Banco Ribeirão Preto S.A.
Demonstrações financeiras
em 31 de dezembro de 2006 e 2005
ABCD
Banco Ribeirão Preto S.A.
Demonstrações financeiras
em 31 de dezembro de 2006 e 2005
Conteúdo
Relatório da administração
3 - 4Parecer dos auditores independentes
5Balanços patrimoniais
6Demonstrações de resultados
7Demonstrações das mutações do patrimônio líquido
8Demonstrações das origens e aplicações de recursos
9Notas explicativas às demonstrações financeiras
10 - 25ABCD
3
Relatório da administração
Senhores Acionistas e Clientes:
Apresentamos as demonstrações financeiras do Banco Ribeirão Preto S.A. - BRP, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2006.
Uma vez mais, ao longo de um ano de forte liquidez nos mercados financeiros e acirramento da concorrência, o BRP manteve-se focado em seu modelo de atuação regional, com soluções financeiras voltadas ao desenvolvimento perene e sustentado de seus clientes parceiros, disponibilizando-lhes toda sua estrutura ágil e enxuta. Assim o Banco segue firme em seu propósito de colaborar com o desenvolvimento regional, tanto econômico quanto social e cultural, alcançando ainda resultados recorrentemente positivos.
Conjuntura Econômica:
Ao longo do ano de 2006, ficou evidente, mais uma vez, a baixa capacidade de crescimento da economia brasileira, cujo PIB - Produto Interno Bruto, não deve ultrapassar a marca de 3% de avanço no acumulado de janeiro a dezembro. Em mais um ano de bonança nos mercados
internacionais, ficou evidente a baixa competitividade de nossa indústria, ainda envolta nos sérios problemas nacionais como elevada carga tributária e falta de investimentos em infra-estrutura, dentre outros.
Apesar desse desempenho aquém das necessidades de nosso país, o destaque positivo ficou por conta, novamente, do bom desempenho da balança comercial, que encerrou o ano com superávit de 46 bilhões de dólares, número este 40% superior ao de 2005. Na cesta de produtos exportados, cabe ressaltar o ótimo ano experimentado pelos produtos provenientes do agronegócio
diretamente relacionados à macro-região de Ribeirão Preto, especialmente açúcar, etanol, suco de laranja e café. Estes dois últimos, por sinal, com preços alcançando seus maiores patamares históricos. Vale lembrar ainda a boa recuperação do mercado de carnes, principalmente no segundo semestre do ano, depois dos grandes problemas enfrentados pelo setor por conta dos focos de febre aftosa deflagrados em 2005. Em contraponto aparece a produção de grãos, onde os agricultores vivenciaram o segundo ano consecutivo de perdas importantes.
Outro importante destaque no ano que passou deve ser dado à trajetória de redução dos juros básicos da economia brasileira. Com a inflação sob controle (o IPCA de 2006, de 3,14%, foi o menor desde 1998), mais importante que o valor das baixas em si, devem ser considerados a consistência e o rumo desta trajetória que, definitivamente, deve continuar nos próximos anos.
Neste cenário, surgem novos e importantes mecanismos de financiamento das atividades empresariais, como por exemplo fundos de investimentos em participações, emissões de títulos privados em geral e até mesmo a abertura acionária em bolsas de valores, evidenciando a busca do capital por bons projetos e negócios que comunguem com as boas práticas de transparência e governança corporativa exigidas pelo mercado. 2006 foi um ano repleto de exemplos nesse sentido e, em particular em nossa região, vários casos já acontecem em setores como varejo, imobiliário e sucro-alcooleiro.
ABCD
Desempenho Operacional:
O BRP apresentou neste exercício um lucro líquido de R$ 8,2 milhões, perfazendo uma rentabilidade de 16,0% sobre seu Patrimônio Líquido (PL), que alcançou o montante de R$ 51,4 milhões em 31 de dezembro de 2006. O total de ativos chegou a R$ 173,2 milhões, dos quais as operações de crédito representam R$ 106,0 milhões. O total de depósitos somou R$ 50,6 milhões, sendo R$ 40,1 milhões de depósitos a prazo e R$ 10,5 milhões de depósitos a vista. Os ativos ponderados por grau de risco representaram 43,1% do Patrimônio Líquido, excedendo em muito ao mínimo exigido pelo Banco Central do Brasil, que é de 11,0%.
