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miolo cadernodoaluno final 1

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Academic year: 2021

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(1)

FACULDADE DE ENFERMAGEM NOSSA

CURSO TÉCNICO

II E III ETAPAS

(2)

Secretário Municipal de Saúde Gustavo Couto Assessoria Executiva

Tiago Feitosa

Diretoria Geral de Assistência a Saúde: Bernadete Perez

Gerência de Atenção Básica Thatiane Torres

Diretoria Geral de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde Cinthia Kalyne de Almeida Alves

Gerência de Formação e Educação em Saúde Juliana Siqueira

Gerência Operacional de Educação Permanente Cristiana Almeida

Coordenador Geral do Curso Gustavo Dantas

Equipe Técnica Andreia Moreira Barros Ednaiptan de Souza Silva

Gabriel Pereira Gustavo Dantas Jarbas Nunes Lélia Cavalcanti Moreira

Mauricéa Santana Patrícia Pessoa Samuel Camêlo Revisão técnica Andreia Moreira Barros Cinthia Kalyne de Almeida Alves

Giliate Coelho Neto Gisele Cazarin Consultoria Técnica Itamar Lages Secretaria Escolar Milena Cazarin Apoio Administrativo Alixandre Antônio da Silva

Elaboração

Secretaria Municipal de Saúde

(3)

Secretário Estadual de Saúde Antônio Carlos Figueira

Secretaria Executiva de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde Fernando Menezes

Diretoria Geral de Educação em Saúde Maria Emília Higino

Escola de Saúde Pública de Pernambuco Patrícia Coutinho Equipe Técnica Irenilda Magalhães Zenóbia Lima Bernadete Carvalho Michelline Lira Emanuella Rolin Patrícia Caline Parcerias

Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora das Graças (FENSG)/UPE SINDACS-PE

Faculdade Pernambuca de Saúde Faculdade Maurício de Nassau Universidade Salgado de Oliveira Faculdade Integrada de Pernambuco

(4)

Operário em construção De forma que, certo dia À mesa, ao cortar o pão O operário foi tomado De uma súbita emoção Ao constatar assombrado

Que tudo naquela mesa - Garrafa, prato, facão

Era ele quem fazia Ele, um humilde operário Um operário em construção.

Olhou em torno: a gamela Banco, enxerga, caldeirão

Vidro, parede, janela Casa, cidade, nação! Tudo, tudo o que existia

Era ele quem os fazia Ele, um humilde operário

Um operário que sabia Exercer a profissão. Ah, homens de pensamento Não sabereis nunca o quanto

Aquele humilde operário Soube naquele momento

Naquela casa vazia Que ele mesmo levantara

(5)

Um mundo novo nascia De que sequer suspeitava

O operário emocionado Olhou sua própria mão Sua rude mão de operário De operário em construção

E olhando bem para ela Teve um segundo a impressão

De que não havia no mundo Coisa que fosse mais bela. Foi dentro dessa compreensão

Desse instante solitário Que, tal sua construção Cresceu também o operário Cresceu em alto e profundo

Em largo e no coração E como tudo que cresce

Ele não cresceu em vão Pois além do que sabia - Exercer a profissão - O operário adquiriu Uma nova dimensão: A dimensão da poesia.

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SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO ...

INTRODUÇÃO ...

O CURSO ...

ETAPAS FORMATIVAS ...

REQUISITOS PARA REALIZAÇÃO DAS II E III ETAPAS ...

OBJETIVOS DO CURSO ...

PERFIL PROFISSIONAL ESPERADO AO FINAL DO CURSO ...

ORGANIZAÇÃO DO CURSO ... ESTRUTURA CURRICULAR ... ANEXO ... 7 9 13 14 16 17 18 23 31 34

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Caro estudante, a Secretaria Municipal de Saúde do Recife, por meio das Diretorias Geral de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde e Geral de Atenção a Saúde, tem o prazer de recebê-lo no ingresso das 2ª e 3ª Etapas Formativas do Curso de Formação Técnica de Agentes Comunitários de Saúde.

Estas Etapas Formativas estão sendo realizadas em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde (Escola de Saúde Pública de Pernambuco) e com a Universidade de Pernambuco (Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora das Graças). A Secretaria de Saúde do Recife contou também com a participação dos trabalhadores, através de sua entidade representativa: SINDACS-PE, no processo de construção deste curso.

O município do Recife vem, nos últimos anos, investindo no fortalecimento da atenção básica em saúde no sentido de consolidá-la para ser o centro ordenador da rede de atenção à saúde. Desta forma, além do intenso investimento na ampliação da cobertura vêm adotando estratégias de qualificação, entre as quais as atividades de educação permanente têm destaque.

Considerando o reconhecimento de que o Agente Comunitário de Saúde é o operador da concepção de saúde como direito, este curso vem contribuir na formação de profissionais na perspectiva das novas competências a serem desenvolvidas visando, compromisso com os princípios da universalidade, equidade e integralidade e qualificação da atenção à saúde.

