Fco. Bernardo S. Carneiro
Médico Veterinário – Faz. Canhotinho Ltda.Superintendente Técnico da ACAB / ABRE [email protected]
Fco.
Fco.
Bernardo
Bernardo
S.
S.
Carneiro
Carneiro
Médico VeterinárioMédico Veterinário –– Faz. Canhotinho Ltda.Faz. Canhotinho Ltda. Superintendente Técnico da ACAB / ABRETécnico da ACAB / ABRE
[email protected] [email protected]
O Agronegócio que mais Cresce no Brasil
O Agronegócio que mais Cresce no Brasil
Estrutiocultura
Estrutiocultura
Porque o Brasil ?
Porque o Brasil ?
Equador Equador Trópico de Capricórnio Trópico de Capricórnio Trópico de Câncer Trópico de CâncerENIPEC 2006
ENIPEC 2006
Vantagens Competitivas do Brasil
Vantagens Competitivas do Brasil
¾
Sanidade animal;
¾
Abundância de grãos e Biodiversidade;
¾
Extensão territorial (8,5 milhões de Km
2– 5º. país em
extensão territorial – 22% das terras agricultáveis do
mundo;
¾
Condições climáticas favoráveis;
¾
Mão-de-obra abundante e tradição criatório;
¾
Indústria moderna e empresários dinâmicos;
¾
Mercado doméstico grande (de 180 milhões de
consumidores);
¾
Competitividade nas exportações.
¾
¾
Sanidade animal;
Sanidade animal;
¾
¾
Abundância de grãos e Biodiversidade;
Abundância de grãos e Biodiversidade;
¾
¾
Extensão territorial (8,5 milhões de Km
Extensão territorial (8,5 milhões de Km
22–
–
5º. país em
5º. país em
extensão territorial
extensão territorial
–
–
22% das terras agricultáveis do
22% das terras agricultáveis do
mundo;
mundo;
¾
¾
Condições climáticas favoráveis;
Condições climáticas favoráveis;
¾
¾
Mão
Mão
-
-
de
de
-
-
obra abundante e tradição criatório;
obra abundante e tradição criatório;
¾
¾
Indústria moderna e empresários dinâmicos;
Indústria moderna e empresários dinâmicos;
¾
¾
Mercado doméstico grande (de 180 milhões de
Mercado doméstico grande (de 180 milhões de
consumidores);
consumidores);
¾
¾
Competitividade nas exportações.
Competitividade nas exportações.
¾
O Início (1995)
¾
Origem do Rebanho
¾
Condição Sanitária
¾
Distribuição
¾
Biosseguridade
¾
Associativismo / Cooperativismo
¾
Evolução
¾
¾
O Início (1995)
O Início (1995)
¾
¾
Origem do Rebanho
Origem do Rebanho
¾
¾
Condição Sanitária
Condição Sanitária
¾
¾
Distribuição
Distribuição
¾
¾
Biosseguridade
Biosseguridade
¾
¾
Associativismo / Cooperativismo
Associativismo / Cooperativismo
¾
¾
Evolução
Evolução
O Início da Estrutiocultura no Brasil
O Início da Estrutiocultura no Brasil
