• Nenhum resultado encontrado

Brazil IT Snapshot 2013

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Brazil IT Snapshot 2013"

Copied!
16
0
0

Texto

(1)

Brazil IT

Snapshot

2013

Um panorama sobre

a maturidade da TIC

corporativa brasileira

(2)

Automação

Agilidade

Inovação

Resultados

Transparência

Suporte

Informação

Velocidade

Avanço

tecnológico

Desempenho

Segurança

Conectividade

Credibilidade

Integração

Flexibilidade

Solidez

Convergência

Competitividade

Comunicação

Eficiência

Produtividade

Gestão

Sinergia

Atendimento

Foco no cliente

Serviços

Mobilidade

Suporte

Operacional

Redução

de custos

Disponibilidade

de informações

Ferramenta

estratégica

Planejamento

Diferenciação

Confiabilidade

Telecom

Apoio

Indicadores

Processos

Padronização

Continuidade

Customização

de soluções

Lucro

Redução

de perdas

Controle de

processos

online

DNA do

negócio

Otimização

(3)

Sumário

Highlights 4

Metodologia 5

Maturidade de TIC 6

Mobilidade 9

Cloud computing 10

Segurança e continuidade

de negócios 11

Conclusão 13

O perfil dos departamentos de TIC corporativa está mudando ao longo da última década.

O novo caminho − teoricamente rumo a uma posição mais estratégica dentro das

corporações − vem acompanhado por alterações no montante de investimentos destinados

a essa disciplina e tem como consequência esperada o aumento de seu nível de maturidade.

Percepção da maturidade de TIC

atual das empresas

Excelência Maduro Intermediário Baixa maturidade Informal 32% 5% 49% 13% <1% Excelência 5% Informal 1% Baixa maturidade 13% Maduro 32% Intermediário 49%

N= 207 grandes empresas brasileiras

Com o objetivo de verificar o quanto esse

resultado vem sendo alcançado − e avaliar

o quão maduros são os departamentos

de TIC corporativa brasileira −, a

PromonLogicalis decidiu realizar o estudo

Brazil IT Snapshot 2013, tomando como

pilares alguns aspectos cada vez mais

relevantes para as corporações: segurança

da informação, continuidade de negócios,

computação em nuvem e mobilidade.

O mapa de maturidade baseia-se, portanto,

nesses quatro temas e na relação das

empresas com eles. O estudo apresenta ainda

o índice de maturidade de TIC divido em

cinco níveis, que variam da informalidade

à excelência, e mostram como as empresas

se vêem, como elas realmente estão e qual o

nível considerado ideal por elas.

Luís Minoru Shibata

(4)

Em relação às tecnologias estudadas, o grande destaque fica por conta da maturidade das empresas em relação aos temas relacionados à segurança da informação e continuidade de negócios. Com excelente suporte tecnológico – mais de 60% das empresas já possuem as principais ferramentas de segurança implementadas –, as grandes corporações têm a clareza de que o elo mais fraco são as pessoas, e apontam a conscientização como principal fator crítico para a segurança da informação. Por outro lado, percebe-se ainda pouca

maturidade e baixa aceitação de tendências como cloud computing e mobilidade corporativa. Em ambos os casos, é possível notar que as barreiras culturais constituem o principal problema para a disseminação dos conceitos, apesar de os investimentos também terem grande peso nesses casos.

Highlights

Os resultados apontam para departamentos de TIC com nível intermediário de

maturidade, porém com alto grau de

consciência da própria situação e aspirações bastante realistas.

O nível de investimento permanece em ascenção, mostrando que mesmo as avaliações pessimistas da economia brasileira não parecem ter afetado significativamente os orçamentos de TIC. O consumo desse montante deve se manter

equilibrado entre os investimentos em inovações e a manutenção dos sistemas existentes.

Para a grande maioria das corporações brasileiras, o principal benefício que a TIC traz para os negócios é a agilidade, citado por 36% dos entrevistados, mas temas como produtividade e suporte à tomada de decisão aparecem entre os itens mais citados, demonstrando a importância da disciplina.

