Ano CXLVI N
o-10
Brasília - DF, quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
Sumário
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PÁGINA
Atos do Poder Legislativo ... 1
Atos do Poder Executivo... 4
Presidência da República ... 8
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ... 10
Ministério da Ciência e Tecnologia ... 18
Ministério da Cultura ... 21
Ministério da Defesa ... 24
Ministério da Educação ... 24
Ministério da Fazenda... 25
Ministério da Justiça ... 35
Ministério da Previdência Social... 47
Ministério da Saúde ... 47
Ministério das Cidades... 51
Ministério das Comunicações ... 51
Ministério de Minas e Energia... 57
Ministério do Desenvolvimento Agrário... 61
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ... 61
Ministério do Esporte... 67
Ministério do Meio Ambiente ... 67
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão... 67
Ministério dos Transportes ... 74
Ministério Público da União ... 75
Poder Judiciário... 80
Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais ... 80
Atos do Poder Legislativo
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LEI No-11.903, DE 14 DE JANEIRO DE 2009 Dispõe sobre o rastreamento da produção e do consumo de medicamentos por meio de tecnologia de captura, armazenamento e transmissão eletrônica de dados.
O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o É criado o Sistema Nacional de Controle de
Me-dicamentos, envolvendo a produção, comercialização, dispensação e a prescrição médica, odontológica e veterinária, assim como os demais tipos de movimentação previstos pelos controles sanitários.
Art. 2oTodo e qualquer medicamento produzido, dispensado
ou vendido no território nacional será controlado por meio do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos.
Parágrafo único. O controle aplica-se igualmente às pres-crições médicas, odontológicas e veterinárias.
Art. 3o O controle será realizado por meio de sistema de
identificação exclusivo dos produtos, prestadores de serviços e usuá-rios, com o emprego de tecnologias de captura, armazenamento e transmissão eletrônica de dados.
§ 1oOs produtos e seus distribuidores receberão identificação
específica baseada em sistema de captura de dados por via eletrônica, para os seguintes componentes do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos:
I - fabricante (autorização de funcionamento, licença estadual e alvará sanitário municipal dos estabelecimentos fabricantes);
II - fornecedor (atacadistas, varejistas, exportadores e im-portadores de medicamentos);
III - comprador (inclusive estabelecimentos requisitantes de produtos não aviados em receitas com múltiplos produtos);
IV - produto (produto aviado ou dispensado e sua quan-tidade);
V - unidades de transporte/logísticas; VI - consumidor/paciente;
VII - prescrição (inclusive produtos não aviados numa receita com múltiplos produtos);
VIII - médico, odontólogo e veterinário (inscrição no con-selho de classe dos profissionais prescritores).
§ 2o Além dos listados nos incisos do § 1o deste artigo,
poderão ser incluídos pelo órgão de vigilância sanitária federal outros componentes ligados à produção, distribuição, importação, exporta-ção, comercializaexporta-ção, prescrição e uso de medicamentos.
Art. 4o O órgão de vigilância sanitária federal competente
implantará e coordenará o Sistema Nacional de Controle de Me-dicamentos.
Parágrafo único. O órgão definirá o conteúdo, a periodi-cidade e a responsabilidade pelo recebimento e auditoria dos balanços das transações comerciais necessários para o controle de que trata o art. 3odesta Lei.
Art. 5o O órgão de vigilância sanitária federal competente
implantará o sistema no prazo gradual de 3 (três) anos, sendo a inclusão dos componentes referentes ao art. 3o desta Lei feita da
seguinte forma:
I - no primeiro ano, os referentes aos incisos I e II do § 1o;
II - no segundo ano, os referentes aos incisos III, IV e V do § 1o;
III - no terceiro ano, os referentes aos incisos VI, VII e VIII do § 1o.
Art. 6o O órgão de vigilância sanitária federal competente
estabelecerá as listas de medicamentos de venda livre, de venda sob prescrição e retenção de receita e de venda sob responsabilidade do farmacêutico, sem retenção de receita.
Art. 7oEsta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 14 de janeiro de 2009; 188o da Independência e
121oda República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Reinhold Stephanes
Márcia Bassit Lameiro Costa Mazzoli Miguel Jorge
LEI No
-11.904, DE 14 DE JANEIRO DE 2009
Institui o Estatuto de Museus e dá outras providências.
O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1oConsideram-se museus, para os efeitos desta Lei, as
instituições sem fins lucrativos que conservam, investigam, comu-nicam, interpretam e expõem, para fins de preservação, estudo, pes-quisa, educação, contemplação e turismo, conjuntos e coleções de valor histórico, artístico, científico, técnico ou de qualquer outra na-tureza cultural, abertas ao público, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento.
Parágrafo único. Enquadrar-se-ão nesta Lei as instituições e os processos museológicos voltados para o trabalho com o patrimônio cultural e o território visando ao desenvolvimento cultural e socioe-conômico e à participação das comunidades.
Art. 2oSão princípios fundamentais dos museus:
I - a valorização da dignidade humana; II - a promoção da cidadania; III - o cumprimento da função social;
IV - a valorização e preservação do patrimônio cultural e ambiental;
V - a universalidade do acesso, o respeito e a valorização à diversidade cultural;
VI - o intercâmbio institucional.
Parágrafo único. A aplicação deste artigo está vinculada aos princípios basilares do Plano Nacional de Cultura e do regime de proteção e valorização do patrimônio cultural.
Art. 3oConforme as características e o desenvolvimento de
cada museu, poderão existir filiais, seccionais e núcleos ou anexos das instituições.
COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
Parágrafo único. Para fins de aplicação desta Lei, são de-finidos:
I - como filial os museus dependentes de outros quanto à sua direção e gestão, inclusive financeira, mas que possuem plano mu-seológico autônomo;
II - como seccional a parte diferenciada de um museu que, com a finalidade de executar seu plano museológico, ocupa um imó-vel independente da sede principal;
III - como núcleo ou anexo os espaços móveis ou imóveis que, por orientações museológicas específicas, fazem parte de um projeto de museu.
Art. 4oO poder público estabelecerá mecanismos de fomento
e incentivo visando à sustentabilidade dos museus brasileiros. Art. 5oOs bens culturais dos museus, em suas diversas
ma-nifestações, podem ser declarados como de interesse público, no todo ou em parte.
§ 1oConsideram-se bens culturais passíveis de musealização
os bens móveis e imóveis de interesse público, de natureza material ou imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência ao ambiente natural, à identidade, à cultura e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.
§ 2oSerá declarado como de interesse público o acervo dos
museus cuja proteção e valorização, pesquisa e acesso à sociedade representar um valor cultural de destacada importância para a Nação, respeitada a diversidade cultural, regional, étnica e lingüística do País.
§ 3o( V E TA D O )
Art. 6o Esta Lei não se aplica às bibliotecas, aos arquivos,
aos centros de documentação e às coleções visitáveis.
Parágrafo único. São consideradas coleções visitáveis os con-juntos de bens culturais conservados por uma pessoa física ou ju-rídica, que não apresentem as características previstas no art. 1odesta
Lei, e que sejam abertos à visitação, ainda que esporadicamente.
