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EDITAL DE SELEÇÃO Nº 05/2014

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EDITAL DE SELEÇÃO Nº 05/2014

Seleção para a escolha de entidade de direito privado sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social na área de atuação de Hospital Geral com perfil de alta complexidade, para celebrar contrato de gestão, operacionalização e execução dos serviços de saúde no Hospital Estadual Getúlio Vargas.

HEGV / Rio de Janeiro

06/2017

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RELATÓRIO DE DESEMPENHO

CONTRATANTE: SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO GOVERNADOR: LUIZ FERNANDO DE SOUZA

SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE: LUIZ ANTONIO DE SOUZA TEIXEIRA JUNIOR CONTRATADA: PRÓ SAUDE ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E HOSPITALAR

DIRETOR OPERACIONAL PELA ORGANIZAÇÃO: GABRIEL GIRALDI DIRETOR TÉCNICO: LUIZ CLÁUDIO MONTEIRO TEIXEIRA

ENTIDADE GERENCIADA: HOSPITAL ESTADUAL GETÚLIO VARGAS CNPJ: 24.232.886/0133-07

ENDEREÇO: AV. LOBO JUNIOR Nº 2293 - PENHA - RIO JANEIRO - RJ DIRETOR EXECUTIVO: MARCEL AUGUSTO DE OLIVEIRA

DIRETOR TÉCNICO: PAULO RICARDO LOPES DA COSTA DIRETOR ADMINISTRATIVO: THIAGO VIEIRA ZACHÉ

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INTRODUÇÃO

A PRÓ-SAÚDE - Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, entidade sem fins lucrativos, denominada como Organização Social, vem através deste, demonstrar o resultado de Junho de 2017 referente ao Contrato de Gestão nº 005/2014 para gestão dos serviços do Hospital Estadual Getúlio Vargas.

O Hospital Estadual Getúlio Vargas (HEGV) foi inaugurado em 03 de Dezembro de 1938 pelo então Secretário de Saúde e Assistência Prof. Dr. Clementino Fraga, que presidiu a solenidade de inauguração com as ilustres presenças: do Presidente da República, Getúlio Vargas; do Ministro da Educação e Saúde Pública, Sr. Gustavo Capanema; do Prefeito do Distrito Federal, Sr. Henrique Dodsworth; e do Prof. Dr. Carlos da Gama Filho, primeiro Diretor do Hospital Estadual Getúlio Vargas.

O Hospital Estadual Getúlio Vargas foi criado como parte integrante de um projeto de reformulação da rede de saúde, implementado pelo Prefeito do Distrito Federal, Dr. Pedro Ernesto Batista, que previa a criação de novas unidades hospitalares que atendessem mais eficazmente a população, estando próximas da comunidade.

Anteriormente à sua inauguração oficial, o HEGV já funcionava oferecendo os serviços de pronto socorro e ambulatório, passando, então, a oferecer também o serviço de internação. O hospital contava com 400 leitos para internação, serviço completo de cirurgia, clínica médica, dentária e maternidade, tendo sido equipado com os mais modernos equipamentos da época.

O terreno onde foi construído o HEGV, na Penha, era parte da Chácara das Palmeiras, que pertenceu ao Sr. Francisco José Lobo Júnior, comerciante e advogado da região. Atualmente encontra-se inserido na Área de Planejamento (AP) 3.1, com população estimada de 886.551 habitantes (fonte: IBGE – referência 2009) e IDH de 0,804.

Trata-se de hospital de grande porte, com perfil de média e alta complexidade e atendimento de emergência, abrangendo as especialidades clínicas e cirúrgicas, Unidade de Tratamento Intensivo de adultos, e equipado com instrumentos para diagnóstico complementar. Estrutura-se para demanda tanto espontânea quanto referenciada através da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (SES/RJ).

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dos serviços de saúde no Hospital Estadual Getúlio Vargas, que encontra-se em vigor desde Março/2014, entretanto a gestão efetiva somente foi cedida em Junho/2014.

Este relatório vem demonstrar as atividades desenvolvidas no referido mês no processo de estruturação, organização e gestão dos recursos necessários para o cumprimento dos objetivos propostos no Contrato, de forma a prestar contas dos recursos utilizados com o gerenciamento e a assistência integral e interdisciplinar aos pacientes críticos, buscando o aperfeiçoamento do uso dos recursos públicos.

A PRÓ-SAÚDE busca o atendimento do objetivo de ampliar, modernizar e qualificar a capacidade instalada na unidade hospitalar, elevando a oferta de leitos, ofertando serviços de qualidade e assegurando aos usuários uma assistência em caráter contínuo e resolutivo.

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ANÁLISE GLOBAL DO HOSPITAL 1 METAS CONTRATUAIS

1.1 METAS QUANTITATIVAS 1.1.1 Saídas Clínicas de Adultos

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador. Comentário:

Como vem ocorrendo nos últimos meses, a alta procura por atendimento clínico em nossa unidade tem se mantido elevada. A grave crise do Estado permanece afetando a rede de urgência e emergência na área metropolitana, o que mantem elevado o número de admissões e, por consequência, crescente de saídos clínicos. Neste último mês, adcionou-se ainda a crise da rede federal, com maior direcionamento para a nossa unidade.

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1.1.2 Saídas Clínicas Pediátricas

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador. Comentário:

No mês de Junho, a pediatria manteve um padrão de alta procura espontânea por atendimentos de urgência, devido ao aumento do número de casos de infecções respiratórias, típicos dessa época do ano. Em consequência, observa-se aumento significativo de internações, refletindo assim no alto número de saídos.

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1.1.3 Saídas Clínicas Ortopédicas

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos dois meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

No mês de junho tivemos 254 saídas 10,43% acima da meta estipulada, apesar de apresentarmos dificuldades pontuais relacionadas a OPME, devido ao repasse parcial e irregular por parte da contratante, assim como o abastecimento de hemoderivados.

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1.1.4 Outras Saídas de Clínicas Cirúrgicas

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos dois meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Em junho, mantivemos a prática de priorizar os atendimentos de urgência e emergência, o que nos permitiu manter o alto número de saídos. Apesar disso, permanecemos com os problemas de abastecimento de OPME e Insumos gerais, fato esse ligado diretamente ao repasse irregular e parcial por parte da contratante.

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1.1.5 Tomografia Computadorizada (TC)

Análise do Resultado:

Indicador classificado como regular, resultado abaixo da meta no último mês analisado, com tendência favorável apontada para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

No mês de junho houve uma redução no volume de exames, onde foram realizados 1361 exames, ficando abaixo da meta contratual, devido a inoperância (quebra) do tomógrafo no período de 11/06/2017 a 23/06/2017.

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1.1.6 Ultrassonografia e Ecocardiografia

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

No mês de junho foram realizados 833 exames de ultrassonografia e ecocardiograma, resultado esse atribuído ao fluxo de pedidos de exames ao setor que se deu pela demanda das unidades de urgência e emergência.

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1.2 METAS QUALITATIVAS

1.2.1 Taxa de densidade de incidência de infecção de corrente sanguínea associada a cateter venoso central(CVC) na UTI Adulto

Análise do Resultado:

Indicador classificado como regular, resultado fora da meta no último mês e apresentando tendência desfavorável, apontando para o pior sentido do indicador.

Comentário:

Houve um aumento importante na taxa de IPCS nos CTIs neste período. Foram

diagnosticados cinco casos no CTI 1 (4 laboratoriais, sendo 3 delas por gram-negativos), quatro no CTI 2 (todas por bactérias gram-negativas) e duas na UPO (ambas por

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1.2.2 Taxa de utilização de cateter venoso central (CVC) na UTI adulto

Análise do Resultado:

Indicador classificado como crítico, resultado fora da meta nos últimos 3 meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Somando os CTIs a taxa de utilização de CVC nos últimos 3 meses praticamente permaneceu estável (abril = 84%, maio = 89,22% e junho = 83,34%). A taxa de permanência média deste dispositivo no período também não variou significativamente (abril = 0,28, maio = 0,20 e Junho = 0,24).