São Paulo; 125000 Alagoas; 10000 Ceará; 8000 Pernambuco; 8000 Paraná; 8000 Minas Gerais; 7995 Rio Grande so Sul; 7500 Mato Grosso do Sul; 7000 Santa Catarina; 6695 Rio de Janeiro; 6000 Distrito Federal; 5500 Mato Grosso; 5500 Tocantins; 5000 Paraiba; 3000
Rio Grande do Norte; 3000 Sergipe; 3000 Maranhão; 2000 Rondônia; 2000 Piaui; 1500 Espirito Santo; 1000 Pará; 500 Acre; 100 Amazonas; 40 Roraima; 40 Goiás; 85800 Bahia; 23000 0 20000 40000 60000 80000 100000 120000 140000 2005 Aves São Paulo; 125000 Alagoas; 10000 Ceará; 8000 Pernambuco; 8000 Paraná; 8000 Minas Gerais; 7995 Rio Grande so Sul; 7500 Mato Grosso do Sul; 7000 Santa Catarina; 6695 Rio de Janeiro; 6000 Distrito Federal; 5500 Mato Grosso; 5500 Tocantins; 5000 Paraiba; 3000
Rio Grande do Norte; 3000 Sergipe; 3000 Maranhão; 2000 Rondônia; 2000 Piaui; 1500 Espirito Santo; 1000 Pará; 500 Acre; 100 Amazonas; 40 Roraima; 40 Goiás; 85800 Bahia; 23000 0 20000 40000 60000 80000 100000 120000 140000 2005 Aves
Distribuição do Plantel por Estados
Distribuição do Plantel por Estados
61.500 103.800 22.450 7.680 139.995 0 20000 40000 60000 80000 100000 120000 140000 160000 2005 Aves
Norte Nordeste Centro Oeste Sudeste Sul
61.500 103.800 22.450 7.680 139.995 0 20000 40000 60000 80000 100000 120000 140000 160000 2005 Aves
Norte Nordeste Centro Oeste Sudeste Sul
Distribuição do Plantel por Região
Distribuição do Plantel por Região
23,3 54,3 54 6,5 43 65,7 72,7 19,5 37,3 55,3 56,3 11,1 34,3 60,7 50,3 10 35,7 58 55,7 10,9 0 10 20 30 40 50 60 70 80 Ovos/Fêmea/ano Fertilidade Real Índice de Cria - 3 meses Produtividade - 3 meses/ano
Sudeste Nordeste Centro-Oeste Sul Norte
23,3 54,3 54 6,5 43 65,7 72,7 19,5 37,3 55,3 56,3 11,1 34,3 60,7 50,3 10 35,7 58 55,7 10,9 0 10 20 30 40 50 60 70 80 Ovos/Fêmea/ano Fertilidade Real Índice de Cria - 3 meses Produtividade - 3 meses/ano
Sudeste Nordeste Centro-Oeste Sul Norte
Resultados por Regiões
Resultados por Regiões
O Avestruz
O Avestruz
Produtividade
Produtividade
Avestruz
Avestruz
Bovino de Corte
Bovino de Corte
Incuba
Incuba
çã
çã
o / Gesta
o / Gesta
çã
çã
o
o
Crias / Ano
Crias / Ano
Idade de Abate
Idade de Abate
Kg Carne / Ano
Kg Carne / Ano
Vida Produtiva
Vida Produtiva
Couro
Couro
Cabe
Cabe
ç
ç
as / Hectare
as / Hectare
Plumas / Ave
Plumas / Ave
42
42
270
270
20 / ano (*)
20 / ano (*)
1 / Ano
1 / Ano
12 meses
12 meses
36 meses
36 meses
700
700
255 kg (*)
255 kg (*)
30 a 40 anos
30 a 40 anos
10 anos
10 anos
20
20
1 pe
1 pe
ç
ç
a
a
60
60
–
–
70
70
1 (*)
1 (*)
1,2 a 1,5 kg
1,2 a 1,5 kg
-
-O Avestruz
