• Nenhum resultado encontrado

e-learning: Outro espaço para ensinar e aprender

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "e-learning: Outro espaço para ensinar e aprender"

Copied!
24
0
0

Texto

(1)

e-learning: Outro espa¸co para ensinar e aprender

Jo˜ ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ ario Rodrigues Centro de Competˆ encia N´ onio S´ ec. XXI da ESE de Set´ ubal

26 de Abril de 2005

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(2)

1 Apresenta¸ c˜ oes e objectivos da sess˜ ao

2 e-learning e novos modelos de ensino/aprendizagem

3 FORDIS - FORma¸ c˜ ao a DIStˆ ancia

4 Utiliza¸ c˜ ao da plataforma FORDIS

5 Debate e perspectivas de trabalho

Referˆ encias24

(3)

Objectivos

Debater com professores as potencialidades do e-learning;

Dar a conhecer o trabalho realizado no Dep. de TIC da ESE neste dom´ınio;

Encontrar formas de parcerias/trabalho em conjunto.

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(4)

1 Apresenta¸ c˜ oes e objectivos da sess˜ ao

2 e-learning e novos modelos de ensino/aprendizagem Ensino a distˆ ancia um conceito j´ a n˜ ao muito novo Internet - Novas possibilidades

Nova Economia Modelos Pedag´ ogicos

e-learning um novo paradigma

3 FORDIS - FORma¸ c˜ ao a DIStˆ ancia

4 Utiliza¸ c˜ ao da plataforma FORDIS

(5)

Forma¸c˜ ao a distˆ ancia

Segundo Litwin (2001)

Surgiu no final do s´ eculo XIX;

Essencialmente atrav´ es de institui¸ c˜ oes particulares;

Na Europa e nos Estados Unidos da Am´ erica;

cursos subordinados a temas de cunho vocacional e fraco valor acad´ emico;

P´ ublico-alvo composto quase exclusivamente por estudantes que tinham fracassado no ensino dito tradicional.

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(6)

Possibilidades trazidas pela Internet

A Internet ´ e uma rede, que liga milh˜ oes de computadores, e obedece a quatro princ´ıpios b´ asicos:

´

e totalmente descentralizada,

cada computador possui um endere¸ co ´ unico,

existe um protocolo de comunica¸ c˜ ao ´ unico,

existem ´ areas p´ ublicas e ´ areas privadas.

(7)

Nova Economia

Estas caracter´ısticas revolucionaram tanto alguns sectores da nossa sociedade que a partir dos fins da d´ ecada de 90, do s´ eculo XX, se passou mesmo a falar de uma nova economia 1 (Collis e Moonen, 2001).

Nesta nova economia os produtos passam a estar dispon´ıveis para todo o mundo, os ´ atomos e a mat´ eria perde importˆ ancia em rela¸ c˜ ao ` as ideias e bens n˜ ao palp´ aveis, o tempo ganha nova importˆ ancia e o marketing passa a ser pensado de acordo com estas novas caracter´ısticas.

1

New economy

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(8)

Modelos Pedag´ ogicos

A forma¸ c˜ ao a distˆ ancia, como qualquer estrutura de forma¸ c˜ ao, requer um conjunto de estrat´ egias bem definidas com o intuito de atingir o objectivo principal - a aquisi¸ c˜ ao de novos conhecimentos por parte dos formandos.

Por isso, os modelos pedag´ ogicos s˜ ao considerados de grande

importˆ ancia, como ´ e referido no site do Prof2000 e no site

Institute for Education (1997).

(9)

Trˆ es Modelos no ensino a distˆ ancia

Modelo centrado no formador: trata-se de um modelo pedag´ ogico tradicional, em que o principal objectivo ´ e a

transmiss˜ ao de informa¸c˜ ao de forma s´ıncrona que obriga que os formandos estejam num dado lugar a uma determinada hora. As tecnologias aqui utilizadas s˜ ao as de difus˜ ao (p. ex. televis˜ ao).

Recorre-se aos m´ etodos expositivos sendo o formador quem controla todo o processo;

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(10)

Trˆ es Modelos no ensino a distˆ ancia

Modelo centrado no formando: a informa¸ c˜ ao ´ e disponibilizada ao formando atrav´ es de uma variedade de materiais que conduzir˜ ao

` a constru¸ c˜ ao do seu pr´ oprio conhecimento, resultado das

interpreta¸ c˜ oes que este far´ a conforme a sua experiˆ encia pessoal e

profissional. S˜ ao utilizadas as tecnologias interactivas, como os

CD-roms. Neste modelo o formador assume papel de facilitador e

orientador do processo, n˜ ao havendo hor´ arios pr´ e-definidos os

formandos quase n˜ ao interagem com o formandor. Os materiais

utilizados s˜ ao comuns a muitos cursos e usados ao longo de v´ arios

anos;

(11)

Trˆ es Modelos no ensino a distˆ ancia

Modelo centrado no grupo: com este modelo desenvolvem-se actividades do tipo de resolu¸c˜ ao de problemas, troca e discuss˜ ao de experiˆ encias e pesquisa. Este processo desenvolve-se em espa¸ cos virtuais de aprendizagem onde formador e formandos interagem de forma ass´ıncrona e s´ıncrona, com o recurso ` a Internet. Promove-se o trabalho de grupo independentemente da zona geogr´ afica onde se encontram os v´ arios elementos.

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(12)

e-learning e um novo paradigma

Ao permitirem a interac¸c˜ ao entre os elementos da turma as novas tecnologias permitem que se fale de uma nova gera¸ c˜ ao de ensino a distˆ ancia e at´ e de uma mudan¸ ca de paradigma (Morgado, 2005).

Esta mudan¸ca de paradigma situa-se na possibilidade de existir um grupo de aprendizagem - um grupo classe - invertendo aquilo que noutras gera¸ c˜ oes de ensino a distˆ ancia foi qualificado como a desintegra¸ c˜ ao da sala de aula. Trata-se por´ em de uma nova sala de aula, distribu´ıda no espa¸ co, deslocalizada - a sala de aula virtual - com caracter´ısticas

´

unicas onde a interac¸ c˜ ao se baseia na escrita, ´ e independente

do espa¸ co, do tempo e ´ e de muitos para muitos. (Morgado,

2005 p. 97)

(13)

Aprendizagem baseadas em comunidades

Todas estas possibilidades de comunica¸ c˜ ao vˆ em abrir caminho para aprendizagens em que a interac¸ c˜ ao social tem maior importˆ ancia.

As TIC vieram relan¸ car o debate sobre teorias de aprendizagem que tˆ em o seu foco nas interac¸c˜ oes entre os aprendentes.

Alguns autores que tˆ em escrito sobre isto:

(Figueiredo, 2002)– Redes de aprendizagens;

(Wenger, 1998) – Comunidades de Pr´ atica;

(Holmes, Tangney, FitzGibbon, Savage e Mehan, 2001)–

Communal constructivism

(Harris e Muirhead, 2004)– Online Learning Community

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(14)

1 Apresenta¸ c˜ oes e objectivos da sess˜ ao

2 e-learning e novos modelos de ensino/aprendizagem

3 FORDIS - FORma¸ c˜ ao a DIStˆ ancia Hist´ oria

Utiliza¸ c˜ oes

Principais caracter´ısticas

4 Utiliza¸ c˜ ao da plataforma FORDIS

5 Debate e perspectivas de trabalho

(15)

Evolu¸c˜ ao da Plataforma Fordis

Primeira vers˜ ao em 1998;

Estudo sobre utiliza¸c˜ ao tese de Mestrado em 2003;

Ultima vers˜ ´ ao Agosto de 2004;

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(16)

Utiliza¸c˜ oes da Plataforma

Apoio a cursos de complementos de forma¸ c˜ ao (10 M´ odulos);

Apoio a aulas da forma¸ c˜ ao inicial (cerca de 40 disciplinas);

Apoio a projectos - Competˆ encias de C´ alculo, Inquieta¸ c˜ ao Pedag´ ogica. . . ;

Apoio ` as actividades do Mestrado que decorre na ESE;

Apoio a comunidades de professores - Comunidade de professores de l´ınguas;

Apoio ` a gest˜ ao de departamentos.

(17)

Informa¸c˜ ao sobre os participantes

Cada participante tem uma password que pode alterar;

possibilidade de registar e alterar dados pessoais a qualquer momento;

Possibilidade de coloca¸ c˜ ao de foto.

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(18)

Meios de comunica¸c˜ ao

S´ıncrona Chat Ass´ıncrona

Mensagens na p´ agina principal;

coment´ arios ` as mensagens;

f´ oruns de discuss˜ ao;

mensagens pessoais;

e-mail.

(19)

Disponibiliza¸c˜ ao de informa¸c˜ ao

Os utilizador podem disponibilizar:

documentos em qualquer formato (DOC, PDF, JPG, GIF);

liga¸c˜ oes para p´ aginas com interesse;

bibliografia

entradas na calendariza¸ c˜ ao.

Os documentos e liga¸ c˜ oes podem ser agrupados em categorias.

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(20)

1 Apresenta¸ c˜ oes e objectivos da sess˜ ao

2 e-learning e novos modelos de ensino/aprendizagem

3 FORDIS - FORma¸ c˜ ao a DIStˆ ancia

4 Utiliza¸ c˜ ao da plataforma FORDIS

5 Debate e perspectivas de trabalho

Referˆ encias24

(21)

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(22)

1 Apresenta¸ c˜ oes e objectivos da sess˜ ao

2 e-learning e novos modelos de ensino/aprendizagem

3 FORDIS - FORma¸ c˜ ao a DIStˆ ancia

4 Utiliza¸ c˜ ao da plataforma FORDIS

5 Debate e perspectivas de trabalho

Referˆ encias24

(23)

Quest˜ oes para debate

Como poderia esta ferramenta ser utilizada na sua disciplina?

Que sentido faz pensar na forma¸ c˜ ao a distˆ ancia quando temos os nossos alunos todos os dias, ou quase, presencialmente?

Haver´ a diferen¸ cas entre uma discuss˜ ao presencial e uma discuss˜ ao promovida a distˆ ancia?

Que projectos podem estas Plataformas potencializar?

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

(24)

Referˆ encias

Collis, B., e Moonen, J. (2001). Flexible learning in a digital world – experiences and expectactions. Londres: Kogan Page Limited.

Figueiredo, A. D. de. (2002). Redes e educa¸ c˜ ao: A surpreendente riqueza de um conceito. In Redes de aprendizagem, redes de conhecimento. Lisboa: Conselho Nacional de Educa¸ c˜ ao.

Harris, R., e Muirhead, A. (2004). Online learning community research - some influences of theory on methods.

(consultado em 7/04/2005

http://www.shef.ac.uk/nlc2004/Proceedings/Symposia/Symposium7/Harris Muirhead.htm) Holmes, B., Tangney, B., FitzGibbon, A., Savage, T. e Mehan, S.

(2001). Communal constructivism: Students constructing learning for as well as with others. (consultado em 7/03/2005 https://www.cs.tcd.ie/publications/tech- reports/reports.01/TCD-CS-2001-04.pdf)

Litwin, E. (2001). Educa¸ c˜ ao a distˆ ancia. Porto Alegre: Artmed.

Morgado, L. (2005). Novos pap´ eis para o professor/tutor na pedagogia on-line. In Educa¸ c˜ ao, aprendizagem e tecnologia - um paradigma para professores do s´ eculo XXI (p. 95-120).

Lisboa: Edi¸ c˜ oes S´ılabo.

Jo˜ao Torres, Miguel Figueiredo e Ros´ario Rodrigues Sess˜ao e-learning 26 de Abril de 2005

Referências

Documentos relacionados

Em geral, ao apresentar sinônimos ou fazer definições de um termo recorremos ao uso de outros termos, ou seja, usamos sinônimos preexistentes (Cf. 4 Esta teoria

Entretanto, algumas melhorias em rela¸c˜ao `as estrat´egias de compensa¸c˜ao de movimento do H.261 (como o uso de meio pixel de resolu¸c˜ao para a compensa¸c˜ao de movimento,

MELO NETO e FROES (1999, p.81) transcreveram a opinião de um empresário sobre responsabilidade social: “Há algumas décadas, na Europa, expandiu-se seu uso para fins.. sociais,

Até 2 de dezembro – Para realização de obras, haverá interdição parcial (meia pista de rolamento) ao tráfego de veículos da Rua 1° de Março, da

CONCLUSÃO : Deferir a alteração contratual da Pessoa Jurídica TRAÇADO CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS LTDA., passando a estar registrada na área da Engenharia

 Para a realização desta lâmina, com uma pipeta pingar uma gota de cada cultura em lâminas, colocar a lamínula em um ângulo de 45°, deixá-la cair e pressionar com

(Você compra alguns livros durante a semana?) Aff.: I bought some books last week. (Eu comprei alguns livros

• Não há inflação de alimentos, há inflação, causada por choques cambiais, auxílio emergencial, problemas fiscais e má gestão de estoques públicos;. • O Brasil precisa