Ano CXLVI N
o-28
Brasília - DF, terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
Sumário
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ATO DO PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIONAL Nº 1, DE 2009
O PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIO-NAL, cumprindo o que dispõe o § 1º do art. 10 da Resolução nº 1, de
2002-CN, faz saber que, nos termos do § 7º do art. 62 da Constituição Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001, a Medida Provisória nº 445, de 6 de novembro de 2008, que "Dispõe sobre a dispensa de recolhimento de parte dos dividendos e juros sobre capital próprio pela Caixa Econômica Federal", terá sua vigência prorrogada pelo período de sessenta dias, a partir de 16 de fevereiro de 2009, tendo em vista que sua votação não foi encerrada nas duas Casas do Congresso Nacional.
Congresso Nacional, 9 de fevereiro de 2009
Senador JOSÉ SARNEY
Presidente da Mesa do Congresso Nacional
Atos do Congresso Nacional
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Presidência da República
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PÁGINA
Atos do Congresso Nacional ... 1
Presidência da República ... 1
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ... 2
Ministério da Ciência e Tecnologia ... 24
Ministério da Cultura ... 24
Ministério da Educação ... 26
Ministério da Fazenda... 28
Ministério da Integração Nacional ... 36
Ministério da Justiça ... 37
Ministério da Previdência Social... 43
Ministério da Saúde ... 43
Ministério das Comunicações ... 50
Ministério das Relações Exteriores ... 51
Ministério de Minas e Energia... 52
Ministério do Desenvolvimento Agrário... 73
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome... 74
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ... 81
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão... 82
Ministério do Trabalho e Emprego ... 82
Ministério dos Transportes ... 83
Ministério Público da União ... 85
Poder Judiciário... 87
Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais ... 87
DESPACHOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
CREDENCIAL
O Senhor Presidente da República recebeu, em 6 de fevereiro de 2009, as credenciais dos seguintes Chefes de Missão Diplomática: Senhor Branislav Hitka, Embaixador da República Eslovaca, Senhor Harry Narine Nawbatt, Embaixador da República Cooperativista da Guiana, Senhor Giora Becher, Embaixador do Estado de Israel e do Senhor Alan Charlton, Embaixador do Reino Unido.
MENSAGEM
Nº 53, de 9 de fevereiro de 2009. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto do projeto de lei que "Altera a Lei no9.504, de 30
de setembro de 1997, para prever nova hipótese de captação ilícita de sufrágio".
Nº 54, de 9 de fevereiro de 2009. Encaminhamento ao Congresso Na-cional do texto do projeto de lei complementar que "Estabelece, de acor-do com o art. 14, § 9oda Constituição Federal, casos de inelegibilidade,
alterando a Lei Complementar no64, de 18 de maio de 1990".
Nº 55, de 9 de fevereiro de 2009. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto do projeto de lei que "Altera a Lei no9.096, de 19
de setembro de 1995, e a Lei no9.504, de 30 de setembro de 1997,
para dispor sobre financiamento dos partidos políticos".
Nº 56, de 9 de fevereiro de 2009. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto da proposta de emenda à Constituição que "Acres-centa parágrafo ao art. 17 da Constituição Federal, para dispor sobre a cláusula de desempenho eleitoral".
Nº 57, de 9 de fevereiro de 2009. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto do projeto de lei que "Altera a Lei no9.096, de 19
de setembro de 1995, e a Lei no9.504, de 30 de setembro de 1997,
para dispor sobre a fidelidade partidária".
Nº 58, de 9 de fevereiro de 2009. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto do projeto de lei que "Altera a Lei no4.737, de 15
de julho de 1965, e a Lei no9.504, de 30 de setembro de 1997, para
dispor sobre o voto em listas partidárias pré-ordenadas".
Nº 59, de 9 de fevereiro de 2009. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto do projeto de lei que "Altera a Lei no9.504, de 30
de setembro de 1997, e a Lei no4.737, de 15 de julho de 1965, para
dispor sobre coligações eleitorais".
CASA CIVIL
INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA
DA INFORMAÇÃO
DIRETORIA DE AUDITORIA, FISCALIZAÇÃO E
NORMALIZAÇÃO
DESPACHO DO DIRETOR DE AUDITORIA, FISCALIZAÇÃO E NORMALIZAÇÃO
Entidade: AR DATABRÁS, vinculada à AC CERTISIGN RFB Processo nº: 00100.000183/2003-96
Defere-se o pedido de autorização, formulado pela AC RFB, para realização de serviços de auditoria independente pela empresa DELOITTE TOUCHE TOHMATSU CONSULTORES LTDA na AR DATABRÁS, vinculada à AC Certisign RFB, na cadeia da AC RFB conforme Parecer CGAF ITI-013/2009, nos termos do item 7 do DOC-ICP-08 da ICP-Brasil. Publique-se. Em 06 de fevereiro de 2009.
PEDRO PAULO LEMOS MACHADO
ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO
ATO REGIMENTAL No-1, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2009O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso das
atri-buições que lhe confere o art. 4º, inciso I, da Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, e tendo em vista o disposto no art. 7º da Lei nº 11.890, de 24 de dezembro de 2008, resolve:
Art. 1º A alínea "e" do inciso I do art. 1º do Ato Regimental nº 6, de 30 de outubro de 2008, passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 1º ... I - ... e) cargo de Secretário de Estado, do Distrito Federal, de prefeitura de capital ou de município com mais de 500.000 (qui-nhentos mil) habitantes, de cargos em comissão de nível equi-valente ou superior ao de DAS-4 no âmbito dos Estados, Distrito Federal e Municípios, ou de dirigente máximo de entidade da administração pública desses entes federados;" (NR)
Art. 2º O caput e o § 1º do art. 2º do Ato Regimental nº 6, de 30 de outubro de 2008, passam a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 2º O exercício provisório e a colaboração temporária dos servidores referidos no art. 1º dar-se-ão pelo prazo de até cento e oitenta dias, em órgãos da AGU ou da PGF.
§ 1º O prazo referido no caput poderá ser prorrogado em caso de necessidade do serviço, demonstrada de forma objetiva, e após a manifestação conclusiva do respectivo órgão de direção superior da AGU ou da PGF." (NR)
Art. 3º O presente Ato Regimental entra em vigor na data de sua publicação.
Nº 28, terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
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COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS
COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO
SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA
PORTARIA Nº 27, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2009O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe conferem os arts. 9º e 42, do Anexo I, do Decreto nº 5.351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999, e o que consta do Processo nº 21000.011528/2008-40, resolve:
Art. 1º Submeter à consulta pública, pelo prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data da publicação desta Portaria, o Projeto de Instrução Normativa com seus anexos, que estabelece os pro-cedimentos a serem adotados para caracterização, implantação, manutenção e reconhecimento de Áreas Livres da Praga Anastrepha grandis Macquart, em cultivos de Cucumis melo L. (melão), Citrullus lanatus Thunb. (melancia), Cucurbita spp. (abóbora) e Cucumis sativus L. (pepino).
Art. 2º O objetivo da presente consulta pública é permitir a ampla divulgação da proposta de Instrução Normativa, visando receber sugestões de órgãos, entidades ou pessoas interessadas.
Art. 3º As sugestões de que trata o art. 2º, tecnicamente fundamentadas, deverão ser encaminhadas, por escrito, ao endereço: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento -DSV/SDA/MAPA, Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo B, Sala 303-B, CEP 70.043-900-Brasília-DF, ou enviadas para o endereço eletrônico [email protected].
Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
ANEXO
PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº , DE DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe conferem os arts. 9º e 42, do Anexo I, do Decreto nº 5.351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto no Decreto nº 5.741, de 30 de março de 2006, no Decreto nº 24.114, de 12 de abril de 1934, e o que consta do Processo nº 21000.011528/2008-40, resolve:
Art. 1º Estabelecer procedimentos a serem adotados para caracterização, implantação, ma-nutenção e reconhecimento de Áreas Livres da Praga (ALP) Anastrepha grandis Macquart, em cultivos de Cucumis melo L. (melão), Citrullus lanatus Thunb. (melancia), Cucurbita spp. (abóbora) e Cucumis
sativus L. (pepino), com base nas diretrizes das Normas Internacionais de Medidas Fitossanitárias de nº
4 (Requisitos para o Estabelecimento de Áreas Livres de Pragas) e nº 26 (Estabelecimento de Áreas Livres de Moscas-das-Frutas), na forma dos Anexos à presente Instrução Normativa.
