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RELATÓRIO DE GESTÃO 2007

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RELATÓRIO DE GESTÃO

2007

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Introdução

Em 2007, viveram-se grandes mudanças. Foram criadas novas licenciaturas, pela primeira vez na nossa história iniciou-se um curso de mestrado inteiramente da responsabilidade da Escola e foram aprovados pela tutela outros três, os fluxos de pessoal docente intensificaram-se, a disponibilização de novos serviços foi incrementada. Vivemos um ano de grandes e profundas mudanças, quer a nível externo, por alterações profundas da legislação que rege o ensino superior, quer ao nível interno pelo impacto que aquelas alterações legislativas imprimem à maneira de nos organizarmos. A Escola procurou ajustar as suas estruturas e o seu modelo organizativo às alterações estruturais que se impõem, agilizando sistemas e procedimentos de forma a melhor poder responderem aos novos desafios que a mudança de paradigma, formativo e de gestão, nos coloca.

A adopção do modelo de formação de Bolonha, a aposta na formação contínua, a imperatividade de diversificar a oferta formativa e a reestruturação do nosso modelo organizativo através da criação de novos departamentos e da progressiva extinção de antigas estruturas, constituíram aspectos fulcrais do ano que findou. O ano 2008 será ainda mais exigente mas, julgamos, a Escola está melhor preparada para os desafios que se avizinham.

Metodologia

Este Relatório foi efectuado com base nos critérios e princípios de normalização definidos para o universo do Instituto Politécnico de Lisboa e pelo POC-Edu. Para além dos quadros que fazem obrigatoriamente parte da estrutura deste documento, procurou-se enriquecê-lo com dados descritivos, nuns casos mais exaustivos e noutros mais sintéticos. É também nosso objectivo que este

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todos aqueles que se interessem pela “coisa pública”. Na sua elaboração foi observado o princípio da avaliação do grau de execução do Plano para 2007 aprovado pela Assembleia de Representantes da ESELx.

Cabe, ainda, referir que para a realização deste Relatório concorreram os vários órgãos de gestão e estruturas científico/pedagógicas que elaboraram os seus próprios sub-relatórios de actividades que agora surgem compilados neste documento e que são da inteira responsabilidade dos coordenadores destas Estruturas.

Visão/Missão/Objectivos da ESELx

Visão – Objectivos

A Lei nº 54/90, de 5 de Setembro, enquadra genericamente, a visão/objectivos das Escolas Superiores Politécnicas de acordo com o seguinte:

Artigo 2.º Escolas superiores

1 –– As escolas superiores são centros de formação cultural e técnica de nível superior, aos quais cabe ministrar a preparação para o exercício de actividades profissionais altamente qualificadas e promover o desenvolvimento das regiões em que se inserem.

2 –– São atribuições das escolas superiores, nomeadamente:

a) A realização de cursos conducentes à obtenção de grau de bacharel e do diploma de estudos superiores especializados;

b) A realização de cursos de pequena duração, creditáveis com certificados ou diplomas adequados;

c) A organização ou cooperação em actividades de extensão educativa, cultural e técnica;

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d) A realização de trabalhos de investigação aplicada e de desenvolvimento experimental.

3 –– A natureza e o valor académico dos diplomas atribuídos pelas escolas superiores são os estabelecidos na Lei de Bases do Sistema Educativo.

4 –– As escolas superiores têm personalidade jurídica e gozam de autonomia científica, pedagógica, administrativa e financeira.

5 –– As escolas do ensino superior politécnico podem organizar ou cooperar na organização de cursos de formação profissional relacionados com a respectiva área de ensino e não directamente enquadrados no sistema escolar, respeitando o disposto na alínea i) do n.º 2 do artigo 7.º

Visão – Missão

A missão da ESELx está definida no nº 6 do Artigo 2º da Lei 54/90, de 5 de Setembro, incumbindo-lhe genericamente,

a) a formação inicial;

b) a formação recorrente e a actualização;

c) a reconversão horizontal e vertical de técnicos; d) o apoio ao desenvolvimento regional;

e) a investigação e o desenvolvimento

De acordo com os Estatutos da ESELx prossegue os seus fins no domínio da educação, visando:

a) A formação de professores e outros agentes educativos com elevado nível de preparação nos aspectos cultural, científico, técnico e profissional;

b) A formação humana, cultural, científica e técnica de todos os seus membros; c) A realização de actividades de pesquisa e investigação;

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f) O intercâmbio cultural, científico e técnico com instituições públicas ou privadas, nacionais e estrangeiras, que visem objectivos semelhantes;

g) A contribuição, no seu âmbito de actividade, para a compreensão internacional e para a aproximação entre os povos, com especial destaque para os países de língua oficial portuguesa.

3. A ESELx é uma pessoa colectiva de direito público e goza de autonomia científica, pedagógica, administrativa e financeira, nos termos da lei, dos Estatutos do IPL e dos presentes Estatutos.

4. A ESELx pode participar, sem carácter lucrativo, na constituição de outras pessoas colectivas, de direito público ou privado, de natureza institucional ou associativa.

• Diversificar a oferta de cursos de Formação Contínua em áreas prioritárias do sistema educativo

• Valorizar a vertente de prestação de serviços à comunidade incrementando a vertente de estudos e consultadoria

• Aprofundar a relação da ESELx com as escolas dos diferentes níveis de ensino do Distrito de Lisboa

• Qualificar os Recursos Humanos

• Melhorar os níveis de desempenho dos Serviços optimizando a sua relação com alunos, professores e público em geral

Valores

De acordo com o Artigo 2º dos seus Estatutos, A ESELx, na concepção e prática dos mecanismos da sua administração e gestão, deve actuar com transparência e democraticidade, de modo a assegurar a todos os seus membros uma participação real na dinâmica da Escola, tendo em vista:

a) Favorecer a livre expressão e a pluralidade de ideias e opiniões; b) Garantir a liberdade de criação cultural, científica, artística e técnica;

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c) Assegurar as condições necessárias para uma atitude de permanente inovação pedagógica;

d) Estimular e assegurar o envolvimento de todo o corpo docente, discente, técnico e administrativo nas suas actividades;

e) Promover uma estreita ligação com a comunidade na organização de actividades visando, nomeadamente, a inserção dos seus diplomados na vida profissional.

Órgãos Sociais

Assembleia de Representantes Conselho Directivo Presidente da Mesa: Presidente:

Maria Cristina Loureiro Maria de Lurdes Serrazina

Vice Presidentes: Laurence Vohlgemuth Mário Maia Vogais: Fátima Tomás Joana Loureiro

Conselho Administrativo Conselho Científico Presidente: Presidente:

Maria de Lurdes Serrazina Inês Sim Sim

Vogais: Vice Presidentes:

Mário Maia Mariana Dias Teresa Campanella Maria João Frade

Conselho Pedagógico Presidente:

Otília Sousa

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Objectivos Estratégicos

No Plano de actividades para 2007 foram definidos os seguintes objectivos estratégicos:

• Criar um curso de licenciatura em Educação Básica – 1º ciclo de Bolonha.

• Criar três cursos de 2º ciclo/Mestrado.

• Qualificar e valorizar o corpo de Pessoal Docente.

• Qualificar e valorizar 100% dos activos humanos, não docentes.

• Modernizar os sistemas e procedimentos organizacionais.

• Integrar a Universidade de Lisboa, passando a Escola universitária

Objectivos Operacionais

Os objectivos operacionais propostos no Plano de 2007 foram,

• Organizar toda a formação de acordo com o Processo de Bolonha;

• Intensificar as acções de divulgação da ESELx de modo a captar novos públicos;

• Diversificar as ofertas de formação através da criação de novos cursos de licenciatura, mestrado e outros não conferentes de grau;

• Preparar a ESELx para a Certificação de Qualidade;

• Implementar uma política consistente de qualificação e valorização do corpo docente, participando activamente em programas de doutoramento em colaboração com a Universidade de Lisboa;

• Adequar os recursos humanos não docentes às novas exigências da ESELx.