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1.2.3 Implantação de Diretrizes e Protocolos Clínicos

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Protocolos de IAM, Sepse Comunitária e AVC Isquêmico implantados desde agosto de 2014.

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1.2.4 Taxa de mortalidade institucional

Análise do Resultado:

Indicador classificado como Crítico, resultado fora da meta nos últimos três meses e apresentando tendência desfavorável, apontando para o pior sentido do indicador.

Comentário:

O Indicador de Mortalidade Institucional do HEGV é baseado em estudo comparativo da Agência Nacional de Saúde Suplementar e considera as diferentes complexidades dos hospitais gerais. Porém, vale ressaltar que a história recente do HEGV traz uma alteração do perfil epidemiológico desse hospital, identificando grande ocupação por pacientes de natureza de agravo clínico e de idade avançada. Vale ressaltar, ainda, as dificuldades encontradas perante a rede integrada de atendimentos às urgências e emergências, a qual dificulta em muito o processo de desospitalização segura do pacientes, bem como a transferência de cuidados de pacientes internados e que não atendem ao nosso perfil de resolutividade.

Para o cálculo do indicador, identificamos 150 óbitos institucionais para um universo de 1154 saídas.

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1.2.5 Taxa de Mortalidade Cirúrgica

Análise do Resultado:

Indicador classificado como Crítico, resultado fora da meta nos últimos três meses e apresentando tendência desfavorável, apontando para o pior sentido do indicador.

Comentário:

Entendemos que por ser grande parte dos pacientes oriundos da emergência com doenças inflamatórias em fase avançadas ou paciente vítima de trauma, a mortalidade nesses pacientes é comparavel as do centro de trauma nivel III e IV no EUA (3,1%).

Referencia: Mortality rates following trauma: The difference is night and day - J Emerg Trauma Shock. 2011 Apr-Jun; 4(2): 178–183.

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1.2.6 Taxa de Ocupação Operacional Geral

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

O resultado deste indicador reflete uma gestão eficiente do leito operacional e o aumento da oferta de leitos para o sistema de saúde.

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1.2.7 Taxa de Ocupação Operacional Leitos Clínicos

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência desfavorável, apontando para o pior sentido do indicador.

Comentário:

Durante o mês de junho a Taxa de Ocupação Operacional Leitos Clínicos apresentou sensível decréscimo (4,45%). Observamos que o gerenciamento operacional do leito desde a saída do paciente internado até a entrada do próximo paciente (limpeza, manutenção, baixa do prontuário, liberação do leito pelo NIR) esteve prejudicada em alguns momentos dentro do fluxo, impactando na ocupação do leito diário.

Apesar disso, mantivemos resultado positivo, o que contribuiu para menor ocupação das unidades de emergência com pacientes de perfil clínico.

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1.2.8 Taxa de Ocupação Operacional Leitos Pediátricos

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos dois meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

A maior procura por atendimentos no setor de emergência da Pediatria neste período do ano, levou ao maior número de internações, principalmente de casos respiratórios, levando assim ao resultado positivo na taxa de ocupação de leitos pediátricos.

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1.2.9 Taxa de Ocupação Operacional Leitos Cirúrgicos

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência desfavorável, apontando para o pior sentido do indicador.

Comentário:

Por se tratar de um hospital de portas abertas que oferece assistência a uma ampla área geográfica do município do Rio de Janeiro, e por se tratar de um hospital reconhecidamente de referência para atendimento aos casos de trauma na região, os leitos cirúrgicos dessa unidade se mantém sempre ocupados em grande percentual por essa demanda espontânea. Apesar disso, a sazonalidade é fator primordial que altera os resultados de ocupação, conforme observado no gráfico.

Vale ressaltar que muitos casos cirúrgicos são resolvidos ainda nas unidades de urgência e emergência, sem ocupação dos leitos cirúrgicos, e que todos os pacientes foram atendidos a contento, inexistindo demanda reprimida para os casos de urgência e emergência.

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1.2.10 Taxa de Ocupação Operacional Leitos Ortopédicos

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência desfavorável, apontando para o pior sentido do indicador.

Comentário:

A taxa de ocupação operacional de leitos Ortopédicos, mesmo estando dentro do estabelecido em contrato, foi influenciada pela presença de pacientes sem resolução na unidade, pela falta de OPME específico, devido ao repasse parcial e irregular por parte da contratante. Esses pacientes continuam aguardando transferência para unidade referenciada (INTO), assim como as infecções que demandam um tempo de tratamento mais longo, resultando em uma internação prolongada.

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1.2.11 Taxa de Ocupação Operacional Leitos Neurocirurgia

Análise do Resultado: Indicador classificado como favorável, resultado dentro da meta no último mês e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário: Assim como a permanência esta sofre diretamente com o perfil do paciente complexo e de elevada idade que vemos na enfermaria e a restrição da propedêutica armada para rápida resolução dos casos vem impactando no indicador. Os pacientes ficam represados na carência propedêutica e dinâmica da estrutura da unidade e da rede elevando a taxa de complicações secundárias elevando o indicador.

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1.2.12 Taxa de Ocupação Operacional Leitos UTI

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Esta taxa de ocupação reflete a alta qualidade do trabalho realizado na UTI, focado no menor tempo de ventilação mecânica e tratamento precoce da sepse.

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1.2.13 Taxa de Ocupação Operacional Leitos UTI Pós Operatório

Análise do Resultado:

Indicador classificado como crítico, resultado fora da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

A unidade é dependente das internações de Pós-Operatório. A redução das cirurgias eletivas por falta de OPME e Insumos gerais, resultado de repasse irregular e parcial por parte da contratante, e as consequentes reservas de vaga sem posterior utilização tem provocado a diminuição da ocupação.

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1.2.14 Tempo de Permanência Geral

Análise do Resultado:

Indicador classificado como Crítico, resultado fora da meta nos últimos quatro meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

O tempo médio de permanecia apresentou significativa melhora em relação aos meses de abril e maio, fechando em 7,77 dias. A repactuação da meta contratual no mês de março, passando de 7 para 5,6 dias, tornou-se de difícil alcance, devido as caracteristicas especifícas do hospital, como prevalência de internação de pacientes clínicos e idosos que favorecem o aumento do TMP. Outros fatores ainda vem atrapalhando o desempenho das clínicas, como a demora na realização de procedimentos como cateterismo, pacientes com fraturas sem resolução na Unidade, CPRE e demora da saída de pacientes renais para clínicas de hemodiálise pela regulação do Estado.

Estes fatores levam ao maior tempo de resolução do paciente na unidade e consequentemente no aumento do seu tempo de permanência.

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1.2.15 Tempo de Permanência Leitos Clínicos

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ruim, resultado fora da meta nos últimos três meses e apresentando tendência desfavorável, apontando para o pior sentido do indicador.

Comentário:

No período corrente houve estabilidade no tempo de permanência nos leitos clínicos comparado aos dois meses anteriores.

A meta de 7,6 dias não foi alcançada, justificado pelo alto número de pacientes com patologias não resolutivas na unidade, como exemplo: pacientes de alta clinica aguardando Vaga em clínica de Hemodiálise regulados na Rede, pacientes de alta clinica com impedimentos socias que estão aguardando casa de apoio, entre outros, pacientes aguardando avaliação/transferências para outras unidades com especialidades ou procedimentos não realizados nesta unidade (cirurgia Torácica, Cirurgia cardíaca, Hemodinâmica, entre outros). Conforme demostrado na tabela abaixo:

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Conforme a tabela apresenta, aproximadamente 30% dos leitos/dia foram ocupados por paciente sem resolutividade nesta unidade, impactando nas saídas clinicas (alta hospitalar) e consequentemente no tempo de permanecia média internado na clínica médica.

A Resolutividade destes casos depende do fornecimento de vagas pela central de regulação. Com a demora deste processo externo, há um impacto negativo significativo no indicador em questão.

1.2.16 Tempo de Permanência Leitos Pediátricos

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Apesar do aumento do número de internações no mês de junho/17, obtivemos uma boa rotatividade de leitos, levando a tempo médio de permanência satisfatório de 4,87 dias. A implementação de protocolos clínicos e rotina de atendimentos, contribuiram para consolidação destes números.

