Como ser elegante ao Dividir a Conta
Ora, enquanto algumas mulheres não se sentem à vontade com o fato de o homem fazer questão de pagar, outras ainda acham que ser paparicadas ainda é um direito divino.
Então, como fica? Fica que há casos e casos.
Entre empresas – na primeira vez, paga a empresa anfitriã – ou seja, a que convidou. Independente de seu representante ser homem, mulher, ou mesmo mais jovem do que os da empresa convidada.
A partir daí, vai depender da intimidade e da frequência com que os representantes dessas empresas se encontram. E vale dividir igualmente ou mesmo um convidado uma vez e, na próxima o outro pagar.
Entre amigas e amigos solteiros – cada um paga o seu. Beleza.
Mas cada grupo tem um jeito: há os que dividem a conta em partes iguais e os que pedem que o garçom discrimine os pedidos para facilitar o cálculo na hora de pagar.
Muito mais elegante dividir igualmente – Mas – e isso vale para todos – sempre tem alguém que toma 5 caipirinhas enquanto os outros ficaram na água ou refrigerante.
Nesse caso, se for um grupo amigo de longa data, não há problema em apresentar ao amigo que bebeu mais a conta já feita:
” Fulano a sua parte é tanto $$$, por conta dos seus drinques”
…
Entre namorados recentes – achamos lindo que ele pague nas primeiras vezes (pelo menos nas primeiras). E, claro, ela pode se oferecer para dividir.
Mas atenção meninos, não se iludam: a gente oferece, mas, no começo, simplesmente detestamos quando vocês aceitam rachar, ta?
Entre casais amigos – entre casais casados, há um código de dividir pelo numero de casais e não de pessoas – e até funciona, desde que estejam todos de acordo. E vale a mesma regra dos amigos para os que consomem mais.
Entre casais e uma amiga separada ou viúva – se a situação financeira permitir e/ou essa for uma circunstância singular, é muito mais simpático e elegante que todos dividam a parte dessa senhora. Que pode não querer de jeito nenhum. Nesse caso, não discutam e deixem- na pagar a parte dela.
Entre colegas de trabalho – divide- se escrupulosamente a conta e, nesse caso, como vocês irão fazer isso mais vezes, vale até fazer um pouco de conta a mais para não prejudicar ninguém.
É claro que tudo isso depende sempre de sensibilidade para
perceber com quem estamos lidando e em que circunstâncias, mas por ser um assunto considerado delicado, esse lance de divisão d e c o n t a s d e v e s e r t r a t a d o s e m p r e c o m o m á x i m o d e transparência possível, mas também com leveza e naturalidade – afinal, dinheiro é matéria, pura e simples. E não sentimento.
Cardápio ou Menú – Qual a
diferença?
O cardápio é o que nos oferecem no restaurante com a lista de tudo o que é possível de ser servido e de onde escolhemos alguns ítens.
Já o Menú é o que é apresentado nas refeições sociais ou comerciais mais formais com a lista do que será servido de fato: aquele em que explica a ocasião que esta sendo celebrada e coloca – se por ordem de entrada o que será servido.
Embora muita gente ache que é a mesma coisa, há uma diferença entre menu e cardápio. E a forma como são usados pode parecer um detalhe mas faz diferença no curso de uma refeição – seja ela de negócios ou não, informal ou oficial.
O cardápio – é o que nos oferecem no restaurante com a lista de tudo o que é possível de ser servido e de onde escolhemos alguns ítens.
Muitos restaurantes hoje apresentam cardápios em tablets – a ideia é facilitar a escolha do cliente e seja na versão impressa ou eletrônica o importante é saber que podemos contar com o maitre ou garçom para tirar eventuais dúvidas.
Mas tirar a dúvida é uma coisa, já, pedir que eles desfiem toda lista de alternativas de pratos com os respectivos acompanhamentos é de uma falta de sensibilidsde atroz! Ninguem merece isso e acredite: não ajuda em nada a agilizar o serviço a seu favor.
Cliente inconveniente: é aquele que não entende que nem sempre é possível fazer muitos ajustes aos pratos para adequa-los ao seu paladar. Uma coisa é pedir para substituir os legumes por uma salada . Outra muito diferente é pedir que o molho putanesca (que provavelmente já está pronto) venha sem as azeitonas picadas…
Simplifique: aprenda a consultar o cardápio assim que o tiver em mãos – e decida logo o que vai pedir ou quais dúvidas vai dirimir ) e só então chame o maitre. Esse expediente economiza o tempo de todos. E aí, escolhas feitas, todos podem relaxar e conversar até chegarem os pratos.
O Menú – é o que é apresentado nas refeições sociais ou comerciais mais formais com a lista do que será servido de fato: aquele em que explica a ocasião que esta sendo celebrada e coloca – se por ordem de entrada tudo o que será servido, inclusive os vinhos.
Pode ser em papel cartão mais grosso ou cartolina, em geral é impresso e colocado em cada lugar de modo que cada convidado possa consultar ou mesmo intercalado a cada dois ou três lugares. Quando é individual, frequentemente é em tamanho menor e tem apenas uma face que pode ser disposta sobre o guardanapo ou sobre a mesa.
Já, quando há mais espaço, em mesas mais formais e maiores, ele pode ser duplo e colocado em pé de modo a se integrar a decoração. Muitas vezes, em jantares com convidados estrangeiros encontramos um menú bilingue – e não é frescura mas uma grande gentileza para com os convidados de outra nacionalidade que não falam nossa língua…
Quase a la carte – o Menú serve justamente para preparar os convidados para o que será servido e, muitas vezes vem com uma ou mais opções para cada uma das etapas da refeição – da entrada a sobremesa.