Nos quadros seguintes são indicados os objectivos gerais e específicos bem como os instrumentos e meios para os alcançar, definidos no Plano de 2007:

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Objectivos Gerais Objectivos específicos Organizar a formação de acordo

com o modelo de Bolonha

• Adequar o curso de Educação de Infância

• Adequar o Curso de Professores do 1º ciclo EB

Intensificar as acções de divulgação da ESELx de modo a captar novos públicos.

• Intensificar a ligação às Escolas não superiores do Distrito de Lisboa

• Incrementar a participação da ESELx em feiras, fóruns e a fins

Diversificar as ofertas de formação através da criação de novos cursos de licenciatura, mestrado e outros não conferentes de grau.

• Criação de novas licenciaturas em áreas da Educação não de Formação de Professores

• Criação da licenciatura de Música na Comunidade em associação com a Escola Superior de Música

• Criação do curso de Mestrado em Educação Especial

• Criação dos cursos de Mestrado em Supervisão Pedagógica, em Educação Matemática nos primeiros anos e em Ensino da Educação Musical. Preparar a ESELx para a

Certificação de Qualidade

• Introdução da metodologia da CAF

• Introdução da metodologia do Balanced Scordecard

Adequar os recursos humanos não docentes às novas exigências da ESELx

• Consolidação da implementação do SIADAP

• Formar os RH não docentes nas áreas de desenvolvimento estratégico da ESE Modernizar, agilizar e optimizar os

procedimentos administrativos

• Disponibilização de serviços On-line

• Certificação Legal das Contas

• Manual de Procedimentos dos Serviços

• Certificação da qualidade Objectivos específicos

Introdução da metodologia da CAF

Instrumentos e Meios

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Scordecard medição da execução da estratégia

• Comunicação da estratégia à organização

• Implementação dos indicadores e sua monitorização

Consolidação da implementação do SIADAP • Alinhar as pessoas com os objectivos estratégicos da ESE

Formar os RH não docentes nas áreas de desenvolvimento estratégico da ESE

• Formação nas aplicações operacionais

• Formação em metodologias de avaliação

• Formação em metodologias de certificação da qualidade

Certificação da qualidade

• Lançamento do concurso para fornecimento de serviços de consultadoria para a certificação da qualidade

Certificação Legal das Contas

• Lançamento de concurso para

aquisição de serviços de consultadoria na área da especialidade

Disponibilização de serviços On-line

• Lançamento de notas

• Lançamento de sumários

• Matriculas

• Tesouraria

• Portal NetPa

• CDI – Catálogo das monografias e publicações periódicas

• B-ON

Grau de execução dos objectivos propostos

Os dados que a seguir se indicam serão objecto de desenvolvimento em capítulos próprios. Objectivo 1: Organizar a formação de acordo com o modelo de Bolonha

Objectivo Específico: Adequar o curso de Educação de Infância Adequar o Curso de Professores do 1º ciclo EB

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Na sequência da publicação da Lei nº 43/2007, a ESELx propôs a criação de novos cursos de licenciatura, processo este que culminou com a aprovação e entrada em funcionamento das licenciaturas em Educação Básica e de Música na Comunidade. Também foi proposto a criação de um curso de Mestrado en Educação de Infância e outro em Professores do 1.º e 2.º ciclo do ensino básico, que aguardam aprovação da tutela.

Objectivo 2: Intensificar as acções de divulgação da ESELx de modo a captar novos públicos.

Objectivo Específico: Intensificar a ligação às Escolas não superiores do Distrito de Lisboa Incrementar a participação da ESELx em feiras, fóruns e a fins

Em 2007, o Conselho Pedagógico levou a efeito um amplo conjunto de acções de divulgação da ESELx dirigidas ao público do ensino secundário.

Por outro lado, a ESELx tem vindo a incrementar a sua colaboração na revista

Politecnia, da responsabilidade do IPL, veículo de divulgação das suas actividades

junto de um público mais vasto.

Também a página WEB da Escola foi alvo de reformulação no sentido de dar uma maior visibilidade à actividade da ESELx.

Objectivo 3: Diversificar as ofertas de formação através da criação de novos cursos de licenciatura, mestrado e outros não conferentes de grau.

Objectivo Específico: Criação de novas licenciaturas em áreas da Educação não de Formação de Professores

• Criação da licenciatura de Música na Comunidade em associação com a Escola Superior de Música

• Criação do curso de Mestrado em Educação Especial

Criação dos cursos de Mestrado em Supervisão Pedagógica, em Educação Matemática nos primeiros anos e em Ensino da Educação Musical

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Foi criado e entrou em funcionamento o curso de mestrado em Educação Especial. Paralelamente foi proposto um conjunto bastante abrangente de novas licenciaturas e mestrados que se prevê que, até 2010, entrem progressivamente em funcionamento:

Licenciaturas

1. Educação Social para a População Sénior 2. Línguas Estrangeiras – Inglês Francês

Mestrados

1. Supervisão em Educação

2. Educação Matemática nos primeiros anos 3. Ensino da Educação Musical no Ensino Básico

4. Didáctica da História e da Geografia nos 1º e 2º ciclos do Ensino Básico 5. Didáctica das Ciências da Natureza nos primeiros anos

6. Didáctica da Língua Inglesa no Ensino Básico

7. Didáctica da Língua Portuguesa nos 1º e 2º ciclos do Ensino Básico 8. Administração Escolar e Desenvolvimento Local

9. Educação Artística

10. Educação Social e Intervenção comunitária 11. Ensino de Inglês e Francês no Ensino Básico

Relativamente à criação de Cursos de Especialização Tecnológica (CET), a ESELx aguarda orientações mais esclarecedoras quanto ao seu financiamento, uma vez que, para estes cursos o valor a suportar pelo QREN é apenas 50% do valor total dispendido. Por outro lado, o valor/hora a pagar aos formadores é bastante baixo ficando muito aquém do valor/hora real de cada um deles.

Objectivo 4: Preparar a ESELx para a Certificação de Qualidade

Objectivo Específico: Introdução da metodologia da CAF

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No âmbito dos objectivos atribuídos aos Serviços este foi e é, sem dúvida, o mais ambicioso. Ambicioso porque é, para além de bastante complexo, aquele que se reflecte em todos os serviços da Escola e que exige a sua total participação. A certificação do sistema de gestão, é disso que se fala quando falamos em certificação de qualidade, promovem a responsabilização de toda a organização na qualidade dos produtos e serviços disponibilizados aos utentes assente em critérios de eficiência e eficácia quer económica quer técnica.

Face à complexidade, abrangência e dificuldades que este processo acarreta foi feita, em 2007, uma consulta a uma empresa de consultadoria especializada nesta matéria que, após algumas reuniões de trabalho, apresentou um projecto de criação, implementação e certificação do sistema de qualidade de acordo com a Norma NP EN ISSO 9001:2000. Existiram, contudo, dificuldades que impediram o Conselho Directivo de, ainda em 2007 como era objectivo, arrancar com a primeira fase do projecto e que se prendem com o novo Regime Jurídico do Ensino Superior. O processo de revisão dos estatutos, quer do IPL quer da ESELx, determinou a suspensão temporária deste processo. Contudo, parece-nos importante relatar a proposta de faseamento do projecto que foi apresentada à Escola e que, ao que tudo indica, terá inicio em 2008:

Fase 1 – Reunião de arranque Fase 2 – Formação

Fase 3 – Elaboração dos procedimentos Fase 4 – Planeamento da qualidade intercalar Fase 5 – Manual de qualidade

Fase 6 – Auditoria interna

Fase 7 – Revisão do sistema de gestão de qualidade Fase 8 – Auditoria de concessão da certificação

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Ainda no âmbito do sistema de certificação de Qualidade, foi também apresentada uma candidatura ao QREN/SAMA, de um sistema de gestão de filas de espera (atendimento) e de gestão documental. Estas candidaturas, já ocorridas em 2008, estão a ser lideradas pelos Serviços Centrais do IPL.

