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Manpower Development for the Nuclear Fuel Cycle

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Academic year: 2021

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Manpower Development for the Nuclear Fuel

Cycle

LAS / ANS

2010 S

YMPOSIUM

(2)

Doutores 2010

Centro de Gestão e Estudos Estratégicos

Estudos da demografia da base técnico-científica brasileira

Doutores 2010

Estudos da demografia da base técnico-científica brasileira

Eduardo B. Viotti

Consultor legislativo do Senado Federal (licenciado) Professor adjunto da Columbia University

[email protected]

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq Brasília, 9 de junho de 2010

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Estudos Prospectivos Setoriais (PES-CGEE):

Siderurgia; Construção Civil; Cosméticos;Equipamentos Médicos Hospitalares; Móveis e Madeiras; Têxtil e Confecções; e,

Plásticos; Couros e Calçados;Automotivo;Aeronáutica;Papel e Celulose; Petróleo e Gás; Bioindústria.

Panoramas sobre as Tecnologias Portadoras de Futuro, elaborados sob a coordenação do CGEE e ABDI (Biotecnologia e

Nanotecnologia) e também sobre Tecnologia da Informação e Comunicação, Engenharia e Energia;

Cadastro de Discentes e de Cursos Recomendados da CAPES 2009 para levantamento de

ocorrências de dissertações + teses, sem restrição de área;

Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq; Informações indiretas da RAIS (2005) e PINTEC (2005);

ABDI (PDP)

Portal da Inovação;

Ministério da Saúde, Educação, MDIC, MCT, e outros .

Sondagem da CNI; relatórios Econômicos; e outras pesquisas

(5)

SETORES PRIORITÁRIOS ÁREAS

TÊXTIL, CONFECÇÕES E VESTUÁRIO MATERIAIS e QUÍMICA

PLÁSTICOS E POLÍMEROS ENGENHARIA DE MATERIAIS QUÍMICA E

ENGENHARIA QUÍMICA

PETRÓLEO E GÁS ENGENHARIA QUÍMICA

MÓVEIS E MADEIRAS ENGENHARIA FLORESTAL

SIDERÚRGICO E METALURGIA ENGENHARIA DE MATERAIS E METALURGIA

EQUIPAMENTOS MÉDICOS HOSPITALARES E ODONTOLÓGICOS

ENGENHARIA BIOMÉDICA

CONSTRUÇÃO CIVIL ENGENHARIA CIVIL

COSMÉTICOS QUÍMICA E ENGENHARIA QUÍMICA

COUROS E CALÇADOS QUÍMICA e ENGENHARIA QUÍMICA

MINERAÇÃO ENGENHARIA DE MINAS, MATERIAIS E

GEOCIÊNCIAS

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Figura 3. Representação Detalhada dos Atores do Sistema de Educação Profissional e Tecnológica Mercado Estado (Governo) Sociedade MEC (CAPES e SETEC), MCT (CNPq, RHAE SECIS) SENAI SEBRAE UNIVERSIDADES CORPORATIVAS Setores Em presas Político Estratégico Operacional Demanda Oferta Estratégias Objetivos Pessoal Qualificado e Empregado Fonte: CGEE (2009 a) Normas e Avaliação de Qualidade

(7)

SISTEMA DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA MEC UNIVERSIDADE CORPORATIVA SENAI MCT ICT CNPq FINEP Oferta de P&D E FRH Oferta Oferta PG RHAE Empresas

Figura 4. Conexões entre os Atores do

(8)

Referência:

 Viotti, Eduardo, et. al. (2010) Doutores 2010: Estudos sobre a demografia da base

técnico-científica brasileira, Brasília, CGEE. <www.cgee.org.br> (Capítulo 1)

 

Autores:

Eduardo Viotti (Senado Federal e Columbia University) Rosana Baeninger (Unicamp)

Sofia Daher Aranha (CGEE) Antonio Ibarra (DIEESE)

Carlos Duarte de Oliveira Jr. (CGEE) Renato Baumgratz Viotti (MCT)

Roberto Dantas de Pinho (MCT) Roberto Vermulm (USP)

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Doutores 2010

Realização, colaborações e agradecimentos CGEE MCT CAPES CNPq MTE MPS

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Doutores 2010

Os doutores “são considerados o grupo com a maior probabilidade de contribuir para o avanço e a difusão de conhecimentos e

tecnologias e, como tal, (...) são frequentemente vistos como

atores que desempenham papel chave na criação do crescimento econômico baseado no conhecimento e na inovação”.