Nesse caso, o garçom de cada mesa anotará quais as escolhas de cada um antes de chegar com os pratos já servidos. No caso de o serviço ser a francesa, a comida chegará em travessas para que cada um se sirva do que preferir. E, mais uma vez o Menú ajuda pois basta esperar o momento em que será servida a nossa
escolha.
Ok, todo esse papo pode parecer o detalhe do detalhe mas, pessoalmente, de-tes-to passar quase uma hora comendo pães e pastas do couvert porque a galera não se organiza para pedir logo o cardapio ao garçom e fazer o pedido sem demora…
Posso pedir para repetir o prato?
Ou mesmo em dúvida quanto ao que dizer para sinalizar a dona da casa que gostaria de comer mais um pouco de determinado
prato.
Há várias casos mas uma coisa é certa: repetir é sempre sinal de sucesso e a dona da casa e os chefs adoram tá?
Na casa de amigos – tanto no caso do serviço americano quanto no franco americano (em que a comida está disposta em bufês) no momento de repetir, leva-se o prato com os talheres até o bufê. Só deixe os talheres sobre a mesa se tiver apoios de talher, senão leve junto – para não sujar toalhas ou superfícies
Em casamentos – ou outros eventos maiores, com serviço de bufê sirva-se quantas vezes quiser. É sempre melhor do que encher demais o prato e voltar para a mesa com uma montanha de comida difícil de administrar e de comer .
Nesse caso, quando não há um momento definido para se comer o doce, se quiser comer a sobremesa, pode deixar seu prato sobre a mesa – que algum garçom deveria retirar até você voltar do bufê.
Com Serviço a francesa – (como na foto acima) quando são poucos convidados (até 12 – e nesse caso recomenda-se 2 garçons para agilizar o serviço) a dona da casa instrui para que passem uma segunda vez as travessas.
Em geral, passa-se a segunda vez apenas o prato principal e não a entrada. Mas não é regra e nada impede que se passe todos os pratos duas vezes.
Outro expediente é, a própria dona da casa perguntar antes que se passe a próxima etapa se “alguém” deseja mais um pouco do ravioli.” – ou o que estiver sendo servido.
Mas, quer saber? Tudo o que falamos aqui está correto mas, de verdade, exceto em banquetes oficiais de Estado, você sempre – repito: sempre – pode pedir para repetir o que achar gostoso!
E mais de uma vez… Pois para qualquer anfitrião esse é um dos maiores prazeres de se receber a mesa! E bom apetite!!!
Para repetir quando o serviço é Bufê
SEBRAE Pimenta Bueno – Rondônia
Refeições de Negócios: além de talheres e vinho
Seja com clientes, fornecedores, funcionários ou mesmo se você for o chefe: o importante é transitar com desenvoltura e não
se perder em pequenos detalhes que podem sim fazer diferença!
Veja algumas dicas que podem tornar mais leve qualquer refeição – e eventualmente, mais eficiente uma relação profissional.
SE VOCÊ É O CHEFE:
Sem essa de ostentar poder e dinheiro – seu objetivo é discutir negócios com um de seus empregados. Portanto, escolha um restaurante de boa qualidade que não seja nem luxo nem família.
Você convidou . Então você paga discretamente.
Pergunte ao seu convidado se ele come carne, antes de fazer reserva na melhor churrascaria .
Não marque jantar de negócios em restaurantes exóticos.
Seu convidado pode se sentir constrangido a comer iguarias estranhas só para não fazer feio.
Chegue alguns minutos antes do convidado. Não deixe plantado no bar, à sua espera. É uma delicadeza ímpar justamente por estar em vantagem na hierarquia.
Se for usar uma roupa informal, avise seu convidado antes para que ele saiba o tom do compromisso.
Adequação é a palavra – chave para acerta na escolha do prato. Restaurante típico, comida típica. Se o clima for quente, bebida frugal. Já em clima frio , comida quente.
E, qualquer que seja o prato, pouca bebida.
Se você é o convidado
Se quiser levar acompanhante, o melhor é perguntar e/ou avisar antes. O ideal é combinar.
Se o convite for na casa do chefe, retribua levando artigo especiais como um uísque 12 anos, uma boa cachaça especial, um azeite diferente ou uma caixa de bombons . Não se atrase. Afinal, o convite foi feito com antecedência.
O chefe paga, mais isso não significa que seja a senha
para você pedir o prato mais caro do cardápio.
Não coma ou beba demais.
Compre cigarros antes, Não ponha na conta do chefe.
Caso a comida não lhe agrade, não faça cara feia e prove só um pouquinho para não depreciar a escolha do chefe.
Caso alguém pergunte se gostou, diga: “Isto é bem diferente e eu nunca tinha experimentado antes”.
Não se acanhe em pedir ao maitre explicações sobre pratos escritos em francês. Evita surpresas horrorosas.
Espere que o anfitrião coloque o assunto do almoço.
Manifeste-se com moderação. Nada de grandes expansões, pois não é uma festa de confraternização.
Apenas o anfitrião dá ordens ao garçom sobre o andamento do jantar: hora de servir o café , de encerrar etc. Você se dirige a ele somente para pedir uma água , um pãozinho extra….
Nunca reclame do serviço nem da qualidade da comida. A não ser que seja gritantemente sofrível.