O Avestruz
Par
Parââmetrosmetros DadosDados ObservaObservaçõçõeses Longevidade
Longevidade 70 anos70 anos VariVariáávelvel
Peso aos 12 Meses
Peso aos 12 Meses 90 90 –– 100 kg100 kg 120 Kg120 Kg Vida Produtiva
Vida Produtiva 30 30 –– 40 anos40 anos VariVariáávelvel
Convers
Conversãão Alimentaro Alimentar 4,0 4,0 –– 5,5:15,5:1 (*)(*) Prod. Ovos / Ave / Ano
Prod. Ovos / Ave / Ano 30 30 –– 9090 Eclodibilidade
Eclodibilidade Fertilidade Fertilidade
Altura dos Adultos Altura dos Adultos Maturidade Sexual Maturidade Sexual Peso ao Nascer Peso ao Nascer Peso do Ovo Peso do Ovo 60 60 –– 90 %90 % 50 a 80 % 50 a 80 % 2,5 a 3 m 2,5 a 3 m 2 a 4 anos 2 a 4 anos 800 a 1.100 g 800 a 1.100 g 800 a 1.800 g 800 a 1.800 g
O Avestruz
O Avestruz
Idade em Semanas
Idade em Semanas
Ganho Estimado
Ganho Estimado
Ponto de Partida
Ponto de Partida
2 Semanas
2 Semanas
Cresce 230 g
Cresce 230 g
Peso ao Nascer
Peso ao Nascer
4 Semanas
4 Semanas
Quadruplica
Quadruplica
Peso ao Nascer
Peso ao Nascer
3 Semanas
3 Semanas
Dobra
Dobra
Peso ao Nascer
Peso ao Nascer
Ap
Ap
ó
ó
s 4 Semanas
s 4 Semanas
Cresce 230 g / dia
Cresce 230 g / dia
De 4 a 5 Semanas
De 4 a 5 Semanas
Cresce 1.100 g
Cresce 1.100 g
De 5 a 6 Semanas
De 5 a 6 Semanas
De 6 a 7 Semanas
De 6 a 7 Semanas
De 7 a 8 Semanas
De 7 a 8 Semanas
Cresce 1.500 g
Cresce 1.500 g
Cresce 1.500 g
Cresce 1.500 g
Cresce 2.000 g
Cresce 2.000 g
Estrutura da Criação
Estrutura da Criação
¾
Incubatório
¾
Berçário (incubatório)
¾
Creche
¾
Piquetes de Cria
¾
Piquetes de Recria / Engorda
¾
Piquetes de Reprodução
¾
Fábrica de Ração
¾
Incubatório
¾
Berçário (incubatório)
¾
Creche
¾
Piquetes de Cria
¾
Piquetes de Recria / Engorda
¾
Piquetes de Reprodução
¾
Fábrica de Ração
Incubatórios
Incubatórios
Berçário
Creche
Creche
Recria
Recria
Nutrição e Alimentação
Nutrição e Alimentação
Ração
Ração
¾
Peletizada
¾
Farelada
¾
Peletizada Triturada
¾
Peletizada
¾
Farelada
¾
Peletizada Triturada
Fornecimento
Fornecimento
¾
Ad libitum
¾
Controlada
¾
Ad libitum
¾
Controlada
Nutrição e Alimentação
Nutrição e Alimentação
Gramíneas:
Braquiárias, Capim Elefante, Coast-Cross, Tifton,
Gramão, Milhã, Corrente, Tanzânia, Mombaça, etc.
Leguminosas:
Alfafa, Leucena, Cunhã, Estilosantes, Amendoim
Forrageiro, Sabiá, etc.
Silagens:
Milho, Sorgo, etc.
Gramíneas:
Braquiárias, Capim Elefante, Coast-Cross, Tifton,
Gramão, Milhã, Corrente, Tanzânia, Mombaça, etc.
Leguminosas:
Alfafa, Leucena, Cunhã, Estilosantes, Amendoim
Forrageiro, Sabiá, etc.
