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Caro Sócio, Estimado Empresário,

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Academic year: 2021

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Em colaboração com: Caro Sócio,

Estimado Empresário,

A Câmara de Comércio e Indústria Árabe-Portuguesa (CCIAP) tem o prazer de informar V. Exa. que irá realizar uma Missão Económica à República Democrática e Popular da Argélia e à República Islâmica da Mauritânia nos próximos dias 17 a 22 de Setembro, com as seguintes opções de escolha:

OPÇÃO A

ARGÉLIA &MAURITÂNIA - 17 A 22 DE SETEMBRO 2016 Argel e

Nouakchott

Dia 17 Viagem Lisboa-Argel, dias 18 e 19 trabalhos em Argel, dia 19 à tarde viagem para Nouakchott, dias 20 e 21 trabalhos em Nouakchott, dia 22 Regresso

OPÇÃO B

ARGÉLIA - 17 A 20 DE SETEMBRO 2016

Argel Dia 17 Viagem Lisboa-Argel, dias 18 e 19 trabalhos em Argel, dia 20 Regresso

Organizada em estreita colaboração com a Câmara Argelina de Comércio e Indústria (CACI) e com a Câmara de Comércio, Indústria e Agricultura da Mauritânia, esta Missão Empresarial tem por objectivo promover a Internacionalização das empresas Portuguesas nestes Países, identificando oportunidades de negócio no terreno e estabelecendo canais de comunicação com potenciais parceiros económicos.

Ao integrarem esta Missão, as empresas participantes terão a oportunidade de realizar reuniões bilaterais com empresários dos sectores económicos pretendidos, e visitar as principais Instituições Empresariais Locais, Empresas e Fábricas. A CCIAP trabalha atempadamente a agenda das Reuniões permitindo assim uma elevada eficácia nos encontros promovidos com empresários locais, proporcionando a possibilidade de promover directamente os seus produtos e serviços nos Países de Visita.

Esta missão estava inicialmente prevista para o passado mês de Maio, tendo sido adiada para a presente data de 17 a 22 de Setembro.

O QUE TEM A GANHAR COM A PARTICIPAÇÃO NESTA MISSÃO?

o Inserção e expansão em novos mercados;

o Obtenção de informações relevantes para a realização de parcerias;

o Bolsa de Contactos. Cada empresa parte com contactos previamente agendados, por dia e hora, a fim de retirar o maior proveito nos Países de visita;

o Contacto com as principais Instituições Empresariais, Federações e Câmaras de Comércio e Indústria;

o Acesso a mercados com elevado poder aquisitivo;

o Possibilidade de promover a Empresa, os seus produtos e/ou serviços junto dos canais privilegiados da CCIAP;

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Em colaboração com:

o Ampliação da rede de networking, e contacto com os principais players do mercado;

o Conhecimento da realidade económica dos Países a visitar e a análise das principais tendências de mercado;

o Conhecimento da cultura de negócios dos Países alvo, regras e procedimentos. COMO FUNCIONAM AS MISSÕES EMPRESARIAIS DA CCIAP?

A CCIAP proporciona um acompanhamento personalizado às empresas inscritas nesta Missão Empresarial, antes, durante e após a sua realização através da prestação dos seguintes serviços:

o Apresentação dos mercados: padrões de relacionamento empresarial, bem como informação macro e microeconómica dos Países (estudo de mercado);

o Rigorosa identificação e selecção das empresas e interlocutores a contactar, pela empresa, nos Países;

o A CCIAP coordena e organiza previamente todas as actividades logísticas: Agenda de Contactos, visitas locais, voos, hotéis;

o Delegados da CCIAP acompanharão a condução de todos os trabalhos;

o Apoio no período pós-Missão Empresarial, no intuito de garantir o sucesso dos contactos encetados com os futuros parceiros.

VALOR DE PARTICIPAÇÃO (1 DELEGADO POR EMPRESA):

OPÇÃO A: MISSÃO ARGÉLIA & MAURITÂNIA | 17 A 22 DE SETEMBRO DE 2016

SÓCIOS CCIAP 3.820€

NÃO SÓCIOS 4.320€

OPÇÃO B: MISSÃO ARGÉLIA | 17 A 20 DE SETEMBRO DE 2016

SÓCIOS CCIAP 2.720€

NÃO SÓCIOS 3.220€ ESTES VALORES INCLUEM:

o Reunião preparatória individual na CCIAP;

o Acompanhamento personalizado pela CCIAP;

o Agenda de Contactos;

o Documentação de Apoio;

o Entrega de Catálogo da Delegação Empresarial a todas as entidades e empresas locais;

o Passagens aéreas em classe económica;

o Estadia em hotéis de 5* ou equivalentes;

o Transferes;

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Em colaboração com:

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA E POPULAR DA ARGÉLIA

Situada no Norte de África, região do Magrebe, a República Democrática e Popular da Argélia é o 9º maior País do mundo e o maior do continente africano, com uma população de cerca de 40,4 milhões de habitantes.

