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SUMÁRIO UM PANORAMA SOBRE O ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL (ART. 18 DA RESOLUÇÃO N. 181/17-CNMP, COM AS ALTERAÇÕES DA RESOLUÇÃO N. 183/18-CNMP)...

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UM PANORAMA SOBRE O ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL (ART. 18 DA RESOLUÇÃO N. 181/17-CNMP, COM AS ALTERAÇÕES

DA RESOLUÇÃO N. 183/18-CNMP) ... 19

Rodrigo Leite Ferreira Cabral 1. INTRODUÇÃO ... 19

2. DA CONSTITUCIONALIDADE DO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO IM-PLEMENTADO PELA RESOLUÇÃO N. 181/17, DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO. ... 22

2.1. Da experiência estrangeira da implementação do acordo, mesmo sem autorização legal. ... 24

2.2. Da constitucionalidade formal da regulamentação do acordo de não persecução pelo conselho nacional do ministério público. ... 28

2.2.1 Da força normativa das resoluções do cnmp. ... 28

2.2.2 O acordo de não persecução penal não tem natureza proces-sual. ... 30

2.2.3 O acordo de não persecução penal não tem natureza pe-nal. ... 32

2.2.4 O acordo de não persecução penal como matéria de política criminal do titular da ação penal. ... 34

2.2.5 A questão da suposta violação ao princípio da obrigatorie-dade penal. ... 37

2.3. Sobre a aplicação prática do acordo de não persecução. ... 40

3. CONCLUSÃO ... 45

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 45

CONSTITUCIONALIDADE DO ACORDO DE NÃO-PERSECUÇÃO PENAL ... 49

Por Francisco Dirceu Barros e Jefson Romaniuc 1. NOÇOES GERAIS SOBRE O ACORDO DE NÃO-PERSECUÇÃO PENAL ... 49

(2)

1.2. Das situações nas quais não são cabíveis o acordo de não-persecução

penal ... 51

1.3. Da formalização do acordo de não-persecução penal ... 52

1.4. O momento da formalização do acordo de não-persecução penal 53 1.5. Da consequência do descumprimento das condições estipuladas no acordo de não-persecução penal ... 54

1.6. Da conclusão e do arquivamento do pic (procedimento investiga-tório criminal). ... 55

1.7. Desarquivamento do pic (procedimento investigatório criminal). ... 56

2. DOS ATOS NORMATIVOS PRIMÁRIOS ABSTRATOS AUTÔNOMOS... 57

2.1. Definição jurídica e localização estrutural no ordenamento jurídico brasileiro ... 57

2.2 As resoluções como aos normativos primários ... 58

2.3. Natureza jurídica das resoluções do CNJ e CNMP ... 58

2.3. Da ausência de violação do art. 22 da Constituição Federal ... 62

3. ACORDO DE NÃO-PERSECUÇÃO PENAL COMO DIREITO FUNDAMEN-TAL ... 63

4. PROCESSO VERSUS PROCEDIMENTO ... 64

5. O ACORDO DE NÃO-PERSECUÇÃO PENAL E A AUDIÊNCIA DE CUSTÓ-DIA ... 65

6. ACORDO DE NÃO-PERSECUÇÃO PENAL E OS PRINCÍPIOS DA ECONOMIA PROCESSUAL, CELERIDADE E EFETIVIDADE ... 66

7. O ACORDO DE NÃO-PERSECUÇÃO PENAL E O PROCESSO DE EXPANSÃO DO DIREITO PENAL ... 68

8. O ACORDO DE NÃO-PERSECUÇÃO PENAL E O PRINCÍPIO ACUSATÓ-RIO ... 72

9. A RESOLUÇÃO 181 DO CNMP E O PRINCÍPIO DA PRESUNÇÃO VALIDADE DE LEIS E ATOS NORMATIVO PRIMÁRIOS: APLICAÇÃO IMEDIATA DO ACORDO ... 77

10. O ACORDO DE NÃO-PERSECUÇÃO PENAL E A MITIGAÇÃO DO PRINCÍPIO DA OBRIGATORIEDADE DA AÇÃO PENAL ... 78

11. RESOLUÇÃO Nº 181 DO CNMP E PROJETO DE LEI Nº 513/2013 ... 81

12. RECENTES ALTERAÇÕES NORMATIVAS FEITAS PELO CNMP NO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL ... 87

13. FUTURO INGRESSO DO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL NO CPP ... 93

(3)

O ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL: REFLEXÃO A PARTIR

DA INAFASTABILIDADE DA TUTELA JURISDICIONAL ... 101

Antonio Henrique Graciano Suxberger INTRODUÇÃO ... 101

1. JURISDICIONALIDADE DA PENA ... 103

2. O DIREITO DE AÇÃO COMO GARANTIA CONSTITUCIONAL: A INAFAS-TABILIDADE DA JURISDIÇÃO ... 105

3. O INTERESSE PROCESSUAL COMO CATEGORIA INAFASTÁVEL DO EXER-CÍCIO DA AÇÃO PENAL ... 108

4. UMA PENA QUE NÃO É PENA? ... 112

5. UMA INEVITÁVEL CONSIDERAÇÃO CRIMINOLÓGICA ... 117

CONSIDERAÇÕES FINAIS ... 119

REFERÊNCIAS ... 121

A LEGALIDADE DO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL: UMA OPÇÃO LEGÍTIMA DE POLÍTICA CRIMINAL ... 123

Renee do Ó Souza Rogério Sanches Cunha REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ... 130

ALGUMAS RESPOSTAS SOBRE O ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL ... 131

Renee do Ó Souza Patrícia Eleutério Campos Dower INTRODUÇÃO... 132

1. NEM DIREITO SUBJETIVO DO INVESTIGADO NEM FACULDADE DO PROMOTOR DE JUSTIÇA – SOLUÇÃO DE COMPROMISSO ... 137

2. ATUAÇÃO MINISTERIAL – ATO VINCULADO OU DISCRICIONÁRIO?... 139

3. ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL E AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA – MOMENTO E FORMA DE REALIZAÇÃO DA AVENÇA ... 141

4. ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL E DESCABIMENTO DA AÇÃO PENAL SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA ... 143

5. DA IMPRESCINDIBILIDADE DE HOMOLOGAÇÃO JUDICIAL ... 144

6. CRIMES PERPETRADOS EM CONCURSO DE PESSOAS COM PREENCHI-MENTO DOS REQUISITOS PARA EFETIVAÇÃO DO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL POR APENAS UM DOS AGENTES – DIVISIBILIDADE DA AÇÃO PENAL ... 146

(4)

8. A REALIZAÇÃO DO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL GERA NE-GATIVAÇÃO DE ANTECEDENTES? É POSSÍVEL A REALIZAÇÃO DE MAIS

DE UM ACORDO PELO MESMO INVESTIGADO? ... 148

9. ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL E IMPOSSIBILIDADE DE REPARAR O DANO ... 149

10. CRIMES PERPETRADOS COM VIOLÊNCIA IMPRÓPRIA E ACORDO DE NÃO-PERSECUÇÃO PENAL ... 152

11. CUMPRIMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE ... 153

12. REALIZAÇÃO DO ACORDO E VANTAGENS EVIDENTES PARA O INVESTI-GADO ... 155

13. REALIZAÇÃO DO ACORDO E SEGURANÇA JURÍDICA – PERSPECTIVA DO INVESTIGADO ... 156

14. PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO DO PROCEDIMENTO DE INVESTIGA-ÇÃO CRIMINAL PELO ADIMPLEMENTO DO ACORDO DE NÃO PERSECU-ÇÃO PENAL E DISCORDÂNCIA PELO PODER JUDICIÁRIO ... 158

15. DESCUMPRIMENTO DO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL ... 160

16. INVESTIGADO INIMPUTÁVEL ... 161

17. A AMPLA DEFESA E A AUTONOMIA DA VONTADE NO ACORDO ... 161

18. ACORDO DE NÃO-PERSECUÇÃO PENAL E RÉUS PRESOS – COMO PRO-CEDER? ... 163

19. A DESCOBERTA DA MENTIRA DEPOIS DO ARQUIVAMENTO DO PIC – RESCISÃO DO ACORDO ... 164

20. O PAPEL DA CONFISSÃO CIRCUNSTANCIADA E INEXISTÊNCIA DE PLEA BARGAINING NO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO ... 164

21 . ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO NOS CRIMES FUNCIONAIS ... 166

CONCLUSÃO ... 167

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 169

DA NÃO OBRIGATORIEDADE DA AÇÃO PENAL PÚBLICA ... 173

André Luis Alves de Melo REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 215

JUSTIÇA CONSENSUAL E PLEA BARGAINING ... 217

Jamil Chaim Alves INTRODUÇÃO... 217

1. JUSTIÇA CONSENSUAL ... 218

(5)

2. PLEA BARGAINING ... 225

2.1. Escorço histórico ... 225

2.2. Conceito e modalidades ... 227

2.3. Procedimento ... 229

2.4. Vantagens e desvantagens ... 231

2.5. Aplicabilidade no ordenamento jurídico brasileiro ... 233

CONCLUSÃO ... 236

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 237

AS PERSPECTIVAS DE APLICAÇÃO DO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO NA JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO: UMA SOLUÇÃO POSSÍVEL E EFETIVA ... 239

Luiz Felipe Carvalho Silva INTRODUÇÃO... 239

1. OS INSTITUTOS DA HIERAQUIA E DISCIPLINA ... 241

2. REQUISITOS DO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL... 244

3. TIPOS PENAIS ESPECIAIS MILITARES E A PERSECUÇÃO PENAL NA JUS-TIÇA MILITAR DA UNIÃO ... 246

4. APLICABILIDADE DO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO NA JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO ... 253

5. UMA ALTERNATIVA AO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO NA JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO, AOS CRIMES COMETIDOS POR MILITARES ... 256

CONCLUSÃO ... 260

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 261

ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL (RESOLUÇÃO CNMP 181/2017) E LEI MARIA DA PENHA ... 263

Alice Bianchini e Luiz Flávio Gomes INTRODUÇÃO... 263

1. AS INFRAÇÕES PENAIS OBJETO DA LEI MARIA DA PENHA TRAZEM, PELO CONTEXTO EM QUE ESTÃO INSERIDAS (VIOLÊNCIA DE GÊNERO), CONTORNOS QUE AFASTAM O ENTENDIMENTO DE QUE SE TRATA DE CRIME DE SOMENOS IMPORTÂNCIA ... 264

2. A POLÍTICA CRIMINAL E A LEI MARIA DA PENHA... 266

CONSIDERAÇÕES FINAIS ... 266

(6)

A DEFENSORIA PÚBLICA E AS MEDIDAS DESPENALIZADORAS ... 269

Manoel Jerônimo ACORDOS PENAIS NO BRASIL: UMA ANÁLISE À LUZ DO DIREITO COMPARADO ... 273

Vladimir Aras 1. INTRODUÇÃO ... 274

2. SAÍDAS ALTERNATIVAS AO PROCESSO PENAL ... 275

3. SISTEMA ACUSATÓRIO DE PROCESSO PENAL ... 276

3.1. O papel do Ministério Público no sistema acusatório ... 279

3.2. O papel do acusado e da defesa técnica no sistema acusatório ... 281

3.3. O princípio da cooperação no processo penal ... 282

3.4. O juiz no sistema acusatório de processo penal ... 283

3.5. O princípio da oportunidade da ação penal ... 284

4. O MINISTÉRIO PÚBLICO COMO AGENTE DA POLÍTICA CRIMINAL DO ESTADO ... 290

5. ACORDOS PENAIS NO BRASIL ... 293

5.1. Transação penal ... 295

5.2. Suspensão condicional do processo ... 296

5.3. Acordos de colaboração premiada ... 296

5.4. Justiça Restaurativa ... 299

5.5. Acordos de não-persecução penal ... 301

5.5.1. Non prosecution agreements (NPA) ... 302

5.5.2. Deferred prosecution agreeements (DPA) ... 303

5.5.3. O acordo do art. 18 da Resolução 181/2017 do CNMP ... 303

5.5.4. A aplicação do art. 28 do CPP ao acordo de não-persecução penal ... 310

6. ACORDOS PENAIS NA JURISPRUDÊNCIA NORTE-AMERICANA E EURO-PEIA ... 311

6.1. O caso Natsvlishvili e Togonidze vs. Geórgia, da Corte Europeia de Direitos Humanos ... 311

6.1.1. Voluntariedade da decisão de negociar acordos penais ... 312

6.1.2. Possibilidade de renúncia ao exercício de garantias proces-suais ... 313

6.1.3. Necessidade de efetivo controle judicial sobre o acordo ... 314

6.2. Os casos Lafler vs. Cooper e Missouri vs. Frye, da Suprema Corte dos Estados Unidos ... 315

(7)

6.2.1. Necessidade de efetivo controle judicial sobre o acordo ... 317

6.2.2. O direito à defesa efetiva no processo negocial ... 317

7. O ACORDO DE NÃO-PERSECUÇÃO PENAL NO CONTEXTO DA CONVEN-ÇÃO AMERICANA DE DIREITOS HUMANOS ... 318

7.1. O direito ao juiz natural ... 319

7.2. Princípio do devido processo legal ... 320

7.3. Garantia contra a autoincriminação ... 321

7.4. Direito a defesa livre e eficiente ... 323

7.5. Duração razoável do processo ... 324

7.6. A vítima no acordo de não-persecução penal ... 325

8. AS REGRAS DE TÓQUIO E AS SAÍDAS PROCESSUAIS PENAIS COMO ALTERNATIVAS À PRISÃO ... 326

9. CONCLUSÃO ... 329

O ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL: PERMISSÕES E VEDAÇÕES ... 331

Américo Bedê Freire Junior 1. INTRODUÇÃO: O CONSENSO NO PROCESSO PENAL. ... 331

2. O ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL. ... 335

3. VEDAÇÕES NO ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL. ... 339

4. CONCLUSÃO. ... 341

A DEFESA TÉCNICA E O ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL ... 345

Ana Cristina Mendonça 1. INTRODUÇÃO ... 345

2. A JUSTIÇA NEGOCIADA – O SISTEMA NORTE-AMERICANO ... 346

3. O ADVOGADO E O ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL ... 349

4. CONCLUSÃO ... 357

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 358

ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO: É UMA BOA OPÇÃO POLÍTICO-CRIMINAL PARA O BRASIL? ... 359

Rodrigo Leite Ferreira Cabral 1. INTRODUÇÃO ... 359

2. O ENFRENTAMENTO DO PROBLEMA DA SOBRECARGA DE TRABALHO NO SISTEMA DE JUSTIÇA CRIMINAL. ... 361

(8)

3. OS PROBLEMAS DE UM SISTEMA DE JUSTIÇA CRIMINAL SEM A POSSI-BILIDADE AMPLA DA REALIZAÇÃO DE ACORDOS ... 363 3.1. Os problemas para a população, em geral, decorrentes de um

sis-tema sem acordo penal. ... 364 3.2. Os problemas para os réus decorrentes de um sistema sem acordo

penal ... 366 4. EVITANDO PROBLEMAS E MINORANDO RISCOS: A CONFIGURAÇÃO DO

ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL, PREVISTO PELA RESOLUÇÃO N. 181/17-CNMP ... 368 5. CONCLUSÃO ... 371 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 372

ANEXOS

INFORMAÇÕES PRESTADAS AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

AÇÕES DIRETAS DE INCONSTITUCIONALIDADE N. 5.790 e N. 5.793... 375

MODELOS DE ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL

MODELO I ... 399 MODELO II ... 403 MODELO III ... 406

Referências

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