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Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 37( 6) :5 1 2 , nov-dez, 2004
1 . Instituto de Pesquisa Evandro Chagas da Fundaç ão Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro , RJ.
En de r e ço par a cor r e spon dê n ci a: Pro fa Keyla B elízia Feldman Marzo c hi. IPEC/FIOCRUZ. Av. B rasil 4 3 6 5 , Manguinho s, 2 1 0 4 5 -9 0 0 Rio de Janeiro , RJ.
Tel: 2 1 3 8 6 5 -9 5 9 5 , Fax: 2 1 2 5 9 0 -9 9 8 8 e-mail:keyla@ ipec .fio c ruz.br Rebido para public aç ão em 2 9 /1 0 /2 0 0 4 Ac eito em 1 1 /1 1 /2 0 0 4
Sociedade Br asileir a de Infectologia
Infectious Brazilian Society
CARTA AO EDITOR/LETTER TO EDITOR
Se nho r Edito r :
A respeito da homenagem ao Dr. Rica rdo Ve ro ne si feita pelo Dr. Roberto Focaccia, muito bonita e enloqüente por parte de seu discípulo, no Boletim da Sociedade Brasileira de Infectologia ( SBI) , Ano II, no 6 , abril/maio/junho de 2 0 0 4 , creio que tenha
ele c ometido uma injustiç a c om a Soc iedade B rasileira de Medicina Tropical, cabendo uma correção. O Dr. Focaccia afirma que uma associação da Sociedade Brasileira de Infectologia com a Sociedade Brasileira de Medicina Tropical ( SBMT) , foi buscada
pelo Prof. Veronesi e rechaçada pela SBMT, a qual, por a b ra ça r e sse ncia lm e nte a pe na s a s e nde m ia s na cio na is, te im o sa m e nte nã o a b ra ria e spa ço à de sa m pa ra da infe cto lo gia clínica.
Salvo engano, ac redito que o c aro Foc ac c ia equivoc ou-se nessa c o nsideraç ão , uma vez que a SB MT tem uma visão ampliada na abordagem das Doenças Infecciosas, incluindo expressivamente a clínica e também todos os demais aspectos relacionados, razão pela qual abriu espaço, desde o início, a profissionais m é dico s e nã o m é dico s ligados a àrea. É esta a grande diferença entre a SBMT e a SBI a meu ver.