E
NSINO
– P
LANO DE
A
ULA E
P
ROJETOS DE
P
ESQUISA
PRÁTICA DEENSINO DELÓGICA
Millena Almeida [email protected]
P
LANO DE
A
ULA
P
LANO DE
A
ULA
É a seqüência de tudo o que vai ser desenvolvido em um dia letivo. É a especificação dos comportamentos esperados do aluno e dos meios - conteúdos, procedimentos e recursos - que sertão utilizados para a sua realização.
O planejamento de aula é a sistematização de todas as atividades que se desenvolvem no período de tempo em que o professor e o aluno interagem, numa dinâmica de ensino-aprendizagem.
O plano de aula deve prever estímulos adequados aos alunos, a fim de motivá-los, e criar uma atmosfera de comunicação entre professor e alunos que favoreçam a aprendizagem.
P
LANO DE
A
ULA
- C
ONTEÚDO
1. Indicar o tema central da aula.
2. Estabelecer os objetivos da aula.
3. Indicar o conteúdo que será objeto de estudo.
4. Estabelecer os procedimentos e recursos de ensino. As formas de utilizar os conteúdos selecionados para atingir os objetivos propostos.
5. Cronograma
6. Prever como será feita a avaliação.
P
LANO DE
A
ULA
- E
XEMPLOS
Listas Lineares e suas Generalizações e Educação à
Distância
A P
ESQUISA
: C
ONCEITOS E
D
EFINIÇÕES
O que é pesquisa?“Pesquisar, significa, de forma bem simples, procurar respostas para indagações propostas.” (Silva e Menezes, 2001)
“Pesquisa científica é a realização concreta de uma investigação planejada, desenvolvida e redigida de acordo com as normas da metodologia consagradas pela ciência.” (Ruiz, 1991)
“A pesquisa é uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de processos científicos.” (Gil apud Silva e Menezes, 2001)
“Pesquisa científica é um conjunto de procedimentos sistemáticos, baseados no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para os problemas propostos mediante o emprego de métodos científicos.” (Andrade, 2001) 7
P
ESQUISA
- H
ISTÓRICO
Descartes (1596 – 1650)
Dividir todos os problemas em tantas partes quantas necessárias, para resolvê-las adequadamente
Conduzir ordenadamente os pensamentos, dos mais simples ao mais complicado
Realizar periodicamente revisões cuidadosas Aceitar exclusivamente a conclusão que não deixa dúvida
P
ESQUISA
O que é?
Por que fazer?
Como pode ser útil?
Quais as etapas?
P
ESQUISA
Processo de construção do conhecimento
Metas
Gerar novo conhecimento
E/ou corroborar ou refutar algum conhecimento pré existente
Principal propriedade
Reprodutibilidade
A P
ESQUISA
: C
ONCEITOS E
D
EFINIÇÕES
Finalidades:
Pesquisa pura (básica): satisfação do desejo de
adquirir conhecimentos, sem que haja uma
aplicação prática prevista
Pesquisa aplicada: os conhecimentos adquiridos
são utilizados para aplicação prática voltados
para a solução de problemas concretos da vida
moderna
11
T
IPOS DE
P
ESQUISA
Quanto à ciência
Pesquisa teórica – dedicada a estudar teorias
Pesquisa metodológica – se ocupa dos modos
de fazer ciência
Pesquisa empírica – dedicada a codificar a face
mensurável da realidade social
Pesquisa prática – voltada para intervir na
realidade social (pesquisa-ação)
T
IPOS DE
P
ESQUISA
Quanto aos dados da pesquisa
Pesquisa quantitativaTraduz em números as opiniões e informações para serem classificadas e analisadas
Utilizam-se técnicas estatísticas
Pesquisa qualitativa
É descritiva
As informações obtidas não podem ser quantificáveis Os dados obtidos são analisados indutivamente A interpretação dos fenômenos e a atribuição de significados são básicas no processo de pesquisa qualitativa
Pesquisa quantitativa-qualitativa
Realização de análises baseado em informações estatísticas 13
T
IPOS DE
P
ESQUISA
Quanto aos objetivos
Pesquisa exploratória Pesquisa descritiva Pesquisa comparativa Pesquisa explicativa Pesquisa documental Pesquisa experimental Estudo de caso Pesquisa-ação Pesquisa de campo14
T
IPOS DEP
ESQUISA- Q
UANTO AOS OBJETIVOSPesquisa exploratória
Proporcionar maior familiaridade com o problema Levantamento bibliográfico ou entrevistas Pesquisa bibliográfica ou estudo de caso
15
T
IPOS DEP
ESQUISA- Q
UANTO AOS OBJETIVOSPesquisa descritiva