Objectivo 5: Adequar os recursos humanos não docentes às novas exigências da ESELx

Objectivo Específico: Consolidação da implementação do SIADAP

Formar os RH não docentes nas áreas de desenvolvimento estratégico da ESE

Em 2007 foram atribuídos objectivos a todos os funcionários não docentes na observância dos objectivos estratégicos aprovados em sede do Plano de actividades. Através dos objectivos definidos para cada funcionário foi possível concretizar, em larga medida, muitas das metas propostas.

Para a concretização de muitos dos objectivos propostos foi, simultaneamente, implementado um plano de formação que visou preparar os funcionários não docentes para as diversas actividades a desenvolver. As acções de formação desenvolvidas pela ESELx visaram, essencialmente, a formação nas aplicações operacionais, área crítica para o desenvolvimento dos serviços prestados pela Escola. Por outro lado, o IPL, ao abrigo do seu Plano de formação anual levou também a efeito um conjunto de acções em áreas mais generalistas mas que tiveram um elevado grau de aceitação no âmbito do corpo de pessoal não docente. No conjunto, estiveram em formação 81,3% do pessoal não docente da ESELx.

Objectivo 6: Modernizar, agilizar e optimizar os procedimentos administrativos

Objectivo Específico: Disponibilização de serviços On-line Certificação Legal das Contas

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Disponibilização de serviços online

A disponibilização de mais e melhores serviços online foi um dos objectivos centrais dos Serviços da ESELx, no ano 2007. Tentou-se conciliar dois factores que nos parecerem fundamentais: por um lado, a escassez de recursos humanos e, por outro, a diminuição de custos de contexto. Neste sentido, as metas alcançadas excederam os objectivos que foram formulados no início do ano. O trabalho que foi produzido permitiu a implementação dos seguintes serviços:

• Matriculas online para todos os alunos dos 2ºs anos

• Pagamento via SIBS das propinas

• Sumários online

• Pautas online

Foi ainda trabalhado de modo a entrar em funcionamento já no início de 2008 o módulo de requisição de certidões, certificados, declarações, etc. No final do ano, foi adquirido o módulo CSS a ser implementado em 2008 e que irá fazer a gestão das candidaturas locais (concursos especiais de acesso, maiores de 23, mestrados, outras formações).

Certificação Legal das Contas

Relativamente ao processo de certificação da conta da ESELx, o IPL adjudicou à firma BDO esta tarefa que teve início em Maio de 2007. Durante esse mês e ao longo do mês de Junho as contas da ESELx foram sujeitas a um processo de auditoria exaustiva que culminou com a certificação da conta de 2006. Já em Setembro de 2007 teve início o trabalho de auditoria, também da responsabilidade da BDO, agora para a certificação da conta de 2007.

Actividade 1 – Ensino/Formação

Actividade Docente tendo em vista a preparação de profissionais altamente qualificados através do desenvolvimento de cursos de formação de base, especializada e pós-graduada, conferentes ou

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A actividade principal da ESELx desenvolve-se no âmbito da formação de nível superior, com particular incidência no domínio da formação de professores e de outros agentes educativos. Em 2007 o leque formativo abrangia os cursos e acções que constam do quadro seguinte:

Quadro nº 1 – Cursos em 2007

CURSOS LICEN. PÓS GRAD. OUTROS MESTRE OBS.PARCERIAS

EDUCAÇÃO BÁSICA X

MÚSICA NA COMUNIDADE X

EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA X

ENSINO BÁSICO - 1º CICLO X

ENSINO BÁSICO - PORTUGUÊS/FRANCÊS X

ENSINO BÁSICO - PORTUGUÊS/INGLÊS X

ENSINO BÁSICO - MATEMÁTICA/CIÊNCIAS X

ENSINO BÁSICO - ED. MUSICAL X

ENSINO BÁSICO - E.V.T. X

ANIMAÇÃO SOCIOCULTURAL X

PROFISSIONALIZAÇÃO EM SERVIÇO X

EDUCAÇÃO ESPECIAL X X

FORMAÇÃO CONTÍNUA X

MESTRADO EM ADM. EDUCACIONAL X Univ. Aberta

MESTRADO DIDÁCTICA DA MATEMÁTICA X FC. Univ. Lisboa

1.1. Formação Inicial

2007 foi marcado pela entrada em funcionamento de dois novos cursos de formação inicial, inteiramente concebidos segundo o modelo de Bolonha. A licenciatura em Educação Básica iniciou-se com a criação de cinco turmas e a licenciatura em Música para a Comunidade, uma turma.

Simultaneamente, deu-se continuidade ao processo de extinção dos cursos de formação de professores nas variantes e dos cursos de formação de professores do 1º ciclo do Ensino Básico e de Educação de Infância. O número de alunos que efectuaram matrícula nos novos cursos superou as expectativas iniciais uma vez que foram aprovados tardiamente inviabilizando a sua divulgação. O número de alunos do 1º ano e a sua distribuição por curso foi o seguinte:

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Quadro nº 2 – nº de alunos do 1º ano por curso, 1ª vez Curso/nome Nº de alunos Educação Básica 171 Música na Comunidade 18 Animação Sociocultural 52 TOTAL 241

Gráfico nº 1 - Distribuição do nº de alunos do 1º ano – 1ª vez

O número total de alunos que frequentava, em 31 de Dezembro último, os vários cursos de Formação Inicial, está registado no quadro seguinte.

Quadro nº 3 – nº de alunos por curso

Curso/nome alunos Nº de

Educação Básica 171

Música na Comunidade 18

Animação Sociocultural 80

Educação de Infância 246

Ensino Básico - 1.º Ciclo 184

Professores do 2.º Ciclo Ens. Básico, var. de Educação Visual e

Tecnológica 36

Professores do Ensino Básico, variante de Educação Musical 39 Professores do Ensino Básico, variante de Matemática e Ciências da

Natureza 29

Professores do Ensino Básico, variante de Português e Francês 25 Professores do Ensino Básico, variante de Português e Inglês 31 TOTAL 859 E.Infância 48% 1.º Ciclo 29% E. Musical 7% A. Sociocultural 16%

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Gráfico nº 2 - Distribuição dos alunos de FI por curso E . B á sic a 2 1 % M .C o mu n id a d e 2 % A . S o c io c . 6 % E . In fâ n c ia 3 0 % 1 .º C ic lo 2 2 % E V T 4 % E . M u sic a l 5 % M a te má tic a e C . N a tu re za 3 % P o rtu g u ê s e F ra n c ê s 3 % P o rtu g u ê s e In g lê s 4 %

Quadro nº 4- Nº total de de alunos por curso e por sexo

Curso/nome alunos Nº de H M

Educação Básica 171 8 163

Música na Comunidade 18 6 12

Animação Sociocultural 80 6 74

Educação de Infância 246 11 235

Professores do 2.º Ciclo Ens. Básico, var. de Educação Visual e Tecnológica

36 7 29

Professores do Ensino Básico, variante de Matemática e Ciências da Natureza 29 5 24 Professores do Ensino Básico, variante de Português e Francês

25 2 23

Professores do Ensino Básico, variante de Português e Inglês

31 7 24

Ensino Básico - 1.º Ciclo 184 10 174

Professores do Ensino Básico, variante de Educação Musical 39 20 19

TOTAL 859 82 777 Nº de candidatos e nº de admitidos por regime de ingresso

Nos gráficos seguintes apresentam-se os dados relativos às modalidades de ingresso em cada um dos cursos. A cor roxa traduz o número de candidatos por cada uma das modalidades e a rosa o nº de candidatos admitidos.

