• Nenhum resultado encontrado

P LANO DEA ULA

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2019

Share "P LANO DEA ULA"

Copied!
12
0
0

Texto

(1)

E

NSINO

– P

LANO DE

A

ULA E

P

ROJETOS DE

P

ESQUISA

PRÁTICA DEENSINO DELÓGICA

Millena Almeida [email protected]

P

LANO DE

A

ULA

P

LANO DE

A

ULA

É a seqüência de tudo o que vai ser desenvolvido em um dia letivo. É a especificação dos comportamentos esperados do aluno e dos meios - conteúdos, procedimentos e recursos - que sertão utilizados para a sua realização.

O planejamento de aula é a sistematização de todas as atividades que se desenvolvem no período de tempo em que o professor e o aluno interagem, numa dinâmica de ensino-aprendizagem.

O plano de aula deve prever estímulos adequados aos alunos, a fim de motivá-los, e criar uma atmosfera de comunicação entre professor e alunos que favoreçam a aprendizagem.

P

LANO DE

A

ULA

- C

ONTEÚDO

1. Indicar o tema central da aula.

2. Estabelecer os objetivos da aula.

3. Indicar o conteúdo que será objeto de estudo.

4. Estabelecer os procedimentos e recursos de ensino. As formas de utilizar os conteúdos selecionados para atingir os objetivos propostos.

5. Cronograma

6. Prever como será feita a avaliação.

P

LANO DE

A

ULA

- E

XEMPLOS

Listas Lineares e suas Generalizações e Educação à

Distância

(2)

A P

ESQUISA

: C

ONCEITOS E

D

EFINIÇÕES

O que é pesquisa?

“Pesquisar, significa, de forma bem simples, procurar respostas para indagações propostas.” (Silva e Menezes, 2001)

“Pesquisa científica é a realização concreta de uma investigação planejada, desenvolvida e redigida de acordo com as normas da metodologia consagradas pela ciência.” (Ruiz, 1991)

“A pesquisa é uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de processos científicos.” (Gil apud Silva e Menezes, 2001)

“Pesquisa científica é um conjunto de procedimentos sistemáticos, baseados no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para os problemas propostos mediante o emprego de métodos científicos.” (Andrade, 2001) 7

P

ESQUISA

- H

ISTÓRICO

Descartes (1596 – 1650)

Dividir todos os problemas em tantas partes quantas necessárias, para resolvê-las adequadamente

Conduzir ordenadamente os pensamentos, dos mais simples ao mais complicado

Realizar periodicamente revisões cuidadosas Aceitar exclusivamente a conclusão que não deixa dúvida

P

ESQUISA

O que é?

Por que fazer?

Como pode ser útil?

Quais as etapas?

P

ESQUISA

Processo de construção do conhecimento

Metas

Gerar novo conhecimento

E/ou corroborar ou refutar algum conhecimento pré existente

Principal propriedade

Reprodutibilidade

A P

ESQUISA

: C

ONCEITOS E

D

EFINIÇÕES

Finalidades:

Pesquisa pura (básica): satisfação do desejo de

adquirir conhecimentos, sem que haja uma

aplicação prática prevista

Pesquisa aplicada: os conhecimentos adquiridos

são utilizados para aplicação prática voltados

para a solução de problemas concretos da vida

moderna

11

T

IPOS DE

P

ESQUISA

Quanto à ciência

Pesquisa teórica – dedicada a estudar teorias

Pesquisa metodológica – se ocupa dos modos

de fazer ciência

Pesquisa empírica – dedicada a codificar a face

mensurável da realidade social

Pesquisa prática – voltada para intervir na

realidade social (pesquisa-ação)

(3)

T

IPOS DE

P

ESQUISA

Quanto aos dados da pesquisa

Pesquisa quantitativa

Traduz em números as opiniões e informações para serem classificadas e analisadas

Utilizam-se técnicas estatísticas

Pesquisa qualitativa

É descritiva

As informações obtidas não podem ser quantificáveis Os dados obtidos são analisados indutivamente A interpretação dos fenômenos e a atribuição de significados são básicas no processo de pesquisa qualitativa

