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Seleções Nacionais Masculinas

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Academic year: 2021

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Federação Portuguesa de Hóquei Out 2013– Out 2014

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Notoriedade

A exemplo de outras modalidades ou outros países, excelentes resultados ao nível das seleções nacionais catapultaram a promoção da modalidade. Por exemplo, o Rugby em Portugal ou o Hóquei na Argentina permitiram-se não só angariar muitos patrocínios, como captar a juventude após conseguirem resultados a nível mundial.

Crescimento

É fundamental para a modalidade o alargamento da base de praticantes nos escalões etários mais jovens. As seleções nacionais, no topo da pirâmide, não podem fomentar diretamente o alargamento da base da pirâmide, mas se forem um exemplo podem e devem servir de estímulo à existente e de fonte de propaganda da modalidade em comunidades de juventude (nas escolas, por exemplo).

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PRINCIPIOS GERAIS

Cooperação

As seleções nacionais são o espelho do hóquei português, trabalhando sempre como o expoente máximo da modalidade. Têm, obrigatoriamente, que servir de exemplo, cultivando o rigor da excelência. Como tal, não podem dissociar-se dos clubes que, esses sim, são a base das seleções nacionais. A cooperação entre ambos só beneficiará o conjunto, pelo que tem que ser promovida ao máximo. O intercâmbio de treinadores e a participação de treinadores de clube nas seleções deve ser estimulada.

Abrangência

Deve ser uma preocupação base do trabalho das seleções conseguir sempre a maior abrangência possível. Quanto maior for o número de clubes representado numa equipa nacional, a todos os níveis, mais abrangente será a difusão dos ganhos de saber e experiência que só as seleções nacionais conferem, fruto da competição internacional e da junção de uma élite. Também os treinos não se devem cingir ao escalão a que se referem.

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Qualidade

Este terá que ser o foco principal de toda a atividade no geral. Nas quatro áreas comummente aceites (Técnica, tática, física e mental) este será o objetivo central de todo o programa de treinos. Deverá, igualmente, ser vista quer em termos individuais quer em termos coletivos, sendo certo que se a qualidade individual aumentar, a coletiva também aumentará.

Quantidade

Como já anteriormente referido, mas qui reforçado, é fundamental para a qualidade das seleções nacionais o alargamento da base de escolha. Ao longo do trabalho anual não deve nunca ser desprezado que, atualmente, o reduzido leque de escolhas é um fator que afeta negativamente a qualidade das equipas nacionais apresentadas em competição internacional.

PRINCIPIOS GERAIS

LEMA: CRESCER

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Responsável linha masculina: Mário Almeida Responsável PSJ: Agostinho Franco

Tecnificação: Bruno Santos e Carlos Silva

Treinadores: Marcos Ferreira e Miguel Carmo Colaboradores: Fernando Ribeiro e Joe Kodde

Metodologia de treino e ligação Universidade: Renato Mendes

ESTRUTURA

Respeitando a liderança definida para cada escalão, deverá haver intercâmbio de treinadores entre todos os escalões. Também porque os escalões estarão sempre interligados, dentro de um critério claro, ou seja, um treino não se restringirá a um escalão. Há que maximizar os recursos escassos e buscar melhorias sistemáticas através de exigências superiores.

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ESTRUTURA

Mário

Almeida

Marcos Ferreira

Miguel Carmo

Bruno Santos

Carlos Silva

Fernando

Ribeiro

Joe Kodde

Renato

Mendes

Agostinho

Franco

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PARTICIPAÇÕES OFICIAIS 2013/2014

31 out – 3 nov: SUB-18 AUTONÓMICOS ESPANHA, Valência Bruno Santos e Joe Kodde

17 jan – 19 jan: SEN EUROHOCKEY INDOOR, Zagreb Mário Almeida e Marcos Ferreira

20 mar – 23 mar: SUB-16 AUTONÓMICOS ESPANHA, Madrid Miguel Carmo e Carlos Silva

31 mai – 1 jun: PSJ TORNEIO NACIONAL, Lousada

Agostinho Franco, Bruno Santos, Carlos Silva e Miguel Carmo 13 jul – 19 jul: SUB-21 EUROHOCKEY, Lousada

Mário Almeida, Bruno Santos e Fernando Ribeiro 23 set – 29 set: SEN WORLD LEAGUE R1 – A definir

Mário Almeida e Marcos Ferreira

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POSSÍVEIS PARTICIPAÇÕES 2013/2014

Fevereiro- março 2014: SUB-21 e SÉNIOR, Jogos treino seleções nacionais / regionais)

Páscoa 2014: SUB-18, Torneio Internacional em Venlo (Holanda) Junho – julho 2014: SUB-21 e SÉNIOR, Jogos treino clubes fim de época; seleções que possam vir preparar o Mundial de Haia

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O U T N O V D E Z J A N F E V M A R A B R M A I J U N P S J 2 SALA SÉNIOR P S J 3 SUB 21 B S 16 S 21 S M J U L A G O CAMPO SÉNIOR Trabalho anual c c