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Esperamos que este Caderno o auxilie no esclarecimento de possíveis dúvidas ao longo do curso, além de orientá-lo sobre sua atuação e atribuições. Procure lê-lo com calma e atenção, e tenha-o sempre por perto para consulta.

A equipe envolvida com o projeto estará à disposição para ajudá-lo neste novo percurso formativo trabalhando com o objetivo de tornar essa experiência potente na missão de qualificar o trabalho na saúde.

(9)

INTRODUÇÃO

O Sistema Único de Saúde (SUS), em sua recente história, promoveu profundas mudanças no modo de pensar e fazer saúde, na busca de políticas públicas de cuidado que garantam universalidade, integralidade e equidade, valorando modelos de atenção baseados na regionalização da rede, no controle social, na promoção da saúde e na atenção básica à saúde, com destaque para a estratégia de Saúde da Família. Esta nova realidade trouxe grandes desafios para o mundo do trabalho na saúde, exigindo mudanças na gestão, na atenção e, sobretudo, na formação dos trabalhadores, seja na revisão crítica da tradição pedagógica escolar, seja na incorporação de novas profissões, atores, e funções, seja nas demandas surgidas a partir dos novos modelos e inovações neste campo.

Neste cenário, a constituição de 1988 (em seus artigos 198 e 200); a Lei federal nº. 8080/1990 e Norma Operacional Básica sobre recursos humanos do SUS (NOB RH/SUS), ao instituir o Sistema Único de Saúde e as regulamentações sobre as atribuições destes no que se refere à gestão do trabalho, também estabelecem que a formação dos profissionais de saúde passa a ser ordenada pelo setor, legitimando o SUS, em suas três esferas (federal, estadual e municipal), como principal fomentador de políticas publicas direcionadas para formação e educação para o trabalho na saúde.

Nesta perspectiva, em 2004, foi lançada a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, através da Portaria Ministerial nº 198/2004. Esta assegurava inovações nos modos tradicionais de se fazer políticas de educação para trabalho na saúde, desde as formas de financiamento das ações, passando pelos modelos pedagógicos, indo até mecanismos estímulo à gestão participativa e controle social.

(10)

Recentemente, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde passou por revisão (Portaria GM nº. 1996/2007), diante dos novos eixos apontados pelo Pacto pela Saúde (Portaria GM nº. 399/2006), desta forma, esta política procurou incorporar diretrizes para a regionalização dos projetos de educação, como também, para seu financiamento.

A política de educação permanente dever ser construída de forma a estar alinhada às necessidades do SUS, promovendo aprendizagens significativas e capacidade de intervenção crítica e criativa. No caso da atenção básica o desafio posto é o de incorporar as intensas mudanças ocorridas nos últimos anos, com constituição de “novo” perfil profissional em suas dimensões técnico assistencial e político-social, onde o sujeito deve ser o ator principal da construção do conhecimento e protagonista da sua formação.

No que diz respeito ao Agente Comunitário de Saúde há de se considerar as peculiaridades e ampliação de aspectos relacionados à sua prática profissional, a qual, a partir da implantação da estratégia Saúde da Família, passou do foco materno-infantil, para o foco da família e da comunidade, além das novas competências no campo político e social, com interface intersetorial.

Como produto da valorização do ACS enquanto agente de transformação social, bem como, do mérito da organização deste enquanto categoria profissional legitimada, e levando em conta, ainda, as leis que regulamentam a profissão (Lei nº 10.507/2002, que cria a profissão; Decreto nº 3.189/1999, que fixa diretrizes para o exercício profissional; e Portaria GM/MS nº 1.886/1997, que estabelece suas atribuições), em 2004, a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), do

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Ministério da Saúde, institui o Curso Técnico de Agente Comunitário de Saúde mediante definição das diretrizes curriculares. Este objetiva, entre outros, qualificar o trabalho deste profissional junto às equipes de Saúde da Família, respeitando suas singularidades e a importância da sua atuação na consolidação da atenção básica no SUS.

Com este objetivo é elaborado, em 2005, o Referencial Curricular Nacional do referido curso por equipe composta de atores vinculados ao Ministério da Educação, Ministério da Saúde e instituições representativas da profissão, em consonância com as Diretrizes Nacionais para a Educação Profissional, conforme a Resolução CNE nº 04/1999.

Com base nestes documentos norteadores é possível construir projetos curriculares a partir de escolas regulamentadas, mas, contudo, permitindo sua adequação de acordo com necessidades específicas e contexto locais.

O município do Recife, tendo a atenção básica enquanto reorganizadora do sistema de saúde, vem apostando na implantação de um novo modelo de atenção e gestão chamado Recife em Defesa da Vida. Este se apóia nos princípios e as diretrizes do SUS assumindo os propósitos de humanização, e tem como diretrizes a co-gestão, o acolhimento e a clínica ampliada.

Definir a co-gestão como diretriz tem como pano de fundo a inclusão de vários olhares tanto no interior da Secretaria de Saúde (gestores e trabalhadores) quanto na sociedade, ou seja, usuários e demais instituições preocupadas com a produção de saúde e formação de sujeitos.

