AVALlAÇAO
DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICUL
zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
TURA(11
Vera Gallo Yahn*
INTRODUÇÃO
RESUMO
ZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
A v a l i a p e r i ó d i c o s b r a s i l e i r o s d e A g r i -c u l t u r a , c l a s s i fi c a d o s e m C i e n t i fi c o s , T é c -n i c o s e T é c n i c o - C i e n t i fi c o s , q u a n t o à s u a q u a l i d a d e c o m o c a n a l d e c o m u n i c a ç ã o , m e d i a n t e a a p l i c a ç ã o d o M o d e l o " D i r e t r i -z e s p a r a a a v a l i a ç ã o d e p e r i ó d i c o s c l e n t t fi -c o s e t é c n i c o s b r a s i l e i r o s " q u e t r a t a d o s a s p e c t o s : N o r m a l i z a ç ã o , D u r a ç ã o , P e r i o d i
-c i d a d e r e g u l a r ,
XWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
I n d e x a ç ã o , D i fu s ã o , C o l a -b o r a ç ã o e D i v i s ã o d e C o n t e ú d o e A u t o r i-d a -d e . S u g e r e a l t e r a ç õ e s IW M o d e l o , r e c o -n h e c e -n d o - l h e o v a l o r n ã o a p e n a s p a r a a a v a l i a ç ã o , m a s t a m b é m c o m o a u x i l i o p a r a a p r i m o r a m e n t o d e p e r i ó d i c o s .
Considerando a necessidade constante
de aprimoramento e atualização que têm
os profissionais das diferentes áreas,
con-seguidos em grande parte graças aos perió-dicos, e tendo em vista as funções básicas
desse veículo de comunicação (função
memória, função disseminação e função
social), sua avaliação é importante,
obje-tivando detectar-lhe os aspectos positivos
e negativos e gerar informações úteis ao
seu aperfeiçoamento.
Este estudo tem por objetivo detectar um núcleo de periódicos nacionais
(Cien-t(ficos (in 2): quando dedicam mais de
50% de seu conteúdo a artigos assinados,
resultantes de atividades de pesquisa, os
quais são identificados mediante descri-
zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
1
(1) Parte da dissertação apresentada pela autora ao IBICT/UFRJ. em 1983. para obtenção do grau de Mestre em Ciência da Informa-ção.•• Chefe da Seção de Publicações do Instituto AgronOmico de Campinas
IHGFEDCBA
39
AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
ABSTRACT
ZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
B r a z i l i a n j o u r n a l s o f A g r i e u l t u r e c l a s s i -
XWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
f i e d a s S c i e n t i f i c , T e c h n i c a l a n d T e c h n i -e a l - S c i -e n t i fi -e a r e e v a l u a t e d b y m e a n s o f t h e M o d e l " D i r e c t r i x fo r e v a l u a t i n g B r a -z i l i a n s c i e nt i f i c a n d t e c h n i c a l j o u r n a l s " t h a t d e a l s w i t h s e v e n a s p e e t s : S t a n d a r d i -z a t i o n , D u r a t i o n , F r e q u e n e y o f a p p e a r a n -e -e , I n d e x i n g , D i s s e m i n a t i o n , C o l a b o r a t i o n a n d C o n t e n t s D i v i s i o n , a n d A u t h o r i t y . I t s u g g e s t s a l t e r a t i o n t o t h e M o d e l . a n d j u s t i -fi e s i t s a p p l i e a t i o n i n t h e i m p r o v e m e n t o f
t h e j o u r n a l s t h e m s e l v e s .
IHGFEDCBA
40
Zootecnia, Brasil Florestal e Revista do
Instituto de Laticínios Cândido Tostes).
AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
MÉTODO
Para avaliar a qualidade dos
periódi-cos como canal de comunicação foi
em-pregado o Modelo denominado
"Diretri-zes para a avaliação de periódicos
científi-cos e técnicientífi-cos brasileiros" elaborado por
pesquisadores do IBICT (BRAGA &
OBERHOFER, 2). Esse Modelo está
fun-damentado no documento emitido por
um Grupo de Trabalho que se reuniu em
1964 em Rio Piedras, Porto Rico, sob o
patrocínio da UNESCO (7), a fim de
es-tudar os problemas dos periódicos
cientí-ficos e técnicos latino-americanos,
docu-mento esse que contém uma série de
cri-térios e condições que, mediante a
atri-buição de pontos, classificam o periódico
em categorias variando de "deficiente" a
"excelente".