Agradecimentos:
Agradecemos aos nossos clientes pela escolha do BRP, aos acionistas pelo apoio e confiança, bem como aos nossos colaboradores pela dedicação, fatores estes preponderantes para o desenvolvimento e crescimento do Banco Ribeirão Preto.
Ribeirão Preto, 12 de janeiro de 2007.
A Administração
ABCD
5
Parecer dos auditores independentes
À
Diretoria e aos Acionistas do Banco Ribeirão Preto S.A.
Ribeirão Preto - SP
Examinamos os balanços patrimoniais do Banco Ribeirão Preto S.A. levantados em 31 de dezembro de 2006 e 2005, e as respectivas demonstrações de resultados, das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos, correspondentes aos exercícios findos naquelas datas, elaborados sob a responsabilidade de sua Administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras.
Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e os sistemas contábil e de controles internos do Banco; (b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados; e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela Administração do Banco, bem como da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.
Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas representam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Ribeirão Preto S.A., em 31 de dezembro de 2006 e 2005, os resultados de suas operações, as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos, correspondentes aos exercícios findos naquelas datas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
12 de janeiro de 2007
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Zenko Nakassato
Contador CRC 1SP160769/O-0
ABCD
KPMG Auditores Independentes R. Dr. Renato Paes de Barros, 33 04530-904 - São Paulo, SP - Brasil Caixa Postal 2467
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KPMG Auditores Independentes is a Brazilian entity and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International, a Swiss cooperative.
Banco Ribeirão Preto S.A.
Balanços patrimoniais
em 31 de dezembro de 2006 e 2005 (Em milhares de Reais)
Ativo 2006 2005 Passivo 2006 2005
Circulante 138.350 120.734 Circulante 80.149 70.217
Disponibilidades 236 224 Depósitos 29.176 26.068
Aplicações interfinanceiras de liquidez - Aplicações no mercado aberto 11.606 6.003 Depósitos à vista 10.469 1.801
Depósitos a prazo 18.707 24.267
Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 54.226 36.803
Captações no mercado aberto 30.527 22.528
Carteira própria 23.135 12.840
Vinculados a compromissos de recompra 30.085 20.611 Carteira própria 30.027 20.527
Vinculados à prestação de garantias 273 646 Carteira de terceiros 500 2.001
Instrumentos financeiros derivativos 733 2.706
Obrigações por repasses do País - Instituições oficiais 10.114 12.148
Relações interfinanceiras 74 315
BNDES 5.459 8.336 Correspondentes no País - 234 FINAME 4.655 3.812 Pagamentos e recebimentos a liquidar 74 81
Instrumentos financeiros derivativos 918 2.832 Operações de crédito 70.249 76.071 Outras obrigações 9.414 6.641 Setor privado 71.075 78.874 Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa (826) (2.803) Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados 7 5
Sociais e estatutárias 2.028 2.654 Outros créditos 1.648 767 Fiscais e previdenciárias 4.002 3.413 Negociação e intermediação de valores 1.831 6
Créditos tributários 411 537 Diversas 1.546 563
Diversos 1.237 230
41.553 20.217 Outros valores e bens 311 551 Exigível a longo prazo Investimentos temporários - 240 Depósitos a prazo 21.399 9.117 Bens não de uso 2.354 2.354 Provisão para desvalorização de bens não de uso (2.043) (2.043) Obrigações por repasses do País - Instituições oficiais 20.154 11.100 Realizável a longo prazo 34.043 15.747 BNDES 11.088 7.751 FINAME 9.066 3.349 Operações de crédito 32.807 14.138 Resultado de exercícios futuros 107 71