(12)

Neste cenário, o município expressa seu compromisso com a qualificação da atenção básica com reconhecimento do papel fundamental do trabalho do ACS enquanto agente promotor de mudanças em saúde investindo, a partir de parceria interinstitucional, na formação destes profissionais de modo a incorporar o “novo saber, o novo fazer, o novo ser”.

RPA 3 Noroeste RPA 4 Oeste 6.1 6.2 6.3 RPA 6 Sul RPA 1 Centro 5.1 4.1 4.2 4.3 1.3 1.2 1.1 2.1 2.3 3.3 3.1 3.2 5.2 5.3 RPA 2 Norte 2.2 SudesteRPA 5

(13)

O CURSO

O ACS é um profissional estritamente ligado ao SUS e, sendo membro da mesma comunidade na qual atua, seu trabalho guarda em si as tensões e contradições existentes entre as políticas públicas e a sociedade/comunidade.

Isso traz singularidades que fazem deste profissional um ator multifacetado, complexo e permeado de possibilidades éticas e políticas que o tornam essencial para o desenvolvimento do cuidado no âmbito da atenção básica.

Neste sentido, o curso visa preparar profissionais capazes de atuar, de forma criativa, crítica e reflexiva nas ações de atenção à saúde junto às comunidades, em parceria com equipes de referência e de apoio matricial, atuando de forma interdisciplinar sobre os fatores de vulnerabilidade nos quais as famílias, os diversos grupos e coletivos possam estar sujeitos.

Para dar conta de suas atribuições, o ACS precisa estar preparado para promover ações que consigam articular espaços intersetoriais junto as áreas da educação, da assistência social e jurídica e ambiental, além de atuar no desenvolvimento da cidadania e no protagonismo político dos sujeitos.

(14)

Para dar conta da formação técnica do ACS, o Referencial Curricular exige três etapas formativas, que totalizam 1.200 horas mínimas de formação.

As etapas estão dispostas da seguinte forma:

Etapa I (formação inicial): contextualização, aproximação e dimensionamento dos problemas de saúde, o perfil social do técnico agente comunitário de saúde e seu papel no âmbito da equipe multiprofissional da rede básica do SUS.

Etapa II: desenvolvimento de competências no âmbito da promoção da saúde e prevenção de doenças, dirigidas a indivíduos, grupos específicos e doenças prevalentes.

Etapa III: desenvolvimento de competências no âmbito da promoção, prevenção e monitoramento das situações de risco ambiental e sanitário.

O referencial curricular também prevê que a prática profissional deve ser incluída em cada etapa, sendo contabilizada como carga horária do curso e sua execução deverá ser explicitado a cada momento ao estudante.

No município do Recife, a Etapa I do Curso de Formação Técnica para Agentes Comunitários de Saúde foi realizada nos anos de 2006 e 2007, com carga horária de 600 horas.

ETAPAS FORMATIVAS

(15)

Assim, a Secretaria municipal de Saúde, em parceria com a Escola de Saúde Pública de Pernambuco, desenvolveu no momento uma proposta de formação própria, coerente com as características do município, valorizando a complexidade deste profissional e seu potencial junto ao fortalecimento ético-político do SUS e nas ações de cuidado e atenção à saúde.

Á época foram formados mais de 1.700 Agentes Comunitários de Saúde, o que se configurou como maior percentual do estado. Contudo, tendo em vista que o itinerário formativo para obtenção do grau técnico pressupõe a realização das etapas seguintes, a Secretaria de Saúde dá continuidade ao processo para que este seja concluído com sucesso.

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Para ter acesso à realização das II e III Etapas formativas do Curso de Formação Técnica em Agente Comunitário de Saúde o candidato deverá apresentar os seguintes requisitos no seu conjunto:

ter concluído, com êxito, a Etapa I do Curso Técnico de Agentes Comunitários de Saúde realizada pela Escola de Saúde Pública de Pernambuco (ESPPE);

ser servidor da rede de atenção básica do município do Recife, exercendo atividades de Agente Comunitário de Saúde;

Certificado de conclusão do médio ou previsão de conclusão deste, com apresentação de documento comprobatório, até o final de 2011.

REQUISITOS PARA REALIZAÇÃO

DAS II E III ETAPAS

REQUISITOS PARA REALIZAÇÃO DAS II E III ETAPAS

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Objetivo geral

Objetivos Específicos

Formar Agentes Comunitários de Saúde da rede de saúde municipal para desenvolver competências sobre aspectos teórico-práticos relativos à atenção básica e suas interfaces de atuação, proporcionando conhecimento reflexivo e crítico para atuação neste campo.

Promover a reflexão e análise crítica sobre as características dos problemas de saúde na área da atenção básica, de acordo com suas diretrizes essenciais (contato preferencial, integralidade, promoção à saúde) e os princípios do Sistema Único de Saúde;

Compreender os conceitos que qualificam a organização dos sistemas locais de saúde, promovendo a melhoria no desenvolvimento das ações, com ênfase no trabalho em equipe, na perspectiva da abordagem integral.

Contribuir para o desenvolvimento de competências nos campos da promoção da saúde, e prevenção de doenças individuais e coletivas; Discutir sobre monitoramento das situações de risco ambiental e sanitário;

Estimular a integração entre as discussões teórico-reflexivas e a prática de atenção à saúde;

Contribuir para a constituição de uma identidade profissional que fortaleça o valor social da profissão de ACS, e sua inserção na equipe de saúde.

(18)

As II e II Etapas formativas estão organizadas de modo que o estudante, em articulação com as competências adquiridas na Etapa I, sejam capazes de

desenvolver uma proposta de intervenção, em consonância com o papel social do ACS, sobre uma situação problema a partir do contexto sócio-epidemiológico-ambiental e realidade de trabalho, problematizando e propondo ações que contemplem questões relativas a vulnerabilidade, promoção da saúde e cuidado que contemplem grupos específicos (mulher, criança, adolescente, idosos) e/ou doenças prevalentes.

Saber fazer:

Analisar criticamente a realidade de sua comunidade, compreendendo sua dinâmica social e histórica.

Operar estratégias que potencializem a relação entre sua prática e a mobilização pela garantia do direito à saúde, com articulação entre as políticas públicas e as necessidades reais da população.

Participar do controle social, contribuindo com ações que promovam a participação da população nos espaços de organização política.

Realizar atualização dos instrumentos de informação em saúde, bem como fazer os mesmos presentes no planejamento e na avaliação de sua prática.

Realizar planejamento e avaliação das ações em conjunto com a equipe de saúde da família.

PERFIL PROFISSIONAL ESPERADO

AO FINAL DO CURSO

(19)

Saber ser

Compreender a importância de seu trabalho na mobilização por um Sistema Único de Saúde, integral, universal e com equidade e na garantia dos direitos da população.

Reconhecer a importância do fortalecimento do controle social do SUS. Comprometer-se com o devir ético-político da profissão.

Reconhecer a importância de atenção diferenciada para os sujeitos e coletivos em situação de risco, vulnerabilidade e ou isolamento social.

Responsabilizar-se por resolubilidade do cuidado das ações em saúde.

Reconhecer e respeitar a diferença na forma de alteridade, lutando contra o preconceito e a descriminação no acesso aos serviços de saúde.

Zelar de seu processo de educação permanente.

Optar por práticas de educação em saúde libertadoras, críticas e criativas junto a sujeitos e coletivos, respeitando as linguagens e lutas próprias dos sujeitos de sua comunidade.

Respeitar valores, culturais e individualidades ao pensar e propor as práticas de saúde.

Comprometer-se com a qualificação de seu trabalho junto a sua equipe, na gestão de seu processo de trabalho, planejamento e avaliação das ações e co-gestão do cuidado.

(20)

Participar ativamente do acolhimento dos usuários do serviço, qualificando o acesso ao cuidado.

Elaborar e operacionalizar, em conjunto com equipe de saúde da família, e equipe de referência projetos terapêuticos singulares.

Realizar visita domiciliar, identificando riscos potenciais à saúde das famílias de sua área, atuando junto à equipe, e outros setores, de modo a intervir sobre estes.

Orientar e mobilizar indivíduos e famílias, em conjunto com a política de saúde ambiental municipal, na identificação de riscos ambientais, bem como na construção e articulação de estratégias de promoção de ambientes saudáveis. Contribuir com o desenvolvimento de políticas intersetoriais com articulação com equipamentos sociais e a população de sua área.

Desenvolver ações de educação em saúde e promoção da saúde junto a indivíduos e coletivos.

Contribuir na formação de estudantes, participando ativamente das estratégias de integração ensino-serviço.

Realizar mapa da sua área de atuação do ponto de vista social e demográfico de micro-área.

Atualizar o cadastramento das famílias na sua micro-área.

Participar de reuniões do conselho local de saúde e de outros conselhos locais. Orientar indivíduos e famílias sobre as medidas de prevenção e controle das doenças transmissíveis e não transmissíveis.

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Saber conhecer

Reforma Sanitária Brasileira e Políticas públicas de saúde.

Sistema Único de Saúde–SUS: princípios e diretrizes; legislação, atribuições e competências;

Ética no trabalho em saúde.

Concepção de Estado, sociedade e território.

Gestão participativa, controle social e movimentos sociais.

Processo saúde-doença, vulnerabilidade, condicionantes e determinantes sociais da saúde.

Conceitos de territorialização, mapeamento sócio-político e ambiental: finalidades e técnicas. Interpretação demográfica.

Processo de trabalho em saúde e suas características. A promoção da saúde: conceito e estratégias.

Práticas integrativas em saúde.

Conceitos e estratégias relacionados à vigilância em saúde. Noções de planejamento e avaliação das ações em saúde.

Programa de Agentes Comunitários de Saúde e Estratégia Saúde da Família: princípios, diretrizes histórico, implantação, normatização e organização.

O papel social do ACS junto às comunidades do Recife: caminhos históricos percorridos e situação atual da profissão.

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Participação e mobilização social: conceitos, fatores que facilitam e/ou dificultam a ação coletiva de base popular.

Atenção Básica à Saúde: saúde da criança e do adolescente; saúde da mulher, saúde do homem; saúde do envelhecimento; saúde de populações específicas, saúde e violência, saúde bucal, saúde mental.

Sistema de informação em saúde: SIAB e ficha A.

Doenças transmissíveis e não transmissíveis e agravos sensíveis à atenção básica: conceitos, sinais, sintomas e fatores de risco.

Medidas de prevenção individual e coletiva das principais doenças transmissíveis e não transmissíveis e integralidade do cuidado.

Direitos sexuais e reprodutivos: métodos de planejamento familiar. Modelos de Atenção à Saúde.

O modelo de Atenção e gestão à Saúde de Recife e seus dispositivos: Acolhimento; Projeto Terapêutico Singular; clinica ampliada/matriciamento; Co-gestão.

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ORGANIZAÇÃO DO CURSO

Diretrizes gerais

O Curso transcorrerá no horário de expediente das equipes, sendo necessário que o estudante dedique 8 horas semanais para as aulas presenciais, que serão distribuídas em dois turnos à tarde, sendo ainda incorporados momentos de prática em serviço dentro da carga horária do curso.

As turmas serão divididas por Distrito Sanitário, sendo compostas por aproximadamente 30 estudantes por docente. Cada docente será responsável pelo acompanhamento integral dos estudantes do início ao final do curso.

Para fins de estímulo a política de integração ensino-serviço do município, bem como qualificação do processo de ensino-aprendizagem cada turma contará, também, com a participação de um Residente de Saúde Coletiva ou de Saúde da Família.

DS III

DS IV

DS V

DS VI

DS I

DS II

(24)

Equipe Técnica e suas atribuições

1) Nível local:

Com o objetivo de coordenar e organizar o curso, uma equipe técnica estará disponível de forma descentralizada e com a seguinte composição:

Equipe Atribuições

Docente

- Acompanhar e promover o processo de ensino-aprendizagem dos estudantes; - Avaliar as atividades realizadas, dando retorno acerca de facilidades e dificuldades;

- Apoiar os estudantes na superação de dificuldades, respeitando o estilo cognitivo e ritmo de aprendizagem;

- Interagir, motivar e promover o aprendizado dos estudantes; - Relacionar- se de maneira ética e condizente com a função exercida.

Residentes -Auxiliar o docente nas atividades a serem realizadas em sala de aula.

Oficineiros

- Desenvolver , de acordo com a proposta pedagógica do curso, atividades vivenciais que promovam o processo de ensino

aprendizagem de determinados conteúdos e habilidades.

Apoiador pedagógico

- Auxiliar no desenvolvimento da proposta pedagógica do curso;

- Elaborar planilhas de acompanhamento dos estudantes.

Apoiador Operacional

- Auxiliar estudantes e docentes na resolução de questões administrativas do curso;

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Perfil e Etapa de Formação dos Docentes

Os docentes são profissionais de nível superior da Rede de Saúde municipal, escolhidos através de seleção interna, de acordo com os seguintes critérios:

Disponibilidade para atuação integral;

Experiência profissional na área de atenção básica; Disponibilidade para realização de Formação Pedagógica; Desenvoltura na realização de atividades em grupo;

Capacidade de escuta, diálogo e crítica junto aos grupos sob sua orientação. Como etapa preparatória deste curso, foi realizada formação pedagógica dos docentes e facilitadores que acompanharão o desenvolvimento das atividades teórico-práticas.

A formação dos docentes terá caráter permanente, enquanto processo mútuo de ensino-aprendizagem. Dessa forma, serão realizadas oficinas de formação durante o processo de realização do curso, visando qualificar técnica, teórica e politicamente os atores envolvidos na formação.

(26)

2) A nível central municipal

Equipe Atribuições

Coordenação Geral

- Gerenciar a equipe administrativa e pedagógica do curso a nível central e distrital;

- Acompanhar o processo de construção das estratégias pedagógicas e técnicas do curso;

- Adotar providências no sentido da viabilidade operacional do curso.

Coordenação Pedagógica

- Elaborar, em conjunto com equipe técnica, a matriz de competências do curso; - Assessorar a formação e acompanhar os docentes e apoiadores pedagógicos; - Promover atividades formativas, do ponto de vista pedagógico,

durante o desenvolvimento do curso;

- Assessorar a elaboração dos materiais didáticos para o curso; - Elaborar instrumentos de avaliação do estudante;

- Acompanhar e orientar, de forma permanente, estudantes e docentes quanto ao processo de ensino-aprendizagem.

Secretaria Escolar

- Auxiliar estudantes e docentes na resolução de questões administrativas do curso.