O Modelo (Anexo I) empregado no
presente trabalho inclui sete critérios
re-lacionados com as funções básicas dos pe-riódicos, a saber:
Funções básicas a serem avaliadas
Memória e disseminação Memória
Disseminação D-isseminação
Memória e disseminação Memória e disseminação "-ria e disseminação
Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação 18(3/4) :39/53, De .•,,;5 41
ções internas, denominadas Método,
Re-sultados, Conclusão ete.; Técnicos (in 2): quando dedicam mais de 50% de seu.
con-teúdo a artigos assinados, emitindo
opi-niões, pontos de vista etc. de especialistas
sobre determinados assuntos, mas não
re-sultantes de atividades de pesquisa; e
Téc-nico-Científicos: quando apresentam
nú-meros iguais de artigos Científicos e
Téc-nicos especializados em Agricultura, pela
aval iação do seu desempenho como canal
de comunicação formal da área em
rela-ção às funções: memória e disseminarela-ção,
núcleo esse obtido via aplicação do
mo-delo "Diretrizes para a avaliação de
perió-dicos científicos e técnicos brasileiros"
(in 2), neste trabalho designado por mo-delo.
COSo Assim, considerando sua
categoriza-ção quanto ao tipo de artigos publicados nos periódicos da citada Lista, Dão foram
incluídos neste estudo, os títulos em
ní-vel de extensão/divulgação e que
even-tualmente incluem artigos técnicos.
Em concordância com os critérios
ado-tados (a própria categorização de Lista do SNIDA e a delimitação da área de estudo) e tendo em vista que não foi possível
in-cluir 20 títulos, cujas coleções estavam
incompletas nas bibliotecas dos Estados
de São Paulo e Rio de Janeiro na época em que se realizou a coleta de dados, a
li-teratura-fonte compõe-se de 56 títulos
es-pecializados, isto é, que publicam artigos
Científicos e/ou Técnicos em Agricultura
e áreas correlatas às Ciências Agrícolas.
Dos 56 títulos, 49
,
são Científicos, trêssão Técnicos (Natureza em Revista,
Co-municações Científicas da Faculdade de
--Medicina Veterinária e Zootecnia da
Uni-versidade de São Paulo e Informe
Agrope-cuário da Empresa de Pesquisa
Agrope-cuária de Minas Gerais) e quatro são
Téc-nico-Científicos (Informativo do INT,
Para o estabelecimento da
literatura-fonte, tendo em vista a avaliação do
de-sempenho dos periódicos como canal de
comunicação, foi utilizada a Lista Básica
de Publicações Seriadas Brasileiras na
Área de Ciências Agrícolas e Afins, do
Sistema Nacional de Informação e
Docu-mentação Agrícola (SNIDA, 5) de 1978,
em sua parte referente a periódicos,
ex-cetuando-se os títulos, ligados às áreas de
Economia e Administração Rural e
Socio-logia Rural. Nessa Lista há uma
categori-zação dos títulos: os que apresentam
arti-gos de nível científico em Agricultura ou
em áreas correlatas às Ciências Agrícolas, mas de interesse para o setor agdcola, e aqueles em nível de extensão/divulgação,
que eventualmente incluem artigos
técni-Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação 18(3/4): 39/53. Dez/8S MATERIAL
Critérios
Normalização .
Duração .
Periodicidade regular .
Indexação .
Difusão .
Colaboração e Divisão de Conteúdo .
Autoridade .. . . .
AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA AVALlAÇI,o DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
A cada critério corresponde um
con-junto de variáveis às quais são atribu ídos
pontos, desde que preenchidas
determi-nadas condições.
A avaliação é feita via uma escala de
zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
valoração, onde o número de pontos
ob-tido pelo periódico cor responde a um
de-sempenho, variando de Fraco a Muito
Bom (Anexo 11). Segundo os autores do
Modelo, "a escolha dos critérios foi
nor-teada por sua apl icabil idade (existência
de ferramentas para coleta e análise).
pe-las características pecul iares aos
periódi-cos nacionais - restrições editoriais
eco-nômicas, tipográficas etc. - e,
principal-mente, pela validade que conferem ao jul-gamento de qualidade de duas funções
bá-sicas das publicações periódicas, isto é,
função memória - arquivo de
conheci-mento - e função disseminação -
trans-missão ampla de idéias (2).