Cobrindo um vasto território, a Argélia ocupa uma área onde se encontram algumas das maiores reservas de gás natural e de petróleo mundiais. É considerada uma das maiores economias da região do Magrebe e uma das mais importantes do continente Africano.

As cidades de Argel e Oran são os dois principais polos económicos. A cidade de Argel é a capital e sede do Governo, sendo também a cidade mais populosa da Argélia, congregando os principais serviços administrativos e as principais indústrias do País, nomeadamente as indústrias metalúrgicas, de refinação de petróleo e petroquímica. A cidade de Oran é o 2º principal centro económico da Argélia, sendo um polo de atracção económica e industrial, compreendendo três grandes zonas industriais: a zona industrial de Arzew; a zona industrial de Hassi Ameur; e a zona industrial de Es Sénia.

O desempenho económico da Argélia tem sido caracterizado por um crescimento económico sustentado, tendo o País como principais objectivos o relançamento dos sectores fora do âmbito da indústria petrolífera, em particular através do fortalecimento do sector privado, tais como o sector dos serviços, o sector da construção, o sector agrícola e o sector da indústria transformadora, por forma a aumentar a oferta interna e diversificar o seu perfil exportador.

O Governo Argelino tem vindo a dinamizar a economia do País através da abertura de diversos concursos públicos que se dividem em quatro categorias: aquisição de bens e equipamentos, realização de obras públicas, prestação de serviços e elaboração de estudos em diversas áreas de actividade económica. Com a liberalização do comércio, estimulada pela implementação do Acordo de Associação entre a Argélia e a União Europeia, as exportações de bens começam a ganhar importância. Este Acordo, em particular, envolve um investimento europeu substancial a longo prazo, permitindo às empresas da chamada indústria transformadora “leve” procurar reduzir os custos de trabalho, deslocalizando as suas fábricas para a Argélia. Adicionalmente deverá fornecer uma base para transferências significativas de tecnologia.

No que respeita ao comércio bilateral, a Argélia tem vindo a ganhar relevo como destino cada vez mais atractivo para as exportações portuguesas. Em2015, dos principais produtos portugueses exportados para a Argélia, destacam-se os Metais de base (com 26,6% do total das exportações), Outros produtos minerais não metálicos (21,1%), Máquinas e equipamentos (15,0%), Equipamento eléctrico (9,1%) e Pasta, papel e seus artigos (8,1%). Os restantes produtos vendidos englobam um leque variado de artigos como produtos metálicos transformados (excepto máquinas e equipamentos), produtos têxteis, produtos alimentares, artigos de borracha e de matérias plásticas, mobiliário, produtos químicos, produtos farmacêuticos e preparações farmacêuticas de base, entre outros.

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Em colaboração com:

O novo Plano Quinquenal de Investimento e Desenvolvimento (2015-2019) dá continuidade aos planos de desenvolvimento anteriores (2005-2009 e 2010-2014), visando reforçar e dar um novo impulso ao desenvolvimento de uma economia produtiva, competitiva e diversificada em todos os sectores, assim como o desenvolvimento económico e social. Trata-se de um programa de investimento público, na ordem dos 263 mil milhões de euros, com base num crescimento económico do País previsto em 7%, até 2019. O sector agrícola será uma das prioridades do Governo neste plano de cinco anos, que pretende também diversificar a indústria nacional e apoiar o investimento local. O programa Quinquenal prevê igualmente, para o sector dos transportes, a duplicação de vias férreas no norte, a electrificação progressiva de toda a rede, a construção de novas estações, a realização de um porto comercial na região central e o compromisso de novas operações de extensão e construção de novas linhas de metro.

Existem vários incentivos ao investimento privado e à presença de empresas estrangeiras, quer através da sua representação naquele país, quer mediante a criação de uma empresa de direito local, bem como pela participação em empresas públicas em fase de privatização, entre outros. O mercado Argelino oferece ainda aos investidores estrangeiros, perspectivas de exportação para os restantes países da Grande Zona Árabe de Comércio Livre.