Gráfico n 3 - Educação Básica 49 9 0 10 8 18 2 2 2 1 1 0 5 10 15 2 0 2 5 3 0 3 5 4 0 4 5 50

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Gráfico nº 4 - Música na Comunidade 8 8 0 0 3 3 3 2 0 0 1 1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 M ud ança cur so t r a nsf er ênci a > 2 3 T i t ul ar es cur so s Pal o p ' s T i mo r

Gráfico nº 5 - Animação Sociocultural 12 6 5 2 12 8 1 1 0 0 1 1 0 2 4 6 8 10 12 M ud ança

cur so t r ansf er ência > 2 3 T i t ul ar escur so s Pal o p ' s T imo r

Quadro nº 5 - Nº total de candidatos/admitidos por curso e regime de ingresso

E. Básica Música na Comunidade AnimaçãoSc

Modalidade de Acesso nº candidatos nº admitidos nº candidatos nº admitidos nº candidatos nº admitidos

Acesso 590 149 10 5 436 34

Reingresso 0 0 0 0 0 0

Mudança de curso 49 9 8 8 12 6

Transferência 0 0 0 0 5 2

Titulares cursos médios/supºs 18 2 3 2 1 1

Sistemas estrangeiros 0 0 0 0 0 0

Palops 2 2 0 0 0 0

> de 23 10 8 3 3 12 8

Timor 1 1 0 0 1 1

Totais 670 171 24 18 467 52

Gráfico nº 6 - Nº total de candidatos por curso

6 7 0 17 1 4 6 7 2 0 0 3 0 0 4 0 0 5 0 0 6 0 0 7 0 0

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Alunos admitidos por curso segundo o regime de ingresso Quadro nº 6 – nº de alunos inscritos pela 1ª vez segundo o regime de ingresso

Curso Acesso Reingresso Mudança de curso Transfer >23

Titulares de cursos médios e superiores

Palops Outros sistemas

Educação Básica 149 0 9 0 8 2 2 1

Música na Comunidade 5 0 8 0 3 2 0 0

Animação Sociocultural 34 0 6 2 8 1 0 1

TOTAL 188 0 23 2 19 5 2 2

Gráfico nº 7- Curso de Educação Básica segundo o regime de ingresso

A c e s s o ; 1 4 9 R e i n g ; 0M . c u r s o ; 9

T r a n s f ; 0

T . c u r s . m / s u p º s ; 2 e s t r a n g ; 0P a l o p s ; 2 > d e 2 3 ; 8 T i m o r ; 1

Gráfico nº 8 - Curso Música na Comunidade segundo o regime de ingresso

A c e s s o ; 5 R e i n g ; 0 M . c u r s o ; 8 T r a n s f ; 0 T . c u r s . m/ s u p º s ; 2 P a l o p s ; 0 > d e 2 3 ; 3 T i mo r ; 0 e s t r a n g ; 0

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Gráfico nº 9 - Curso de Animação Sociocultural segundo o regime de ingresso A c e s s o ; 3 4 R e i n g ; 0 M . c u r s o ; 6 T r a n s f ; 2 T . c u r s . m/ s u p º s ; 1P a l o p s ; 0 > d e 2 3 ; 8 T i mo r ; 1 e s t r a n g ; 0

Indicadores sobre a População Escolar e o Percurso Académico Quadro nº 7 - Nº de alunos inscritos pela 1ª vez por curso e por sexo

Curso/nome 1ª Vez HM H M Duração Anos

Educação Básica 171 171 8 163 3

Música na Comunidade 18 18 11 7 3

Animação Sociocultural 34 34 4 30 3

TOTAL 223 223 23 200 Gráfico nº 10 – evolução da média de idades – curso de Educação de Infância

21,43 22,2 21,43 21,44 21,55 21,57 21,49 21,69 21,42 21,93 16 18 20 22 24 26 28 30 H

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Gráfico nº 11 - Evolução da média de nº de inscrições por ano curricular – curso de Educação de Infância

Gráfico nº 12 – evolução da média de idades – curso de 1º Ciclo EB 0 1 2 3 4 5 6 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08 19,98 21,57 21,21 21,52 22,06 22,35 22,15 22,17 21,78 22,48 16 18 20 22 24 26 28 30 Idade H Idade HM H

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Gráfico nº 13 - Evolução da média de nº de inscrições por ano curricular – curso de 1º ciclo

Gráfico nº 14 – evolução da média de idades – curso de EVT

Gráfico nº 15 - Evolução da média de nº de inscrições por ano curricular – curso de EVT 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08 24,89 25,38 23,77 23,28 22,75 23,1 23,43 24,15 25,09 25,61 16 18 20 22 24 26 28 30 Idade H idadeHM H 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08

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Gráfico nº 16 – evolução da média de idades – curso de Educação Musical

Gráfico nº 17 - Evolução da média de nº de inscrições por ano curricular – curso de Educação Musical

Gráfico nº 18 - Evolução da média de idades – curso de Matemática/Ciências 24,61 26 25,49 26,45 25,96 25,48 25,37 26,3 25,98 27,87 16 18 20 22 24 26 28 30 idadesH Idades HM H 22,29 23,17 22,43 22,23 21,65 22,17 22,34 24,65 26,04 28,34 16 18 20 22 24 26 28 30 I idades H Idades HM H 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 5 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07

(24)

Gráfico nº 19 - Evolução da média de nº de inscrições por ano curricular – curso de Matemática/Ciências

Gráfico nº 20 - Evolução da média idades – curso de Português/Francês

Gráfico nº 21 - Evolução da média de nº de inscrições por ano curricular – curso de Português/Francês 22,8 24,05 22,38 21,95 21,12 20,86 21,09 21,54 22,09 22,72 16 18 20 22 24 26 28 30 Idade H idadeHM H 0 1 2 3 4 5 6 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08 0 1 2 3 4 5 6 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08

(25)

Gráfico nº 22 - Evolução da média idades – curso de Português/Inglês

Gráfico nº 23 - Evolução da média de nº de inscrições por ano curricular – curso de Português/Inglês

0 1 2 3 4 5 6 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08

Série1 Série2 Série3 Série4

C. Alunos Diplomados

Quadro nº 8 - alunos diplomados por curso e sexo em 2007

Curso/Nome Dipl_HM Dipl_H Dipl M

Educação de Infância 56 0 56

Ensino Básico - 1.º Ciclo 47 5 42

Professores do 2.º Ciclo Ens. Básico, var. de Educação Visual

e Tecnológica 16 2 14

Professores do Ensino Básico, variante de Educação Musical 13 6 7 Professores do Ensino Básico, variante de Matemática e

Ciências da Natureza 22 3 19

Professores do Ensino Básico, variante de Português e

Francês 18 0 18

Professores do Ensino Básico, variante de Português e Inglês 25 5 20

TOTAL DE DIPLOMADOS 197 21 176 22,37 23,51 22,71 22,56 22,94 23,32 24,38 24,95 25,18 26,92 16 18 20 22 24 26 28 30 Idade H Idade HM H

(26)

Evolução do número de diplomados Gráfico nº 24 - Educação de Infância

14 21 42 44 50 47 41 51 56 0 10 20 30 40 50 60 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 25 – Educação Visual e Tecnológica

0 23 28 21 25 18 26 19 16 0 5 10 15 20 25 30 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07

Gráfico nº 26 - Educação Musical

14 19 7 17 16 13 10 12 13 0 5 10 15 20 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 27 - Português/Francês 15 14 14 23 15 7 12 14 18 5 10 15 20 25