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1.2.17 Tempo de Permanência Leitos Cirúrgicos

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ruim, resultado fora da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

O Tempo de Permanência da Clínica Cirúrgica tem sofrido impacto direto de problemas da rede integrada de atendimento às urgências e emergências. Dessa forma, contabilizamos próximo de 10% de ocupação dos nossos leitos com pacientes de longa permanência e que a resolução depende do meio externo, como por exemplo os casos de CPRE e cirurgia torácica.

Além disso, no mês de junho as cirurgias videolaparoscópicas não foram realizadas devido a câmera do aparelho ter sido danificada, o que fez com que esse perfil de pacientes tivesse seus tempos de internação aumentados, pela própria natureza do ato cirúrgico.

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1.2.18 Tempo de Permanência Leitos Cirúrgico Ortopédico

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos dois meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

O resultado do grafico demonstra que a meta estabelecida foi alcançada, mesmo com alguns pacientes internados no setor sem resolutividade, como os quem tem indicaçao de tratamento em unidade referenciada, por falta de material específico. Outro grupo de pacientes que influencia no resultado, são os que demandam longa permanência, no caso das infecções. Um fator importante no resultado do indicador, foi a diminuição da taxa de suspensão cirúrgica.

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1.2.19 Tempo de Permanência Leitos Neurocirurgia

Análise do Resultado: Indicador classificado como ruim, resultado fora da meta nos últimos três meses e apresentando tendência desfavorável, apontando para o pior sentido do indicador.

Comentário: o indicador esta diretamente relacionado a taxa de ocupação do leito e a causa do não cumprimento deste; que esta ligado ao novo perfil do paciente proveniente da demanda espontânea via emergência com alto grau de complexidade e elevada taxa de sequelas bem como a restrição a propedêutica armada para solucionar os casos ou definir alta. O grande número de pacientes politraumatizados e hemorragias intracranianas que já são de longa permanência na UTI e lesões que necessitam de exames complementares não disponiveis na unidade e de dificil acesso na rede, assim como referenciamento ineficiente para patologias que outrora tinhamos autonomia e resolutividade vem impactando na nossa permanência e taxa de ocupação.

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1.2.20 Tempo de Permanência Leitos UTI

Análise do Resultado:

Indicador classificado como favorável, resultado dentro da meta no último mês e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Tempo de permanência otimizado diante da alta complexidade dos pacientes com valores de apache II acima de 50.

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1.2.21 Tempo de Permanência Leitos UTI Pós Operatório

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Demonstra o trabalho focado na menor permanência, diminuindo a incidência de complicações infecciosas e otimizando analgesia.

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1.2.22 Porcentagem (%) de pacientes atendidos de acordo com parâmetros do tempo de espera na Urgência e Emergência

Análise do Resultado:

Indicador classificado como Crítico, resultado fora da meta nos últimos quatro meses e apresentando tendência desfavorável, apontando para o pior sentido do indicador.

Comentário:

À exceção dos pacientes com risco vermelho que são atendidos imediatamente, não dispomos de mensuração dos tempos de atendimento.

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1.2.23 Acolhimento com Classificação de Risco

Análise do Resultado:

Indicador classificado como Crítico, resultado fora da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Atualmente este indicador está em 93%. Pacientes que dão entrada diretamente na Sala Vermelha não são classificados.

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1.2.24 Alimentação do SIA/SUS

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, com tendência favorável apontada para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

No mês de Junho foram apresentadas 1249 AIH, com um volume de internações de 1126 pacientes internados. O índice SIH/SUS ficou em 110,92%.

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1.2.25 Alimentação do SIH/SUS

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, com tendência desfavorável apontada para o pior sentido do indicador.

Comentário:

No mês de junho foram faturados 45604 BPAS, com volume de atendimentos da ordem de 13110. O índice SIA/SUS foi de 347,86%.

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1.2.26 Monitoramento e avaliação de queixas, reclamações e sugestões

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, com tendência desfavorável apontada para o pior sentido do indicador.

Comentário:

O resultado alcançado pelo trabalho conjunto da Ouvidoria com os setores envolvidos nas demandas, buscando responder conforme a Resolução SES N°207, de 22/12/2011.

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2 INDICADORES DE PRODUÇÃO 2.1 Leitos por Especialidade

2.1 Especialidade Edital

2.1.1. Clínica Médica 41

2.1.2. Clínica Pediátrica 24

2.1.3. Clínica Pediátrica (Clínica) 0

2.1.4. Clínica Cirúrgica 155 23.1.5. Cirurgia Plástica 0 2.1.6. Cirurgia Ortopédica 0 2.1.7. Cirurgia Nefro/Uro 0 2.1.8. Cirurgia Toráxica 0 2.1.9. Cirurgia Neurológica 0 2.1.10. Cirurgia Buco 0 2.1.11. UTI Adultos 37 2.1.12. UPO 10 2.1.13. Vascular 0 2.1.14. RUE 0

2.1.15. Sala Verde Masculina 16

2.1.16. Sala Verde Feminina 16

2.1.17. Sala Amarela 16

2.1.18. Sala Vermelha 2

2.1.19. Sala Amarela Pediátrica 9

Total de Leitos 326

2.2 Internações por Unidade

2.2 Internações por Unidade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez TOTAL

2.2.1. Clínica Médica 3 4 2 1 5 2 17

2.2.2. Clínica Cirúrgica 43 47 57 12 18 39 216

2.2.3. Clínica Ortopédica 6 24 16 3 3 2 54

2.2.4. Pediatria 4 4 3 1 2 1 15

2.2.5. Sala Amarela Pediátrica 73 88 140 146 228 185 860

2.2.6. UTI Adulto 5 2 2 0 1 2 12

2.2.7. UPO 0 0 0 0 0 0 0

2.2.8. Berçário - - - 0

2.2.9. Sala Amarela 4 1 2 1 0 1 9

2.2.10. Sala Verde Masculina 419 436 540 443 557 495 2890

2.2.11. Sala Verde Feminina 324 338 405 416 414 399 2296

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2.3 Nº de Saídos por Unidade

2.3 Nº. de saídos por Unidade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez TOTAL

2.3.1. Clínica Médica 228 213 250 258 251 243 1443

2.3.2. Clínica Cirúrgica 149 214 231 178 206 191 1169

2.3.3. Clínica Ortopédica 135 160 160 132 198 189 974

2.3.4. Pediatria 55 80 98 117 158 147 655

2.3.5. Sala Amarela Pediátrica 24 19 36 44 62 56 241

2.3.6. UTI Adulto 66 70 72 47 43 59 357

2.3.7. UPO 11 16 11 7 12 15 72

2.3.8. Sala Amarela 30 25 32 31 36 26 180

2.3.9. Sala Verde Masculina 111 81 145 96 156 144 733

2.3.10. Sala Verde Feminina 99 60 77 106 102 84 528

2.3.11. Emergência - - - 0

Total de saídos por especialidade 908 938 1112 1016 1224 1154 0 0 0 0 0 0 6352

Fonte: Pró Saúde / Plano Estatístico

2.4 Média de Permanência por unidade

2.4. Média de Permanência Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez TOTAL

2.4.1. Clínica Médica 9,82 9,18 7,79 7,53 7,17 7,62 49,11

2.4.2. Clínica Cirurgica 7,54 6,41 6,17 8,45 7,00 7,67 43,24

2.4.3. Clínica Ortopédica 9,53 6,66 7,04 7,57 5,37 5,33 41,50

2.4.4. Pediatria 4,40 3,73 3,58 4,07 4,38 3,78 23,94

2.4.5. Sala Amarela Pediátrica 4,13 6,53 1,12 1,45 1,90 1,63 16,76

2.4.6. UTI Adulto 5,69 5,23 6,32 7,17 8,66 7,05 40,11

2.4.7. UPO 4,85 3,18 2,95 3,87 4,58 3,95 23,37

2.4.8. Sala Amarela 2,24 1,90 1,35 2,50 2,94 3,01 13,94

2.4.9. Sala Verde Masculina 6,66 5,86 1,67 1,28 1,72 1,54 18,72

2.4.10. Sala Verde Feminina 7,08 5,32 1,37 1,63 1,47 1,22 18,09

2.4.11. Emergência - - - 0,00

Média Geral de Permanência 8,63 7,31 7,80 8,71 7,99 7,77 48,21 Fonte: Pró Saúde / Plano Estatístico

