Faculdade de Medicina Dentária Universidade de Lisboa
Regras para a Avaliação do Desempenho dos Docentes da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa
O artigo 74.º-A do Estatuto da Carreira Docente Universitária (ECDU), aprovado pelo Decreto-Lei nº 205/2009, de 31 de Agosto, determina que os docentes são sujeitos a um regime de avaliação de desempenho constante de regulamento a aprovar por cada instituição de ensino superior.
Em cumprimento do referido artigo, foi publicado o Regulamento de Avaliação do Desempenho dos Docentes da Universidade de Lisboa (RADD), na 2.ª Série do Diário da República, nº 121, de 27 de Junho de 2011, sendo referido no n.º 2 do artigo 4.º que o Conselho Científico de cada unidade orgânica aprova, sujeito a homologação do Reitor e ouvido o Conselho Universitário, as regras que permitam, para essa unidade, a densificação dos critérios, parâmetros, indicadores e procedimentos mais adequados às especificidades da respectiva área disciplinar.
Assim, dando cumprimento ao disposto no RADD e na legislação aplicável, foram elaboradas as seguintes Regras para a Avaliação do Desempenho dos Docentes da Faculdade de Medicina Dentária.
Capítulo I Disposições Gerais
Artigo 1.º Objecto
As presentes regras, enquadrado no disposto no artigo 74.º-A do ECDU, tem por objecto definir as vertentes de atividade docente sujeitas a avaliação, os parâmetros, os indicadores e os critérios de avaliação, bem como as demais regras de procedimento aplicáveis à avaliação de desempenho dos docentes na Faculdade de Medicina Dentária (FMD), em complemento do disposto no RADD.
Artigo 2º Vertentes da avaliação
1 – A avaliação de cada docente faz-se, tendo em conta a especificidade de cada área disciplinar, através da avaliação das seguintes vertentes de atividade académica:
a) Investigação; b) Ensino;
c) Serviço à Universidade; d) Extensão universitária.
2 – Em cada uma destas vertentes são especificados parâmetros e critérios que são avaliados de acordo com a natureza do trabalho desenvolvido pelo docente (Anexo I).
Artigo 3º
Perfil do docente avaliado
Nos termos do Art.º 7.º do RADD, o docente deve explicitar, para cada ano em avaliação, o seu perfil de atividade, indicando a percentagem de dedicação em cada uma das quatro vertentes de atividade, de acordo com o qual será avaliado o seu desempenho, tal como indicado no quadro seguinte:
Investigação entre 30% e 70%
Ensino entre 30% e 70%
Serviço à Universidade até 30%
Extensão universitária até 30%
Artigo 4º Objecto da avaliação
A avaliação recai sobre os elementos inscritos no relatório individual de atividades do docente. O relatório deve corresponder, de forma justificada, ao perfil adotado pelo docente.
Artigo 5º Avaliadores
Os avaliadores são designados pela Comissão de Avaliação de acordo com os normativos expressos no Art.º 11.º do RADD. Sempre que, em alguma especialidade, não haja avaliadores, poderá ser designado um avaliador ou avaliadores externos.
Artigo 6º
Ponderações e indicadores de avaliação
As vertentes, parâmetros e critérios avaliados, constam do Anexo I das presentes Regras, sendo organizadas matrizes de avaliação da seguinte forma:
1 – A avaliação em cada vertente é feita através da avaliação dos vários indicadores e parâmetros que a constituem;
2 – Deve ser contemplada a totalidade da atividade do docente em cada parâmetro; caso o avaliador reconheça que a descrição não contempla algum aspeto da atividade do docente num dado parâmetro, a descrição deve ser expandida pelo avaliador (devendo essa expansão na descrição fazer parte integrante do registo de avaliação);
3 – A avaliação em cada vertente tem uma dimensão quantitativa determinada pela aplicação dos critérios respetivos (Anexo I);
4 – Cada parâmetro é avaliado através da atribuição de um nível de desempenho expresso em pontos;
5 – A avaliação de cada vertente corresponde à soma das classificações dos parâmetros que a compõem;
6 – As quantificações atribuídas pelo avaliador em cada vertente poderão totalizar mais de 100 pontos, mas o valor máximo da avaliação em cada vertente é de 100 pontos;
7 – A Avaliação Quantitativa é expressa numa classificação numérica de 0 a 100 que resulta das classificações de 0 a 100 em cada uma das quatro vertentes de avaliação, ponderadas de acordo com o perfil definido pelo avaliado;
8 – O Relatório de Atividades, na sua globalidade, é sujeito a uma avaliação qualitativa, tendo em consideração os critérios constantes no Anexo II.