Art. 2º O Departamento de Sanidade Vegetal - DSV poderá propor alteração dos procedimentos previstos nesta Instrução Normativa em função dos princípios de análise de risco de pragas, do de-senvolvimento científico e tecnológico ou para atender a exigências fitossanitárias específicas de países importadores.
Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor 30 (trinta) dias após a data de sua pu-blicação.
Art. 4º Fica revogada a Instrução Normativa nº 13, de 31 de março de 2006. INÁCIO AFONSO KROETZ
ANEXO I
PROCEDIMENTOS PARA CARACTERIZAÇÃO, IMPLANTAÇÃO, RECONHECIMENTO E MANUTENÇÃO DE ÁREAS LIVRES DA PRAGA Anastrepha grandis, EM CULTIVOS DE
CUCURBITÁCEAS CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1.º As diretrizes para o estabelecimento e manutenção de áreas livres de A n a s t re p h a
grandis estão baseadas nas Normas Internacionais de Medidas Fitossanitárias n.º 4 (Requisitos para o
Estabelecimento de Áreas Livres de Pragas) e n.º 26 (Estabelecimento de Áreas Livres de Moscas-das-Frutas) da Convenção Internacional de Proteção dos Vegetais (CIPV).
Art. 2.º O objetivo primordial do estabelecimento de uma área livre de Anastrepha grandis é permitir a exportação de frutos frescos das cucurbitáceas melão (Cucumis melo), melancia (Citrullus
lanatus), abóbora (Cucurbita spp.) e pepino (Cucumis sativus) para países que têm restrições
qua-rentenárias com relação à praga Anastrepha grandis ou que transitem por áreas livres dessa praga, sem aplicação de medidas fitossanitárias adicionais.
Art 3.º Os produtores ou suas representações que tiverem interesse na implantação de áreas livres de A. grandis deverão apresentar solicitação formal ao Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal (OEDSV).
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
CAPÍTULO II
DAS DIRETRIZES PARA A IMPLANTAÇÃO, RECONHE-CIMENTO, MANUTENÇÃO, SUSPENSÃO E RESTABELECI-MENTO DA ÁREA LIVRE DE Anastrepha grandis
Seção I
Do Projeto da ALP
Art 4.º O OEDSV deverá elaborar e encaminhar projeto, solicitando o reconhecimento da área onde será implantada a ALP, ao Serviço de Sanidade Agropecuária da Superintendência Federal de Agricultura Pecuária e Abastecimento na Unidade da Federação (SE-DESA/DT-UF), que formalizará processo.
§ 1.º O projeto deverá conter no mínimo as informações abaixo:
I - descrição da área proposta para a ALP, indicando as condições de isolamento da área e a existência de possíveis barreiras naturais que dificultem a introdução da praga na área;
II - descrição da área proposta para a zona tampão, cuja existência poderá ser necessária caso as condições de isolamento geográfico da ALP não sejam consideradas adequadas para prevenir a introdução da praga;
III - regulamentos e normas de controle legal utilizados; IV - data do início dos levantamentos de detecção e de delimitação;
V - informações adicionais, tais como atividades de vigi-lância e registros de detecção da praga, bem como os resultados das medidas fitossanitárias adotadas a partir da detecção;
VI - informações sobre as estimativas de exportação, in-dicando:
a) nome comum e científico das espécies que se pretende exportar;
b) estimativa da área de produção com objetivo de expor-tação, em toneladas, por espécie;
c) informação sobre o volume estimado de exportação por espécie.
VII - mapas indicando:
a) localização da área proposta na Unidade da Federação (Área Livre e Tampão), destacando as principais vias de acesso;
b) distribuição geográfica da praga no país e na Unidade da Federação;
c) localização dos cultivos comerciais de cucurbitáceas na área proposta;
d) rotas para o transporte da produção até o ponto de saída para o mercado externo;
e) localização georreferenciada das estações meteorológicas que irão fornecer dados climáticos para o reconhecimento da ALP;
f) localização georreferenciada das barreiras fitossanitárias existentes e propostas;
g) localização georreferenciada das armadilhas de monito-ramento;
VIII - tabelas indicando:
a) listagem das estações meteorológicas que irão fornecer dados para o reconhecimento, com seus respectivos pontos geográ-ficos;
b) listagem das Barreiras Fitossanitárias, com seus respec-tivos pontos geográficos;
c) listagem das armadilhas de monitoramento, com seus res-pectivos pontos geográficos, sendo que nos casos de monitoramento em locais de risco, além dos pontos geográficos, devem ser infor-mados dados que ajudem na localização precisa das armadilhas.
Art. 5.º O levantamento das informações contidas no artigo 4.º é de responsabilidade do OEDSV.
Art. 6.º O OEDSV deverá assegurar os recursos orçamen-tários e financeiros necessários para a execução dos levantamentos fitossanitários nos locais de risco e para a fiscalização da ALP.
Art. 7.º O OEDSV deverá prover uma rede de barreiras fitossanitárias, aprovada pelo DSV, que deverá funcionar de acordo com o estabelecido no Capítulo IV deste Anexo.
§ 1.º O DSV deverá estabelecer regras para o trânsito de plantas, partes de plantas e frutos de cucurbitáceas provenientes de outras regiões para a área a ser proposta como ALP.
§ 2.º. O processo, após análise preliminar do SEDESA/DT-UF, deverá ser encaminhado ao DSV para análise e para comunicação prévia às Organizações Nacionais de Proteção Fitossanitária (ONPF) dos países importadores, retornando posteriormente à SFA de ori-gem.
Art. 8.º Ao final do período ininterrupto de doze meses de levantamentos fitossanitários, realizados de acordo com o prescrito no Capítulo III deste Anexo, necessário para o reconhecimento da ALP, o OEDSV deverá apresentar ao SEDESA/DT-UF relatório dos dados climatológicos da área, contendo as médias mensais dos últimos três anos das temperaturas máxima, mínima e média do ar e do solo (a 2 e 10 centímetros de profundidade), precipitação pluviométrica, umi-dade relativa do ar, direção predominante e velociumi-dade do vento.
Art. 9.º. Os dados relativos aos levantamentos fitossanitários deverão ser juntados ao processo, que após análise e parecer técnico do SEDESA/DT-UF, deverá ser enviado ao Departamento de Sa-nidade Vegetal (DSV) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abas-tecimento (MAPA)
Seção II
Dos Procedimentos para Reconhecimento Oficial da ALP Art. 10. O DSV, após análise do processo e realização de auditoria, recomendará à Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) a publicação do ato do reconhecimento oficial da ALP, caso forem atendidas as exigências legais.
Art. 11. Publicado o ato normativo, o DSV comunicará o reconhecimento da ALP aos países importadores envolvidos.
Seção III
Da manutenção da ALP
Art. 12. Após o reconhecimento oficial da ALP, deverão ser mantidos os levantamentos fitossanitários descritos na Seção II do Capítulo III deste Anexo.
Parágrafo Único. A verificação do cumprimento das exi-gências desta Norma será feita com base nas seguintes atividades:
I - os produtores registrados para exportação com declaração adicional devem executar o monitoramento da praga em suas uni-dades de produção (UP) e executar as ações determinadas por esta norma e legislações complementares.
II - o OEDSV é responsável pela fiscalização da certificação fitossanitária de origem, pela fiscalização dos levantamentos fitos-sanitários nas áreas de produção, controle do trânsito e execução do levantamentos fitossanitários nos locais de risco;
III - O SEDESA/DT-UF deverá supervisionar as atividades executadas pelo OEDSV, comunicando ao DSV as inconformidades detectadas;
IV - o DSV realizará auditorias para verificação do cum-primento das exigências desta Norma.