2.5 Volume Cirúrgico

2.5. Volume Cirúrgico Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez TOTAL

2.5.1. Cirurgias de Urgência 292 230 291 301 354 327 1795

2.5.2. Cirurgias Eletivas 165 294 346 226 223 254 1508

Total Geral de Cirurgias 457 524 637 527 577 581 0 0 0 0 0 0 3303

Fonte: Pró Saúde / Plano Estatístico 2.6 Nº de Cirurgias por Porte

2.6. Número de Cirurgias por Porte Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez TOTAL

2.6.1. Cirurgias Grandes 4 7 2 5 6 8 32

2.6.2. Cirurgias Médias 262 382 415 371 358 381 2169

2.6.3. Cirurgias Pequenas 191 135 220 151 213 192 1102

2.6.4. Curetagens - - - 0 0

2.6.5. Cesáreas - - - 0 0

Total Geral de Cirurgias por Porte 457 524 637 527 577 581 0 0 0 0 0 0 3303

(39)

2.7 Nº de Cirurgias por Especialidade

2.7. Número de Cirurgias por Especialidade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez TOTAL

2.7.1. Cirurgia Geral 116 133 157 130 132 166 834 2.7.2. Cirurgia Ortopédica 255 266 322 264 275 288 1670 2.7.3. Cirurgia Vascular 30 34 34 31 50 37 216 2.7.4. Cirurgia Neurológiga 11 26 28 23 43 33 164 2.7.5. Cirurgia Proctologia 2 3 5 2 1 4 17 2.7.6. Cirurgia Urológica 25 42 60 47 38 16 228 2.7.6. Cirurgia Buco 6 2 9 7 8 7 39 2.7.7. Cirurgia Plástica 4 3 4 8 7 3 29 2.7.9. Outros 8 15 18 15 23 27 106

Total Geral de Cirurgias por Especialidade 457 524 637 527 577 581 0 0 0 0 0 0 3303

Fonte: Pró Saúde / Plano Estatístico

2.8 Taxa de Ocupação por Especialidade

2.8. Taxa de Ocupação p/Especialidade JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL

2.8.1 Clínica Médica 127,54 119,88 133,12 129,24 135,05 87,44 732,28 2.8.2 Clínica Cirúrgica 34,92 43,51 48,39 58,03 60,70 101,57 347,12 2.8.3 Clínica Ortopédica 119,24 89,48 111,91 100,79 100,18 85,44 607,03 2.8.4 Clínica Pediátrica 28,18 36,66 42,50 73,43 105,50 95,05 381,33 2.8.5 Clínica Neonatológica - - - 0,00 Total 74,31 72,05 82,25 86,80 92,78 91,72 499,91

Fonte: Pró Saúde / Plano Estatístico

2.9 Taxa de Ocupação por Unidade

2.9. Porcentagem de Ocupação por Unidade JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL

2.9.1 Clinica Médica 89,21 86,24 90,56 91,44 89,92 89,63 537,00

2.9.2 Clinica Cirurgica 41,20 55,68 58,76 67,58 67,19 80,38 370,79

2.9.3 Clínica Ortopédica 88,33 80,93 91,28 89,15 86,55 88,07 524,31

2.9.3 Pediatria 32,53 44,35 48,12 72,92 97,18 87,64 382,73

2.9.4 Sala Amarela Pediátrica 31,94 44,29 49,68 84,00 141,61 132,22 483,74

2.9.5 UTI Adulto 85,35 86,39 89,80 91,71 94,33 95,32 542,90

2.9.6 UPO 73,55 73,93 70,32 67,00 70,97 85,67 441,44

2.9.7 Sala Amarela 56,60 48,05 48,97 68,18 71,55 42,96 336,32

2.9.8 Sala Verde Masculina 148,99 106,03 194,15 133,96 206,05 177,50 966,68

2.9.9 Sala Verde Feminina 141,33 71,21 115,32 151,46 140,52 110,00 729,84

2.9.10 Emergência - - - 0,00

Total 74,31 72,05 82,25 86,80 92,78 91,72 499,91

Fonte: Pró Saúde / Plano Estatístico

2.10 Nº de Paciente dia por Unidade

2.10 Pacientes-Dia por Unidade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez TOTAL

2.10.1. Clínica Médica 2.240 1.956 2.274 2.222 2.258 2.178 13.128

2.10.2. Clínica Cirúrgica 1.124 1.372 1.603 1.784 1.833 1.688 9.404

2.10.3. Clínica Ortopédica 1.287 1.065 1.330 1257 1261 1189 7.389

2.10.4. Pediatria 242 298 358 525 723 631 2.777

(40)

3 RESULTADO POR SETOR DO HOSPITAL 3.1 SADT

3.1. SADT Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez TOTAL

3.1.1. Laboratório Clínico 59.379 59.953 71.515 70.651 75.837 72.204 409.539 3.1.2. Anatomia Patológica 101 54 88 87 128 116 574 3.1.3. Radiologia 8.779 8.956 10.561 10.017 12.190 11.811 62.314 3.1.4. Eletrocardiografia 88 92 154 73 52 103 562 3.1.5. Fisioterapia (Sessões) 14.819 11.628 14.025 15.138 17.712 17.341 90.663 3.1.6. Hemodiálise(Sessões) 361 394 472 427 515 507 2.676 3.1.7. Hemodinâmica - - - 0 3.1.8. Hemoterapia 306 250 335 380 431 412 2.114 3.1.9. Endoscopia 31 42 63 43 52 44 275 3.1.10. Ultrassonografia 481 468 551 554 548 547 3.149 3.1.11 Tomografia Computadorizada 0 1.203 2.702 2.638 2.785 1.361 10.689 3.1.12 Ressonancia Magnética - - - 0 3.1.13 Mamografia - - - 0 3.1.14 Citopatologia - - - 0 3.1.15 Eletroencefalografia 0 0 0 0 0 0 0 3.1.16 Teste do Pézinho - - - 0 3.1.17 Ecocardiografia 196 200 294 261 352 286 1.589 3.1.18 Teste Ergométrico - - - 0 Total 84.541 83.240 100.760 100.269 110.602 104.732 0 0 0 0 0 0 584.144

Fonte: Pró Saúde / Plano Estatístico / Geslab / Webmed

3.2 Ambulatório

3.2. Ambulatório Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez TOTAL

3.2.1. Consultas 648 876 1.337 1.045 1.264 1.362 6.532

3.2.2. Consultas com Procedimentos - - - - 0

3.2.3. Procedimentos - - - - 0

3.2.4. Procedimentos Cirúrgicos - - - - 0

Total 648 876 1.337 1.045 1.264 1.362 0 0 0 0 0 0 6.532

Fonte: Pró Saúde / Plano Estatístico

3.3 Atendimentos de urgência e Emergência

3.3. Urgência/Emergência Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez TOTAL

3.3.1.1. Consultas Adulto 6.314 6.392 8.152 7.307 7.972 7.131 43.268

3.3.1.2. Consultas Pediátrico 3.556 3.485 4.841 5.443 6.645 5.979 29.949

3.3.2. Consultas com Procedimentos - - - - 0

3.3.3. Procedimentos - - - - 0

3.3.4. Procedimentos Cirúrgicos - - - - 0

Total 9.870 9.877 12.993 12.750 14.617 13.110 0 0 0 0 0 0 73.217

Fonte: Pró Saúde / Plano Estatístico

3.4 UAN – Unidade de Alimentação e Nutrição

CONSUMO POR FUNCIONÁRIO e ACOMPANHANTE (desjejum,

almoço e jantar)

jan/17 fev/17 mar/17 abr/17 mai/17 jun/17 Total 1º Semestre

Desjejum 7.166 7.819 8.837 5.719 5.701 5.963 41.205

Almoço 16.465 18.300 21.160 13.671 15.332 15.358 100.286

Jantar 7.253 7.066 8.062 4.980 6.032 6.078 39.471

TOTAL 30.884 33.185 38.059 24.370 27.065 27.399 180.962

(41)

jan/17 fev/17 mar/17 abr/17 mai/17 jun/17 Total 1º Semestre

47.869 36.074 44.286 43.790 45.549 41.221 258.789

jul/17 ago/17 set/17 out/17 nov/17 dez/17 Total (ano)