Silagens:
Nutriente
Nutriente PréPré--InicialInicial InicialInicial CrescimentoCrescimento ManutençãManutençãoo ReproduçãReproduçãoo Prote
Proteíína Brutana Bruta 7,8507,850 7,5507,550 0,170 0,170 0,410 0,410 0,300 0,300 0,290 0,290 0,090 0,090 0,460 0,460 0,570 0,570 0,160 0,160 6,150 6,150 5,830 5,830 6,340 6,340 0,160 0,160 0,320 0,320 0,270 0,270 0,230 0,230 0,090 0,090 Lisina Lisina 0,4100,410 0,390 0,390 0,160 0,160 0,570 0,570 0,130 0,130 0,260 0,260 0,250 0,250 0,200 0,200 0,100 0,100 0,360 0,360 0,430 0,430 0,310 0,310 0,270 0,270 0,250 0,250 0,100 0,100 0,430 0,430 0,170 0,170 0,1500,150 1,070 1,070 0,170 0,170 Metionina Metionina 0,1700,170 Met + Cist Met + Cist 0,3000,300 Treonina Treonina 0,3000,300 Triptofano Triptofano Arginina Arginina C Cáálciolcio F Fóósf. Disp.sf. Disp. 0,090 0,090 0,500 0,500 0,570 0,570 0,160 0,160
Nutrição e Alimentação
Nutrição e Alimentação
Nutriente
Nutriente PréPré--InicialInicial InicialInicial CrescimentoCrescimento ManutençãManutençãoo ReproduçãReproduçãoo
Umidade mx)
Umidade mx)
12,0012,00 12,0012,00 19,00 19,00 1,60 1,60 0,75 0,75 3,00 3,00 7,00 7,00 10,00 10,00 0,20 0,20 12,00 12,00 12,00 12,00 12,00 12,00 16,00 16,00 1,50 1,50 0,73 0,73 4,00 4,00C
Cá
álcio (mn)
lcio (mn)
1,601,60 5,00 5,00 16,00 16,00 10,00 10,00 14,00 14,00 1,20 1,20 0,70 0,70 4,00 4,00 5,00 5,00 10,00 10,00 2,80 2,80 0,72 0,72 3,00 3,00 9,00 9,00 0,20 0,20 0,220,22 10,00 10,00 0,22 0,22Prote
Prote
í
í
na (mn)
na (mn)
22,0022,00F
F
ósforo (mn)
ó
sforo (mn)
0,750,75E. Et
E. Et
é
é
reo(mx)
reo(mx)
3,003,00Cinzas (mx)
Cinzas (mx)
Fibra (mx)
Fibra (mx)
S
Só
ódio (mx)
dio (mx)
6,00 6,00 10,00 10,00 0,20 0,20Nutrição e Alimentação
Nutrição e Alimentação
Idade ( dias)
Idade ( dias)
Consumo em % de Peso
Consumo em % de Peso
1 a 30
1 a 30
Ad Libitum
Ad Libitum
31 a 60
31 a 60
4
4
61 a 90
61 a 90
91 a 180
91 a 180
> 180
> 180
3
3
2,5
2,5
2
2
Consumo Alimentar em Função da Idade
Consumo Alimentar em Função da Idade
Consumo Alimentar em Função da Idade
Nutrição e Alimentação
Nutrição e Alimentação
Fase
Fase IdadeIdade (dias) (dias)
Peso Vivo Peso Vivo (m
(méédia dia –– kg)kg) RaçãRaçãoo
Consumo Consumo M
Méédio Didio Diáário rio (Kg) (Kg) Cria Cria 0 0 –– 3030 0,75 0,75 –– 33 3 3 –– 99 9 9 –– 1515 15 15 –– 6060 60 60 –– 8080 80 80 –– 100100 > 100 > 100 > 100 > 100 > 100 > 100 0,120 0,120 –– 0,1500,150 Pr Préé--InicialInicial Inicial Inicial Inicial Inicial Crescimento Crescimento Crescimento Crescimento Crescimento Crescimento Crescimento Crescimento 61 61 –– 9090 Reprodu Reproduçãçãoo 0,150 0,150 –– 0,3500,350 0,350 0,350 –– 0,6000,600 0,600 0,600 –– 0,8000,800 0,800 0,800 –– 1,0001,000 1,000 1,000 –– 1,5001,500 1,500 1,500 1,500 1,500 –– 1,8001,800 Manuten Manutençãçãoo 1,000 1,000 –– 1,5001,500 31 31 –– 6060 Recria Recria 91 –91 – 180180 181 181 –– 270270 Reprodu Reproduçãçãoo Manuten Manutençãçãoo 271 271 –– 365365 366 366 –– 730730 > 730 > 730 > 730 > 730