Fatos são observados, registrados, analisados, classificados e interpretados, sem interferência do pesquisador
Uso de técnicas padronizadas de coleta de dados (questionário e observação sistemática)
16
T
IPOS DEP
ESQUISA- Q
UANTO AOS OBJETIVOSPesquisa Comparativa
Realiza comparações visando verificar similaridades e explicar possíveis divergências entre as amostras ou resultados obtidos
T
IPOS DEP
ESQUISA- Q
UANTO AOS OBJETIVOSPesquisa explicativa
Identificar fatores determinantes para a ocorrência dos fenômenos
Ciências naturais – método experimental; Ciências sociais – método observacional
T
IPOS DEP
ESQUISA- Q
UANTO AOS OBJETIVOSPesquisa documental ou bibliográfica
Elaborada a partir de material já publicado (livros, artigos de periódicos, etc.)Requer conhecimento de termos técnicos e sinônimos Registrar e organizar os dados bibliográficos referentes aos documentos obtidos e empregados na pesquisa científica
Objetivos:desvendar, recolher e analisar as principais contribuições sobre um determinado fato, assunto ou idéia
T
IPOS DEP
ESQUISA- Q
UANTO AOS OBJETIVOS Pesquisa ExperimentalConsiste em experimentar, fazer experiência Fato/fenômeno/processo da realidade é reproduzido de forma controlada, com objetivo de descobrir os fatores que o produzem ou que por ele sejam produzidos
Experimentos são geralmente feitos por amostragem– conjunto significativo que compõem a amostra
Os resultados válidos para uma amostra, por indução, são válidos também para o universo
Pesquisador procura refazer as condições de um fenômeno a ser estudado, para observá-lo sob controle
20
T
IPOS DEP
ESQUISA- Q
UANTO AOS OBJETIVOS Estudo de casoEstudo aprofundado e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira a permitir o seu conhecimento amplo e detalhado.
É adequado para:
Explorar situações da vida real;
Descrever a situação do contexto em que está sendo feita determinada investigação;
Explicar as variáveis causais de determinado fenômeno em situações muito complexas
21
T
IPOS DEP
ESQUISA- Q
UANTO AOS OBJETIVOS Pesquisa-ação“É um tipo de pesquisa social com base empírica que é concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo e no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação ou problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo.”(THIOLLENT, 1986, p.14) Indicada quando há interesse coletivo na resolução de um problema ou suprimento de uma necessidade
Envolvimento participativo ou cooperativo dos pesquisadores e demais participantes no trabalho de pesquisa
Utiliza-se de outros procedimentos já descritos, tais como pesquisa bibliográfica, experimentos, etc.
22
T
IPOS DEP
ESQUISA- Q
UANTO AOS OBJETIVOS Pesquisa de campoConstrução de um modelo da realidade Formas de observá-la
Campo da pesquisa
Formas de acesso a esse campo Participantes
23
T
IPOS DE
P
ESQUISA
Quanto aos procedimentos
Pesquisa de campo – observação e coleta de
dados diretamente no local da ocorrência dos
fatos
Pesquisa de fonte de papel – pesquisa
bibliográfica e documental
M
ETODOLOGIA
C
IENTÍFICA
Conjunto de abordagens, técnicas e processos
utilizados pela ciência para formular e resolver
problemas de aquisição objetiva do conhecimento,
de uma maneira sistemática.
M
ÉTODOC
IENTÍFICO- H
ISTÓRIAFrancis Bacon (1561-1626) – fundador do método
indutivo de investigação científica.
Preposições quanto à observação dos fenômenos, o uso de três tábuas: de presença, de ausência e de graus
Galileu Galilei (1564-1642) – interpretação
quantitativa da natureza. Sustenta que a pesquisa
científica acontece por dois momentos:
um analítico – consiste na observação do fenômeno e proposição das hipóteses.
e outro sintético – consiste na experimentação e se a hipótese for confirmada, transforma-se em lei.
M
ÉTODOC
IENTÍFICO- H
ISTÓRIARenê Descartes (1596-1650) – sustenta o método
matemático dedutivo. Pensamento racionalista
moderno.
Preposições:
Sustenta que os elementos fundamentais do método matemático são expressos em quatro regras:
Regra da evidência – “ Não acolher jamais como verdadeira uma coisa que não se reconheça evidentemente como tal, isto é, evitar a precipitação e o preconceito”.