Seção IV
Da Suspensão e Restabelecimento da ALP
Art. 13. Diante da constatação de irregularidades que possam comprometer a segurança fitossanitária da ALP, o DSV poderá de-terminar a aplicação das seguintes medidas:
I - aplicação de um plano corretivo em prazo determinado; II - suspensão do reconhecimento da ALP, até que sejam sanadas as irregularidades apontadas;
III - redefinição da área geográfica da ALP. IV - cancelamento definitivo da ALP. CAPÍTULO III
DAS DIRETRIZES PARA OS LEVANTAMENTOS FITOS-SANITÁRIOS NA ALP
Seção I
Dos levantamentos fitossanitários para estabelecimento da ALP
Art. 14. Os levantamentos fitossanitários de detecção e de delimitação deverão ser conduzidos de acordo com a tabela 1 do Anexo III, por um período mínimo de doze meses.
Art. 15. Os levantamentos fitossanitários nos locais de risco deverão ser executados pelo OEDSV.
Art. 16. Os levantamentos fitossanitários nas propriedades registradas para fins de exportação para países que têm restrições quarentenárias para Anastrepha grandis deverão ser executados pelos produtores de cucurbitáceas (doravante denominados apenas Produ-tores), por meio de RT ou por intermédio da contratação de or-ganizações públicas ou privadas credenciadas no MAPA, conforme normas específicas e regulamentos deste anexo.
§ 1.º Os levantamentos deverão ser executados sob coor-denação do OEDSV e supervisão do SEDESA/DT-UF.
§ 2.º O RT responderá por irregularidades constatadas na realização dos levantamentos fitossanitários.
§ 3.º Os Produtores deverão informar ao OEDSV a eventual troca de RT, em até 3 dias úteis.
Art. 17. Para o reconhecimento da ALP na UF proposta, não poderá haver registros de capturas de espécimes de Anastrepha
gran-dis nos levantamentos de detecção e delimitação.
Parágrafo Único. Em caso de captura de um ou mais es-pécimes de Anastrepha grandis nos levantamentos fitossanitários, de-verá ser aplicado o plano de erradicação previsto no Capítulo VII deste Anexo.
Seção II
Dos levantamentos fitossanitários para a manutenção da ALP
Art. 18. Tendo a área proposta sido caracterizada como ALP, os levantamentos de detecção continuam sendo realizados conforme tabela 1 do Anexo III.
Art. 19. O OEDSV continuará responsável pelo levantamento de detecção nos locais de risco, e pela fiscalização do levantamento de detecção realizado pelos produtores cadastrados na ALP nas UPs inscritas para exportação, observado o disposto no artigo 16 deste Anexo.
Seção III
Da instalação das armadilhas
Art. 20. Os levantamentos fitossanitários terão como alvo a praga Anastrepha grandis e Anastrepha spp., a título de registro da ocorrência do gênero, e deverão ser feitos utilizando-se armadilhas do tipo McPhail.
Art. 21. O armadilhamento nos levantamentos de detecção e de delimitação será realizado conforme a tabela 1 do Anexo III.
Art. 22. Cada armadilha receberá um código de acordo com a UP na qual se encontra instalada, devendo ser identificada conforme Anexo IV - Etiqueta de Identificação de Armadilhas.§ 1.º Ao código da UP, definido na Seção II do Capítulo VI deste Anexo, será acres-centado o número da armadilha com três dígitos, conforme exemplo abaixo:
Exemplo: código da UF (RN: 24), código do município (Mossoró: 08003), número de cadastro da propriedade (0001), ano (08), número de cadastro da UP (001), nº armadilha (001).
Código da armadilha: 24.08003.0001.08.001.001
§ 2.º A codificação das armadilhas implantadas e mantidas pelo OEDSV em locais de risco será composta apenas pelo código da UF, seguido do código do município, ano da instalação e número seqüencial com 3 dígitos.
Exemplo: código da UF (RN: 24), código do município (Mossoró: 08003), ano (08), nº armadilha (001).
Código da armadilha: 24.08003.08.001
Art. 23. O produtor cuja propriedade esteja situada na área livre e desejar exportar cucurbitáceas com declaração adicional de área livre de Anastrepha grandis, deverá obrigatoriamente, ter ins-talado a(s) armadilha(s) McPhail na(s) UP(s) no mais tardar até 35 (trinta e cinco) dias após a semeadura direta ou em viveiro, devendo permanecer obrigatoriamente, enquanto existirem frutos remanescen-tes da colheita.
Art. 24. As armadilhas deverão ser instaladas em cada Uni-dade de Produção (UP), identificadas e georreferenciadas, conforme Anexo III.
Art. 25. A distribuição, manutenção e inspeção das arma-dilhas nos locais de risco são de responsabilidade do OEDSV.
Art. 26. Nas fiscalizações e supervisões do monitoramento, deverão ser observados os itens de verificação da conformidade do monitoramento constantes do Anexo VI.
Seção IV
Da coleta e troca do material das armadilhas:
Art. 27. O material capturado de cada armadilha McPhail deverá ser coletado e o atrativo trocado conforme instruções contidas no Anexo III.
Parágrafo Único. Os produtores deverão zelar pela conser-vação do material utilizado no monitoramento de moscas-das-frutas.
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COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
Seção V
Do envio do material das armadilhas para a Unidade de Triagem e Identificação Taxonômica
Art. 28. O produtor deverá, por intermédio de seu Res-ponsável Técnico ou da organização resRes-ponsável pelo monitoramento, enviar a uma Unidade de Triagem e Identificação taxonômica (do-ravante denominada apenas Unidade de Triagem - UT) o material coletado nas armadilhas McPhail, no prazo máximo de três dias úteis.
Art. 29. De posse do material coletado nas armadilhas, a UT procederá à identificação e quantificação do número de espécimes de
Anastrepha grandis e Anastrepha spp, cabendo à mesma a emissão
dos laudos fitossanitários dos resultados encontrados. Seção VI
Dos laudos Fitossanitários
Art. 30. Cabe ao produtor ou à organização responsável pelo monitoramento garantir que a UT envie o laudo ao RT responsável pela certificação, em até três dias úteis da coleta do material, con-forme Anexo VII - Laudo Fitossanitário de Anastrepha grandis e
Anastrepha spp.
§ 1.º O RT deverá encaminhar os laudos mensalmente ao OEDSV, no máximo até o 15º dia útil do mês subseqüente.
§ 2.º. O envio dos laudos deverá ser substituído por banco de dados gerido pelo DSV e com chave de acesso à UT, aos Produtores, ao OEDSV e ao SEDESA/DT-UF, tão logo esteja disponível.
Seção VII
Dos Resultados das Análises e Procedimentos Vinculados Art. 31. Caso seja detectada a presença, a qualquer tempo, de um ou mais exemplares de Anastrepha grandis, a UT deverá informar ao RT, ao OEDSV e ao SEDESA/DT-UF, por fax, telegrama ou correio eletrônico, enviando o laudo às partes envolvidas no prazo máximo de 72 horas.
§ 1.º O OEDSV, assim que receber a notificação, deverá implementar o Plano de Erradicação previsto no Capítulo VII deste Anexo.
§ 2.º O OEDSV deverá de imediato notificar todas as partes envolvidas e interromper a emissão de CFOs e PTVs com declaração adicional.
§ 3.º O SEDESA/DT-UF dará imediata ciência ao DSV, que suspenderá o reconhecimento da condição de área livre da praga, a certificação fitossanitária com declaração adicional de área livre de
Anastrepha grandis e comunicará às Organizações Nacionais de
Pro-teção Fitossanitária (ONPF) dos países importadores, até que se cum-pram todas as etapas previstas no Plano de Erradicação.
Seção VIII
Da Documentação e Registros
Art. 32. Todos os documentos e registros dos levantamentos, detecções, ocorrências ou focos da praga devem ser arquivadas por cinco anos e estar disponíveis para consulta pela fiscalização e pelo país importador.
CAPÍTULO IV
DO CONTROLE DO TRÂNSITO
Art. 33. O OEDSV será responsável pela manutenção da rede de barreiras fitossanitárias fixas e móveis destinadas a promover o controle do trânsito e proteger a área livre.
§ 1.º As barreiras fitossanitárias deverão ser localizadas em pontos estratégicos das vias de acesso à ALP.
§ 2.º Todo e qualquer veículo de carga capaz de transportar cucurbitáceas estará sujeito à fiscalização.
