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EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

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Ano CXLVI N

o-

19

Brasília - DF, quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Sumário

.

PÁGINA

Presidência da República ... 1

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ... 3

Ministério da Ciência e Tecnologia ... 7

Ministério da Cultura ... 7

Ministério da Defesa ... 8

Ministério da Educação ... 8

Ministério da Fazenda... 9

Ministério da Integração Nacional ... 39

Ministério da Justiça ... 39

Ministério da Saúde ... 44

Ministério das Comunicações ... 50

Ministério de Minas e Energia... 54

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome... 68

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ... 68

Ministério do Esporte... 69

Ministério do Meio Ambiente ... 69

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão... 69

Ministério do Trabalho e Emprego ... 70

Ministério dos Transportes ... 70

Ministério Público da União ... 72

Tribunal de Contas da União ... 74

Poder Judiciário... 92 Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais . 101

Presidência da República

.

GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL

PORTARIA No-4 - GSIPR/CH, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

Institui Subgrupo Técnico de Segurança de Infra-estruturas Críticas de Radiodifusão (SGTSIC - Radiodifusão) e dá outras pro-vidências.

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto

no art. 4odo Decreto nº 4.801, de 06 de agosto de 2003, que cria a

Câmara de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDEN), do Conselho de Governo, na Resolução N° 2, de 24 de outubro de 2007, da referida Câmara, na Portaria n° 2 - GSIPR/CH, de 08 de fevereiro de 2008 e no inciso VII, do Art. 6° da Portaria Interministerial nº 16 - GSIPR/CH, de 18 de julho de 2008, resolve:

Art. 1º Fica instituído o Subgrupo Técnico de Segurança de Infra-estruturas Críticas de Radiodifusão (SGTSIC - Radiodifusão) para propor a implementação de medidas e ações relacionadas com a segurança das Infra-estruturas Críticas (IEC) na área de radiodifusão. Parágrafo Único: Deverão ser consideradas as IEC que pos-sam afetar, de forma direta ou indireta, a operação do setor.

Art. 2º Consideram-se IEC as instalações, serviços, bens e sistemas que, se forem interrompidos ou destruídos, provocarão sério impacto social, econômico, político, internacional ou à segurança do Estado e da sociedade.

Art. 3º O SGTSIC - Radiodifusão será composto pelos se-guintes membros:

I - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, que o coordenará;

II - Ministério das Comunicações; e

III - Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL); e IV - Órgãos e especialistas convidados pelo GSI.

§ 1º O Subgrupo Técnico poderá interagir com outros órgãos para consulta e adoção de providências necessárias à complementação dos trabalhos atribuídos por esta Portaria.

§ 2º As medidas e ações necessárias serão relatadas à Câ-mara de Relações Exteriores e Defesa Nacional, por intermédio de seu Coordenador.

Art. 4º Os membros do SGTSIC - Radiodifusão e seus res-pectivos suplentes serão indicados pelos dirigentes máximos dos ór-gãos referidos no artigo 3º, no prazo de até trinta dias, a partir da data de publicação desta Portaria.

Art. 5º A instalação do SGTSIC - Radiodifusão ocorrerá no prazo de até quinze dias após a indicação de seus membros.

Art. 6º Com base no Art. 1º, são atribuições do SGTSIC -Radiodifusão:

I - pesquisar e propor um método de identificação de IEC; II - identificar as IEC;

III - levantar e avaliar as vulnerabilidades das IEC iden-tificadas e sua interdependência;

IV - selecionar as causas e avaliar os riscos que possam afetar a segurança das IEC;

V - propor, articular e acompanhar medidas necessárias à segurança das IEC; e

VI - estudar, propor e implementar um sistema de infor-mações que conterá dados atualizados de IEC para apoio a decisões. Art. 7º O SGTSIC - Radiodifusão reunir-se-á de forma or-dinária uma vez por mês e, extraordinariamente, quando convocado por seu Coordenador.

Art. 8º. A participação no SGTSIC - Radiodifusão de que trata o artigo 3º será considerada de relevante interesse público e não remunerada.

Art. 9º Caberá ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República prover o apoio administrativo e os meios necessários à execução dos trabalhos do SGTSIC - Radiodifusão.

Art. 10. O Subgrupo Técnico desenvolverá seus trabalhos por período indeterminado.

Art. 11. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

JORGE ARMANDO FELIX

PORTARIA No-5 - GSIPR/CH, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

Institui Subgrupo Técnico de Segurança de Infra-estruturas Críticas de Telecomunica-ções (SGTSIC - TelecomunicaTelecomunica-ções) e dá outras providências.

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto

no art. 4odo Decreto nº 4.801, de 06 de agosto de 2003, que cria a

Câmara de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDEN), do Conselho de Governo, na Resolução N° 2, de 24 de outubro de 2007, da referida Câmara, na Portaria n° 2 - GSIPR/CH, de 08 de fevereiro de 2008 e no inciso VII, do Art. 6° da Portaria Interministerial nº 16 - GSIPR/CH, de 18 de julho de 2008, resolve:

Art. 1º Fica instituído o Subgrupo Técnico de Segurança de Infra-estruturas Críticas de Telecomunicações (SGTSIC - Telecomu-nicações) para propor a implementação de medidas e ações rela-cionadas com a segurança das Infra-estruturas Críticas (IEC) na área de telecomunicações.

Parágrafo Único: Deverão ser consideradas as IEC que pos-sam afetar, de forma direta ou indireta, a operação do setor.

Art. 2° Consideram-se IEC as instalações, serviços, bens e sistemas que, se forem interrompidos ou destruídos, provocarão sério impacto social, econômico, político, internacional ou à segurança do Estado e da sociedade.

Art. 3° O SGTSIC - Telecomunicações será composto pelos seguintes membros:

I - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, que o coordenará;

II - Ministério das Comunicações ;

III - Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL); e IV - Órgãos e especialistas convidados pelo GSI.

§ 1º O Subgrupo Técnico poderá interagir com outros órgãos para consulta e adoção de providências necessárias à complementação dos trabalhos atribuídos por esta Portaria.

§ 2º As medidas e ações necessárias serão relatadas à Câ-mara de Relações Exteriores e Defesa Nacional, por intermédio de seu Coordenador.

Art. 4º Os membros do SGTSIC - Telecomunicações e seus respectivos suplentes serão indicados pelos dirigentes máximos dos órgãos referidos no artigo 3º, no prazo de até trinta dias, a partir da data de publicação desta Portaria.

Art. 5º A instalação do SGTSIC - Telecomunicações ocorrerá no prazo de até quinze dias após a indicação de seus membros.

Art. 6º Com base no Art. 1º, são atribuições do SGTSIC -Te l e c o m u n i c a ç õ e s :

I - pesquisar e propor um método de identificação de IEC; II - identificar as IEC;

III - levantar e avaliar as vulnerabilidades das IEC iden-tificadas e sua interdependência;

IV - selecionar as causas e avaliar os riscos que possam afetar a segurança das IEC;

V - propor, articular e acompanhar medidas necessárias à segurança das IEC; e

VI - estudar, propor e implementar um sistema de infor-mações que conterá dados atualizados de IEC para apoio a decisões.

(2)

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

Art. 7º O SGTSIC - Telecomunicações reunir-se-á de forma

ordinária uma vez por mês e, extraordinariamente, quando convocado por seu Coordenador.

Art. 8º. A participação no SGTSIC - Telecomunicações de que trata o artigo 3º será considerada de relevante interesse público e não remunerada.

Art. 9º Caberá ao Gabinete de Segurança Institucional da Pre-sidência da República prover o apoio administrativo e os meios ne-cessários à execução dos trabalhos do SGTSIC - Telecomunicações.

Art. 10. O Subgrupo Técnico desenvolverá seus trabalhos por período indeterminado.

Art. 11. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

JORGE ARMANDO FELIX

PORTARIA No-6 - GSIPR/CH, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

Institui Subgrupo Técnico de Segurança de Infra-estruturas Críticas de Serviços Postais (SGTSIC - Serviços Postais) e dá outras providências.

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto

no art. 4odo Decreto nº 4.801, de 06 de agosto de 2003, que cria a

Câmara de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDEN), do Conselho de Governo, na Resolução N° 2, de 24 de outubro de 2007, da referida Câmara, na Portaria n° 2 - GSIPR/CH, de 08 de fevereiro de 2008 e no inciso VII, do Art. 6° da Portaria Interministerial nº 16 - GSIPR/CH, de 18 de julho de 2008, resolve:

Art. 1º Fica instituído o Subgrupo Técnico de Segurança de Infra-estruturas Críticas de Serviços Postais (SGTSIC - Serviços Pos-tais) para propor a implementação de medidas e ações relacionadas com a segurança das Infra-estruturas Críticas (IEC) na área de ser-viços postais.

Parágrafo Único: Deverão ser consideradas as IEC que pos-sam afetar, de forma direta ou indireta, a operação do setor.

Art. 2º Consideram-se IEC as instalações, serviços, bens e sistemas que, se forem interrompidos ou destruídos, provocarão sério impacto social, econômico, político, internacional ou à segurança do Estado e da sociedade.

Art. 3º O SGTSIC - Serviços Postais será composto pelos seguintes membros:

I - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, que o coordenará;

II - Ministério das Comunicações; III - Empresa de Correios e Telégrafos; e IV - Órgãos e especialistas convidados pelo GSI.