9 – A Avaliação Qualitativa é expressa através da atribuição dos seguintes factores: a) Q0 – 1,0;
b) Q1 – 1,1; c) Q2 – 1,2; d) Q3 – 1,3;
10 – A Classificação Final é obtida pela seguinte fórmula:
Classificação Final = Avaliação Quantitativa x Avaliação Qualitativa (Qn)
11 – A Classificação Final traduz-se em quatro menções: a) Excelente - entre 90 e 100; b) Relevante - entre 70 e 89; c) Suficiente - entre 50 e 69; d) Insuficiente - abaixo de 50. Capítulo II Processo de Avaliação Artigo 7º Procedimento 1 - Em termos de procedimentos, definem-se quatro fases:
1) Autoavaliação, através da apresentação do relatório de atividades ao Diretor da FMD;
2) Avaliação realizada pelos avaliadores com aplicação da matriz de avaliação descrita no Anexo I;
3) Comunicação e notificação do avaliado; 4) Homologação dos resultados da avaliação.
2 - Os procedimentos específicos podem ser descritos nos seguintes passos:
a) O avaliado entrega ao Diretor o relatório de atividades para avaliação do seu desempenho;
b) A Comissão de Avaliação (CA) acede aos resultados dos inquéritos à qualidade da lecionação, caso existam, e fornece-os aos avaliadores para serem tomados em consideração no caso de fornecerem dados resultantes de amostras representativas; c) A partir do relatório do docente e dos dados recebidos da CA, os avaliadores preenchem a matriz de avaliação em cada uma das vertentes de acordo com as orientações aprovadas pelo Conselho Científico (CC) e elaboram uma proposta de avaliação à CA;
d) O avaliado apresenta aos avaliadores toda a documentação e informação complementar que lhe for solicitada;
e) A CA decide da pontuação a atribuir de forma fundamentada, podendo remeter para a proposta dos avaliadores, e formula um projeto de decisão sobre a avaliação;
f) Os avaliadores comunicam, através de entrevista ao avaliado, o projeto de decisão sobre a avaliação, nomeadamente na sua fundamentação;
g) A CA aprecia eventuais questões levantadas pelo avaliado ao projeto de decisão sobre a sua avaliação, até 10 dias úteis após a comunicação;
h) A CA propõe ao CC a avaliação final para ratificação por aquele órgão; i) O CC ratifica a decisão sobre a avaliação do docente;
j) O Diretor envia ao Reitor a decisão para homologação, após a qual notifica o avaliado da
decisão final.
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Vert en tes, &p arâ met ro s&e&c rit éri os &de &av aliaç ão& quantitativ a& Ve rte nt e& Pa râ m et ro s& Cr itér io s&d e&aval iação &q uan tit at iva & Po nt ua çã o& 1. #In ve stig aç ão # 1. 1# #Coor de na çã o#e #pa rtici pa çã o#e m #pr oje to s# cie ntíf ico s,#e #co ntra to s#d e#in ve sti ga çã o,#d ire çã o#d e# uni da de s#de #I& D.# a) #Fu nç ões #d e# dir eç ão #o u#c oo rd en aç ão #d e#u nid ad e,#g ru po #o u#l in ha #d e#in ve sti ga çã o# de vi da m en te #re co nh eci do s#pe lo# Cons elho# Ci ent ífic o# da #FM D .