Pesquisa quantitativa-qualitativa

Realização de análises baseado em informações estatísticas 13

T

IPOS DE

P

ESQUISA

Quanto aos objetivos

Pesquisa exploratória Pesquisa descritiva Pesquisa comparativa Pesquisa explicativa Pesquisa documental Pesquisa experimental Estudo de caso Pesquisa-ação Pesquisa de campo

14

T

IPOS DE

P

ESQUISA

- Q

UANTO AOS OBJETIVOS

Pesquisa exploratória

Proporcionar maior familiaridade com o problema Levantamento bibliográfico ou entrevistas Pesquisa bibliográfica ou estudo de caso

15

T

IPOS DE

P

ESQUISA

- Q

UANTO AOS OBJETIVOS

Pesquisa descritiva

Fatos são observados, registrados, analisados, classificados e interpretados, sem interferência do pesquisador

Uso de técnicas padronizadas de coleta de dados (questionário e observação sistemática)

16

T

IPOS DE

P

ESQUISA

- Q

UANTO AOS OBJETIVOS

Pesquisa Comparativa

Realiza comparações visando verificar similaridades e explicar possíveis divergências entre as amostras ou resultados obtidos

T

IPOS DE

P

ESQUISA

- Q

UANTO AOS OBJETIVOS

Pesquisa explicativa

Identificar fatores determinantes para a ocorrência dos fenômenos

Ciências naturais – método experimental; Ciências sociais – método observacional

(4)

T

IPOS DE

P

ESQUISA

- Q

UANTO AOS OBJETIVOS

Pesquisa documental ou bibliográfica

Elaborada a partir de material já publicado (livros, artigos de periódicos, etc.)

Requer conhecimento de termos técnicos e sinônimos Registrar e organizar os dados bibliográficos referentes aos documentos obtidos e empregados na pesquisa científica

Objetivos:desvendar, recolher e analisar as principais contribuições sobre um determinado fato, assunto ou idéia

T

IPOS DE

P

ESQUISA

- Q

UANTO AOS OBJETIVOS Pesquisa Experimental

Consiste em experimentar, fazer experiência Fato/fenômeno/processo da realidade é reproduzido de forma controlada, com objetivo de descobrir os fatores que o produzem ou que por ele sejam produzidos

Experimentos são geralmente feitos por amostragem– conjunto significativo que compõem a amostra

Os resultados válidos para uma amostra, por indução, são válidos também para o universo

Pesquisador procura refazer as condições de um fenômeno a ser estudado, para observá-lo sob controle

20

T

IPOS DE

P

ESQUISA

- Q

UANTO AOS OBJETIVOS Estudo de caso

Estudo aprofundado e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira a permitir o seu conhecimento amplo e detalhado.

É adequado para:

Explorar situações da vida real;

Descrever a situação do contexto em que está sendo feita determinada investigação;

Explicar as variáveis causais de determinado fenômeno em situações muito complexas

21

T

IPOS DE

P

ESQUISA

- Q

UANTO AOS OBJETIVOS Pesquisa-ação

“É um tipo de pesquisa social com base empírica que é concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo e no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação ou problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo.”(THIOLLENT, 1986, p.14) Indicada quando há interesse coletivo na resolução de um problema ou suprimento de uma necessidade

Envolvimento participativo ou cooperativo dos pesquisadores e demais participantes no trabalho de pesquisa

Utiliza-se de outros procedimentos já descritos, tais como pesquisa bibliográfica, experimentos, etc.

22

T

IPOS DE

P

ESQUISA

- Q

UANTO AOS OBJETIVOS Pesquisa de campo

Construção de um modelo da realidade Formas de observá-la

Campo da pesquisa

Formas de acesso a esse campo Participantes

23

T

IPOS DE

P

ESQUISA

Quanto aos procedimentos

Pesquisa de campo – observação e coleta de

dados diretamente no local da ocorrência dos

fatos

Pesquisa de fonte de papel – pesquisa

bibliográfica e documental

(5)

M

ETODOLOGIA

C

IENTÍFICA

Conjunto de abordagens, técnicas e processos

utilizados pela ciência para formular e resolver

problemas de aquisição objetiva do conhecimento,

de uma maneira sistemática.