0

CONSUMO PACIENTE (desjejum, colação, almoço, merenda, jantar e

ceia) Fonte: Relatório UAN 4 Hotelaria

jan/17 fev/17 mar/17 abr/17 mai/17 jun/17 Total 1º Semestre

1.239 617 1.376 935 1.247 1.044 6.458

jul/17 ago/17 set/17 out/17 nov/17 dez/17 Total (ano)

6.458

jan/17 fev/17 mar/17 abr/17 mai/17 jun/17 Total 1º Semestre

2.156 1.665 2.407 2.564 2.301 1.970 13.063

jul/17 ago/17 set/17 out/17 nov/17 dez/17 Total (ano)

13.063

COLETA DE RESÍDUO COMUM (nº de carros coletores) COLETA DE RESÍDUO INFECTANTE

(nº de carros coletores)

Fonte: Hotelaria-HEGV – Pró Saúde

PROCESSAMENTO DE ROUPA jan/17 fev/17 mar/17 abr/17 mai/17 jun/17 Total 1º Semestre

Kg de Roupa Coletada 18.462,32 24.123,00 28.979,30 31.340,25 33.294,25 41.082,00 177.281,12

Kg de Roupa Recebida 15.305,07 21.941,64 26.012,79 28.776,14 30.538,16 29.334,00 151.907,80

Fonte: Hotelaria-HEGV – Pró Saúde

5 SAU OUVIDORIA - SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO USUÁRIO 5.1 ATIVIDADES

Em junho foram realizadas 1.304 pesquisas de satisfação com pacientes/acompanhantes: 371 no setor de Urgência/Emergência

229 no setor do Ambulatório 303 no setor de Exames 401 no setor de Internação

No mês tivemos um total de 65 reclamações. Com análise, as estatísticas apontaram que a Direção Assistente evidenciou 43% das reclamações (Laboratório, SPP), a Direção Administrativa 29% referente a (TI, Refrigeração, Limpeza e Manutenção) e Direção Técnica 28% relativas (Multiprofissional, Enfermagem e Médico). Enviado o Relatório Consolidado para as áreas pertinentes com os dados, com objetivo de melhoria na qualidade do serviço oferecido.

(42)

5.2 Produção:

Os indicadores de produção evidenciam: o número de atendimentos internos (Internação) e externos (SADT/Ambulatório, Urgência e Emergência) realizados na unidade; a população amostral calculada e o número de questionários de satisfação aplicados no período.

A tabela abaixo classifica os resultados de produtividade da equipe como ótimo, estando de acordo com a amostragem calculada nos últimos 6 meses.

N° de Atendimento População

Amostral

N° Pesquisa de Satisfação do Usuário Respondidas

INTERNAÇÃO 1.126 287 401

AMB/SADT/Urg/Emerg 14.472 375 903

5.3 Indicadores de qualidade:

Os indicadores de qualidade avaliam os serviços prestados através das pesquisas de satisfação aplicadas aos usuários/acompanhantes, bem como evidenciam as oportunidades de melhorias para a unidade.

ELOGIOS RECLAMAÇÕES

INTERNAÇÃO 16 31

AMB/SADT/PS 3 34

6 NEP

6.1 Treinamentos Realizados

Data Setor Treinamentos Internos

Participan tes TOTAL Carga Horária Total de Horas - GLOBAL

01/06/2017 CTI1 REGISTRO DE ENFERMAGEM 15 1:00:00 15:00:00

01/06/2017 CTI1 TREINAMENTO DO APARELHO DE ECG 11 1:00:00 11:00:00

01/06/2017 CTI1 TREINAMENTO DO APARELHO DE ECG 8 1:00:00 8:00:00

01/06/2017 NEUROCIRURGIA PASSAGEM DE PLANTÃO DA EQUIPE DE

ENFERMAGEM 6 1:00:00 6:00:00

02/06/2017 UPO PASSAGEM DE PLANTÃO DA EQUIPE DE

ENFERMAGEM 6 1:00:00 6:00:00

02/06/2017 CTI1 INTEGRAÇÃO SETORIAL 1 7:00:00 7:00:00

02/06/2017 CTI1 INTEGRAÇÃO SETORIAL 1 4:00:00 4:00:00

14/06/2017 ORTOPEDIA 2º ENCONTRO MULTIDISCIPLINAR DE TRAUMA

ORTOPÉDICO DO INTO 1 7:00:00 7:00:00

14/06/2017 CTI2 REGISTRO DE ENFERMAGEM 8 1:00:00 8:00:00

21/06/2017 CTI2 PASSAGEM DE PLANTÃO IMPRESSO PRÓPRIO 8 1:00:00 8:00:00

21/06/2017 CTI2 TREINAMENTO SOBRE USO TERMÔMETRO

DIGITAL 8 1:00:00 8:00:00

(43)

13/06/2017 CLINICA MEDICA INTEGRAÇÃO SETORIAL 1 12:00:00 12:00:00

13/06/2017 CLINICA MEDICA INTEGRAÇÃO SETORIAL 1 12:00:00 12:00:00

14/06/2017 CLINICA MEDICA INTEGRAÇÃO SETORIAL 1 12:00:00 12:00:00

13/06/2017 CLINICA MEDICA INTEGRAÇÃO SETORIAL 1 12:00:00 12:00:00

14/06/2017 CLINICA MEDICA INTEGRAÇÃO SETORIAL 1 12:00:00 12:00:00

01/06/2017 EMERGENCIA INTEGRAÇÃO SETORIAL 4 12:00:00 48:00:00

02/06/2017 EMERGENCIA INTEGRAÇÃO SETORIAL 1 12:00:00 12:00:00

13/06/2017 EMERGENCIA INTEGRAÇÃO SETORIAL 1 12:00:00 12:00:00

14/06/2017 EMERGENCIA INTEGRAÇÃO SETORIAL 2 12:00:00 24:00:00

18/05/2017 ORTOPEDIA TREINAMENTO - BASE TEÓRICA

METODOLOGICA PARA SAE, UNIDADES 1 E 1 1 9:00:00 9:00:00

14/06/2017 ORTOPEDIA 2º ENCONTRO MULTIDISCIPLINAR DE TRAUMA

ORTOPÉDICO DO INTO 1 7:00:00 7:00:00

18/06/2017 CTI1 TREINAMENTO - BASE TEÓRICA

METODOLOGICA PARA SAE, UNIDADES 1 E 1 1 9:00:00 9:00:00

01/06/2017 CME/CENTRO CIR INTEGRAÇÃO SETORIAL 1 9:00:00 9:00:00

26/06/2017 CME DINÂMICA DE GRUPO/ LIMPEZA DO MATERIAL E

CUIDADO DO PACOTE CIRURGICO 6 0:30:00 3:00:00

01/06/2017 CENTRO

CIRURGICO INTEGRAÇÃO SETORIAL 2 8:00:00 16:00:00

13/06/2017 CENTRO

CIRURGICO INTEGRAÇÃO SETORIAL 2 8:00:00 16:00:00

27/06/2017 CLINICA MEDICA TREINAMENTO DE CONTENÇÃO 7 1:30:00 10:30:00

24/06/2017 RUE TREINAMENTO DE CONTENÇÃO FÍSICA 6 1:30:00 9:00:00

23/06/2017 RUE TREINAMENTO DE CONTENÇÃO FÍSICA 2 1:30:00 3:00:00

23/06/2017 RUE TREINAMENTO DE CONTENÇÃO LEITO 6 1:30:00 9:00:00

22/06/2017 RUE TREINAMENTO DE CONTENÇÃO FÍSICA 4 1:20:00 5:20:00

22/06/2017 RUE TREINAMENTO DE CONTENÇÃO FÍSICA 6 1:20:00 8:00:00

18/05/2017 CLINICA MEDICA PASSAGEM DE PLANTÃO DA EQUIPE DE

ENFERMAGEM 4 1:30:00 6:00:00

01/06/2017 CLINICA MEDICA TREINAMENTO SINAIS VITAIS 6 1:20:00 8:00:00

02/06/2017 CLINICA MEDICA PASSAGEM DE PLANTAO DA EQUIPE DE

ENFERMAGEM 13 1:30:00 19:30:00

06/06/2017 CLINICA MEDICA COMUNICAÇÃO SOBRE SAÍDA DO PACIENTE DE

ALTA HOSPITALAR 8 1:00:00 8:00:00

28/06/2017 CCIH MEDIDAS DE PRECAUÇÕES E ISOLAMENTO 3 1:00:00 3:00:00

28/06/2017 CCIH MEDIDAS DE PRECAUÇÕES E ISOLAMENTO 4 1:00:00 4:00:00

29/06/2017 CTI

CURSO BASE TEÓRICO-METODOLÓGICAS PARA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE

ENFERMAGEM

1 16:00:00 16:00:00

29/06/2017 EMERGENCIA

CURSO BASE TEÓRICO-METODOLÓGICAS PARA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE

ENFERMAGEM

1 16:00:00 16:00:00

29/06/2017 ORTOPEDIA

CURSO BASE TEÓRICO-METODOLÓGICAS PARA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE

ENFERMAGEM

1 16:00:00 16:00:00

29/06/2017 QUALIDADE

CURSO BASE TEÓRICO-METODOLÓGICAS PARA

(44)

02/06/2017 SESMT/CCIH TREINAMENTO SOBRE BIOSSEGURANÇA 22 1:00:00 22:00:00

02/06/2017 SESMT INTEGRAÇAÕ SETORIAL 19 1:20:00 25:20:00

05/06/2017 SESMT/CCIH TREINAMENTO SOBRE BIOSSEGURANÇA 2 1:00:00 2:00:00

05/06/2017 SESMT FLUXOGRAMA DE ACIDENTES DE TRABALHO 24 1:00:00 24:00:00

07/06/2017 SESMT/CCIH TREINAMENTO SOBRE BIOSSEGURANÇA 15 1:00:00 15:00:00

09/06/2017 SESMT PALESTRA SOBRE O DIA MUNDIAL DO MEIO

AMBIENTE 43 1:00:00 43:00:00

20/06/2017 SESMT/CIPA PALESTRA MOTIVACIONAL - SIPAT 87 3:00:00 261:00:0

0

21/06/2017 SESMT/CIPA PALESTRA SOBRE TABAGISMO E DST/AIDS -

SIPAT 72 3:00:00

216:00:0 0

14/06/2017 SESMT USO E CONSERVAÇÃO DO EPI 1 0:30:00 0:30:00

13/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 3 0:30:00 1:30:00

08/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 14 1:00:00 14:00:00

13/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 7 0:30:00 3:30:00

14/06/2017 SESMT INTEGRAÇÃO - BASE EM SEGURANÇA DO

TRABALHO 10 2:00:00 20:00:00

22/06/2017 SESMT PALESTRA SOBRE PRIMEIRO SOCORROS -

SIPAT 80 3:00:00

240:00:0 0

22/06/2017 SESMT USO E CONSERVAÇÃO DO EPI 4 0:45:00 3:00:00

27/06/2017 SESMT COMBATE A PRINCIPIO DE INCÊNDIO 8 1:20:00 10:40:00

27/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 7 0:40:00 4:40:00

13/06/2017 SESMT USO DE EPI'S AO LIDAREM COM PRODUTOS

QUÍMICOS/FISPQ 10 1:00:00 10:00:00

06/06/2017 SESMT UTILIZAÇÃO, GUARDA E CONSERVAÇÃO DAS

JAPONAS E LUVAS TÉRMICAS 4 1:00:00 4:00:00

13/06/2017 SESMT IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA MÁSCARA 23 1:00:00 23:00:00

13/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 2 0:30:00 1:00:00

14/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 3 0:30:00 1:30:00

16/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 1 0:30:00 0:30:00

12/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 2 0:30:00 1:00:00

08/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 2 0:30:00 1:00:00

07/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 3 0:30:00 1:30:00

28/06/2017 SESMT NOÇÕES BASICAS DE PREVENÇÃO E

PRINCIPIOS DE COMBATE A INCÊNDIO 29 1:00:00 29:00:00

29/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 5 0:30:00 2:30:00

28/06/2017 SESMT NR32 - USO DE ADORNOS 5 0:30:00 2:30:00

29/06/2017 SESMT GESTÃO DE DOCUMENTOS E RELACIONAMENTO

INTERPESSOAL 8 3:00:00 24:00:00

29/06/2017 SESMT USO E CONSERVAÇÃO DO EPI 8 1:00:00 8:00:00

06/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 6 1:00:00 6:00:00

06/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 10 1:00:00 10:00:00

06/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 5 1:00:00 5:00:00

06/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 5 1:00:00 5:00:00

06/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 5 1:00:00 5:00:00

06/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 5 1:00:00 5:00:00

(45)

07/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 3 1:00:00 3:00:00

07/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 15 1:00:00 15:00:00

08/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 11 1:00:00 11:00:00

08/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 5 1:00:00 5:00:00

08/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 5 1:00:00 5:00:00

08/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 12 1:00:00 12:00:00

08/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 4 1:00:00 4:00:00

08/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 14 1:00:00 14:00:00

08/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 2 1:00:00 2:00:00

08/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 14 1:00:00 14:00:00

08/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 8 1:00:00 8:00:00

13/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 10 1:00:00 10:00:00

13/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 4 1:00:00 4:00:00

13/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 9 1:00:00 9:00:00

13/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 9 1:00:00 9:00:00

13/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 3 1:00:00 3:00:00

13/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 9 1:00:00 9:00:00

22/06/2017 NEP CUIDADOS COM GASOMETRIA (ERROS

PRÉ-ANALÍTICOS) 11 1:00:00 11:00:00

22/01/1900 NEP CUIDADOS COM GASOMETRIA (ERROS

PRÉ-ANALÍTICOS) 9 1:00:00 9:00:00

20/06/2017 NEP CUIDADOS COM GASOMETRIA (ERROS

PRÉ-ANALÍTICOS) 6 1:00:00 6:00:00

20/06/2017 NEP CUIDADOS COM GASOMETRIA (ERROS

PRÉ-ANALÍTICOS) 15 1:00:00 15:00:00

21/06/2017 NEP CUIDADOS COM GASOMETRIA (ERROS

PRÉ-ANALÍTICOS) 5 1:00:00 5:00:00

27/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 10 1:00:00 10:00:00

27/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 8 1:00:00 8:00:00

13/06/2017 NEP REGISTRO DE ENFERMAGEM 11 1:00:00 11:00:00

16/06/2017 BANCO DE SANGUE CUIDADOS COM HEMOTERAPIA 11 1:00:00 11:00:00

16/06/2017 BANCO DE SANGUE CUIDADOS COM HEMOTERAPIA 12 1:00:00 12:00:00

14/06/2017 BANCO DE SANGUE TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTES E SEUS

CUIDADOS 12 0:30:00 6:00:00

19/06/2017 BANCO DE SANGUE TRASNFUSÃO DE HEMOCOMPONENTES E SEUS

CUIDADOS 11 0:30:00 5:30:00

19/06/2017 BANCO DE SANGUE TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTES E SEUS

CUIDADOS 9 0:30:00 4:30:00

14/06/2017 BANCO DE SANGUE TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTES E SEUS

CUIDADOS 13 0:30:00 6:30:00

14/06/2017 BANCO DE SANGUE TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTES E SEUS

