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Aula _Patologias Uterinas

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Academic year: 2021

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Patologias Uterinas

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• Geralmente descobertas somente na adolescência ou na jovem adulta

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ANOMALIAS

UTERINAS

Didelfo Septado Unicorno Bicorno Didelfo

(5)

MASSAS PÉLVICAS

O útero, pode ser afetado por

vários tipos de tumores benignos,

todos eles constituídos por

células provenientes de tecidos

do próprio órgão, que se

reproduzem de forma exagerada

e forma um tumor.

(6)

MASSAS PÉLVICAS

Leiomiomas Uterinos

• Os leiomiomas (miomas, fibromiomas) são tumores benignos do miométrio uterino

(músculo liso).

• Causa- desconhecida

• São os tumores uterinos benignos mais comuns;

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MASSAS PÉLVICAS

Leiomiomas Uterinos

-Fisiopatologia:

• Idade de 25 a 50 anos, mais comum em mulheres negras e propensas e distúrbios císticos;

• Pode regredir espontaneamente após a menopausa;

• Podem estar presentes em 40 a 50% das mulheres com mais de 35 anos;

• Acima de 50 anos: mais de 80% de mulheres negras e 70% de mulheres brancas

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MASSAS PÉLVICAS

Leiomiomas Uterinos

-Manifestação clínica:

• Pequenos miomas não causam sintomas; • Menos da metade causam sintomas;

• Primeira indicação pode ser massa palpável; • Sangramento irregular (metrorragia,

menorragia), podendo levar a anemia;

• Dor em consequência da pressão em órgãos adjacentes (sensação de peso na pelve).

• Já foi descrito na literatura um útero com 33,5Kg

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Classificação

Subserosos

Intramurais

Submucosos

(12)

Subseroso

O mioma subseroso é aquele localizado na porção mais externa da parede uterina, causando deformidade do contorno do órgão ou até mesmo se destacando do corpo uterino sendo nutrido por um pedículo vascular (pediculados).

(13)

Subseroso

MASSAS PÉLVICAS- Leiomiomas Uterinos

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Subseroso Intraligamentar

MASSAS PÉLVICAS- Leiomiomas Uterinos

 O leiomioma intraligamentar é uma variedade do leiomioma subseroso;  Origina-se nas proximidades do limite externo do útero e, assim, alcança sua localização sobre as lâminas do

ligamento largo. Com maior freqüência

(15)

Intramural

MASSAS PÉLVICAS- Leiomiomas Uterinos

O mioma intramural se encontra na sua maior porção na espessura da parede uterina causando pouca ou nenhuma deformidade da camada externa ou interna do útero.

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Submucoso

MASSAS PÉLVICAS- Leiomiomas Uterinos

• Desenvolve-se na camada mais interna do miométrico, no limite com o endométrio. Esta disposição permite que seu crescimento torne-se evidente à luz da cavidade uterina.

• Costuma ser único e sua presença geralmente provoca hemorragias, devido à ulceração do endométrio pouco espesso.

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• Origina-se nas células do músculo liso miometrial localizado no colo uterino.

• É um dos tumores mais freqüentes em mulheres maiores de 35 anos.

• Sinais e sintomas: assintomático,

metrorragia e/ou dor.

Cervical

(20)

-Diagnóstico

Exame Físico, Ultrassonografia

-Tratamento:

Miomectomia pode ser realizada para o pequeno tumor (por meio de um histeroscópio;

Histerectomia para tumores grandes ou numerosos;

Hormonioterapia (diminuir o estrógeno);

Frequentemente regride sozinho na menopausa;

-Complicação:

Infertilidade e aborto.

(21)

Caracteriza-se pela presença de glândulas e estroma endometrial dentro do

miométrio;

Patologia frequente em mulheres com idade acima dos 40 anos.

Responde aos hormônios ovarianos (estrógeno e progesterona) e, em

conseqüência, manisfesta-se através de episódios de metrorragia e dismenorréia.

MASSAS PÉLVICAS-

Adenomiose

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Pólipo uterino é uma projeção da

mucosa que pode ser:

• cervical (colo uterino) ou

• endometrial (revestimento interno do

útero).

• Dentre as pacientes com pólipos de colo

uterino, 40% apresentam

concomitantemente pólipos

endometriais.

(24)

• São causas de menorragia, metrorragia e dismenorréia; • Na maioria das vezes é

assintomático;

• A incidência aumenta com a idade durante os anos férteis; • Podem regredir

espontaneamente

(principalmente os menores); os maiores podem causar mais

menorragia;

• A chance de malignidade é menor que 5 %;

• Diagnóstico por histeroscopia;

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Pólipos Endometriais

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Pólipos Cervical ou Endocervical

• O seu crescimento provoca a formação de uma proeminência na entrada no colo do útero que se mantém unida a parede uterina por um

pedículo.

• A origem do pólipo endocervical pode ser em decorrência de um processo inflamatório mal sucedido ou pode ser uma resposta focal a ação de hormônios.

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Pólipos Cervicais e Endocervical

•Os pólipos mais volumosos e os com

pedículo mais longo podem ainda sair pela v ulva e serem percebidos pela mulher;

•  Pode haver hemorragia ou corrimento

fétido quando o pólipo apresenta sofrimento vascular.

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(30)

Cistos de Naboth

(31)

Cistos de Naboth

(32)

Cistos de Naboth

Definição: • Cisto cheio de muco, comumente observado na superfície do colo uterino.

(33)

Cistos de Naboth

Causas, incidência e fatores de risco:

• As glândulas mucosas (glândulas de Naboth) no colo uterino podem ficar cheias de

secreção devido ao bloqueio no ducto ou passagem da glândula.

• Conforme as secreções se acumulam, um nódulo arredondado e liso pode se formar sob a superfície do colo do útero e se tornar grande o suficiente para ser visto ou sentido durante o exame especular.

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Cistos de Naboth

• Cada cisto aparece como uma elevação pequena e branca, como uma pústula. Os cistos podem ocorrer isoladamente ou em grupos e, embora não sejam uma ameaça à saúde, são indicativos de infecção passada

ou recente ou de irritação no colo do útero.

• Os cistos são mais comuns em mulheres em idade reprodutiva, especialmente naquelas que já tiveram filhos.

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Cistos de Naboth

Sintomas:

Nenhum sintoma pode ser observado.

Sinais e exames:

• O exame ginecológico revela um nódulo

arredondado, pequeno e liso (ou um grupo de nódulos) na superfície do colo uterino. Em raras ocasiões, um exame colposcópico se faz necessário para distinguir os cistos de Naboth de outros tipos de lesões cervicais.

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Cistos de Naboth

Tratamento:

• Na maioria das vezes não é necessário nenhum tratamento.

• Pode ser necessário eletrocauterização ou drenagem (se estiver muito aumentado).

• Em raras ocasiões, os cistos podem se tornar tão numerosos ou grandes que o colo

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COLO UTERINO COM CISTOS DE

NABOTH

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Prolapso de Órgãos Pélvicos

Retocele

(41)

• A caída ou o deslizamento do útero de sua posição normal na cavidade pélvica para dentro do canal vaginal.

• Ocorre quando os ligamentos e músculos que sustentam o útero enfraquecem.

• O prolapso do útero é mais provável de ocorre depois da menopausa, quando o

baixo nível de estrógeno afeta a capacidade dos ligamentos de sustentar o útero.

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(43)

Prolapso Uterino- Fatores de Risco

 As condições seguintes podem causar prolapso do útero:  Gravidez / múltiplos partos com nascimento por parto

normal

 Enfraquecimento dos músculos pélvicos com o avançar da

idade

 Enfraquecimento ou perda do tônus tecidual após a

menopausa e redução do estrogênio natural

 Condições que levam a aumento da pressão

intra-abdominal como tosse crônica (pessoas com asma e bronquite), constipação intestinal, tumores pélvicos, acúmulo de líquido no abdome.