§ 1º O Subgrupo Técnico poderá interagir com outros órgãos para consulta e adoção de providências necessárias à complementação dos trabalhos atribuídos por esta Portaria.

§ 2º As medidas e ações necessárias serão relatadas à Câ-mara de Relações Exteriores e Defesa Nacional, por intermédio de seu Coordenador.

Art. 4º Os membros do SGTSIC - Serviços Postais e seus respectivos suplentes serão indicados pelos dirigentes máximos dos órgãos referidos no artigo 3º, no prazo de até trinta dias, a partir da data de publicação desta Portaria.

Art. 5º A instalação do SGTSIC - Serviços Postais ocorrerá no prazo de até quinze dias após a indicação de seus membros.

Art. 6º Com base no Art. 1º, são atribuições do SGTSIC -Serviços Postais:

I - pesquisar e propor um método de identificação de IEC; II - identificar as IEC;

III - levantar e avaliar as vulnerabilidades das IEC iden-tificadas e sua interdependência;

IV - selecionar as causas e avaliar os riscos que possam afetar a segurança das IEC;

V - propor, articular e acompanhar medidas necessárias à segurança das IEC; e

VI - estudar, propor e implementar um sistema de infor-mações que conterá dados atualizados de IEC para apoio a decisões. Art. 7º O SGTSIC - Serviços Postais reunir-se-á de forma ordinária uma vez por mês e, extraordinariamente, quando convocado por seu Coordenador.

Art. 8º. A participação no SGTSIC - Serviços Postais de que trata o artigo 3º será considerada de relevante interesse público e não remunerada.

Art. 9º Caberá ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República prover o apoio administrativo e os meios necessários à execução dos trabalhos do SGTSIC - Serviços Postais. Art. 10. O Subgrupo Técnico desenvolverá seus trabalhos por período indeterminado.

Art. 11. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

JORGE ARMANDO FELIX

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO

PORTARIA No-121, DE 26 DE JANEIRO DE 2009

O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso das

atribui-ções que lhe conferem o inciso I do art. 4º e o art. 23 da Lei Com-plementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, tendo em vista o disposto no art. 8º F da Lei nº 9.028, de 12 de abril de 1995, e considerando o que consta do Processo nº 00400.000251/2007-66, resolve:

Art. 1º Determinar que o assessoramento jurídico ao Instituto de Controle do Espaço Aéreo - ICEA, bem como a seu titular, será realizado pelo Núcleo de Assessoramento Jurídico em São José dos C a m p o s / S P.

Art. 2º Determinar que o assessoramento jurídico ao Centro de Lançamento da Barreira do Inferno - CLBI - e ao Centro de Lançamento de Alcântara - CLA, bem como aos seus titulares, será realizado, respectivamente, pelos Núcleos de Assessoramento Jurídico em Natal/RN e São Luis/MA, ficando excluídos do rol de unidades constantes da Portaria AGU nº 429/2006.

JOSÉ ANTONIO DIAS TOFFOLI

SECRETARIA ESPECIAL DE

AQÜICULTURA E PESCA

COMITÊ NACIONAL DE CONTROLE HIGIÊNICO

SANITÁRIO DE MOLUSCOS BIVALVES

PORTARIA No-1, DE 26 DE JANEIRO DE 2009

O COORDENADOR DO COMITÊ NACIONAL DE CONTROLE HIGIÊNICO SANITÁRIO DE MOLUSCOS BI-VALVES (CNCMB), no uso de suas atribuições legais e tendo em

vista o disposto no Decreto nº 5.564, de 19 de outubro de 2005, Portaria SEAP/PR nº 127, de 31 de março de 2006, e o que consta do processo nº 21000.006941/2003-88,

Considerando a alta concentração de algas nocivas produtora de toxinas amnésica-ácido domóico ASP (Amnesic Shellfish

Poiso-ning) na área de cultivo de moluscos na Baía Sul da ilha de

Flo-rianópolis e Ponta do Papagaio, município de Palhoça, no Estado de Santa Catarina;

Considerando a concentração elevada da toxina amnésica (ASP) observada na carne de mexilhões, ostras e berbigões na região afetada pela floração de algas nocivas;

Considerando a necessidade de resguardar a saúde do con-sumidor e a imagem dos produtos da maricultura catarinense;

R E S O L V E :

Art. 1º Proibir, por prazo indeterminado, a coleta e colheita de mexilhões, ostras e berbigões, retroativo ao período desde 22 de janeiro de 2009, procedentes da região Baía Sul da ilha de Flo-rianópolis e Ponta do Papagaio, município de Palhoça, no Estado de Santa Catarina.

Art. 2º Os lotes de moluscos bivalves colhidos na região afetada e processados desde 22 de janeiro de 2009 deverão obri-gatoriamente serem analisados antes de sua comercialização.

Art. 3º A presente medida será revogada mediante resultados de análises que demonstrem condições sanitárias para a comercializa-ção e o consumo de mexilhões, ostras e berbigões na região afetada.

Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

FELIPE MATARAZZO SUPLICY

SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO

DE AQÜICULTURA E PESCA

PORTARIA No-1, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

O SUBSECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO DA AQÜICULTURA E PESCA DA SECRETARIA ESPECIAL DE AQUICULTURA E PESCA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLI-CA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 8º da Instrução

Normativa SEAP/PR nº 18, de 18 de junho de 2008 e tendo em vista o disposto na Instrução Normativa SEAP/PR nº 3, de 12 de maio de 2004, e o que consta no processo nº 21050.000555/2002-14,

R E S O L V E :

Art. 1º Cancelar a Permissão de Pesca nº 000562/2001, que autoriza o cerco de sardinha, pequenos pelágicos, anchova e tainha pela embarcação pesqueira "Mar de Cortez I" e a Permissão Prévia de Pesca nº 0077/2006 que autoriza a construção de embarcação pes-queira de mesma denominação, para atuar no cerco de sardinha, anchova, tainha, pelágicos, atuns e afins, por descumprimento do § 1º do art. 13 e do art. 15 da Instrução Normativa SEAP/PR nº 3, de 12 de maio de 2004.

Art. 2º O interessado terá prazo de 15 (quinze) dias para interposição de recurso administrativo, contados a partir da publi-cação desta Portaria.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

KARIM BACHA

PORTARIA No-2, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

O SUBSECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO DA AQÜICULTURA E PESCA DA SECRETARIA ESPECIAL DE AQUICULTURA E PESCA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLI-CA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 8º da Instrução

Normativa SEAP/PR nº 18, de 18 de junho de 2008, e tendo em vista o disposto na Instrução Normativa SEAP/PR nº 3, de 12 de maio de 2004, e o que consta no processo nº 21050.003376/99-37,

R E S O L V E :

Art. 1º Cancelar a Permissão de Pesca nº 000561/2002, que autoriza o cerco de sardinha, anchova e tainha para embarcação pes-queira "Mar de Cortez II" e a Permissão Prévia de Pesca nº 0078/2006 que autoriza a construção de embarcação pesqueira de mesma de-nominação para atuar no cerco de sardinha, anchova, tainha, pe-lágicos, atuns e afins, por descumprimento do § 1º do art. 13 e do art. 15 da Instrução Normativa SEAP/PR nº 3, de 12 de maio de 2004.

Art. 2º O interessado terá prazo de 15 (quinze) dias para interposição de recurso administrativo, contados a partir da publi-cação desta Portaria.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

(3)

1

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

GABINETE DO MINISTRO

PORTARIA Nº 1.266, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2008 (*)

O MINISTRO DE ESTADO, INTERINO, DA AGRICUL-TURA, PECUARIA E ABASTECIMENTO, no uso da competência que lhe confere o art. 87, Parágrafo único, inciso IV, da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto no Decreto nº 6.170, de 25 de julho de 2007, alterado pelo Decreto nº 6.428, de 14 de abril de 2008, resolve:

Art. 1º Autorizar a transferência de créditos para o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e tecnológico, CNPq-AC, visando apoiar a realização do projeto: Edital MCT/CNPq/CT-AGRO/CT-HIDRO/MAPA-SCDSPAE nº 44/2008 - Recuperação de Áreas Degradadas, objeto do Plano de Trabalho aprovado pela Se-cretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, con-forme abaixo:

Transferidor: Unidade Gestora; 420013 Gestão 000001 -S D C / M A PA

Receptor: Unidade Gestora 364102 - Gestão 36201 - CNPq-AC.

Programa: 22101.20.541.1442.8593.0001 - Apoio ao Uso e Manejo Sustentável dos Recursos Naturais em Agroecossistemas.

Natureza da Despesa:

339020 - Auxílio Financeiro a Pesquisadores (custeio) Fonte: 0100000000

PI; ORGMANEJO

Valor: R$ 340.000,00 (trezentos e quarenta mil reais) Art. 2º Caberá à Secretaria de Desenvolvimento Agrope-cuário e Cooperativismo - SDC/MAPA exercer o acompanhamento da execução do objeto desta Portaria, de modo a evidenciar a boa e regular aplicação do crédito transferido.

Art. 3º O CNPq-AC, ao final da execução do Plano de Trabalho, deverá apresentar à SDC/MAPA relatório de execução fí-sico-financeiro.

Art. 4º Esta Portaria tem vigência a partir da data de sua assinatura até o termino da execução definida no Plano de Tra-balho.