Para a grande maioria das corporações brasileiras, o

principal benefício que a TIC traz para os negócios é

a

agilidade, citada por 36% dos entrevistados

Gráfico 1 Benefícios esperados pelo uso da tecnologia

Agilidade nos negócios Ganho de eficiência/produtividade Redução de custos e perdas Gestão e controle de processos Suporte à tomada de deciisão

36%

13% 14% 15%

19%

(5)

N= 207 grandes empresas brasileiras N= 207 grandes empresas brasileiras

Foram entrevistadas

207

grandes corporações

, em sua

maioria com faturamento

entre R$ 100 milhões e

R$ 5 bilhões, e entre 500

e 5 mil funcionários.

Gráfico 2 Procedência dos entrevistados

Sudeste 58% Sul 22% Nordeste 10% Norte 2% Centro-Oeste8%

Metodologia e amostragem

O objetivo do estudo foi coletar informações a respeito dos departamentos de TIC corporativa brasileira e, a partir desses dados, avaliar o nível de maturidade do setor. Para isto, foram entrevistadas 207 grandes corporações, em sua maioria com faturamento entre R$ 100 milhões e R$ 5 bilhões, e entre 500 e 5 mil funcionários. A pesquisa – realizada pela Somatório Pesquisa e Informações, durante janeiro e fevereiro de 2013 – deu-se por meio de entrevistas telelefônicas, visando a garantir que os

respondentes fossem, sempre que possível, o principal executivo de TIC, ou seja, o responsável pelas decisões estratégicas relacionadas à aquisição de tecnologia.

Repetindo a distribuição das corporações brasileiras, a maior parte dos entrevistados são da região Sudeste (58%), seguido pelas regiões Sul (22%) e Nordeste (10%). Centro-Oeste (8%) e Norte (2%) são as regiões com menos representatividade na amostra entrevistada.

Gráfico 3 Faturamento e número de funcionários das corporações entrevistadas

13% 26% 12% 4%

Faturamento

> R$ 5 bilhões R$ 2 a 5 bilhões R$ 1 a 2 bilhões R$ 750 a 999 milhões R$ 500 a 750 milhões R$ 250 a 500 milhões R$ 100 a 250 milhões < R$ 100 milhões 8% 11% 12% 14% 17% 19% 18% 8%

Nº de funcionários

Acima de 5.000 3.000 a 5.000 2.000 a 3.000 1.500 a 2.000 1.000 a 1.500 750 a 1.000 500 a 750 Até 500 8% 9% 10% 10%

(6)

Maturidade de TIC

Com base nos resultados obtidos, é possível posicionar o mercado brasileiro de TIC em um nível médio de maturidade, próximo a poder ser considerado maduro. Como indícios para tal avaliação, podemos citar os benefícios esperados pelo uso da tecnologia − dos cinco mais citados, três estão diretamente relacionados aos resultados de negócios (ver gráfico 1). Outra característica que ajuda a elevar o nível de maturidade do setor é a clareza sobre o peso de pessoas e processos para o sucesso das iniciativas de tecnologia da informação. Entre as empresas entrevistadas, 79% veem nesses dois aspectos os principais desafios para a área de TIC, enquanto a tecnologia per se é a prioridade para apenas 23% (ver gráfico 5).

Gráfico 4 Grau de maturidade

Maturidade atual da empresa

Excelência Maduro Intermediário Baixa maturidade Informal 32% 5% 49% 13% <1% 30%

Maturidade ideal/necessária

Excelência Maduro Intermediário Baixa maturidade Informal 18% 49% 30% 2% <1%

Com base nos resultados obtidos, é possível posicionar

o mercado brasileiro de TIC em

um nível médio de

maturidade

, próximo a poder ser considerado maduro.

Quando perguntados

sobre o nível de

maturidade da área de

TIC de suas empresas,

49% se classificam

como “intermediários”

e 32% como “maduros”,

enquanto apenas 5% se

consideram “excelentes”.

(7)

Os contrapontos ficam a cargo do centro de decisão para investimentos – bastante equilibrado entre as empresas que deixam nas mãos da própria TIC a decisão de compra (49%) e as que adotam o compartilhamento da responsabilidade pelo tema (51%) – e a autopercepção do papel do departamento de tecnologia, ainda vista pela maior parte das corporações (58%) como uma área de suporte. A autocrítica dos líderes de TIC, por sua vez, parece bastante apurada. Quando perguntados sobre o nível de maturidade que avaliam que suas áreas possuem, 49% se classificam como “intermediários” e 32% como “maduros”, enquanto apenas 5% se consideram

“excelentes”.

