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MANUAL
AL
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DE
DE
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DE
DE
FISCALIZAÇÃO
FISCALIZAÇÃO
FISCALIZAÇÃO
FISCALIZAÇÃO
FISCALIZAÇÃO
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Apresentação
O
Conselho Federal de Economia tem a satisfação de poder
disponibilizar o Manual de Fiscalização, que tem como objetivo
principal apresentar os conteúdos voltados para fiscalização
profissional, sintetizando os normativos aplicáveis à caracterização, ao
exercício e à disciplina da profissão de economista. O trabalho principal foi o
de constituir um material de consulta permanente para as diversas fases de
execução das ações de fiscalização dos Conselhos Regionais, assim como
aprimorar o processo de capacitação de fiscais da profissão.
Contendo informações importantes sobre ocorrências geradas pela
não observação da legislação em vigor, o Manual de Fiscalização constitui
uma sistematização didática das diversas etapas a serem seguidas pelo
Sistema COFECON/CORECON no processo de implementação de atividades
de fiscalização efetivamente pró-ativa.
A fiscalização da profissão de economista passa, após diversas ações
e atividades implementadas ao longo dos últimos anos, a ser a tônica de um
procedimento de proteção dos interesses da sociedade, que busca serviços
de qualidade executados com coerência técnica.
Esse Manual de Fiscalização vem caracterizar uma nova etapa para o
Sistema COFECON/CORECON. Etapa que se volta para a defesa dos
economistas a partir do respeito ao cumprimento das Normas e Leis que
regem, ao longo dos últimos 54 anos, a nossa atividade profissional. Etapa
que consolida o papel do Sistema COFECON/CORECON de defensor dos
interesses da sociedade brasileira, que exige a fiscalização das atividades
profissionais de todos aqueles que exercem serviços técnicos especializados
e que, de maneira bastante significativa, altera os caminhos trilhados por
uma Nação.
Muitas foram as contribuições e muitos foram os agentes que
permitiram a construção desse material que será capaz de assegurar um
roteiro de atuação dos Conselhos Federal e Regionais de Economia em prol
dos economistas e, principalmente, da sociedade brasileira.
Brasília, 04 de outubro de 2005.
Sidney Pascoutto da Rocha Nei Jorge Correia Cardim
PRESIDENTE
SIDNEY PASCOUTTO DA ROCHA (RJ) VICE-PRESIDENTE NEI JORGE CORREIA CARDIM (BA)
CONSELHEIROS EFETIVOS
Alejandro Kuajara Arandia (RS), Aurelino Levy Dias de Campos (MT), Edson Francisco Stein (PR), Marco Antonio Sandoval de Vasconcelos (SP), Marco Aurélio Loureiro (MG), Mário Sérgio Fernandez Sallorenzo (DF), Nei Jorge Correia Cardim (BA), Nelson Castello Branco Nappi (SC), Nilton Pedro da Silva (SE), Paulo Brasil Corrêa de Melo (SP), Robespierre do O’ Procópio Barreto (RN), Ronaldo Raemy Rangel (RJ), Sérgio Roberto Bacury de Lira (PA), Sidney Pascoutto da Rocha (RJ), Synésio Batista da Costa (SP).
CONSELHEIROS SUPLENTES
Célio Fernando Bezerra Melo (CE), Edivaldo Teixeira de Carvalho (PB), Eriksom Teixeira Lima (RJ), Iberê Luiz Di Tizio (SP), Leandro Domingos Teixeira Pinto (AC), Letícia Pitanga Bertocchi (ES), Maurício Aucar Seffair (AM), Paulo Roberto de Magalhães Guedes (PE), Pedro Andrade de Oliveira (PI), Valdemar Camata Júnior (RO), Wagner Borges (TO).
Antonio José Guerra Superintendente Daniel Vasconcelos Borges Netto
Coordenador Técnico Regina Dutra Fernandes da Silva
Coordenadora Administrativa Adilson da Silva Pereira Pedro Paulo de Castro Pinheiro
Consultor Jurídico Francisco José Matos Teixeira
Assessor Jurídico Rita de Cássia Arruda Assessora de Imprensa Pedro Henrique Zuchi da Conceição
Assessor Antônio Tolentino
Contador José Luiz Pereira Barboza Técnico de Contabilidade Celia Regina da Silva Elaine Abreu de Oliveira Assistente Administrativo
Jane da Silva Fernandes Valéria Moraes de Souza Profissional de Suporte Administrativo
Roberto Daniel Figueroa Dias Guerreiro Assistente
COMISSÃO DE ARTICULAÇÃO E FORTALECIMENTO DOS CORECONs – CAC Aurelino Levy Dias de Campos (Coordenador)
Alejandro Kuajara Arandia Nelson Castello Branco Nappi Robespierre do Ó Procópio Barreto
Ronaldo Raemy Rangel
Equipe Técnica Responsável pela elaboração: Conselho Federal de Economia ——————————————— Daniel Vasconcelos Borges Netto Pedro Henrique Zuchi da Conceição
Pedro Paulo de Castro Pinheiro Conselhos Regionais de Economia
———————————————
Participantes do Encontro Anual de Gerentes e Secretários Executivos- 2005 Wellington Leonardo da Silva - RJ
Maria Dolores Mayan Cripa - SP Irene Cavalaro Carajeleascov - SP
Edgard Tamaki - SP Luiz Raimundo Moura Neto - PE
Moacir José Delfino - PE Edi Cruz – RS Antonio Pedro Hickmann - RS Bruno Pires Sacramento - BA
Amarildo de Souza Santos - PR Alessandra Giseli Ugioni - SC
Sabrina Albuquerque - CE Antônia Maria Batista de Souza Dias - PA
Solano Filardi - MG Janaína Sponchiado - MG Aguinaldo Antônio de Almeida - MG
Paulo Ernesto Alard Assad - MG Mônica Beraldo Fabrício da Silva - DF
Iraídes Godinho de Sales - DF Ismar Marques Teixeira - DF Divaldo Coutinho de Oliveira - AL
Elizabeth Ramos Ghedin - AM Tianna Monteiro da Silva - MT
Marlene Costa Luz - MA Artemisa Ribeiro Batista - SE Robério do Nascimento Bernardo - SE Josiane Gonçalves da Silva Tavares - ES
Maria Paula Badra - GO Maria Maiza de Paiva Costa - RN Maria José Mendonça da Cruz - MS
Maria Neuza dos Santos - PB
Maria do Espírito Santo Gonçalves Oliveira Silva - PI Idelbrando da Rocha Menezes - AC Flávio Augusto da Silva Oliveira - RO
Márcia Gomes de Sousa - TO Juscelino Thomas Soares - TO
Cláudio Bahia da Silva - AP
Capa, editoração, diagramação e arte final. Marcelo Lopes da Silva
9 SUMÁRIO 1. Fiscalização Profissional ... 11 2. Objetivos da Fiscalização ... 11 3. Princípios da Fiscalização ... 11 4. Estratégias da Fiscalização ... 13 5. Fiscalização Direcionada ... 14 6. Ação de Fiscalização ... 15
7. Fontes de Informação para Ação de Fiscalização ... 15
8. Entidades Sujeitas à Ação de Fiscalização ... 16
9. Procedimentos administrativos inerentes à ação de fiscalização ... 17
10. Ocorrências · Pessoas Físicas ... 21
· Pessoas Jurídicas ... 49
11. ANEXOS: 11.1 - As atividades desempenhadas pelo economista ... 75
11.2 - Os procedimentos de fiscalização profissional ... 86
11.3 - As atividades desempenhadas pelo economista - empresas financeiras .... 101
11.4 - Ação de Fiscalização – Fluxograma ... 116
11.5 - Fiscalização de Enquadramento Profissional - Fluxograma ... 121
11.6 - Modelos de Auto de Infração e Notificação ... 123
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1. Fiscalização Profissional
A fiscalização da profissão de economista tem suporte legal estabelecido na Lei n.º 1.411, de 13 de agosto de 1951, que dispõe sobre a Profissão de Economista, evidenciando os elementos básicos que caracterizam a profissão, assim como os critérios para estabelecimento do Sistema COFECON / CORECONs (Conselhos Federal e Regionais de Economia. O Decreto nº 31.794, de 17 de novembro de 1952, que regulamenta o exercício da profissão de Economista, regida pela Lei
n.º 1.411, determina expressamente, em seu art. 18, que o sistema COFECON/ CORECON “tem por finalidade orientar, supervisionar, disciplinar e fiscalizar o
exercício da profissão de economista em todo o território nacional, na forma deste Regulamento, e contribuir para o desenvolvimento econômico do país.”
De acordo com os preceitos destacados em Lei, e considerando os aspectos voltados à fiscalização da profissão, cabe aos Conselhos Regionais de Economia realizarem os procedimentos relativos à organização e manutenção do registro
profissional dos economistas, à fiscalização da profissão de economista e à imposição de penalidades referidas na Lei 1.411 e Decreto regulamentador.
2. Objetivos da Fiscalização
A atividade fiscalizadora tem como objetivo primordial a proteção dos
usuários dos serviços técnicos realizados por profissionais graduados em Ciências
Econômicas. É importante observar que essa ação fiscalizadora promove, de forma direta, a valorização da imagem economista.
Portanto, a fiscalização pretende verificar o exercício profissional no âmbito da Ciência Econômica, de forma a assegurar a prestação de serviços técnicos com participação de profissional habilitado e observância de princípios éticos, econômicos e técnicos compatíveis com as necessidades da sociedade.
Nesse sentido, a fiscalização deve apresentar um caráter coercitivo e, ao mesmo tempo, educativo e preventivo. Sob o aspecto educativo e preventivo, deverá orientar os profissionais, dirigentes de empresas e outros segmentos sociais, acerca da legislação que regulamenta o exercício da profissão de Economista e os direitos da sociedade. Sob o enfoque coercitivo / punitivo, deverá ser rigorosa, formal e célere.
3. Princípios da Fiscalização
O ponto de partida da ação de fiscalização a ser executada pelos Conselhos Regionais de Economia está na observação da definição de que “atividade
profissional privativa do economista exercita-se, liberalmente ou não, por estudos,
ou certificados sobre os assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por quaisquer outros meios que objetivem, técnica ou cientificamente, o aumento ou a conservação do rendimento econômico” (art. 3º do Decreto nº 31.794).
Considerando essa definição e a prerrogativa legal que atribui aos CORECONs a fiscalização do exercício profissional em todo território nacional, supervisionada pelo COFECON, devem ser destacados os seguintes princípios fundamentais da ação fiscalizadora, definidos no Capítulo 6.2 da Consolidação da Legislação do Economista:
1. A missão básica da fiscalização é a verificação das condições do exercício da profissão de economista, em defesa da sociedade, por ser esta a função precípua das entidades de fiscalização profissional.
2. A fiscalização do exercício profissional, portanto, não é um ato de cobran-ça, mas uma ação que se objetiva em termos de uma técnica específica (o saber econômico), de uma ética profissional (a responsabilização pela utili-zação da técnica econômica para fins indevidos) e de uma responsabilidade social.
3. O não cumprimento das exigências legais para o exercício da profissão de Economista deve ser objeto constante da ação de fiscalização empreendida pelos Conselhos Regionais de Economia, que atuará de foram coercitiva e punitiva com vista a salvaguardar direitos da sociedade.
4. Adicionalmente, os Conselhos Regionais de Economia devem selar pela fiscalização do lançamento e arrecadação das Contribuições Parafiscais de-vida pelos Economistas, observando a natureza tributária do ato e o cumpri-mento de seu papel de representante da Fazenda Pública, conforme deter-mina o art. 142 parágrafo único do Código Tributário Nacional.
Portanto, a ação de fiscalização dos Conselhos Regionais de Economia será direcionada para os seguintes eventos de fiscalização, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas:
1. da regularidade formal do registro no exercício profissional; 2. do conteúdo técnico do exercício profissional;
3. do cumprimento das obrigações tributárias.
Conforme destaca a Consolidação da Legislação do Economista, o Sistema COFECON/CORECON dispõem das prerrogativas de acesso a informações concedidas à administração tributária dos entes públicos em geral, uma vez que a delegação pela União, por Lei, da função de arrecadação das contribuições sociais de natureza tributária (as anuidades) implica na automática atribuição das garantias
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e privilégios processuais que competem à própria União como sujeito ativo tributário (§1º, do art. 7º, do Código Tributário Nacional).
É de se ressaltar que, contra as ações de fiscalização executadas pelos Conselhos Regionais de Economia não são oponíveis quaisquer dispositivos legais excludentes ou limitativos do direito de examinar mercadorias, livros, arquivos, documentos, papéis e efeitos comerciais ou fiscais dos comerciantes, industriais ou produtores, ou da obrigação destes de exibi-los (art. 195 do Código Tributário Nacional).
4. Estratégias da Fiscalização
A ação de fiscalização deve ser planejada anualmente, coordenada e avaliada de forma contínua, tendo como foco central, o atendimento das prerrogativas legais do exercício profissional do Economista. Para tanto, a definição de um Plano de Fiscalização Anual, contendo diretrizes, prioridades, recursos necessários e metas a alcançar, devem ser elaborados pelos Conselhos Regionais de Economia e aprovados pelo Conselho Federal de Economia.
Tal planejamento, por um lado, é uma garantia para sociedade, uma vez que as atividades dos CORECONs são regidas pelo princípio da impessoalidade, sendo vedado aos fiscais agirem ao bel-prazer, selecionando sem critério quais pessoas serão (ou não) objeto de ação fiscalizatória; por outro, é instrumento fundamental ao atendimento a outro princípio constitucional aplicável aos Conselhos: o da eficiência. Durante o processo de execução do Plano de Fiscalização Anual, os resultados da ação de fiscalização deverão ser monitorados e submetidos constantemente para avaliação da unidade responsável pela fiscalização. Os relatórios contendo as informações relativas às metas e resultados obtidos deverão ser avaliados periodicamente e submetidas ao Plenário do CORECON para conhecimento. Anualmente, um relatório final da execução da ação planejada de fiscalização deverá ser encaminhado ao COFECON, como parte integrante do Relatório de Gestão da entidade regional, com vistas à prestação de contas anual.
Em síntese, o CORECON realizará anualmente a avaliação da eficácia das ações de fiscalização que implementarem, devendo levantar quantitativamente os resultados alcançados por tipo de fiscalização e avaliá-los frente aos objetivos traçados no planejamento anual e frente aos custos incorridos.
Esse processo irá contribuir de forma direta para o retro planejamento das ações intertemporais de fiscalização, que deve ser considerada como um procedimento contínuo e ininterrupto por constituir a atividade fim, por excelência, do Sistema COFECON / CORECONs.
Como toda atividade de planejamento, a definição da estratégia de trabalho, explicitando os meios necessários à consecução dos objetivos, deve ser destacada, assim como diretrizes básicas, aqui entendidas como um conjunto de instruções ou
indicações para se tratar e levar a termo o plano de fiscalização.
Nas ações que afetam entidades que atuam em mais de uma Unidade da Federação, o Plano de Fiscalização Anual deverá destacar:
1. análise de risco de abrangência nacional, permitindo selecionar segmen-tos ou objesegmen-tos de fiscalização cuja prioridade tenha transcendência nacional; 2. compartilhar entre Conselhos os recursos técnicos, financeiros, humanos e jurídicos necessários à realização de fiscalizações prioritárias ao nível na-cional;
3. evitar a duplicidade de ações sobre a mesma instituição ou organização, definindo critérios de intervenção conjunta;
5. Fiscalização Direcionada
Os Conselhos Regionais de Economia devem atuar na fiscalização de todas as atividades que são inerentes aos profissionais Economistas, exercidas tanto pessoas físicas quanto jurídicas habilitadas ou não ao exercício profissional.
Algumas vezes, será exigida a definição de ações estratégicas de fiscalização que sejam focalizadas em grandes “nichos” de atuação profissional de economistas, tais como:
a) grandes organizações públicas ou privadas cuja atividade envolva o de-sempenho de funções típicas da profissão de economista por parcela signifi-cativa de seu pessoal;
b) segmentos de mercado cujas organizações tenham por objeto social a prestação de serviços de economia;
c) segmentos de mercado que sejam grandes consumidores dos produtos ofertados pelos economistas.
Essa estratégia de atuação da ação fiscalização deve ser definida, antecipadamente, no planejamento anual dos objetivos e metas a serem desenvolvidas pelo CORECON. Não cabem ações de fiscalização pontuais e de caráter emergenciais sem que estejam devidamente definidas no Plano de Fiscalização Anual, exceto para os casos de denúncia formal e/ou pedidos judiciais. Diretrizes para a ação de fiscalização no âmbito nacional, e até mesmo estadual, devem ser direcionadas anualmente para setores específicos que utilizam os serviços profissionais de economistas, constituindo-se metas definidas, preferencialmente, pelo Conselho Federal de Economia.
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6. Ação de Fiscalização
Serão objetos da ação de fiscalização, destacados no Plano de Fiscalização Anual, os casos selecionados a seguir, adotados os procedimentos padrões de fiscalização:
a) do exercício de cargo ou emprego;
b) da prestação de serviços profissionais inerentes à atividade de Economis-ta por pessoa jurídica;
c) de concursos de seleção para entidades públicas e processos de seleção de pessoal para entidades privadas;
d) de registros provisórios vencidos;
e) de bacharéis de Ciências Econômicas formados e sem registro profissio-nal;
f) de responsabilidade por conteúdo técnico em documentos elaborados; g) do cumprimento das penalidades impostas por processos de ética, tais com suspensões temporárias ou definitivas do exercício profissional; h) do cumprimento fiscal da arrecadação das Contribuições Parafiscais defi-nidas para cada exercício.
7. Fontes de Informação para Ação de Fiscalização
São fontes de pesquisas, públicas ou genéricas, para captação de informações para subsidiar a ação de fiscalização, não podendo ser utilizadas sem a devida constatação, in loco, e notificação de esclarecimentos:
a) juntas comerciais e cartórios de registro de pessoa jurídica;
b) cadastro de pessoa física e jurídica das receitas federal e secretarias esta-duais e municipais de fazenda;
c) cadastro de pessoas que obtiveram título de Bacharéis em Ciências Eco-nômicas nas universidades, centros de ensino, faculdades e demais institui-ções de ensino superior;
d) coleta de informações sobre novos registros de instrumentos constitutivos e alterações de empresas de prestação de serviços;
e) processo de denúncias recebidas relativas ao exercício ilegal da profissão; f) editais de concursos e anúncios de recrutamento de pessoal;
g) registros provisórios vencidos;
h) documentos técnicos inerentes à profissão de economista, apresentados por pessoas físicas e/ou jurídicas, verificando a existência de nome, catego-ria profissional e o número do respectivo registro;
i) laudos periciais verificando se constam o nome, categoria profissional e número do respectivo registro;
j) projetos econômico-financeiros verificando a existência do nome, catego-ria profissional e número do respectivo registro;
k) informações obtidas em entidades públicas e privadas relativas aos funci-onários lotados em áreas econômicas, financeiras e de estudos técnicos e/ ou desempenhando atividade inerentes à profissão de economista.
l) cadastro interno de economistas registrados nos dos Conselhos Regionais de Economia.
8. Entidades sujeitas à Ação de Fiscalização
Qualquer atividade que esteja sendo desempenhada por profissionais, pessoas físicas ou jurídicas, deve ser objeto da ação de fiscalização, devendo ter as informações obtidas em:
a) órgãos públicos federais, estaduais e/ou municipais; b) empresas privadas de consultoria;
c) empresas públicas e/ou mistas;
d) pessoa física que exerce atividades inerentes à profissão de economista; e) agências nacionais, regionais e locais de regulamentação de atividades públicas e privadas;
f) departamentos de entidades, públicas e privadas, que atuam no campo profissional do economista;
g) instituições de pesquisa e ensino que desenvolvem atividades inerentes ao profissional economista;
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h) departamentos técnicos de entidades financeiras.
É importante destacar que a verificação do exercício profissional, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas, poderá ocorrer de forma indireta ou direta, a partir do desenvolvimento de ações internas e/ou externas. Cabe ressaltar, mais uma vez, que essas ações devem estar contidas no Plano de Fiscalização Anual, para permitir a avaliação de desempenho do quadro de fiscais dos Conselhos Regionais de Economia.
9. Procedimentos Administrativos Inerentes à Ação de Fiscalização
Os processos administrativos, fundamentais para a execução de uma ação de fiscalização, obedecerão aos seguintes critérios gerais, em conformidade com a Consolidação da Legislação do Economista:
a) todos os fatos relevantes para as decisões relativas à fiscalização deverão estar refletidos no processo. È fundamental a existência de documentação comprobatória hábil, que permita confiança em relação à realidade dos fatos, em observância dos princípios do formalismo moderado (“adoção de formas
simples, suficientes para propiciar adequado grau de certeza, segurança e respeito aos direitos dos administrados”, inciso IX, do parágrafo único, do art.
2º, da Lei 9.784/99) e da verdade material (“atividades de instrução
destina-das a averiguar e comprovar os dados necessários à tomada de decisão realizam-se de ofício ou mediante impulsão do órgão responsável pelo pro-cesso, sem prejuízo do direito dos interessados de propor atuações probatórias.”, Lei 9.784/99, art 29);
b) toda notificação aos interessados e fiscalizados terá redação clara e preci-sa, indicando sempre o fundamento legal da ação fiscalizadora que está sen-do comunicada;
c) as Notificações e Autos de Infração serão processados em duas vias, sen-do a primeira encaminhada ao interessasen-do e a segunda juntada aos autos; d) as Notificações e demais ofícios relativos aos processos de fiscalização serão efetuados por ciência no processo, por via postal com aviso de recebi-mento, por telegrama ou outro meio que assegure a certeza da ciência do interessado, nos exatos termos do § 3º, do art. 26, da Lei 9.784/99;
e) os interessados têm, a qualquer momento de sua tramitação, direito de vista ao processo nas dependências do Conselho e de fornecimento de cópi-as de peçcópi-as que compõem os autos, juntando-se aos autos termo firmado pelo interessado em que conste ter o mesmo tido acesso ao processo para vista e, se for o caso, quais as folhas das quais foram-lhe fornecidas cópias.
Em todas as ações relativas à fiscalização, deverá ser observado o prazo previsto para cada etapa da ação de fiscalização, determinadas nas Notificações e Autos de Infração, apensadas no próprio processo. Tornando, assim, as medidas de fiscalização mais eficazes no transcurso dos prazos do processo, assegurando celeridade na sua execução.
Cabe ressaltar, ainda, que é obrigação dos Conselhos lavrar e disponibilizar às entidades ou pessoas fiscalizadas os termos necessários à documentação de toda e qualquer diligência de fiscalização (art. 195 do Código Tributário Nacional), assim como a obrigação de sigilo a respeito de informação obtida em razão do ofício sobre a situação econômica ou financeira do sujeito passivo ou de terceiros e sobre a natureza e o estado de seus negócios ou atividades, nos exatos termos do art. 198 do Código Tributário Nacional, com a redação dada pela Lei Complementar 104/ 2001 (e dos demais dispositivos da mesma Lei Complementar 104/2001).
21
Ocorrência:
DIPLOMADO SEM REGISTRO NO CORECON
Legislação Citada
Constituição Federal:
Art. 5º ...omissis...
(...)
XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 14 Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais
devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.
Art. 18 A falta do competente registro torna ilegal e punível o exercício
da profissão de economista.
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dis-positivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüen-ta por cento) do valor da anuidade;
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro.
Decreto nº 31.794 / 52:
Art. 2° A profissão de economista, observadas as condições previstas
neste Regulamento, se exerce na órbita pública e na órbita privada: a) nas entidades que se ocupem das questões atinentes à economia nacional e às economias regionais, ou a quaisquer de seus setores específicos e dos meios de orientá-las ou resolvê-las através das políticas monetária, fiscal, comercial e social;
b) nas unidades econômicas públicas, privadas ou mistas, cujas atividades não se relacionem com as questões de que trata a alínea anterior, mas envolvam matéria de economia profissional sob aspectos de organização e racionalização do trabalho.
Art. 3° A atividade profissional privativa do economista exercita-se,
liberalmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, relatórios, pareceres, perícias, arbitragens, laudos, esquemas ou certificados sobre os assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por quaisquer outros meios que objetivem, técnica ou cientificamente, o aumento ou a conservação do rendimento econômico.
Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei n° 3.688 / 41):
Art. 3° Para a existência da contravenção, basta a ação ou omissão
voluntária. Deve-se, todavia, ter em conta o dolo ou a culpa, se a lei faz depender, de um ou de outra, qualquer efeito jurídico.
Art. 47 Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a
exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício:
Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.
Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40):
Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que
dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documento é particular.
23
Ocorrência:
PROFISSIONAL NÃO HABILITADO UTILIZANDO A DESIGNAÇÃO DE ECONOMISTA
Legislação Citada Constituição Federal:
Art. 5º ...omissis...
(...)
XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 1º Designação Profissional de Economista, a que se refere o
quadro das profissões liberais, anexo ao Decreto-lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho), é privativa:
a) dos bacharéis em Ciências Econômicas, diplomados no Brasil, de conformidade com as Leis em vigor;
b) dos ... (vetado) ... que, embora não diplomados, forem habilitados ... (vetado).
Art. 14 Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais
devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.
Art. 18 A falta do competente registro torna ilegal e punível o exercício
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dis-positivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüen-ta pôr cento) do valor da anuidade;
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro.
Decreto nº 31.794 / 52:
Art. 2° A profissão de economista, observadas as condições previstas
neste Regulamento, se exerce na órbita pública e na órbita privada: a) nas entidades que se ocupem das questões atinentes à economia nacional e às economias regionais, ou a quaisquer de seus setores específicos e dos meios de orientá-las ou resolvê-las através das políticas monetária, fiscal, comercial e social;
b) nas unidades econômicas públicas, privadas ou mistas, cujas atividades não se relacionem com as questões de que trata a alínea anterior, mas envolvam matéria de economia profissional sob aspectos de organização e racionalização do trabalho.
Art. 3° A atividade profissional privativa do economista exercita-se,
liberalmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, relatórios, pareceres, perícias, arbitragens, laudos, esquemas ou certificados sobre os assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por quaisquer outros meios que objetivem, técnica ou cientificamente, o aumento ou a conservação do rendimento econômico.
Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei n° 3.688 / 41):
Art. 3° Para a existência da contravenção, basta a ação ou omissão
voluntária. Deve-se, todavia, ter em conta o dolo ou a culpa, se a lei faz depender, de um ou de outra, qualquer efeito jurídico.
Art. 47 Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a
exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício:
25
Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.
Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40):
Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que
dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documen-to é particular.
Ocorrência:
SERVIDOR OU EMPREGADO PÚBLICO SEM REGISTRO EXERCENDO ATIVIDADES DE ECONOMIA E FINANÇAS
Legislação Citada Constituição Federal:
Art. 5º ...omissis...
(...)
XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 3º Para o provimento e exercício de cargos técnicos de economia
e finanças, na administração pública, autárquica, paraestatal, de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção governamental ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas, ou título de habilitação ... (vetado) ... respeitados os direitos dos atuais ocupantes efetivos
Art. 14 Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais
devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.
(...)
Art. 18 A falta do competente registro torna ilegal e punível o exercício
27
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dis-positivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüen-ta pôr cento) do valor da anuidade;
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro.
Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei n° 3.688 / 41):
Art. 3° Para a existência da contravenção, basta a ação ou omissão
voluntária. Deve-se, todavia, ter em conta o dolo ou a culpa, se a lei faz depender, de um ou de outra, qualquer efeito jurídico.
Art. 47 Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a
exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício:
Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.
Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40):
Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que
dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documento é particular.
Ocorrência:
SERVIDOR OU EMPREGADO PÚBLICO NÃO ECONOMISTA EXERCENDO ATIVIDADES DE ECONOMIA E FINANÇAS
Legislação Citada Constituição Federal:
Art. 5º ...omissis...
(...)
XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 3º Para o provimento e exercício de cargos técnicos de economia
e finanças, na administração pública, autárquica, paraestatal, de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção governamental ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas, ou título de habilitação ... (vetado) ... respeitados os direitos dos atuais ocupantes efetivos
Art. 14 Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais
devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.
(...)
Art. 18 A falta do competente registro torna ilegal e punível o exercício
29
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dis-positivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüenta pôr cento) do valor da anuidade;(*)
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada den-tro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro.
Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei n° 3.688 / 41):
Art. 3° Para a existência da contravenção, basta a ação ou omissão
voluntária. Deve-se, todavia, ter em conta o dolo ou a culpa, se a lei faz depender, de um ou de outra, qualquer efeito jurídico.
Art. 47 Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a
exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício:
Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.
Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40):
Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que
dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documento é particular.
Ocorrência:
ATRASO NO RECOLHIMENTO DA ANUIDADE
Legislação Citada Constituição Federal:
Art. 149 Compete exclusivamente à União instituir contribuições
sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo.
(...)
Código Tributário Nacional:
Art. 142 Compete privativamente à autoridade administrativa constituir
o crédito tributário pelo lançamento, assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determinar a matéria tributável, calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, sendo caso, propor a aplicação da penalidade cabível.
Parágrafo único. A atividade administrativa de lançamento é vinculada e obrigatória, sob pena de responsabilidade funcional.
Art. 149 O lançamento é efetuado e revisto de ofício pela autoridade
administrativa nos seguintes casos: I - quando a lei assim o determine; (...)
Art. 201 Constitui dívida ativa tributária a proveniente de crédito dessa
31
depois de esgotado o prazo fixado, para pagamento, pela lei ou por decisão final proferida em processo regular.
Parágrafo único. A fluência de juros de mora não exclui, para os efeitos deste artigo, a liquidez do crédito.
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 17 (...)
§ 1º A anuidade será paga até 31 de março de cada ano, salvo a primeira que se fará no ato da inscrição ou registro.
Lei nº 6.830 / 80:
Art. 1º A execução judicial para cobrança da Dívida Ativa da União,
dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e respectivas autarquias será regida por esta Lei e, subsidiariamente, pelo Código de Processo Civil
Decreto-Lei nº 70.235 / 72:
Ementa: Dispõe sobre o processo administrativo fiscal e dá outras
providências
Art. 7º O procedimento fiscal tem início com:
I – o primeiro ato de ofício, escrito, praticado por servidor com-petente, cientificado o sujeito passivo da obrigação tributária ou seu preposto;
Ocorrência:
FALSIDADE OU DOLO NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL
Legislação Citada Lei nº 1.411 / 51:
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dispositivos desta lei: (...)
b) suspensão de um a dois anos do exercício da profissão ao profissional que, no âmbito de sua atuação profissional, for responsável, na parte técnica, por falsidade de documentos ou pareceres dolosos que assinar;
(...)
Decreto nº 31.794/52:
Art. 5º O Conselho Federal de Economistas Profissionais CFEP
-mediante denúncia das autoridades judiciais ou administrativas, promoverá a responsabilidade dos economistas, nos casos de dolo, fraude ou má fé, adotando as providências indispensáveis à manutenção de um sadio ambiente profissional, sem prejuízo de ação administrativa ou criminal que couber.
Código Civil
Art. 186 Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou
imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.
Art. 187 Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao
exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômi-co ou social, pela boa-fé ou pelos bons econômi-costumes.
33
Art. 927 Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a
outrem, é obrigado a repará-lo.
Parágrafo único. Haverá obrigação de reparar o dano, inde-pendentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de ou-trem.
Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40):
Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que
dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documento é particular.
Ocorrência:
EXERCER A PROFISSÃO DURANTE O PERÍODO DE SUSPENSÃO DO REGIS-TRO POR FALSIDADE OU DOLO
Legislação Citada Lei nº 1.411 / 51:
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dispositivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüenta pôr cento) do valor da anuidade;(*)
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro. (...)
Código Penal:
Art. 13 O resultado, de que depende a existência do crime, só é
imputável a quem lhe deu causa. Considera-se causa a ação ou omissão sem a qual o resultado não teria ocorrido.
(...)
§ 2º A omissão é penalmente relevante quando o omitente devia e podia agir para evitar o resultado. O dever de agir incumbe a quem:
a) tenha por lei obrigação de cuidado, proteção ou vigilância; (...)
35
Art. 205 Exercer atividade, de que está impedido por decisão
adminis-trativa.
Pena – detenção, de três meses a dois anos, ou multa.
Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40):
Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que
dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documento é particular.
Ocorrência:
INCAPACIDADE TÉCNICA NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL
Legislação Citada Lei nº 1.411 / 51:
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dispositivos desta lei: (...)
c) suspensão de seis meses a um ano ao profissional que demonstrar incapacidade técnica no exercício da profissão, sendo-lhe facultado ampla defesa.;
(...)
Decreto nº 31.794/52:
Art. 5º O Conselho Federal de Economistas Profissionais CFEP
-mediante denúncia das autoridades judiciais ou administrativas, promoverá a responsabilidade dos economistas, nos casos de dolo, fraude ou má fé, adotando as providências indispensáveis à manutenção de um sadio ambiente profissional, sem prejuízo de ação administrativa ou criminal que couber.
Código Civil:
Art. 186 Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou
imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito
Art. 187 Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao
exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômi-co ou social, pela boa-fé ou pelos bons econômi-costumes
37
Art. 927 Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a
outrem, é obrigado a repará-lo.
Parágrafo único. Haverá obrigação de reparar o dano, inde-pendentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de ou-trem.
(...)
Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40):
Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que
dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documento é particular.
Ocorrência:
EXERCER A PROFISSÃO DURANTE O PERÍODO DE SUSPENSÃO DO REGIS-TRO POR INCAPACIDADE TÉCNICA
Legislação Citada Lei nº 1.411 / 51:
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dispositivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüenta pôr cento) do valor da anuidade;(*)
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro. (...)
Código Penal:
Art. 13 O resultado, de que depende a existência do crime, só é
imputável a quem lhe deu causa. Considera-se causa a ação ou omissão sem a qual o resultado não teria ocorrido.
(...)
§ 2º A omissão é penalmente relevante quando o omitente devia e podia agir para evitar o resultado. O dever de agir incumbe a quem:
a) tenha por lei obrigação de cuidado, proteção ou vigilância; (...)
39
Art. 205 Exercer atividade, de que está impedido por decisão
adminis-trativa.
Pena – detenção, de três meses a dois anos, ou multa.
Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40):
Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que
dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documento é particular.
Ocorrência:
DOCUMENTOS TÉCNICOS, DECORRENTES DE ATIVIDADE PROFISSIONAL PRIVATIVA DE ECONOMISTA, ASSINADOS POR DIPLOMADOS NÃO REGISTRADOS
Legislação Citada Decreto nº 31.794 / 52:
Art. 4º Os documentos referentes à ação profissional de que trata o
artigo anterior, só terão valor jurídico quando assinados por economista devidamente registrado na forma deste Regulamento:
Art. 48 A falta do competente registro torna ilegal o exercício da
profis-são de economista e punível o infrator.
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dispositivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüenta pôr cento) do valor da anuidade;(*)
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro. (...)
41
Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei n° 3.688 / 41):
Art. 3° Para a existência da contravenção, basta a ação ou omissão
voluntária. Deve-se, todavia, ter em conta o dolo ou a culpa, se a lei faz depender, de um ou de outra, qualquer efeito jurídico.
Art. 47 Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a
exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício:
Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.
Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40):
Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que
dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documento é particular.
Ocorrência:
DOCUMENTOS TÉCNICOS, DECORRENTES DE ATIVIDADE PROFISSIONAL PRIVATIVA DE ECONOMISTA, ASSINADOS POR NÃO ECONOMISTAS
Legislação Citada
Decreto nº 31.794 / 52:
Art. 4º Os documentos referentes à ação profissional de que trata o
artigo anterior, só terão valor jurídico quando assinados por economista devidamente registrado na forma deste Regulamento:
Art. 48 A falta do competente registro torna ilegal o exercício da
profis-são de economista e punível o infrator.
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dispositivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüenta pôr cento) do valor da anuidade;(*)
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro. (...)
43
Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei n° 3.688 / 41):
Art. 3° Para a existência da contravenção, basta a ação ou omissão
voluntária. Deve-se, todavia, ter em conta o dolo ou a culpa, se a lei faz depender, de um ou de outra, qualquer efeito jurídico.
Art. 47 Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a
exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício:
Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.
Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40):
Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que
dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documento é particular.
Ocorrência:
DOCUMENTOS TÉCNICOS, DECORRENTES DE ATIVIDADE PROFISSIONAL PRIVATIVA DE ECONOMISTA, ASSINADOS POR ECONOMISTAS COM REGISTRO SUSPENSO
Legislação Citada Decreto nº 31.794 / 52:
Art. 4º Os documentos referentes à ação profissional de que trata o
artigo anterior, só terão valor jurídico quando assinados por economista devidamente registrado na forma deste Regulamento:
Art. 48 A falta do competente registro torna ilegal o exercício da
profis-são de economista e punível o infrator.
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dispositivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüenta pôr cento) do valor da anuidade;(*)
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro. (...)
45
Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei n° 3.688 / 41):
Art. 3° Para a existência da contravenção, basta a ação ou omissão
voluntária. Deve-se, todavia, ter em conta o dolo ou a culpa, se a lei faz depender, de um ou de outra, qualquer efeito jurídico.
Art. 47 Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a
exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício:
Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.
Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40):
Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que
dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de um a três anos, e multa, se o documento é particular.
49
Ocorrência:
EMPRESA / SOCIEDADE SEM REGISTRO NO CORECON
Legislação Citada Constituição Federal:
Art. 5º ...omissis...
(...)
XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 14 Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais
devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.
Parágrafo único. Serão também registrados no mesmo órgão as empresas, entidades e escritórios que explorem, sob qualquer forma, atividades técnicas de Economia e Finanças.
Art. 18 A falta do competente registro torna ilegal e punível o exercício
da profissão de economista.
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dis-positivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüenta por cento) do valor da anuidade;
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro.
Lei nº 6.839 / 80:
Art. 1º O registro de empresas e a anotação dos profissionais
legalmente habilitados, delas encarregados, serão obrigatórios nas entidades competentes para a fiscalização do exercício das diversas profissões, em razão da atividade básica ou em relação àquela pela qual prestem serviços a terceiros.
Decreto nº 31.794 / 52:
Art. 2° A profissão de economista, observadas as condições previstas
neste Regulamento, se exerce na órbita pública e na órbita privada: a) nas entidades que se ocupem das questões atinentes à economia nacional e às economias regionais, ou a quaisquer de seus setores específicos e dos meios de orientá-las ou resolvê-las através das políticas monetária, fiscal, comercial e social;
b) nas unidades econômicas públicas, privadas ou mistas, cujas atividades não se relacionem com as questões de que trata a alínea anterior, mas envolvam matéria de economia profissional sob aspectos de organização e racionalização do trabalho.
Art. 3° A atividade profissional privativa do economista exercita-se,
li-beralmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, relatórios, pare-ceres, perícias, arbitragens, laudos, esquemas ou certificados sobre os assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assis-tência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financei-ras, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por quais-quer outros meios que objetivem, técnica ou cientificamente, o aumen-to ou a conservação do rendimenaumen-to econômico.
Art. 8° As sociedades que se organizarem para a prestação de
servi-ços profissionais, mencionados no Capítulo anterior, só poderão ser constituídas por economistas devidamente registrados no competente CREP e no pleno gozo de seus direitos.
51
Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei n° 3.688 / 41):
Art. 3° Para a existência da contravenção, basta a ação ou omissão
voluntária. Deve-se, todavia, ter em conta o dolo ou a culpa, se a lei faz depender, de um ou de outra, qualquer efeito jurídico.
Art. 47 Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a
exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício:
Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.
Ocorrência:
CARGOS TÉCNICOS DE ECONOMIA E FINANÇAS PROVIDOS, NA ESFERA PÚBLICA, COM ECONOMISTA NÃO REGISTRADO
Legislação Citada Constituição Federal:
Art. 5º ...omissis...
(...)
XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 3º Para o provimento e exercício de cargos técnicos de economia
e finanças, na administração pública, autárquica, paraestatal, de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção governamental ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas, ou título de habilitação ... (vetado) ... respeitados os direitos dos atuais ocupantes efetivos
Art. 14 Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais
devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.
(...)
Art. 18 A falta do competente registro torna ilegal e punível o exercício
53
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dis-positivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüen-ta pôr cento) do valor da anuidade;(*)
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro.
Decreto nº 31.794 / 52:
Art. 3° A atividade profissional privativa do economista exercita-se,
liberalmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, relatórios, pareceres, perícias, arbitragens, laudos, esquemas ou certificados sobre os assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por quaisquer outros meios que objetivem, técnica ou cientificamente, o aumento ou a conservação do rendimento econômico.
Art. 12 Para o exercício de cargos técnicos de economia e finanças,
na administração pública, autárquica, paraestatal e de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação da carteira profissional a que se refere o artigo 15, da Lei n.º 1.411, de 13 de agosto de 1951. § 1° O disposto neste artigo não prejudica direitos já adquiridos pelos atuais ocupantes efetivos dos referidos cargos. § 2° O provimento dos cargos técnicos de que trata este artigo só poderá ser feito mediante prévia apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas ou título de habilitação, mesmo quando dependa de concurso.
Art. 13 Consideram-se, para os efeitos do artigo anterior, como cargos
técnicos de economia e finanças, aqueles que se enquadram em quais-quer das formas de atividades previstas no artigo 3° deste Regulamen-to.
Ocorrência:
CARGOS TÉCNICOS DE ECONOMIA E FINANÇAS PROVIDOS, NA ESFERA PÚBLICA, COM NÃO-ECONOMISTA
Legislação Citada Constituição Federal:
Art. 5º ...omissis...
(...)
XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 3º Para o provimento e exercício de cargos técnicos de economia
e finanças, na administração pública, autárquica, paraestatal, de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção governamental ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas, ou título de habilitação ... (vetado) ... respeitados os direitos dos atuais ocupantes efetivos
Art. 14 Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais
devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.
(...)
Art. 18 A falta do competente registro torna ilegal e punível o exercício
55
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dis-positivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüen-ta pôr cento) do valor da anuidade;(*)
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro.
Decreto nº 31.794 / 52:
Art. 3° A atividade profissional privativa do economista exercita-se,
liberalmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, relatórios, pareceres, perícias, arbitragens, laudos, esquemas ou certificados sobre os assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por quaisquer outros meios que objetivem, técnica ou cientificamente, o aumento ou a conservação do rendimento econômico.
Art. 12 Para o exercício de cargos técnicos de economia e finanças,
na administração pública, autárquica, paraestatal e de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação da carteira profissional a que se refere o artigo 15, da Lei n.º 1.411, de 13 de agosto de 1951. § 1° O disposto neste artigo não prejudica direitos já adquiridos pelos atuais ocupantes efetivos dos referidos cargos. § 2° O provimento dos cargos técnicos de que trata este artigo só poderá ser feito mediante prévia apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas ou título de habilitação, mesmo quando dependa de concurso.
Art. 13 Consideram-se, para os efeitos do artigo anterior, como cargos
técnicos de economia e finanças, aqueles que se enquadram em quais-quer das formas de atividades previstas no artigo 3° deste Regulamen-to.
Ocorrência:
ATIVIDADES TÉCNICAS DE ECONOMIA E FINANÇA, NA ESFERA PÚBLICA, EXERCIDAS POR ECONOMISTA NÃO REGISTRADO
Legislação Citada Constituição Federal:
Art. 5º ...omissis...
(...)
XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 3º Para o provimento e exercício de cargos técnicos de economia
e finanças, na administração pública, autárquica, paraestatal, de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção governamental ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas, ou título de habilitação ... (vetado) ... respeitados os direitos dos atuais ocupantes efetivos
Art. 14 Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais
devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.
(...)
Art. 18 A falta do competente registro torna ilegal e punível o exercício
57
Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dis-positivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüen-ta pôr cento) do valor da anuidade;(*)
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro.
Decreto nº 31.794 / 52:
Art. 3° A atividade profissional privativa do economista exercita-se,
liberalmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, relatórios, pareceres, perícias, arbitragens, laudos, esquemas ou certificados sobre os assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por quaisquer outros meios que objetivem, técnica ou cientificamente, o aumento ou a conservação do rendimento econômico.
Art. 12 Para o exercício de cargos técnicos de economia e finanças,
na administração pública, autárquica, paraestatal e de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação da carteira profissional a que se refere o artigo 15, da Lei n.º 1.411, de 13 de agosto de 1951. § 1° O disposto neste artigo não prejudica direitos já adquiridos pelos atuais ocupantes efetivos dos referidos cargos. § 2° O provimento dos cargos técnicos de que trata este artigo só poderá ser feito mediante prévia apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas ou título de habilitação, mesmo quando dependa de concurso.
Art. 13 Consideram-se, para os efeitos do artigo anterior, como cargos
técnicos de economia e finanças, aqueles que se enquadram em quais-quer das formas de atividades previstas no artigo 3° deste Regulamen-to.
Ocorrência:
ATIVIDADES TÉCNICAS DE ECONOMIA E FINANÇA, NA ESFERA PÚBLICA, EXERCIDAS POR NÃO-ECONOMISTA
Legislação Citada Constituição Federal:
Art. 5º ...omissis...
(...)
XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
Lei nº 1.411 / 51:
Art. 3º Para o provimento e exercício de cargos técnicos de economia
e finanças, na administração pública, autárquica, paraestatal, de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção governamental ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas, ou título de habilitação ... (vetado) ... respeitados os direitos dos atuais ocupantes efetivos
Art. 14 Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais
devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.
(...)
Art. 18 A falta do competente registro torna ilegal e punível o exercício
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Art. 19 Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos
dis-positivos desta lei:
a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüen-ta pôr cento) do valor da anuidade;(*)
(...)
§ 2º No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro.
Decreto nº 31.794 / 52:
Art. 3° A atividade profissional privativa do economista exercita-se,
liberalmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, relatórios, pareceres, perícias, arbitragens, laudos, esquemas ou certificados sobre os assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por quaisquer outros meios que objetivem, técnica ou cientificamente, o aumento ou a conservação do rendimento econômico.
Art. 12 Para o exercício de cargos técnicos de economia e finanças,
na administração pública, autárquica, paraestatal e de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação da carteira profissional a que se refere o artigo 15, da Lei n.º 1.411, de 13 de agosto de 1951. § 1° O disposto neste artigo não prejudica direitos já adquiridos pelos atuais ocupantes efetivos dos referidos cargos. § 2° O provimento dos cargos técnicos de que trata este artigo só poderá ser feito mediante prévia apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas ou título de habilitação, mesmo quando dependa de concurso.
Art. 13 Consideram-se, para os efeitos do artigo anterior, como cargos
técnicos de economia e finanças, aqueles que se enquadram em quais-quer das formas de atividades previstas no artigo 3° deste Regulamen-to.