SILAS BRASILEIRO

(*) Republicada por ter saído no DOU de 07-1-2009, pág. 2, com incorreções no original.

SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA

PORTARIA Nº 15, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO-PECUÁRIO, no uso de suas atribuições e competências estabelecidas pelas Portarias n° 440, de 24 de outubro de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 25 de outubro de 2005, e nº 17, de 6 de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial da União de 9 de janeiro de 2006, resolve:

Art. 1º Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de mandioca no Estado de Alagoas, ano-safra 2008/2009, conforme ane-xo.

Art. 2º Esta Portaria tem vigência específica para o ano-safra definido no art. 1º e entra em vigor na data de sua publicação.

GUSTAVO BRACALE

ANEXO 1. NOTA TÉCNICA

A mandioca - Manihot utilissima, Pohl (Manihot esculenta, Crantz) é uma planta rústica, com ampla adaptação às condições mais variadas de clima e solo. Os elementos climáticos que mais afetam a cultura são: temperatura do ar, radiação solar, fotoperíodo e o regime hídrico.

A faixa ideal de temperatura média anual situa-se entre os limites de 20 ºC a 27 ºC. Temperaturas abaixo de 15 ºC retardam a brotação das gemas e diminuem, ou mesmo paralisam sua atividade vegetativa, induzindo a fase de repouso.

A época de plantio adequada é importante para o cultivo da mandioca, principalmente pela relação com a presença de umidade no solo, necessária para a brotação das manivas e para o enraizamento. A falta de umidade durante os primeiros meses após o plantio causa perdas na brotação e na produção, enquanto que o excesso, em solos mal drenados, prejudica a brotação e favorece a podridão de raízes.

Objetivou-se, com o zoneamento agrícola, identificar as áreas aptas e os períodos de plantio, com menor risco climático, para o cultivo da mandioca no Estado de Alagoas.

A identificação das áreas aptas e dos períodos de plantio foi realizada considerando-se a temperatura média anual (Ta) e o índice hídrico anual (IH) calculado a partir do balanço de água no solo.

Utilizou-se a capacidade de armazenamento de água de 125 mm nos primeiros 100 cm dos solos Tipo 1, 2 e 3. Baseados no índice hídrico anual (Ih) estimado através dos balanços hídricos mé-dios de cada posto pluviométrico da área estudada, em confronto com as exigências da mandioca, foram estabelecidos os seguintes critérios discriminantes de aptidão climática sob o ponto vista hídrico:

IH ≤ - 45 Inaptidão por insuficiência hídrica.

-45 < IH ≤ -10 - Aptidão moderada a restrita, por deficiência hídrica. Cultivo possível em várzeas úmidas, bem drenadas.

-10 < IH ≤ +50 Aptidão, sem limitações climáticas.

IH > +50 - Aptidão moderada, por excesso hídrico. Cultivo possível em terrenos muito bem drenados.

Para o estabelecimento do risco climático foi elaborado o balanço hídrico ano a ano, para cada posto pluviométrico.

Foram utilizados os seguintes critérios de risco para indi-cação do cultivo em condições de sequeiro:

Risco Critério

Baixo Municípios que apresentaram, em 20% ou mais de sua área, mais de 60% de freqüência de ocorrência dos limites hídricos considerados.

Médio Municípios que apresentaram, em 20% ou mais de sua área, com 50% a 60% de freqüência de ocorrência dos limites hídricos considerados; ou Municípios em que a ocorrência de condições de médio e baixo risco, juntas, abrange 20% ou mais da área total, embora nenhuma delas, sozinha, atinja os 20%.

Alto Municípios com mais de 80% da área com probabilidade de sucesso inferior a 50%.

Foram considerados aptos os municípios que apresentaram mais de 20% de sua área, com probabilidade de ocorrência de con-dições hídricas favoráveis (baixo e médio risco).

2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático para o Estado de Alagoas contempla como aptos ao cultivo de mandioca os solos Tipos 2 e 3, especificados na Instrução Normativa nº 2, de 9 de outubro de 2008, publicada no DOU de 13 de outubro de 2008, Seção I, página 5, que apresentam as seguintes características: Tipo 2: Solos de tex-tura média, com teor mínimo de 15% de argila e menor do que 35%, nos quais a diferença entre o percentual de areia e o percentual de argila seja menor do que 50. Tipo 3: Solos de textura argilosa, com teor de argila maior ou igual a 35%.

A análise granulométrica é a que determina as quantidades de argila, de areia e de silte existentes no solo, constituindo-se em etapa fundamental para o seu enquadramento nos diferentes tipos previstos no Zoneamento Agrícola de Risco Climático. Para que a tipificação seja realizada de modo seguro, recomenda-se adotar os seguintes procedimentos:

a) as áreas de amostragem devem ser escolhidas de acordo com as variações aparentes de cor, vegetação, textura e topografia do terreno;

b) a quantidade de pontos de coleta, em cada área de amos-tragem, deve resultar em amostra representativa dessa área;

c) a amostra deve ser retirada na camada de 0 a 50 cm de profundidade, em cada ponto de coleta; e

d) da amostra coletada em cada ponto de uma mesma área de amostragem, após destorroada e homogeneizada, deve ser retirada uma parte (subamostra). Essas subamostras devem ser misturadas para formar uma amostra composta representativa da área sob amos-tragem. Havendo mais de uma área de amostragem, idêntico pro-cedimento deve ser realizado. Cada amostra composta, com iden-tificação da área de amostragem a que pertence, deve ser enca-minhada ao laboratório de solos para análise.

Nota: não são indicadas para cultivo:

- áreas de preservação obrigatória, de acordo com a Lei 4.771/65 (código florestal);

- áreas com solos que apresentam profundidade inferior a 50 cm ou com solos muito pedregosos, isto é, solos nos quais calhaus e matacões, de diâmetro superior a 22 mm, ocupem mais de 15% da massa e/ou da superfície do terreno.

3. TABELA DE PERÍODOS DE PLANTIO

Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 28 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 Meses Janeiro Fevereiro Março Abril

Períodos 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 31 Meses Maio Junho Julho Agosto

Períodos 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro

4. CULTIVARES INDICADAS

Ficam indicadas no Zoneamento Agrícola de Risco Climá-tico, para a cultura de mandioca no Estado de Alagoas, as cultivares de mandioca registradas no Registro Nacional de Cultivares (RNC) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, atendidas as indicações das regiões de adaptação, em conformidade com as re-comendações dos respectivos obtentores/detentores (mantenedores).

Nota: Devem ser utilizados, no plantio, materiais produzidos em conformidade com a legislação brasileira sobre sementes e mudas (Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, e Decreto nº 5.153, de 23 de agosto de 2004).

5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA PLANTIO

A relação de municípios do Estado de Alagoas aptos ao cultivo de mandioca foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo, em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as indicações são idênticas às do município de origem, até que nova relação o inclua formalmente.

O período de plantio indicado para cada município não será prorrogado ou antecipado. No caso de ocorrer algum evento atípico que impeça o plantio nas épocas indicadas, recomenda-se aos pro-dutores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra.

MUNICÍPIOS PERÍODOS DE PLANTIO SOLOS TIPOS 2 e 3

Água Branca 13 a 21

Anadia 13 a 21

Arapiraca 13 a 21

Atalaia 13 a 21

Barra de Santo Antônio 13 a 21 Barra de São Miguel 13 a 21

Belém 13 a 21 Boca da Mata 13 a 21 Branquinha 13 a 21 Cacimbinhas 10 a 21 Cajueiro 13 a 21 Campestre 13 a 21 Campo Alegre 13 a 21 Campo Grande 13 a 21 Canapi 13 a 21 Capela 13 a 21 Chã Preta 13 a 21 Coité do Nóia 13 a 21 Colônia Leopoldina 13 a 21 Coqueiro Seco 13 a 21 Coruripe 13 a 21 Craíbas 13 a 21 Dois Riachos 13 a 21 Estrela de Alagoas 13 a 21 Feira Grande 13 a 21 Feliz Deserto 10 a 21 Flexeiras 13 a 21 Girau do Ponciano 13 a 21 Ibateguara 13 a 21 Igaci 13 a 21 Igreja Nova 13 a 21 Inhapi 13 a 21 Jacuípe 13 a 21 Japaratinga 13 a 21 Jequiá da Praia 13 a 21 Joaquim Gomes 13 a 21 Jundiá 13 a 21 Junqueiro 13 a 21 Lagoa da Canoa 13 a 21 Limoeiro de Anadia 13 a 21 Maceió 10 a 21 Major Isidoro 10 a 18 Mar Vermelho 13 a 21 Maragogi 13 a 21 Maravilha 13 a 21 Marechal Deodoro 13 a 21 Maribondo 13 a 21 Mata Grande 10 a 21 Matriz de Camaragibe 13 a 21 Messias 13 a 21 Minador do Negrão 13 a 21 Murici 13 a 21 Novo Lino 13 a 21

Olho d'Água Grande 13 a 21

Olivença 13 a 21

Ouro Branco 13 a 21

Palmeira dos Índios 13 a 21

Pariconha 10 a 21 Paripueira 10 a 18 Passo de Camaragibe 13 a 21 Paulo Jacinto 13 a 21 Penedo 13 a 21 Piaçabuçu 10 a 18 Pilar 13 a 21 Pindoba 13 a 21

Poço das Trincheiras 13 a 21

Ministério da Agricultura,

Pecuária e Abastecimento

.