(27)

Gráfico nº 28 - 1º ciclo EB 0 20 15 60 53 54 45 55 47 0 10 20 30 40 50 60 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 29 - Português/inglês 17 16 19 16 26 12 15 14 24 0 5 10 15 20 25 30 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 30 - Matemática/Ciências 16 25 23 32 18 27 18 30 22 0 5 10 15 20 25 30 35 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07

(28)

Evolução da média de nº de anos até à conclusão do curso Gráfico nº 31 - Educação de Infância

4 4, 1 4 4, 11 4, 22 4, 06 4, 02 4, 14 4, 21 3,85 3,9 3,95 4 4,05 4,1 4,15 4,2 4,25 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07

Gráfico nº 32 – Educação Visual e Técnológica

0 4 4,4 4 4,2 4, 67 4, 57 4,5 6 0 1 2 3 4 5 6 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07

Gráfico nº 33 - Educação Musical

4, 21 4 4, 33 4, 25 4, 25 4, 15 4, 3 4, 29 4, 17 3,8 3,9 4 4,1 4,2 4,3 4,4 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 34 - 1º ciclo EB

(29)

4, 15 4,47 5 5 5,33 4, 04 5 4, 98 4, 67 0 1 2 3 4 5 6 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 35 - Português/Francês 4, 2 4, 79 5 4, 91 4, 67 4,71 4, 42 4, 36 4, 67 3,8 4 4,2 4,4 4,6 4,8 5 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 36 - Português/inglês 4, 35 5 4, 26 4,31 4,58 4, 17 5 5 6 0 1 2 3 4 5 6 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 37 - Matemática/ciências

(30)

4, 19 4,5 4 4, 06 4 4,37 4,17 4,37 4, 91 0 1 2 3 4 5 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07

D. Nº de inscrições por curso (para além da duração normal do curso)

No quadro seguinte estão registados os dados relativos a 2007 quanto ao nº de vezes que os estudantes efectuam matricula para além da duração normal do curso que frequentam:

Quadro nº 9 – nº de inscrições por curso

Curso 5ª vez 6ª vez 7ª vez 8ª vez 9ª vez

Educação de Infância 6 3 0 0 0

Ensino Básico - 1.º Ciclo 1 0 0 0 0

EVT 3 1 1 0 0 Educação Musical 2 0 0 0 0 Matemática e Ciências 1 0 0 0 0 Português e Francês 6 3 0 0 0 Português e Inglês 7 5 0 2 1 TOTAL 26 12 1 2 1

Evolução da média de classificação final Gráfico nº 38 - Educação de Infância

14 14 ,8 1 14 ,7 1 15,0 2 14 ,9 15,1 9 15,5 4 15 ,4 3 15 ,2 3 13 13,5 14 14,5 15 15,5 16 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 39 – Educação Visual e Tecnológica

(31)

0 15 ,0 9 15 ,4 15 ,7 5 15 ,3 2 14 ,8 3 15 ,1 4 14 ,8 9 15 0 2 4 6 8 10 12 14 16 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 40 - Educação Musical

14 ,7 9 14 ,8 9 14 ,4 3 15 ,1 3 14 ,9 4 15,1 4 15 15 ,3 3 15 ,1 7 13,8 14 14,2 14,4 14,6 14,8 15 15,2 15,4 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 41 - Português/Francês 14 ,0 7 14 13 ,9 3 14,2 2 13 ,9 3 14 ,5 7 14 ,0 8 13 ,2 9 13 ,8 3 12,5 13 13,5 14 14,5 15 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 42 - 1º ciclo 0 14 ,3 5 14 ,4 7 15 ,0 5 15 ,3 6 15 ,2 15 ,2 7 14 ,9 8 15 ,1 7 0 2 4 6 8 10 12 14 16 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 43 - Português/inglês

(32)

13 ,8 2 13 ,3 8 13 ,8 4 14,1 9 13 ,6 5 15 13 ,6 14 13 ,5 12,5 13 13,5 14 14,5 15 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 Gráfico nº 44 - Matemática/ciências 15 15 ,5 15 15 15,2 2 15 ,2 5 16 14 ,6 7 14 ,3 3 13 13,5 14 14,5 15 15,5 16 1998/99 1999/00 2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07

A evolução do número de alunos nos últimos quatro anos é apresentada no quadro seguinte, tendo a variação sido calculada com base no início do triénio:

Quadro nº 10 – evolução do nº de alunos 2003-2007

Curso 2003 2004 2005 2006 2007 Educ. de Infância 227 237 279 322 246 1º Ciclo 246 247 267 256 184 Ed. Musical 64 59 60 58 39 Português/Inglês 108 99 91 62 31 Português/Francês 76 69 61 45 25 Matemática/Ciências 110 95 88 51 29 EVT 101 93 85 58 36 Animação Sociocultural 0 0 0 36 80 Educação Básica 0 0 0 0 171 Música na Comunidade 0 0 0 0 18

(33)

0 50 10 0 150 2 0 0

2 50 3 0

0

3 50 Ed uc. d e Inf ância

1º C iclo Ed . M usical Po rt ug uês/ Inglês Port ug uês/ F rancês M at emát ica/ C iências EV T Animação Sociocult ural Educação Básica M úsica na Co munid ad e

2003 2004 2005 2006 2007

1.2. Formação Pós-Graduada

No âmbito da formação pós-graduada, deu-se inicio ao primeiro curso de Mestrado, em Educação Especial, da inteira responsabilidade da ESELx. A formação teve início no mês de Outubro com uma turma de 40 formandos.

HM H

40 4

(34)

1 2 8 6 12 9 2 0 2 4 6 8 10 12 28 29 30-34 35-39 40-44 45-49 50-…

O curso de Mestrado em Educação Especial está também a ser ministrado em Cabo Verde e conta com uma turma de 30 alunos. Este curso resulta de um protocolo celebrado entre a Universidade de Cabo Verde e o Instituto Politécnico de Lisboa.

Quadro nº 11 – alunos matriculados no Mestrado

Curso Nº alunos Matriculados

Ed. Especial (ESELx) 40

Ed. Especial (cabo Verde) 30

TOTAL 70

Paralelamente, ainda em 2007, foram aprovados pela tutela os cursos de mestrado em:

• Supervisão em Educação

• Educação Matemática nos primeiros anos

• Ensino da Educação Musical no Ensino Básico

Também em 2007, foi proposto um conjunto de novos cursos de Mestrado em diversas áreas do conhecimento, uns destinados a um público mais abrangente e outros que irão constituir habilitação para a docência.

(35)

• Didáctica da Língua Inglesa no Ensino Básico

• Didáctica da Língua Portuguesa nos 1º e 2º ciclos do Ensino Básico

• Administração Escolar e Desenvolvimento Local

• Educação Artística

• Educação Social e Intervenção comunitária

• Ensino de Inglês e Francês no Ensino Básico 1.2.1. Formação Especializada

Relativamente à Formação Especializada, em 31 de Dezembro de 2007, frequentavam o curso em Educação Especial, 50 alunos distribuídos por duas turmas, uma a funcionar na ESElx e outra no Funchal. Este curso é auto-financiado.

