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LAB ALGORITMO C 20130206193727

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Academic year: 2021

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(1)
(2)

A

NALISANDO

O

PROGRAMA

Comentário

 Comentários são linhas não compiladas, ou seja, não são comandos que

devem ser executados pelo programa.

 Então, se não são linhas executadas, qual a finalidade de adicionar um

comentário? A função dos comentários é deixar o código mais legível e para fazer anotações importantes dentro do próprio código, como por exemplo, anotar porque você usou uma lógica ao invés de outra, porque você nomeou aquela variável de tal forma, etc.

 Os comentários de uma linha foram introduzidos em C++ e são

definidos pelas barras barras duplas (//). Tudo que estiver nessa linha será ignorado pelo compilador.

 Já os comentários de várias linhas tem em ambos, tanto C como C++.

Você procede abrindo o comentário com /* e demonstrando onde termina o comentário com */.

Exemplo:

//O primeiro programa em C / C++ /*

Adaptado do programa original do livro The C Programming Language

de autoria de Dennis Ritchie e Ken Thompson */

(3)

A

NALISANDO

O

PROGRAMA

Pré-processamento

 Uma característica marcante de C++ é o pré-processamento.

 A linguagem C++ tem a capacidade de importar bibliotecas de funções

que são, leigamente, comandos já prontos para usar.

 Cada um desses comandos, que chamamos de FUNÇÕES, estão

organizados em bibliotecas diferentes. Bastando a nós determinar em qual biblioteca o compilador irá encontrar tal função.

 O pré-processamento é determinado pelo caracter #.

 Para importar uma biblioteca, basta usar o comando include.

 Quanto inclusão de biblioteca, há diferenças entre C e C++ tanto na

forma de inclusão quanto nas bibliotecas, que não são as mesmas. Esse é um detalhe que abordaremos melhor na próxima página.

Exemplo:

#include <iostream>

(4)

A

NALISANDO

O

PROGRAMA

Função principal

Todo o programa em C++ está estrito dentro da função main.

main é a primeira função a ser executada por qualquer programa em

C++, mesmo que tenha outras funções escritas antes dela.

 Há compiladores que interpretam esta função mesmo incompleta, ou

seja, você também como começar esta função escrevendo:

main () int main () main (void)

 Mas para manter a portabilidade e evitar erros desnecessários de

compilação, o melhor a fazer é declarar ela inteira: int main (void).

 Devemos salientar também que deve ser tudo em letras minúsculas,

pois a linguagem é case sensitive, trocando por miúdos, ele distingui entre letras maiúsculas e minúsculas. Então, de preferência, sempre use letras minúsculas.

(5)

A

NALISANDO

O

PROGRAMA

Bloco de dados

 Os blocos de dados são utilizados para determinar todas as linhas de

código que comandos ou funções devem executar de uma vez.

O bloco de dados é determinado pelo abrir e fechar de chaves ({}).

 Você abre chaves onde se deve começar a executar e fecha onde deve

terminar a execução. Em um programa pode haver mais de uma chave e o mesmo número de chaves aberta deve ser o de chaves fechadas.

 No caso do primeiro programa, apenas abre a execução da função

(6)

A

NALISANDO

O

PROGRAMA

Funções e Processos

 Qualquer programa é determinado pelo que está dentro das chaves.

 O que está dentro das chaves pode ser uma função, uma palavra

reservada (como IF, ELSE, FOR, ...) ou processo (operação matemática).

 Toda chamada de função, processo ou algumas palavras reservadas

devem terminar a linha com um ponto e vírgula (;).

 Como você pode ver na chamada da função cout e da palavra reservada

system.

Exemplos:

Cout<<"Olá! Mundo.”; system ("pause");

(7)

I

MPORTANDO

UMA

BIBLIOTECA

 Após importarmos uma biblioteca por linha, no final dessa lista devemos

demonstrar que tipo de funções usaremos. Na grande maioria dos casos usaremos as funções padrões de cada bibloteca. Podemos fazer isso

facilmente digitando a palavra reservada using indicando o espaço de nome (namespace) standard (std), que quer dizer padrão em inglês.

