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Aula 11 - Pragas do Milho

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Academic year: 2021

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1.1 - Cupins

Importância econômica - se alimentam de celulose

possuem hábitos subterrâneos.

Sintomas de danos - Atacam as sementes, destruindo

Sintomas de danos - Atacam as sementes, destruindo antes da germinação, acarretando falhas na

As raízes também são atacadas, causando descortiçamento das camadas externas, e as plantas murcham e

se alimentam de celulose e

subterrâneos.

Atacam as sementes, destruindo-as Atacam as sementes, destruindo-as antes da germinação, acarretando falhas na lavoura.

As raízes também são atacadas, causando descortiçamento das camadas externas, e as plantas murcham e morrem.

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Cupins Cupins

(5)

Controle de cupins

- Inseticidas aplicados

- Tratamento de sementes.

aplicados no sulco de semeadura;

(6)

1.2 – Larva alfinete

Sintomas de danos - A larva alimenta das raízes do milho e interfere na absorção de nutrientes e água, e também

a sustentação das plantas;

O ataque, ocasiona acamamento das plantas em situações de ventos fortes e de alta precipitação

Mais de 3 (três) larvas por planta são suficientes para causar

danos ao sistema radicular.

larva alimenta das raízes do milho e interfere na absorção de nutrientes e água, e também reduz

Diabrotica speciosa

ataque, ocasiona acamamento das plantas em situações de ventos fortes e de alta precipitação pluviométrica.

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Controle da larva alfinete:

- Inseticidas aplicados via tratamento de sementes; inseticidas granulados ou pulverização no sulco de

- Excesso ou baixa umidade do solo são desfavoráveis a

- O preparo físico do solo, com grades e arados, influenciam na população do inseto.

alfinete:

Inseticidas aplicados via tratamento de sementes; inseticidas granulados ou pulverização no sulco de semeadura;

Excesso ou baixa umidade do solo são desfavoráveis a larva;

(10)

1.3 – Lagarta Elasmo

Importância econômica - É

grande capacidade de destruição em intervalo curto de

Os danos estão associados à estiagens após a emergência Os danos estão associados à estiagens após a emergência das plantas, atrasando o desenvolvimento e

a explosão populacional de lagartas na

Maiores danos são observados drenados.

É uma praga esporádica com

grande capacidade de destruição em intervalo curto de tempo;

danos estão associados à estiagens após a emergência

Elasmopalpus lignosellus

danos estão associados à estiagens após a emergência das plantas, atrasando o desenvolvimento e favorecendo

a explosão populacional de lagartas na cultura;

(11)

Sintomas de danos - as lagartas recém eclodidas iniciam

raspando as folhas e dirigem para a região

planta, onde cavam galerias

A destruição do ponto de crescimento provoca inicialmente

murcha e posteriormente morte

provocando o sintoma conhecido como "

as lagartas recém eclodidas iniciam

folhas e dirigem para a região do coleto da

planta, onde cavam galerias verticais.

destruição do ponto de crescimento provoca inicialmente

murcha e posteriormente morte das folhas centrais

(12)

Ataque de lagarta

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Controle de Elasmo

- Em áreas de risco, deve ser usado o tratamento sementes com inseticidas

- A boa umidade do solo contribui para reduzir os problemas causados pela lagarta

Elasmo

Em áreas de risco, deve ser usado o tratamento de sementes com inseticidas sistêmicos;

boa umidade do solo contribui para reduzir os problemas causados pela lagarta-elasmo no milho.

(14)

1.4 – Lagarta Rosca

Importância: áreas de solos

Insetos têm atividade preferencialmente

Sintomas de danos: as larvas cortam as plantas na base o que provoca morte ou perfilhamento;

Redução da população de plantas

: áreas de solos pesados;

Insetos têm atividade preferencialmente noturna.

Agrotis ipsilon

as larvas cortam as plantas na base o perfilhamento;

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LAGARTA

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Controle da lagarta

- Eliminação de plantas

-Tratamento de sementes

sistêmicos.

rosca:

plantas daninhas;

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2.1 – Cigarrinha do milho (

Danos:

-Diretos: sucção de seiva

- Indiretos: transmissão de fitopatógenos

rayado fino, enfezamento pálido e enfezamento

- Maiores danos em semeaduras tardias, podendo chegar a 80%.

Cigarrinha do milho (Dalbulus maidis)

seiva

: transmissão de fitopatógenos como vírus do rayado fino, enfezamento pálido e enfezamento vermelho.

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Cigarrinha do

(22)

Cigarrinha do

(23)

Sintomas

- Verificação da presença do inseto no

Rayado fino - folhas com riscas amareladas (paralelas às nervuras);

Enfezamento pálido - folhas

descoloração, nanismo com últimos internódios pouco

Enfezamento

vermelho - últimos internódios pouco folhas

Verificação da presença do inseto no cartucho;

riscas amareladas (paralelas

folhas com deformações e posterior descoloração, nanismo com últimos internódios pouco desenvolvido;

últimos internódios pouco desenvolvidos; folhas com avermelhamento.

(24)

Rayado

fino

(25)

Enfezamento

(26)

Enfezamento

(27)

Controle da cigarrinha do

- Erradicação de plantas voluntárias;

- Cultivares menos susceptíveis aos

- Evitar o cultivo de milho pipoca e milho doce em áreas - Evitar o cultivo de milho pipoca e milho doce em áreas

com histórico recente de alta incidência

dado à alta susceptibilidade da maioria desses

- Tratamento de sementes com inseticidas

Controle da cigarrinha do milho

voluntárias;

Cultivares menos susceptíveis aos patógenos;

Evitar o cultivo de milho pipoca e milho doce em áreas Evitar o cultivo de milho pipoca e milho doce em áreas com histórico recente de alta incidência de enfezamentos

susceptibilidade da maioria desses cultivares;

(28)

2.2 – Pulgão do milho (Rhopalosiphum

-Danos diretos quando a densidade

alta e as plantas estejam passando por falta de

-Ataca as partes jovens das plantas, preferencialmente o -Ataca as partes jovens das plantas, preferencialmente o cartucho, e pode infestar também o pendão e gemas

florais;

-Danos indiretos se dá pela transmissão do vírus mosaico e também ocorrência de

Rhopalosiphum maidis)

Danos diretos quando a densidade populacional é muito alta e as plantas estejam passando por falta de água;

Ataca as partes jovens das plantas, preferencialmente o Ataca as partes jovens das plantas, preferencialmente o cartucho, e pode infestar também o pendão e gemas

Danos indiretos se dá pela transmissão do vírus do mosaico e também ocorrência de fumagina;

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Sintomas:

- Folhas mostram-se murchas

bordas necrosadas;

- Mosaico de coloração verde claro num

fundo verde escuro.

se murchas e com

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Pulgão do

(31)

Pulgão do

(32)

Controle do pulgão do

-

Inimigos naturais;

- O tratamento de sementes

na fase inicial.

milho:

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2.3 - Broca-da-cana (Diatraea

-

Ataque em plantas mais

com redução da população

com redução da população

- Pode também infestar as plantas

emergidas, tornando

Diatraea saccharalis)

mais desenvolvidas,

população de plantas;

população de plantas;

também infestar as plantas recém

emergidas, tornando-as improdutivas.

(34)

Sintomas

-

Folhas raspadas no início

- Posteriormente sintoma

perfilhamento das plantas

no início da infestação;

Posteriormente sintoma de coração morto e

perfilhamento das plantas sobreviventes.

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Controle da broca da

- Tratamento de sementes com inseticidas

- Pulverização dirigida para a base da

- Uso de inimigos naturais

da cana:

Tratamento de sementes com inseticidas sistêmicos;

para a base da planta;

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2.4 - Lagarta-da-espiga

Danos:

- Segundo pesquisas os danos causados - Segundo pesquisas os danos causados

são da ordem de 8 a 9%;

- Atacam as espigas do milho trazendo como conseqüência grãos “ardidos” e perdas em

espiga (Helicoverpa zea)

Segundo pesquisas os danos causados pela praga Segundo pesquisas os danos causados pela praga

Atacam as espigas do milho trazendo como conseqüência grãos “ardidos” e perdas em rendimento.

(41)

Sintomas:

- 1º - atacando os estilos estigmas, impedem fertilização dos óvulos;

- 2º - alimentando-- 2º -

alimentando-- 3º - os orifícios deixados nas espigas

a penetração de microorganismos e pragas dos grãos.

atacando os estilos estigmas, impedem a óvulos;

-se dos grãos leitosos; -se dos grãos leitosos;

os orifícios deixados nas espigas facilitam a penetração de microorganismos e pragas dos

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(43)

Controle:

-

Deve-se visar apenas as

do cabelo.

- Pode ser realizado com piretróides ou

organofosforados.

se visar apenas as espigas na região

(44)

2.5 - Lagarta-do-cartucho (

Importância econômica

- Principal praga: perdas de até

- Ocorre nas fases: inicial, vegetativa e

Sintomas e danos:

- Redução da área foliar, comprometendo a produção

fotoassimilados.

cartucho (Spodoptera frugiperda)

Importância econômica :

Principal praga: perdas de até 34%;

fases: inicial, vegetativa e reprodutiva.

(45)
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Lagarta do

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INGREDIENTES ATIVOS REGISTRADOS PARA Spodoptera

Piretróides – Moduladores de canais de

Alfametrina, Betacyflutrina, Cipermetrina

Deltametrina, Esfenvalerate, Fenvalerate, Fenpropatrina, Lambdacialothrina, Permetrina, Zetacipermetrina

Organofosforados – Inibidores

Clorpirifós, Fenitrotion, Piridafention, Paration metílico, Triclorfon, Triazofós

Carbamatos - Inibidores da enzima

Carbaryl, Metomil, Tiodicarb

INGREDIENTES ATIVOS REGISTRADOS PARA Spodoptera frugiperda

de canais de sódio

Alfametrina, Betacyflutrina, Cipermetrina , Cyfluthrina, Deltametrina, Esfenvalerate, Fenvalerate, Fenpropatrina, Lambdacialothrina, Permetrina, Zetacipermetrina

Inibidores da enzima acetilcolinesterase

Fenitrotion, Piridafention, Paration metílico,

enzima acetilcolinesterase

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INGREDIENTES ATIVOS REGISTRADOS PARA Spodoptera Naturalyte – Moduladores Spinosad Diacilhidrazinas – Agonistas ecdise) Metaxyfenozide,

Derivados da uréia – Inibidores

Clorfluazuron, Dflubemzuron, Lufenuron, Novaluron, Teflubenzuron, Triflumuron

INGREDIENTES ATIVOS REGISTRADOS PARA Spodoptera frugiperda

Moduladores de receptores da acetilcolina

Agonistas de ecdisteróides (hormônio da

Metaxyfenozide, Tebufenozide

Inibidores da biossíntese da quitina

Clorfluazuron, Dflubemzuron, Lufenuron, Novaluron, Triflumuron

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RECOMENDAÇÕES PARA MANEJO DA RESISTÊNCIA Spodoptera flugiperda A

- Rotação de inseticidas considerando o modo de

ou seja, não repetir o grupo químico da aplicação

- Dar preferência para produtos seletivos aos inimigos naturais nas primeiras aplicações;

MANEJO DA RESISTÊNCIA DE Spodoptera flugiperda A INSETICIDAS

Rotação de inseticidas considerando o modo de ação,

repetir o grupo químico da aplicação anterior;

Dar preferência para produtos seletivos aos inimigos aplicações;

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(54)

Trichogramma

Trichogramma

(55)

Controle varietal

Transgênico:

Proteína Cry1ab, de Bacillus

Ação sobre: Spodoptera frugiperda Diatraea saccharalis Helicoverpa zea

varietal

Bacillus thuringiensis frugiperda

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Safra 2015/16

Na safra 2008/09 apenas 19

Hoje dos 477 hibridos disponibilizados

É a oitava safra em que o Brasil oficialmente milho geneticamente

Milho transgênico

apenas 19 transgênicas;

disponibilizados, 284 transgênicos

em que o Brasil comercializa oficialmente milho geneticamente modificado

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Percevejo barriga verde

•Coloração marrom

•Abdome verde

•Espinhos laterais no protórax

•9 mm

Percevejo barriga verde – Dichelops spp.

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Prejuízos

•Sugam a seiva na base do colmo

•Murchamento •Secamento

•Perfilhamento

•Perfilhamento

•Planta improdutiva

•30% de prejuízo

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Controle

•TS

Lambda-Cialotrina + Tiametoxam

Pleno/Cruiser)

•Pulverização

Beta-Ciflutrina + Imidacloprido

Lambda-Cialotrina + Tiametoxam

Lambda-Cialotrina + Tiametoxam

Pleno/Cruiser)

Cipermetrina + Tiametoxam

Tiametoxam (Engeo

Imidacloprido (Connect)

Tiametoxam (Engeo

Tiametoxam (Engeo

Tiametoxam (Engeo)

Referências

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