CAPÍTULO II
DO REGIME APLICÁVEL AOS MUSEUS
Art. 7oA criação de museus por qualquer entidade é livre,
independentemente do regime jurídico, nos termos estabelecidos nesta Lei.
Art. 8o A criação, a fusão e a extinção de museus serão
efetivadas por meio de documento público.
§ 1oA elaboração de planos, programas e projetos
museo-lógicos, visando à criação, à fusão ou à manutenção dos museus, deve estar em consonância com a Lei no7.287, de 18 de dezembro de
1984.
§ 2oA criação, a fusão ou a extinção de museus deverá ser
registrada no órgão competente do poder público.
Art. 9oOs museus poderão estimular a constituição de
as-sociações de amigos dos museus, grupos de interesse especializado, voluntariado ou outras formas de colaboração e participação siste-mática da comunidade e do público.
§ 1oOs museus, à medida das suas possibilidades, facultarão
espaços para a instalação de estruturas associativas ou de voluntariado que tenham por fim a contribuição para o desempenho das funções e finalidades dos museus.
§ 2o Os museus poderão criar um serviço de acolhimento,
formação e gestão de voluntariado, dotando-se de um regulamento específico, assegurando e estabelecendo o benefício mútuo da ins-tituição e dos voluntários.
Art. 10. (VETADO)
Art. 11. A denominação de museu estadual, regional ou dis-trital só pode ser utilizada por museu vinculado a Unidade da Fe-deração ou por museus a quem o Estado autorize a utilização desta denominação.
Art. 12. A denominação de museu municipal só pode ser utilizada por museu vinculado a Município ou por museus a quem o Município autorize a utilização desta denominação.
Seção I Dos Museus Públicos
Art. 13. São considerados museus públicos as instituições museológicas vinculadas ao poder público, situadas no território na-cional.
Art. 14. O poder público firmará um plano anual prévio, de modo a garantir o funcionamento dos museus públicos e permitir o cumprimento de suas finalidades.
Art. 15. Os museus públicos serão regidos por ato normativo específico.
Parágrafo único. Sem prejuízo do disposto neste artigo, o museu público poderá estabelecer convênios para a sua gestão.
Art. 16. É vedada a participação direta ou indireta de pessoal técnico dos museus públicos em atividades ligadas à comercialização de bens culturais.
Parágrafo único. Atividades de avaliação para fins comer-ciais serão permitidas aos funcionários em serviço nos museus, nos casos de uso interno, de interesse científico, ou a pedido de órgão do Poder Público, mediante procedimento administrativo cabível.
Art. 17. Os museus manterão funcionários devidamente qua-lificados, observada a legislação vigente.
Parágrafo único. A entidade gestora do museu público ga-rantirá a disponibilidade de funcionários qualificados e em número suficiente para o cumprimento de suas finalidades.
Seção II
Do Regimento e das Áreas Básicas dos Museus
Art. 18. As entidades públicas e privadas de que dependam os museus deverão definir claramente seu enquadramento orgânico e aprovar o respectivo regimento.
Art. 19. Todo museu deverá dispor de instalações adequadas ao cumprimento das funções necessárias, bem como ao bem-estar dos usuários e funcionários.
Art. 20. Compete à direção dos museus assegurar o seu bom funcionamento, o cumprimento do plano museológico por meio de funções especializadas, bem como planejar e coordenar a execução do plano anual de atividades.
Subseção I
Da Preservação, da Conservação, da Restauração e da Segurança
Art. 21. Os museus garantirão a conservação e a segurança de seus acervos.
Parágrafo único. Os programas, as normas e os procedi-mentos de preservação, conservação e restauração serão elaborados por cada museu em conformidade com a legislação vigente.
Art. 22. Aplicar-se-á o regime de responsabilidade solidária às ações de preservação, conservação ou restauração que impliquem dano irreparável ou destruição de bens culturais dos museus, sendo punível a negligência.
Art. 23. Os museus devem dispor das condições de segurança indispensáveis para garantir a proteção e a integridade dos bens cul-turais sob sua guarda, bem como dos usuários, dos respectivos fun-cionários e das instalações.
Parágrafo único. Cada museu deve dispor de um Programa de Segurança periodicamente testado para prevenir e neutralizar pe-rigos.
Art. 24. É facultado aos museus estabelecer restrições à en-trada de objetos e, excepcionalmente, pessoas, desde que devidamente justificadas.
Art. 25. As entidades de segurança pública poderão cooperar com os museus, por meio da definição conjunta do Programa de Segurança e da aprovação dos equipamentos de prevenção e neu-tralização de perigos.
Art. 26. Os museus colaborarão com as entidades de se-gurança pública no combate aos crimes contra a propriedade e tráfico de bens culturais.
Art. 27. O Programa e as regras de segurança de cada museu têm natureza confidencial.
Parágrafo único. (VETADO)
Subseção II
Do Estudo, da Pesquisa e da Ação Educativa
Art. 28. O estudo e a pesquisa fundamentam as ações de-senvolvidas em todas as áreas dos museus, no cumprimento das suas múltiplas competências.
§ 1oO estudo e a pesquisa nortearão a política de aquisições
e descartes, a identificação e caracterização dos bens culturais in-corporados ou incorporáveis e as atividades com fins de documen-tação, de conservação, de interpretação e exposição e de educação.
§ 2oOs museus deverão promover estudos de público,
diag-nóstico de participação e avaliações periódicas objetivando a pro-gressiva melhoria da qualidade de seu funcionamento e o atendimento às necessidades dos visitantes.
Art. 29. Os museus deverão promover ações educativas, fun-damentadas no respeito à diversidade cultural e na participação co-munitária, contribuindo para ampliar o acesso da sociedade às ma-nifestações culturais e ao patrimônio material e imaterial da Nação.
Art. 30. Os museus deverão disponibilizar oportunidades de prática profissional aos estabelecimentos de ensino que ministrem cursos de museologia e afins, nos campos disciplinares relacionados às funções museológicas e à sua vocação.
Subseção III
Da Difusão Cultural e Do Acesso aos Museus
Art. 31. As ações de comunicação constituem formas de se fazer conhecer os bens culturais incorporados ou depositados no mu-seu, de forma a propiciar o acesso público.
Parágrafo único. O museu regulamentará o acesso público aos bens culturais, levando em consideração as condições de con-servação e segurança.
Art. 32. Os museus deverão elaborar e implementar pro-gramas de exposições adequados à sua vocação e tipologia, com a finalidade de promover acesso aos bens culturais e estimular a re-flexão e o reconhecimento do seu valor simbólico.
Art. 33. Os museus poderão autorizar ou produzir publi-cações sobre temas vinculados a seus bens culturais e peças pu-blicitárias sobre seu acervo e suas atividades.
§ 1o Serão garantidos a qualidade, a fidelidade e os
pro-pósitos científicos e educativos do material produzido, sem prejuízo dos direitos de autor e conexos.
§ 2o Todas as réplicas e demais cópias serão assinaladas
como tais, de modo a evitar que sejam confundidas com os objetos ou espécimes originais.
Art. 34. A política de gratuidade ou onerosidade do ingresso ao museu será estabelecida por ele ou pela entidade de que dependa, para diferentes públicos, conforme dispositivos abrigados pelo sis-tema legislativo nacional.