Quadro nº 12- Nº de alunos de Especialização em E. Especial

Curso Nº alunos Matriculados

Ed. Especial (ESELx) 21

Ed. Especial (Madeira) 29

TOTAL 50

Também relacionado com a formação pós-graduada é a actividade que os nossos docentes exercem quer na orientação de teses quer na participação em júris de mestrado e doutoramento nas diferentes estabelecimentos de ensino superior nacional, Universidades e Institutos Politécnicos. Esta participação é bastante significativa, contudo, nem sempre existem registos nos Serviços que nos permitam conhecer, com rigor, a verdadeira dimensão desta actividade, pelo que, no quadro seguinte se identificam apenas aquelas que constam dos processos dos docentes e que se realizaram ao longo de 2007:

Quadro nº 15 - Participação de docentes da ESELx em júris de Provas (instituições externas)

Instituição conferente do Garu Área científca ESELx Docente grau

Universidade Lisboa Necessid.Educ.Especiais Inês Sim-Sim Mestre Universidade do Porto Necessid.Educ.Especiais Inês Sim-Sim Mestre Universidade de Trás-os-Montes Necessid.Educ.Especiais Inês Sim-Sim Doutor Universidade de Trás-os-Montes Matemática Lurdes Serrazina Mestre Universidade de Trás-os-Montes Matemática Lurdes Serrazina Mestre

(36)

Universidade Aberta Matemática Lurdes Serrazina Mestre

Universidade dos Açores Matemática Lurdes Serrazina Mestre

Universidade do Minho Matemática Lurdes Serrazina Mestre

Universidade de Évora Matemática Lurdes Serrazina Mestre

Universidade Lisboa Matemática Lurdes Serrazina Doutor

Universidade Lisboa Matemática Lurdes Serrazina Doutor

Universidade dos Açores Matemática Maria Cecília Monteiro Mestre

Universidade Lisboa Língua Portuguesa Otília Sousa Mestre

Universidade Lisboa Língua Portuguesa Otília Sousa Mestre Universidade do Minho Língua Portuguesa Otília Sousa Mestre Universidade do Minho Língua Portuguesa Otília Sousa Mestre Universidade Técnica de Lisboa Língua Portuguesa Otília Sousa Mestre Universidade Nova de Lisboa Língua Portuguesa Otília Sousa Doutor Universidade dos Açores Pedagogia Teresa Vasconcelos Mestre

Universidade de Évora Pedagogia Teresa Vasconcelos Mestre

Universidade do Minho Pedagogia Teresa Vasconcelos Mestre

Universidade do Porto Pedagogia Teresa Vasconcelos Mestre

Universidade dos Açores Pedagogia Teresa Vasconcelos Doutor Universidade dos Açores Pedagogia Teresa Vasconcelos Doutor Universidade dos Açores Pedagogia Teresa Vasconcelos Doutor

Universidade do Porto Pedagogia Teresa Vasconcelos Doutor

Universidade do Porto Pedagogia Teresa Vasconcelos Doutor

Universidade de Lisboa Pedagogia Teresa Leite Mestre

Universidade Aberta Sociologia da Educação Fernando Serra Mestre Universidade Aberta Sociologia da Educação Fernando Serra Mestre Universidade Aberta Sociologia da Educação Fernando Serra Mestre Universidade Aberta Sociologia da Educação Fernando Serra Mestre Universidade de Lisboa Ciências da Natureza Maria das Mercês Ramos Mestre Universidade de Lisboa Ciências da natureza Maria das Mercês Ramos Mestre

1.3. Formação Contínua

No último ano a ESELx continuou a mobilizar os seus recursos internos para a participação nos programas de formação contínua de professores do 1º e 2º ciclo do ensino básico da iniciativa do Ministério da Educação. Esta actividade, se por um lado, projecta a ESELx a nível nacional e fomenta a sua inserção junto das escolas de outros níveis educativos do Distrito de Lisboa, por outro, representa um forte investimento dos professores das áreas envolvidas. No final de 2007, os programas de formação contínua em execução eram,

(37)

• Programa de Formação em Matemática para Professores do 2º ciclo EB

• Programa de Formação em Ciências Experimentais para Professores do 1º ciclo EB

• Programa de Formação em Língua Portuguesa para Professores do 1º ciclo EB

Quadro nº 16 - Nº de formandos Formação Contínua 2007

Curso Formandos Nº de

Matemática 1º ciclo ( 1ª vez + 2ª vez) 600

Matemática 2º ciclo 235

Ciências Experimentais 360

PNEP 194

TOTAL 1389

Gráfico nº 47 - Distribuição dos alunos de Formação Contínua por curso

Ciências Experim entais Matem ática 2º ciclo PNEP Matem ática 1º ciclo

Gráfico nº 48 - Distribuição dos Formadores de Formação Contínua por curso

Ciências Experim entais Matemática 2º ciclo PNEP Matem ática 1º ciclo

A entrada em execução do QREN veio originar atrasos significativos na execução financeira destes projectos. Por este motivo, a DGIDC assegurou uma verba inicial

(38)

dos salários dos docentes. Já só em 2008, foi possível apresentar as candidaturas destes programas.

Total de Alunos por Curso

No quadro seguinte faz-se o resumo dos dados atrás referidos, relativamente aos alunos que, nas diversas formações, frequentaram cursos na ESELx:

Quadro nº 17 – nº geral de alunos

INDICADORES A APRESENTAR 31/12/07

LICENCIATURAS - FORMAÇÃO INICIAL CURSO DE: EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA

TOTAL DE ALUNOS 246

INGRESSOS NO ANO 0

DIPLOMADOS NO ANO

ALUNOS/DOCENTE ETI (rácio professor/aluno padrão) 20,5

CURSO DE: P.E.B. - 1º CICLO

TOTAL DE ALUNOS 184

INGRESSOS NO ANO 0

DIPLOMADOS NO ANO

ALUNOS/DOCENTE ETI 15,3

CURSO DE: P.E.B. - EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA (curso em extinção)

TOTAL DE ALUNOS 36

INGRESSOS NO ANO 0

DIPLOMADOS NO ANO

ALUNOS/DOCENTE ETI 2

CURSO DE: P.E.B. - EDUCAÇÃO MUSICAL (curso em extinção

TOTAL DE ALUNOS 39

INGRESSOS NO ANO 0

DIPLOMADOS NO ANO

ALUNOS/DOCENTE ETI (rácio professor/aluno padrão 3,3

CURSO DE: P.E.B. - MATEMÁTICA/CIÊNCIAS (curso em extinção)

TOTAL DE ALUNOS 29

INGRESSOS NO ANO 0

DIPLOMADOS NO ANO

ALUNOS/DOCENTE ETI (rácio professor/aluno padrão 2,4

CURSO DE: P.E.B. - PORTUGUÊS/FRANCÊS (curso em extinção)

TOTAL DE ALUNOS 25

INGRESSOS NO ANO 0

DIPLOMADOS NO ANO

(39)

DIPLOMADOS NO ANO

ALUNOS/DOCENTE ETI (rácio professor/aluno padrão 2,6

CURSO DE: ANIMAÇÃO SÓCIO-CULTURAL

TOTAL DE ALUNOS 80

INGRESSOS NO ANO 52

DIPLOMADOS NO ANO 0

ALUNOS/DOCENTE ETI (rácio professor/aluno padrão 6,7

CURSO DE: EDUCAÇÃO BÁSICA

TOTAL DE ALUNOS 171

INGRESSOS NO ANO 171

DIPLOMADOS NO ANO 0

ALUNOS/DOCENTE ETI (rácio professor/aluno padrão 14,25

CURSO DE: MÚSICA NA COMUNIDADE

TOTAL DE ALUNOS 18

INGRESSOS NO ANO 18

DIPLOMADOS NO ANO 0

ALUNOS/DOCENTE ETI (rácio professor/aluno padrão 1,5

TOTAL DE ALUNOS – FORMAÇÃO INICIAL 859

CURSO DE: FORMAÇÃO ESPECIALIZADA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL

TOTAL DE ALUNOS 50

INGRESSOS NO ANO 0

DIPLOMADOS NO ANO

TOTAL DE ALUNOS DE FORMAÇÂO ESPECIALIZADA 50 FORMAÇÃO CONTÍNUA

MATEMÁTICA 1º + 2 º ciclos 835

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS 360

PNEP 194

TOTAL DE ALUNOS DE FORMAÇÂO CONTÍNUA 1389 MESTRADO

EDUCAÇÃO ESPECIAL 70

TOTAL DE ALUNOS DE MESTRADO 70 PROFISSIONALIZAÇÃO EM SERVIÇO

1º ANO 69

2º ANO 105

TOTAL DE ALUNOS 174

TOTAL DE ALUNOS - GLOBAL 2542

1.4. Recursos Físicos- Áreas de Ensino

Os espaços de ensino não foram, durante 2007, alterados. Está a decorrer o processo de medição, mais rigorosa, dos edifícios da Escola. Até lá, pelos registos existentes. Os espaços são os seguintes:

(40)

QUADRO nº 18 - - RECURSOS FISICOS - ÁREAS DE ENSINO

Espaços de Ensino M2

TOTAL DA ÁREA ÚTIL DOS ESPAÇOS DE ENSINO 5600

TOTAL DA ÁREA BRUTA (ÁREA COBERTA) 6155

ÁREA BRUTA POR ALUNO 3,5

ÁREA ÚTIL DOS ESPAÇOS DE ENSINO / ÁREA BRUTA 0,9

1.5. Recursos Humanos

1.5.1. Docentes

A dimensão do corpo docente tem vindo a reflectir as alterações curriculares que a Escola foi implementando nos últimos anos. A extinção dos cursos de variantes e a introdução dos cursos elaborados de acordo com o processo de Bolonha têm vindo a pautar as oscilações que se verificaram quanto à dimensão do corpo docente.

Por outro lado, os fluxos de saída de docentes principalmente por passagem ao regime de aposentação têm originado a recomposição do corpo docente que, através dos mecanismos de concurso, tem proporcionado a renovação do quadro de pessoal. A evolução do corpo docente desde 2006 e a previsão para 2008 está reflectida no quadro seguinte:

Quadro nº 19 - Evolução do corpo docente TI (horizonte 2008)

Categoria Janeiro de

2006 Janeiro de 2007 Dezembro de 2007 Dezembro de 2008

Prof. Coordenador 12 12 9 13

Prof. Adjunto 31 30 30 35

Prof. Coordenador (equip) 0 0 0 0

Prof. Adjunto (equip) 18 15 14 9

Assistente 2º T 3 2 2 2

Assistente 1º T 2 2 0 0

Assistente 2º T (equip) 4 5 2 2

Assistente 1º T (equip) 3 5 9 9

(41)

Caracterização do Corpo Docente

Os dados que a seguir se apresentam não contemplam os formadores dos projectos de formação contínua que estão registados no capítulo próprio.

a) Fluxos

Quadro nº 20 - Docente Aposentados por Área Científica

Área Científica Nº de aposentados

Ciências da Natureza 1 NEE 1 Psicologia 1 Pedagogia 2 Ciências Sociais 1

Quadro nº 21 - Rescisões de contrato por área científica

Área Científica Nº de rescisões

EVT 1

NEE 1

Sociologia 2

Língua Portuguesa 1

Quadro nº 22 - Nº de novas contratações por Área Científica

Área Científica Nº de contratados

Português 1

Pedagogia 3

Matemática 1

L. Portuguesa 1

Quadro nº 23 - Fluxos de pessoal docente

Área Nº de aposentados Rescisões Contratações Total

Psicologia 1 0 0 -1 Sociologia 0 2 0 -2 Pedagogia 2 0 3 1 L. Portuguesa 0 1 1 0 NEE 1 1 0 +2 C. da Natureza 1 0 0 -1 C. Sociais 1 0 0 -1 EVT 0 1 0 -1

Qudro nº 24 - Nº total de entradas e saídas em 2007

Entradas Saídas

(42)

b) Graus Académicos

Quadro nº 25 - Nº de docentes, grau académico, por Área Científica

Área Científica Nº de docentes TI Nº Doutores Nº Mestres Licenc. Nº

Sociologia 2 2 0 0 NEE 4 1 3 0 Pedagogia 11 3 6 2 Psicologia 3 1 1 1 Matemática 8 2 5 1 E. Física 2 1 1 0 C. Sociais 3 1 2 0 LER 3 0 3 0 E. Dramática 3 1 2 0 E. Musical 6 1 2 3 Ciências Natureza 6 3 3 0 LEG 3 1 2 0 EVTM 6 0 4 2 L. Portuguesa 6 2 3 1

Gráfico nº 49 - - Nº de docentes, grau académico, por Área Científica

c) Formação

Quadro nº 26 - Nº de docentes em Formação por grau e área científica Em Formação Área Científica Doutoramento Mestrado

Sociologia 0 0 NEE 2 0 Pedagogia 1 0 Psicologia 0 0 Matemática 1 0 E. Física 1 0 C. Sociais 2 0 LER 1 0 Ciências Natureza 1 0 LEG 0 0 EVT 3 0 Música 1 0 0 1 2 3 4 5 6

Sociologia NEE PedagogiaPsicologiaMatemáticaE. Física C. Sociais LER E. DramáticaE. MusicalCiências

Natureza LEG AVTM L. Portuguesa

(43)

Gráfico nº 50 - Docentes em Formação por grau e área científica 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3

Sociologia NEE Pedagogia Psicologia Mat emát ica E. Fí sica C. Sociais LER E. Dramát ica Ciências Nat ureza

LEG EVT L. Port uguesa

d) Serviço Docente

Quadro nº 27 - Carga horária por Área Científica na F. Inicial

Área Científica Nº de docentes TI Nº Aquis. Serv carga horária da área/H Média H

Sociologia 2 0,77 966 348,7 NEE 4 0,29 905,6 211,0 Pedagogia 11 0,20 3735 333,5 Psicologia 3 0,50 996,5 284,7 Matemática 8 0 2050 256,3 E. Física 2 0 647 323,5 C. Sociais 3 0,50 1325,5 378,7 LER 3 0 888 296,0 E. Dramática 3 0 711 237,0 E. Musical 6 0,30 2155,5 342,1 Ciências Natureza 6 0.64 2399 361,3 LEG 3 0,50 1046,5 299,0 EVTM 6 0,17 2067,5 335,08 L. Portuguesa 6 0,27 2477 395,1

Gráfico nº 51 - Distribuição da carga horária por área científica

0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 350,0 400,0

Sociologia NEE Pedagogia Psicologia M atemática E. Física C. Sociais LER E. Dramática

E. M usical Ciências Natureza

LEG AVTM L. Portuguesa

(44)

Quadro nº 28 - Carga horária por Área Científica na F. Especializada em E. Especial

Área Científica Nº de docentes TI Nº Aquis. Serv carga horária da área/H Média H

Sociologia 2 0,77 0 0 NEE 4 0,29 388,6 90,6 Pedagogia 11 0,20 10,3 1,0 Psicologia 3 0,50 0 0 Matemática 8 0 0 0 E. Física 2 0 0 0 C. Sociais 3 0,50 0 0 LER 3 0 0 0 E. Dramática 3 0 0 0 E. Musical 6 0,30 0 0 Ciências Natureza 6 0.64 0 0 LEG 3 0,50 0 0 EVT 6 0,17 0 0 L. Portuguesa 6 0,27 0 0

Quadro nº 29 - Carga horária por Área Científica no Mestrado em E. Especial

Área Científica Nº de docentes TI Nº Aquis. Serv carga horária da área/H médiaH

Sociologia 2 0,77 24 8,7 NEE 4 0,29 251 58,5 Pedagogia 10 0,20 156 15,3 Psicologia 3,5 0,50 60 17,1 Matemática 9 0 60 6,7 E. Física 2 0 0 0 C. Sociais 3 0,50 0 0 LER 3 0 0 0 E. Dramática 3 0 0 0 E. Musical 6 0,30 0 0 Ciências Natureza 6 0.64 0 0 LEG 3,5 0,50 0 0 EVT 6 0,17 0 0 L. Portuguesa 6,2 0,27 0 0