# 6# b) #Int eg ra çã o# em #e qui pa s#ou# grupos #de #inv es tig aç ão# de vida m ent e#r ec onhe cidos #pe lo# Cons elho# Ci ent ífic o# da #FM D .# 8# c) #P art ici pa çã o#e m #p ro je to s# de #in ve st iga çã o#n o#â m bit o#d a#F CT #o u#d a#C om issã o# Eu ro pe ia#ou# cont ra ta dos #com #out ra s#e nt ida de s#na ciona is#ou# int erna ciona is.# 7# d) #Par tic ip aç ão #em #o utr os #p ro jet os #d e# in ves tig aç ão #d ev id am en te# rec on hec id os #p el o# Cons elho# Ci ent ífic o# da #FM D .## 6# e) #Par tic ip aç ão #em ##c an did at ur as #d e# pr ojet os #d e# in ves tigaç ão #n o#âm bit o#d a# FC T#o u#d a# Com iss ão# Eur ope ia. # 2# 1. 2# Pu blic açã o#d e#r esu lta do s#e #cr iaçã o# cie nt ífic a.# a) #A rtigo s#p ub lic ad os #e m #re vis ta s#in de xa da s#( Me dli ne #ou# Sc op us )#co m #FI. # 24 # b)# Arti go s#p ub lic ad os #e m #re vis ta s#in de xa da s#( Me dli ne #ou# Sc op us )#se m #FI. # 12 # c)# Liv ro s#e #ca pítu lo s#d e#li vro s#c ie ntí fic os #co m #IS BN .# 5# d)# Pu bli ca çã o#d e#re su m os #e m #re vis ta s#o u#a ta s#d e#c on gre sso s#in te rn ac io na is #co m # re vis ão #p or# pa re s.# 10 # e)# Pu bli ca çã o#d e#re su m os #e m #re vis ta s#o u#a ta s#d e#c on gre sso s#na ciona is#co m #re vi sã o# por #pa re s.# 6# f)# O utra s#p ub lic aç õe s.# 3# g)# Pe did os #p ro vis óri os #e #re gis to #d e#p ate nte s# 4# 1. 3# In te rv en çã o#e #p art ic ip aç ão #em #ev en to s# ci en tífi co s# e#a tiv id ad es #d e#d ivu lga çã o#c ie ntí fic a.# a) #Par tic ip aç ão #co m o#o rad or #co nv id ad o#em #co ngr es so s,#c on fer ên cias #e# en co ntr os # ci en tífi co s#in te rn ac io na is .# 5# b)# Pa rti cip aç ão #co m o#o ra do r#c on vid ad o#e m #co ng re sso s,#co nfe rê nci as# e#e nco ntr os# ci en tífi co s#na ciona is.# 3# c)# Ap re se nta çã o#d e#c om un ica çõ es #liv re s#o u#pos te rs#e m #re uni õe s#c ie nt ífic as # in te rn ac io na is .# 10 # d)# Ap re se nta çã o#d e#c om un ica çõ es #liv re s#o u#pos te rs#e m #re uni õe s#c ie nt ífic as #na ciona is.# 6# e)# Pa rti cip aç ão #na #or ga ni za çã o# e/ ou# m ode ra çã o# de #e ve nt os #cie nt ífic os .# 4# f)# Pré m io s#d e#c ari z#c ie ntí fic o.# 6# 1. 4# Par tic ip aç ão #e m #ó rg ão s#d e#r ev ist as ,#s oc ie dad es # ci en tífi ca s, #co m issõ es# de #ava lia çã o#o u#d e# de se nv ol vim ent o# de #out ra s#ins tit ui çõe s#e #e m #re de s# de #ca rá cte r#ci en tífi co .# a) #D ire to r#o u#e di tor #de #re vis ta s#c ie nt ífic as #inde xa da s#( ISI ,#Me dli ne #ou# Sc op us ).# 3# b) #M em br o# de #ór gã o# cie nt ífic o# ou# edi tor ial# ou# re vis or #de #re vis ta s#c ie nt ífic as # in de xa da s#( IS I,#Me dli ne #ou# Sc op us ).# 8# c) #M em br o#d e#co rp os# so ci ais# de #so ci ed ad es# ci en tífi ca s. # 4# d) #M em br o# de #com iss õe s#c ie nt ífic as #no# âm bi to# de #soc ie da de s,#r euni õe s,#pr ém ios #e # re de s#d e#I & D .