Foram utilizados como ferramentas da
avaliação:
a) os guias de periódicos: nacionais
-Periódicos Brasileiros em Ciência e
Tecno-logia (in 4) e internacionais o ULRICH'S
(6):
b) o Catálogo Coletivo do IBICT (3);
c) os primeiros e os últimos volumes
dos periódicos em avaliação, e
d) a folha de coleta - formulário para
avaliação de periódicos científicos e
técni-cos brasileiros.
Separados os primeiros e os últimos
volumes de cada tftulo a ser avaliado,
ti-vemos o cuidado de examiná-Ios capa a
capa, tendo em vista a identificação de
al-gumas variáveis. Assim, quanto ao
crité-rio Normalização, as normas para
apresen-tação de originais ou instruções para o
autor ou normas para redação de
manus-critos etc. geralmente aparecem nas
con-tracapas ou nas páginas iniciais ou finais
dos periódicos. Sumário e ISSN (número
internacional normalizado para
publica-ções seriadas) estão geralmente nas capas
e página de rosto. A legenda
bibliográfi-ca pode estar indibibliográfi-cada em qualquer
posi-ção nas páginas internas, não exigindo o
modelo obediência às normas da
ASSO-CIAÇÃO BRASI LEI RA DE NORMAS
TÉCNICAS (ABNT) (1).
O grupo de variáveis referentes aos
ar-tigos (filiação do autor, resumos,
descri-tores) foi facilmente encontrado na
pági-na inicial e/ou fipági-nal de cada artigo.
Para o critério Duração, utilizamos o
PBCT, o Catálogo Coletivo do IBICT e o
próprio periódico, atribuindo-lhe um
pon-to a cada dois anos de sua publicação
ininterrupta. Por exemplo: Bragantia teve
seu 19 volume em 1941; em 1953, não
foi publicada; o volume 12 é de 1952 e, o
13, de 1954. Assim para o critério
Dura-ção, Bragantia obteve 19 pontos. Para
pe-riódicos que apresentaram volumes
com-pactados, acumulando, por exemplo, dois
ou mais anos, procedemos de maneira
igual àqueles que tiveram interrupção. ~ o
caso da Revista Ceres: por apresentar
vo-lume abrangendo diversos anos, obteve
neste critério 16 pontos.
Para Periodicidade Regular,
consulta-mos a própria revista, verificando sua
pe-riodicidade, principalmente nos três
últi-mos anos, pois o PBCT não vai além de
1977. Trtulos apresentando muitos
fascí-culos compactados deixaram de ganhar
ponto neste critério. Foi o caso, por
exemplo, dos periódicos: Arquivos do
Ins-tituto Biológico, que se diz trimestral, e
do Biológico, mensal, que apresentaram
fascículos compactados, indicando
perio-dicidade irregular.
Para os critérios Duração e
Periodicida-de, consideramos o periódico segundo seu
último título no Catálogo Coletivo do
IBICT (3) ..
Para a indexação, consultamos o PBCT
e o Ulrich's,mas, muitas vezes, o próprio
periódico indica em que serviços ele é
in-dexado,
Para Difusão, utilizamos, para a
variá-vel tiragem, o PBCT, o Ulrich's ou o
pró-prio periódico; a variável completeza
(existência de 75% da coleção completa
nas bibliotecas) foi verificada no Catálogo
Coletivo do IBICT" e o fornecimento de
separatas, no próprio periódico, que
geral-mente o traz explicitado junto às normas
de apresentação dos originais.
Para Colaboração e Divisão de
Conteú-do e Autoridade, foram suficientes os
fas-cículos dos periódicos. Consideramos a
participação de artigos de autores
estran-geiros ou nacionais de duas ou mais
re-giões ou instituições do País, tomando por
base volumes inteiros e não fascículos
avulsos. Quanto ao critério Autoridade, o
Modelo atribui cinco pontos quando a
Comissão Editorial é formada por
especia-listas de comprovada competência: como
é difícil essa verificação, por ser conceito
bastante relativo, atribu ímos cinco
pon-tos ao periódico que tem Comissão
Edito-rial, independentemente de comprovada
competência dos especial istas.
