente: « Se vos irardes, não pequeis; que o sol não se ponha sobre o vosso ressentimento» (Ef 4, 26). Por isso, nunca se deve terminar o dia sem fazer as pazes na família. «E como devo fazer as pazes? Ajoelhar-me? Não! Para restabelecer a harmonia familiar basta um pequeno gesto, uma coisa de nada. É suficiente uma carícia, sem palavras. Mas nunca permitais que o dia em família termine sem fazer as pazes»
Nós temos um contratestemunho
MARI: Na minha casa toda vez que tenho uma discussão com meus pais eu simplesmente me tranco no meu quarto e choro, vou dormir ressentida sem querer falar com ninguém.