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EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
Art. 35. Os museus caracterizar-se-ão pela acessibilidade uni-versal dos diferentes públicos, na forma da legislação vigente.
Art. 36. As estatísticas de visitantes dos museus serão en-viadas ao órgão ou entidade competente do poder público, na forma fixada pela respectiva entidade, quando solicitadas.
Art. 37. Os museus deverão disponibilizar um livro de su-gestões e reclamações disposto de forma visível na área de aco-lhimento dos visitantes.
Subseção IV Dos Acervos dos Museus
Art. 38. Os museus deverão formular, aprovar ou, quando cabível, propor, para aprovação da entidade de que dependa, uma política de aquisições e descartes de bens culturais, atualizada pe-riodicamente.
Parágrafo único. Os museus vinculados ao poder público darão publicidade aos termos de descartes a serem efetuados pela instituição, por meio de publicação no respectivo Diário Oficial.
Art. 39. É obrigação dos museus manter documentação sis-tematicamente atualizada sobre os bens culturais que integram seus acervos, na forma de registros e inventários.
§ 1oO registro e o inventário dos bens culturais dos museus
devem estruturar-se de forma a assegurar a compatibilização com o inventário nacional dos bens culturais.
§ 2oOs bens inventariados ou registrados gozam de proteção
com vistas em evitar o seu perecimento ou degradação, a promover sua preservação e segurança e a divulgar a respectiva existência.
Art. 40. Os inventários museológicos e outros registros que identifiquem bens culturais, elaborados por museus públicos e pri-vados, são considerados patrimônio arquivístico de interesse nacional e devem ser conservados nas respectivas instalações dos museus, de modo a evitar destruição, perda ou deterioração.
Parágrafo único. No caso de extinção dos museus, os seus inventários e registros serão conservados pelo órgão ou entidade su-cessora.
Art. 41. A proteção dos bens culturais dos museus se com-pleta pelo inventário nacional, sem prejuízo de outras formas de proteção concorrentes.
§ 1oEntende-se por inventário nacional a inserção de dados
sistematizada e atualizada periodicamente sobre os bens culturais existentes em cada museu, objetivando a sua identificação e pro-teção.
§ 2o O inventário nacional dos bens dos museus não terá
implicações na propriedade, posse ou outro direito real.
§ 3o O inventário nacional dos bens culturais dos museus
será coordenado pela União.
§ 4o Para efeito da integridade do inventário nacional, os
museus responsabilizar-se-ão pela inserção dos dados sobre seus bens culturais.
Subseção V
Do Uso das Imagens e Reproduções dos Bens Culturais dos Museus
Art. 42. Os museus facilitarão o acesso à imagem e à re-produção de seus bens culturais e documentos conforme os pro-cedimentos estabelecidos na legislação vigente e nos regimentos in-ternos de cada museu.
Parágrafo único. A disponibilização de que trata este artigo será fundamentada nos princípios da conservação dos bens culturais, do interesse público, da não interferência na atividade dos museus e da garantia dos direitos de propriedade intelectual, inclusive imagem, na forma da legislação vigente.
Art. 43. Os museus garantirão a proteção dos bens culturais que constituem seus acervos, tanto em relação à qualidade das ima-gens e reproduções quanto à fidelidade aos sentidos educacional e de divulgação que lhes são próprios, na forma da legislação vigente.
Seção III Do Plano Museológico
Art. 44. É dever dos museus elaborar e implementar o Plano Museológico.
Art. 45. O Plano Museológico é compreendido como fer-ramenta básica de planejamento estratégico, de sentido global e in-tegrador, indispensável para a identificação da vocação da instituição museológica para a definição, o ordenamento e a priorização dos objetivos e das ações de cada uma de suas áreas de funcionamento, bem como fundamenta a criação ou a fusão de museus, constituindo instrumento fundamental para a sistematização do trabalho interno e para a atuação dos museus na sociedade.
Art. 46. O Plano Museológico do museu definirá sua missão básica e sua função específica na sociedade e poderá contemplar os seguintes itens, dentre outros:
I - o diagnóstico participativo da instituição, podendo ser realizado com o concurso de colaboradores externos;
II - a identificação dos espaços, bem como dos conjuntos patrimoniais sob a guarda dos museus;
III - a identificação dos públicos a quem se destina o tra-balho dos museus;
IV - detalhamento dos Programas: a) Institucional; b) de Gestão de Pessoas; c) de Acervos; d) de Exposições; e) Educativo e Cultural; f) de Pesquisa; g) Arquitetônico-urbanístico; h) de Segurança; i) de Financiamento e Fomento; j) de Comunicação.
§ 1oNa consolidação do Plano Museológico, deve-se levar
em conta o caráter interdisciplinar dos Programas.
§ 2oO Plano Museológico será elaborado, preferencialmente,
de forma participativa, envolvendo o conjunto dos funcionários dos museus, além de especialistas, parceiros sociais, usuários e consul-tores externos, levadas em conta suas especificidades.
§ 3o O Plano Museológico deverá ser avaliado
permanen-temente e revisado pela instituição com periodicidade definida em seu regimento.
Art. 47. Os projetos componentes dos Programas do Plano Museológico caracterizar-se-ão pela exeqüibilidade, adequação às es-pecificações dos distintos Programas, apresentação de cronograma de execução, a explicitação da metodologia adotada, a descrição das ações planejadas e a implantação de um sistema de avaliação per-manente.
CAPÍTULO III A SOCIEDADE E OS MUSEUS
Seção I Disposições Gerais
Art. 48. Em consonância com o propósito de serviço à so-ciedade estabelecido nesta Lei, poderão ser promovidos mecanismos de colaboração com outras entidades.
Art. 49. As atividades decorrentes dos mecanismos previstos no art. 48 desta Lei serão autorizadas e supervisionadas pela direção do museu, que poderá suspendê-las caso seu desenvolvimento entre em conflito com o funcionamento normal do museu.
Art. 50. Serão entendidas como associações de amigos de museus as sociedades civis, sem fins lucrativos, constituídas na forma da lei civil, que preencham, ao menos, os seguintes requisitos:
I - constar em seu instrumento criador, como finalidade ex-clusiva, o apoio, a manutenção e o incentivo às atividades dos museus a que se refiram, especialmente aquelas destinadas ao público em geral;
II - não restringir a adesão de novos membros, sejam pessoas físicas ou jurídicas;
III - ser vedada a remuneração da diretoria.
Parágrafo único. O reconhecimento da associação de amigos dos museus será realizado em ficha cadastral elaborada pelo órgão mantenedor ou entidade competente.
Art. 51. (VETADO)
Art. 52. As associações de amigos deverão tornar públicos seus balanços periodicamente.
Parágrafo único. As associações de amigos de museus de-verão permitir quaisquer verificações determinadas pelos órgãos de controle competentes, prestando os esclarecimentos que lhes forem solicitados, além de serem obrigadas a remeter-lhes anualmente có-pias de balanços e dos relatórios do exercício social.
Art. 53. As associações de amigos, no exercício de suas funções, submeter-se-ão à aprovação prévia e expressa da instituição a que se vinculem, dos planos, dos projetos e das ações.