 Abaixo importaremos uma biblioteca padrão de entrada e saída de C++

#include <iostream> using namespace std;

(8)

VARIÁVEIS

 Variáveis são endereços de mémoria na qual podemos atribuir ou mudar o

valor.

 A declaração da variável deve proceder da seguinte maneira:

1) especificar o tipo de variável 2) nomear a variável

* Não podemos esquecer que o C / C++ é case sensitive, ou seja, ele diferencia as letras maiúsculas das minúsculas. Por exemplo, x não é a mesma coisa de X.

 Um outro cuidado que devemos ter é não começar uma variável por

número, mas podemos terminá-la.

Exemplo:

É errado declarar 2x, mas podemos declarar x2 ou _2x.

 Como uma última precaução, não podemos usar espaços, pois o compilador

pode entender como sendo outra variável não separada por vírgula e acusará um erro. No lugar do espaço, pode-se usar underline (_). Exemplo: É errado digitar resultado da raiz, mas é correto,

(9)

V

ARIÁVEIS

Algoritmo C++

Numero:inteiro; Dados:real;

nome:caracter;

vetor: vetor [1..10] de inteiro;

tabela: vetor[1..10,1..5] de inteiro;

Int numero; Float dados; Char nome; String frase; Int vetor[10]; Int tabela [10][5];

Declaração de variáveis

(10)

VARIÁVEIS

 A parte mais importante de qualquer programa é o processo.

 O processamento, em geral, é dado de forma genérica, ou seja, por

variáveis.

 Cada variável tem um alcance e forma diferente de trabalhar o dado nela

gravado. Por exemplo, se determinarmos uma variável inteira, você jamais poderá digitar um número decimal, pois todos os números depois do sinal decimal serão ignorados. Se formos escrever um número decimal, devemos usar o ponto (.) ao invés da vírgula (,), se for determinado uma variável de caracter pode ser tanto um inteiro como uma letra e assim por diante.

 A atribuição de valores às variáveis se dá de duas forma: ou na inicialização

ou durante um processo.

A atribuição é indicada pelo sinal de igual (=) sempre da direita para

esquerda.

Exemplo: Se digito a=b, quero dizer que a receberá o valor contido em b.

(11)

VARIÁVEIS

 Exemplos:

/* EXEMPLO1

Aqui está um exemplo de variáveis recebendo valores durante um processo*/ #include <iostream>

using namespace std; int main (void){

int a; float b;

a=15+5; // atribuindo o valor de 15+5 a variavel a (resultara em 20) b=1.5-0.5; // atribuindo o valor de 1,5-0,5 a variavel b (resultara em 1) cout<<"a="<<a<<"\n";

cout<<"b="<<b<<"\n"; system("pause");

return 0; }

(12)

P

ROCESSOS

 Os processos são contas matemática (cálculos) que podem ser feitos com

números, variáveis ou ambos.

 Abaixo está uma tabela com os operadores mais comuns:

 Se você fizer 1+2*3, o resultado será 7 e não 9, pois a multiplicação deve

ser calculada primeiro. Para esta conta dar 9 devemos indicar que a soma deve ser feita antes da multiplicação. Ela ficaria assim, (1+2)*3. O que está entre parênteses deve ser calculado primeiro.

+ adição

- subtração

* multiplicação

/ divisão

% módulo (divisão no qual é obtido o resto)

+ + incremento de 1

(13)

P

ROCESSOS

 Exemplos:

// EXEMPLO3

#include <iostream> using namespace std; int main (void){

int soma, subtracao, multiplicacao, divisao, decremento, incremento, resto; soma=50+50; subtracao=200-200; multiplicacao=5*5; divisao=10/5; decremento=10; decremento--; incremento=10; incremento++; resto=10%3; cout<<"soma = "<<soma<<"\n"; cout<<"subtracao = "<<subtracao<<"\n"; cout<<"multiplicacao = "<<multiplicacao<<"\n"; cout<<"divisao = "<<divisao<<"\n"; cout<<"decremento = "<<decremento<<"\n"; cout<<"incremento = "<<incremento<<"\n"; cout<<"resto = "<<resto<<"\n"; system("pause"); return 0; }

(14)

C

ONTROLE

DE

S

AÍDA

 As funções de saída de C++ são encontradas na biblioteca padrão de

entrada/saída, a IOSTREAM.

 No caso, para imprimir uma mensagem basta adicionar a linha com a

função COUT. Tudo que deve ser mostrado na tela deve estar especificado entre os acumuladores de saída (<<) e as aspas ("").

 Exemplos:

//exemplo1

#include <iostream>

// biblioteca padrão I/O de C++ using namespace std;

int main (void){

cout <<"Esta e uma mensagem sendo mostrada na tela"; system("pause");

return 0; }

(15)

C

ONTROLE

DE

S

AÍDA

Exibindo resultado de variáveis

 O que também podemos fazer é imprimir variáveis como por exemplo o

resultado de uma soma. Exemplos:

//exemplo2

#include <iostream> using namespace std; int main (void){

int a, b, resultado; a=5;

b=10;

resultado=a+b;

cout <<a<<" + "<<b<<" = "<<resultado; system("pause");

return 0; }

(16)

C

ONTROLE

DE

S

AÍDA

Controle de texto

 O controle de texto é dado do mesmo modo que em C. Todos os controles

são determinados pelo caracter barra invertida (\) e uma letra. Cada letra faz algo determinado, veja a tabela abaixo e o exemplo:

Na maior parte da vezes, você irá usar apenas o \n para começar uma

nova linha.

E em C++ é um bom costume sempre utilizar no final da função o endl

(END LINE), dessa forma não precisamos nos preocupar com a mensagem que virá depois porque ela automaticamente virá em outra linha.

\n Pula de linha

\t Adiciona tabulação

\a Adiciona um bip

\b Faz o cursor voltar um caracter

(17)

C

ONTROLE

DE

S

AÍDA

Exemplos:

//exemplo3

#include <iostream>

using namespace std;

int main (void){

int a, b, c, d, r1, r2;

a=5;

b=10;

c=15;

d=25;

r1=a+b;

r2=c+d;

cout <<"O calculo retornou o seguinte resultado:"<<endl;

cout << a <<" + "<< b <<" = "<< r1;

cout << c <<" + "<< d <<" = "<< r2;

system("pause");

return 0;

}

(18)

C

ONTROLE

DE

ENTRADA

 As funções de entrada de C++ são encontradas na biblioteca padrão de

entrada/saída, a IOSTREAM.

 Toda entrada de dado deve ser armazenada em um endereço de uma

variável.

 A entrada de entrada de dados é controlada pela função CIN.

 Todas as entradas devem estar depois do acumulador de entrada* (>>) e

não é necessário identificar o tipo de dado com uma máscara, nem indicar o endereço da variável, apenas digitamos o nome da variável.

*Cuidado: Não confunda os acumuladores. O acumulador de saída é << e

(19)

C

ONTROLE

DE

ENTRADA

 Exemplos:

//EXEMPLO1

#include <iostream> using namespace std; int main (void){

int nr;

cout <<"Digite um numero: "; cin >> nr;

cout <<"\n\n\nVoce digitou o numero: "<<nr; system("pause");

return 0; }

(20)

E

STRUTURA

C

ONDICIONAL

 Uma ação muito importante que o processador de qualquer computador

executa, e que o torna diferente de qualquer outra máquina, é a tomada de decisão definindo o que é verdadeiro e o que é falso.

 Em C / C++, como em muitas linguagens de programação, quem faz isso é

o IF (SE traduzindo).

 O ELSE é o que chamamos de caso contrário, ou seja, se for falso execute o

que está no ELSE.

Exemplos:

#include <iostream> using namespace std; int main (void){

int nr;

cout<<"Digite um numero: "; cin>> nr;

if (nr>=0)

cout<<"O numero digitado e positivo"<<"\n\n"; //se nr for maior ou igual a 0 o numero sera positivo else

cout<<"O numero digitado e negativo"<<"\n\n"; //caso contrario, ele sera negativo!

system("pause"); return 0;

(21)

E

STRUTURA

DE

R

EPETIÇÃO

– FOR

(

PARA

)

//loop com FOR

#include <iostream> #include <cstdlib> using namespace std; int main (void){

int x;

for (x=1; x<=100; x++)

/* inicialização: x começa em 1

critério: executar enquanto x for menor ou igual a 100 incremento (++) será somado 1 a x */

cout << x <<"\t"; system ("pause"); return 0;

(22)

E

STRUTURA

DE

R

EPETIÇÃO

– FOR

(

PARA

)

#include <iostream>

#include <cstdlib>

using namespace std;

int main (void){

int x, user;

cout <<"Digite qual sera o intervalo da contagem\n";

cin >> user;

system ("cls"); // limpa a tela

for (x=1; x<=100; x+=user)

cout << x <<"\t";

system("pause");

return 0;

(23)

E

STRUTURA

DE

R

EPETIÇÃO

WHILE

(

ENQUANTO

)

#include <iostream> #include <cstdlib> using namespace std; int main (void){

int par=0;

cout <<"Os numeros pares de 0 a 100 sao:"<<"\n\n"; while (par<=100)

{

cout <<par<<"\t";

par+=2; //o mesmo que par=par+2 }

system ("pause"); return 0;

(24)

E

STRUTURA

DE

R

EPETIÇÃO

WHILE

(

ENQUANTO

)

#include <iostream> #include <cstdlib> using namespace std; int main (void){

int nr=1;

while (nr!=0) //enquanto nr for diferente de 0 {

cout <<"Digite um numero (0 para finalizar): "; cin >> nr;

if (nr>0)

cout <<"Este numero e positivo"<<"\n"; else

cout <<"Este numero e negativo"<<"\n"; }

system("pause"); return 0;

(25)

E

STRUTURA

DE

R

EPETIÇÃO

DO

...W

HILE

(

REPITA

)

#include <iostream> #include <cstdlib> using namespace std; int main (void){

int nr; do {

cout <<"Digite um numero (0 para finalizar): "; cin >> nr;

if (nr%2==0)

/* se nr for divisivel por 2

(O resto da divisão por 2 for 0)*/ cout <<"Este numero e par"<<"\n"; else

cout <<"Este numero e impar"<<"\n"; system ("pause");

system ("cls");

} while (nr!=0); //enquanto nr for diferente de 0 return 0;

(26)

OPERADORES LÓGICOS

Algoritmo

C++

E

&&

Ou

||

Não

!

=

==

!=

(27)

O

PERADORES

R

ELACIONAIS

Operador Ação

>

Maior

>=

Maior ou igual

<

Menor

<=

Menor ou igual

==

Igual

!=

diferente

(28)

Algoritmo "Calcula Area do Circulo"

var

Area, Raio,PI: Real

inicio

PI ←3.14

Escreva ("Entre com raio do

círculo")

Leia (Raio)

Se (Raio > 0) entao

Area ← PI*(Raio^2)

Escreva ("A área do círculo

de raio ", Raio, " é ", Area)

fimse

Se (Raio <= 0) entao

Escreva ("Raio não pode ser

nulo ou negativo!")

fimse

fimalgoritmo

#include <cstdlib>

#include <iostream>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[])

{

const float pi=3.14;

float area,raio;

cout<<"\nEntre com o raio do circulo:";

cin>>raio;

if (raio>0) {

area=pi*(raio*raio);

cout<<"\nA area do circulo de raio

"<<raio<<" e "<<area<<"\n";

};

if (raio <=0){

cout<<"\nRaio nao pode ser nulo

ou zero\n";

};

system("PAUSE");

return 0;

(29)

Algoritmo “diversos”

Var

Num:inteiro;

Inicio

Escreva(“Informe numero:”);

Leia(num);

Enquanto (num>0) faca

Escreva(num^0.5);

Escreva(“Informe numero:”);

Leia(num);

fimenquanto

fimalgoritmo

EXEMPLO 2

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