# 8#! A 2! ! ! Ve rte nt e# Pa râ m et ro s# Cr itér io s&d e& av ali aç ão &q ua nt ita tiv a# Po nt ua çã o# 2. #En sin o# 2. 1# # se rviço #de #au las# ou #se m in ário s,#a po io ,# ac om pan ham en to #in div id ua liz ad o,#e nq ua dra m en to # dos #es tuda nt es #e#or ient açã o#d e#p ercu rso s#a ca dé m ico s# a) #Ser viç o#d e# au las #o u#s em in ár io s.# 0/ 15 # b) #E nqua dr am ent o# e#a poi o# aos #e studa nt es .# 0/ 15 # 2. 2# # co ord en açã o#e #ge st ão #de #cu rso s,#p ro gra m as# e# uni da de s#cu rricu lar es .# a) #C oo rd en aç ão #d e# cu rso s#d e# do uto ram en to ,#m es trad o,# lic en ciat ur a# ou #d e# pó s_ gr ad uaç ão #e/ ou #cu rso s#d e# nat ur ez a# in ter dis cip lin ar #e/ ou #in ter un iver sit ár ia. # 8# b) #Re gê nc ia/ coor de na çã o# de #uni da de s#cu rricu lar es. # 8# c) #O rg an iza çã o#d e#cu rso s# de #fo rm açã o#co ntí nu a.# 6# 2. 3# # In ov açã o#e #din âm ica #pe da gó gica ,#u so #de #no va s# te cn olo gia s#e# e-le arn in g,#p ro du çã o#d e#m ate ria is#e # re cu rs os #p ara #o #en sin o.# a) #El ab ora çã o#d e#t ext o#p ed ag óg ico #de #apoi o# ao# en sin o.# 6# b) #Ut iliz aç ão #n o#e ns in o#e /o u#n a#g es tã o#d e#u nid ad es #cu rric ula re s#d e#me to do lo gia s#d e#e -le arn in g#ou# b-le arn in g.# 0/ 8# c) # # Re aliz aç ão# de #out ra s#a tiv ida de s#de #ens ino# que #ev ide nc iem #inov aç ão# pe da góg ica ;# 4# 2. 4# # su pe rvis ão #d e# trab al ho s#ac ad ém ico s.# a) #O rien taç ão #d e#es tági os #d e# pó s_dout or am ent o. # 4# b) #O rie nt aç ão# de #te se s#de #dout or am ent o. # 16 # c) #O rie nta çã o#d e#d isse rta çõ es# de #m est ra do, #de #tr aba lhos #fina is#de #cur so #e# de# es tági os .# 18 # 2. 5# # or ient açã o#e /o u#p art ici pa çã o#e m #açõ es# de # fo rm aç ão #p ed agó gi ca, #co ntí nu a # ou# pr of iss iona l.# a) #Lec io naç ão #de# au las #em #o utr as# in st itu içõ es #de #ens ino, #cur sos #ou# out ra s#a çõe s#de # fo rm aç ão #d e#â m bito #ac ad ém ico .# 8# b) ##Par tic ipaç ão #co m o#as sist en te #em #co ng re sso s,#cu rso s#o u#o utr as# aç ões #de# fo rm aç ão # co ntín ua ,#p ed ag óg ica #ou# pr of iss iona l.# 6# 2. 6# # pa rtic ipa çã o#e m #jú ris# de #co ncu rso s#e #pr ova s# ac ad ém icas .# a) #A rgu en te# em #p ro va s#de #ag re ga çã o# ou# de #dout or am ent o. # 6# b) #M em br o# de #júr i#de #conc ur so# ac adé m ico, #pr ov as #de #ag re ga çã o# ou# pr ov as #de # dout or am ent o. # 12 # c) #M em br o#d e#jú ri#d e#p ro va s#de #m es tra do# e#out ra s#de #índol e#a ca dé m ico. # 10 # 2. 7# obt enç ão# de #gr aus #e #tít ul os #ac adé m icos # a) Re aliz aç ão# de #pr ov as #de #apt idã o# ped agó gi ca #e# cap ac id ad e# cien tífi ca# ou #d e# m es trad o.# 60 # b) #Re aliz aç ão# de #pr ov as #de #d out or am ent o.# 80 # c) #Re aliz aç ão# de #p ro va s#de #agr egaç ão .# 80 # ! ! ! !