Setor privado 34.999 15.913 Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa (2.192) (1.775) Patrimônio líquido 51.426 46.818 Outros créditos - Créditos tributários 1.236 1.609 Capital de domiciliado no País 46.800 44.130 Reserva de capital 78 75
Permanente 842 842 Reserva de lucros 411 287
Lucros acumulados 4.137 2.326 Investimentos 537 459
Imobilizado de uso 219 273
Outras imobilizações de uso 490 491
Depreciações acumuladas (271) (218)
Diferido 86 110
Diferido - Gastos em imóveis de terceiros 122 122
Amortizações acumuladas (36) (12)
Total do ativo 173.235 Total 137.323 do passivo 173.235 137.323
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Demonstrações de resultados
Exercícios findos em 31 de dezembro de 2006 e 2005 e Semestre findo em 31 de dezembro de 2006 (Em milhares de Reais, exceto o lucro líquido por ação
Semestre
2006 2006 2005
Receitas da intermediação financeira 16.282 29.475 26.504
Operações de crédito 12.521 21.702 20.780
Resultado de operações com títulos e valores mobiliários 4.010 7.744 6.091 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (249) 29 (367) Despesas da intermediação financeira (7.990) (14.005) (14.000)
Operações de captação no mercado (4.636) (9.324) (8.499)
Operações de empréstimos e repasses (1.137) (2.155) (3.235) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (2.217) (2.526) (2.266) Resultado bruto da intermediação financeira 8.292 15.470 12.504 Outras receitas (despesas) operacionais (2.353) (4.889) (5.088)
Receitas de prestação de serviços 222 430 224
Despesas de pessoal (1.132) (2.302) (2.211)
Outras despesas administrativas (1.084) (2.258) (2.277)
Despesas tributárias (373) (772) (769)
Outras Receitas (despesas) operacionais 14 13 (55) Resultado operacional 5.939 10.581 7.416 Resultado não operacional 28 249 (66) Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações 5.967 10.830 7.350 Imposto de renda e contribuição social (1.211) (2.085) (1.310)
Provisão para imposto de renda (471) (1.176) (1.421)
Provisão para contribuição social (168) (410) (512)
Ativo fiscal diferido (572) (499) 623
Participações no resultado (248) (529) (308)
Lucro líquido 4.508 8.216 5.732
Lucro líquido por ação - R$ 0,10 0,18 0,13
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Exercício
7
Banco Ribeirão Preto S.A.
Demonstrações das mutações do patrimônio líquido
Exercícios findos em 31 de dezembro de 2006 e 2005 e Semestre findo em 31 de dezembro de 2006
(Em milhares de Reais)
Reserva Reserva de capital de lucros Atualização
Capital de títulos Reserva Lucros Ações em
social patrimoniais legal acumulados tesouraria Total Saldos em 31 de dezembro de 2004 40.300 14 290 2.324 (12) 42.916 Aumento de capital social - Assembléia Geral
Extraordinária de 24 de março de 2005 3.830 (14) (290) (2.308) - 1.218 Atualização de títulos patrimoniais - 75 - - - 75 Ações em tesouraria - - - (12) 12 - Lucro líquido do exercício - - - 5.732 - 5.732 Reserva legal - - 287 (287) - - Juros sobre o capital - - - (3.123) - (3.123) Saldos em 31 de dezembro de 2005 44.130 75 287 2.326 - 46.818 Mutações do exercício 3.830 61 (3) 2 12 3.902 Saldos em 31 de dezembro de 2005 44.130 75 287 2.326 - 46.818 Aumento de capital social - Assembléia Geral
Extraordinária de 16 de janeiro de 2006 2.670 (75) (287) (2.308) - - Atualização de títulos patrimoniais - 78 - - - 78 Lucro líquido do exercício - - - 8.216 - 8.216 Reserva legal - - 411 (411) - - Juros sobre o capital - - - (3.686) - (3.686) Saldos em 31 de dezembro de 2006 46.800 78 411 4.137 - 51.426 Mutações do exercício 2.670 3 124 1.811 - 4.608 Saldos em 30 de junho de 2006 46.800 36 185 1.575 - 48.596 Atualização de títulos patrimoniais - 42 - - - 42 Lucro líquido do semestre - - - 4.508 - 4.508 Reserva legal - - 226 (226) - - Juros sobre o capital - - - (1.720) - (1.720) Saldos em 31 de dezembro de 2006 46.800 78 411 4.137 - 51.426 Mutações do semestre - 42 226 2.562 - 2.830
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Banco Ribeirão Preto S.A.
Demonstrações das origens e aplicações de recursos
Exercícios findos em 31 de dezembro de 2006 e 2005 e Semestre findo em 31 de dezembro de 2006
(Em milhares de Reais)
Semestre
2006 2006 2005
Origens de recursos 31.703 42.086 42.547
Lucro líquido ajustado 4.545 8.294 5.797
Lucro líquido 4.508 8.216 5.732
Depreciações e amortizações 37 78 65
Variação no resultado de exercícios futuros 97 36 71
Recursos de acionistas - Aumento de capital - 1.218 Atualização de títulos patrimoniais 42 78 75
Aumento dos subgrupos do passivo 26.304 33.181 18.838 Depósitos 9.437 15.389 - Obrigações por operações compromissadas - 7.999 14.526 Outras obrigações 3.998 2.773 1.991 Instrumentos financeiros derivativos 616 - 2.321 Obrigações por empréstimos e repasses 12.253 7.020 - - Diminuição dos subgrupos do ativo 715 481 16.548 Aplicações interfinanceiras de liquidez - - 4.250 Relações interfinanceiras 715 241 157
Operações de crédito - - 12.115 Outros valores e bens - 240 26
Alienação de bens - Imobilizado - 16 -
Aplicações de recursos 31.526 42.074 42.554 Juros sobre o capital 1.720 3.686 3.123 Aumento do ativo permanente 45 92 334
Imobilizado de uso 3 14 137
Títulos patrimoniais 42 78 75
Diferido - - 122
Aumento dos subgrupos do ativo 29.531 36.382 19.418 Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 4.823 17.424 18.582 Outros créditos 316 508 836
Aplicações interfinanceiras de liquidez 6.606 5.603 - Operações de crédito 17.786 12.847 - Diminuição dos subgrupos do passivo 230 1.914 19.679 Depósitos - - 1.957 Instrumentos financeiros derivativos - 1.914 - Relações interfinanceiras 108 - -
Obrigações por empréstimos e repasses - - 17.722 Obrigações por operações compromissadas 122 - -
Aumento (redução) das disponibilidades 177 12 (7)
Modificações na posição financeira Disponibilidades No início do semestre/exercício 59 224 231
No fim do semestre/exercício 236 236 224
Aumento (redução) das disponibilidades 177 12 (7)
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Exercício
9
Banco Ribeirão Preto S.A.
Notas explicativas às demonstrações financeiras
Exercícios findos em 31 de dezembro de 2006 e 2005
(Em milhares de Reais)
1 Contexto operacional
O Banco Ribeirão Preto S.A. iniciou suas atividades em 10 de abril de 1995 e tem por objetivo a prática de operações inerentes às carteiras comercial e de crédito, financiamento e investimento.
O Banco tem por missão principal promover o desenvolvimento sócio-econômico servindo ao público regional, além de fomentar as atividades mercantil, industrial e agropecuária.
2 Apresentação das demonstrações financeiras
As demonstrações financeiras foram preparadas em consonância com as diretrizes estabelecidas pelo Banco Central do Brasil - BACEN e com a Lei das Sociedades por Ações, estando apresentadas em conformidade com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF).
3 Descrição das principais práticas contábeis
As principais práticas contábeis adotadas para o registro das operações e para a elaboração das demonstrações financeiras do Banco são as seguintes:
a. Apuração do resultado
O resultado é apurado pelo regime de competência.
Banco Ribeirão Preto S.A.
Notas explicativas às demonstrações financeiras
(Em milhares de Reais)
11
b. Estimativas contábeis
A elaboração de demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. Ativos e passivos significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem o valor residual do ativo imobilizado, provisão para créditos de liquidação duvidosa, provisão para desvalorização de certos ativos e imposto de renda diferido ativo, provisão para contingências e valorização de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. O Banco revisa as estimativas e premissas pelo menos mensalmente.
c. Ativos circulante e a longo prazo
São demonstrados pelo valor de realização, deduzido, quando aplicável, das correspondentes rendas a apropriar, incluindo os rendimentos e as variações monetárias auferidos até a data dos balanços e especificamente em relação à carteira de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos da avaliação e registro determinado pelas Circulares nºs 3.068/2001 e 3.082/2002 do BACEN (veja Nota explicativa nº 5). A provisão para créditos de liquidação duvidosa é fundamentada na análise das operações em aberto efetuada pela Administração e leva em consideração a conjuntura econômica e os riscos específicos e globais da carteira, bem como as normas do BACEN.
Foi constituído crédito tributário sobre a diferença intertemporal representada, basicamente, pela provisão para créditos de liquidação duvidosa, calculado às alíquotas vigentes em cada período, de acordo com as normas do BACEN.
Banco Ribeirão Preto S.A.
Notas explicativas às demonstrações financeiras
(Em milhares de Reais)
d. Passivos circulante e a longo prazo
São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, deduzidos, quando aplicável, das correspondentes despesas a apropriar, incluindo os encargos incorridos. É reconhecido no balanço o passivo decorrente de uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado e é provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação. Esses passivos são registrados tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. O imposto de renda é calculado à alíquota de 15% mais adicional de 10% e a contribuição social foi calculada à alíquota de 9%, ambos sobre o lucro ajustado na forma da legislação em vigor.
e. Permanente
É demonstrado ao custo de aquisição. A depreciação do imobilizado é calculada com base no método linear, considerando taxas anuais que contemplam a vida útil e econômica dos bens, como segue: máquinas, equipamentos, móveis e utensílios - 10%; veículos e equipamentos de processamento de dados - 20%. A amortização do diferido é feita pelos prazos em que os correspondentes benefícios são gerados.
4 Aplicações interfinanceiras de liquidez
Representadas por operações compromissadas, remuneradas a taxas pré fixadas e com vencimento em janeiro de 2007.
Banco Ribeirão Preto S.A.
Notas explicativas às demonstrações financeiras
(Em milhares de Reais)
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5 Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos
a. Composição, vencimento e avaliação pelo valor de mercado - Títulos e valores mobiliários
Títulos para negociação
2006 2005
Prazo de vencimento
Custo corrigido
Valor de mercado (contábil)
Ajuste ao valor de mercado
De 0 a 180
De 181 a 360
Acima de 360
Valor de mercado (contábil)
Carteira própria 20.985 21.118 133 10.533 523 10.062 11.221
LTN 18.653 18.868 215 8.283 523 10.062 10.771
LFT - - - - - - 57
Ações 2.332 2.250 ( 82) 2.250 - - 393
Vinculados a compromisso de recompra 29.490 30.085 595 6.004 7.018 17.063 20.611
LTN 29.490 30.085 595 6.004 7.018 17.063 18.609
LFT - - - - - - 2.002
Vinculados à prestação de garantias 261 273 12 - - 273 646
LTN 261 273 12 - - 273 363
LFT - - - - - - 283
Total 50.736 51.476 740 16.537 7.541 27.398 32.478
A Administração determinou a classificação dos títulos e valores mobiliários na categoria
“títulos para negociação” com o intuito de serem ativa e freqüentemente negociados, sendo os ajustes a valor de mercado registrados em contrapartida ao resultado do exercício, conforme determinação do BACEN por meio da Circular nº 3.068/2001.
Títulos mantidos até o vencimento
2006 2005
Custo corrigido (contábil)
Valor de mercado
Prazo de vencimento 0 a 60
Custo Corrigido (contábil)
Carteira própria - CDB 2.017 2.017 2.017 1.619
Banco Ribeirão Preto S.A.
Notas explicativas às demonstrações financeiras
(Em milhares de Reais)
Fundamentada na capacidade financeira do Banco, a Administração tem a intenção na manutenção dos títulos até o vencimento, sendo avaliados pelo custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida do resultado do exercício, conforme determinação do BACEN por meio da circular nº 3.068/2001.
Os títulos privados são custodiados na Câmara de Custódia e Liquidação (CETIP), os títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC) e as ações na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC).
b. Instrumentos financeiros derivativos
O Banco participa de operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos que se destinam às necessidades próprias ou às de seus clientes, a fim de reduzir sua exposição a riscos de mercado, de moeda e de juros. O Banco administra os riscos por meio de políticas de controles, estabelecimento de estratégias operacionais, determinação de limites e diversas técnicas de acompanhamento das posições.
As operações são negociadas, registradas ou custodiadas na Câmara de Custódia e Liquidação (CETIP), Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) e na Bolsa de Mercadorias & Futuro (BM&F).
Os valores nominais das operações com instrumentos financeiros são registrados em contas de compensação, e os ajustes/prêmios, em contas patrimoniais.
Banco Ribeirão Preto S.A.
Notas explicativas às demonstrações financeiras
(Em milhares de Reais)
15
Os valores a receber dos contratos de “swap” em aberto montam a R$ 5 (2005 - R$ 86) e os valores a pagar montam a R$ 31 (2005 - R$ 81) e estão registrados na rubrica “Instrumentos financeiros derivativos”.
As operações a termo de ações a receber montam a R$ 728 (2005 - R$ 2.620) e as obrigações por compra a termo montam R$ 702 e estão registradas na rubrica “Instrumentos financeiros derivativos”.
Os prêmios recebidos de opções de ações montam a R$ 185 (2005 - R$ 148)
Em 31 de dezembro de 2006 o Banco possui R$ 14.066 de contratos de futuro (R$ 8.721 em 2005) correspondentes a contratos de DI. Esses contratos são ajustados diariamente com base nos ajustes financeiros efetuados pela Bolsa de Mercadorias & Futuro (BM&F).
c. Parâmetros de avaliação pelo valor de mercado
Para a obtenção dos valores de mercado dos títulos e valores mobiliários e dos instrumentos financeiros derivativos, são adotados os seguintes critérios:
• Títulos públicos, com base nas taxas médias divulgadas pela ANDIMA.
2006 2005
Prazo de
Ajuste ao vencimento
Valor Custo Valor de valor de Custo
referencial corrigido mercado mercado de 0 a 180 corrigido
Contratos de “swap”
Posição ativa: 643 694 699 5 694 13.335
Dólar 333 338 343 5 338 3.406 Juros prefixados 109 114 114 - 114 1.242
CDI 201 242 242 - 242 8.687 Posição passiva: 643 720 729 (9) 720 13.330 Juros prefixados 534 611 620 (9) 611 7.856
Dólar 109 109 109 - 109 3.390
CDI - - - - 2.084
Total líquido - 26 30 4 26 5
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• Ações de companhias abertas e opções de ações, pela cotação média disponível no último pregão do mês ou, na falta desta, a cotação mais recente em pregões anteriores, publicada no Boletim Diário de cada Bolsa.
• Swap, apurado utilizando-se informações de mercado, divulgados pela BM&F.
• Termo e Futuro são avaliados pelo valor de mercado com base na Bovespa e BM&F.
d. Gerenciamento de risco
Risco de mercadoA análise de risco de mercado é feita com base nos diversos fatores de mercado que podem afetar as posições do Banco, entre os quais destacam-se: taxa de juros, dólar, preço de mercado de ações e outros. O Banco utiliza a metodologia “value-at-risk” para mensurar o risco. Essa metodologia é baseada em técnicas de simulação histórica e análise dos cenários.
O “value-at-risk” é calculado diariamente, considerando todos os ativos. O risco é segregado em três níveis: por ativo, por categoria e por portfólio. Os cenários históricos usados permitem a correlação entre os ativos e as suas classes, o que possibilita a estruturação de estratégias de “hedge”.
Risco de crédito
As contrapartes do Banco são submetidas a um rigoroso processo de análise de crédito, cujo foco principal é a avaliação da capacidade de pagamento, tomando-se por base simulações do fluxo de caixa, alavancagem e cronograma da dívida, qualidade dos ativos, cobertura de juros e capital de giro. Aspectos de natureza qualitativa, tais como orientação estratégica, setor de negócios, áreas de especialização, eficiência, ambiente regulatório e participação no mercado, são sistematicamente avaliados e complementam o processo de análise de crédito. Os limites de crédito das contrapartes do Banco são estabelecidos pelo Comitê de Crédito e revisados regularmente.
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17 Risco de liquidez
O Banco gerencia o risco de liquidez concentrando sua carteira em ativos de alta qualidade e de grande liquidez. O Banco mantém uma forte estrutura de capital e um baixo grau de alavancagem. Os eventuais descasamentos entre ativos e passivos são monitorados, considerando o impacto de condições extremas de mercado, a fim de avaliar a sua capacidade de realizar ativos ou reduzir alavancagem.
6 Operações de crédito
a. Diversificação por produto - Setor privado
2006 2005
Capital de giro 35.562 27.590
Conta corrente garantida 23.007 23.328
Repasses de recursos do BNDES 30.550 23.363
Vendor/Compror 5.706 11.237
Crédito pessoal 10.729 8.546
Financiamento rural 520 723
Total antes da provisão para créditos de liquidação duvidosa 106.074 94.787 Provisão para créditos de liquidação duvidosa ( 3.018) ( 4.578)
Total 103.056 90.209
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b. Diversificação por ramo de atividade - Setor privado
2006 2005
Indústria 34.664 24.342
Comércio 33.383 32.417
Serviços 21.083 22.269
Pessoas físicas 15.782 13.957
Rural 1.162 1.802
Total antes da provisão para créditos de liquidação duvidosa 106.074 94.787
c. Diversificação por faixa de vencimento - Setor privado
2006 2005
A vencer em mais de 360 dias 34.999 15.913
A vencer entre 90 e 360 dias 27.111 28.947
A vencer em menos de 90 dias 43.347 48.526
Vencidas 617 1.401
Total antes da provisão para créditos de liquidação duvidosa 106.074 94.787
d. Concentração dos maiores tomadores de crédito
2006 2005
% sobre % sobre
Valor Carteira PL Valor Carteira PL
Maior 8.689 8,19 16,90 7.575 7,99 16,18
10 maiores 41.036 38,69 79,80 43.416 45,80 92,73
20 maiores 61.318 57,81 119,24 61.628 65,02 131,63
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19
7 Provisão para créditos de liquidação duvidosa
A provisão para créditos de liquidação duvidosa apresentou a seguinte movimentação:
2006 2005
Saldos no início do exercício 4.578 2.428
Baixa no exercício (*) (4.086) ( 116)
Constituição de provisão 2.526 2.266
Saldos no fim do exercício 3.018 4.578
(*) As operações classificadas como nível de risco H permanecem nessa classificação por 6 (seis) meses, quando então são baixadas contra provisão existente e controladas em contas de compensação.