Regra da análise – “ Dividir cada uma das dificuldades em tantas partes necessárias para melhor resolvê-las”. Regra da síntese – “ Ir do mais simples ao mais complexo”. Regra da enumeração – “ Realizar sempre enumerações tão cuidadas e revisões gerais que se possa ter certeza de nada haver omitido”.
M
ÉTODOS DEP
ESQUISAO método possui:
A objetividade do investigador: persistência, autoridade e conhecimento
Precisão da medida
Natureza contínua e exaustiva da investigação Aplicação do método científico
Complexidade do assunto
Processo de medidas: influência nos resultados Experiências para testar hipóteses
Previsão acurada
Coleta de dados de maneira precisa e econômica
M
ETODOLOGIA
C
IENTÍFICA
- F
ASES
Hipótese
Afirmação ainda
não
comprovada sobre algum fenômenoTese
Afirmação comprovada sobre algum fenômeno
Teoria
Conjunto de teses que explicam o fenômeno
Modelo
Descrição formal de um fenômeno, utilizado para testar hipóteses e fazer previsão
M
ÉTODOS
C
IENTÍFICOS
- T
IPOS
Método Indutivo
A indução compreende um conjunto de procedimentos: empíricos, lógicos e intuitivos
Classificação:
Indução Formal – lei que rege o ponto de chegada expressando realmente a totalidade dos fenômenos observados.
M
ÉTODOS
C
IENTÍFICOS
- T
IPOS
Método Dedutivo
Procura transformar enunciados complexos, universais, em particulares
Faz parte da ciência dedutiva a lógica e a matemática A dedução apresenta duas formas: formal ou silogística e analítica
M
ÉTODOS
– O
UTROS MÉTODOS E
APLICAÇÕES
Aplicação direta de uma teoria Revisão de hipóteses Crítico ou dialético Renovação
Transferência de conceitos Transferência por analogia Prolongação
Fenomenológico Teratológico Dicotomia
Matrizes de descoberta Morfológico
“Brainstorming”
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
1.
Escolha do tema
2.
Revisão de literatura
3.
Justificativa
4.
Formulação do problema
5.Determinação de objetivos
6.
Metodologia
7.
Coleta de dados
8.
Tabulação dos dados
9.
Análise e discussão dos resultados
10.
Conclusão da análise dos resultados
11.
Redação e apresentação do trabalho científico
33E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
1.
Escolha do tema
O que vou pesquisar?
Um aspecto ou uma área de interesse de um
assunto que se deseja provar ou desenvolver
Assunto interessante para o pesquisador
Originalidade não é pré-requisito
Fontes de assuntos: vivência diária, questões
polêmicas, reflexão, leituras, conversações,
debates, discussões
34
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
2.
Revisão de literatura
Quem já pesquisou algo semelhante?
Busca de trabalhos semelhantes ou idênticos
Pesquisas e publicações na área
35
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
3.
Justificativa
Por que estudar esse tema?
Vantagens e benefícios que a pesquisa irá
proporcionar
Importância pessoal ou cultural
Deve ser convincente
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
4.
Formulação do problema
Que respostas estou disposto a
responder?
Definir claramente o problema
Delimitá-lo em termos de tempo e espaço
37
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
5.
Determinação de objetivos
O que pretendo alcançar com a pesquisa?
Objetivo geral – qual o propósito da pesquisa?
Objetivos específicos – abertura do objetivo
geral em outros menores (possíveis capítulos)
38
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
6.
Metodologia
Como se procederá a pesquisa?
Caminhos para se chegar aos objetivos propostos Qual o tipo de pesquisa?
Qual o universo da pesquisa? Será utilizado a amostragem?
Quais os instrumentos de coleta de dados? Como foram construídos os instrumentos de pesquisa? Qual a forma que será usada para a tabulação de dados?
Como interpretará e analisará os dados e informações?
39
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
6.
Metodologia
Explicitar a metodologia de pesquisas de campo ou de laboratório é bastante importante
Pesquisa bibliográfica – leitura como material primordial
Indicar como pretende acessar suas fontes de consulta, fichá-las, lê-las e resumi-las, construir seu texto, etc.
40
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
6.
Metodologia
Universo da Pesquisa: total de indivíduos que possuem as mesmas características definidas para um determinado estudo
Amostra: parte do universo
Instrumentos de Pesquisa: instrumentos de medidas ou instrumentos de coleta de dados. Uso de bibliografias que orientem escolhas.
Instrumentos de pesquisa mais utilizados: Observação
Entrevista
Questionário – perguntas abertas, fechadas e de múltipla escolha
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
7.
Coleta de dados
Como será o processo de coleta de
dados?
Como? Através de que meios? Por quem?
Quando? Onde?
Paciência
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
8.
Tabulação dos dados
Como organizar os dados obtidos?
Recursos: índices, cálculos estatísticos,
tabelas, quadros e gráficos
43
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
9.
Análise e discussão dos resultados
Como os dados coletados serão
analisados?
Confirmar ou refutar hipótese anunciada
44
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
10.
Conclusão da análise dos resultados
Sintetizar os resultados obtidos
Evidenciar as conquistas alcançadas com o
estudo
Indicar as limitações e as reconsiderações
Apontar a relação entre fatos verificados e
teoria
Contribuição da pesquisa para o meio
acadêmico, empresarial ou desenvolvimento
da ciência e tecnologia
45
E
TAPAS DA
P
ESQUISA
C
IENTÍFICA
11.
Redação e apresentação do trabalho científico
Redigir relatório de pesquisa: monografia, dissertação ou tese
Segundo normas pré-estabelecidas
46
P
ROJETO DE
P
ESQUISA
P
ROJETO DE
P
ESQUISA
ObjetivoTraçar um caminho eficaz que o conduza a atingir os objetivos a que se propõe.
No Projeto defini-se:
O que fazer: definição do tema ou problema
Porque fazer: justificativa da escolha do tema ou problema Para quem fazer: objetivos
P
ROJETO DE
P
ESQUISA
Elementos do projeto:
TemaDelimitação do tema
Palavras-chave Introdução Justificativa Objetivo geral Objetivos específicos Metodologia
Referências bibliográficas Anexos
49
!
" #
P
ROJETO DE
P
ESQUISA
- T
EMA
Etapa fundamental da pesquisa
Define e delimita o problema a ser efetuado
Deve ser clara
Fornece ao pesquisador o elemento principal para
estabelecer o objetivo da pesquisa
Deve procurar responder apenas uma questão de
cada vez
Originalidade não é pré-requisito
Fontes de assuntos: vivência diária, questões
polêmicas, reflexão, leituras, conversações,
debates, discussões
Novas idéias podem aparecer em
qualquer lugar
“ Nada é mais perigoso do que uma idéia quando ela é a única “ Nada é mais perigoso do que uma idéia quando ela é a única
que você tem” que você tem”
Émile
Émile ChartierChartier, filósofo, filósofo
P
ROJETO DE
P
ESQUISA
–
PALAVRAS
-
CHAVE
Principais termos presentes no projeto
Temas relacionados
Área de conhecimento em que o tema se encontra
P
ROJETO DE
P
ESQUISA
– I
NTRODUÇÃO
Qual a relevância do tema para a sociedade ou
indústria?
Em que estágio está o conhecimento relevante ao
tema da pesquisa na literatura?
Deve ser clara a forma como foi realizada
Fonte de informaçãoSeleção e extração dos dados Síntese dos dados
P
ROJETO DE
P
ESQUISA
– J
USTIFICATIVA
Por que estudar esse tema?
Vantagens e benefícios que a pesquisa irá
proporcionar
Motivação: pessoal, profissional, social e teórica
para a escolha do tema
Apontar contribuições de ordem prática ou ao
estado da arte na área
P
ROJETO DE
P
ESQUISA
– O
BJETIVOS
O que pretendo alcançar com a pesquisa?
Objetivo geral
Qual o propósito da pesquisa?
Objetivos específicos
Abertura do objetivo geral em outros menores (possíveis capítulos)
P
ROJETO DE
P
ESQUISA
– M
ETODOLOGIA
Como se procederá a pesquisa?
Caminhos para se chegar aos objetivos propostos
Qual o tipo de pesquisa?Qual o universo da pesquisa? Será utilizado a amostragem?
Quais os instrumentos de coleta de dados?
Como foram construídos os instrumentos de pesquisa? Como interpretará e analisará os dados e informações? Explicitar a metodologia de pesquisas de campo ou de laboratório é bastante importante
Pesquisa bibliográfica –leitura como material primordial Indicar como pretende acessar suas fontes de consulta, fichá-las, lê-las e resumi-las, construir seu texto, etc
P
ROJETO DE
P
ESQUISA
– C
RONOGRAMA
Previsão do tempo gasto para o planejamento e
conclusão da pesquisa
Fornece ao pesquisador uma idéia de metas a
cumprir
Deve-se tentar ser otimista, mas sem deixar de ser
realista
E
XEMPLO
Tema – Sistemas workflow
Delimitação do tema – Técnicas de modelagem de workflow aplicadas a um gerenciador de documentos
Justificativa– Trata-se de um assunto extremamente atual, que tem chamado a atenção de empresas que querem melhor controlar seus processos
Objetivo geral– Realizar a modelagem de um gerenciador de documentos utilizando conceitos de workflow
Objetivos específicos
Definir workflow e suas características Estudar as formas de modelagem
Definir qual a técnica mais apropriada para este trabalho
58
E
XEMPLO
Metodologia
Utilização de pesquisa bibliográfica Fazer levantamento bibliográfico Fichar bibliografia
Aplicar questionários e fazer entrevistas com usuários que utilizam os documentos a serem gerenciados Aplicar técnica de modelagem escolhida ao sistema de gerenciamento de documentos
59
E
XEMPLO
Referências bibliográficas
AALST, W.M.P.Modelling and analysing workflow using a Petri-net based approach. Eindhoven: Eindhoven University of Technology, 1995. Relatório de Pesquisa. BARROS, R.M.Alocação de Atividades em um Sistema de Gerência de Workflow. 1997. Dissertação de Mestrado. CPGCC/UFRGS, Porto Alegre.
CASATI, F.; CERI, S.; PERCINI, B.; POZZI, G.
Conceptual Modeling of Workflows.InProceedingsof The Object-Oriented and Entity-Relationship Conference, Gold Coast/Austrália: 1995.
E
XEMPLO
Referências bibliográficas (continuação)
JOOSTEN, S.Trigger Modelling for Workflow Analysis.
In: CON'94: WORKFLOW MANAGEMENT, CHALLENGES, PARADIGMS AND PRODUCTS, 1994. Viena.Proceedings. Viena: [s.n.], 1994.
NICOLAO, M.Modelagem de Workflow utilizando um Modelo de Dados Temporal Orientado a Objetos com Papéis. 1998. Dissertação de Mestrado. CPGCC/UFRGS, Porto Alegre.
WAINER, J.; BARTHELMES, P.Workflow Systems: a few definitions and a few suggestions.ACM Conference in Organizational Computer Systems, San Jose, CA, 1995. Anais.
WORKFLOW MANAGEMENT COALITION: The Workflow Reference Model; Workflow Management Coalition – Winchester - Hampshire – UK – 1995. Disponível em <http://www.wfmc.org> Acesso em: 04 abril 2003.
P
LANEJAMENTO DA
P
ESQUISA
Tomada de decisão
Especificação dos objetivos
Elaboração de um esquema
Constituição da equipe de trabalho
Levantamento de recursos e cronogramas
NÍVEIS DE PLANEJAMENTO
Nível/Passos Básico Intermediário Detalhado
1 O QUE?
Quais as Variáveis? Qual o problema? Subproblemas? Hipóteses?
Como se justifica o projeto? Quais são os objetivos? Quais são as variáveis? Qual o problema principal? Quais são os subproblemas? Quais são as hipóteses? Como se definem as variáveis? Como se controla variáveis? O que já se sabe sobre o tema?
NÍVEIS DE PLANEJAMENTO
Nível/Passos Básico Intermediário Detalhado
2
COMO?Qual o método? Qual é a amostra? Quais instrumentos? Quais atividades?
Quais os métodos e técnicas? Que população? Que amostra? Qual o delineamento? Quais os instrumentos? Quais os procedimentos e atividades? Qual o plano de análise dos dados?
NÍVEIS DE PLANEJAMENTO
Nível/Passos Básico Intermediário Detalhado
3
QUANDO?Quanto tempo levam as atividades? Qual é a duração total? Como é o cronograma?
Qual o tempo para cada atividade? Qual a duração total do projeto? Como se distribuem atividades ao longo do tempo?
Como é o cronograma? O projeto é variável?
NÍVEIS DE PLANEJAMENTO
Nível/Passos Básico Intermediário Detalhado
4
COM QUE?Quais os materiais? Quais pessoas? Que dinheiro?
P
ROJETO DE
P
ESQUISA
- E
XEMPLOS
Projeto de Pesquisa - Mestrado
Desenvolvimento de Ferramentas para Síntese de Sistemas Hardware/Software com foco em Desempenho
E
NSINO
– P
LANO DE
A
ULA E
P
ROJETOS DE
P
ESQUISA
PRÁTICA DEENSINO DELÓGICA