(4)

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

Porto Calvo 13 a 21

Porto de Pedras 13 a 21

Porto Real do Colégio 13 a 21

Quebrangulo 13 a 21

Rio Largo 13 a 21

Roteiro 13 a 21

Santa Luzia do Norte 13 a 21 Santana do Ipanema 13 a 21

Santana do Mundaú 13 a 21

São Brás 13 a 21

São José da Laje 16 a 24

São Luís do Quitunde 13 a 21 São Miguel dos Campos 13 a 21 São Miguel dos Milagres 13 a 21

São Sebastião 13 a 21 Satuba 13 a 21 Tanque d'Arca 13 a 21 Ta q u a r a n a 13 a 21 Teotônio Vilela 13 a 21 Tr a i p u 10 a 18

União dos Palmares 13 a 21

Vi ç o s a 13 a 21

PORTARIA Nº 16, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO-PECUÁRIO, no uso de suas atribuições e competências estabelecidas pelas Portarias n° 440, de 24 de outubro de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 25 de outubro de 2005, e nº 17, de 6 de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial da União de 9 de janeiro de 2006, e observado, no que couber, o contido na Instrução Normativa nº 1, de 29 de agosto de 2006, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União de 6 de setembro de 2006, resolve:

Art. 1º Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de sorgo granífero no Estado de Sergipe, ano-safra 2008/2009, conforme anexo.

Art. 2º Esta Portaria tem vigência específica para o ano-safra definido no art. 1º e entra em vigor na data de sua publicação.

GUSTAVO BRACALE

ANEXO 1. NOTA TÉCNICA

O sorgo (Sorghum bicolor L. Moench) é uma planta de origem tropical, de dias curtos e com altas taxas fotossintéticas, exi-gindo, por isso, um clima quente para poder expressar seu potencial de produção. A grande maioria dos materiais genéticos de sorgo requer temperaturas superiores a 21°C para um bom crescimento e desenvolvimento, não suportando, normalmente, temperaturas abaixo de 16°C, sendo que temperaturas superiores a 38°C também reduzem aprodutividade.

Apesar de resistente à seca, o sorgo sofre com déficits hí-dricos, principalmente quando ocorrem em fases fenológicas críticas, como o florescimento e o enchimento de grãos, com reduções drás-ticas na produção final.

Normalmente plantado em sucessão a uma cultura de verão, o sorgo pode ser uma alternativa de cultivo para os produtores, tanto para produção de grãos como para produção de biomassa.

Objetivou-se, com o zoneamento agrícola, identificar as áreas aptas e os períodos de semeadura para o cultivo do sorgo no Estado de Sergipe, visando à minimização dos riscos climáticos.

Para essa identificação, foi realizado o balanço hídrico da cultura para períodos de dez dias, considerando-se as seguintes va-riáveis:

a) precipitação pluvial: utilizadas séries com, no mínimo, 15 anos de dados diários registrados nos 58 postos pluviométricos dis-poníveis no Estado;

b) evapotranspiração potencial: estimadas médias decendiais para cada estação climatológica, aplicando-se o método de Penman-Monteith;

c) ciclo e fases fenológicas: consideraram-se cultivares de ciclo precoce, médio e tardio.

Para efeito de simulação, foram consideradas as seguintes fases do ciclo: germinação/emergência, crescimento/desenvolvimento, floração/enchimento de grãos e maturação fisiológica;

d) coeficiente de cultura (Kc): utilizados valores médios para períodos decendiais, determinados em experimentação do campo para cada região de adaptação e por meio de consulta à literatura es-pecífica;

e) reserva útil de água dos solos: estimada em função da profundidade efetiva das raízes e da Capacidade de Água Disponível (CAD) dos solos. Consideraram-se os solos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3, com capacidade de armazenar 30 mm, 50 mm e 70 mm, respec-tivamente.

Foram realizadas simulações para períodos decendiais de se-meadura. Para cada período, fase fenológica e local da estação cli-matológica, foram estimados os valores do índice de satisfação da necessidade de água (ISNA), expresso pela relação ETr/ETm (eva-potranspiração real/eva(eva-potranspiração máxima).

Considerou-se como apto para o cultivo o município que apresentou valor de ISNA na fase de floração/enchimento de grãos igual ou maior que 0,50 com, no mínimo, 80% de freqüência ob-servada.

2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático para o Estado de Sergipe contempla como aptos ao cultivo de sorgo granífero os solos Tipos 2 e 3, especificados na Instrução Normativa nº 2, de 9 de outubro de 2008, publicada no DOU de 13 de outubro de 2008, Seção I, página 5, que apresentam as seguintes características: Tipo 2: Solos de textura média, com teor mínimo de 15% de argila e menor do que 35%, nos quais a diferença entre o percentual de areia e o percentual de argila seja menor do que 50. Tipo 3: Solos de textura argilosa, com teor de argila maior ou igual a 35%.

A análise granulométrica é a que determina as quantidades de argila, de areia e de silte existentes no solo, constituindo-se em etapa fundamental para o seu enquadramento nos diferentes tipos previstos no Zoneamento Agrícola de Risco Climático. Para que a tipificação seja realizada de modo seguro, recomenda-se adotar os seguintes procedimentos:

a) as áreas de amostragem devem ser escolhidas de acordo com as variações aparentes de cor, vegetação, textura e topografia do terreno;

b) a quantidade de pontos de coleta, em cada área de amos-tragem, deve resultar em amostra representativa dessa área;

c) a amostra deve ser retirada na camada de 0 a 50 cm de profundidade, em cada ponto de coleta; e

d) da amostra coletada em cada ponto de uma mesma área de amostragem, após destorroada e homogeneizada, deve ser retirada uma parte (subamostra). Essas subamostras devem ser misturadas para formar uma amostra composta representativa da área sob amos-tragem. Havendo mais de uma área de amostragem, idêntico pro-cedimento deve ser realizado. Cada amostra composta, com iden-tificação da área de amostragem a que pertence, deve ser enca-minhada ao laboratório de solos para análise.

Nota: não são indicadas para cultivo:

- áreas de preservação obrigatória, de acordo com a Lei 4.771/65 (código florestal);

- áreas com solos que apresentam profundidade inferior a 50 cm ou com solos muito pedregosos, isto é, solos nos quais calhaus e matacões, de diâmetro superior a 22 mm, ocupem mais de 15% da massa e/ou da superfície do terreno.

3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA

Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 28 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 Meses Janeiro Fevereiro Março Abril

Períodos 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 31 Meses Maio Junho Julho Agosto

Períodos 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro

4. CULTIVARES INDICADAS PELOS

OBTENTO-RES/MANTENEDORES CICLO PRECOCE

ATLÂNTICA SEMENTES: BUSTER e CATUY; ATLÂNTICA TRADING: MR-43;

DOW: Dow 1G100, Dow 822, Dow 740, Dow 1G150 e Dow 1G220;

EMBRAPA: BR 304;

SANTA HELENA: SHS 400 e SHS 410;

SEMEALI: A 9904, A 6304, RANCHERO, ESMERALDA, XB 6022 e A 9902.

CICLO MÉDIO AGROMEN: AGN 8040; CATI: Catissorgo;

DOW: Dow 1G282, Dow 741 e Dow 1G200; EMBRAPA: BRS 310;

IPA: IPA 7301011 e IPA 8602502. Notas:

1) Informações complementares sobre as características agro-nômicas, região de adaptação e reação a fatores adversos das cul-tivares de sorgo granífero indicadas, estão especificadas e dispo-nibilizadas na Coordenação-Geral de Zoneamento Agropecuário, lo-calizada na Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 6º andar, sala 646, CEP 70043-900 - Brasília - DF e no endereço eletrônico www.agri-cultura.gov.br /Serviços/Zoneamento Agrícola/ Cultivares de Zonea-mento por Safra.

2) Informações específicas sobre as cultivares indicadas de-vem ser obtidas junto aos respectivos obtentores/mantenedores.

3) Devem ser utilizadas, no plantio, sementes produzidas em conformidade com a legislação brasileira sobre sementes e mudas (Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, e Decreto nº 5.153, de 23 de agosto de 2004).

5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA

A relação de municípios do Estado de Sergipe aptos ao cultivo de sorgo granífero foi calcada em dados disponíveis por oca-sião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo, em razão de emancipação de um daqueles da lis-tagem abaixo, todas as indicações são idênticas às do município de origem, até que nova relação o inclua formalmente.

O período de semeadura indicado para cada município não será prorrogado ou antecipado. No caso de ocorrer algum evento atípico que impeça a semeadura nas épocas indicadas, recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra.