Art. 54. As associações poderão reservar até dez por cento da totalidade dos recursos por elas recebidos e gerados para a sua pró-pria administração e manutenção, sendo o restante revertido para a instituição museológica.
Seção II Dos Sistemas de Museus
Art. 55. O Sistema de Museus é uma rede organizada de instituições museológicas, baseado na adesão voluntária, configurado de forma progressiva e que visa à coordenação, articulação, à me-diação, à qualificação e à cooperação entre os museus.
Art. 56. Os entes federados estabelecerão em lei, denominada Estatuto Estadual, Regional, Municipal ou Distrital dos Museus, nor-mas específicas de organização, articulação e atribuições das ins-tituições museológicas em sistemas de museus, de acordo com os princípios dispostos neste Estatuto.
§ 1o A instalação dos sistemas estaduais ou regionais,
dis-tritais e municipais de museus será feita de forma gradativa, sempre visando à qualificação dos respectivos museus.
§ 2oOs sistemas de museus têm por finalidade:
I - apoiar tecnicamente os museus da área disciplinar e te-mática ou geográfica com eles relacionada;
II - promover a cooperação e a articulação entre os museus da área disciplinar e temática ou geográfica com eles relacionada, em especial com os museus municipais;
III - contribuir para a vitalidade e o dinamismo cultural dos locais de instalação dos museus;
IV - elaborar pareceres e relatórios sobre questões relativas à museologia no contexto de atuação a eles adstrito;
V - colaborar com o órgão ou entidade do poder público competente no tocante à apreciação das candidaturas ao Sistema Bra-sileiro de Museus, na promoção de programas e de atividade e no acompanhamento da respectiva execução.
Art. 57. O Sistema Brasileiro de Museus disporá de um Comitê Gestor, com a finalidade de propor diretrizes e ações, bem como apoiar e acompanhar o desenvolvimento do setor museológico brasileiro.
Parágrafo único. O Comitê Gestor do Sistema Brasileiro de Museus será composto por representantes de órgãos e entidades com representatividade na área da museologia nacional.
Art. 58. O Sistema Brasileiro de Museus tem a finalidade de promover:
I - a interação entre os museus, instituições afins e pro-fissionais ligados ao setor, visando ao constante aperfeiçoamento da utilização de recursos materiais e culturais;
II - a valorização, registro e disseminação de conhecimentos específicos no campo museológico;
III - a gestão integrada e o desenvolvimento das instituições, acervos e processos museológicos;
IV - o desenvolvimento das ações voltadas para as áreas de aquisição de bens, capacitação de recursos humanos, documentação, pesquisa, conservação, restauração, comunicação e difusão entre os órgãos e entidades públicas, entidades privadas e unidades museo-lógicas que integrem o Sistema;
V - a promoção da qualidade do desempenho dos museus por meio da implementação de procedimentos de avaliação.
Art. 59. Constituem objetivos específicos do Sistema Bra-sileiro de Museus:
I - promover a articulação entre as instituições museológicas, respeitando sua autonomia jurídico-administrativa, cultural e técnico-científica;
II - estimular o desenvolvimento de programas, projetos e atividades museológicas que respeitem e valorizem o patrimônio cul-tural de comunidades populares e tradicionais, de acordo com as suas especificidades;
III - divulgar padrões e procedimentos técnico-científicos que orientem as atividades desenvolvidas nas instituições museológicas;
IV - estimular e apoiar os programas e projetos de incre-mento e qualificação profissional de equipes que atuem em insti-tuições museológicas;
V - estimular a participação e o interesse dos diversos seg-mentos da sociedade no setor museológico;
VI - estimular o desenvolvimento de programas, projetos e atividades educativas e culturais nas instituições museológicas;
COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
VII - incentivar e promover a criação e a articulação de redes e sistemas estaduais, municipais e internacionais de museus, bem como seu intercâmbio e integração ao Sistema Brasileiro de Mu-seus;
VIII - contribuir para a implementação, manutenção e atua-lização de um Cadastro Nacional de Museus;
IX - propor a criação e aperfeiçoamento de instrumentos legais para o melhor desempenho e desenvolvimento das instituições museológicas no País;
X - propor medidas para a política de segurança e proteção de acervos, instalações e edificações;
XI - incentivar a formação, a atualização e a valorização dos profissionais de instituições museológicas; e
XII - estimular práticas voltadas para permuta, aquisição, documentação, investigação, preservação, conservação, restauração e difusão de acervos museológicos.
Art. 60. Poderão fazer parte do Sistema Brasileiro de Mu-seus, mediante a formalização de instrumento hábil a ser firmado com o órgão competente, os museus públicos e privados, instituições edu-cacionais relacionadas à área da museologia e as entidades afins, na forma da legislação específica.
Art. 61. Terão prioridade, quanto ao beneficiamento por po-líticas especificamente desenvolvidas, os museus integrantes do Sis-tema Brasileiro de Museus.
Parágrafo único. Os museus em processo de adesão podem ser beneficiados por políticas de qualificação específicas.
Art. 62. Os museus integrantes do Sistema Brasileiro de Museus colaboram entre si e articulam os respectivos recursos com vistas em melhorar e potencializar a prestação de serviços ao pú-blico.
Parágrafo único. A colaboração supracitada traduz-se no es-tabelecimento de contratos, acordos, convênios e protocolos de co-operação entre museus ou com entidades públicas ou privadas.
Art. 63. Os museus integrados ao Sistema Brasileiro de Mu-seus gozam do direito de preferência em caso de venda judicial ou leilão de bens culturais, respeitada a legislação em vigor.
§ 1oO prazo para o exercício do direito de preferência é de
quinze dias, e, em caso de concorrência entre os museus do Sistema, cabe ao Comitê Gestor determinar qual o museu a que se dará pri-mazia.
§ 2oA preferência só poderá ser exercida se o bem cultural
objeto da preferência se integrar na política de aquisições dos museus, sob pena de nulidade do ato.
CAPÍTULO IV DAS PENALIDADES Art. 64. (VETADO)
Art. 65. (VETADO)
Art. 66. Sem prejuízo das penalidades definidas pela le-gislação federal, estadual e municipal, em especial os arts. 62, 63 e 64 da Lei no9.605, de 12 de fevereiro de 1998, o não cumprimento das
medidas necessárias à preservação ou correção dos inconvenientes e danos causados pela degradação, inutilização e destruição de bens dos museus sujeitará os transgressores:
I - à multa simples ou diária, nos valores correspondentes, no mínimo, a dez e, no máximo, a mil dias-multa, agravada em casos de reincidência, conforme regulamentação específica, vedada a sua co-brança pela União se já tiver sido aplicada pelo Estado, pelo Distrito Federal, pelos Territórios ou pelos Municípios;
II - à perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais concedidos pelo poder público, pelo prazo de cinco anos;
III - à perda ou suspensão de participação em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito, pelo prazo de cinco anos;
IV - ao impedimento de contratar com o poder público, pelo prazo de cinco anos;
V - à suspensão parcial de sua atividade.
§ 1oSem obstar a aplicação das penalidades previstas neste
artigo, é o transgressor obrigado a indenizar ou reparar os danos causados aos bens musealizados e a terceiros prejudicados.
§ 2oNo caso de omissão da autoridade, caberá à entidade
competente, em âmbito federal, a aplicação das penalidades pecu-niárias previstas neste artigo.
§ 3oNos casos previstos nos incisos II e III do caput deste
artigo, o ato declaratório da perda, restrição ou suspensão será atri-buição da autoridade administrativa ou financeira que concedeu os benefícios, incentivos ou financiamento.
§ 4o Verificada a reincidência, a pena de multa será
agra-vada.
CAPÍTULO V
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 67. Os museus adequarão suas estruturas, recursos e ordenamentos ao disposto nesta Lei no prazo de cinco anos, contados da sua publicação.
Parágrafo único. Os museus federais já em funcionamento deverão proceder à adaptação de suas atividades aos preceitos desta Lei no prazo de dois anos.
Art. 68. Resguardados a soberania nacional, a ordem pública e os bons costumes, o governo brasileiro prestará, no que concerne ao combate do tráfico de bens culturais dos museus, a necessária co-operação a outro país, sem qualquer ônus, quando solicitado para:
I - produção de prova; II - exame de objetos e lugares; III - informações sobre pessoas e coisas;
IV - presença temporária de pessoa presa, cujas declarações tenham relevância para a decisão de uma causa;
V - outras formas de assistência permitidas pela legislação em vigor pelos tratados de que o Brasil seja parte.
Art. 69. Para a consecução dos fins visados nesta Lei e especialmente para a reciprocidade da cooperação internacional, de-verá ser mantido sistema de comunicações apto a facilitar o in-tercâmbio internacional, rápido e seguro, de informações sobre bens culturais dos museus.
Art. 70. Esta Lei entra em vigor cento e vinte dias após a data de sua publicação.
Brasília, 14 de janeiro de 2009; 188o da Independência e
121oda República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Tarso Genro
Roberto Gomes do Nascimento
IV - QUADRO DE OFICIAIS MÉDICOS:
Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivalente a 3 vagas); Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 4 vagas); e
Major - 1/20 do efetivo do posto (equivalente a 4 vagas);
V - QUADRO DE OFICIAIS DE INFANTARIA DA
AERONÁU-TICA:
Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivalente a 2 vagas); Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 4 vagas); e
Major - 1/20 do efetivo do posto (equivalente a 4 vagas); VI - QUADRO DE OFICIAIS DENTISTAS:
Tenente-Coronel - 1/10 do efetivo do posto (equivalente a 5 vagas); e
Major - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 4 vagas); VII - QUADRO DE OFICIAIS FARMACÊUTICOS:
Tenente-Coronel - 1/10 do efetivo do posto (equivalente a 1 vaga); e
Major - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 2 vagas);
VIII - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM
AV I Õ E S :
Major - 1/10 do efetivo do posto (equivalente a 2 vagas); e Capitão - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 4 vagas); IX - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM
COMU-NICAÇÕES:
Major - 1/10 do efetivo do posto (equivalente a 2 vagas); e Capitão - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 4 vagas); X - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM
ARMA-M E N TO :
Major - 1/10 do efetivo do posto (equivalente a 2 vagas); e Capitão - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 1 vaga); XI - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM
FOTO-GRAFIA:
Major - 1/10 do efetivo do posto (equivalente a 0 vaga); e Capitão - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 1 vaga); XII - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM
METEO-ROLOGIA:
Major - 1/10 do efetivo do posto (equivalente a 1 vaga); e Capitão - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 2 vagas); XIII - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM
CON-TROLE DE TRÁFEGO AÉREO:
Major - 1/10 do efetivo do posto (equivalente a 0 vaga); e Capitão - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 7 vagas); XIV - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM
SUPRI-MENTO TÉCNICO:
Capitão - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 2 vagas); XV - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS DA
AERO-NÁUTICA:
Capitão - 1/10 do efetivo do posto (equivalente a 15 vagas); e Primeiro-Tenente - 1/20 do efetivo do posto (equivalente a 19 va-gas);
XVI - QUADRO DE OFICIAIS CAPELÃES: Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivalente a 0 vaga);
Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 0 vaga); e
Major - 1/20 do efetivo do posto (equivalente a 0 vaga);
XVII - QUADRO FEMININO DE OFICIAIS DA RESERVA DA
AERONÁUTICA:
Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 9 vagas); e
Major - 1/20 do efetivo do posto (equivalente a 9 vagas).
Art. 2o Não será aplicado, para o ano-base 2008, o
dis-positivo de Quota Compulsória nos efetivos de Oficiais não-nume-rados.
Art. 3o Este Decreto entra em vigor na data de sua
pu-blicação.
Brasília, 14 de janeiro de 2009; 188º da Independência e 121º da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Nelson Jobim
DECRETO No6.739, DE 14 DE JANEIRO DE 2009
Fixa o número de vagas para promoção obrigatória, referentes ao ano-base 2008, para os diversos postos dos Quadros do Corpo de Oficiais da Ativa da Aeronáu-tica.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e de acordo com o § 1o do art. 61 e o § 1o do art. 103 da Lei no 6.880, de 9 de
dezembro de 1980,
D E C R E T A :
Art. 1oFicam estabelecidas, referentes ao ano-base 2008, as
seguintes proporções, do efetivo de cada posto, a serem observadas no cálculo do número de vagas para promoção obrigatória nos di-versos postos dos Quadros de Oficiais da Ativa da Aeronáutica: I - QUADRO DE OFICIAIS AVIADORES:
Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivalente a 30 vagas); Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 28 vagas); e
Major - 1/20 do efetivo do posto (equivalente a 23 vagas); II - QUADRO DE OFICIAIS ENGENHEIROS: Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivalente a 3 vagas); Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 1 vaga); e
Major - 1/20 do efetivo do posto (equivalente a 2 vagas); III - QUADRO DE OFICIAIS INTENDENTES: Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivalente a 13 vagas); Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivalente a 11 vagas); e
Major - 1/20 do efetivo do posto (equivalente a 7 vagas);
Atos do Poder Executivo
1
EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
DECRETO Nº 6.741, DE 14 DE JANEIRO DE 2009Fixa para a Marinha do Brasil o número de vagas para promoção obrigatória de oficiais nos Corpos e Quadros que menciona, no ano-base de 2008.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no § 1odo art. 61 da Lei no6.880, de 9 de dezembro de
1980,
D E C R E T A :
Art. 1oSão fixados para o ano-base de 2008 os seguintes
quantitativos de vagas para promoção obrigatória nos Corpos e Qua-dros de oficiais da Marinha do Brasil:
I - CORPO DA ARMADA: - Quadro de Oficiais da Armada (CA):
Capitães-de-Mar-e-Guerra 26 Capitães-de-Fragata 28 Capitães-de-Corveta 26
II - CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS: - Quadro de Oficiais Fuzileiros Navais (FN):
Capitães-de-Mar-e-Guerra 7 Capitães-de-Fragata 8 Capitães-de-Corveta 7
III - CORPO DE INTENDENTES DA MARINHA: - Quadro de Oficiais Intendentes da Marinha (IM):
Capitães-de-Mar-e-Guerra 7 Capitães-de-Fragata 8 Capitães-de-Corveta 7
IV - CORPO DE ENGENHEIROS DA MARINHA (EN): Capitães-de-Mar-e-Guerra 5
Capitães-de-Fragata 7 Capitães-de-Corveta 6
V - CORPO DE SAÚDE DA MARINHA: a) Quadro de Médicos (Md): Capitães-de-Mar-e-Guerra 5 Capitães-de-Fragata 7 Capitães-de-Corveta 6 b) Quadro de Cirurgiões-Dentistas (CD): Capitães-de-Mar-e-Guerra 4 Capitães-de-Fragata 7 Capitães-de-Corveta 5 c) Quadro de Apoio à Saúde (S):
Capitães-de-Mar-e-Guerra 3 Capitães-de-Fragata 6 Capitães-de-Corveta 6
VI - CORPO AUXILIAR DA MARINHA: a) Quadro Técnico (T):
Capitães-de-Mar-e-Guerra 13 Capitães-de-Fragata 15 Capitães-de-Corveta 21 b) Quadro de Capelães Navais (CN):
Capitão-de-Mar-e-Guerra 0 Capitão-de-Fragata 0 Capitão-de-Corveta 0 c) Quadro Auxiliar da Armada (AA):
Capitães-Tenentes 17 Primeiros-Tenentes 7
d) Quadro Auxiliar de Fuzileiros Navais (AFN): Capitães-Tenentes 7
Primeiros-Tenentes 3
Art. 2o Este Decreto entra em vigor na data de sua
pu-blicação.