! ! ! Ve rte nt e# Pa râ m et ro s# Cr itér io s&d e& av ali aç ão &q ua nt ita tiv a# Po nt ua çã o# 3. #Se rv iço #à# Un ive rsid ad e# 3. 1#Ex erc íc io #d e#c arg os #e #fu nç õe s#nos #ór gã os #da # uni ve rsi da de #ou# da #FM D #ou# em #out ra s#in stit uiç õe s# de #ci ên ci a#o u#cu ltu ra # a) #Ca rg o# re ito ra l#o u#Di re to r#d a#F M D.# 35 # b) #Me m bro #d o#C on se lh o#G era l#ou #Pr es id en te# do #C on sel ho #d e# Co ord en aç ão #d a# Área# Es trat ég ia#da #U L;#Pr es ide nt e#da #As se m bl eia ,#P re sid en te #do #C on se lh o#C ien tífi co ,#Pr es id en te# do# #Cons elho# Pe da góg ico ,#P re sid en te #d a#C om issã o#d e#É tica #e/o u#Di re to r#C lín ico #d a#F M D.# 15 # c) #M em bro #do #Se na do #U nive rsi tá rio ,#V ice _Di re to r,#M em bro #d a##As sem blei a, #do #C on sel ho # Ci ent ífic o#e/ ou# do# #Cons elho# Pe da góg ico# da #FM D.# 30 # 3. 2# Par tic ip aç ão #em #co m issõ es# e#g ru po s# de # tra ba lh o# a) # Me m bro #d e#g ru po #d e#t ra ba lh o#o u#co m iss ão #cr iad a# no #âm bit o#d a# U L.# 25 # b) #Me m bro #d e#g ru po #d e#t ra ba lh o#o u#c om iss ão #cr iad a#n o#â m bit o#d a#F MD .# 25 # c) #M em bro #d e#g ru po #d e#t ra ba lh o#o u#co m issã o#e m #en tid ad e#e xt ern a,#e m #re pre se nta çã o# da #U L/F M D .# 20 # ! ! ! Ve rte nt e# Pa râ m et ro s# Cr itér io s&d e& av ali aç ão &qua nt ita tiv a# Po nt ua çã o# 4. #Ex te ns ão # Un ive rsit ári a# 4. 1# & Ex erc íc io #d e#fu nç õe s#o u#p re sta çã o#d e#s erv iço # em #o ut ras #en tid ade s# a) #Ex er cíc io #d e# car go s#e# fu nç ões #em #en tid ad es #p úb lic as #o u#p riv ad as #ex ter nas #à# U L.# 15 # b) #M em br o# de #com iss õe s#de #av alia çã o# de #cur sos #ou# pr oj etos #de #índol e#a ca dé m ico. # 20 # 4. 2# & Ser viço #à#co mu nid ad e#n o#â m bi to# da #ins titui çã o,# aç ões #d e# fo rm aç ão ,#ser viç o#d e# co op era çã o,#co n_ su lto ria #e#p art ici pa çã o# em #at ivida de s#de #na tur ez a# ar tís tic a, #cu ltu ral #ou# de spor tiv a# a) #C on su ltad or ia# a# in stit uiçõ es# pú blica s# ou #p riva da s# e/o u#a tivi da de #d e#f or m açã o#e/ ou # co op era çã o#n a#co m un id ad e.# 15 # b) #Re aliz açã o#d e#a çõ es# de #fo rm açã o.# 20 # c) #A tivi da de s#d e#d ivu lga çã o#ci en tífi ca #ju nto #d e#p úb lico s#d ive rsi fica do s. # 15 # d) #O ut ra s#a tiv ida de s#de #na tur ez a#a rtís tic a,#cu ltu ra l,#d esp or tiva #o u#f ila ntr óp ica .# 10 # 4. 3# & Di na m iza çã o#de #pr og ra m as #de #co op er açã o# na ciona l#ou# int er na ciona l,#no# âm bi to #ac ad ém ico ,# cu ltu ra l#o u#ci en tífi co #co m #re le va nte #in te re ss e#p ar a# a# uni ve rsi da de #ou# o# pa ís# a) #O rg an iza çã o#o u#p art ici pa çã o#e m #p ro gra m as# de #coope ra çã o# int erna ciona l#no# âm bi to# ac ad ém ico ,#c ult ural #o u#c ien tífi co .# 20 # b) #Or ga niz açã o#o u#p art ici pa çã o#e m #p ro gra m as# de #co op era çã o#n aci on al#n o#â m bit o# ac ad ém ico ,#c ult ural #o u#c ien tífi co .# 15 # c) #D in am iza çã o#d e#a tivi da de s#d e#co op era çã o#co m #o s#p aíse s#d e#ex pres são #po rtu gu esa .# 20 # # # (N ota :#A #p on tu aç ão #m áx im a#e m #ca da #ve rte nte #e stá #lim ita da #a#u m #m áx im o#d e#1 00 #p on to s)#
! A 4!