Nutrição e Alimentação
Nutrição e Alimentação
Produtos do Avestruz
Produtos do Avestruz
Carne de Avestruz
Carne de Avestruz
Esp
Esp
é
é
cie
cie
Calorias
Calorias
Kcal/Kg Kcal/KgGordura
Gordura
% %Colesterol
Colesterol
mg mgProte
Prote
í
í
na
na
% %Ferro
Ferro
mg mg1,80
1,80
7,40
7,40
9,70
9,70
6,60
6,60
9,30
9,30
Frango
Frango
190
190
3,2
3,2
19,0
19,0
36
36
89
89
86
86
1,2
1,2
118
118
28,9
28,9
29,3
29,3
31,9
31,9
1,1
1,1
86
86
29,9
29,9
1,2
1,2
3,0
3,0
Avestruz
Avestruz
101
101
Su
Su
í
í
no
no
212
212
Vitela
Vitela
196
196
Bovino
Bovino
211
211
Informações Nutricionais (p/100 g)
Informações Nutricionais (p/100 g)
Par
Parââmetrosmetros RedondoRedondo LequeLeque Lombo Sup.Lombo Sup. Lombo CostaLombo Costa OstraOstra Energia Energia 99,7399,73 18,80 18,80 1,97 1,97 56,85 56,85 8,86 8,86 22,89 22,89 25,29 25,29 51,93 51,93 31,75 31,75 98,71 98,71 107,62107,62 109,75 109,75 99,67 99,67 18,50 18,50 2,31 2,31 42,50 42,50 23,70 23,70 2,64 2,64 Lip
Lipíídeosdeos
28,04 28,04 20,10 20,10 1,89 1,89 17,14 17,14 0,55 0,55 23,38 23,38 3,49 3,49 32,70 32,70 1,95 1,95 2,102,10 23,70 23,70 24,2124,21 Prote Proteíínana 18,1018,10 1919 Colesterol Colesterol 17,7417,74 22,5322,53 Ô Ômega 3mega 3 1,011,01 0,780,78 Ô Ômega 6mega 6 Ô Ômega 9mega 9 Monoinsaturadas Monoinsaturadas Poliinsaturadas Poliinsaturadas 23,12 23,12 25,4925,49 3,12 3,12 2,332,33 33,21 33,21 30,8230,82 24,32 24,32 26,2626,26
Fonte: Universidade de São Paulo
Carne de Avestruz
Carne de Avestruz
Carne de Avestruz
Carne de Avestruz
Com a vantagem
de não existir...
Com a vantagem
de não existir...
Couro de Avestruz
Couro de Avestruz
Couro de Avestruz
¾
A remuneração internacional das peles exóticas chega a ser
257% a do material bovino;
¾
Peles Exóticas estão presentes em 32 milhões de pares, ou seja
5%, dos 640 milhões de pares produzidos no país;
¾
Os preços dos pares variam de R$ 250,00 a R$ 1.200,00 no caso
dos modelos femininos. Os modelos masculinos custam R$
550,00 a 1.800,00;
¾
No mercado internacional, o preço do couro de avestruz varia
de US$ 110,00 a US$ 320,00 por metro quadrado (cerca de US$
200,00 por pele) para o produtor;
¾
O valor da pele curtida é de US$ 400,00 enquanto que o valor
do couro processado pé de US$ 500,00 a US$ 6.000,00.
¾
A remuneração internacional das peles exóticas chega a ser
257% a do material bovino;
¾
Peles Exóticas estão presentes em 32 milhões de pares, ou seja
5%, dos 640 milhões de pares produzidos no país;
¾
Os preços dos pares variam de R$ 250,00 a R$ 1.200,00 no caso
dos modelos femininos. Os modelos masculinos custam R$
550,00 a 1.800,00;
¾
No mercado internacional, o preço do couro de avestruz varia
de US$ 110,00 a US$ 320,00 por metro quadrado (cerca de US$
200,00 por pele) para o produtor;
¾
O valor da pele curtida é de US$ 400,00 enquanto que o valor
do couro processado pé de US$ 500,00 a US$ 6.000,00.