MUNICÍPIOS CICLO PRECOCE SOLOS TIPO 2 SOLOS TIPO 3

PERÍODOS

Amparo de São Francisco 11 a 16 11 a 17

Aquidabã 11 a 16 10 a 18

Aracaju 10 a 17 13 a 18

Arauá 10 a 17 10 a 18

Areia Branca 11 a 17 10 a 18

Barra dos Coqueiros 11 a 17 13 a 18

Boquim 11 a 17 10 a 18

Brejo Grande 14 a 18 14 a 18

Campo do Brito 11 a 17 10 a 18

Canhoba 11 a 16 11 a 17

Canindé de São Francisco 10 a 14 10 a 15

Capela 10 a 17 10 a 18

Carira 10 a 18 10 a 18

Carmópolis 11 a 16 10 a 18

Cedro de São João 11 a 16 10 a 17 Cristinápolis 11 a 17 10 a 18 Cumbe 11 a 18 10 a 18 Divina Pastora 10 a 17 10 a 18 Estância 13 a 18 13 a 18 Feira Nova 10 a 18 10 a 18 Frei Paulo 10 a 17 10 a 18 General Maynard 11 a 16 10 a 18 Gracho Cardoso 11 a 17 10 a 18 Ilha das Flores 10 a 17 10 a 18

Indiaroba 13 a 18 13 a 18 Itabaiana 10 a 17 10 a 18 Itabaianinha 11 a 17 10 a 18 Itabi 11 a 16 11 a 17 Itaporanga d'Ajuda 13 a 17 13 a 18 Japaratuba 10 a 16 10 a 18 Japoatã 11 a 16 10 a 18 Lagarto 11 a 17 10 a 18 Laranjeiras 11 a 17 10 a 18 Macambira 10 a 17 10 a 18

Malhada dos Bois 11 a 16 10 a 18

Malhador 11 a 17 10 a 18

Maruim 11 a 16 10 a 18

Moita Bonita 10 a 17 10 a 18

Monte Alegre de Sergipe 11 a 15 10 a 16

Muribeca 11 a 17 10 a 18

Neópolis 12 a 15 11 a 17

Nossa Senhora Aparecida 10 a 18 10 a 18 Nossa Senhora da Glória 11 a 18 10 a 18 Nossa Senhora das Dores 10 a 17 10 a 18 Nossa Senhora de Lourdes 11 a 17 11 a 17 Nossa Senhora do Socorro 10 a 17 10 a 18

Pacatuba 14 a 17 14 a 17 Pedra Mole 11 a 17 10 a 18 Pedrinhas 11 a 17 10 a 18 Pinhão 11 a 17 10 a 18 Pirambu 14 a 17 14 a 18 Poço Redondo 11 a 15 10 a 16 Poço Verde 12 a 16 11 a 17 Porto da Folha 11 a 14 10 a 15 Propriá 11 a 16 11 a 17 Riachão do Dantas 11 a 16 11 a 18 Riachuelo 11 a 17 10 a 18 Ribeirópolis 10 a 18 10 a 18 Rosário do Catete 11 a 16 10 a 18 Salgado 10 a 17 10 a 18

Santa Luzia do Itanhy 10 a 17 10 a 18 Santa Rosa de Lima 10 a 17 10 a 18 Santana do São Francisco 13 a 15 12 a 16 Santo Amaro das Brotas 11 a 16 10 a 18 São Cristóvão 10 a 17 10 a 18

São Domingos 11 a 17 10 a 18

São Francisco 11 a 16 10 a 18 São Miguel do Aleixo 10 a 18 10 a 18

Simão Dias 12 a 16 10 a 18 Siriri 10 a 17 10 a 18 Te l h a 11 a 16 11 a 17 Tobias Barreto 13 a 16 13 a 16 Tomar do Geru 12 a 17 10 a 18 Umbaúba 11 a 17 11 a 18

MUNICÍPIOS CICLOS MÉDIO e TARDIO SOLOS TIPO 2 SOLOS TIPO 3

PERÍODOS

Amparo de São Francisco 11 a 15 11 a 16

Aquidabã 11 a 15 10 a 17

Aracaju 10 a 16 13 a 17

Arauá 10 a 16 10 a 18

Areia Branca 11 a 16 10 a 17

Barra dos Coqueiros 11 a 16 13 a 17

Boquim 11 a 16 10 a 17 Brejo Grande 14 a 17 14 a 17 Campo do Brito 11 a 16 10 a 17 Canhoba 11 a 15 11 a 16 Capela 10 a 16 10 a 17 Carira 10 a 17 10 a 17

(5)

1

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Carmópolis 11 a 15 10 a 17

Cedro de São João 11 a 15 10 a 16 Cristinápolis 11 a 16 10 a 18 Cumbe 11 a 17 10 a 17 Divina Pastora 10 a 16 10 a 17 Estância 13 a 17 13 a 17 Feira Nova 10 a 16 10 a 18 Frei Paulo 10 a 16 10 a 18 General Maynard 11 a 15 10 a 17 Gracho Cardoso 11 a 16 10 a 17 Ilha das Flores 10 a 16 10 a 18

Indiaroba 13 a 17 13 a 17 Itabaiana 10 a 16 10 a 17 Itabaianinha 11 a 16 10 a 17 Itabi 11 a 15 11 a 16 Itaporanga d'Ajuda 13 a 16 13 a 17 Japaratuba 10 a 15 10 a 17 Japoatã 11 a 15 10 a 17 Lagarto 11 a 16 10 a 17 Laranjeiras 11 a 16 10 a 17 Macambira 10 a 16 10 a 17

Malhada dos Bois 11 a 15 10 a 18

Malhador 11 a 16 10 a 17

Maruim 11 a 15 10 a 17

Moita Bonita 10 a 16 10 a 17

Muribeca 11 a 16 10 a 17

Neópolis 12 a 14 11 a 16

Nossa Senhora Aparecida 10 a 17 10 a 18 Nossa Senhora da Glória 11 a 18 10 a 17 Nossa Senhora das Dores 10 a 16 10 a 18 Nossa Senhora de Lourdes 11 a 16 11 a 16 Nossa Senhora do Socorro 10 a 16 10 a 18

Pacatuba 14 a 16 14 a 16 Pedra Mole 11 a 16 10 a 17 Pedrinhas 11 a 16 10 a 17 Pinhão 11 a 16 10 a 17 Pirambu 14 a 16 14 a 17 Poço Verde 12 a 15 11 a 16 Propriá 11 a 15 11 a 16 Riachão do Dantas 11 a 15 11 a 17 Riachuelo 11 a 16 10 a 17 Ribeirópolis 10 a 17 10 a 18 Rosário do Catete 11 a 15 10 a 17 Salgado 10 a 16 10 a 17

Santa Luzia do Itanhy 10 a 16 10 a 17 Santa Rosa de Lima 10 a 16 10 a 17 Santana do São Francisco 13 a 14 12 a 15 Santo Amaro das Brotas 11 a 15 10 a 17 São Cristóvão 10 a 16 10 a 17

São Domingos 11 a 16 10 a 17

São Francisco 11 a 15 10 a 17 São Miguel do Aleixo 10 a 17 10 a 18

Simão Dias 12 a 15 10 a 17 Siriri 10 a 16 10 a 17 Te l h a 11 a 15 11 a 16 Tobias Barreto 13 a 15 13 a 15 Tomar do Geru 12 a 16 10 a 17 Umbaúba 11 a 16 11 a 17 PORTARIA Nº 17, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO-PECUÁRIO, no uso de suas atribuições e competências estabelecidas pelas Portarias n° 440, de 24 de outubro de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 25 de outubro de 2005, e nº 17, de 6 de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial da União, de 9 de janeiro de 2006, e observado, no que couber, o contido na Instrução Normativa nº 1, de 29 de agosto de 2006, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União, de 6 de setembro de 2006, resolve:

Art. 1º Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de trigo irrigado no Distrito Federal, safra 2009, conforme anexo.

Art. 2º Esta Portaria tem vigência específica para o ano-safra definido no art. 1º e entra em vigor na data de sua publicação.

GUSTAVO BRACALE

ANEXO 1. NOTA TÉCNICA

O rendimento e a aptidão industrial da cultura do trigo (Tri-ticum aestivum) em condições de irrigação na região centro-oeste são, em geral, superiores aos dos estados da região sul do país devido às condições climáticas do período em que é cultivado. Nesta época, a baixa temperatura e umidade relativa do ar e a ausência de chuvas na colheita contribuem para um melhor desenvolvimento da planta e uma menor incidência de pragas e doenças.

Objetivou-se, com o zoneamento agrícola, identificar as épo-cas de plantio com menor risco climático para a cultura do trigo irrigado no Distrito Federal.

Para determinar os períodos de semeadura, com menor risco climático para a cultura do trigo irrigado no Distrito Federal, con-siderou-se os seguintes aspectos:

a) altitudes iguais ou superiores a 500 metros;

b) precipitação pluviométrica média mensal no período de colheita menor que 50 milímetros;

c) temperatura média mensal abaixo de 25 °C durante a fase de perfilhamento;

Foram considerados aptos os municípios que atenderam os critérios adotados de altitude, pluviosidade e temperatura.

2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO

São considerados aptos para o plantio, todos os tipos de solos especificados na Instrução Normativa nº 2, de 9 de outubro de 2008, publicada no DOU de 13 de outubro de 2008.

Nota: não são indicadas para cultivo as áreas de preservação obrigatória, de acordo com a Lei 4.771/65 (código florestal).

3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA

Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 28 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 Meses Janeiro Fevereiro Março Abril

Períodos 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 31 Meses Maio Junho Julho Agosto

Períodos 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro

4. CULTIVARES INDICADAS PELOS

OBTENTO-RES/MANTENEDORES CICLO SUPERPRECOCE COODETEC: CD 108 (Região 4); CICLO PRECOCE

COODETEC: CD 105(Região 4), CD 111(Região 4), CD 113(Região 4), CD 116(Região 4), CD 117(Região 4) e CD 118(Re-gião 4);

EMBRAPA: BRS 254(Região 4), BRS 264(Região 4), EM-BRAPA 22(Região 4) e EMEM-BRAPA 42(Região 4);

CICLO MÉDIO

EMBRAPA: BR 33 GUARÁ (Região 4), BRS 207(Região 4) e BRS 210(Região 4).