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A equipe de nível central municipal estará sediada na Diretoria Geral de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, situada a Rua Alfredo de Medeiros, 71, Espinheiro. Esta estará funcionando em horário integral (de 8:00 as 17:00h) para atendimento de docentes e estudantes tanto presencialmente, quanto através do telefone:

(81) 3355-1705.

No âmbito da Secretaria de Saúde Estadual, na Escola de Saúde Pública de Pernambuco estará disponível, para atendimento dos estudantes, a Secretaria Escolar por meio do telefone: (81) 3181-6090.

Ao ACS que concluir todas as etapas do curso, com êxito, será conferido diploma de

Técnico em Agente Comunitário de Saúde emitido pela Escola de Saúde Pública de

Pernambuco (ESPPE/SES-PE).

Entre os pré-requisitos para recebimento do diploma está as exigências relativas ao cumprimento do currículo previsto para habilitação e a apresentação do certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente, dentro do prazo estabelecido. O diploma terá validade nacional.

(28)

Material Didático

Avaliação do estudante

O estudante contará com um Caderno de Apoio próprio para cada um dos três Eixos da Etapa II e cada um dos dois campos técnicos da Etapa III. Estes deverão conter textos e problematizações sobre os temas e conteúdos propostos, identificados e selecionados especificamente para este curso.

O processo de ensino-aprendizagem não pode estar descolado do processo avaliativo. A avaliação deve ser entendida como meio para identificar e analisar facilidades e dificuldades no processo de ensino-aprendizagem servindo como instrumento para tomada de decisão sobre novos encaminhamentos e direcionamentos no acompanhamento dos estudantes, daí o reconhecimento do seu papel fundamental do ponto de vista formativo e pedagógico.

A avaliação da aprendizagem terá enfoque processual, considerando a atuação do estudante nas atividades solicitadas para tal fim.

A atribuição dos conceitos deverá considerar os critérios a seguir: Cumprimento dos prazos;

Participação ativa;

Exposição de ideias e informações de forma sintética, clara e organizada; Capacidade de articulação entre teoria e prática;

Capacidade de análise crítica e interpretação dos conteúdos.

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Ao final de cada Eixo ou Campo técnico, das etapas II e III, respectivamente, o estudante será avaliado parcialmente quanto à realização das atividades selecionadas para tal. O curso também prevê a elaboração de um trabalho final de conclusão do curso (TCC) visando uma proposta de intervenção na comunidade. Este último poderá ser realizado por grupo de no máximo três estudantes.

A pontuação final (PF) será calculada através de média aritmética ponderada, considerando os pesos atribuídos a elaboração do TCC (peso 6) e média da pontuação obtida por Eixo ou Campo técnico - MEC - (peso 4), conforme fórmula abaixo:

PF = 6 (TCC) + 4 (MEC)

A verificação final do desempenho obtido pelo estudante será realizada de acordo com os seguintes conceitos finais: apto ou não apto.

Como parte do processo avaliativo será observada a assiduidade do estudante, não sendo permitida a ausência de mais de 25% da carga horária por Eixo ou Campo técnico, conforme estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da educação vigente. O estudante que não frequentar o curso o percentual mínimo estabelecido será declarado não apto.

(30)

Avaliação do curso

A avaliação sobre o curso é de fundamental importância para o constante aperfeiçoamento dos conteúdos, identificação das dificuldades mais frequentes e melhoria do processo de trabalho.

Para tanto, após a finalização de cada Eixo ou Campo técnico, será disponibilizado um instrumento de avaliação do curso e suas sugestões e críticas serão bem-vindas!

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ESTRUTURA CURRICULAR

As II e III Etapas do Curso Técnico de Agente Comunitário em Saúde em Recife contará com 600 horas de formação ao total. A Etapa II, de caráter instrumentalizador, será dividida em três Eixos formativos, totalizando 208 horas.

Já a terceira etapa será dividida em dois campos técnicos, contabilizando 352 horas, contabilizando as 1.200 horas exigidas para a conclusão do curso, conforme as Diretrizes Nacionais anteriormente citadas.

As áreas técnicas e/ou do conhecimento e as bases tecnológicas que compõe cada Etapa e suas respectivas cargas horárias encontram-se na matriz curricular ( ANEXO 1

e 2).

Quadro 1- Etapas II e III e suas respectivas divisões

Etapa II (280 horas):

Eixo 1: Estado, Sociedade e Políticas Públicas de Saúde Eixo 2: Cuidado, vulnerabilidade e Promoção da Saúde Eixo 3: Gestão do Processo de Trabalho

Etapa III (352 horas):

Campo técnico 1: Saúde ambiental Campo técnico 2: Saúde das Populações

(32)

A proposta é que a metodologia de ensino destinado a cada um dos campos técnicos propostos para Etapa III permita a contextualização das problemáticas com os conceitos, instrumentos e dispositivos desenvolvidos nos três Eixos da etapa II, garantindo a transversalidade do processo ensino-aprendizagem.

