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Gestão de Projetos Logísticos

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Academic year: 2021

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Gestão de Projetos Logísticos

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Teoria

ESCOPO  EAP – etapas de desenvolvimento  TEMPO  Introdução

Ferramentas

Exercício: Documentação de Projetos  Declaração de Escopo  EAP

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AULA 6

Gerenciamento de Tempo  Sequenciamento  Diagrama de Rede  Estimativa de tempo  Caminho Crítico (CPM)  Cronograma

 Exercício: Desafio – Saber Perguntar

 Gerenciamento de Custos

 Integração

 Armadilhas

 Estimativas de Custo

 Exercício: Documentação de Projetos

 Cronograma

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Gestão de Projetos

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On

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os

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Gerenciamento do Tempo

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TEMPO - Introdução

 Gerenciamento do Tempo

 Definição de atividades - EAP

 Sequenciamento

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Diagramas de Rede

 Existem basicamente três tipos de métodos de diagramação:

 ADM - Originalmente inventado nos anos 1950, o método de diagrama de setas, também chamado de ADM (arrow

diagrammingmethod) ou AOA (activity-on-arrow), apresenta um formato no qual as setas representam as atividades e os nós

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Diagramas de Rede

PDM - O método do diagrama de precedências foi introduzido

entre 1962 e 1964 pela Stanford University, por meio do dr. John Fondahl. A Marinha dos Estados Unidos lhe encomendou um método mais flexível.

 O tipo de diagramação sugerido por Fondahl oferecia uma clara vantagem em relação ao método de diagrama de setas, uma vez que as atividades estão representadas nos nós e as relações nas setas. Isso facilita muito a visualização do diagrama e suas

interdependências tornando o processo de planejamento mais intuitivo e prático. Em função do desenho formado, esse método também é chamado de PDM (precedence diagramming method) ou AON (activity on node). Esse tipo de representação é o mais comum em quase todos os softwares de planejamento do

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Diagramas de Rede - CDM

 CDM - Outro tipo muito menos utilizado de diagrama de rede, mas que também deve ser mencionado, é o método de diagrama condicional ou conditional diagramming method (CDM). O

conceito foi apresentado em meados dos anos 1960 como um procedimento para análise de redes com atividades que

necessitam de diferentes distribuições probabilísticas.

 Sua representação mais comum é feita por meio da técnica conhecida como Gert (graphical evaluation and review

technique), na qual é possível a inclusão de derivações

probabilísticas, múltiplas saídas, desvios condicionais, efeitos recursivos e nós com repetição de eventos (loops).

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Estimativas de Tempo

 Por que as estimativas variam tanto?

 Variação do nível de conhecimento do profissional

 Interrupções no expediente - ninguém fica 100% do tempo dedicado

 Evento inesperados – Murphy

 Erros e mal-entendidos - retrabalhos e descarte de atividades

 Variações de causa comum - durações variam sem nenhuma razão aparente

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Estimativas de Tempo

 Como preparar uma lista de atividades com estimativas?

 Conhecer o passado - conhecer atividades iguais ou semelhantes

 Conhecer o ambiente do projeto - fatores ambientais, culturais, burocracias, etc

 Conhecer as premissas e restrições

 Conhecer os riscos - ameaças e oportunidades

 Conhecer a disponibilidade, capacidade e características dos recursos

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Caminho Crítico - CPM

 Apesar da existência de outros métodos, o caminho crítico é a base para o cálculo da maioria dos cronogramas de projeto, programas de gerenciamento de projeto, metodologias etc.

 É um processo que determina quando o trabalho poderá ser feito, tomando como base o diagrama de rede e as estimativas de

duração das atividades, incluindo aí a identificação dos atrasos (lags) e das restrições de data do projeto.

 Aquelas atividades com a menor folga (geralmente zero)

formarão o caminho através da rede que tem menor flexibilidade. É o que chamamos de caminho crítico. A criticidade se dá em

função de que, caso o caminho atrase, todo o projeto também atrasa, comprometendo resultados operacionais, entrega de um novo produto, uma pesquisa ou equivalente.

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Caminho Crítico - CPM

 O produto desse processo é a obtenção de datas teóricas de início e término (tanto mais cedo quanto mais tarde) das atividades do projeto. Para isso, são necessárias duas análises: uma para frente — feita nos caminhos de ida (do começo para o final), e outra para trás — feita no caminho de volta (do final para o começo).

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Técnica – Resolução de Criticidade

Compressão (crashing) — técnica que leva em conta a relação

entre custo-cronograma. Uma das maneiras é por meio da adição dos recursos em atividades do tipo orientado ao empenho, em que esse incremento de recursos se traduza em redução da duração. Exemplo: um pintor pinta uma sala em 10 horas. Se

colocarmos outro pintor, a atividade pode ser feita em um tempo menor. OBS.: nem toda atividade terá redução de duração ao se adicionarem mais recursos;

 Paralelismo (fast-tracking) — tipo de técnica que faz com que fases, pacotes de trabalho ou atividades sejam executados em paralelo quando originalmente foram planejados para serem executados em sequência. A aplicação desse tipo de técnica

tende a aumentar o risco do projeto e, eventualmente, ampliar o retrabalho.

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Exercício

Desafio (ESCOPO)

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Saber Perguntar

Enigma

Respostas apenas como SIM, NÃO e IRRELEVANTE

Grupo como se fosse uma reunião de revisão de

projeto dentro de uma empresa, porém, com tema

lúdico.

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Exercício - Grupo

“Romeu & Julieta foram encontrados

mortos numa sala com a porta aberta e

uma janela para o jardim. E ao lado

deles haviam uma poc

̧a, pedras e cacos

de vidros. Como Romeu & Julieta

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Exercício - Grupo

“Um homem mora no 16o andar de um

dio. Em dias de sol ele sobe pela

escada para ir ao seu apartamento. Em

dias de chuva, sobe pelo elevador.

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Exercício - Grupo

o o homem entra em um

restaurante, pede uma sopa de gaivota,

toma-a, vai para casa e se suicida com

um tiro na cabec

̧a!”

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Gerenciamento de Custos

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CUSTOS - Introdução

 Integração do gerenciamento de custos com outras áreas de conhecimento

O poder de influência dos custos em outras áreas de

conhecimento acontece em maior ou menor escala, e deve ser tratado de forma integrada, dependendo de sua natureza

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CUSTOS - Integração

 Antes mesmo que o projeto seja oficialmente autorizado,

justificamos seu lançamento por meio de estudo de viabilidade técnica e econômica ou um business case, conforme o Guia PMBOK (PMI, 2008), comparando custos preliminarmente orçados contra benefícios (monetários ou não) e riscos do projeto, para elaborar seu termo de abertura;

Um projeto com restrições de custos muito bem-determinadas pode definir alternativas de escopo diferentes, com soluções mais ou menos onerosas, influenciando seu planejamento;

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CUSTOS - Integração

Um cronograma sem folgas pode determinar custos mais altos para contratação de recursos mais bem-preparados ou compra de equipamentos que sejam mais produtivos;

Exigências de altos padrões de qualidade demandam aumento de custos com atividades de garantia e controle de qualidade;

Projetos importantes para a organização, mas de alto risco:

 Previsão de atividades para mitigação, diminuindo probabilidade e impacto de ocorrências de riscos

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CUSTOS - Integração

 Os dados coletados pelo planejamento de custos podem dar suporte a decisões, no gerenciamento de aquisições, entre fazer ou comprar (make or buy) pacotes de trabalho do projeto;

Projetos complexos ou globais, com recursos distribuídos em

áreas geográficas diferentes, gerarão necessidades de uso de

tecnologias complexas para comunicação ou para deslocamentos frequentes de equipes ou equipamentos;

Quanto maior o número de recursos humanos envolvidos, maior é o esforço para gerenciá-los. O custo desse gerenciamento

muitas vezes justifica opções de terceirização para empresas especializadas, em detrimento de contratação dos recursos pela própria organização que executa o projeto;

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CUSTOS – Armadilhas

 De acordo com Kerzner (2003), existem algumas armadilhas que devem ser evitadas pelo gerente do projeto. São elas:

 Má interpretação da declaração de trabalho (PMI, 2008), ou seja, do documento de especificações do projeto, quando ele é resultado de um contrato;

Escopo com omissões ou mal definido;

Cronograma pobremente definido ou muito otimista;  Estrutura analítica do trabalho (EAP) pouco detalhada;

 Previsão de recursos com perfil inadequado para as tarefas;

 Falha na quantificação de riscos;

 Falha no entendimento e apropriação (contabilização) dos diversos tipos de custos;

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CUSTOS – Estimativas

 Como exemplos de métodos de estimativas de custos, podemos citar:

 Método da estimativa de custos baseada na opinião especializada;

 Método da estimativa por analogia;

Método da estimativa paramétrica ou estatística; Método da estimativa detalhada ou definitiva;  Método da estimativa de três pontos (PERT).

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Estimativa de três pontos (PERT)

 Para melhorar a qualidade daprevisão, podemos incorporar as técnicas de análise probabilística, como a estimativa de três pontos e sua variante mais conhecida, a técnica program evaluation review technique (PERT).

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Exercício em Grupo

“Navegar é preciso, viver não é preciso.”

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PROJETO em Grupo

 Documentação: CRONOGRAMA

 EAP

 Data de início

 Data de fim

 Duração em Dias úteis

 Fazer lista de recursos disponíveis com custo/hora

 Alocar Recursos/Responsáveis

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Gestão de Projetos

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Teoria

TEMPO  Sequenciamento  Diagrama de Rede  Estimativa de tempo  Caminho Crítico (CPM)  Cronograma  CUSTOS  Integração  Armadilhas  Estimativas de Custo

Ferramentas

Exercício: Documentação de Projetos  Cronograma

Exercício: Desafio – Saber

Perguntar

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Livros

Vários autores – Gerenciamento de

Tempo em Projetos – Ed. FGV

Management, 2010 – 2ª edição.

Vários autores – Gerenciamento de

Custos em Projetos – Ed. FGV

Management, 2010 – 2ª edição.

 Mauro Sotille – www.pmtech.com.br

 Ricardo Vargas – www.ricardo-vargas.com.br

 PMI. Um Guia do conhecimento em gerenciamento de projetos. Guia

PMBOK® 5ª edição – Ed. EUA: Project Management Institute, 2013.

Sites

www.pmi.org  www.pmisp.org.br  www.fgv.br/editora

BIBLIOGRAFIA

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OBRIGADO!

Referências

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