Semanal 1 Out - 30 Nov Quinzenal 24 Fev – 29 Mai

Semanal 24 Fev – 19 Mar

c

Campeonatos Autonómicos de Espanha, S18 31 Outubro a 3 Novembro 2013, Valência c

Campeonatos Autonómicos de Espanha S16 20 a 23 Março 2014, Madrid

Torneio PSJ

31 Maio e 1 Junho 2014, Lousada c T O R P S J

EuroHockey Nations Championship III 17 a 19 Janeiro 2014, Croácia c Preparação competição 6 Jan -15 Jan Preparação competição T O R P S J

EuroHockey Junior Nations Championship II 13 a 19 Julho 2014, Lousada c

Trabalho anual

Semanal 1 Out - 30 Nov

Trabalho anual 6 Jan 15 Jan Preparação competição

Semanal 21 Jul- 31 Ago

Trabalho anual

Quinzenal 20 Jun - 15 Jul

S 18

Trabalho anual

Preparação competição

Trabalho anual Preparação competição Trabalho anual

Quinzenal 24 Mar – 29 Mai

Semanal 24 Fev – 29 Mai 2 Jun - 9 Jul

Trabalho anual

MAPA 2013/14

c

World League Round 1 Data e local a confirmar

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DOIS TIPOS DE PREPARAÇÃO:

PMLP – Todas as segundas-feiras; Jamor/Norte PCP – Concentração de treinos para a competição FASES:

PSJ 2 – outubro e novembro – Enfoque principal Sub 18 SALA SÉNIOR: 6 a 16 de janeiro

PSJ 3 – fevereiro a maio – Enfoque sub 16 SUB 21 B – junho e julho

CAMPO SÉNIOR: julho, agosto e setembro

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PSJ 2

Treinos de outubro – BASE SUB 18 (trabalho pré competição) Incluir Sub 16 mais promissores

Incluir Sub 21 para aperfeiçoamento técnico Incluir seniores para aperfeiçoamento físico

Treinos de novembro – BASE SUB 18 (trabalho pós competição) Incluir Sub 16 – início preparação de março

Incluir Sub 21* para trabalho de marcação individual Incluir Seniores* para trabalho de marcação individual *Convocáveis para a SN SALA janeiro

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SN SÉNIOR SALA

Treinos de janeiro – De 6 a 15, preparação para CE

PROGRAMA ESPECIAL FEVEREIRO

Tentativa de realização de jogos-treino de seleções nacionais ou regionais com equipas/seleções estrangeiras que consigamos «seduzir» para vir a

Portugal – Jamor e/ou Lousada

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PSJ 3

Treinos de março e abril – BASE SUB 16 Incluir Sub 18 alargadamente

Incluir sub-21 para aperfeiçoamento físico Torneio Páscoa Holanda, por confirmar

Treinos de maio – BASE SUB 16 (trabalho pós competição) Incluir Sub 18 alargadamente

Incluir Sub 21 para aperfeiçoamento físico

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LINCES SUB-21

Junho e julho – Preparação SN SUB-21 para Eurohockey Lousada Inclusão de sub-18 promissores

Inclusão de seniores para aperfeiçoamento técnico e físico Preparação modelo Lausanne

LINCES SENIORES

Agosto e setembro – Preparação SN Senior para WL R1 Inclusão de sub-18 promissores

Preparação modelo Lausanne

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CRESCER

- Hábitos e rotinas de treino:

Assiduidade, pontualidade, intensidade, dedicação

- Suporte organizativo:

Suporte burocrático prévio e logístico no treino

- Enfoque na melhoria da técnica de base

Orientação do treino para a técnica individual

- Interligação e cooperação com os clubes

Sempre que possível buscar harmonia com os treinadores dos clubes

- Experiência internacional

Fundamental para a melhoria dos resultados

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SUB-16: - Tecnificar

- Criar hábitos e rotinas de treino

- Criar disciplina de seleção: código de conduta, horários, rigor - Iniciar experiência internacional

SUB-18: - Tecnificar

- Introdução à tática coletiva - Adquirir intensidade de jogo

SUB-21: - Enfoque na competição: Eficiência - Manutenção Divisão B

- Preparação base SN Sénior

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SN CAMPO:

- Solidificar base de Lausanne - Pressão para resultados

- Interligação com Projeto Páris e foco em 2017 e 2019 - Exposição mediática

SN SALA:

- Sagrar-se campeã europeia - Foco no Mundial 2019

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TREINOS REGULARES À SEGUNDA FEIRA

Objetivo: complementar o trabalho dos clubes, sem colidir. Assim, o trabalho realizado será de técnica individual e de baixa intensidade física, pois é o treino seguinte a um jogo oficial.

CRIAÇÃO DE UM MODELO DE JOGO

Será criado um modelo de jogo «PORTUGAL». Procurar-se-á transversalidade entre todas as equipas nacionais nos seus diferentes escalões. Até ao fim do ano estará criado esse documento interno.

CRIAÇÃO DE UMA ESCOLA DE TREINADORES

Paralelamente ao modelo de jogo, serão criados documentos com especificações das técnicas individuais e conceitos táticos. Procurar-se-àa unificação de todos os treinadores da seleção e alargamento aos clubes. Retomar-se-ão os vídeos técnicos existentes e os Manuais de Treinadores.

Referências

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