Durante a prática pedagógica o curso será dividido em diversos momentos formativos, articulando os elementos cotidianos do trabalho do ACS ao referencial teórico-metodológico proposto. Para isso consideramos:

encontro em sala de aula, com aprofundamento teórico-problematizador a partir das práticas que envolvem o cotidiano do trabalho na ESF, no sentido de fundamentar o saber-conhecer e o saber-ser. Utilizam-se como fundamentos metodológicos a leitura de textos, a problematização da prática e da teoria, relatos de prática, estudo de casos, dramatização de cenas reais e aprofundamento de problemas vivenciados pelas equipes e pela comunidade.

momento de vivência direcionado ao território e a equipe a partir das atividades realizadas nos momentos teóricos conforme roteiro pré-estabelecido e adequação a realidade local. Confronta o saber-fazer e o saber-ser em cada espaço através de atividades práticas no serviço. Este momento tem o objetivo de contribuir com a percepção do ACS/equipe sobre o “ser sujeito” de sua práxis em comunidade

Momento teórico:

(33)

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC):

Oficinas:

como parte do processo avaliativo e para fins de consolidação de alguns dos conteúdos abordados no curso, os estudantes deverão apresentar análise de uma situação problema, a partir da sua realidade, e proposta de intervenção. Sua construção será orientada por um docente e discutida durante todo o processo.

conjunto de técnicas vivenciais a serem aplicadas como estratégia pedagógica de acordo com as competências a serem adquiridas durante o curso. Cada ACS optará por cinco das oficinas, a serem realizadas como atividade obrigatórias do curso, de modo a produzir percursos formativos singulares, transversais ao currículo comum.

Estas oficinas estão dispostas em três temáticas ( ANEXO 3): Alteridade e identidade social;

Práticas Integrativas em Saúde;

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Anexo 1- Matriz Curricular Prevista

ANEXO

Reforma Sanitária Brasileira e Políticas públicas de saúde. Concepção de Estado, sociedade e território; Mudança social e controle social; Diferença, alteridade, equidade e responsabilização; Papel social do ACS junto às comunidades do Recife; Modelos de saúde; SUS – Contextos e desafios do sistema público de saúde brasileiro. Eixo I Estado, sociedade e políticas públicas de saúde

- Analisar criticamente a realidade de sua comunidade,

compreendendo sua dinâmica social e histórica.

- Compreender a importância de seu trabalho na mobilização por um Sistema Único de Saúde, integral, universal e com equidade e na garantia dos direitos da população. - Operar estratégias que potencializem a relação entre sua prática e a mobilização pela garantia do direito à saúde. - Reconhecer e respeitar a diferença na forma de alteridade, contra o preconceito e a descriminação no acesso aos serviços de saúde. - Comprometer-se com o devir ético-político da profissão. - Participar do controle social, contribuindo com ações que promovam a participação da população nos espaços de organização política.

- Participar de reuniões do conselho local de saúde e de outros conselhos locais.

- Reconhecer a importância do fortalecimento do controle social do SUS.

- respeitar valores, culturais e individualidades ao pensar e propor as práticas de saúde. 36 horas-aula 32 horas-aula 68 horas-aula Áreas técnicas e/ou do

Conhecimento Bases Tecnológicas Habilidades/Atitudes

Concentração

Total

Prática Teórica

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Processo

saúde/doença/cuidado; Necessidade de saúde; Saúde e meio ambiente; Vulnerabilidade; Determinantes sociais do processo saúde-doença. Eixo II: Cuidado, vulnerabilidade e promoção da saúde

- Orientar indivíduos e famílias sobre as medidas de prevenção e controle das doenças

transmissíveis e não transmissíveis.

- Reconhecer a importância de atenção diferenciada para os sujeitos e coletivos em situação de risco, vulnerabilidade e ou isolamento social.

- Responsabilizar-se por resolubilidade do cuidado das ações em saúde. 36 horas-aula 32 68 horas-aula Eixo III Gestão do processo de trabalho

Trabalho em saúde e divisão social do trabalho; Informação em saúde; dispositivos de Modelos de Atenção à saúde: Recife em defesa da vida (Acolhimento, PTS, Clinica ampliada/matriciamento, Co-gestão); Articulação intersetorial; Gestão da educação no cotidiano das Equipes de Saúde.

- Gerenciar de forma qualificada seu processo de trabalho.

- Participar ativamente do acolhimento com escuta qualificada dos usuários do serviço,

qualificando o acesso ao cuidado. - Elaborar e operacionalizar, em conjunto com equipe de saúde da família, e equipe de referência projetos terapêuticos singulares. - Reconhecer os aspectos éticos no trabalho em saúde.

- Sistema de informação em saúde: SIAB e ficha A.

- Realizar atualização dos instrumentos de informação em saúde, bem como realizar planejamento e avaliação das ações em conjunto com a equipe de saúde da família.

- Realizar visita domiciliar, identificando riscos potenciais à saúde das famílias de sua área, atuando junto à equipe, e outros setores, de modo a intervir sobre estes.