§ 3.º De forma a garantir o efetivo controle do trânsito, as barreiras fitossanitárias fixas deverão dispor, no mínimo, de:
I - veículo apropriado; II - telefone, fax e computador;
III - equipe de profissionais treinados e em número suficiente para manter a barreira funcionando vinte e quatro horas por dia e sempre contando com a supervisão de um engenheiro agrônomo do O E D S V;
IV - pátio de estacionamento; V - sinalização adequada;
VI - iluminação adequada no trecho da rodovia onde está situada a barreira;
VII - estrutura para destruição de cargas no próprio local ou em instalações de terceiros;
VIII - livro de registro impresso ou eletrônico, formulários fiscais e legislação fitossanitária, além de relação atualizada dos téc-nicos credenciados para emissão de CFO e PTV, com os respectivos autógrafos.
Art. 34. O ingresso de frutos frescos de cucurbitáceas so-mente será permitido na Área Livre, quando provenientes de outra Área Livre ou Sistema de Mitigação de Risco de Anastrepha grandis, reconhecidos oficialmente pelo MAPA.
Parágrafo Único. A carga deverá ser acondicionada em ca-minhão baú ou contêiner, e lacrada na origem pelo OEDSV, devendo o número do lacre constar na PTV.
CAPÍTULO V
DOS REGISTROS DE PROPRIEDADES E DA INSCRI-ÇÃO DE UNIDADES DE PRODUINSCRI-ÇÃO
Seção I
Do registro das Propriedades
Art. 35. Aqueles que produzirem frutos frescos de cucur-bitáceas na ALP para fins de exportação para países que têm res-trições quarentenárias quanto a Anastrepha grandis deverão registrar sua(s) propriedade(s) anualmente no OEDSV de sua Unidade da Fe-deração, por meio do preenchimento da Solicitação de Registro de Propriedade Rural (Anexo II).
§ 1.º O OEDSV fará a análise da solicitação de registro, e, caso seu parecer seja favorável, o encaminhará ao SEDESA/DT-UF no prazo máximo de 10 dias úteis.
§ 2.º As propriedades registradas receberão uma codificação que será composta pelo código da UF com dois dígitos, seguido do código do município com cinco dígitos, ambos de acordo com o banco de dados do IBGE, e por numeração seqüencial em cada município para a propriedade, composta de quatro dígitos.
Exemplo: UF (RN: 24); município (Mossoró: 08003); pro-priedade nº 0001
Código: 24.08003.0001 Seção II
Da inscrição das Unidades de Produção
Art 36. Os produtores que tiverem propriedade(s) rural(is) registradas(s) no SMR deverão inscrever a(s) UP(s) cuja produção necessite ser certificada com declaração adicional de SMR de
Anas-trepha grandis, segundo as normas de Certificação Fitossanitária de
Origem.
Parágrafo Único. Ao inscrever as UPs, deverão ser acres-centadas as seguintes informações adicionais:
I - No campo "espécie", acrescentar a variedade;
II - No campo "data de plantio", acrescentar o período de colheita.
Art 37. Cada UP receberá um código seqüencial composto do código da propriedade registrada conforme artigo 35, acrescida do ano de inscrição da UP com dois dígitos e de numeração seqüencial para a UP, composta de três dígitos, conforme exemplo abaixo:
Exemplo: UF (RN: 24); município (Mossoró: 08003); pro-priedade n.º 0001; ano 08, UP n.º 001
Código: 24.08003.0001.08.001
Parágrafo Único. As UP's deverão ser identificadas com pla-cas contendo o código da UP, de forma a manter a rastreabilidade dos produtos.
Art. 38. A inscrição de cada UP deverá ser feita em até 5 (cinco) dias úteis após a semeadura direta ou em viveiro.
Art 39. O encerramento de cada UP deverá ser feito por meio de comunicação formal do RT ao OEDSV e esse ao SEDESA/DT-UF, em até cinco dias úteis após a data da total retirada dos restos culturais da UP.
Art 40. Os produtores que desejarem eliminar alguma UP do cadastro da ALP deverão informar imediatamente ao OEDSV.
Art 41. Um relatório contendo a relação dos registros das propriedades e inscrições das UPs, conforme Anexo VIII, deverá ser encaminhado pelo SEDESA/DT-UF ao OEDSV, por meio eletrônico e ao DSV, por meio eletrônico e impresso, que os enviará à Or-ganização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF) do país im-p o r t a d o r.
Parágrafo Único. O envio do relatório de que trata o caput deste artigo deverá ser substituído por banco de dados gerido pelo MAPA, assim que disponível.
Seção III
Do Registro das Unidades de Consolidação
Art 42. As Unidades de Consolidação (UC) deverão ser ins-critas de acordo com a norma de Certificação Fitossanitária de Ori-gem.
Parágrafo Único. Fica proibida a consolidação de partidas de frutos de cucurbitáceas destinados à exportação em UCs localizadas em Centrais de Abastecimento - CEASAs ou locais similares.
Art. 43. As UCs deverão garantir a identidade e a rastrea-bilidade dos produtos oriundos da ALP, a conformidade fitossanitária e o isolamento da carga em depósito telado, tela de 25 mesh, à prova da introdução da praga durante o ingresso, manuseio, armazenamento e egresso dos frutos.
CAPÍTULO VI
DA CERTIFICAÇÃO E RASTREABILIDADE Seção I
Da colheita, expedição de frutos e Certificação Fitossanitária de Origem
Art. 44. Os frutos frescos de cucurbitáceas oriundos de UPs inscritas devem ser produzidos, manipulados, embalados, armaze-nados e transportados de forma que seja garantida a identidade, a rastreabilidade e a conformidade fitossanitária.
Parágrafo Único. O código da unidade de produção deverá ser aposto em cada embalagem durante o processo de embalagem dos frutos.
Art. 45. As emissões do Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) / Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC), e da Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV) deverão ser feitas de acordo com as normas vigentes.
Seção II
Da certificação fitossanitária dos frutos nas UCs:
Art. 46. A emissão do Certificado Fitossanitário (CF) deverá ser feita de acordo com as normas vigentes.
Art. 47. O Fiscal Federal Agropecuário (FFA) deverá fazer a vistoria prévia do contêiner ou do caminhão para certificar-se de que esteja limpo e livre de ocorrências fitossanitárias, para autorizar o seu carregamento.
Art. 48. O FFA deverá acompanhar todo o processo de car-regamento do contêiner ou do caminhão, verificando o cumprimento de todos os requisitos contidos nos planos de trabalho acordados com os países importadores.
Parágrafo Único. A UC deverá dispor de uma forma de embarque que não permita o ingresso de insetos.
Art. 49. Todas as cargas certificadas de cucurbitáceas des-tinadas ao mercado externo, ao deixar a UC, deverão ser lacradas pelo FFA, que transcreverá o número do lacre para o CF.
§ 1.º O SEDESA/DT-UF deverá enviar ao DSV, até o 5.º dia útil de cada mês, Relatório de Exportação de Cucurbitáceas, por país de destino, em meio eletrônico e impresso, conforme Anexo IX.
§ 2.º O relatório de que trata o parágrafo 1.º deverá ser substituído por lançamento em banco de dados gerido pelo MAPA, tão logo esteja disponível.
Art. 50. Fica vedada a consolidação de partidas certificadas fora de ALPs.
CAPÍTULO VII
DO PLANO DE ERRADICAÇÃO DA PRAGA
Art. 51. Se houver detecção de um ou mais exemplares da praga Anastrepha grandis na ALP ou interceptação em partidas de frutos oriundos da Área Livre, deverão ser implementadas as ações emergenciais para erradicação da praga descritas no Anexo X.
§ 1.º O OEDSV será responsável pela coordenação e exe-cução das ações previstas no Plano de Erradicação da Praga.
§ 2.º O OEDSV deverá comunicar imediatamente ao SE-DESA/DT-UF o início da execução do plano, informando o código da armadilha, número de moscas capturadas, resultados do índice MAD e medidas adotadas para erradicação da praga.
§ 3.º Concluído o Plano de Erradicação, o MAPA deverá avaliar as condições para restabelecer o reconhecimento da ALP.