CUIDADOS 10 0:30:00 5:00:00

05/06/2017 BANCO DE SANGUE INTEGRAÇÃO SETORIAL 2 9:00:00 18:00:00

24/06/2017 BANCO DE SANGUE 1º ENCONTRO CIENTÍFICO EM HEMOTERAPIA 1 3:00:00 3:00:00

27/06/2017 NQSP TREINAMENTO GERENCIAMENTO DE RISCOS E

SEGURANÇA DO PACIENTE 1 6:00:00 6:00:00

01/06/2017 SPP CHECK LIST- ENTREGA DA NOVA VERSÃO E

(46)

02/06/2017 SPP APRESENTAÇÃO DO MANUAL DO CONTROLE DE

ACESSO E ORIENTAÇÕES GERAIS 3 0:30:00 1:30:00

02/06/2017 SPP PROCESSOS PRÓ-SAÚDE 20 0:30:00 10:00:00

02/06/2017 SPP ORIENTAÇÕES GERAIS - INTEGRAÇÃO

SETORIAL E FUNÇÕES 1 0:30:00 0:30:00

02/06/2017 SPP ORIENTAÇÕES GERAIS - INTEGRAÇÃO

SETORIAL E FUNÇÕES 1 0:30:00 0:30:00

02/06/2017 SPP ORIENTAÇÕES GERAIS - INTEGRAÇÃO

SETORIAL E FUNÇÕES 1 2:00:00 2:00:00

20/06/2017 SPP TREINAMENTO - ENTREGA DE PARCIAIS 15 2:00:00 30:00:00

20/06/2017 SPP PROCESSOS PRÓ-SAÚDE 15 2:00:00 30:00:00

21,22/06/20

17 SPP ENTREGA DE PRONTUARIOS 15 1:30:00 22:30:00

26/06/2017 SPP CADASTRO DE TIPO DE ATENDIMENTO -

BOLETIM 17 0:45:00 12:45:00

26/06/2017 SPP FUSÃO DA CIRURGIA GERAL/VASCULAR E UPO 25 1:00:00 25:00:00

26/06/2017 SPP TREINAMENTO - ENTREGA DE PARCIAIS 25 1:00:00 25:00:00

26/06/2017 SPP ENTREGA DE PRONTUARIOS PARA ALTA 25 1:00:00 25:00:00

27/06/2017 SPP ENTREGA DE PRONTUARIOS PARA ALTA 4 1:10:00 4:40:00

26,27/06 SPP PROCESSOS PRÓ-SAÚDE 24 2:30:00 60:00:00

27/06/2017 SPP PROCESSOS PRÓ-SAÚDE 25 1:00:00 25:00:00

26/06/2017 SPP PROCESSOS PRÓ-SAÚDE 25 0:50:00 20:50:00

28/06/2017 SPP PROCESSOS PRÓ-SAÚDE 12 0:30:00 6:00:00

27/06/2017 SPP RECEBIMENTO DA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS

PARA TRANSFERÊNCIA EXTERNA 17 0:40:00 11:20:00

16/06/2017 SPP ORIENTAÇÕES - INTEGRAÇÕES SETORIAL E

FUNÇÕES 1 0:40:00 0:40:00

29/06/2017 SPP ORIENTAÇÕES- INTEGRAÇÕES SETORIAL E

FUNÇÕES 7 0:40:00 4:40:00

27/06/2017 SPP FLUXOS DE TRABALHO - COOPERAÇÃO 7 0:30:00 3:30:00

29/06/2017 SPP ORIENTAÇÕES - FLUXO E HORÁRIO 1 0:30:00 0:30:00

01/06/2017 RH INTEGRAÇÃO 27 3:00:00 81:00:00

14/06/2017 RH INTEGRAÇÃO 10 3:00:00 30:00:00

02/06/2017 RH INTEGRAÇÃO 19 3:00:00 57:00:00

27/06/2017 RH INTEGRAÇÃO 21 3:00:00 63:00:00

26/06/2017 RH PROCESSOS PRÓ-SAÚDE 20 0:30:00 10:00:00

02/06/2017 RH CURSO DE CAPACITAÇÃO TEÓRICA - CIEE 15 80:00:00 1200:00:

00

03/06/2017 RH CURSO DE CAPACITAÇÃO TEÓRICA - CIEE 17 97:04:00 1650:08:

00

02/06/2017 NUTRIÇÃO INTEGRAÇÃO SETORIAL 6 12:00:00 72:00:00

14/06/2017 NUTRIÇÃO INTEGRAÇÃO SETORIAL 1 12:00:00 12:00:00

26/06/2017 NUTRIÇÃO

TREINAMENTO PARA COPEIRAS

(POSICIONAMENTO DAS REFEIÇÕES AO USO DE LUVAS E MÁSCARAS)

11 1:00:00 11:00:00

27/06/2017 CCIH MEDIDAS DE PRECAUÇÕES E ISOLAMENTO 5 1:00:00 5:00:00

27/06/2017 CCIH MEDIDAS DE PRECAUÇÕES E ISOLAMENTO 3 1:00:00 3:00:00

27/06/2017 CCIH MEDIDAS DE PRECAUÇÕES E ISOLAMENTO 4 1:00:00 4:00:00

27/06/2017 CCIH MEDIDAS DE PRECAUÇÕES E ISOLAMENTO 19 1:00:00 19:00:00

(47)