Em atendimento às Resoluções nºs 2.682/1999 e 2.697/2000 do Conselho Monetário Nacional, o cálculo da provisão para créditos de liquidação duvidosa é feito com base nos níveis de risco das operações de créditos. O risco da carteira e a provisão para créditos de liquidação duvidosa estavam assim distribuídos:
2006
Níveis de risco
Curso
normal Atraso
Total das operações
% de participação
Provisão para créditos de liquidação
duvidosa
% de provisão exigida pela Resolução
nº 2.682 AA 12.240 - 12.240 11,54 - - A 73.294 71 73.365 69,16 367 0,5 B 13.828 1.781 15.609 14,72 156 1,0
C 186 906 1.092 1,03 32 3,0
D 558 - 558 0,53 56 10,0
F - 2 2 - 1 50,0
G 2.645 27 2.672 2,52 1.870 70,0 H - 536 536 0,50 536 100,0 Total 102.751 3.323 106.074 100,00 3.018
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2005
Níveis de risco
Curso
normal Atraso
Total das operações
% de participação
Provisão para créditos de liquidação duvidosa
% de provisão exigida pela Resolução
nº 2.682
AA 31 - 31 0,03 - -
A 81.945 - 81.945 86,45 410 0,5
B 7.169 423 7.592 8,01 76 1,0
C 60 846 906 0,96 27 3,0
D 182 38 220 0,23 22 10,0
F - 97 97 0,10 49 50,0
G - 6 6 0,01 4 70,0
H - 3.990 3.990 4,21 3.990 100,0 Total 89.387 5.400 94.787 100,00 4.578
No exercício, as operações de crédito renegociadas totalizaram R$ 19.076 (2005 - R$ 9.615) e foram recuperados créditos baixados como prejuízo no valor de R$ 2.809, dos quais R$ 2.600 refere-se a acordo com cliente homologada na 3ª vara cível da comarca de São Carlos (2005 - R$ 116).
8 Captações e obrigações por empréstimos e repasses
Composição das captações
a. Por tipo
2006 2005
Depósito à vista 10.469 1.801
Depósito a prazo 40.106 33.384
Captações no mercado aberto - Carteira própria 30.027 20.527 Captações no mercado aberto - Carteira de terceiros 500 2.001
Repasses do BNDES (*) 30.268 23.248
Total 111.370 80.961
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(*) Referem-se a repasses de recursos do BNDES, com vencimento final em 2011, sendo atualizados pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).
b. Por prazo de vencimento
2006 2005
A vencer em mais de 360 dias 41.553 20.217
A vencer entre 90 e 360 dias 12.792 28.459
A vencer em menos de 90 dias 57.025 32.285
Total 111.370 80.961
c. Por segmento
2006 2005
Pessoas físicas 12.882 10.751
Ligadas 3.971 2.960
Terceiros 8.911 7.791
Pessoas jurídicas 98.488 70.210
Ligadas 205 372
Terceiros 37.488 24.063
Instituições financeiras 60.795 45.775
Total 111.370 80.961
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d. Concentração dos maiores depositantes
2006 2005
% sobre % sobre
Valor Total PL Valor Total PL
Maior 7.271 14,38 14,14 6.393 18,17 13,65
10 maiores 30.836 60,97 59,96 20.173 57,33 43,09
20 maiores 39.286 77,68 76,39 27.008 76,76 57,69
9 Imposto de renda e contribuição social a. Demonstração do cálculo
2006 2005 Lucro líquido antes do imposto de renda e contribuição social, líquido
de participações 10.301 7.042
Imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 9%,
respectivamente ( 3.502) (2.394)
Efeito das adições e exclusões no cálculo dos tributos:
Juros sobre capital próprio 1.253 1.062
Despesas indedutíveis, líquidas das receitas não tributáveis e outras 663 ( 601)
Total dos encargos devidos ( 1.586) (1.933)
Crédito tributário - Constituição (Reversão) de IR/CS diferido ( 499) 623 Despesa de imposto de renda e contribuição social do exercício ( 2.085) (1.310)
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23
b. Movimentação do crédito tributário
2006 2005
Saldo inicial 2.146 1.524
Provisão para créditos de liquidação duvidosa ( 328) 683 Ajuste ao valor de mercado dos títulos ( 171) ( 61)
Saldo final 1.647 2.146
sobre o patrimônio líquido 3,2% 4,5%
c. Composição do crédito tributário
2006 2005 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 1.203 1.531
Ajuste ao valor de mercado dos títulos ( 251) ( 80) Provisão para desvalorização de outros valores e bens 695 695
Total 1.647 2.146 Em 31 de dezembro de 2006 não havia créditos tributários não registrados.
d. Estimativas de realização
A Administração do Banco, fundamentada em estudo técnico que considera expectativa de manutenção do histórico de rentabilidade e de geração de obrigações tributárias futuras, estima a realização dos créditos tributários num prazo máximo de 4 anos. Dessa forma, o valor presente do crédito tributário, utilizando a taxa CDI de 31 de dezembro de 2006 de 0,88% a.m., é de R$ 1.309.
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10 Provisões, passivos e contingências
O Banco é parte em uma ação judicial tributária e duas ações trabalhistas, decorrentes do curso normal das operações.
A Administração vem pleiteando a inconstitucionalidade da Lei nº 9.316/96 para considerar dedutível contribuições em sua própria base de cálculo, bem como de impostos. Com base em informações de seus assessores jurídicos e análise de demanda judicial tributária pendente, constituiu provisão no montante de R$ 2.004 (R$ 1.723 em 2005), considerado suficiente para cobrir as perdas estimadas com a ação em curso, registrada no Balanço em “Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias”.
Em função do estágio em que se encontram as ações trabalhistas, o desfecho final dessas ações não pôde ser determinado no momento e, portanto, nenhuma provisão para perdas foi constituída nas demonstrações financeiras.
11 Capital social
Conforme Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária realizada em 16 de janeiro de 2006, foi aprovado o aumento do capital social, com a emissão de 2.670.000 novas ações ordinárias, passando a ser representado por 46.788.100 ações (44.118.100 de ações em 2005) ordinárias e nominativas, sem valor nominal, totalmente subscrito e integralizado por acionistas domiciliados no País, homologado pelo Banco Central do Brasil em 30 de março de 2006.
A reserva legal é constituída pela apropriação de 5% do lucro líquido do exercício, até o limite definido pela legislação societária.
Aos acionistas está assegurado um dividendo mínimo correspondente a 25% do lucro líquido do exercício, após as deduções estatutárias, ajustado nos termos da Lei nº 6.404/76.
No exercício findo em 31 de dezembro de 2006, o Banco destinou R$ 3.686 (2005 - R$ 3.123) a título de juros sobre o capital próprio, demonstrados na rubrica “Outras obrigações - Sociais e estatutárias”.
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25
12 Limites operacionais
De acordo com a Resolução nº 2.099/94 do BACEN, é exigida a manutenção de patrimônio líquido mínimo, correspondente a 11 % do montante das operações ativas ponderadas por graus de risco, que variam de 0% a 300%. O Banco, em 31 de dezembro de 2006, atingiu o índice de 43,1% (44,2% em 2005).
13 Outras informações
a. As garantias prestadas a terceiros montam a R$ 5.809 (2005 - R$ 3.429), representadas, substancialmente, por avais e fianças.
b. Resultado não operacional refere-se basicamente ao resultado apurado na venda de investimentos temporários.
c. Outros Créditos e Outras Obrigações - Diversos e Outras Obrigações - Negociação e intermediação de valores; referem-se, basicamente, a antecipações de IRPJ e CSLL, a venda de bens não de uso e a cheque administrativo emitido e valor de compra de ações a liquidar na Bovespa, respectivamente.