Áreas técnicas

e/ou do

Conhecimento

Bases Tecnológicas Habilidades/Atitudes Concentração Total

Prática Teórica horas-aula 32 horas-aula 32 64 horas-aula horas-aula

(36)

36 hora-aula 32 68 hora-aula Áreas técnicas e/ou do

Conhecimento Bases Tecnológicas Habilidades/Atitudes

Concentração Total Prática Teórica hora-aula Eixo III Gestão do processo de trabalho

- Desenvolver ações de educação em saúde e promoção da saúde junto a indivíduos e coletivos. - Contribuir na formação de estudantes, participando ativamente das estratégias de integração ensino-serviço. - Realizar mapa da sua área de atuação do ponto de vista social e demográfico de micro-área. - Conhecer o modelo de atenção a saúde do Recife e a Rede de saúde municipal.

- Atualizar o cadastramento das famílias na sua micro-área. - Comprometer-se com a qualificação de seu trabalho junto a sua equipe, na gestão de seu processo de trabalho, planejamento e avaliação das ações e co-gestão do cuidado. - Cargas presentes no trabalho do Técnico Agente Comunitário de Saúde: conceitos, tipos, efeitos sobre a saúde do trabalhador e medidas de prevenção.

(37)

76 horas-aula 68 144 horas-aula Áreas técnicas e/ou do

Conhecimento Bases Tecnológicas Habilidades/Atitudes

Concentração Total Prática Teórica horas-aula Estratégias de promoção da saúde direcionadas a situações de risco sanitário e ambiental, Interface saúde da família, saúde ambiental; Análise das condições de risco ambiental e sanitário no território; Doenças

relacionadas a problemas ambientais e sanitários; Redução e prevenção de riscos ambientais e sanitários em domicílios e outros aspectos coletivos. Campo I: Saúde Ambiental - Conceitos e estratégias relacionados à vigilância em saúde.

- Orientar e mobilizar indivíduos e famílias, em conjunto com a política de saúde ambiental municipal, na identificação de riscos ambientais, bem como na construção e articulação de estratégias de promoção de ambientes saudáveis. - Contribuir com o

desenvolvimento de políticas intersetoriais com articulação com equipamentos sociais e a população de sua área. - Reconhecer e analisar os conceitos de territorialização, mapeamento sócio-político e ambiental: finalidades e técnicas. Interpretação demográfica. - Doenças transmissíveis e não transmissíveis e agravos sensíveis a atenção básica: conceitos, sinais, sintomas e fatores de risco.

Campo II: Saúde das populações

Atenção básica a saúde; Saúde da criança e do adolescente; Saúde da mulher, saúde do homem; saúde do envelhecimento; saúde de populações específicas

- Reconhecer os conceitos de Atenção Básica à Saúde e suas áreas de atuação: saúde da criança e do adolescente; saúde da mulher, saúde do homem; saúde do envelhecimento; saúde de populações específicas, saúde e violência, saúde bucal, saúde mental. 104 horas-aula 96 horas-aula 200 horas-aula

(38)

Oficinas e vivências nas áreas de: identidade social; educação popular; e práticas integrativas em saúde.

Oficinas - Conhecer as Práticas integrativas

em saúde. 40 horas-aula 40 horas-aula Áreas técnicas e/ou do

Conhecimento Bases Tecnológicas Habilidades/Atitudes

Concentração Total Prática Teórica TCC Orientação do Trabalho de Conclusão do Curso 16 horas-aula 16 horas-aula TOTAL 332 horas-aula 268 horas-aula 600 horas-aula

(39)

Anexo 2 – Inter-relação da Matriz Curricular

Matriz Pedagógica Eixo 1 Estado, Sociedade e Políticas de Saúde Eixo 2 Cuidado, Vulnerabilidade e Promoção de Saúde Eixo 3 Gestão de Processo de Trabalho Campo 1 Saúde Ambiental Campo 2 Saúde das Populações 2ª Etapa T C C 3ª Etapa O f i c i n a

(40)

Eixo de oficina

Anexo 3 - Planilhas de Oficinas

Oficina/vivência Alteridade e Identidade Social Educação popular Práticas Integrativas em saúde

Vivência em ocupação urbana – MTST Vivencia em terreiro de matriz africana

Vivência em movimento pelos direitos dos profissionais do sexo Vivência em movimento de juventude

Vivencia em permacultura e comunidades agroecológicas Vivência em redes sociais

Vivência em movimento pelo direito a terra Danças circulares

Saúde, corpo e sexualidade Grafitagem

Teatro de bonecos Percussão

Comunicação social

Teatro popular e movimento de mulheres Teatro popular e teatro do oprimido Produção áudio-visual

Cordel e poesia popular Hip hop e dança de rua

Fundamentos de Lian Gong Fundamentos de Yoga Fundamentos de Tai Chi Chuan

Meditação

Fundamentos de Auto massagem Fundamentos de Aromoterapia Fundamentos de Shantala

Espiritualidade e formação humana Fundamentos de Fitoterapia e farmácia viva Nutrição e Alimentação Saudável

Fundamentos de Ayurveda Práticas Externas de Cuidado

Práticas populares de cuidado ao parto

Referências

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