Chama a atenção também o realismo com que os gestores olham para o futuro. Apesar de a maioria (49%) buscar a excelência como nível ideal de maturidade de TIC para suas empresas, 48% avaliam que algo entre “intermediário” e “maduro” seriam suficientes para suas realidades de negócios.

Os investimentos em TIC também são sinal da importância dessa disciplina para as corporações brasileiras. Apesar de um certo pessimismo econômico − motivado pelas previsões de crescimento bastante modesto do PIB −, as empresas tendem a manter (31%) e, principalmente, aumentar (49%) o montante destinado à tecnologia.

Gráfico 5 Principais desafios da área de TIC

47% 29% 23% 23% 22% 54% 32% 49% 19% Pessoas Tecnologia Processos

N= 207 grandes empresas brasileiras

Tabela 1

Processos e métricas difundidos e aceitos Alinhamento com as melhores práticas do mercado

Alinhamento entre TIC e atividades críticas do negócio

Algumas interações formais com as áreas de negócio TIC reativa Nível 4 Excelência Nível 3 Maduro Nível 2 Intermediário Nível 1 Baixa maturidade Nível 0 Informal Indicadores formais. Benefícios de TIC visíveis

(8)

Gráfico 7 Prioridade de investimentos

Data Center Aplicações/Software Redes Segurança Telefonia 27% 37% 46% 48% 25%

Gráfico 6 Comparação do volume de investimentos em TIC 2013/2012

Maior do que 2012 Menor do que 2012 Igual a 2012 49% 20% 31%

Do total investido, os porcentuais destinados à manutenção de sistemas existentes, à adoção de novas tecnologias e a ambos ficam bastante equilibrados, sendo de, respectivamente, 37%, 33% e 28%. Os investimentos na construção de data centers próprios – ou, como as empresas têm preferido chamar, nuvens privadas – devem consumir a maior parte dos investimentos, já que esta é a prioridade para 48% das empresas. Segue de perto o montante destinado às aplicações (46%). Os investimentos em redes são impulsionados por uma demanda por conectividade irrestrita, figuram como o terceiro principal foco de investimento das empresas. Por fim, aparecem segurança (27%) e telefonia (25%), que

completam a lista das cinco prioridades para as corporações ao longo de 2013.

Os investimentos na

construção de data

centers próprios

devem

consumir a maior parte

dos investimentos, já

que esta é a prioridade

para 48% das empresas.

N= 207 grandes empresas brasileiras

(9)

Mobilidade

Tendência indiscutível, a mobilidade ainda não é aproveitada em sua totalidade pela maior parte das grandes empresas brasileiras. Apesar do alto índice de penetração de smartphones (já presentes em 76% das corporações) e das perspectivas bastantes positivas em relação aos tablets (adotados por 46% das empresas e nos planos de curto prazo para outras 27%), o uso dos dispositivos não parece atrelado a uma política formal de mobilidade corporativa.

Prova disso é a baixa adesão a tecnologias e conceitos que suportam as políticas de mobilidade, como a adoção de desktops virtuais (presentes em apenas 23% das empresas) ou a criação de ambiente adequado para realização de home office (adotado por 38% dos entrevistados).

Por sua vez, o fenômeno do BYOD (bring your own device) continua na chamada “zona cinza” da TIC, ou seja, apesar de estar acontecendo nas empresas, não vem sendo considerado pelos gestores de TIC. Apenas 8% dos respondentes disseram já ter uma política de BYOD formalizada e 23% pretendem ter alguma ação nesse sentido ao longo do próximo ano. Enquanto isso, 69% não têm planos de formalizar o uso de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho − o que pode criar sérias brechas de segurança para as informações corporativas. É interessante notar, entretanto, que a principal barreira para soluções de mobilidade, na visão dos CIOs, é a necessidade de investimento − apontada como fator crítico número 1 por 50% dos entrevistados. Ainda assim, o que se vê é a adoção mais rápida das tecnologias do que das políticas e processos relacionados ao tema.

Tendência indiscutível, a mobilidade ainda

não é

aproveitada em sua totalidade

pela maior parte das

grandes empresas brasileiras.