Brasília, 14 de janeiro de 2009; 188o da Independência e
121oda República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Nelson Jobim
DECRETO No
-6.742, DE 14 DE JANEIRO DE 2009
Dispõe sobre o saldo remanescente das autorizações para criação ou pro-vimento de cargos, empregos e funções constantes do Anexo V da Lei no
11.647, de 24 de março de 2008 - Lei Orçamentária Anual de 2008.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no § 4odo art. 84 da Lei no11.768, de 14 de agosto de
2008,
D E C R E T A :
Art. 1oO saldo remanescente das autorizações para criação ou provimentos de cargos, empregos
e funções, constantes do Anexo V da Lei no11.647, de 24 de março de 2008 - Lei Orçamentária Anual
de 2008 - no âmbito do Poder Executivo Federal, é o constante do Anexo a este Decreto.
Art. 2oO saldo remanescente de que trata o art. 1opoderá ser utilizado no exercício de 2009,
condicionado aos limites orçamentários constantes do Anexo V da Lei no11.897, de 30 de dezembro de
2008, Lei Orçamentária Anual de 2009 - LOA 2009.
Art. 3oEste Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 14 de janeiro de 2009; 188oda Independência e 121oda República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
João Bernardo de Azevedo Bringel
A N E X O
Saldo remanescente para criação e/ou provimentos de cargos, empregos e funções, constantes do Anexo V da Lei no11.647, de 24 de março de 2008 - Lei Orçamentária Anual de 2008.
Área Saldo remanescente
de criação de car-gos
Saldo remanescente de provimentos de cargos efetivos
Saldo remanescente de pro-vimentos de cargos efetivos para substituição de pessoal
terceirizado
Auditoria e Fiscalização 1.735 2.700 0
Gestão e Diplomacia 4537 3.451 89
Jurídica 0 1.364 0
Defesa e Segurança Pública 5.942 4.025 144
Cultura, Meio Ambiente e
Ciência e Tecnologia 0 269 1.872
Seguridade Social, Educação
e Esportes 10.743 0 4.365
Regulação do Mercado, dos Serviços Públicos e do Siste-ma Financeiro
75 164 0
Indústria e Comércio, Infra-Estrutura, Agricultura e Re-forma Agrária
1.077 450 945
To t a l 24.109 12.423 7.415
DECRETO DE 14 DE JANEIRO DE 2009
Reabre, em favor da Presidência da República e dos Ministérios da Saúde, dos Transportes, da Defesa e da Integração Nacional, créditos extraordinário e especial, no valor global de R$ 1.202.990.576,00, abertos pela Medida Pro-visória e Lei que especifica.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, combinado com o art. 167, § 2o, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 64 da Lei no11 . 7 6 8 ,
de 14 de agosto de 2008,
D E C R E T A :
Art. 1oFica reaberto em favor da Presidência da República e dos Ministérios da Saúde, dos
Transportes, da Defesa e da Integração Nacional, pelos saldos apurados em 31 de dezembro de 2008, no valor global de R$ 1.202.990.576,00 (um bilhão, duzentos e dois milhões, novecentos e noventa mil, quinhentos e setenta e seis reais), os créditos extraordinário e especial abertos pela Medida Provisória no
448, de 26 de novembro de 2008, convertida na Lei no11.893, de 29 de dezembro de 2008, e pela Lei
no 11.886, de 23 de dezembro de 2008, para atender à programação constante do Anexo deste
De-creto.
Art. 2oEste Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 14 de janeiro de 2009; 188oda Independência e 121oda República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA João Bernardo de Azevedo Bringel
DECRETO No
-6.740, DE 14 DE JANEIRO DE 2009
Fixa os quantitativos, referentes ao ano-base 2008, a serem observados para promoção obrigatória de Oficiais das Armas, Quadros e Serviços do Exér-cito.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no § 1odo art. 61 da Lei no6.880, de 9 de dezembro de 1980,
D E C R E T A :
Art. 1oFicam fixados na forma do Anexo a este Decreto, para o ano-base 2008, os quantitativos
de vagas para as promoções obrigatórias no Exército.
Art. 2oEste Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 14 de janeiro de 2009; 188oda Independência e 121oda República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Nelson Jobim ANEXO ARMAS, QUADROS ESE RV I -ÇOS P O S TO S CORONEL
TENENTE-CO-RONEL MAJOR CAPITÃO 1º TENENTE
ARMAS e QMB 11 6 69 95 - -INTENDÊNCIA 9 5 13 - -QEM 5 5 9 - -SAU (MÉDICO) 11 11 18 - -SAU (DENTISTA) 7 5 5 - -SAU (FARMACÊUTICO) 4 4 5 - -QCM 0 1 0 - -QCO - 0 26 56 -QAO - - - 30 36
COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
ORGAO : 20000 - PRESIDENCIA DA REPUBLICAUNIDADE : 20128 - SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS
ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL
PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E
1459 VETOR LOGISTICO NORDESTE SETENTRIONAL 4 3 . 111 . 0 0 0
P R O J E TO S
26 784 1459 120A CONCLUSAO DAS OBRAS DE CONSTRUCAO DO CAIS V NO PORTO DE SUAPE
2 3 . 111 . 0 0 0 26 784 1459 120A 0101 CONCLUSAO DAS OBRAS DE CONSTRUCAO DO CAIS V
NO PORTO DE SUAPE - NO ESTADO DE PERNAMBUCO
2 3 . 111 . 0 0 0 F 4 2 30 0 300 2 3 . 111 . 0 0 0
26 784 1459 120E DUPLICACAO DA AVENIDA PRINCIPAL DE ACESSO E DO TRONCO DISTRIBUIDOR SUL NO COMPLEXO PORTUA-RIO DE SUAPE
20.000.000
26 784 1459 120E 0101 DUPLICACAO DA AVENIDA PRINCIPAL DE ACESSO E DO TRONCO DISTRIBUIDOR SUL NO COMPLEXO PORTUARIO DE SUAPE - NO ESTADO DE PERNAMBUCO
20.000.000
F 4 2 30 0 300 20.000.000
1462 VETOR LOGISTICO SUL 332.457.918
P R O J E TO S
26 784 1462 120B RECONSTRUCAO EMERGENCIAL DO PORTO DE ITAJAI 332.457.918 26 784 1462 120B 0101 RECONSTRUCAO EMERGENCIAL DO PORTO DE ITAJAI
-EM SANTA CATARINA - SC (CREDITO EXTRAORDINARIO)
332.457.918 F 4 2 90 0 300 332.457.918
TOTAL - FISCAL 375.568.918
TOTAL - SEGURIDADE 0
TOTAL - GERAL 375.568.918
ORGAO : 36000 - MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : 36901 - FUNDO NACIONAL DE SAUDE
ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E
1444 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE DOENCAS E AGRAVOS 30.000.000
AT I V I D A D E S
10 305 1444 6160 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE SURTOS, EPIDEMIAS, CALAMIDADES PUBLICAS E EMERGENCIAS EM SAUDE
30.000.000
10 305 1444 6160 0101 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE SURTOS, EPI-DEMIAS, CALAMIDADES PUBLICAS E EMERGENCIAS EM SAUDE - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO)
30.000.000
S 4 2 90 0 300 30.000.000 TOTAL - FISCAL 0
TOTAL - SEGURIDADE 30.000.000
TOTAL - GERAL 30.000.000
ORGAO : 39000 - MINISTERIO DOS TRANSPORTES
UNIDADE : 39252 - DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT
ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL
PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E
0663 SEGURANCA PUBLICA NAS RODOVIAS FEDERAIS 132.601.258
P R O J E TO S
26 782 0663 1F40 OBRAS RODOVIARIAS EMERGENCIAIS 132.601.258 26 782 0663 1F40 0101 OBRAS RODOVIARIAS EMERGENCIAIS - NACIONAL
(CREDITO EXTRAORDINARIO) 132.601.258 F 4 2 90 0 300 132.601.258 TOTAL - FISCAL 132.601.258 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 132.601.258 DECRETO DE 14 DE JANEIRO DE 2009
Reabre, em favor da Presidência da República e dos Ministérios da Saúde, dos Transportes, da Defesa e da Integração Nacional, créditos extraordinário e especial, no valor global de R$ 1.202.990.576,00, abertos pela Medida Pro-visória e Lei que especifica.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, combinado com o art. 167, § 2o, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 64 da Lei no11 . 7 6 8 ,
de 14 de agosto de 2008,
D E C R E T A :
Art. 1oFica reaberto em favor da Presidência da República e dos Ministérios da Saúde, dos
Transportes, da Defesa e da Integração Nacional, pelos saldos apurados em 31 de dezembro de 2008, no valor global de R$ 1.202.990.576,00 (um bilhão, duzentos e dois milhões, novecentos e noventa mil, quinhentos e setenta e seis reais), os créditos extraordinário e especial abertos pela Medida Provisória no
448, de 26 de novembro de 2008, convertida na Lei no11.893, de 29 de dezembro de 2008, e pela Lei
no 11.886, de 23 de dezembro de 2008, para atender à programação constante do Anexo deste
De-creto.
Art. 2oEste Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 14 de janeiro de 2009; 188oda Independência e 121oda República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA João Bernardo de Azevedo Bringel
ORGAO : 20000 - PRESIDENCIA DA REPUBLICA UNIDADE : 20128 - SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS
ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E
1459 VETOR LOGISTICO NORDESTE SETENTRIONAL 4 3 . 111 . 0 0 0
P R O J E TO S
26 784 1459 120A CONCLUSAO DAS OBRAS DE CONSTRUCAO DO CAIS V NO PORTO DE SUAPE
2 3 . 111 . 0 0 0 26 784 1459 120A 0101 CONCLUSAO DAS OBRAS DE CONSTRUCAO DO CAIS V
NO PORTO DE SUAPE - NO ESTADO DE PERNAMBUCO
2 3 . 111 . 0 0 0 F 4 2 30 0 300 2 3 . 111 . 0 0 0
1
EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
26 784 1459 120E DUPLICACAO DA AVENIDA PRINCIPAL DE ACESSO E DOTRONCO DISTRIBUIDOR SUL NO COMPLEXO PORTUA-RIO DE SUAPE
20.000.000
26 784 1459 120E 0101 DUPLICACAO DA AVENIDA PRINCIPAL DE ACESSO E DO TRONCO DISTRIBUIDOR SUL NO COMPLEXO PORTUARIO DE SUAPE - NO ESTADO DE PERNAMBUCO
20.000.000
F 4 2 30 0 300 20.000.000
1462 VETOR LOGISTICO SUL 332.457.918
P R O J E TO S
26 784 1462 120B RECONSTRUCAO EMERGENCIAL DO PORTO DE ITAJAI 332.457.918 26 784 1462 120B 0101 RECONSTRUCAO EMERGENCIAL DO PORTO DE ITAJAI
-EM SANTA CATARINA - SC (CREDITO EXTRAORDINARIO)
332.457.918 F 4 2 90 0 300 332.457.918 TOTAL - FISCAL 375.568.918
TOTAL - SEGURIDADE 0
TOTAL - GERAL 375.568.918
ORGAO : 36000 - MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : 36901 - FUNDO NACIONAL DE SAUDE
ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E
1444 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE DOENCAS E AGRAVOS 30.000.000
AT I V I D A D E S
10 305 1444 6160 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE SURTOS, EPIDEMIAS, CALAMIDADES PUBLICAS E EMERGENCIAS EM SAUDE
30.000.000
10 305 1444 6160 0101 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE SURTOS, EPI-DEMIAS, CALAMIDADES PUBLICAS E EMERGENCIAS EM SAUDE - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO)
30.000.000
S 4 2 90 0 300 30.000.000 TOTAL - FISCAL 0
TOTAL - SEGURIDADE 30.000.000
TOTAL - GERAL 30.000.000
ORGAO : 39000 - MINISTERIO DOS TRANSPORTES
UNIDADE : 39252 - DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT
ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E
0663 SEGURANCA PUBLICA NAS RODOVIAS FEDERAIS 132.601.258
P R O J E TO S
26 782 0663 1F40 OBRAS RODOVIARIAS EMERGENCIAIS 132.601.258 26 782 0663 1F40 0101 OBRAS RODOVIARIAS EMERGENCIAIS - NACIONAL
(CREDITO EXTRAORDINARIO) 132.601.258 F 4 2 90 0 300 132.601.258 TOTAL - FISCAL 132.601.258 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 132.601.258
ORGAO : 52000 - MINISTERIO DA DEFESA UNIDADE : 52101 - MINISTERIO DA DEFESA
ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E
1029 RESPOSTA AOS DESASTRES E RECONSTRUCAO 7.771.474
AT I V I D A D E S
05 182 1029 4564 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES
7.771.474 05 182 1029 4564 0105 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR
DESASTRES - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO)
7.771.474 F 3 2 90 0 300 7.771.474
TOTAL - FISCAL 7.771.474
TOTAL - SEGURIDADE 0
TOTAL - GERAL 7.771.474
ORGAO : 53000 - MINISTERIO DA INTEGRACAO NACIONAL UNIDADE : 53101 - MINISTERIO DA INTEGRACAO NACIONAL
ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL
PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E
1027 PREVENCAO E PREPARACAO PARA DESASTRES 240.000.000
AT I V I D A D E S
06 182 1027 8348 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES 240.000.000 06 182 1027 8348 0098 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES - NO
ES-TADO DE SANTA CATARINA
120.000.000
F 4 2 90 0 300120.000.000 06 182 1027 8348 4003 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES -
NACIO-NAL (CREDITO EXTRAORDINARIO)
120.000.000
F 4 2 90 0 300120.000.000
1029 RESPOSTA AOS DESASTRES E RECONSTRUCAO 417.048.926
AT I V I D A D E S
06 182 1029 4564 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES
187.048.926
06 182 1029 4564 0098 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES - NO ESTADO DE SANTA CATARINA
105.000.000
F 4 2 90 0 300105.000.000 06 182 1029 4564 0103 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR
DESASTRES - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO)
82.048.926
F 3 2 90 0 30062.052.676 F 4 2 90 0 30019.996.250
COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
06 182 1029 4570 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIODE DESASTRES
230.000.000
06 182 1029 4570 0098 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIO DE DESASTRES - NO ESTADO DE SANTA CATARINA
135.000.000
F 3 2 90 0 30010.000.000 F 4 2 90 0 300125.000.000 06 182 1029 4570 0103 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIO DE
DESASTRES - RECUPERACAO DE DANOS CAUSADOS POR DESASTRES (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL
95.000.000 F 3 2 90 0 30010.000.000 F 4 2 90 0 30085.000.000 TOTAL - FISCAL 657.048.926 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 657.048.926
ORGAO : 52000 - MINISTERIO DA DEFESA UNIDADE : 52101 - MINISTERIO DA DEFESA
ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E
1029 RESPOSTA AOS DESASTRES E RECONSTRUCAO 7.771.474
AT I V I D A D E S
05 182 1029 4564 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES
7.771.474 05 182 1029 4564 0105 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR
DESASTRES - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO)
7.771.474 F 3 2 90 0 300 7.771.474 TOTAL - FISCAL 7.771.474
TOTAL - SEGURIDADE 0
TOTAL - GERAL 7.771.474
ORGAO : 53000 - MINISTERIO DA INTEGRACAO NACIONAL UNIDADE : 53101 - MINISTERIO DA INTEGRACAO NACIONAL
ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R F D D E
1027 PREVENCAO E PREPARACAO PARA DESASTRES 240.000.000
AT I V I D A D E S
06 182 1027 8348 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES 240.000.000 06 182 1027 8348 0098 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES - NO
ES-TADO DE SANTA CATARINA
120.000.000 F 4 2 90 0 300 120.000.000 06 182 1027 8348 4003 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES -
NACIO-NAL (CREDITO EXTRAORDINARIO)
120.000.000 F 4 2 90 0 300 120.000.000
1029 RESPOSTA AOS DESASTRES E RECONSTRUCAO 417.048.926
AT I V I D A D E S
06 182 1029 4564 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES
187.048.926 06 182 1029 4564 0098 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR
DESASTRES - NO ESTADO DE SANTA CATARINA
105.000.000 F 4 2 90 0 300 105.000.000 06 182 1029 4564 0103 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR
DESASTRES - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO)
82.048.926 F 3 2 90 0 300 62.052.676 F 4 2 90 0 300 19.996.250 06 182 1029 4570 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIO
DE DESASTRES
230.000.000 06 182 1029 4570 0098 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIO
DE DESASTRES - NO ESTADO DE SANTA CATARINA
135.000.000 F 3 2 90 0 300 10.000.000 F 4 2 90 0 300 125.000.000 06 182 1029 4570 0103 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIO
DE DESASTRES - RECUPERACAO DE DANOS CAUSADOS POR DESASTRES (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIO-NAL 95.000.000 F 3 2 90 0 300 10.000.000 F 4 2 90 0 300 85.000.000 TOTAL - FISCAL 657.048.926 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 657.048.926 DECRETO DE 14 DE JANEIRO DE 2009
Outorga à SE NARANDIBA S.A. conces-são para exploração do serviço público de transmissão de energia elétrica, relativa à Subestação Narandiba, no Estado da Ba-hia.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, tendo em vista o disposto nas Leis nos8.987, de 13 de fevereiro de 1995, 9.074, de
7 de julho de 1995, 9.491, de 9 de setembro de 1997, e 9.648, de 27 de maio de 1998, e o que consta do Processo no
48500.003686/2008-41,
D E C R E TA :
Art. 1oFica outorgada à SE NARANDIBA S.A. concessão
para exploração do serviço público de transmissão de energia elétrica mediante construção, operação, manutenção e demais instalações as-sociadas necessárias às funções de medição, supervisão, proteção, comando, controle, telecomunicação, administração e apoio do em-preendimento Subestação Narandiba, em 230 kV, no Estado da Ba-hia.
Art. 2oA concessão de que trata este Decreto vigorará pelo
prazo de trinta anos, contado a partir da data de assinatura do res-pectivo Contrato de Concessão de Serviço Público de Transmissão de Energia Elétrica.
§ 1oO Contrato deverá ser assinado no prazo de trinta dias,
contado a partir da convocação feita pela Agência Nacional de Ener-gia Elétrica - ANEEL, sob pena de ineficácia da concessão ora ou-t o rg a d a .
§ 2o Mediante requerimento da SE NARANDIBA S.A. à
ANEEL, apresentado até trinta e seis meses antes do término do prazo constante do caput deste artigo, a concessão poderá ser pror-rogada nas condições que forem estipuladas.
Art. 3oOs bens e instalações existentes em função do serviço
de transmissão de energia elétrica são vinculados aos serviços pú-blicos concedidos, vedadas a alienação, cessão, transferência ou da-ção em garantia, sem prévia e expressa autorizada-ção da ANEEL.
Parágrafo único. Findo o prazo da concessão, os bens e instalações vinculados à prestação do serviço concedido reverterão à União, na forma prevista em lei e no Contrato de Concessão.
Art. 4o Este Decreto entra em vigor na data de sua
pu-blicação.
Brasília, 14 de janeiro de 2009; 188º da Independência e 121º da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Edison Lobão
DESPACHOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
MENSAGEM
Nº 19, de 14 de janeiro de 2009. Restituição ao Congresso Nacional de autógrafos do projeto de lei que, sancionado, se transforma na Lei nº 11.903, de 14 de janeiro 2009.
Nº 20, de 14 de janeiro de 2009.
Senhor Presidente do Senado Federal,
Comunico a Vossa Excelência que, nos termos do § 1odo art.
66 da Constituição, decidi vetar parcialmente, por contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade, o Projeto de Lei no115, de
2008 (no7.568/06 na Câmara dos Deputados), que "Institui o Estatuto
de Museus e dá outras providências".
Ouvidos, os Ministérios da Justiça e da Cultura manifes-taram-se pelo veto aos seguintes dispositivos:
§ 3º do art. 5º
"Art. 5o...………...
...