(44)

Sistema de classificação para graduar o “tamanho” do prolapso, podemos classificá-lo em 4 estágios:

• Primeiro grau: o colo uterino desce em direção à vagina • Segundo grau: o colo chega até a saída da vagina

• Terceiro grau: o colo ultrapassa a vagina e sai para fora dela

• Quarto grau: o útero todo está fora da vagina.

(45)
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(47)

Existem outras condições geralmente associadas com o prolapso uterino:

Prolapso de compartimento anterior

(cistocele) :

• uma herniação da parede vaginal anterior em

que parte da bexiga se projeta para dentro da

vagina, podendo levar a sintomas urinários

como incontinência, retenção, urgência,

freqüência.

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Existem outras condições geralmente associadas com o prolapso uterino:

• Prolapso de compartimento posterior; intestino

delgado e reto (retocele) é uma herniação de

alças de intestino delgado (o intestino fino) em direção à vagina.

• A herniação do reto em direção à vagina, pode

dificultar as evacuações, às vezes necessitando de auxílio manual (empurrando o reto prolapsado para poder conseguir evacuar) .

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Causas das condições associadas ao Prolapso uterino

• Estar acima do peso ou com obesidade

• Cirurgia radical na pelve acarretando perda do suporte externo

• Outros fatores de risco:

• Levantar excesso de peso

• Mulheres caucasianas são mais comumente afetadas

(50)

Sintomas

• Sensação de pressão na pelve • Dor em região lombo-sacra

• Sensação de algo saindo pela vagina • Dor durante a relação sexual

• Dificuldade de urinar ou evacuar • Dificuldade de caminhar

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Diagnóstico

 história clínica e com o exame físico ginecológico

 Exame físico de pé ou mesmo deitada, mas solicitando que

faça uma força no abdome ou tussa.

 Condições específicas como obstrução ureteral devido a

prolapso completo podem necessitar de pielografia intravenosa ou ultra-som de rim.

 A ecografia pode ser utilizada para excluir outros problemas

pélvicos.

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Tratamento

Fisioterapia-O tratamento para prolapso grau 1 ou 2 pode

ser fisioterapia (80% de correção).

Cirúrgico- Tratamento Grau 3 ou 4- cirúrgico

• Demora aproximadamente duas horas para corrigir cirurgicamente todos os tipos de prolapso, tanto os anteriores, quanto os médios e os posteriores.

• A cirurgia visa à correção total do defeito do assoalho

pélvico. Visa também à correção de lesões satélites, como incontinência urinária e fecal, se existirem.

(53)

Tratamento

• A técnica cirúrgica consiste em utilizar telas feitas de material sintético que recobrem todo o assoalho pélvico com o objetivo de fortalecer essa região com menos

músculos e onde se localizam os orifícios da vagina e do reto.

• Pode ser realizado histerectomia.

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Tratamento

• Tela de prolene- próprias para o assoalho pélvico, chamadas telas de prolene suave, que são quase imperceptíveis.

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Tratamento

Na cirurgia clássica, quando simplesmente os músculos eram suturados para mantê-los unidos, o índice de recidiva atingia 60%.

O uso de telas adequadas baixou esse número para 10%. indicação para as mulheres em que a hérnia volta apesar de terem colocado telas;

Esses casos requerem diagnóstico mais acurado e as mulheres são encaminhadas para o exame de ressonância magnética da região pélvica.

Em 75% deles, as recidivas ocorrem no mesmo local e as pacientes são encaminhadas para nova cirurgia.

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Tratamento

Medicamentoso

O creme, os supositórios ou os anéis de estrogênio (hormônio) inseridos na vagina ajudam a restauração da força e da vitalidade dos tecidos vaginais, mas apenas em casos selecionados de mulheres pós-menopausa.

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Tratamento

Outras terapias- Pressário Vaginal

Se não deseja realizar cirurgia ou se tiver alguma

contra-indicação clínica de ser submetida a anestesia, pode decidir utilizar um aparelho para sustentar o útero dentro da vagina chamado de pessário.