Quadro nº 30 - Carga horária por Área Científica na Profissionalização em Serviço

Área Científica Nº de docentes TI Nº Aquis. Serv (só PEX) carga horária da área/H média Sociologia 2 0,16 60 27,7 NEE 4 0 0 0 Pedagogia 11 0 60 5,45 Psicologia 3 0 60 20,0 Matemática 8 0,05 30 3,75 E. Física 2 0 0 0 C. Sociais 3 0 30 10,0 LER 3 0 30 10,0 E. Dramática 3 0 0 0

(45)

L. Portuguesa 6 0,05 50 8,33

e) Situação remuneratória (apenas docentes em TI) Quadro nº 31 – posicionamento na carreira

Categoria Escalão Nº de Existencias

Prof. Coordenador 1 0 2 1 3 0 4 4 Prof. Adjunto 1 8 2 8 3 14 4 11 Assistente 2º Triénio 1 4 2 0 3 0 Assistente 1º Triénio 1 7

c/ opção de venc de origem 8

Quadro nº 32 – remuneração média mensal e anual

Remuneração média mensal anual 3.511,75 49.164.61

f) Dedicação Exclusiva

Quadro nº 33 – Dedicação exclusiva e tempo integral

docentes de carreira docentes convidados

DE TI DE TI

40 1 19 6

g) Despesas de Saúde

Quadro nº 34 – média mensal e anual de despesas de saúde por docente

Despesa do ano Gasto mensal médio Despesa média por pessoa

38.213,31 3.184,44 545.90

h) Composição do corpo docente em 31/12/2007 QUADRO nº 35 – DOCENTES

INDICADORES A APRESENTAR 31-12-2007

(46)

TOTAL DE EFECTIVOS DOUTORES 20 MESTRES 38 LICENCIADOS 8 BACHAREIS OUTROS

EFECTIVOS POR CATEGORIA CARREIRA

Professor Coordenador c/ Agregação

Professor Coordenador s/ Agregação 9

Professor Adjunto 30

Assistente 2º Triénio 2

Assistente 1º Triénio

CONVIDADOS / EQUIPARADOS / REQUISITADOS Eq. Professor Coordenador

Eq. Professor Adjunto 14

Eq. Assistente 2º Triénio 2

Eq. Assistente 1º Triénio 9

Encarregado de Trabalhos 0,5 TOTAL DE ETI 66 DOUTORES 20 MESTRES 38 LICENCIADOS 8 BACHAREIS OUTROS

ETI POR CATEGORIA CARREIRA

Professor Coordenador c/ Agregação

Professor Coordenador s/ Agregação 9

Professor Adjunto 30

Assistente 2º Triénio 2

Assistente 1º Triénio

CONVIDADOS / EQUIPARADOS / REQUISITADOS Eq. Professor Coordenador

Eq. Professor Adjunto 14

Eq. Assistente 1º Triénio 9

Eq. Assistente 2º Triénio 2

Encarregado de Trabalhos 0,5

ESTRUTURA DO PESSOAL DOCENTE ETI

Professor Coordenador / Prof. Coord. c/ agreg. P / TOTAL ETI 13,6

Eq. Professor Coordenador / TOTAL ETI 0,00

Professor Adjunto / TOTAL ETI 45,5

Eq. Professor Adjunto / TOTAL ETI 21,2

Assistente 2º Triénio / TOTAL ETI 0,03

Eq. Assistente 2º Triénio / TOTAL ETI 0,03

(47)

DOCENTES EM DEDICAÇÃO EXCLUSIVA / TOTAL DE EFECTIVOS DOCENTES (%) 89,4 DOCENTES EM TEMPO INTEGRAL S/ DEDICAÇÃO EXCLUSIVA / TOTAL DE EFECTIVOS DOCENTES (%) 10,6

i) Aquisições de Serviço

As aquisições de serviço docente a seguir enunciadas reportam-se ao ano lectivo 2007/2008:

Quadro nº 36 – aquisição de serviço docente

NOME ÁREA CURSOS FORMAÇÃO HORAS

António Fernando Corrêa Barone Sociologia da Educação Profissionalização Sociol.Educação e Org.Escolar 42 António José Lourenço Ramos Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização-2ºano Acomp.Prát.Pedagógicas 100

Catarina Crespo Música Educ. Musical Flauta de Bisel II 30

Esmeralda Maria do Nascimento Barra Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização Acomp.Prát.Pedagógicas 100 Fernando Vaz Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização Acomp.Prát.Pedagógicas 100 Isabel Pires Martins Gonçalves Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização Acomp.Prát.Pedagógicas 100 Luís Filipe Tomé da Fonseca Seixo Ciências da Natureza Form.Inicial/Ed.Infância 1ºs Socorros 67.5 Maria Emília Lacerda de Almeida Estadão Ciências da Natureza Profissionalização Acompanhamento 2formandos 20 Maria José Venâncio Pacheco Barroso Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização Acomp.Prát.Pedagógicas 100 Paula Sofia Cordeiro Gouveia Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização Acomp.Prát.Pedagógicas 60

Rui Manuel da Fonseca Roda Música Profissionalização Metod. E Didáctica da Ed.Mus. 30

Rui Manuel Martins da Conceição Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização Acomp.Prát.Pedagógicas 80

Ana Patrícia Costa Reis Ciências da Natureza Form.Inicial-Ed.Infância Saúde Infantil 30

Maria José Pinto Marques Educação em Línguas,Comunicação e Artes Port.Francês/Port.Inglês Intervenção Educativa III e IV 20+22 João Alexandre Costa Madruga Dias Ciências da Natureza Formação Inicial Saúde e 1ºs Socorros 36 Ana Maria Sales Lagoa Ribeiro Pinheiro Educação em Línguas,Comunicação e Artes Form.Inicial-Port.Francês Intervenção Educativa III 13.5

Ana Sofia Baptista Duque Ciências da Natureza Formação Inicial Saúde 60

Lucilia Carreira Ramos Sociologia da Educação Formação Inicial Administração e Gestão Educ. 75 Rogério Paulo Antunes Borges Dinis Ciências da Natureza Formação Inicial Saúde e 1ºs Socorros 36 Susana Cláudia da Cruz Martins Sociologia da Educação Formação Inicial Sociologia da Educação 52.5 Carlos Augusto Pires Sociologia da Educação Formação Inicial Administração e Gestão Educ. 75 Carla Maria Garcia Pinto Sociologia da Educação Formação Inicial Administração e Gestão Educ. 75 Dora Batalim Educação em Línguas,Comunicação e Artes Formação Inicial Literatura para a Infância 40

Carlos Telo Rodrigues AVTM EVT Oficina de Design II 60

Carlos Francisco Boavida Fernandes

Carlos Música Formação Inicial Orientação Prática Pedagógica 20

Maria Augusta Madeira Gonçalves AVTM Profissionalização Informática-2ºAno 100

Ana Isabel Martins Tomás A.S. Costa Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização-2ºano Informática-2ºAno 100 Raquel Pereira Henriques Ciências Sociais Profissionalização-1ºano Didáctica História e Geog.Port. 12 Margarida Rodrigues Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização-2ºano Informática-2ºAno 100 Alexandra Brito Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização-2ºano Informática-2ºAno 100 Maria Helena Hungria Magalhães Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização-2ºano Informática-2ºAno 80 Luis Pitta Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização-2ºano Informática-2ºAno 80 Eunice jacinto Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização-2ºano Informática-2ºAno 100 Luís Morais Reis Artes Visuais, Tecnologia e Mult. Profissionalização-2ºano Informática-2ºAno 100

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