Na aplicação do Modelo, algumas
difi-culdades foram encontradas
especifica-mente quanto às ferramentas, a saber:
- O PBCT, editado em 1977,
encon-tra-se defasado, uma vez que muitos
pe-riódicos sofreram alterações, ou mesmo
desapareceram, e outros surgiram e,
con-seqüentemente, não constam dele. Por
outro lado, alguns títulos não foram
en-contrados no UI rich 's,
- Muitas vezes, os próprios periódicos
e também os guias PBCT e Ulrich's não
trazem elementos como tiragem e
inclu-são em bibliografias ou revistas de
resu-mos brasileiros e/ou estrangeiras.
- Alguns periódicos não apresentam
ficha catalográfica nem mencionam suas
interrupções ou suspensões, o que
dificul-ta a avaliação de sua duração, periodicida-de e mesmo do 75% da coleção completa.
Outra dificuldade é que muitos
perió-dicos são recentes, não havendo tempo de aparecerem em fontes secundárias. Por
is-so, torna-se difícil julgar com
equanimida-de títulos recentes e títulos mais antigos.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
O resultado da avaliação está na tabela
1, onde se explicitam os pontos obtidos
em cada um dos sete critérios
incorpora-dos ao Modelo, bem como o total de
pon-tos, que reflete o nível de desempenho
obtido para cada um dos títulos em
ava-liação.
Os critérios incorporados ao Modelo,
quando apl icados nos periódicos da área
de Agricultura, apresentaram a seguinte
variação de pontos:
~
TABELA 1~
PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
Ordem decrescente de desempenho
»
Títulos Norma-zação Duração Periodi-cidade Indexação Difusão Colab, e Div, Autori-
<
de Conteúdo dade Total Desempenho
»
CzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
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ZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
T Arquivos da Escola de Veteriná-»
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Minas Gerais ODI
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2) Anais da Academia Brasileira de OmDI
Ciências 14 26 3 56 64 12 8 183 Muito Bom -o
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18 13 O 48 68 9 5 161 Muito Bom
0-co O
al 5) Ciência e Cultura 18 16 5 27 66 14 8 154 Muito Bom o
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O6) Biológico 20 23 O 54 36 9 5 147 Muito Bom fJ)
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alli 7) Arquivos de Biologia e Tecnolo- li
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1 62 39 9 5 r3 Científica 20 3 ;39 Muito Bom m
iii'
9) Revista de Agricultura 18 28 3 49 24 11 5 138 Muito Bom li
li
O O 10) Revista Brasileira de Biologia 18 20 3 41 29 13 8 132 Muito Bom fJ)
o n
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Anais da Escola Superior de Oc m
3 Agricultura Luiz de Queiroz 14 18 O 36 44 9 5 126 Muito Bom
»
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O 34o
..
Bragantia 18 19 44 4 5 124 Muito Bom liDI
..,
o
••
13) Boletim da Indústria Animal 18 17 1 37 40 5 5 123 Muito Bomo C
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14 Revista Ceres 18 16 4 34 39 5 5 r
co 121 Muito Bom
-+
W
15 Experientiae 18 10 5 34 38 5 5 C
...
115 Muito Bom
:o
~
3 )
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16) Pesquisa Agropecuária Brasileira 20 7 1638
IHGFEDCBA
14
5
103
Muito BomU1
17)
Revista Theobroma20
5
3
19
38
12 5 102 Muito Bom~
18) Acta Amazônica 18 5 3 14 34 12 8 94 Muito Bom CO 4
co 19) Informativo do INT 14 6 59 O O
83 Muito Bom
N
...
co
20) Zootecnia 12 9 3 22 22 10 5 83 Muito Bom
111
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Nor~a- Duração Periodi- Colab. e Div.
Autori-li
Títulos Indexação Difusão Total Desempenho
<
cidade de Conteúdó dade
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05010 14 36 1 17 3 5 5 81 Muito Bom!!!, 22) Papéis Avulsos de Zoologia 14 7 O 7 33 12 5 78 Bom
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Q.
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Rurais 18 5 3 19 24 9 O 78 Bomr CD
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»
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25) Anais da Escola de Agronomia e O
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n Veterinária da Universidade Fe- 18 5 O 2 32 5 5 67 Bom
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3 26) Boletim do Instituto Oceanográ- li
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fico 16 15 1 14 14 2 5 67 Bom
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28) 18 O 6 21 7 5 67 Bom O
c I heríngia. Série Zoologia 10 fJ)
3
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29) Revista do I nstituto de Laticí- (D:l
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30) Seiva 18 10 19 10 5 5 67 Bomo....• r
31 ) Anais da Sociedade Entomológi-
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W ca do Brasil 18 4 1 7 13 12 8 63 Bom O
...
~
Summa Phytopathologica 18 3 O 2 18 14 8 63 Bom t nOw
10 O 4 39 2 5 62 Bom m
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O cias Agrárias do Pará 19 3 O 7 26 O 5 60 Bom
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1 oN Ciência e Prática 18 2 2 27 5 5 60 Bom C
...
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111
Hoehnea 18 4 O 9 19 5 5 60 Bom -i
C
Fitopatologia Brasileira 18 3 2 2 15 11 8 59 Bom ::o
»
Ecosistema 20 2 O 2 13 14 5 56 Bom
IPEF 14 5 1 2 20 9 5 56 Bom
Agronomia Sulriograndense 18 8 1 4 10 9 5 55 Mediano Boletim do Instituto de Pesca 18 4 O 2 20 5 5 54 Mediano
AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
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AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
Critério Normalização. Duração .... Periodicidade. Indexação . Difusão .
Colaboração e Divisão de Conteúdo
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Pelos pontos obtidos no critério
Nor-mal ização (de 10a 20), pode-se
depreen-der que os periódicos da área, pelo menos
quanto às variáveis definidas no Modelo,
apresentam uma tendência à
normaliza-ção. Seis periódicos obtiveram para este
critério o total de 20 pontos: Biológico,
Científica, Ecossistema, Pesquisa
Agrope-cuária Brasifeira, Revista do Instituto
Adolfo Lutz e Revista Theobroma, e 30
obtiveram 18 pontos.
Quanto à Duração ou tempo
ininter-rupto de existência, e cujo número de
pontos variou de 1 a 36, destacam-se os
seguintes periódicos: O Solo, com 36
pon-tos; Revista de Agricultura, com 28;
Anais da Academia Brasileira de Ciências,
com 26; Biológico, com 23; Revista
Bra-sileira de Biologia e Revista do Instituto
Adolfo Lutz, com 20 pontos cada uma,
e Bragantia, com 19. Os resultados para
esse critério podem estar refletindo não
só a pouca idade de certos periódicos,
mas também as interrupções ocorridas
du-rante sua existência (indicador de
sobrevi-vência) ou, ainda, as mudanças no título .
O critério Periodicidade, com pontos
obtidos de Oa 5, e com 25 periódicos sem
ponto algum, mostra claramente a falta
Variação de pontos
10 - 20
1 - 36
0-5
2 - 1091 - 76
0-19
0-8
de period icidade, ou melhor, a
irregulari-dade dos periódicos nacionais da área
considerada; além disso, aqueles que se
di-zem com periodicidade regular
apresen-tam, muitas vezes, números atrasados
e/ou cornpactados.
O critério Indexação, inclusão em
'bi-bliografias ou revistas de resumos
brasilei-ros e/ou estrangeiras, apresentou pontos
variando de 2 a 109. Arquivos da Escola
de Veterinária da Universidade Federal de
Minas Gerais obteve 109pontos;
Científi-ca, 62; Anais de Academia Brasileira de
Ciências, 56; Biológico, 54; Revista de
Agricultura, 49, e Arquivos do Instituto
Biológico, 48. Esse critério é
internacio-nalmente aceito e indica julgamento de
qualidade já consolidado, pois, quanto
mais numerosa a inclusão em serviços de
indexação, maior a disseminação. Tais
ser-viços, além de facilitar o acesso à
informa-ção, são quase sempre seletivos e, por
is-so, a inclusão do periódico reflete um
re-conhecimento positivo da qualidade dos
seus artigos .
No critério Difusão, cuja aplicação no
Modelo indicou pontos variando de 1 a
76, a Revista do Instituto Adolfo Lutz
obteve 76 pontos; Arquivos de Biologia e
46 .~ eu ou
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Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação 18(3/4): 39/53, Dez/85
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AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
Tecnologia, 69; Arquivos do I nstituto e um periódicos, cerca de 73%, obtiveram
Biológico,
zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
68; Ciência e Cultura, 66; cinco pontos nessecritério.Anais da Academia Brasileira de Ciências, Esse percentual é elevado e reflete ~
64; Informativo do. INT, 59; Arquivos da preocupação dos editores quanto ao
julga-Escola de Veterinária da Universidade Fe- mento dos artigos que estão publicando.
deral de Minas Gerais, 47 e Anais da Esco- Pode-se, portanto, dizer que há na área
Ia Superior de Agricultura Luiz de Ouei- uma tendência não testada de introduzir
roz e Bragantia, 44 pontos cada um. filtros de qualidade, que têm em vista
me-Quanto ao critério Colaboração e Divi- Ihorar a qualidade do material a ser
publi-são de Conteúdo, cujos pontos variaram cado e consolidar os padrões e a
integrida-de O 19, a Revista Brasileira integrida-de Ciência do de do próprio periódico.
Solo obteve 19 pontos; Ciência e Cultura, Geralmente, os periódicos
institucio-Pesquisa Agropecuária Brasileira, Summa nais, como Bragantia, Biológico e Anais
Phytopathologica e Ecossistema, 14 pon- da Escola Superior de Agricultura Luiz de
tos cada uma; Revista Brasileira de Biolo- Queiroz, têm Corpo Editorial formado
gia, 13 pontos; Acta Amazônica, Anais da por elementos da própria instituição,
en-Academia Brasileira de Ciências, Anais da quanto aqueles das sociedades
profissio-Sociedade Entomológica do Brasil, Revis- nais ou de associações culturais, como
Fi-ta Theobroma e Papéis Avulsos de Zoolo- topatologia Brasileira e Anais da
Socieda-gia, 12 pontos cada u~a. de Entomológica do Brasil têm Comissão
Quanto ao critério Autoridade, os pon- Editorial formada por especialistas de
vá-tos obtidos foram O, 5 e 8, uma vez que rias instituições e/ou regiões do País.
seis periódicos não mencionavam a exis- A mencionada tabela 1 mostra que,
tência de Comissão Editorial. Dos 56 pe- dos 56 periódicos avaliados, 21 (=-38%)
riódicos avaliados, 9 tiveram 8 pontos, obtiveram desempenho Muito Bom, com
por estar clara a existência de Comissão um total de pontos variando de 81 a 198;
ou Corpo Editorial formado por especia- 18 periódicos (=-32%) tiveram desmpenho
listas de diferentes instituições, como: Bom, com um total de pontos variando
Acta Amazônica, Anais da Academia Bra- de 56 a 78, e 17 (=-30%), desempenho
sileira de Ciências, Anais da Sociedade Mediano, com um total de pontos
varian-Entomológica do Brasil, Ciência e Cultu- do de 32 a 55.
ra, Arquivos de Biologia e Tecnologia, Fi- Na aplicação do Modelo, o maior
nú-topatologia Brasileira, Revista Brasileira mero de pontos foi obtido pelos
seguin-de Biologia, Revista da Sociedaseguin-de Brasilei- tes periódicos: Arquivos da Escola de
Ve-ra de Zootecnia e Summa Phytopatholo- terinária da Universidade Federal de Mi·
gica. Seis periódicos não mencionam a nas Gerais (198); Anais da Academia
Bra-existência de Comissão ou Corpo Edito- sileira de Ciências (183); Revista do
Insti-rial, citando, alguns deles, apenas um edi- tuto Adolfo Lutz (171); Arquivos do I
ns-tor ou um redans-tor responsável. Quarenta tituto Biológico (161) e Ciência e Cultura
48 Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação 18(3/4): 39/53, Dez/85
AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
(154), classificados respectivamente em
19,29,39,49 e 59 lugares.
o
núcleo de periódicos obtido com aaplicação do Modelo foi determinado via
média de seu desempenho (valor médio
=-84) e resultou em 18 títulos. O ponto
de corte para o estabelecimento do
nú-cleo está assinalado na tabela 1.
Os resultados obtidos pela aplicação
do Modelo pareceram-nos aceitáveis pelas seguintes razões:
.•
a) embora fundamentado no
docu-mento da UNESCO (7), o Modelo
procu-ra lidar com as restrições inerentes à
lite-ratura periódica nacional;
b) embora tenha limitações
principal-Critério Variável
••
Periodicidade I ntervalo regular de apariçãomente quanto à aplicabilidade
(ferramen-tas), ele se destaca por sua objetividade,
simplicidade, relativa facilidade de
aplica-ção, e abrangência, uma vez que os
crité-nos utilizados sao embasados nas
princi-pais funções dos periódicos: memória e
disseminação.
Além disso, nossa experiência com a
aplicação do Modelo leva-nos a dar as se-guintes sugestões para seu aprimoramen-to:
a] Quanto à vai idação do Modelo para
a avaliação de periódicos Técnicos e
Téc-nico-Científicos há necessidade de mais
estudo, dado que a população de títulos
anal isada é composta principalmente de
periódicos Científicos.
b) Quanto àatribuição de pontos:
- No critério Periodicidade, julgamos
que a atribuição de 5 pontos ao periódico que aparece doze vezes ao ano é baixa (ou inexpressiva) em comparação com aquele que aparece seis vezes ao ano e recebe 4
pontos. Sugerimos a reformulação da
atribuição de pontos (1, 2, 3, 4 e 5
pon-tos), conforme esquema seguinte:
Condição Pontos
2 vezes ao ano 3 vezes ao ano 4 vezes ao ano 6 vezes ao ano 12 vezes ao ano
1 2 4 5 8
- No critério Autoridade, o Modelo
atribui cinco pontos quando a Comissão
Editorial for formada por especialistas de
comprovada competência. Por ser a
com-provada competência conceito relativo e
de difícil avaliação, sugerimos a seguinte
AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
Critério Variável
Autoridade Comissão (ou Corpo)
Editorial
CONCLUSÕES
Embora o Modelo de avaliação
utiliza-do para fins de estabelecimento de núcleo
de periódicos de Agricultura apresente
li-mitações que podem acentuar-se quando
empregado isoladamente, sugerimos seja
considerada opinião do pesquisador, uma
vez que a combinação de métodos poderá
apresentar resultados mais confiáveis. Ao
lado das sugestões apresentadas tendo em
vista seu aprimoramento e validação, o
Modelo é útil principalmente por facilitar
aos editores e aos membros de comissões
editoriais o conhecimento de critérios
e/ou variáveis adequados à avaliação dos
periódicos, contribuindo, assim, para o
seu aperfeiçoamento, uma vez que
cons-tituem o mais importante canal de
comu-nicação.
REFEReNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS
T~CNICAS (ABNT).
XWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
N o r m a s A B N T s o-b r e
ZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
D o c u m e n t s ç õ o . Ed. atual. Rio deJa-neiro, 1978. 58p.
2 BRAGA, G.M. & OBERHOFER, C.A. Dire-trizes para a avaliação de periódicos cien-tfficos e técnicos brasileiros. R l l v i s t a L I J
-Condição Pontos
• Existência
• Conter elementos de diferentes
instituições
t i n o e r n e r i c e n e d e D o c u m e n t a ç ã o , 2 (1):
27·31, 1982.
3 INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMA· çÃO EM CI!:NCIA E TECNOLOGIA.
C a t á l o g o c o l e t i v o n a c i o n a l d e p u b l i c e
-ç õ e s p e r i ó d i c a s . Brasília, CNPq/1 BICT,
1982. (132 microfichas)
4 INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMA-çÃO EM CI!:NCIA E TECNOLOGIA.
P e r i ó d i c o s b r a s i l e i r o s e m C i ( } n c i a e T e c
-n o l o g i a ( P B C T J . Rio de Janeiro, I BICT,
1977. 165p.
5 SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO AGRICOLA (SN I DA). L i s t a b á s i c a d e p u b l i c a ç õ e s s e
-r i a d a s b -r a s i l e i -r a s n a á r e a d e c t ê n c t e s a g r í ·
c o l a s e a f i n s ; revisão 6. Brasrlla. 1978.
5Of.
6 ULRICH'S International Periodicals Direc-tory; a classified guide to current perio-dicals, foreign and domestico 1ged. New York & London, R.R. Bowker, 1980. 2212p.
7 UNESCO. Grupo de Trabajo para le Sele· ción de Revistas Científicas Latinoameri· canas. I n f o r m e F i n a l y R e c o m e n d a c i o ·
n e s . Rio Piedras, Puerto Rico, 1964.
Montevideo, Centro de Cooperación Cientffica de Ia UNESCO para Ia Ameri· ee Latina, 1964. Paginação irregular.
Revista Brasileira de BibliotllcOnomia e Documentação 18(3/4): 39/53, Dez/B5
3
5
UFPR - Se/SA
~ 'Ri ..
~OTECA
AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
ANEXO I
MODELO PARA AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS CIENT(FICOS
E TÉCNICOS
CRITÉRIO VARIÁVEL
1 NORMALIZAÇÃO
1 . 1 P e r i ó d i c o n o t o d o (no que se refere a normas
de apresentação de
originais).
1 . 2 F a s c l c u l o s 1.2.1 Sumário
1.2.2 Legenda
Bibliográfica 1,..2.31SSN
1 . 3 A r t i g o s
1.3.1 F il iação do autor
1.3.2 Resumos só na
Iíngua do texto ou
1.3.3 Resumos só em outra
Iíngua que não a do
texto ou
1.3.4 Resumos bil íngües
1.3.5 Descritores
~
2 DURAÇÃO
2 . 1 T e m p o I n i n t e r r u p t o d e e x i s t ê n c i a
3 PERIODICIDADE
3 . 1 I n t e r v a l o r e g u l a r d e aparição
CONDiÇÃO
.ser explícita
• ser explícita (ABNT)
• existência • existência
• existência
• indicação
• inclusão sistemática
• inclusão sistemática
• inclusão sistemática
• inclusão em mais da metade
dos artigos em cada fascículo
• a cada 2 (dois) anos
• 2 vezes ao ano
f 3 vezes ao ano
• 4 vezes ao ano • 6 vezes ao ano • 12 vezes ao ano
Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação 18(3/4): 39/53, Dez/85
PONTOS
4
5
4
1
2
3 2
2
4
2
1
2
AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
CRITÉRIO VARIÁVEL
41NDEXAÇÃO
ZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
4 . 1 I n c l u s ã o e m b i b l i o g r a fi a s , r e v i s t a s d e r e s u m o s
(abstractsl, etc.
zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
5DIFUSÃO
5 . 1 T i r a g e m
5 . 2 E x i s t ê n c i a d e c o l e ç õ e s r a z o a v e l m e n t e
c o m p l e t a s e m b i b l i o t e c a s b r a s i l e i r a s 5 . 3 S e p a r a t a s (reprints)
6 COLABORAÇÃO
E DIVISÃO DE
CONTEÜDO
6 . 1 A u t o r i a
6 . 2 C o m u n i c a ç ã o d e p e s q u i s a s e m a n d a m e n t o 6 . 3 C a r t a s
6 . 4 R e s e n h a s b i b l i o g r á fi c a s
6 . 5 A r t i g o s d e r e v i s ã o
7 AUTORIDADE
7 . 1 C o m i s s ã o ( o u c o r p o ) e d i t o r i a l
CONDiÇÃO PONTOS
• em cada serviço nacional • em cada serviço estrangeiro
e/ou internacional
2
5
• entre 1.000 e1.999
• entre 2.000 e2.999
• 3.000 e acima
• a cada bibl ioteca que possua ao menos 75% da coleção completa
1
2 3 1
• fornecimento explícito
• publicação de no mínimo 10%
de artigos de autores estrangeiros • publ icação de artigos de autores
de várias regiões do País
(no mínimo, 20%)
• existência regular, como seção do periódico
• existência regular, como seção do periódico
• existênc.ia regular, como seção do periódico
• inclusão regular (anualmente)
3
5
4
2
• se formada por especialistas de
comprovada competência
• ser interinstitucional
Fonte: BRAGA. G.M. & OBERHOFER, C.A. Djretrizes para a avaliação de periódicos cientlficos e técnicos brasileiros. Revista Latinoamericana de Documentación, 2 (1): 27·31, 1982.
Revista ~rasileira de Biblioteconomia e Documentação
XWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
1 8 ( 3 / 4 ) : 3 9 / 5 3 , D e z / 8 5AVALIAÇÃO DE PERiÓDICOS BRASILEIROS DE AGRICULTURA
ANEXO 11
ESCALA DE VALORAÇÃO
Número de pontos Desempenho
Fraco Mediano
Bom
Muito Bom
Até 30
Entre 31 a 55
Entre 56 e 80 Acima de 80
2
5
5
3