Couro de Avestruz
Couro de Avestruz
¾
Exportações de couro somam 50-70% do total
das exportações de produtos do avestruz
(30-45% carne e 5-15% plumas).
¾
90% do couro do avestruz é exportado para as
fábricas da UE e países do Leste Asiático para
serem transformados em produto final.
¾
Principais companhias que utilizam couro do
avestruz são as sofisticas Christian Dior,
Heres, Celine, Gucci, Testoni e Comtesse.
¾
Exportações de couro somam 50-70% do total
das exportações de produtos do avestruz
(30-45% carne e 5-15% plumas).
¾
90% do couro do avestruz é exportado para as
fábricas da UE e países do Leste Asiático para
serem transformados em produto final.
¾
Principais companhias que utilizam couro do
avestruz são as sofisticas Christian Dior,
Heres, Celine, Gucci, Testoni e Comtesse.
Couro de Avestruz
Couro de Avestruz
Valor de um Animal abatido de 12 a 14 meses
Valor de um Animal abatido de 12 a 14 meses
Valor de um Animal abatido de 12 a 14 meses
Produto
Produto
Quantidade / Animal
Quantidade / Animal
Valor US$
Valor US$
Carne
Carne
30
30
–
–
40 kg
40 kg
400
400
350
350
100
100
750
750
Couro
Couro
1,2
1,2
–
–
1,5 m
1,5 m
22Plumas
Plumas
1 –
1
–
2 kg
2 kg
Total
Total
Couro de Avestruz
Couro de Avestruz
¾
Japão – 40%
¾
Mercado feminino - Procura pelo couro
terminado e alguns produtos manufaturados.
¾
Estados Unidos – 40%
¾
Mercado masculino (botas de cowboy)
-Procura pelo couro cru ou semiprocessado.
¾
União Européia – 20%
¾
Japão – 40%
¾
Mercado feminino - Procura pelo couro
terminado e alguns produtos manufaturados.
¾
Estados Unidos – 40%
¾
Mercado masculino (botas de cowboy)
-Procura pelo couro cru ou semiprocessado.
¾
União Européia – 20%
Principais Mercados Consumidores
Principais Mercados Consumidores
Couro de Avestruz
Couro de Avestruz
O Couro de avestruz é de altíssima
qualidade e o segundo mais caro do
mundo
Possui rara beleza e exotismo devido a
marcas características deixadas pelos
folículos
É macio, tem grande resistência e alta
durabilidade
Grifes famosas como Yves Saint Laurent,
Gucci, Chistian Dior, Lorenzi, entre
outras, fazem sapatos. Botas, cintos,
jaquetas, pastas, carteiras e roupas com
couro de avestruzes.
O Couro de avestruz é de altíssima
qualidade e o segundo mais caro do
mundo
Possui rara beleza e exotismo devido a
marcas características deixadas pelos
folículos
É macio, tem grande resistência e alta
durabilidade
Grifes famosas como Yves Saint Laurent,
Gucci, Chistian Dior, Lorenzi, entre
outras, fazem sapatos. Botas, cintos,
jaquetas, pastas, carteiras e roupas com
couro de avestruzes.
Pluma de Avestruz
Pluma de Avestruz
Plumas
Plumas
Indústria Têxtil
Moda / Artigos
Indústria Têxtil
Moda / Artigos
Indústria
Automotiva
Indústria
Automotiva
Festas Regionais
Carnaval
Festas Regionais
Carnaval
Indústria de
Espanadores
Indústria de
Espanadores
Novos Nichos
Novos Nichos
Pluma de Avestruz
Pluma de Avestruz – Mercado Nacional
Pluma de Avestruz – Mercado Nacional
Brasil
¾
Maior consumidor mundial de plumas 50 a 60 ton / ano
¾
Ainda não é capaz de abastecer o mercado interno
¾
Abatedouro
¾
Aves vivas
Brasil
¾
Maior consumidor mundial de plumas 50 a 60 ton / ano
¾
Ainda não é capaz de abastecer o mercado interno
¾