(11)

Gráfico 1.2. Número de doutores titulados no Brasil, 1987-2008 1.005 990 1.139 1.410 1.750 1.759 1.875 2.031 2.497 2.830 3.472 3.797 4.713 5.197 5.753 6.567 7.690 8.080 8.982 9.364 9.913 10.705 0 2.000 4.000 6.000 8.000 10.000 12.000

(12)

Gráfico 1.3. Proporção representada pelo número de doutores titulados no Brasil em relação ao de titulados nos EUA, 1987-2008 (%)

Fontes: Coleta Capes (Capes, MEC), MCT (2010) e NSF (2009a, Table 1), elaboração do autor.

3,1 3,0 3,3 3,9 4,7 4,5 4,7 4,9 6,0 6,7 8,2 8,9 11,512,6 14,1 16,4 18,9 19,2 20,7 20,5 20,621,9 0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 25,0 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008

(13)

Doutores 2010

 

A política de implantação, expansão e controle de qualidade dos programas de mestrado e doutorado no Brasil, que se estruturou em meados dos anos 1970, constitui um caso de um segmento do sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação, cuja

institucionalidade encontra-se consolidada.

Essa política pode ser considerada, um verdadeiro exemplo de política de estado porque apresentou continuidade surpreendente ao longo das últimas décadas, independentemente das inúmeras mudanças de governo e até mesmo de regimes políticos ocorridas no período.

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Gráfico 1.1. Número de portadores de títulos de doutorado por mil

habitantes na faixa etária entre 25 e 64 anos de idade, países selecionados

Fontes: Coleta Capes (Capes, MEC), PNAD 2008 (IBGE); MCT (2009) e Auriol (2007, p. 8), elaboração do autor.

0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 25,0

Suíça Alemanha EUA Canadá Austrália Portugal Brasil Argentina 23,0 15,4 8,4 6,5 5,9 2,1 1,4 0,2

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Doutores 2010

 

Durante a fase de implantação e consolidação da pós-graduação, a expansão da oferta de doutores foi determinada principalmente pela própria dinâmica acadêmica das especialidades ou das áreas do conhecimento.

 

Essa lógica é cada vez menos funcional devido à escala e

maturidade atingidas pela formação de doutores no País e devido à crescente necessidade do emprego de doutores em atividades econômicas diferentes da educação.

(16)

Doutores 2010

Além disso, o enorme potencial de contribuição da crescente

oferta de doutores pode não se realizar inteiramente, caso eles não encontrem emprego em atividades apropriadas ou caso sua

formação não corresponda aos requisitos demandados pela

dinâmica do processo de desenvolvimento do País em geral e, em particular, do processo de produção de conhecimentos e

inovações.

Por isso, é essencial, nesse novo contexto de amadurecimento da pós-graduação brasileira, poder contar com melhores dados e

informações sobre a formação e o mercado de trabalho dos

doutores brasileiros. Contribuir para isso é o objetivo principal deste livro.

(17)

Doutores 2010

 

(18)

Doutores 2010

Principais resultados 1 (Crescimento e área do conhecimento)

 

O número de doutores titulados no Brasil cresceu 278% entre 1996 e 2008, o que corresponde a uma taxa média de 11,9% de crescimento ao ano. Todas as grandes áreas do conhecimento cresceram

significativamente no período, mas as de menor participação relativa cresceram mais do que áreas de maior tradição como é o caso das ciências exatas e da terra, engenharias e ciências biológicas.

(19)

Gráfico 1.6. Taxa percentual de crescimento anual médio do número de doutores titulados no Brasil no período 1996-2008, por grande área do conhecimento

59,8 15,7 14,8 13,6 13,5 11,9 11,8 10,3 10,2 8,1 Multidisciplinar Ling., letras e artes Sociais aplicadas Humanas Agrárias Média Saúde Engenharias Biológicas Exatas e da terra

(20)

Gráfico 1.7. Participação percentual das grandes áreas do conhecimento no total de doutores titulados no Brasil, 1996 e 2008

Fonte: Coleta Capes (Capes, MEC). (Apud gráfico 2.2.3 do capítulo 2.)