CAPÍTULO VIII
DAS INCONFORMIDADES
Art. 52. Caracteriza-se como irregularidade de natureza le-ve:
I - armadilhas instaladas sem identificação ou identificação incompleta;
II - instalação e serviço das armadilhas em desacordo com o estabelecido nesta norma;
III - inobservância do prazo para coleta e envio do material capturado nas armadilhas e troca do atrativo;
IV - localização geográfica (coordenadas) da UP em de-sacordo com o informado;
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EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
V - ausência de placa de identificação da UP, identificação imprecisa ou incorreta, no período produtivo;
VI - ausência de placa de identificação de localização da armadilha na UP. VII - plantio ou transplantio em data diferente da informada;
VIII - não comunicação do encerramento ou exclusão da UP;
IX - inobservância dos prazos para envio dos laudos fitossanitários ao OEDSV;
X - controle inexistente ou insuficiente do ingresso e egresso de frutos na Unidade Ex-portadora;
Art. 53. Caracteriza-se como irregularidade de natureza grave:
I - quantidade de armadilhas na UP inferior ao especificado nesta norma; II - atrativo alimentar ausente ou em desacordo com o especificado;
III - acondicionamento e preservação inadequados do material coletado das armadilhas; IV - falta de identificação ou identificação insuficiente das amostras enviadas à Unidade de Tr i a g e m ;
V - área da UP em desacordo com o informado;
VI - espécie / variedade plantada ou área de plantio em desacordo com o informado na inscrição da UP;
VII - resistência ou embaraço à fiscalização agropecuária oficial;
VIII - falta de identificação ou identificação insuficiente das partidas em qualquer momento, desde a colheita até a exportação;
IX - ausência ou manutenção incorreta de barreiras que impeçam o ingresso de insetos na área quarentenada nos galpões da UC;
X - forma de ingresso ou egresso dos frutos na área quarentenada da UC que permita o ingresso de insetos.
XI - presença de frutos rechaçados na UC além do período permitido.
XII - reincidência em infração de natureza leve dentro do período de doze meses. Art. 54. Caracteriza-se como irregularidade de natureza gravíssima:
I - impedimento à fiscalização agropecuária oficial;
II - processamento ou embalagem de frutos frescos de cucurbitáceas, com objetivo de ex-portação, originárias de propriedades não registradas ou UPs não inscritas na ALP de A n a s t re p h a
grandis;
III - emissão de CFO com declaração adicional de ALP de Anastrepha grandis para frutos produzidos em UP que não esteja regularmente inscrita;
IV - fraude ou adulteração de dados dos levantamentos fitossanitários ou de outros docu-mentos;
V - violação do lacre de recintos que contenham frutos processados ou embalados para ex-portação.
VI - reincidência em infração de natureza grave dentro do período de doze meses. CAPÍTULO IX
DAS MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
Art. 55. O Produtor ou UC, pessoa física ou jurídica devidamente registrada na ALP de
Anastrepha grandis, que incorrer em irregularidade tipificada nos artigos 52, 53 e 54 deste Anexo,
poderá responder, de forma isolada ou cumulativa, às medidas administrativas aplicadas.
§ 1.° O OEDSV deverá emitir notificação para que o fiscalizado proceda, no prazo prescrito, à correção da irregularidade constatada.
§ 2.° Decorrido o prazo prescrito na notificação, sem que o produtor tenha tomado as medidas corretivas estabelecidas, o OEDSV deve, no prazo de até 10 dias úteis, encaminhar a documentação pertinente ao SEDESA/DT-UF, para formalização de processo administrativo.
§ 3.° Em caso de risco iminente, poderão ser adotadas medidas acauteladoras tais como suspensão ou interdição, sem a prévia manifestação do interessado, até que sejam sanadas as ir-regularidades constatadas.
Art. 56. Cumpridos os ritos de instrução estabelecidos pela Lei 9.784/1999, o processo deve ser enviado ao DSV no prazo de até 5 dias úteis.
Parágrafo Único. O prazo para o fiscalizado apresentar sua defesa ao SEDESA/DT-UF é de até 15 dias corridos após o recebimento da notificação.
Art. 57. Nas fiscalizações realizadas pelo SEDESA/DT-UF, o Fiscal Federal Agropecuário utilizará os instrumentos contidos nos Anexos XI e XII.
Art. 58. Será aplicada a pena de advertência, no caso do produtor deixar de cumprir as determinações, nos prazos estabelecidos pelo OEDSV ou pelo SEDESA/DT-UF, para correção de irregularidades de natureza leve constatadas, conforme Art. 52 deste Anexo.
Art. 59. Será aplicada a pena de suspensão da UP por 12 meses consecutivos, para certificação com declaração adicional de ALP de Anastrepha grandis, no caso do produtor deixar de cumprir as determinações, nos prazos estabelecidos no Termo de Notificação pelo SEDESA/DT-UF ou pelo OEDSV, para correção de irregularidades de natureza grave constatadas, conforme Art. 53 deste Ane-xo.
Art. 60. Será aplicada a pena de suspensão do registro da propriedade, por 12 meses, para exportação com declaração adicional de ALP de Anastrepha grandis, no caso do produtor incorrer em irregularidades de natureza gravíssima, conforme Art. 54 deste Anexo.
Art. 61. Será aplicada a pena de advertência à UC, para certificação com declaração adicional de ALP de Anastrepha grandis, no caso de deixarem de ser cumpridas as determinações, nos prazos estabelecidos pelo OEDSV ou pelo SEDESA/DT-UF, para correção de irregularidades de natureza leve constatadas.
Art. 62. Será aplicada a pena de suspensão do registro da UC, para certificação com declaração adicional de ALP de Anastrepha grandis, por um período de 30 dias, no caso de deixarem de ser cumpridas as determinações, nos prazos estabelecidos pelo OEDSV ou pelo SEDESA/DT-UF, para correção de irregularidades de natureza grave constatadas.
Parágrafo único. A pessoa física ou jurídica com registro suspenso temporariamente só terá direito a certificação fitossanitária com declaração adicional após o fim do período de suspensão e tiver cumprido todas as exigências desta norma.
Art. 63. Será aplicada a pena de exclusão do registro da UC, para certificação com declaração adicional de ALP de Anastrepha grandis, no caso de deixarem de ser cumpridas as determinações, nos prazos estabelecidos pelo OEDSV ou pelo SEDESA/DT-UF, para correção de irregularidades de na-tureza gravíssima constatadas.
Art. 64. Estará sujeito a sanções pelo OEDSV o RT que deixar de garantir o cumprimento das normas estabelecidas para o monitoramento das pragas.
Art. 65. Estarão sujeitas a rechaço nos pontos de embarque as partidas:
I - nas quais for detectada a presença de larva de Anastrepha grandis, devendo ser emitido o Termo de Ocorrência;
II - provenientes de UPs ou UCs não inscritas;
III - amparadas por CFO ou CFOC emitido por RT não credenciado pelo OEDSV para a praga
Anastrepha grandis;
IV - documentação irregular (documentos preenchidos de forma incompleta, incorreta, ilegível e/ou rasurada).
Nº 28, terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
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COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
ANEXO III
INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO, SERVIÇO E MANUTENÇÃO DAS ARMADILHAS
I - DESCRIÇÃO DA ARMADILHA MCPHAIL
Recipiente em forma de pêra, invaginado, feito de plástico transparente, com um gancho no topo para pendurar a armadilha na planta hospedeira ou no suporte, com capacidade de até 500 ml de solução.
A parte superior é transparente e a base é amarela, sendo que a parte superior e a base da armadilha podem ser separadas, permitindo maior facilidade no serviço (troca de atrativo, inspeção e coleta dos insetos capturados)
II - USO
A armadilha McPhail usa um atrativo alimentar líquido, baseado em proteína hidrolisada. Pela natureza deste atrativo, a armadilha McPhail é mais efetiva para capturar fêmeas.
As densidades do armadilhamento, o atrativo usado, bem como freqüência de inspeções e trocas do atrativo, do piso adesivo e coleta de material estão relacionados nas tabelas 1 e 2 abaixo. Tabela 1. Densidade de armadilhas nos levantamentos de detecção e de delimitação visando ao es-tabelecimento e manutenção da ALP:
Espécies alvo Local e densidade das armadilhas
Locais de risco (arm/local) a Cultivos de cucurbitáceas b(arm/ha)
Área Livre Área Tampão Área Livre Área Tampão
Anastrepha grandis e Anastrepha spp.