Apesar dos bons resultados económicos, traduzidos em vários anos de crescimento contínuo, a Argélia tem um potencial ainda não explorado na sua totalidade, nomeadamente o caso dos sectores como o turismo ou a agricultura, que deverão crescer significativamente nos próximos anos.

A Argélia é um país que apresenta oportunidades de cooperação, complementaridade e parcerias económicas nas mais diversas áreas para as empresas Portuguesas que apostam na internacionalização como forma de crescimento do seu negócio.

A REPÚBLICA ISLÂMICA DA MAURITÂNIA

A República Islâmica da Mauritânia ocupa uma posição geográfica estratégica na África Ocidental, com uma população estimada de 3,6 milhões de habitantes, e tem fronteiras com o Senegal, Mali e Argélia. A sua capital é Nouakchott.

A economia da Mauritânia assenta essencialmente nos recursos naturais e na agricultura. A composição do PIB, por sector, distribui-se da seguinte forma: agricultura 23,2%, indústria 37,4% e serviços 39,4%. Mais recentemente, o sector mineiro cresceu exponencialmente, assim como a extracção de crude e gás natural, devido, maioritariamente, ao investimento directo estrangeiro.

A Mauritânia caracteriza-se por deter um solo rico, que tem vindo a revelar novos recursos minerais (cobalto, gesso, urânio, ouro, diamantes, cobre, gás, petróleo) assim como outros vários importantes

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Em colaboração com:

recursos como a pesca, agricultura, pastorícia, sendo um país de oportunidades substancialmente atraentes a todos os níveis. A orla costeira do país, com 754 km, é das mais ricas do mundo, sendo o sector das pescas um contributo essencial para o desenvolvimento económico. Estima-se que a economia da Mauritânia tenha crescido cerca de 4,1% em 2015.

Importa sublinhar a criação da Zona Franca de Nouadhibou, que inclui toda a cidade e parte da península e da baía com o mesmo nome e prevê regimes especiais de incentivo nos planos fiscais, aduaneiro e financeiro. Ambiciona ser um destino preferencial para os investidores internacionais, atraindo investimento, incentivando o desenvolvimento do sector privado, a fim de ser um pólo de competitividade e um centro regional de classe internacional. Estão previstos projectos de desenvolvimento, destinados especificamente para fins de natureza industrial, comercial, de serviços, e infra-estruturas de apoio (habitação, turismo, compras, lazer e escritórios), que serão criadas dentro desta zona franca.

Fruto de uma nova política monetária, da liberalização do sector financeiro e bancário e da abertura ao investimento estrangeiro, a Mauritânia detém orientações estratégicas alicerçadas no sector privado e em parcerias público-privadas, com oportunidades de investimento em sectores de elevado valor acrescentado como a pesca, a agro-indústria ou sectores extractivos (minas, gás e petróleo). Tem ainda grandes projectos de obras públicas em curso, como a renovação do Aeroporto Internacional de Nouakchott, extensão de portos, ampliação da rede viária e criação de zonas francas.

Os principais destinos das exportações da Mauritânia são: a China (45,3%), a Itália (7,6%) e Espanha (6,1%). No que refere à importação de bens, os principais fornecedores da Mauritânia são: a China (21,6%), a Holanda (9,4%), a França (7,8%) e Espanha (6,1%). A actividade económica da Mauritânia tem crescido rapidamente nos últimos anos, e as oportunidades para o investimento directo estrangeiro aumentaram desde a entrada em vigor do novo código de investimento.

Os principais grupos de produtos exportados por Portugal para a Mauritânia em 2015 foram Coque e produtos petrolíferos (26,1%); Máquinas e aparelhos (18,9%); Máquinas e equipamento (15,0%) e Outros produtos minerais não metálicos (8,2%).

Os sectores da agricultura, medicina veterinária, pesca marítima, obras públicas, serviços financeiros e minerais, entre outros de relevo, são de elevada importância para a economia da Mauritânia e para os planos de desenvolvimento do País.

Convictos de que estes mercados reúnem todas as condições para o desenvolvimento de uma cooperação mutuamente proveitosa nas mais diversas áreas de actividade, convidamos desde já a Vossa estimada Empresa a integrar esta importante iniciativa.

Referências

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