Ele é posicionado dentro da cavidade vaginal, tentando impedir que o útero se exteriorize. Este é um dispositivo que pode ser usado temporariamente ou permanentemente. Em casos de prolapsos severos, o pessário às vezes não funciona. Em algumas ocasiões o pessário pode ser irritante dentro da vagina e pode causar corrimento.

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Pessário

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Outras terapias- Exercícios de Kegel.

- Contração dos músculos pélvicos, como se estivesse tentando parar um fluxo de urina.

- Estes exercícios fortalecem o diafragma pélvico e

podem ajudar a oferecer algum suporte para os casos mais leves.

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Câncer Uterino – Carcinoma

Endometrial

• Nos Estados Unidos é o quarto câncer mais comum e a oitava maior causa de morte por neoplasia maligna em mulheres;

• Se detectado no estágio inicial é possível tratar com radioterapia; Se não- cirurgia radical

+radio+quimioterapia;

• Acomete principalmente mulheres na pós

menopausa (75% em mulheres com mais de 50 anos);

• A exposição ao estrógeno eleva ao risco de câncer de endométrio;

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Câncer Uterino – Carcinoma

Endometrial- Fatores de Risco

• Nuliparidade

• Menopausa tardia • Obesidade

• Diabetes Mellitus • Estrogenioterapia

• Tratamento com tamoxifeno

(modulador seletivo de receptor de estrógeno- utilizado no tratamento de Ca de mama)

• Hiperplasia endometrial atípica • Câncer colorretal hereditário sem

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Câncer Uterino – Carcinoma

Endometrial-

Sinais e sintomas

• Sangramento ou corrimento vaginal (90%); • Pressão ou desconforto pélvico.

Diagnóstico

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Câncer Uterino – Carcinoma

Endometrial- Complicações

• Invasão do miométrio;

• Invasão do espaço vascular linfático;

• Extensão ístmo-cervical

• Acometimento dos anexos (órgãos vizinhos);

• Metástase para linfonodos;

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Câncer Uterino – Sarcoma Uterino

• São tumores raros (2 a 6% das neoplasias malignas uterinas);

Três tipos:

• Sarcoma do Estroma endometrial;

• Leiomiossarcoma

• Tumor mülleriano misto maligno homólogo e heterólogo

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Câncer Uterino – Sarcoma Uterino

Tratamento

• Cirúrgico por laparotomia exploradora-Histerectomia , salpingo-ooferectomia

bilateral e tratamentos dos linfáticos pélvicos por irradiação ou cirurgia;

• Radioterapia

• Quimioterapia adjuvante

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ENDOMETRIOSE

• Acomete cerca de 10% das mulheres em todo o mundo.

• É a implantação do endométrio fora da cavidade uterina

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ESTADIAMENTO

• • estágio 1 (doença mínima) – implantes isolados e sem aderências significativas;

• • estágio 2 (doença leve) – implantes superficiais com menos de 5 cm, sem aderências

significativas;

• • estágio 3 (doença moderada) – múltiplos implantes, aderências peritubárias e

periovarianas evidentes;

• • estágio 4 (doença grave) – múltiplos implantes superficiais e profundos, incluindo

endometriomas e aderências densas e firmes.

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CLASSIFICAÇÃO – CID 10

• N80.0 Endometriose do útero • N80.1 Endometriose do ovário

• N80.2 Endometriose da trompa de Falópio • N80.3 Endometriose do peritônio pélvico

• N80.4 Endometriose do septo retovaginal e da vagina

• N80.5 Endometriose do intestino • N80.8 Outra endometriose

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SINAIS E SINTOMAS

• Pode ser assintomática;

• Sintomas dolorosos e recorrentes de longa

evolução como: dismenorreia, dispareunia e dor pélvica, dor e sangramentos intestinais e

urinários durante a menstruação, disúria,

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DIAGNÓSTICO

• O exame ginecológico;

• Ultrassonografia pélvica ou transvaginal; • Ressonância magnética;

• Tomografia computadorizada;

• Dosagem do CA 125 plasmático, marcador tumoral; • Laparotomia;

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Referências

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