0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 Saúde Humanas Agrárias Biológicas Engenharias Exatas e da terra Sociais aplicadas Ling., letras e artes Multidisciplinar 18,3 17,4 12,3 11,6 11,4 10,6 8,1 6,5 3,9 19,3 14,9 10,6 13,8 13,7 16,1 6,4 5,0 0,1 1996 2008

(21)

Doutores 2010

Principais resultados 2 (Federais, estaduais e particulares)

O número de doutores titulados em instituições públicas estaduais cresceu 170% entre 1996 e 2008, enquanto o dos que titularam em instituições particulares cresceu 396% e os das públicas federais 416%. Com isso, as estaduais que titulavam mais da metade dos

doutores em 1996, cederam essa liderança para as federais a partir de 2006.

(22)

Gráfico 1.8. Número de doutores titulados no Brasil por natureza jurídica das instituições, 1996-2008

Fonte: Coleta Capes (Capes, MEC). (Apud gráfico 2.2.7 do capítulo 2.)

1.571 1.822 2.103 2.483 2.546 2.846 3.277 3.662 3.672 4.154 4.118 4.171 4.246 1.053 1.301 1.352 1.835 2.193 2.383 2.690 3.300 3.590 3.980 4.401 4.819 5.437 206 349 342 395 458 524 600 728 818 848 845 923 1.022 0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008

(23)

Gráfico 1.9. Distribuição percentual dos doutores titulados no Brasil pela natureza jurídica dos programas de doutorado, 1996 e 2008

Fonte: Coleta Capes (Capes, MEC). (Apud gráfico 2.2.8 do capítulo 2.)

Estadual, 55,5 Federal, 37,2 Particular , 7,3 1996 Estadual, 39,7 Federal, 50,8 Particular, 9,5 2008

(24)

Doutores 2010

Principais resultados 3 (Concentração regional da formação)

Há grande concentração de programas de doutorado e do número de doutores titulados em um reduzido número de instituições,

unidades da federação e regiões brasileiras. Está em curso, no

entanto, um significativo processo de desconcentração da formação de doutores no Brasil.

(25)

Gráfico 1.10. Diagrama de círculos representativos do número de doutores titulados no período 1996-2008 nas cinco universidades e unidades da federação que mais titularam doutores, e nas cinco grandes regiões brasileiras

MG (6.241) UNESP (6.417) RS (6.460) UFRJ (7.251) UNICAMP(8.454) RJ (13.548) USP (23.372) SP (47.691) PR (2.265) UFRGS (4.070)

(26)

Gráfico 1.12. Distribuição percentual dos doutores titulados no Brasil por regiões, 1996 e 2008

Fonte: Coleta Capes (Capes, MEC). (Apud gráfico 2.2.11 do capítulo 2.)

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 Sudeste Sul Nordeste Centro-Oeste Norte 70,1 15,5 9,7 3,7 1,1 88,9 7,5 1,4 1,5 0,7 1996 2008

(27)

Gráfico 1.13. Distribuição percentual dos programas de doutorado por regiões, Brasil, 1998 e 2008 Sudeste Sul Nordeste Centro-Oeste Norte 60,4 18,3 13,0 5,6 2,7 72,1 14,8 9,1 2,6 1,4 1998 2008

(28)

Doutores 2010

Principais resultados 4 (Concentração regional do emprego)

O emprego dos doutores brasileiros é muito menos concentrado regionalmente do que a formação de doutores, isto é, muitos dos que titulam nos polos de formação de doutores vão trabalhar em outras regiões ou unidades da federação. Além disso, o próprio emprego dos doutores está passando por um processo de

(29)

Gráfico 1.14. Percentagem de doutores titulados no Brasil em 1996 e em 2006, que estavam empregados em 2008, por região do emprego

Sudeste Sul Nordeste Centro-Oeste Norte 53,0 19,2 13,8 9,8 4,2 68,3 14,7 7,9 6,4 2,7 1996 2006

(30)

Gráfico 1.15. Percentagem de doutores titulados no Brasil em 1996 e em 2006, que estavam empregados em 2008, nas cinco unidades da federação com maior número de doutores empregados

Fonte: Coleta Capes (Capes, MEC). (Apud gráfico 3.1.4 do capítulo 3.)