1 1 0,2 c
-aLocais próximos a portos, aeroportos, centrais de abastecimento de frutas e empresas
ex-portadoras, rodovias por onde ocorrerá o escoamento da produção e próximas às áreas monitoradas.
bCultivos comerciais de cucurbitáceas em propriedades registradas para exportação na ALP cuma armadilha para cada cinco hectares ou fração.
Tabela 2: O atrativo, a sua troca e a inspeção das armadilhas:
Espécie-alvo Atrativo Troca de Atrativo Inspeção (coleta do material)
Anastrepha grandis e Anastrepha spp.
Hidrolisado de Proteína diluído a 5% em água, es-tabilizado com bórax (pH entre 8,5 e 9,0)
Semanal Semanal
III - INSTALAÇÃO DAS ARMADILHAS
1)A instalação das armadilhas deve ser feita da periferia para o centro da Unidade de Produção (UP), de forma a se obter a melhor distribuição geográfica. Caso haja apenas uma armadilha na UP, o local selecionado deve estar localizado no ponto mais central, de forma a otimizar o alcance do atrativo.
2)As armadilhas devem ser georreferenciadas, sendo que o RT deve manter os dados registrados em planilha, à disposição da fiscalização.
3)As armadilhas devem ser instaladas sob cobertura (orientada no sentido leste - oeste), com objetivo de minimizar a exposição à luz solar direta, ventos fortes ou poeira conforme descrição abaixo.
4)O conjunto armadilha + cobertura deve ser instalado de forma tal que a base da armadilha fique pouco acima da altura esperada da cultura, em seu máximo desenvolvimento vegetativo.
IV - TROCA DO ATRATIVO E MANUTENÇÃO DAS ARMADILHAS
1)Todo o material capturado nas armadilhas McPhail, após peneirado, deverá ser acondicionado em frasco(s) apropriado(s), de plástico, contendo solução alcoólica a 70%. Não podem ser misturados,
em um mesmo frasco, materiais provenientes de mais de uma armadilha.
2)O material coletado deverá ser identificado com etiqueta posta no interior do(s) frascos(s), conforme Anexo IV - Etiqueta de Identificação de Material Coletado das Armadilhas.
3)Após a coleta, as armadilhas devem ser lavadas e o atrativo protéico substituído, devendo o resíduo da proteína ser acondicionado em vasilhame fechado, e descartado em local apropriado.
4)Deve ser mantido estoque mínimo de material de reposição para duas trocas de atrativos nas armadilhas.
5)As paredes internas e externas da armadilha devem ser mantidas limpas.
6)A entrada das armadilhas deve ser mantida livre de ramos, folhas e outras obstruções, tais como teias de aranha, para permitir um fluxo apropriado de ar e fácil acesso às moscas-das-frutas.
ANEXO IV
ETIQUETA DE IDENTIFICAÇÃO DE ARMADILHAS
1. Código da armadilha: 2. Hospedeiro: Data da instalação da armadilha:
ANEXO V
ETIQUETA DE IDENTIFICAÇÃO DE MATERIAL COLETADO DAS ARMADILHAS
1. Código da armadilha: 2. Hospedeiro: Data da instalação da armadilha: 3. Data da coleta: 4. Nome e rubrica do monitorador:
ANEXO VI
VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DO MONITORAMENTO DE Anastrepha grandis E
Anastrepha spp.
1. No campo
1.1 - Verificar se as coletas do material das armadilhas McPhail estão sendo realizadas obe-decendo ao intervalo recomendados de sete dias.
Forma de avaliação: inspeção das armadilhas e verificação das planilhas de monitoramento. 1.2 - Verificar se todo o material capturado nas armadilhas está sendo coletado e enviado para a Unidade de Triagem (UT).
Forma de avaliação: pequenos corpos sólidos (botões, esferas, clips, etc.) são colocados em armadilhas McPhail selecionadas. Posteriormente, durante a triagem na UT, observa-se se os objetos foram coletados.
1.3 - Verificar se os recipientes que estão sendo enviados para a UT contêm etiqueta, e se as informações contidas estão corretas.
Forma de avaliação: quando os recipientes com o material chegarem à UT, as etiquetas devem ser vistoriadas para verificar se as informações estão corretas e legíveis.
1.4 - A quantidade de armadilhas a serem tomadas como amostras é determinada pelo O E D S V.
1.5 - Verificar se as armadilhas estão adequadamente distribuídas na UP e corretamente ins-taladas.
1.6 - Conferir a condição de uso, limpeza e densidade das armadilhas, além da periodicidade da coleta do material.
1.7 - Observar se os procedimentos de troca de atrativo e coleta de material estão sendo corretamente executados.
2. Na Unidade de Triagem
2.1 - Observar se os exemplares das pragas alvo capturados nas armadilhas estão sendo detectados durante a triagem.
Forma de avaliação: pequenos corpos sólidos (botões, esferas, clips, etc.) são colocados no recipiente antes de chegar à UT, anotando-se as informações contidas na etiqueta do referido recipiente. Posteriormente, observam-se as planilhas contendo as informações sobre a triagem do material. Dessa forma, verifica-se se os objetos foram detectados ou não durante a triagem.
2.2 - Observar se os resultados da triagem estão sendo corretamente registrados nas pla-nilhas.
Forma de avaliação: observar se as informações contidas nas planilhas estão preenchidas de forma correta, e verificar se os corpos sólidos inseridos estão devidamente registrados nas planilhas.
2.3 - Observar se os exemplares das pragas alvo capturados estão sendo conservados ade-quadamente.
Forma de avaliação: observar a integridade dos exemplares coletados. Caso não seja utilizado o álcool a 70%, os exemplares podem perder a coloração.
3. Periodicidade do trabalho de avaliação do monitoramento e registros:
3.1.Os trabalhos de controle de qualidade deverão ser executados com intervalo máximo de 60 dias, sem periodicidade definida.
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Nº 28, terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
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EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
ANEXO XIII DEFINIÇÕES
ÁREA LIVRE DE PRAGA: área onde uma praga específica não ocorre, sendo esse fato
demonstrado por evidência científica e na qual, de forma apropriada, essa condição está sendo mantida oficialmente. A Área Livre pode abranger os seguintes tipos:
.um país inteiro;
.uma parte não infestada de um país em que uma área infestada limitada está presente;
.uma parte não infestada de um país situada em uma área onde a praga está amplamente disse-minada.
Para efeito desta Instrução Normativa, fica estabelecido que a área livre deve abranger, no mínimo, a área geográfica de um município.
ÁREAS DE RISCO: locais próximos a portos, aeroportos, centrais de abastecimento de frutas
e empresas exportadoras, rodovias por onde ocorrerá o escoamento da produção e próximas às áreas monitoradas, onde o OEDSV instala e mantém armadilhas McPhail para monitoramento de A n a s t re p h a
grandis e Anastrepha spp.
CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO (CF): documento oficial que certifica a condição
fi-tossanitária de qualquer partida sujeita à regulamentação ou regulação fifi-tossanitária, desenhado segundo modelo de certificado da Convenção Internacional de Proteção Fitossanitária.
CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM - CFO: documento oficial emitido na
origem para atestar a condição fitossanitária da partida de plantas, partes de vegetais ou produtos de origem vegetal de acordo com as normas de defesa sanitária vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA.
CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM CONSOLIDADO - CFOC: documento
oficial emitido na origem para atestar a condição fitossanitária da partida de plantas, partes de vegetais ou produtos de origem vegetal de acordo com as normas de defesa sanitária vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA. A origem no CFOC é a Unidade de Consolidação - UC que poderá ser beneficiadora, processadora ou embaladora, a partir da qual saem partidas provenientes de lotes de plantas, partes de vegetais ou produtos de origem vegetal certificadas.
CONFORMIDADE FITOSSANITÁRIA: atendimento às regras do sistema de certificação,
indicando confiança de que o produto está em conformidade com as normas estabelecidas.