Notas:

1) Informações sobre as regiões de adaptação das cultivares de trigo indicadas, estão especificadas na Instrução Normativa nº 3, de 14 de outubro de 2008, publicada no DOU de 15 de outubro de 2008, Seção I, página 31.

2) Informações complementares sobre as características agro-nômicas e reações a fatores adversos das cultivares indicadas, estão disponibilizadas no endereço eletrônico www.agricultura.gov.br /Ser-viços/Zoneamento Agrícola/ Cultivares de Zoneamento por Safra.

3) Informações mais específicas sobre as cultivares indicadas devem ser obtidas junto aos respectivos obtentores/mantenedores.

4) Devem ser utilizadas, no plantio, sementes produzidas em conformidade com a legislação brasileira sobre sementes e mudas (Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, e Decreto nº 5.153, de 23 de agosto de 2004).

5. PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA O período de semeadura indicado para o Distrito Federal não será prorrogado ou antecipado. No caso de ocorrer algum evento atípico que impeça a semeadura nas épocas indicadas, recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra.

DISTRITO FEDERAL CICLOS SUPERPRECOCE, PRECOCE, MÉDIO e TA R D I O

PERÍODOS

11 a 15

PORTARIA Nº 18, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO-PECUÁRIO, no uso de suas atribuições e competências estabelecidas pelas Portarias n° 440, de 24 de outubro de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 25 de outubro de 2005, e nº 17, de 6 de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial da União, de 9 de janeiro de 2006, e observado, no que couber, o contido na Instrução Normativa nº 1, de 29 de agosto de 2006, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União, de 6 de setembro de 2006, nº 3, de 31 de outubro de 2008, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União, de 15 de outubro de 2008, resolve:

Art. 1º Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de trigo irrigado no Estado de Goiás, safra 2009, conforme anexo.

Art. 2º Esta Portaria tem vigência específica para o ano-safra definido no art. 1º e entra em vigor na data de sua publicação.

GUSTAVO BRACALE

ANEXO 1. NOTA TÉCNICA

O rendimento e a aptidão industrial da cultura do trigo (Tri-ticum aestivum) em condições de irrigação na região centro-oeste são, em geral, superiores aos dos estados da região sul do país devido às condições climáticas do período em que é cultivado. Nesta época, a baixa temperatura e umidade relativa do ar e a ausência de chuvas na colheita contribuem para um melhor desenvolvimento da planta e uma menor incidência de pragas e doenças.

Objetivou-se, com o zoneamento agrícola, identificar os mu-nicípios aptos e os períodos de semeadura com menor risco climático para o cultivo de trigo irrigado no Estado.

Os períodos de semeadura com menor risco climático para a cultura foram determinados a partir dos seguintes aspectos:

a) precipitação pluviométrica: obtiveram-se séries com, no mínimo, 15 anos de dados diários registrados nos 157 postos plu-viométricos disponíveis em Goiás. O plantio foi recomendado para áreas com precipitação média mensal no período de colheita menor do que 50 mm.

b) latitudes: o plantio foi recomendado para latitudes sul superiores a 13 graus e 30 minutos;

c) altitudes: o plantio foi recomendado para altitudes iguais ou superiores a 500 metros.

d) temperatura: considerou-se temperatura média mensal abaixo de 25ºC durante a fase de perfilhamento. Foram considerados aptos os municípios que atenderam os critérios adotados de altitude, pluviosidade, temperatura e localização geográfica.

2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO

São considerados aptos para o plantio, todos os tipos de solos especificados na Instrução Normativa nº 2, de 9 de outubro de 2008, publicada no DOU de 13 de outubro de 2008.

Nota: não são indicadas para cultivo: áreas de preservação obrigatória, de acordo com a Lei 4.771/65 (código florestal).

3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA

Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 28 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 Meses Janeiro Fevereiro Março Abril

Períodos 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 31 Meses Maio Junho Julho Agosto

Períodos 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 Datas 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 1º a 10 11 a 20 21 a 30 1º a 10 11 a 20 21 a 31 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro

4. CULTIVARES INDICADAS PELOS

OBTENTO-RES/MANTENEDORES

CICLO SUPERPRECOCE COODETEC: CD 108 (Região 4). CICLO PRECOCE

COODETEC: CD105(Região 4), CD 109(Região 4), CD 111(Região 4), CD 113(Região 4), CD 116(Região 4), CD 117 (Re-gião 4) e CD 118(Re(Re-gião 4);

EMBRAPA: BRS 254(Região 4), BRS 264(Região 4), EM-BRAPA 22(Região 4) e EMEM-BRAPA 42(Região 4);

OR MELHORAMENTO: SUPERA (Região 4). CICLO MÉDIO

EMBRAPA: BR 33 GUARÁ (Região 4), BRS 207 (Região 4) e BRS 210(Região 4);

OR MELHORAMENTO: ONIX (Região 4). Notas:

1) Informações sobre as regiões de adaptação das cultivares de trigo indicadas, estão especificadas na Instrução Normativa nº 3, de 14 de outubro de 2008, publicada no DOU de 15 de outubro de 2008, Seção I, página 31.

2) Informações complementares sobre as características agro-nômicas e reações a fatores adversos das cultivares indicadas, estão disponibilizadas no endereço eletrônico www.agricultura.gov.br /Ser-viços/Zoneamento Agrícola/ Cultivares de Zoneamento por Safra.

3) Informações mais específicas sobre as cultivares indicadas devem ser obtidas junto aos respectivos obtentores/mantenedores.

4) Devem ser utilizadas, no plantio, sementes produzidas em conformidade com a legislação brasileira sobre sementes e mudas (Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, e Decreto nº 5.153, de 23 de agosto de 2004).

5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA

A relação de municípios do Estado de Goiás aptos ao cultivo de trigo irrigado foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo, em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as indicações são idênticas às do município de origem, até que nova relação o inclua formalmente.

(6)

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

O período de semeadura indicado para cada município não

será prorrogado ou antecipado. No caso de ocorrer algum evento atípico que impeça a semeadura nas épocas indicadas, recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra.

MUNICÍPIOS CICLOS SUPERPRECOCE, PRECOCE, MÉDIO e TAR-DIO

PERÍODOS

Abadiânia 11 a 15

Acreúna 11 a 15

Adelândia 11 a 15

Água Fria de Goiás 11 a 15

Água Limpa 11 a 15

Águas Lindas de Goiás 11 a 15

Alexânia 11 a 15

Alto Horizonte 11 a 15 Alto Paraíso de Goiás 11 a 15 Alvorada do Norte 11 a 15 Amaralina 11 a 15 Americano do Brasil 11 a 15 Amorinópolis 11 a 15 Anápolis 11 a 15 Anhanguera 11 a 15 Anicuns 11 a 15 Araguapaz 11 a 15 Aurilândia 11 a 15 Barro Alto 11 a 15

Bela Vista de Goiás 11 a 15

Bonfinópolis 11 a 15 Buriti Alegre 11 a 15 Buriti de Goiás 11 a 15 Buritinópolis 11 a 15 Cabeceiras 11 a 15 Cachoeira de Goiás 11 a 15 Cachoeira Dourada 11 a 15 Caiapônia 11 a 15 Caldas Novas 11 a 15 Caldazinha 11 a 15 Campinorte 11 a 15

Campo Alegre de Goiás 11 a 15

Campos Verdes 11 a 15

Carmo do Rio Verde 11 a 15

Catalão 11 a 15 Cavalcante 11 a 15 Ceres 11 a 15 Chapadão do Céu 11 a 15 Cidade Ocidental 11 a 15 Cocalzinho de Goiás 11 a 15 Colinas do Sul 11 a 15 Córrego do Ouro 11 a 15 Corumbá de Goiás 11 a 15 Corumbaíba 11 a 15 Cristalina 11 a 15 Cristianópolis 11 a 15 Crixás 11 a 15 Cromínia 11 a 15 Cumari 11 a 15 Damianópolis 11 a 15 Davinópolis 11 a 15 Diorama 11 a 15 Edéia 11 a 15 Estrela do Norte 11 a 15 Faina 11 a 15 Fazenda Nova 11 a 15 Firminópolis 11 a 15 Flores de Goiás 11 a 15 Formosa 11 a 15 Formoso 11 a 15 Gameleira de Goiás 11 a 15 Goianápolis 11 a 15 Goiandira 11 a 15 Goianésia 11 a 15 Goiás 11 a 15 Goiatuba 11 a 15 Guaraíta 11 a 15 Guarani de Goiás 11 a 15 Guarinos 11 a 15 Heitoraí 11 a 15 Hidrolândia 11 a 15 Hidrolina 11 a 15 Iaciara 11 a 15 Ipameri 11 a 15 Ipiranga de Goiás 11 a 15 Iporá 11 a 15 Israelândia 11 a 15 Itaguaru 11 a 15 Itapaci 11 a 15 Itapuranga 11 a 15 Itumbiara 11 a 15 Ivolândia 11 a 15 Jandaia 11 a 15 Jaraguá 11 a 15 Jataí 11 a 15 Jaupaci 11 a 15 Jesúpolis 11 a 15 Joviânia 11 a 15 Leopoldo de Bulhões 11 a 15 Luziânia 11 a 15 Mairipotaba 11 a 15 Mambaí 11 a 15 Mara Rosa 11 a 15 Marzagão 11 a 15 Mimoso de Goiás 11 a 15 Mineiros 11 a 15 Moiporá 11 a 15 Montividiu 11 a 15 Morrinhos 11 a 15

Morro Agudo de Goiás 11 a 15

Mossâmedes 11 a 15 Mutunópolis 11 a 15 Nazário 11 a 15 Nerópolis 11 a 15 Niquelândia 11 a 15 Nova América 11 a 15 Nova Aurora 11 a 15 Nova Glória 11 a 15

Nova Iguaçu de Goiás 11 a 15

Nova Roma 11 a 15 Novo Brasil 11 a 15 Novo Gama 11 a 15 Orizona 11 a 15 Ouvidor 11 a 15 Padre Bernardo 11 a 15 Palestina de Goiás 11 a 15 Palmelo 11 a 15 Palminópolis 11 a 15 Panamá 11 a 15 Paraúna 11 a 15 Perolândia 11 a 15 Pilar de Goiás 11 a 15 Piracanjuba 11 a 15 Pirenópolis 11 a 15 Pires do Rio 11 a 15 Planaltina 11 a 15 Pontalina 11 a 15 Porteirão 11 a 15 Portelândia 11 a 15 Posse 11 a 15 Professor Jamil 11 a 15 Rialma 11 a 15 Rianápolis 11 a 15 Rio Quente 11 a 15 Rio Verde 11 a 15 Rubiataba 11 a 15 Sanclerlândia 11 a 15

Santa Cruz de Goiás 11 a 15 Santa Helena de Goiás 11 a 15

Santa Isabel 11 a 15

Santa Rita do Novo Des-tino

11 a 15 Santa Tereza de Goiás 11 a 15 Santa Terezinha de Goiás 11 a 15 Santo Antônio da Barra 11 a 15 Santo Antônio do

Desco-berto

11 a 15

São Domingos 11 a 15

São Francisco de Goiás 11 a 15 São João da Paraúna 11 a 15 São João d'Aliança 11 a 15 São Luís de Montes

Be-los

11 a 15 São Luíz do Norte 11 a 15 São Miguel do Passa

Quatro 11 a 15 São Patrício 11 a 15 Senador Canedo 11 a 15 Serranópolis 11 a 15 Silvânia 11 a 15 Simolândia 11 a 15 Sítio d'Abadia 11 a 15 Teresina de Goiás 11 a 15 Terezópolis de Goiás 11 a 15 Três Ranchos 11 a 15 Tr i n d a d e 11 a 15 Tr o m b a s 11 a 15 Tu r v e l â n d i a 11 a 15 Uruaçu 11 a 15 Uruana 11 a 15 Urutaí 11 a 15 Valparaíso de Goiás 11 a 15 Vi a n ó p o l i s 11 a 15 Vila Boa 11 a 15 Vila Propício 11 a 15

SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE

AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

NO ESTADO DO PARANÁ

PORTARIA Nº 47, DE 22 DE JANEIRO DE 2009

O SUPERINTENDENTE FEDERAL DE AGRICULTURA NO PARANÁ, no uso das atribuições contidas no art. 39, do Re-gimento Interno das Superintendências Federais de Agricultura, apro-vado pela Portaria Ministerial nº- 300 de 16/06/05, e tendo em vista o disposto no art. 2º do Anexo I da Instrução Normativa nº 66, de 27 de novembro de 2006, Art. 4º da Lei nº 7802, de 11 de julho de 1989, no Decreto nº 4.074, de 4 de janeiro de 2002 e o que consta no Processo nº 21034.000040/2009-81, resolve:

Art. 1° Credenciar a empresa U.C.V. AGRONÔMICA CON-SULTORIA LTDA, número BR PR 380, CNPJ n° 09.557.225/0001-18, localizada na Rua Xavier da Silva, 47 - Tuiuti - Paranaguá/PR, para, na qualidade de empresa prestadora de serviços de tratamentos quarentenários e fitossanitários no trânsito internacional de vegetais e suas partes, executar tratamento nas modalidades de:

a) II - Fumigação em Contêineres com Fosfina (FEC); b) III - Fumigação em Silos Herméticos-Silos Pulmão-Fos-fina (FSH);

c) V - Fumigação em Porões de Navios - Fosfina (FPN); d) VII - Fumigação em Câmaras de Lona - Fosfina (FCL). Art. 2° O credenciamento de que trata esta Portaria terá validade por 01 (um) ano, podendo ser renovado mediante reque-rimento encaminhado ao Serviço de Fiscalização Agropecuária.

Art. 3° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.

DANIEL GONÇALVES FILHO

PORTARIA Nº 49, DE 23 DE JANEIRO DE 20097

O SUPERINTENDENTE FEDERAL DE AGRICULTURA NO PARANÁ, no uso das atribuições contidas no art. 39, do Re-gimento Interno das Superintendências Federais de Agricultura, apro-vado pela Portaria Ministerial nº- 300 de 16/06/05, e tendo em vista o disposto no art. 2º do Anexo I da Instrução Normativa nº 66, de 27 de novembro de 2006, Art. 4º da Lei nº 7802, de 11 de julho de 1989, no Decreto nº 4.074, de 4 de janeiro de 2002 e o que consta no Processo nº 21034.002128/2007-75, resolve:

Art. 1° Renovar o credenciamento da empresa EMADEP EMBALAGENS DE MADEIRA PARANÁ LTDA, número BR PR 0304, CNPJ n° 05.192.762/0001-50, localizada na Rua Luciano Piu-zzi, 1055, Bairro Pinheirinho - Curitiba/PR, para, na qualidade de empresa prestadora de serviços de tratamentos quarentenários e fi-tossanitários no trânsito internacional de vegetais e suas partes, exe-cutar tratamento, nas modalidades:

a) IX - Tratamento Térmico (HT); b) X - Secagem em Estufa (KD).

Art. 2° O credenciamento de que trata esta Portaria terá validade por 05 (cinco) anos, podendo ser renovado mediante re-querimento encaminhado ao Serviço de Fiscalização Agropecuária.

Art. 3° Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.

(7)

1

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

Ministério da Ciência e Tecnologia

.

FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS

ÁREA FINANCEIRA E DE CAPTAÇÃO

DESPACHO DO SUPERINTENDENTE

Em 27 de janeiro de 2009 Comprometimento orçamentário do FNDCT nº 6/2009

O Superintendente da Área Financeira e de Captação, no uso de suas atribuições conferidas pela RES/DIR/0084/00, resolve: comprometer o orçamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT, na forma abaixo:

BENEFICIÁRIO NUMERO CONVENIO NUMERO

EMPENHO PTRES

VALOR EMPENHO VIGENCIA CONVE-NIO

Associação Instituto de Tecnologia de Pernambuco 1961/06 573681

2009ne000248 4892

2.907,00 2 4 / 11 / 2 0 0 9 Associação Instituto de Tecnologia de Pernambuco 1961/06

573681

2009ne000256 25363

7.267,50 2 4 / 11 / 2 0 0 9 Associação Instituto de Tecnologia de Pernambuco 1961/06

573681

2009ne000249 4892

1.200,00 2 4 / 11 / 2 0 0 9 Associação Instituto de Tecnologia de Pernambuco 1961/06

573681

2009ne000255 25363

3.000,00 2 4 / 11 / 2 0 0 9 Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca 5023/06

597789

2009nc000002 4884

11 0 . 9 5 4 , 4 0 12/12/2009 Fundação Sousândrade de Apoio ao desenvolvimento da UFMA 4922/06

593618

2009ne000268 4884

75.000,00 14/09/2009 Fundação Universitária José Bonifácio 3542/05

533897

2009ne000266 25363

17.520,00 16/6/2009 Fundação Universitária José Bonifácio 3542/05

533897 2009ne000267 25363 29.400,00 16/6/2009 COPPETEC 1292/08 638250 2009ne000265 25363 928.000,00 2 6 / 1 2 / 2 0 11 Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento Agropecuário e Florestal da

Amazônia 0391/08 635918 2009ne000258 4896 604.591,00 0 1 / 1 2 / 2 0 11 Fundação Arthur Bernardes 1580/08

639702

2009ne000259 4896

26.352,00 29/12/2010 Fundação Arthur Bernardes 1580/08

639702

2009ne000260 4896

458.000,00 29/12/2010 Associação dos Amigos do INPA 1895/07

633197

2009ne000262 4895

747.000,00 25/8/2010 Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Federal de

Pernam-buco 0640/07 638243 2009ne000261 25363 100.000,00 29/12/2010 Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa 1514/04

522730

2009ne000057 7744

277.334,00 20/2/2009 União Brasileira de Educação e Assistência 1372/08

638322 2009ne000056 7744 776.407,32 26/12/2010 COPPETEC 0306/08 637740 2009ne000055 7744 108.000,00 22/12/2010 Fundação Valeparaibana de Ensino 1232/07

625789

2009ne000257 25363

323.200,00 12/6/2009 Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Computação Científica 0496/08

637746

2009ne000269 25363

254.250,00 19/10/2009 Centro de Tecnologia Mineral 111 3 / 0 6

567090

2009nc000003 4886

27.137,94 4/9/2009

A eficácia do presente despacho fica condicionada a sua publicação no Diário Oficial da União.