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45

São Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais Rio Grande do Sul Paraná 29,0 13,6 9,1 7,8 8,3 42,8 14,6 9,6 6,0 5,9 1996 2006

(31)

Doutores 2010

Principais resultados 5 (Emprego por setor CNAE)

Para cada conjunto de dez doutores brasileiros, que obtiveram seus títulos no período 1996-2006 e que estavam empregados no ano de 2008, aproximadamente oito doutores trabalhavam em

estabelecimentos cuja atividade econômica principal era a educação e um trabalhava na administração pública. Os demais doutores,

cerca de um décimo do total, distribuíam-se entre as restantes 19 seções da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). Inferindo-se pela evolução do emprego em 2008 das coortes de

doutores titulados entre 1996 e 2006, é possível afirmar, no entanto, que a concentração do emprego de doutores na educação está

(32)

Gráfico 1.16. Distribuição percentual dos doutores titulados no Brasil no período 1996-2006, empregados durante o ano de 2008, por seção da classificação

nacional de atividades econômicas (CNAE) dos estabelecimentos empregadores

Fontes: Coleta Capes (Capes, MEC) e RAIS 2008 (MTE). (Apud gráfico 3.4.1 do capítulo 3.)

Educação (76,77%) Adm. Pública (11,06%) Ativ. prof. e C&T (3,78%) Saúde (3,00%) Ind. de transf. (1,39%) Outros serviços (1,11%) Ativ. Financeiras (0,53%) Ind. Extrativa (0,42%) Agricultura (0,41%) Comércio (0,39%) Ativ. Administrativas (0,28%) Inf. e comunicação (0,23%) Construção (0,22%) Outros (0,42%)

(33)

Gráfico 1.17. Percentagem dos doutores titulados no Brasil em 1996 e em 2006 que estavam empregados em 2008 nas cinco seções da classificação nacional de atividades econômicas (CNAE) que mais empregam doutores

Educação Adm. Pública Ativ. prof. C&T Saúde Ind. transformação 13,92 4,01 2,84 1,98 81,13 8,53 3,70 2,75 0,95 1996 2006

(34)

Gráfico 1.18. Percentagem dos doutores titulados no Brasil em 1996 e em 2006 que estavam empregados em 2008 nas cinco seções da classificação nacional de atividades econômicas (CNAE) que correspondem da 6ª à 10ª seções que mais empregam doutores

Fontes: Coleta Capes (Capes, MEC) e RAIS 2008 (MTE). (Apud gráfico 3.4.3 do capítulo 3.)

0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 1,4 1,6 Outros serviços Ativ. financeiras Comércio Ind. Extrativa Agricultura 1,6 1,0 0,7 0,6 0,6 1,1 0,3 0,4 0,2 0,2 1996 2006

(35)

Doutores 2010

Principais resultados 6 (Participação da mulher)

As mulheres brasileiras deixaram de ser minoria entre os doutores

titulados no Brasil a partir do ano de 2004. O Brasil é um país pioneiro entre aqueles que conseguiram alcançar esse marco histórico da

(36)

Gráfico 1.19. Distribuição dos doutores titulados no Brasil por sexo, 1996-2008

Fonte: Coleta Capes (Capes, MEC). (Apud gráfico 2.2.14 do capítulo 2.) 55,8 54,5 54,8 54,1 52,5 51,0 51,3 50,2 49,4 49,1 48,9 48,3 48,5 44,2 45,5 45,2 45,9 47,5 49,0 48,7 49,8 50,6 50,9 51,1 51,7 51,5 40,0 42,0 44,0 46,0 48,0 50,0 52,0 54,0 56,0 58,0 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Homem Mulher

(37)

Gráfico 1.20. Participação percentual das mulheres no total dos doutores titulados no Brasil por região, 1996 e 2008

Nordeste Centro-Oeste Brasil Sudeste Sul Norte 52,8 51,8 51,5 51,4 51,3 47,8 32,5 45,2 44,2 44,7 41,1 47,6 1996 2008

(38)

Gráfico 1.21. Participação percentual das mulheres no número de doutores titulados no ano de 2004, países selecionados

Fonte: Coleta Capes (Capes, MEC) e Eurostat (2007, table 3), elaboração do autor.

54,7 50,9 50,6 49,3 48,7 47,7 47,5 43,1 42,9 42,6 41,7 40,5 39,4 39,0 38,1 38,0 36,9 35,6 33,9 24,9 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0

(39)

Doutores 2010

Principais resultados 7 (Remuneração e ocupação da mulher)

Na população que possui mestrado ou doutorado, as mulheres

recebem remunerações marcadamente inferiores aos homens. Em 2008, 58% dos homens recebiam mais de 10 salários mínimos,

enquanto que apenas 39% das mulheres estavam na mesma faixa de remuneração. Essa diferença está relacionada com as principais

(40)

Fonte: PNAD 2008 (Apud tabela 4.2.2.5.3 do capítulo 4) 69,4 57,9 55,5 34,1 30,6 42,1 44,5 65,9 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 Gerentes/ Administrador/