Gráfico 8 Fatores críticos para a adoção de mobilidade

50% 29% 24% 23% 31% 45% 27% 40% 31% Investimentos Processos Pessoas

(10)

é uma persistente desconfiança por parte dos executivos, especialmente em relação aos requisitos de confiabilidade, disponibilidade e segurança dos dados no ambiente de cloud. Questões essas que, se não forem endereçadas de forma consistente e rápida pelos

fornecedores, poderão adiar e dificultar ainda mais a mudança de paradigma da computação. Enquanto esses pontos não são resolvidos, gestores de TIC optam por levar para a nuvem aplicações com níveis mais baixos de criticidade ou cuja taxa de sucesso já tenha sido comprovada historicamente. Assim, as soluções de correio eletrônico estão no topo das tecnologias contratadas nesse modelo − já adotada por 37% dos entrevistados. Capacidade de processamento (servidores) e de armazenamento (storage) também são funções que tendem a ir para a nuvem em breve: já são adotadas por, respectivamente, 33% e 28% das empresas; e estão nos planos de curto prazo de 17% e 18%.

Cloud computing

Se os aportes em data centers estão nas listas de prioridades de 48% dos entrevistados − liderando o foco de investimentos em 2013 −, não é surpresa notar a predileção das empresas brasileiras por soluções de nuvens privadas quando o assunto é cloud computing.

Enquanto a computação em nuvem é realidade para 69% das corporações, as nuvens privadas são a preferência de mais da metade delas (46% do total). As aplicações em nuvens públicas, por sua vez, são raridade no ambiente corporativo, usadas por apenas 5% dos respondentes. A principal barreira para adoção de cloud computing − e ainda mais quando se fala sobre nuvens públicas − ainda é a cultura; e neste caso, independentemente do porte. Para 52% das empresas, são as questões culturais que dificultam a disseminação desse novo conceito. Outras 36% acreditam que a tecnologia encabeça a lista de questões que envolvem a novidade. O que se vê no dia a dia, entretanto,

Gráfico 9 Adoção de cloud computing

Não adota/sem planos de adoção 29% Cloud pública 5% Outros 2% Cloud híbrida (privada+pública) 18% Cloud privada 46%

Enquanto a computação

em nuvem é realidade

para 69% das corporações,

as nuvens privadas são

a preferência de mais da

metade delas

(46% do

total).

(11)

Segurança da informação

e continuidade de negócios

Diferente dos demais temas abordados pelo estudo Brazil IT Snapshot 2013, as empresas demonstram maior nível de maturidade em relação às questões ligadas à segurança da informação e continuidade de negócios. Tidos como os sistemas mais básicos dentre as soluções para proteção dos dados corporativos, produtos como firewall, VPN, IPS e antivírus já estão implementados em 87% das empresas e estão em processo de adoção por outras 8%. A segunda camada de proteção, dos

chamados “sistemas para gestão de ameaças de conteúdo”, as taxas de penetração são pouquíssimo menores: 85% já possuem e 8% estão adotando atualmente. Espaço para desenvolvimento há apenas no âmbito das soluções de gestão de identidade (como single sign-on e NAC), adotadas por 38% e em implementação por 29% − ainda assim, números significativamente altos.

As empresas demonstram

maior nível de maturidade

em relação às questões

ligadas à segurança da

informação e continuidade

de negócios.

Gráfico 10 Fatores críticos sobre segurança da informação

Conscientização Definição das políticas Definição dos procedimentos Nenhum

41%

73%

26% 2%

(12)

Apesar dessa aparente segurança, a maior parte das empresas ainda não sentem que seus dados estão devidamente protegidos − para 72% dos entrevistados, as pessoas configuram o principal desafio para a segurança da informação, e para 73% o fator mais crítico para o sucesso desse tipo de atividade é a conscientização dos profissionais.

O tema da continuidade de negócios também tem alta prioridade na agenda dos executivos de TIC. Atualmente, 72% das empresas garantem já ter um plano formal de business continuity e, entre as que ainda não o tem, 24% têm intenção de formatá-lo em breve. Os números mostram a importância cada vez maior da tecnologia para o dia a dia das corporações e o quanto pode ser crítico ter os sistemas “fora do ar” por algumas horas.

Os números mostram a

importância cada

vez maior da tecnologia para o dia a dia

das

corporações e o quanto pode ser crítico ter os

sistemas “fora do ar” por algumas horas.

Gráfico 11 Fatores críticos para gestão de continuidade de negócios

36% 37% 29% 43% 29% 28% 21% 34% 44% Processos Pessoas Tecnologia

N= 207 grandes empresas brasileiras

O sucesso das políticas de continuidade de negócios, na visão dos próprios líderes de TIC, depende de uma combinação entre pessoas, processos e tecnologia, não havendo uma preponderância significativa de nenhum dos aspectos como fator mais crítico para o sucesso.

(13)

Conclusão

Em linhas gerais, o estudo Brazil IT Snapshot 2013 mostra que os gestores de TIC de grandes empresas no Brasil têm claros os impactos positivos nos negócios trazidos pela adoção da tecnologia e os desafios que precisam enfrentar nesse processo − e reconhecem que há espaço para amadurecer o uso corporativo de TIC. A visibilidade desse gap justifica a manutenção dos investimentos na área. Sendo o

investimento um fator crítico para a adoção de mobilidade corporativa, é possível interpretar que o interesse pela contratação de soluções de mobilidade como serviço ou pelo BYOD (Bring Your Own Device) seja impulsionado. Esta é uma das hipóteses a serem verificadas nas pesquisas a serem conduzidas nos próximos anos, as quais permitirão verificar tendências.

Outra hipótese a ser testada nos próximos anos refere-se ao uso da computação em nuvem. Nas próximas pesquisas, poderemos avaliar se a combinação das nuvens privadas às melhorias na conectividade e ao aumento de data centers no país – que terão como consequência preços mais competitivos e melhores serviços – aumentará o interesse das empresas em adotar nuvens híbridas ou públicas.

Finalmente, por consequência da maior utilização de TIC, as empresas também se tornam mais dependentes, exigindo um plano de continuidade de negócios. Fica clara, nesse contexto, a necessidade de um plano contínuo de conscientização das pessoas, não só por questões de segurança da informação, mas para que se consiga o retorno esperado dos investimentos.

Ao repetir a pesquisa nos próximos anos, acreditamos que a leitura de dados históricos nos ajudarão a traçar tendências e, além disso, nos ajudar a entender como a maturidade de TIC varia de acordo com setores de atuação, geografias, tamanho de empresa, e como o investimento em TIC se correlaciona com a desempenho das corporações.

(14)

Brazil IT Snapshot 2013é um estudo da PromonLogicalis®.

Este documento contém informações de titularidade ou posse da PromonLogicalis®, de suas controladas ou coligadas, e são protegidas pela legislação vigente. Reprodução total ou parcial desta obra apenas com prévia autorização da PromonLogicalis®.

Análise, coordenação e texto

Thais Cerioni Marketing PromonLogicalis [email protected] Guilherme Buzo Consultoria PromonLogicalis [email protected] Diretor Responsável

Luís Minoru Shibata

[email protected]

Para saber mais

Entre em contato conosco para saber o que podemos fazer pela sua empresa.

(15)

A PromonLogicalis

Com mais de trinta anos de experiência, a PromonLogicalis oferece serviços de consultoria que têm auxiliado grandes corporações a entender como alavancar o negócio por meio da adoção de soluções de TIC.

A PromonLogicalis é um provedor de serviços e soluções de tecnologia da informação e comunicação que atua com os principais fornecedores do mercado para cada solução, abrangendo desde o core e a infraestrutura de redes de acesso, passando por redes, colaboração, data centers e segurança da informação, até sua operação e gerenciamento.

(16)

Chile

Colômbia

Equador

Paraguai

Peru

Uruguai

Referências

Documentos relacionados

Nota: Pelo menos 30 minutos antes da lavagem, aqueça a solução de lavado 1 para 71°C (+/-1ºC).Com um termômetro calibrado confira a temperatura dentro do coplin. •

184 atletas cadastrados

O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Edvaldo Santana, disse ontem que o atual cenário de turbulências no setor elétrico “está caminhando para

República. O referido projeto de regulamento está disponível na Divisão Administrativa e Financeira do Município de São Vicente, sito no Edifício dos Paços do

60 Fátima Cristina da Silva Rodrigues 46 RJ CARIOCA (ANA KATIA). 61 Gisele Bahia Pereira Barbosa 34 RJ CARIOCA

Por isso temos que conhecer as promessas divinas que há para este tempo final; porque essas são as que Ele cumprirá, e dessas das quais o Espírito Santo estará

APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. LEGITIMIDADE DA DEFENSORIA PÚBLICA PARA PROPOSITURA DE DEMANDA COLETIVA NA DEFESA DE DIREITOS DOS CONSUMIDORES. A quaestio

4% dos entrevistados acreditam que a carga tributária aumentará muito, 55% acham que a carga tributária vai aumentar, 31% acham que não trará impacto e apenas 6% acreditam que a há