M

ÉTODO

C

IENTÍFICO

- H

ISTÓRIA

Francis Bacon (1561-1626) – fundador do método

indutivo de investigação científica.

Preposições quanto à observação dos fenômenos, o uso de três tábuas: de presença, de ausência e de graus

Galileu Galilei (1564-1642) – interpretação

quantitativa da natureza. Sustenta que a pesquisa

científica acontece por dois momentos:

um analítico – consiste na observação do fenômeno e proposição das hipóteses.

e outro sintético – consiste na experimentação e se a hipótese for confirmada, transforma-se em lei.

M

ÉTODO

C

IENTÍFICO

- H

ISTÓRIA

Renê Descartes (1596-1650) – sustenta o método

matemático dedutivo. Pensamento racionalista

moderno.

Preposições:

Sustenta que os elementos fundamentais do método matemático são expressos em quatro regras:

Regra da evidência – “ Não acolher jamais como verdadeira uma coisa que não se reconheça evidentemente como tal, isto é, evitar a precipitação e o preconceito”.

Regra da análise – “ Dividir cada uma das dificuldades em tantas partes necessárias para melhor resolvê-las”. Regra da síntese – “ Ir do mais simples ao mais complexo”. Regra da enumeração – “ Realizar sempre enumerações tão cuidadas e revisões gerais que se possa ter certeza de nada haver omitido”.

M

ÉTODOS DE

P

ESQUISA

O método possui:

A objetividade do investigador: persistência, autoridade e conhecimento

Precisão da medida

Natureza contínua e exaustiva da investigação Aplicação do método científico

Complexidade do assunto

Processo de medidas: influência nos resultados Experiências para testar hipóteses

Previsão acurada

Coleta de dados de maneira precisa e econômica

M

ETODOLOGIA

C

IENTÍFICA

- F

ASES

Hipótese

Afirmação ainda

não

comprovada sobre algum fenômeno

Tese

Afirmação comprovada sobre algum fenômeno

Teoria

Conjunto de teses que explicam o fenômeno

Modelo

Descrição formal de um fenômeno, utilizado para testar hipóteses e fazer previsão

M

ÉTODOS

C

IENTÍFICOS

- T

IPOS

Método Indutivo

A indução compreende um conjunto de procedimentos: empíricos, lógicos e intuitivos

Classificação:

Indução Formal – lei que rege o ponto de chegada expressando realmente a totalidade dos fenômenos observados.

(6)

M

ÉTODOS

C

IENTÍFICOS

- T

IPOS

Método Dedutivo

Procura transformar enunciados complexos, universais, em particulares

Faz parte da ciência dedutiva a lógica e a matemática A dedução apresenta duas formas: formal ou silogística e analítica

M

ÉTODOS

– O

UTROS MÉTODOS E

APLICAÇÕES

Aplicação direta de uma teoria Revisão de hipóteses Crítico ou dialético Renovação

Transferência de conceitos Transferência por analogia Prolongação

Fenomenológico Teratológico Dicotomia

Matrizes de descoberta Morfológico

“Brainstorming”

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

1.

Escolha do tema

2.

Revisão de literatura

3.

Justificativa

4.

Formulação do problema

5.

Determinação de objetivos

6.

Metodologia

7.

Coleta de dados

8.

Tabulação dos dados

9.

Análise e discussão dos resultados

10.

Conclusão da análise dos resultados

11.

Redação e apresentação do trabalho científico

33

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

1.

Escolha do tema

O que vou pesquisar?

Um aspecto ou uma área de interesse de um

assunto que se deseja provar ou desenvolver

Assunto interessante para o pesquisador

Originalidade não é pré-requisito

Fontes de assuntos: vivência diária, questões

polêmicas, reflexão, leituras, conversações,

debates, discussões

34

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

2.

Revisão de literatura

Quem já pesquisou algo semelhante?

Busca de trabalhos semelhantes ou idênticos

Pesquisas e publicações na área

35

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

3.

Justificativa

Por que estudar esse tema?

Vantagens e benefícios que a pesquisa irá

proporcionar

Importância pessoal ou cultural

Deve ser convincente

(7)

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

4.

Formulação do problema

Que respostas estou disposto a

responder?

Definir claramente o problema

Delimitá-lo em termos de tempo e espaço

37

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

5.

Determinação de objetivos

O que pretendo alcançar com a pesquisa?

Objetivo geral – qual o propósito da pesquisa?

Objetivos específicos – abertura do objetivo

geral em outros menores (possíveis capítulos)

38

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

6.

Metodologia

Como se procederá a pesquisa?

Caminhos para se chegar aos objetivos propostos Qual o tipo de pesquisa?

Qual o universo da pesquisa? Será utilizado a amostragem?

Quais os instrumentos de coleta de dados? Como foram construídos os instrumentos de pesquisa? Qual a forma que será usada para a tabulação de dados?

Como interpretará e analisará os dados e informações?

39

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

6.

Metodologia

Explicitar a metodologia de pesquisas de campo ou de laboratório é bastante importante

Pesquisa bibliográfica – leitura como material primordial

Indicar como pretende acessar suas fontes de consulta, fichá-las, lê-las e resumi-las, construir seu texto, etc.

40

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

6.

Metodologia

Universo da Pesquisa: total de indivíduos que possuem as mesmas características definidas para um determinado estudo

Amostra: parte do universo

Instrumentos de Pesquisa: instrumentos de medidas ou instrumentos de coleta de dados. Uso de bibliografias que orientem escolhas.

Instrumentos de pesquisa mais utilizados: Observação

Entrevista

Questionário – perguntas abertas, fechadas e de múltipla escolha

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

7.

Coleta de dados

Como será o processo de coleta de

dados?

Como? Através de que meios? Por quem?

Quando? Onde?

Paciência

(8)

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

8.

Tabulação dos dados

Como organizar os dados obtidos?

Recursos: índices, cálculos estatísticos,

tabelas, quadros e gráficos

43

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

9.

Análise e discussão dos resultados

Como os dados coletados serão

analisados?

Confirmar ou refutar hipótese anunciada

44

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

10.

Conclusão da análise dos resultados

Sintetizar os resultados obtidos

Evidenciar as conquistas alcançadas com o

estudo

Indicar as limitações e as reconsiderações

Apontar a relação entre fatos verificados e

teoria

Contribuição da pesquisa para o meio

acadêmico, empresarial ou desenvolvimento

da ciência e tecnologia

45

E

TAPAS DA

P

ESQUISA

C

IENTÍFICA

11.

Redação e apresentação do trabalho científico

Redigir relatório de pesquisa: monografia, dissertação ou tese

Segundo normas pré-estabelecidas

46

P

ROJETO DE

P

ESQUISA

P

ROJETO DE

P

ESQUISA

Objetivo

Traçar um caminho eficaz que o conduza a atingir os objetivos a que se propõe.

No Projeto defini-se:

O que fazer: definição do tema ou problema

Porque fazer: justificativa da escolha do tema ou problema Para quem fazer: objetivos

(9)

P

ROJETO DE

P

ESQUISA

Elementos do projeto:

Tema

Delimitação do tema

Palavras-chave Introdução Justificativa Objetivo geral Objetivos específicos Metodologia

Referências bibliográficas Anexos

49

!

" #

P

ROJETO DE

P

ESQUISA

- T

EMA

Etapa fundamental da pesquisa

Define e delimita o problema a ser efetuado

Deve ser clara

Fornece ao pesquisador o elemento principal para

estabelecer o objetivo da pesquisa

Deve procurar responder apenas uma questão de

cada vez

Originalidade não é pré-requisito

Fontes de assuntos: vivência diária, questões

polêmicas, reflexão, leituras, conversações,

debates, discussões

Novas idéias podem aparecer em

qualquer lugar

“ Nada é mais perigoso do que uma idéia quando ela é a única “ Nada é mais perigoso do que uma idéia quando ela é a única

que você tem” que você tem”

Émile

Émile ChartierChartier, filósofo, filósofo

P

ROJETO DE

P

ESQUISA

PALAVRAS

-

CHAVE

Principais termos presentes no projeto

Temas relacionados

Área de conhecimento em que o tema se encontra

P

ROJETO DE

P

ESQUISA

– I

NTRODUÇÃO

Qual a relevância do tema para a sociedade ou

indústria?

Em que estágio está o conhecimento relevante ao

tema da pesquisa na literatura?

Deve ser clara a forma como foi realizada

Fonte de informação

Seleção e extração dos dados Síntese dos dados

P

ROJETO DE

P

ESQUISA

– J

USTIFICATIVA

Por que estudar esse tema?

Vantagens e benefícios que a pesquisa irá

proporcionar

Motivação: pessoal, profissional, social e teórica

para a escolha do tema

Apontar contribuições de ordem prática ou ao

estado da arte na área

(10)

P

ROJETO DE

P

ESQUISA

– O

BJETIVOS

O que pretendo alcançar com a pesquisa?

Objetivo geral

Qual o propósito da pesquisa?

Objetivos específicos

Abertura do objetivo geral em outros menores (possíveis capítulos)

P

ROJETO DE

P

ESQUISA

– M

ETODOLOGIA

Como se procederá a pesquisa?

Caminhos para se chegar aos objetivos propostos

Qual o tipo de pesquisa?

Qual o universo da pesquisa? Será utilizado a amostragem?

Quais os instrumentos de coleta de dados?

Como foram construídos os instrumentos de pesquisa? Como interpretará e analisará os dados e informações? Explicitar a metodologia de pesquisas de campo ou de laboratório é bastante importante

Pesquisa bibliográfica –leitura como material primordial Indicar como pretende acessar suas fontes de consulta, fichá-las, lê-las e resumi-las, construir seu texto, etc

P

ROJETO DE

P

ESQUISA

– C

RONOGRAMA

Previsão do tempo gasto para o planejamento e

conclusão da pesquisa

Fornece ao pesquisador uma idéia de metas a

cumprir

Deve-se tentar ser otimista, mas sem deixar de ser

realista

E

XEMPLO

Tema – Sistemas workflow

Delimitação do tema – Técnicas de modelagem de workflow aplicadas a um gerenciador de documentos

Justificativa– Trata-se de um assunto extremamente atual, que tem chamado a atenção de empresas que querem melhor controlar seus processos

Objetivo geral– Realizar a modelagem de um gerenciador de documentos utilizando conceitos de workflow

Objetivos específicos

Definir workflow e suas características Estudar as formas de modelagem

Definir qual a técnica mais apropriada para este trabalho

58

E

XEMPLO

Metodologia

Utilização de pesquisa bibliográfica Fazer levantamento bibliográfico Fichar bibliografia

Aplicar questionários e fazer entrevistas com usuários que utilizam os documentos a serem gerenciados Aplicar técnica de modelagem escolhida ao sistema de gerenciamento de documentos

59

E

XEMPLO

Referências bibliográficas

AALST, W.M.P.Modelling and analysing workflow using a Petri-net based approach. Eindhoven: Eindhoven University of Technology, 1995. Relatório de Pesquisa. BARROS, R.M.Alocação de Atividades em um Sistema de Gerência de Workflow. 1997. Dissertação de Mestrado. CPGCC/UFRGS, Porto Alegre.

CASATI, F.; CERI, S.; PERCINI, B.; POZZI, G.

Conceptual Modeling of Workflows.InProceedingsof The Object-Oriented and Entity-Relationship Conference, Gold Coast/Austrália: 1995.

(11)

E

XEMPLO

Referências bibliográficas (continuação)

JOOSTEN, S.Trigger Modelling for Workflow Analysis.

In: CON'94: WORKFLOW MANAGEMENT, CHALLENGES, PARADIGMS AND PRODUCTS, 1994. Viena.Proceedings. Viena: [s.n.], 1994.

NICOLAO, M.Modelagem de Workflow utilizando um Modelo de Dados Temporal Orientado a Objetos com Papéis. 1998. Dissertação de Mestrado. CPGCC/UFRGS, Porto Alegre.

WAINER, J.; BARTHELMES, P.Workflow Systems: a few definitions and a few suggestions.ACM Conference in Organizational Computer Systems, San Jose, CA, 1995. Anais.

WORKFLOW MANAGEMENT COALITION: The Workflow Reference Model; Workflow Management Coalition – Winchester - Hampshire – UK – 1995. Disponível em <http://www.wfmc.org> Acesso em: 04 abril 2003.

P

LANEJAMENTO DA

P

ESQUISA

Tomada de decisão

Especificação dos objetivos

Elaboração de um esquema

Constituição da equipe de trabalho

Levantamento de recursos e cronogramas

NÍVEIS DE PLANEJAMENTO

Nível/Passos Básico Intermediário Detalhado

1 O QUE?

Quais as Variáveis? Qual o problema? Subproblemas? Hipóteses?

Como se justifica o projeto? Quais são os objetivos? Quais são as variáveis? Qual o problema principal? Quais são os subproblemas? Quais são as hipóteses? Como se definem as variáveis? Como se controla variáveis? O que já se sabe sobre o tema?

NÍVEIS DE PLANEJAMENTO

Nível/Passos Básico Intermediário Detalhado

2

COMO?

Qual o método? Qual é a amostra? Quais instrumentos? Quais atividades?

Quais os métodos e técnicas? Que população? Que amostra? Qual o delineamento? Quais os instrumentos? Quais os procedimentos e atividades? Qual o plano de análise dos dados?

NÍVEIS DE PLANEJAMENTO

Nível/Passos Básico Intermediário Detalhado

3

QUANDO?

Quanto tempo levam as atividades? Qual é a duração total? Como é o cronograma?

Qual o tempo para cada atividade? Qual a duração total do projeto? Como se distribuem atividades ao longo do tempo?

Como é o cronograma? O projeto é variável?

NÍVEIS DE PLANEJAMENTO

Nível/Passos Básico Intermediário Detalhado

4

COM QUE?

Quais os materiais? Quais pessoas? Que dinheiro?

(12)

P

ROJETO DE

P

ESQUISA

- E

XEMPLOS

Projeto de Pesquisa - Mestrado

Desenvolvimento de Ferramentas para Síntese de Sistemas Hardware/Software com foco em Desempenho

E

NSINO

– P

LANO DE

A

ULA E

P

ROJETOS DE

P

ESQUISA

PRÁTICA DEENSINO DELÓGICA

Referências

Documentos relacionados

Artigo 2 o - A administração do RCC, consoante dispõem as normas legais referidas no artigo anterior, é exercida pelo Conselho do Departamento (CRCC), como órgão

Este catálogo representa apenas uma pequena parte de tudo o que podemos lhe oferecer, por isto esta- mos lhe convidando a utiliza-lo para conhecer um pouco mais sobre nosso negócio

Para ter acesso às vagas destinadas as Ações Afirmativas, os candidatos deverão apresentar o HISTÓRICO ESCOLAR contendo, obrigatoriamente, em cada um dos anos do Ensino Médio,

Por exemplo, o processo Gerência de Projetos apoia no planejamento do processo Desenvolvimento para Reutilização e do programa de reutilização; o processo Gerência

Poderá ser remetida ao Segurador qualquer questão, reclamação ou queixa que o Tomador do Seguro ou, se for o caso, a Pessoa Segura, tenha em relação ao Contrato, assim como

Assim como a teologia procura entender a mensagem mesma do evangelho, assim a pregação lhe dá uma finalidade ao seu labor, e, por conseguinte, lhe dá o propósito e o sentido de

O candidato portador de deficiência que necessitar de qualquer tipo de atendimento diferenciado no momento da realização das provas, tal como adaptação da prova conforme

PREÇOS À SAÍDA DA FÁBRICA - Preços Médios Mensais EUR / 100 kg VARIAÇÃO PERCENTUAL Manteiga n.d... ÍNDICE DE PREÇOS DE PRODUTOS AGRÍCOLAS NO PRODUTOR