Chefe/ supervisor Professor/ Pesquisador Universitário Médicos Professor Ensino de 2o grau

(41)

34,4 58,2 7,4 55,5 39,4 5,1 0 10 20 30 40 50 60 70

(42)

Doutores 2010

Principais resultados 8 (PEA e percentagem de ocupados)

A proporção da população de mestres e doutores que é

economicamente ativa e que está efetivamente ocupada é muito superior às mesmas proporções relativas às populações

(43)

89,5 63,2

62,0

Pop. de mestres ou doutores Pop. escolarizada Pop. total

(44)

Gráfico 4.4 Percentagem das PEAs das populações total, escolarizada e de mestres ou doutores que se encontravam ocupadas em 2008 de acordo com a PNAD

Fonte: PNAD 2008 (Apud tabela 4.2.2.5.1 do capítulo 4)

97,9 92,6

92,9

89,0 90,0 91,0 92,0 93,0 94,0 95,0 96,0 97,0 98,0 99,0

Pop. de mestres ou doutores Pop. escolarizada Pop. total

(45)

Doutores 2010

Principais resultados 9 (Cor ou raça)

A participação de pardos ou pretos na população de mestres ou

doutores é muito menor do que sua participação na população total, mas houve redução dessa desigualdade ao longo da última década.

(46)

Gráfico 1.20. (A) Estimativa da participação percentual de raças ou cores na população total e na população dos portadores de título de mestrado ou doutorado, Brasil, 1998 e 2007

Fonte: PNAD 1998 e 2007 (IBGE). (Apud tabela 4.2.2.3.1 do capítulo 4.)

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 1998 2007 54,01 49,41 86,48 84,21 Brancos

(47)

Gráfico 1.20. (B) Estimativa da participação percentual de raças ou cores na população total e na população dos portadores de título de mestrado ou doutorado, Brasil, 1998 e 2007 0% 10% 20% 30% 40% 50% 1998 2007 39,54 42,31 9,36 11,84 Pardos

(48)

Gráfico 1.20. (C) Estimativa da participação percentual de raças ou cores na população total e na população dos portadores de título de mestrado ou doutorado, Brasil, 1998 e 2007

Fonte: PNAD 1998 e 2007 (IBGE). (Apud tabela 4.2.2.3.1 do capítulo 4.)

0% 1% 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 1998 2007 5,69 7,45 1,84 2,69 Pretos

(49)

Doutores 2010

Principais resultados 8 (Janela demográfica)

O Brasil encontra-se atualmente em uma janela de oportunidade

demográfica que favorecerá a expansão da população na faixa etária entre 25 e 44 anos de idade até o ano de 2020. Essa população, na qual se encontra a maior parte dos estudantes de mestrado e

doutorado, deverá começar a diminuir em termos absolutos a partir de então.

(50)

Gráfico 1.21. Taxa de crescimento anual observada e estimada para grupos etários de interesse para a formação de mestres e doutores, Brasil, 1980 / 2040

Fontes: IBGE (2009). (Apud gráfico 4.1.2 do capítulo 4.)

-1,50 -1,00 -0,50 0,00 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50

Menos de 25 anos 25 - 34 anos 35 - 44 anos 45 - 54 anos

0,94 2,50 3,43 2,91 -0,59 0,85 1,61 2,65 -1,35 -0,76 0,09 0,99 1980-2000 2000-2020 2020-2040

(51)

Doutores 2010 Conclusões

O livro, cujos principais resultados foram aqui apresentados, é um trabalho de referência, de estatísticas e indicadores, com mais de 500 páginas.

Esta apresentação citou brevemente apenas alguns dos seus

resultados, mas ali existe muito maior riqueza de dados estatísticos e informações que poderão ser explorados pelos interessados.

Muito também ainda pode e precisa ser explorado no sentido de analisar as causas e as consequências dos fatos estatísticos

(52)

Doutores 2010 Conclusões

Esse é o primeiro livro de indicadores sobre os titulados em

programas de doutorado e, por isso, a metodologia utilizada em sua elaboração ainda precisa ser submetida a um processo de avaliação crítica e consolidação.

Apesar disso, têm-se a expectativa de que ele possa contribuir para:

- a criação de uma linha de indicadores, que se institucionalize; e,

- subsidiar o processo de discussão, avaliação e aperfeiçoamento da mais institucionalizada das políticas brasileiras da área de ciência, tecnologia e inovação.

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