20/06/2017 CIHDOTT FLUXOGRAMA DE CAPTAÇÃO DE TECIDOS 7 0:30:00 3:30:00

20/06/2017 CIHDOTT FLUXOGRAMA DE CAPTAÇÃO DE TECIDOS 13 0:30:00 6:30:00

20/06/2017 CIHDOTT FLUXOGRAMA DE CAPTAÇÃO DE TECIDOS 5 0:30:00 2:30:00

21/06/2017 CIHDOTT FLUXOGRAMA DE CAPTAÇÃO DE TECIDOS 4 0:30:00 2:00:00

21/06/2017 CIHDOTT FLUXOGRAMA DE CAPTAÇÃO DE TECIDOS 6 0:30:00 3:00:00

21/06/2017 CIHDOTT FLUXOGRAMA DE CAPTAÇÃO DE TECIDOS 14 0:30:00 7:00:00

20/06/2017 CIHDOTT FLUXOGRAMA DE CAPTAÇÃO DE TECIDOS 11 0:30:00 5:30:00

22/06/2017 CIHDOTT FLUXOGRAMA DE CAPTAÇÃO DE TECIDOS 6 0:30:00 3:00:00

25/06/2017 CIHDOTT FLUXOGRAMA DE CAPTAÇÃO DE TECIDOS 17 1:00:00 17:00:00

26/06/2017 CIHDOTT TREINAMENTO FLUXOGRAMA DE CAPTAÇÃO DE

CÓRNEA 13 0:30:00 6:30:00

02,03/06/20

17 EMERGENCIA

EDUCAÇÃO MÉDICA CONTINUADA

REUMATONROAD 1 12:00:00 12:00:00

14/06/2017 ORTOPEDIA 2° ENCONTRO MULTIDISCIPLINAR DE TRAUMA

ORTOPÉDICO DO INTO 1 7:00:00 7:00:00

02/06/2017 CTI CASOS CLINICOS 10 1:00:00 10:00:00

09/06/2017 CTI PEMI 11 1:00:00 11:00:00

16/06/2017 CTI CASOS CLINICOS 10 1:00:00 10:00:00

01/06/2017 CTI PRATICA À BEIRA LEITOS 11 1:00:00 11:00:00

01/06/2017 CTI DISCUSSÃO ARTIGOS 8 1:00:00 8:00:00

02/06/2017 CTI FUNCIONAMENTO ELETROCARDIOGRAMA II 12 1:00:00 12:00:00

03/06/2017 CTI DISCUSSÃO DE CASO ANEURISMA 13 1:00:00 13:00:00

07/06/2017 CTI PEMI 9 1:00:00 9:00:00

05/06/2017 CTI FUNCIONAMENTO ELETROCARDIOGRAMA I 12 8:00:00 96:00:00

07/06/2017 CTI FUNCIONAMENTO ELETROCARDIOGRAMA I 8 8:00:00 64:00:00

12/06/2017 CTI ESTUDOS TRAUMA CARDIACO 10 1:00:00 10:00:00

13/06/2017 CTI PEMI 13 1:30:00 19:30:00

15/06/2017 CTI PRATICA À BEIRA LEITOS 9 1:00:00 9:00:00

14/06/2017 CTI PEMI 11 1:00:00 11:00:00

19/06/2017 CTI AVALIAÇÃO TEÓRICA DE CASOS DIVERSOS 11 1:00:00 11:00:00

20/06/2017 CTI PROTOCOLO BEIRA LEITO 12 1:00:00 12:00:00

22/06/2017 CTI PCR-CASOS ESPECIAIS 10 1:00:00 10:00:00

28/06/2017 CTI PRÁTICA PEMI 16 5:00:00 80:00:00

29/06/2017 CTI PROTOCOLO DE SEPSE 23 1:00:00 23:00:00

29/06/2017 CTI PROTOCOLO DE SEPSE 3 1:00:00 3:00:00

14/06 às

17/06 NEUROCIRURGIA

XVII CONGRESSO DA ACADEMIA BRASILEIRA DE

NEUROCIRURGIA 1 32:00:00 32:00:00

14/06/2017 NEUROCIRURGIA XVII CONGRESSO DA ACADEMIA BRASILEIRA DE

NEUROCIRURGIA 1 4:00:00 4:00:00

14/06/2017 FONOAUDIOLOGIA 2º ENCONTRO MULTIDISCIPLINAR DE TRAUMA

ORTOPÉDICO DO INTO 1 7:00:00 7:00:00

14/06/2017 EQUIPE MULTI 3º ENCONTRO MULTIDISCIPLINAR DE TRAUMA

ORTOPÉDICO DO INTO 1 7:00:00 7:00:00

(48)

30/06/2017 ORTOPEDIA AULA SEMANAL RESIDENTES ORTOPEDIA 7 2:00:00 14:00:00

30/06/2017 ORTOPEDIA SAUDE INTIMA DA MULHER 67 3:00:00 201:00:0

0

27/03/2017 FISIOTERAPIA ESTUDOS DE CASOS C/ ROTINAS DO BLOCO

CRÍTICO 4 2:00:00 8:00:00 2163 803:39:0 0 6585:03: 00 6.2 Indicadores

6.2.1 Evolução de Treinamento Global

O indicador Evolução de Treinamento Global estabelece uma relação entre o número total de horas de treinamento disponibilizadas, o número de profissionais treinados e o número de Colaboradores ativos no período, com exceção dos afastados e de férias. A meta estabelecida é de 2 (duas) horas/homem, por mês. A Pró-Saúde conta com 2.489 Colaboradores registrados, no HEGV, no mês de junho. Excluindo os afastados e de férias, no mesmo período, 2.273 Colaboradores.

Neste mês, foram 6.585 horas de treinamentos (Centro de Estudos e "in loco"), gerando um indicador de 2h53min.O indicador aumentou, consideravelmente, em relação aos meses anteriores, por conta de um trabalho feito, mostrando aos gestores a importância de evidenciar treinamentos / integração feitos nos setores, entrega de certificados referentes a participação em eventos fora da Unidade (seminário, fórum, palestra, etc.), aumento de treinamentos "in loco", aumento de treinamentos noturnos e treinamentos simultâneos (treinamentos diversos, ocorrendo no mesmo horário). Indicador considerado FAVORÁVEL.

(49)

6.2.2 Evolução de Treinamento Assistencial

O indicador Evolução de Treinamento Assistencial estabelece uma relação entre os números de horas disponibilizadas de treinamento, diretamente relacionado à assistência ao paciente, o número de profissionais treinados e o número de Colaboradores ativos, no período. A meta estipulada para este indicador é 1,27 horas/homem, por mês.

A Pró-Saúde conta com 1594 Colaboradores, da área assistencial, referentes ao mês de junho. Houveram 2.417 horas de treinamento na área assistencial, gerando o indicador Evolução de Treinamento Assistencial, no período de 1h31min (uma hora e trinta e um minutos). O indicador teve um aumento considerável, com relação aos meses anteriores, em virtude do trabalho feito com os gestores, mostrando a necessidade de evidenciar os treinamentos / integração, feitos nos setores, entrega de certificados referentes a participação em eventos fora da Unidade (seminário, fórum, palestras, etc,) aumento de treinamentos noturnos, aumento de treinamentos "in loco" e treinamentos simultâneos (treinamentos diversos ocorrendo no mesmo horário). Indicador considerado REGULAR.

(50)

7 ENFERMAGEM 7.1 Indicadores

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresenta tendência favorável, aponta para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Considerando que no mês de junho/2017 o paciente-dia foi de 8.970, a incidência de queda foi de 0,2/1000 pacientes-dia, sendo as notificações realizadas na unidade de internação do serviço de Ortopedia. O evento está relacionado a tentativa de realizar o autocuidado.

(51)

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresenta tendência desfavoravel, aponta para o pior sentido do indicador.

Comentário:

Considerando que no mês de junho/2017 o paciente-dia foi de 8.970, o índice dos novos casos de úlcera por pressão foi de 1,8/1000 pacientes-dia. O indicador vem apresentando uma linha de tendência crescente, porém no mês de junho apresentou uma tendência favorável se comparado aos outros meses em decorrência de melhorias nos processos de trabalhos e atuação da equipe da Educação Continuada com aplicação de cursos, palestras para a sensibilização dos colaboradores. Foi evidenciado um potencial impacto dos fatores de risco para o desenvolvimento de úlceras por pressão dos pacientes internados nas unidades assistenciais à paciente com alto grau de dependência e complexidade clínica, apesar da aplicação parcial do protocolo de prevenção e tratamento de úlceras por pressão. Na Emergência a mobilidade do paciente na maca/leito é um fator relevante, que dificulta a realização da mudança de decúbito.

(52)

8 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR 8.1 FISIOTERAPIA

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos três meses e apresentando tendência favorável, apontando para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Considerando que houve um aumento médio no número de pacientes ventilados (10,1), no mês de Maio de 2017, nas salas amarela e vermelha, houve mais inconformidades no processo de ventilação não invasiva no hospital, principalmente na emergência.

(53)

8.2 FONOAUDIOLOGIA

Análise do Resultado:

Indicador classificado como ótimo resultado dentro da meta nos últimos três meses, apresenta tendência favorável, aponta para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Considerando que a meta estabelecida para o indicador é de 5 atendimentos por paciente para alta fonoaudiologia, no mês de junho/2017 apresentamos uma média de 4,6 atendimentos para alta, refletindo a boa resolutividade na assistência, caminhando em consonância com a equipe multiprofissional no processo de desospitalização.

(54)

8.3 NUTRIÇÃO CLÍNICA

Análise do Resultado:

Indicador Classificado como ótimo, resultado dentro da meta nos últimos 3 meses e apresenta tendência favorável, aponta para o melhor sentido do indicador.

Comentário:

Considerando que no mês de junho/2017 a taxa de infusão das dietas enterais foi de 80,4%, continuamos mantendo-se acima da meta e desenvolvendo trabalho junto com a equipe multiprofissional para que seja atingida a meta de aporte calórico / proteico dos pacientes em Terapia Nutricional Enteral (TNE).

(55)

8.4 SERVIÇO SOCIAL

Análise do Resultado:

Indicador apresenta tendência desfavorável, aponta para o pior sentido do indicador. Comentário:

Apesar dos índices apontarem uma taxa de resolutividade de, em média, 70%, devemos considerar que os 30% restantes apresentam baixo impacto na desospitalização, pois a maioria representa pacientes em acompanhamento que passam de um mês para o outro que terão suas demandas sociais resolvidas. Em média observamos que menos que 30% dos pacientes que são acompanhados refletem em problemas para a desospitalização, neste mês 5 pacientes permaneceram internados devido a demandas sociais. No total de demandas recebidas não estão sendo contabilizados os números de óbitos e saídas a revelia. Neste mês foram 89 pacientes acompanhados com 49 casos resolvidos, 28 que permaneceram em acompanhamento, 10 óbitos e 2 saídas à revelia.

9 FATURAMENTO

FATURAMENTO Jan./17 Fev./17 mar/17 Abr./17 Mai./17 Jun./17 Total 1º Semestre

Referências

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