CARLOS EDUARDO GUTIERREZ FREIRE

GABINETE DO MINISTRO

PORTARIA No-40, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA E TECNOLO-GIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos II e IV, da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto nos arts. 3oda Lei no8.248, de 23 de outubro de 1991, e 7o

do Decreto no5.906, de 26 de setembro de 2006, resolve:

Art. 1o Reconhecer, conforme consta do processo MCT no

01200.000712/2008-09, de 17 de março de 2008, que os produtos, e os respectivos modelos descritos abaixo, desenvolvido pela empresa Maxcom do Brasil Ltda., inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda - CNPJ/MF sob o no

03.488.058/0001-14, atende às condição de bem de informática e automação, desenvolvido no País, nos termos e para os fins es-tabelecidos na Portaria MCT no950, de 12 de dezembro de 2006:

Produto 1: Aparelho para acionamento de máquinas e equi-pamentos elétricos ou eletrônicos;

Modelo: COMANND PLUS.

Produto 2: Central de comutação telefônica privada, de ca-pacidade até 25 ramais;

Modelos: COMUNIC, COMUNIC PLUS, COMUNIC LIGHT, COMUNIC LIGHT PLUS, RESIDENCE 4.1.P e RESIDEN-CE 4.1R.

Produto 3: Central de comutação telefônica privada, de ca-pacidade superior a 25 ramais e inferior ou igual a 200 ramais;

Modelos: MAXCOM C, EVOLUTION 164 Básico, EVO-LUTION 312 Básico, AMPLIA ENLACES Básico, COMUNIC EVL Básico, COMUNIC LIGHT EVL Básico, INTERCOM 72 Básico, INTERCOM 164 Básico e AMPLIA 2000 ENLACES Básico.

Produto 4: Terminal dedicado para central de comutação telefônica privada (interfone);

Modelo: TECHFONE BLOCOS, TECHFONE LIGHT, TP300, TP500, PORTHOUSE e PORTHOUSE PLUS.

Produto 5: Circuito impresso com componentes elétricos ou eletrônicos, montados, para central de comutação telefônica privada. Modelo: CPU COMUNIC EVL, RAMAL COMUNIC EVL, placa CPU do Amplia Enlaces - com adaptador, placa CPU do Co-munic Light Evolution, placa CPU do Evolution 164, placa CPU Evolution 312, placa CPU Intercom 72, placa CPU Intercom 164, placa CPU do Residence 4.1.P, placa CPU do Residence 4.1 R, placa 8 Ramais Comunic Plus Evolution, placa 16 Ramais Evolution 164, Placa 16 Ramais Evolution 164 Plus, Placa 8 Pontos Intercom 72 -Positivo, placa 8 Pontos Intercom - Negativo, placa 16 Pontos In-tercom 164 - Positivo, placa 16 Pontos InIn-tercom 164 - Negativo, placa rota/Conv/Conexão Ampla Enlaces, placa rota Evolution 312, placa Techfone sem micro, placa fonte chaveada Evolution 312, placa Evolution 312 com rabicho, placa fonte Comunic Evolution, placa fonte chaveada MXC "C", placa fonte "c" com rabicho, placa fonte Interrcom 72 e placa serviço Comunic Evolution c/conexão.

Art. 2o Esta Portaria entra em vigor na data de sua

pu-blicação.

SERGIO MACHADO REZENDE

Ministério da Cultura

.

SECRETARIA EXECUTIVA

PORTARIA Nº 41, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

O SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA CULTURA, Substituto no uso de suas atribuições legais, e em cum-primento ao disposto na Lei 8.313, de 23 de dezembro de 1991, Decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006, , RESOLVE:

Art. 1.o - Aprovar projetos culturais, relacionados nos anexos I e II à esta Portaria, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, na forma prevista, respectiva-mente, no § 1º do artigo 18 e no artigo 26 da Lei n.º 8.313, de 23 de de-zembro de 1991, alterada pela Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de 1999.

Art. 2.o - Esta portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.

GUSTAVO CARNEIRO VIDIGAL CAVALCANTI

ANEXO I

ÁREA: 1 ARTE CÊNICAS - (ART.18, §1º)

08 7300 - Temporada de Oficinas de Artes Cênicas em Iranduba (1ª)

Associação Batukada - Arte, Cultura, Cidadania e Ação Social CNPJ/CPF: 08.685.400/0001-90 Processo: 01400.006451/08-76 AM - Manaus Valor do Apoio R$: 181.754,69 Prazo de Captação: 28/01/2009 a 31/12/2009 Resumo do Projeto:

Oferecer gratuitamente para comunidade do município de Iranduba-AM, oficinas de dança e teatro.

07 9335 - Cultura Solidária 2B Produções Ltda. ME CNPJ/CPF: 03.133.993/0001-68 Processo: 01400.010239/07-22 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: 550.418,00 Prazo de Captação: 28/01/2009 a 31/12/2009 Resumo do Projeto:

Capacitar jovens das comunidades carentes, em idade de definição profissional, em atividades relacionadas à realização ar-tística na área das artes cênicas visando um futuro desdobramento para atuação no mercado de trabalho no segmento cultural. Terá duração de sete meses, sendo três turmas de 20 alunos para cada segmento artístico, no Centro de Artes e Educação Sobrado Cultural, na cidade do Rio de Janeiro. Montagem de espetáculos cênicos, difundindo informações obtidas durante o período da capacitação.

ÁREA: 4 ARTES PLÁSTICAS - (ART. 18) 08 10175 - Argentina Hoy

Forosul Cultura e Comunicação S.A CNPJ/CPF: 07.397.915/0001-21 Processo: 01400.009961/08-03 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: 1.410.500,00 Prazo de Captação: 28/01/2009 a 31/12/2009 Resumo do Projeto:

Realizar no Rio de Janeiro, São Paulo e em Brasília a mostra Argentina Hoy, a qual propõe ultrapassar a barreira de idades para oferecer um cenário abrangente da vanguarda artística Argentina, incluindo obras realizadas em distintos suportes como pinturas em grandes formatos, vídeo, instalações sonoras e interativas e escul-turas.

ÁREA: 5 PATRIMÔNIO CULTURAL - (ART. 18) 08 5572 - Restauro do Salão Nobre e Outros da Catedral Madre de Deus de Porto Alegre

Mitra da Arquidiocese de Porto Alegre CNPJ/CPF: 92.858.000/0078-24 Processo: 01413.000151/08-34 RS - Porto Alegre Valor do Apoio R$: 1.164.681,70 Prazo de Captação: 28/01/2009 a 31/12/2009 Resumo do Projeto:

Realizar serviços de restauro do Salão Nobre e do Passeio Público da Catedral Madre de Deus de Porto Alegre, tambado pelo IPHAN. Iluminação artística externa, limpeza do paramentos de gra-nito rosa e serviços afins com instalação da rampa de acessibilidade universal.

08 4825 - Restauro Igreja Nossa Senhora da Conceição Mitra da Arquidiocese de Porto Alegre/Paroquia Nossa Senhora da Conceição CNPJ/CPF: 92.858.000/0005-79 Processo: 01400.004312/08-16 RS - Porto Alegre Valor do Apoio R$: 3.527.851,13 Prazo de Captação: 28/01/2009 a 31/12/2009 Resumo do Projeto:

Realizar os serviços de restauro da edificação, dos oratórios, do mobiliário interno, da estatuária e das pinturas artísticas, e re-novação das instalações elétricas, com o objetivo de integrar a Igreja ao conjunto de edifícios significativos do Centro Histórico de Porto Alegre.

ÁREA : 6 HUMANIDADES : LIVROS DE VALOR ARTÍSTICO, LITERÁRIO OU HUMANÍSTICO (ART. 18)

08 6601 - Biblioteca Nacional de Brasília - Coleção Po-pular

de Empréstimo

Instituto Centro Brasileiro de Cultura CNPJ/CPF: 05.619.125/0002-07 Processo: 01400.005724/08-65 DF - Brasília Valor do Apoio R$: 376.334,42 Prazo de Captação: 28/01/2009 a 30/09/2009 Resumo do Projeto:

Dotar a Biblioteca Nacional de Brasília de um acervo po-pular básico para empréstimo, desenvolver e sustentar em jovens e adolescentes o hábito e o prazer da leitura e da aprendizagem.

ANEXO II

ÁREA: 3 MÚSICA EM GERAL - (ART. 26) 08 9886 - Carnaforró

Winston Geraldo Guimarães Barreto (Gereba) CNPJ/CPF: 060.221.115-87 Processo: 01400.009490/08-25 BA - Salvador Valor do Apoio R$: 255.200,00 Prazo de Captação: 28/01/2009 a 30/04/2009 Resumo do Projeto:

Difusão da musicalidade de raiz, o forró, junto ao carnaval de Savaldor em 2009, divulgando para turistas de todo o mundo o São João da Bahia.

ÁREA : 6 HUMANIDADES - (ART26)

07 12038 - Formação do Grupo contadores de Estórias Miguilin

Associação dos Amigos do Museu Casa Guimarães Rosa CNPJ/CPF: 00.431.915/0001-51

Referências

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(ETML), CNPJ n.º 68.785.641/0001-32, consi- derando as razões e fundamentos constantes do Informe nº 147/2015/CPRP/SCP, de 13/5/2015, do Parecer nº 00756/2015/PFE-

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