CONVENÇÃO INTERNACIONAL DE PROTEÇÃO DOS VEGETAIS (CIPV): tratado
internacional relacionado à sanidade vegetal, do qual 139 governos são signatários. A Convenção foi aprovada pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), em na Sexta Sessão da Conferência da FAO em 1951.
ÍNDICE MAD (Moscas/Armadilha/Dia): número de moscas capturadas por armadilha por dia.
O índice é calculado dividindo o número total de moscas capturadas nas armadilhas pelo produto do número de armadilhas instaladas com o número de dias de exposição das armadilhas.
Índice MAD = (número de moscas capturadas) / (número de armadilhas x número de dias de exposição).
LEVANTAMENTO DE DETECÇÃO: realizado dentro de uma área para determinar se a
praga está presente.
LEVANTAMENTO DE DELIMITAÇÃO: realizado para estabelecer os limites de uma área
considerada infestada por uma praga ou livre desta.
LOTE:. quantidade de mangas recebidas para o tratamento em um estabelecimento num
de-terminado dia, proveniente de uma unidade de produção dentro de uma propriedade.
ORGANIZAÇÃO ESTADUAL DE PROTEÇÃO FITOSSANITÁRIA (OEDSV): serviço
oficial estabelecido pela Instância Intermediária do Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária para desempenhar as funções especificadas no Decreto 5.741, de 30/03/2006, que regulamenta os arts. 27-A, 28-A e 29-A da Lei no 8.171, de 17 de janeiro de 1991, organiza o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, e dá outras providências.
ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE PROTEÇÃO FITOSSANITÁRIA (ONPF): serviço
ofi-cial estabelecido por um governo para desempenhar as funções especificadas pela CIPV [FAO, 1990.
PA RT I D A : quantidade de plantas, produtos vegetais e/ou outros artigos que se mobilizam de
um país a outro, e que estão amparados, caso necessário, por um certificado fitossanitário.
PERMISSÃO DE TRÂNSITO DE VEGETAIS - PTV: documento emitido para acompanhar
o trânsito da partida de plantas, partes de vegetais ou produtos de origem vegetal, de acordo com as normas de defesa sanitária vegetal, e para subsidiar, conforme o caso, a emissão do Certificado Fi-tossanitário - CF e do Certificado FiFi-tossanitário de Reexportação - CFR, com declaração adicional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA.
PRAGA: qualquer espécie, raça ou biótipo vegetal ou animal ou agente patogênico danoso para
as plantas ou produtos vegetais.
RASTREABILIDADE: sistema estruturado que permite resgatar a origem do produto por meio
de registros e documentos fitossanitários nas etapas de produção, processamento, armazenamento e transporte.
SISTEMA UNIFICADO DE ATENÇÃO À SANIDADE AGROPECUÁRIA: instituído pelo
Decreto 5.741, de 30 de março de 2006.
UNIDADE DE CONSOLIDAÇÃO - UC: unidade beneficiadora, processadora ou embaladora,
a partir da qual saem partidas provenientes de lotes de plantas, partes de vegetais ou produtos de origem vegetal certificadas, por meio do certificado fitossanitário de origem consolidado (CFOC).
UNIDADE DE PRODUÇÃO (UP): área contínua, de tamanho variável e identificada por um
ponto georreferenciado, plantada com a mesma espécie e estágio fisiológico, sob os mesmos tratos culturais e controle fitossanitário.
ZONA TAMPÃO: uma área em que uma praga específica não está presente, ou o nível de
ocorrência é baixo e está oficialmente controlada. Inclui ou está adjacente a uma área infestada, um local de produção infestado, uma área livre de pragas, um local de produção livre de pragas ou um sítio de produção livre de pragas. Nessa área medidas fitossanitárias são realizadas para prevenir a disseminação das pragas.
PORTARIA Nº 29, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21024.001601/2004-73, resolve:
Art. 1º Credenciar o Laboratório de Fitopatologia da Empresa Mato-Grossense de Pesquisa e Extensão Rural S/A, CNPJ nº 33.886.778/0001-97, situado na Rua do Pintado s/nº, Bairro Ponte Nova, CEP 78.115-100, Várzea Grande/MT, para realizar Análises na Área de Diagnóstico Fitossanitário, em amostras oriundas do controle oficial e programas específicos do MAPA.
Art. 2º Estabelecer que o escopo do credenciamento ficará disponível no sítio eletrônico do MAPA, com atualizações periódicas a cada avaliação ou solicitação de ampliação de escopo, mantendo disponíveis os arquivos anteriores.
Art. 3º Fica revogada a Portaria nº 217, de 01/12/2005, D.O.U nº 231, de 02/12/2005, Seção 1, pág.: 26.
Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 31, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETARIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe conferem os art. 9º e 42 do anexo I do Decreto nº 5.351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto no artigo 3º da Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989, e na Instrução Normativa nº 18, de 22 de maio de 2007, e o que consta do Processo nº 21028.002433/2008-27, resolve:
Art. 1º Credenciar a entidade pública de pesquisa Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - EPAMIG, através do Centro Tecnológico do Triângulo e Alto Paranaíba - CTTP, Fazenda Experimental Getúlio Vargas, CNPJ nº 17.138.140/0022-58, localizada à Rua Afonso Rato nº 1.301, Bairro Mercês, Município de Uberaba, Estado de Minas Gerais, para desenvolver experimentação e pesquisa e para fornecer laudos de eficiência e praticabilidade agronômicas e de resíduos para fins de registro de agrotóxicos e afins.
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Nº 28, terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
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COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
PORTARIA Nº 32, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21000.002820/2007-91, resolve:
Art. 1º Credenciar a Clínica Fitossanitária do Departamento de Fitopatologia da Universidade Federal de Lavras, CNPJ nº 22.078.679/0001-74, situada no Campus da UFLA, CEP 37.200-000, Lavras-MG, para realizar Análises na Área de Diagnóstico Fitos-sanitário, em amostras oriundas do controle oficial e programas es-pecíficos do MAPA.
Art. 2º Estabelecer que o escopo do credenciamento ficará disponível no sítio eletrônico do MAPA, com atualizações periódicas a cada avaliação ou solicitação de ampliação de escopo, mantendo disponíveis os arquivos anteriores.
Art. 3º Fica revogada a Portaria nº 49, de 19 de dezembro de 2000. D.O.U nº 1, de 2 de janeiro de 2001, Seção 1, pag.: 17.
Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 33, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21044.001708/2007-26, resolve:
Art. 1º Credenciar o Laboratório de Diagnóstico Fitossa-nitário do Departamento de Fitopatologia e Entomologia da Uni-versidade Federal Rural do Rio de Janeiro, CNPJ nº 29.427.465/0001-05, situado no Campus da UFRRJ, BR 465, Km 07, CEP 23.851-970, Seropédica-RJ, para realizar Análises na Área de Diagnóstico Fi-tossanitário, em amostras oriundas do controle oficial e programas específicos do MAPA.
Art. 2º Estabelecer que o escopo do credenciamento ficará disponível no sítio eletrônico do MAPA, com atualizações periódicas a cada avaliação ou solicitação de ampliação de escopo, mantendo disponíveis os arquivos anteriores.
Art. 3º Fica revogada a Portaria nº 39, de 01/10/2002. D.O.U nº 192, de 03/10/2002, Seção 1, pág.: 9.
Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 34, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21000.002825/2007-13, resolve:
Art. 1º Credenciar o Laboratório de Genética Molecular do Departamento de Biotecnologia Vegetal da Universidade Federal de São Carlos, CNPJ nº 45.358.058/0001-40, situado no Campus de Araras, Via Anhanguera, Km 174, CEP 13.600-970, Araras-SP, para realizar Análises na Área de Diagnóstico Fitossanitário em amostras oriundas do controle oficial e programas específicos do MAPA.
Art. 2º Estabelecer que o escopo do credenciamento ficará disponível no sítio eletrônico do MAPA, com atualizações periódicas a cada avaliação ou solicitação de ampliação de escopo, mantendo disponíveis os arquivos anteriores.
Art. 3º Fica revogada a Portaria nº 138, de 09 de agosto de 2004, D.O.U: nº 159, de 18 de agosto de 2004.
Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 35, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21028.000020/2000-51, resolve:
Art. 1º Cancelar o credenciamento, a pedido, do Laboratório de Controle de Qualidade Campo Biotecnologia Vegetal Ltda, CNPJ 05.043.652/0001-27, situado na Rodovia LMG-658-Km 55, Projeto Mundo Novo, CEP 38600-000, Paracatu/MG, credenciado para rea-lizar Análises na Área de Diagnóstico Fitossanitário.
Art. 2° Fica revogada a Portaria nº 41, de 29/10/2002, D.O.U nº 224, de 20/11/2002, Seção 1, pág.: 6.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 36, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21000.003373/2007-97, resolve:
Art. 1º Credenciar o INSTITUTO BIOLÓGICO, nome em-presarial Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, CNPJ nº 46.384.400/0024-35, situado na Av. Conselheiro Ro-drigues Alves, nº 1252, Vila Mariana, CEP 04014-002, São Paulo/SP, para realizar Análises na Área de Diagnóstico Fitossanitário, em amostras oriundas do controle oficial e programas específicos do M A PA .
Art. 2º Estabelecer que o escopo do credenciamento ficará disponível no sítio eletrônico do MAPA, com atualizações periódicas a cada avaliação ou solicitação de ampliação de escopo, mantendo disponíveis os arquivos anteriores.
Art. 3º Ficam revogados os seguintes atos: Portaria nº 19, de 07/05/2003. D.O.U nº 88, de 09/05/2003, Seção 1, pág.: 11. Portaria nº 20, de 07/05/2003. D.O.U nº 88, de 09/05/2003, Seção 1, pág.: 11. Portaria nº 1, de 23/01/2003. D.O.U nº 18, de 24/01/2003, Seção 1, pág 4. Portaria nº 2, de 23/01/2003. D.O.U nº 18, de 24/01/2003, Seção 1, pág 4. Portaria nº 3, de 23/01/2003. D.O.U nº 18, de 24/01/2003, Seção 1, pág 4.
Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 37, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21000.003947/2008-16, resolve:
Art. 1º Credenciar o INSTITUTO BIOLÓGICO, nome em-presarial Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, CNPJ nº 46.384.400/0024-35, situado na Rodovia Heitor Pen-teado Km 3, Bairro Palmeiras, CEP 13.092-543, Campinas/SP, para realizar Análises na Área de Diagnóstico Fitossanitário, em amostras oriundas do controle oficial e programas específicos do MAPA.
Art. 2º Estabelecer que o escopo do credenciamento ficará disponível no sítio eletrônico do MAPA, com atualizações periódicas a cada avaliação ou solicitação de ampliação de escopo, mantendo disponíveis os arquivos anteriores.
Art. 3º Ficam revogados os seguintes atos: Portaria nº 4, de 23/01/2003. D.O.U nº 18, de 24/01/2003, Seção 1, pág 5. Portaria nº 5, de 23/01/2003. D.O.U nº 18, de 24/01/2003, Seção 1, pág 5. Portaria nº 6, de 23/01/2003. D.O.U nº 18, de 24/01/2003, Seção 1, pág 5. Portaria nº 7, de 23/01/2003. D.O.U nº 18, de 24/01/2003, Seção 1, pág 5. Portaria nº 8, de 23/01/2003. D.O.U nº 18, de 24/01/2003, Seção 1, pág 5. Portaria nº 9, de 23/01/2003. D.O.U nº 18, de 24/01/2003, Seção 1, pág 5
Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 38, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21028.002441/2008-73, resolve:
Art. 1º Credenciar o Laboratório de Saúde Animal do Ins-tituto Mineiro de Agropecuária, CNPJ nº 65.179.400/0001-51, situado na Av. do Contorno, nº 1707-A, Bairro Floresta, CEP 30.110-005, Belo Horizonte/MG, para realizar Análises na Área de Diagnóstico Animal em amostras oriundas do controle oficial e programas es-pecíficos do MAPA.
Art. 2º Estabelecer que o escopo do credenciamento ficará disponível no sítio eletrônico do MAPA, com atualizações periódicas a cada avaliação ou solicitação de ampliação de escopo, mantendo disponíveis os arquivos anteriores.
Art. 3º Ficam revogados os seguintes atos: Portaria nº 25, de 8 de abril de 2003, D.O.U. nº 70, de 10 de abril de 2003, Seção I, pág:. 9 e Portaria nº 4, de 8 de janeiro de 2004, D.O.U. nº 6, de 9 de janeiro de 2004, Seção I, pág:. 3.
Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 39, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21000.002828/2007-57, resolve:
Art. 1º Credenciar o Laboratório de Fitopatologia da Central Analítica da APESC - Associação Pró-Ensino em Santa Cruz do Sul, CNPJ nº 95.438.412/0001-14, situado na Avenida Independência,
2293, Bairro Universitário, CEP 96815-900, Santa Cruz do Sul/RS, para realizar Análises na Área de Diagnóstico Fitossanitário em amostras oriundas do controle oficial e programas específicos do M A PA .
Art. 2º Estabelecer que o escopo do credenciamento ficará disponível no sítio eletrônico do MAPA, com atualizações periódicas a cada avaliação ou solicitação de ampliação de escopo, mantendo disponíveis os arquivos anteriores.
Art. 3º Fica revogada a Portaria nº 16, de 16/07/2001. D.O.U nº 143, de 25/07/2001, Seção 1, pág.: 39.
Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 40, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21000.000467/2008-95, resolve:
Art. 1º Credenciar o Laboratório Centro de Diagnóstico "Marcos Enrietti", nome empresarial Secretaria de Estado da Agri-cultura e do Abastecimento do Paraná, CNPJ nº 76.416.957/0001-85, situado na Rua Jaime Balão, nº 575, Campus I da Universidade Federal do Paraná, Bairro Hugo Lange, CEP 80.040-340, Curiti-ba/PR, para realizar Análises na Área de Diagnóstico Fitossanitário em amostras oriundas do controle oficial e programas específicos do M A PA .
Art. 2º Estabelecer que o escopo do credenciamento ficará disponível no sítio eletrônico do MAPA, com atualizações periódicas a cada avaliação ou solicitação de ampliação de escopo, mantendo disponíveis os arquivos anteriores.
Art. 3º Fica revogada a Portaria nº 199, de 27/12/1993. D.O.U nº 249, de 30/12/2008, Seção 1, pág.:21163.
Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 41, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21000.002773/2007-85, resolve:
Art. 1º Credenciar o Laboratório ALAC Ltda, CNPJ nº 94.088.952/0001-52, situado na Rua David Sartori, nº. 601, Alfân-dega, CEP 95720-000, Garibaldi-RS, para realizar Análises na Área de Biotecnologia e Organismos Geneticamente Modificados em amostras oriundas do controle oficial e programas específicos do M A PA .
Art. 2º Estabelecer que o escopo do credenciamento ficará disponível no sítio eletrônico do MAPA, com atualizações periódicas a cada avaliação ou solicitação de ampliação de escopo, mantendo disponíveis os arquivos anteriores.
Art. 3º Fica revogada a Portaria nº 57, de 8 de abril 2004. D.O.U nº 69, de 12 de abril de 2004, Seção 1, pag.: 10.
Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 42, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21000.002826/2007-68, resolve:
Art. 1º Credenciar o Laboratório de Análises Nematológicas do Departamento de Biotecnologia Vegetal da Universidade Federal de São Carlos, CNPJ nº 45.358.058/0001-40, situado no Campus Araras, Via Anhanguera, Km 174, CEP 13.600-970, Araras-SP, para realizar Análises na Área de Diagnóstico Fitossanitário em amostras oriundas do controle oficial e programas específicos do MAPA.
Art. 2º Estabelecer que o escopo do credenciamento ficará disponível no sítio eletrônico do MAPA, com atualizações periódicas a cada avaliação ou solicitação de ampliação de escopo, mantendo disponíveis os arquivos anteriores.
Art. 3º Fica revogada a Portaria nº 137, de 09 de agosto de 2004, D.O.U: nº 159, de 18 de agosto de 2004.
Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
PORTARIA Nº 43, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n° 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa nº 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo nº 21000.005924/2007-57, resolve: