PODCAST TRANSCRIPT [English | Português]
ENGLISH PORTUGUÊS Why are you still in Ecuador?
A lot of people around the world, they are stranded because of COVID-19. I’m stranded now because of COVID-19, but because I’m a black man who car-ries an African passport.
I was supposed to leave earlier, around November, the third week of November.
That flight was cancelled because flights have been suspended between Zambia and Turkey which is one of my transit points.
But then later on I tried to leave but my trip required that I go through Panama. And for me to go through Panama I need a visa, not even a transit visa, I need a tourist visa just to be able to col-lect my…
cause there’s this stupid law to say if you are changing flights they are going to unload your luggage and then you have to pick it up, you have to go through immigration to pick up your luggage.
So to pick up your luggage … to go through immigration, you need a three months tourist visa, which is not only an inconvenience but it’s also a huge cost because that visa doesn’t come free.
That visa cost 70 dollars.
Porque você ainda está no Equador? Muitas pessoas ao redor do mundo, são encalhadas por causa da Covid-19. Agora eu estou encalhado por causa da Covid-19 e porque sou um homem preto com um passaporte africano.
Eu deveria ter saído daqui mais cedo, em novembro, a terceira semana de novembro.
Esse voo foi cancelado porque os vôos foram suspensos entre a Zâmbia e a Turquia, que é um dos meus pontos de trânsito.
Mas depois, eu tentei sair, mas eu precisei passar pelo Panamá.
E para mim passar pelo Panamá, eu preciso de um visto, nem mesmo um visto de trânsito, preciso de um visto de turista só para recolher meu ...
porque existe uma lei burra que diz se você está mudando de vôos, eles vão descarregar sua bagagem. Daí, você tem que passar pela imigra ão para ç pegar sua bagagem.
Então, para pegar sua bagagem ... Para passar pela imigra ão, você precisa de ç um visto de três meses de turista, que não é apenas um inconveniente, mas também é um custo enorme porque esse visto não é de gra a.ç
On top of that you need to have a hotel booking, a hotel which you’re not going to sleep in.
You need to get your police records from here and everything.
And that cost money.
So these are things which won’t happen to a certain group of people.
Europeans transiting through Panama, they are not exposed to that.
US citizens traveling through Panama, they are not exposed to that.
So it literally shows how hostile this world is to black people.
How hostile... how more hostile this world is to Africans.
First of all, as an African, if you got a trip you need to at least two months, you have to get all these documents.
Go to embassies.
You need to have these documents no-tarized, if you’re going to a … take them to a notary to say, oh, they’re genuine.
You need to … if you’re traveling to a country which doesn’t speak your lan-guage you need to find a translator to translate your documents and every-thing.
Além disso, você precisa ter uma
reserva de hotel, um hotel que você não vai passar a noite.
Você precisa apresentar seus antecedentes policiais daqui. E tudo isso custa dinheiro.
Então, esse tipo de procedimento não acontece com um determinado grupo de pessoas.
Europeus que transitam pelo Panamá, não estão expostos a isso.
Cidadãos dos EUA viajando pelo Panamá, não estão expostos a isso. Então isso demonstra, literalmente, quão hostil este mundo é para o povo preto.
Quão hostil ... quão mais hostil este mundo é para os africanos.
Em primeiro lugar, como africano, se você quer viajar, você precisa pelo menos dois meses para obter todos esses documentos.
Vá para as embaixadas.
Você precisa ter esses documentos autenticados, se você estiver indo para
você precisa levá-los a um notário …
para confirmar que esses documentos são autênticos.
Você precisa ... se você estiver viajando para um país onde as pessoas não falem sua língua, você precisa encontrar um tradutor para traduzir seus documentos, e tudo.
And sometimes it’s just to visit a rela-tive who lives in that country.
Sometimes you’re just going for a two-day seminar, a two-two-day conference.
And so, all these issues, like I said, it’s how societies have been engineered to be anti-African.
The world just is as totally hostile to Africans.
And we’ve had situations where people who’ve got jobs in Africa, who’ve got de-cent jobs but they still fail to attend conferences outside their country.
Why?
Cause they think to say you are plan-ning to be an illegal immigrant.
People who’ve been unable to visit their own relatives when they got sick out there cause they cannot get the visas. And like I said, these visas cost money, other than just inconvenience.
So sometimes people from these other part of the world, the only way imagine to, cause these are people who today who feel to say, oh, I need to go and see my friend in New Zealand, my sister in New Zealand.
They buy an air ticket and jump on a
E às vezes é apenas para visitar um parente que vive naquele país.
Às vezes você está indo apenas para uma palestra de dois dias, uma conferência de dois dias.
Portanto, todas essas questões, como eu disse, demonstram como as
sociedades foram projetadas para ser anti-africano.
O mundo é tão hostil contra os africanos.
E nós passamos por situa ões em que ç pessoas com empregos na África, que têm bons empregos, mas ainda não conseguem participar em conferências fora de seu país.
Por quê?
Porque eles pensam que você quer se ingressar naquele país como um imigrante ilegal.
Tem gente que foram banidos de visitar seus próprios parentes quando ficaram doentes, porque não conseguem o visto. E como eu já disse, além de ser um inconveniente, esses vistos custam dinheiro.
Então, às vezes, pessoas de outras partes do mundo, imagine, tais pessoas pensam assim, olha, quero visitar meu amigo na Nova Zelândia, minha irmã na Nova Zelândia.
plane to New Zealand.
That’s not how it works for us.
So traveling in this world is literally a world which shows you they don’t want you.
So you can be educated. You can have a job.
You can whatever, but there’s always that understanding to say, well, you’re going to be an illegal immigrant.
Panama making so…. I applied for this tourist visa from Panama almost 40 days ago.
Forty days ago.
Just for me to go through the country. I haven’t gotten a single response and the embassy told me don’t call us, we’ll call you.
No response.
This is not a work permit.
This is not a permanent residence per-mit.
And I had to submit a ton of docu-ments, including my bank accounts and everything... my entire passport to show the movements and all this.
So, all this is very frustrating.
aérea e pega um avião para a Nova Zelândia.
Não funciona dessa maneira para nós. Então, viajando neste mundo é um mundo que mostra, literalmente, que eles não enxerga nos.
Então, você pode ser formado. Você pode ter um emprego.
Você pode tudo, mas, afinal de contas, vai ter alguém que pensa que você pretende se tornar um imigrante ilegal. Panamá olha, eu já apresentei minha … solicita ão por este visto turístico do ç Panamá quase 40 dias atrás.
Quarenta dias atrás.
Só para eu passar pelo país.
Eu não tenho uma única resposta e a embaixada me disse que não nos ligue, nós ligaremos para você.
Nenhuma resposta.
Esta não é uma permissão de trabalho. Esta não é uma autoriza ão de ç
residência permanente.
E eu tive que enviar uma tonelada de documentos, incluindo minhas contas bancárias e tudo ... todas as folhas do meu passaporte para mostrar minhas viagens e tudo.
It’s very frustrating to say, why would someone assume to say I want to mi-grate to Panama illegally.
What’s in Panama? There’s nothing. What’s in Panama?
So this is just the black, the anti-African sentiment across the world cause, for instance, I expected to say my application would be expedited.
I’ve traveled around the world.
I’ve lived in other countries before com-ing here … a lot of countries moved around.
I don’t have a single immigration offence.
I’ve gone to Tunisia. I’ve been to North Africa.
I’ve been in a number of countries in Latin America, Brazil, Venezuela, and where I live in Ecuador.
I’ve passed through Europe a number of times and everything.
If I wanted... if I really wanted to migrate, the days when I passed through Europe I was going to whatever, I throw away my passport there and claim for asylum or something.
I didn’t do that, cause difficulties in my country or whatever but I’ve got no
in-É muito frustrante pensar, por quê alguém vai pensar que eu quero migrar ilegalmente para o Panamá?
O que há no Panamá? Nada.
O que há no Panamá?
Portanto, é apenas o sentimento anti-preto, o sentimento anti-africano ao redor do mundo porque, por exemplo, eu pensei que a respostas a minha solicita ão seria acelerada.ç
Olha só, eu já viajei pelo mundo. Eu vivi em outros países antes de vir pra cá ... eu já passei por muitos países.
Eu não tenho uma única ofensa de imigra ão.ç
Já fui à Tunísia.
Eu já estive no norte da África.
Eu estive em vários países da América Latina... Brasil, Venezuela e onde eu moro no Equador.
Eu passei pela Europa várias vezes e tudo.
Se eu quisesse ... se eu realmente
quisesse migrar, os dias em que passei pela Europa, eu teria jogado meu
passaporte no lixo e logo depois reivindico por asilo ou algo. Eu não fiz isso, mesmo que há dificuldades no meu país, mas não
tention of migrating illegally to another country.
Greetings and welcome to the life at the one and only Polyglot Barbershop here in Quito, Ecuador.
Our guest today for our first podcast episode is from Zambia. This political ana-lyst and strategist relocated to Ecuador in 2018 to work at teleSUR English.
Today, Radio Polyglot Barbershop presents, Clint Nzala.
How to improve South South Relations? First of all is that, we don’t even know each other.
You know, we know each other through how the global north has allowed us to know each other.
A lot of people here in Latin America, they only know of Africa through Holly-wood movies and whatever western news media where they think it’s this place is like very backward, rebels run-ning amok, kids without shirts, and bloated stomachs and everything.
That’s what they think.
So they don’t even have an idea of that. Equally people in Africa they’ve got an idea of South America through a movie which they’ve watched, Hollywood some lifesavers coming in to Colombia to fight the FARC while killing local, you know.
tenho inten ão de migrar ilegalmente ç para outro país.
Sauda ões e boas-vindas à nossa vida no ç primeiro e único Barbeiro Poliglota, aqui em Quito, Equador.
Nosso convidado de hoje para o nosso primeiro episódio de podcast é da Zâmbia. Este analista e estrategista política se mudou para o Equador em 2018 para trabalhar no teleSUR Inglês.
Hoje, Rádio Barbeiro Poliglota apresenta, Clint Nzala.
Como melhorar as rela ões Sul-Sul?ç Em primeiro lugar, nós nem sequer nos conhecemos.
Se liga nessa, nos se conhecemos da forma em que o Norte nos permitiu conhecer uns aos outros.
Muitas pessoas aqui na América Latina, eles só conhecem a África através de filmes de Hollywood e as notícias ocidentais onde eles ficam pensando que este lugar é bastante atrasado, rebeldes correndo pra lá e pra cá, crian as sem camisas, com aqueles ç estômagos inchados e tudo.
Eles pensam assim mesmo.
Então, eles nem sequer têm ideias. Igualmente pessoas na África, eles têm uma ideia da América do Sul através de um filme de Hollywood que eles
assistiram onde tem os salvadores de sempre chegando à Colômbia para combater as FARC enquanto matam
That’s the idea they get.
So these are people who literally who got no relations, who got no idea about each other.
People in Latin America when they want to vacation they can’t even think of go-ing to a vacation in Africa, cause like I’ve said they think of this backward place.
That’s how they see it.
They don’t even want to go there. They want to go to Miami.
They want to go to Disneyland in Miami. They want to go to Europe.
Equally people who’ve got money in Africa, the elites, when they get money, they want to go to Europe.
They want to go to the US. They want to go to Paris. They want to go to Italy. They want to go to Greece.
So it will take a lot to change these per-spectives.
But I say at this moment what we need most is economic diplomacy.
Like I’ve said to say, we just need to
cre-pessoas na comunidade, sabe como é? Eles tem essas ideias.
Então, são pessoas que não têm rela ões literalmente. Não têm uma ç ideia um do outro.
Pessoas na América Latina, quando querem tirar férias, elas nem sequer pensam em viajar para África, porque eu já disse que eles considera esse lugar como atrasado.
Vejam esse lugar como atrasado Nem querem ir até lá.
Querem ir para Miami.
Querem ir para a Disneyland em Miami. Querem ir para a Europa.
Igualmente, pessoas que têm dinheiro na África, as elites, quando tem
dinheiro, querem ir para a Europa. Eles querem ir para os EUA.
Querem ir a Paris. Querem ir para a Itália. Querem ir para a Grécia.
Então, vai demorar muito para mudar essas perspectivas.
Mas, como eu digo que neste momento o que mais precisamos é a diplomacia econômica.
ate jobs for youth across the two sides. In Brazil if there was a strategic part-nership between Brazilian companies or whatever, jobs would be created in Brazil, jobs would be created in Africa.
But if we made sure that those agree-ments, some of those companies who invest in…
if a Brazilian company, we’ve got Brazil-ian companies like Vale.
It’s running a number of mining opera-tions in Zambia.
If there was a way to say those projects they do in Africa, they have certain quo-tas of the jobs…
For instance, cause they take some ex-patriots from Brazil.
If those countries can say, okey, if you’re going to bring quotas of foreign-ers, because a number of countries say you can only bring so much ex-patriots. They’d be like, OK, we’ll extend it a bit if you’re going to get marginalized
groups, these young engineers who come from the favelas or whatever.
They’ll say, bring them to work in some of your operations here and we’ll in-crease the quotas on the number of ex-patriots you get.
It will create more benefits.
empregos para jovens nos dois lados. No Brasil, se houvesse uma parceria estratégica entre empresas brasileiras ou qualquer outro setor, empregos seriam criados no Brasil, empregos seriam criados na África.
Mas para garantir que esses acordos, quando algumas empresas que investem em ...
se uma empresa brasileira, temos empresas brasileiras como a Vale. Esta empresa está administrando uma série de obras de minera ão na Zâmbia.ç Se houvesse uma maneira onde esses projetos na África, eles têm certas cotas de emprego ...
Por exemplo, porque eles levam alguns ex-patriotas do Brasil.
Se esses países dizem, bem, se você vai trazer tantos estrangeiros... porque vários países dizem que você só pode trazer tantos ex-patriotas.
Então as autoridades do pais diz, ok, vamos aumentar essa cota um pouco se você vai trazer grupos
marginalizados, esses jovens engenheiros que vêm das favelas. Eles vão dizer, trazê-los para trabalhar em algumas de suas opera ões aqui e ç vamos aumentar as quotas sobre o número de ex-patriotas que você recebe.
Assim vai ter mais benefícios na coopera ão.ç
So like I said the approach is, if Lula (da Silva) wanted to increase relations be-tween Brazilian businesses and African businesses, it was a good initiative. And I mean, it could have been ex-panded to include the cultural part, or whatever.
But on its own, on the business part, fo-cusing on that, there’s absolutely noth-ing wrong.
We need more of that.
But if your’e going to get agrinesses from Brazil engaging with busi-nesses in Africa and being able to con-tribute more money into the GDPS, in the economies of those countries, to be able to create more jobs, to build more infrastructure, connecting more people to piped water, electricity, from those partnerships, I think at the end of the day, it is much more beneficial.
Yeh, yeh, the other, people-to-people diplomacy, yeh, people knowing each others cultures, whatever, it’s nice.
It’s a feel good thing.
But at the end of the day it doe not ad-dress the bread and butter issues, which are the key issues.
What are your politics? Pragmatism any day. I’ve always said to say.
Então, como eu disse, se Lula (da Silva) queria estreitar as rela ões entre ç empresas brasileiras e empresas africanas, foi uma boa iniciativa. E quero dizer, poderia ter sido
aumentado para incluir a parte cultural ou qualquer outra coisa.
Mas do lado dos negócios, focando-se apenas nisso, não há nada errado.
Nós precisamos mais disso. Mas se você vai ter empresas do agronegócio do Brasil trabalhando em parceria com empresas na África, podendo contribuir com mais recursos para o GDP nas economias desses países, para serem capazes de criar mais empregos, para construir mais infraestrutura, conectando mais pessoas para água encanada,
eletricidade, dessas parcerias, eu acho, são muito mais benéficas.
Claro, claro, a diplomacia de pessoas-para-pessoas, claro, pessoas
conhecendo as culturas uns dos outros, está legal.
É uma coisa boa para se sentir bem. Mas, no final do dia, não aborda os problemas de pão e manteiga, que são os problemas principais.
Quais são suas políticas? Pragmatismo, qualquer dia. Eu sempre digo.
When any man wakes up in the morn-ing, nobody thinks about sociology or capitalism.
They wake up thinking to say, in five days time I need to pay my rent, do I have the money.
Next week schools are opening, do I have money for my children.
Am I able to get a new pair of shoes for my child.
Bread and butter issues is what drives a human being, it’s what they think about.
So, but I said to say, in the same way you can still be pragmatic and have a decent political system.
And being pragmatic doesn’t mean we should allow companies to exploit the workers, to exploit resources in a man-ner which doesn’t benefit the local com-munities, in a manner which... the envi-ronment.
No.
We can still be very pragmatic and not really be tied to any ideology, but the reason to get what works the best for our people.
What produces the best results. And I’ve given an example, Botswana,
Quando qualquer homem se acorda de manhã, ninguém pensa em sociologia ou capitalismo.
Eles acordam pensando a seguinte... eu preciso pagar meu aluguel em cinco dias... tenho dinheiro?
Escolas estão se abrindo na próxima semana... tenho dinheiro para meus filhos?
Posso comprar um novo par de sapatos para o meu filho?
Questões de pão e manteiga é o que move um ser humano, é o que eles pensam.
Mas quero lhe dizer, da mesma forma que ainda podemos ser pragmáticos, podemos ter um sistema político decente.
Ser pragmático não significa que devemos permitir que as empresas explorarem os trabalhadores, explorar os recursos de uma maneira que não beneficie as comunidades locais, de uma maneira que ... o meio ambiente sofre...
Não.
Ainda podemos ser muito pragmáticos e não ser realmente ligados a qualquer ideologia, e, da mesma forma, alcan ar ç o que funciona o melhor para o nosso povo.
O que produz os melhores resultados. Vou lhe dar um exemplo. Botswana é
it’s a country from the 1966 when they got independent, they never adopted any ideological viewpoint.
Countries like Singapore, equally. And Rwanda has also gone that direc-tion.
So this issue of limiting yourself to say as you are on the left, you are on the right has been an on-go by most African countries.
It has limited their capacity to build the strategic relationships with whatever, because sometimes you need certain things from the other side of the bloc. But if you limit yourself and you’re only on one side, it doesn’t help.
And like I said, this pandering to ideolo-gies and slogans, whatever, if it does not improve the economic welfare of your own people it does not help.
And these ideological battles they draw African countries into battles and con-flicts that they don’t need, that they cannot afford.
So like I said, they need to find out to say what works for us.
An ideology which worked in Europe, an ideology which worked in Asia, might not be able to work in Africa.
So what we need to do is to chart our own path, to decide what route is going
um país que a partir de 1966, quando o pais se tornou independente, nunca adotou uma ideologia.
Países como Cingapura, igualmente. E Ruanda também está seguindo esse caminho.
Portanto, esta questão de se limitar, dizendo que você está na esquerda, você está na direita, tem sido uma questão sem fim pela maioria dos países africanos.
Impõe limites nas suas capacidades de construir as rela ões estratégicas, ç porque às vezes você precisa certas coisas do outro lado do bloco.
Mas se você impõe limites a si mesmo e você se posicione apenas de um lado, isso não ajuda.
E como eu disse, puxando saco as ideologias e slogans, seja o que for, se não é melhorando o bem-estar do seu próprio povo, isto não ajuda.
E essas batalhas ideológicas eles atraem os países africanos em
batalhas e conflitos que não precisam, que não possam arcar.
Então, como eu disse, precisamos entender o que funciona para nós. Uma ideologia que funcionou na Europa, uma ideologia que funcionou na Ásia, pode não ser capaz de
funcionar na África.
Então, o que precisamos fazer é tra ar ç nosso próprio caminho, decidir qual
to work and to look on the reality on the ground.
To look at our reality. What we have? What we like?
Where do we want to go?
And what do you think will carry us there?
Then that’s what you should pick. Not worrying about the leftist here, or being right-wing.
We don’t have...those are luxurious. Like I said, those are luxurious of people who live in countries where dogs have got the same rights as human beings.
They can afford that.
But when you live in a country where you literally, you’ve got hospitals which don’t have basic pain killers.
Hospitals which don’t have enough beds in their maternity wards for ex-pecting mothers and everything. You can’t afford those ideological bat-tles.
So we’ll leave it to those people who’ve got those luxurious.
Let them tear each other apart.
caminho vai funcionar e olhar para nossa realidade.
Olhar para a nossa realidade mesmo. O que nós temos?
O que gostamos? Onde queremos ir?
E o que vai nos levar pra lá?
Devemos escolher a partir desses critérios, não se preocupar com o esquerdista aqui, ou a direita... nós não temos ... esses são luxos. Como eu disse, aqueles são luxos de gente que vive em países onde os cachorros têm os mesmos direitos que os seres humanos.
Eles podem arcar com esses debates. Mas quando você mora num país onde existem hospitais que faltam
analgésicos básicos.
Hospitais que não têm camas
suficientes em suas maternidades para as mães gestantes
Você não pode entrar nessas batalhas ideológicas.
Então vamos deixar essas batalhas para aquelas pessoas que têm esses luxos
We will watch it from the sidelines and maybe one day, when we’ve improved the welfare of our local people and whatever, we might have the luxury to join those battles.
But at this moment we just can’t afford that privilege.
So I believe to say, African political par-ties, let them take a very practical ap-proach.
A very pragmatic approach, and well, those who want to stick to ideologies I mean they can stick, but I mean, ideo-logical battles are like litigious battles, usually there’s no end in sight.
People who’ve continuous...these have been known for whatever years, but, we need to know, to say, what needs to be done is, pragmatic approaches, strong institutional government, less corrup-tion, appointing people on merit and we need the kind of development which doesn’t leave anybody behind.
Visit us at PolyglotBarber.com or send us an email at [email protected]
Vamos assistir desde as arquibancadas e, talvez um dia, quando melhoramos o bem-estar da nossa comunidade, poderíamos ter o luxo para participar dessas batalhas.
Mas, neste momento, simplesmente não podemos pagar o pre o por esse ç privilégio.
Então, quero dizer, partidos políticos africanos, deixá-los seguir um caminho bem prático.
Uma abordagem bem pragmática, e veja, aqueles que querem seguir as ideologias, podem as seguir, mas as batalhas ideológicas são iguais as batalhas litigiosas, geralmente não há fim.
As pessoas que continuam ... passam por muitos anos... mas precisamos saber, para dizer, o que precisa ser feito é: Caminhos pragmáticas; Governos institucionais bem fortes; Menos
corrup ão; Nomeando pessoas baseadoç em mérito; E precisamos o tipo de desenvolvimento que não deixe ninguém para trás.
Visite-nos no polyglotbarber.com ou envie-nos um email no
1 Visit the Polyglot Barbershop: www.PolyglotBarber.com Email [email protected]
You can support our work by treating us to a mocaccino. Visit: