MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR
PROFESSOR: ROBERTO QUEIROGA PROFESSOR: ROBERTO QUEIROGA
ESTA
ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL – 2TÍSTICA EXPERIMENTAL – 201!201!2
POMBAL" OUTUBRO DE 201! POMBAL" OUTUBRO DE 201!
ESTA
ESTATÍSTICA EXPERIMENTÍSTICA EXPERIMENTATAL: L: 201!1201!1
UNIDADE I # $I%&'()*+,-. /. E).))-,. E&3(-%3+).45! UNIDADE I # $I%&'()*+,-. /. E).))-,. E&3(-%3+).45!
* Importância: a Estatística Experimental tem por objetivo o estudo dos experimentos, incluindo * Importância: a Estatística Experimental tem por objetivo o estudo dos experimentos, incluindo
planejamento, execução, análise dos dados e a interpretação dos res
planejamento, execução, análise dos dados e a interpretação dos resultados.ultados. 6 T-&' /3 &378-.:
6 T-&' /3 &378-.: A # P378-. /3 439.+).%3+)': A # P378-. /3 439.+).%3+)':
Observamse diversas características dos elementos de certa população ou amostra, utili!andose Observamse diversas características dos elementos de certa população ou amostra, utili!andose "uestionários ou entrevistas. #
"uestionários ou entrevistas. # observação $ %eita observação $ %eita naturalmente e sem naturalmente e sem inter%er&ncia do pes"uisador. Ex:inter%er&ncia do pes"uisador. Ex: censo.
censo.
B # P378-. 3&3(-%3+).4: B # P378-. 3&3(-%3+).4:
O pes"uisador exerce controle sobre o tratamento "ue vai ser aplicado a cada elemento da amostra. 'á, O pes"uisador exerce controle sobre o tratamento "ue vai ser aplicado a cada elemento da amostra. 'á,
portanto, inter%er&ncia do pes"uisador
portanto, inter%er&ncia do pes"uisador. Ex: experimentos de campo . Ex: experimentos de campo ou laborat(rio.ou laborat(rio. 6 E&3(-%3+)' '8 3+.-':
6 E&3(-%3+)' '8 3+.-':
)rabalo previamente planejado, "ue se+ue determinados princípios básicos e
)rabalo previamente planejado, "ue se+ue determinados princípios básicos e no "ual se %a!no "ual se %a! comparaçes do e%eito dos tratamentos.
comparaçes do e%eito dos tratamentos. 6 T(.).%3+)':
6 T(.).%3+)':
- uma denominação +en$rica, para desi+nar "ual"uer m$todo, elemento ou material, cujo e%eito - uma denominação +en$rica, para desi+nar "ual"uer m$todo, elemento ou material, cujo e%eito
desejamos medir e
desejamos medir e comparar.comparar. or exemplo, o tratamento pode ser: or exemplo, o tratamento pode ser: # um adubo nitro+enado para a cultura
# um adubo nitro+enado para a cultura do melão/do melão/ 0 uma variedade de al%ace/
0 uma variedade de al%ace/
1 um tratamento de solo para a cultura da melancia/ 1 um tratamento de solo para a cultura da melancia/
2 um bio%ertili!ante para a cultura do pimentão/ 2 um bio%ertili!ante para a cultura do pimentão/ E uma dosa+em de calcário para a cultura da cenoura/ E uma dosa+em de calcário para a cultura da cenoura/
3 um %un+icida para a cultura do tomate/ 3 um %un+icida para a cultura do tomate/
6 P.(,34. '8 8+-/./3 3&3(-%3+).4: 6 P.(,34. '8 8+-/./3 3&3(-%3+).4: a unidade na "ual o tratamento $ aplicado. a unidade na "ual o tratamento $ aplicado.
-na parcela "ue obtemos os dados "ue deverão re%letir o e%eito de cada tratamento. na parcela "ue obtemos os dados "ue deverão re%letir o e%eito de cada tratamento.
E4: composição da parcela: uma área com um +rupo de plantas/ um ou mais vasos numa casa de E4: composição da parcela: uma área com um +rupo de plantas/ um ou mais vasos numa casa de ve+etação/ uma placa de etri com um meio de cultura/ um tubo de ensaio com uma solução, etc. ve+etação/ uma placa de etri com um meio de cultura/ um tubo de ensaio com uma solução, etc.
E3%&4' /3 ,.(.,)3()-,. .9.4-./. 3 )
E3%&4' /3 ,.(.,)3()-,. .9.4-./. 3 )(.).%3+)':(.).%3+)':
Ex: 2eterminação da "uantidade de leite produ!ida em %unção do tipo de ração. Ex: 2eterminação da "uantidade de leite produ!ida em %unção do tipo de ração. #
#valiação do diâmetro do caule valiação do diâmetro do caule e da altura e da altura de plantas de Eucaliptus em de plantas de Eucaliptus em di%erentes variedades.di%erentes variedades. #
#valiação da vida 5til de %valiação da vida 5til de %rutos de moran+o arma!enados em di%ererutos de moran+o arma!enados em di%erentes temperaturas.ntes temperaturas. V.(-934 (3&').:
V.(-934 (3&').:
- a variável mensurada usada para avaliar o e%eito de tratamentos. - a variável mensurada usada para avaliar o e%eito de tratamentos.
Ex: rodutividade de %eijão, área
Ex: rodutividade de %eijão, área %oliar, s(lidos sol5veis etc.%oliar, s(lidos sol5veis etc. 6 T.%.+;' /. &.(,34. /3&3+/3:
6 T.%.+;' /. &.(,34. /3&3+/3: 6aterial "ue se está trabalando. 6aterial "ue se está trabalando.
Ex: arcelas com a cultura da cana de aç5car devem ser maiores "ue a"uelas com a al%ace. Ex: arcelas com a cultura da cana de aç5car devem ser maiores "ue a"uelas com a al%ace.
75mero de tratamentos em estudo: 75mero de tratamentos em estudo:
Em experimentos de meloramento ve+etal o tamano da parcela deve ser redu!ido. Em experimentos de meloramento ve+etal o tamano da parcela deve ser redu!ido.
8uantidade de material disponível: 8uantidade de material disponível:
Ensaio de novos materiais. Ensaio de novos materiais. 9so de má"uinas a+rícolas: 9so de má"uinas a+rícolas:
arcelas +randes. arcelas +randes.
rea disponível para pes"uisa: rea disponível para pes"uisa: #justamento ao tamano da área. #justamento ao tamano da área.
1usto, tempo e mão de obra: 1usto, tempo e mão de obra:
;ecurso %inanceiro, tempo disponível para amostra+em e mão de obra. ;ecurso %inanceiro, tempo disponível para amostra+em e mão de obra.
6 F'(%. /. &.(,34.: 6 F'(%. /. &.(,34.:
;etan+ulares, "uadradas, cilíndricas, etc. ;etan+ulares, "uadradas, cilíndricas, etc. B BLLOOCCOO TTRRAATTAAMMEENNTTOOSS 11 AA CC DD BB 22 DD BB AA CC << BB CC DD AA CC AA BB DD )ratamentos )ratamentos # < = >+ a
# < = >+ a?? de 7/ de 7/
0 < @= >+ a
0 < @= >+ a?? de 7/ de 7/
1 < ?A= >+ a
1 < ?A= >+ a?? de 7/ de 7/
2 < BC= >+ a
2 < BC= >+ a?? de 7. de 7.
6 D34-+3.%3+)' 3&3(-%3+).4 6 D34-+3.%3+)' 3&3(-%3+).4
- o plano utili!ado para reali!ar o experimento. Esse plano implica na maneira como os di%erentes - o plano utili!ado para reali!ar o experimento. Esse plano implica na maneira como os di%erentes tratamentos deverão ser distribuídos nas parcelas experimentais, e como serão analisados os dados a tratamentos deverão ser distribuídos nas parcelas experimentais, e como serão analisados os dados a
serem obtidos. serem obtidos.
DIC DIC TRATAMENTOS TRATAMENTOS A C A C A C A C D B A B D B A B B C D A B C D A D B C D D B C D DBC DBC B BLLOOCCOO TTRRAATTAAMMEENNTTOOSS 11 AA CC DD BB 22 DD BB AA CC << BB CC DD AA CC AA BB DD DQL DQL L
LIINN==AASS CCOOLLUUNNAASS
11 AA CC DD BB 22 DD BB AA CC << BB DD CC AA CC AA BB DD 6 P'&84.>?' 3 .%')(.: 6 P'&84.>?' 3 .%')(.: opulação opulação
- o conjunto constituído por todos os dados possíveis com relação D característica em estudo. - o conjunto constituído por todos os dados possíveis com relação D característica em estudo.
#mostra #mostra - uma parte representativa
- uma parte representativa da população, subconjunto do conjunto universo.da população, subconjunto do conjunto universo. Experimentos: indivíduos da área 5til da parcela.
Experimentos: indivíduos da área 5til da parcela. 6 F.)'(3 +?'
6 F.)'(3 +?' ,'+)('493-:,'+)('493-: a
ariação nos riação nos espaçamentos entre espaçamentos entre plantas.plantas. a
ariação na in%estação riação na in%estação em parcelas pelas em parcelas pelas pra+as.pra+as.
ariação na pro%undidade ariação na pro%undidade de semeadura.de semeadura. a
ariação na %ertilidade riação na %ertilidade do solo dentro da parcela.do solo dentro da parcela.
ariação na dose de ariação na dose de adubos, inseticidas etc.adubos, inseticidas etc. a
ariação na riação na "uantidade de á+ua "uantidade de á+ua aplicada.aplicada. recipitação recipitação Fuminosidade Fuminosidade )emperatura )emperatura
9midade relativa do ar 9midade relativa do ar
6 M3/-/. 8)-4-@./. +. 3&3(-%3+).>?' 6 M3/-/. 8)-4-@./. +. 3&3(-%3+).>?'
6edidas de posição 6edidas de posição
6$dia, mediana, moda, "uartis etc. 6$dia, mediana, moda, "uartis etc.
Ex: 1alcule a altura m$dia de seis alunos da turma de a+ronomia de acordo com a amostra a se+uir: Ex: 1alcule a altura m$dia de seis alunos da turma de a+ronomia de acordo com a amostra a se+uir:
?,A= m, ?,GH m, ?,GB m, ?,@= m ?,= m ?,A= m, ?,GH m, ?,GB m, ?,@= m ?,= m e ?,CB me ?,CB m M3/-/. /3 /-&3(?' M3/-/. /3 /-&3(?' V. V.(-*+,-." /39-' &./(?' 3 (-*+,-." /39-' &./(?' 3 ,'3-,-3+)3 /3 ,'3-,-3+)3 /3 9.(-.>?'!9.(-.>?'! 6 P4.+3.%3+)' 3&3(-%3+).4: 6 P4.+3.%3+)' 3&3(-%3+).4:
lanejamento, condução do experimento, coleta de dados, análise dos dados e interpretação dos lanejamento, condução do experimento, coleta de dados, análise dos dados e interpretação dos
resultados obtidos. resultados obtidos. 6 T-&' /3 3&3(-%3+)': 6 T-&' /3 3&3(-%3+)': E&3(-%3+)' &(34-%-+.(: E&3(-%3+)' &(34-%-+.(:
O n5mero de tratamentos pode ser +rande. O n5mero de tratamentos pode ser +rande. O n5mero de repetiçes pode ser pe"ueno. O n5mero de repetiçes pode ser pe"ueno.
#uxilia na escola de tratamentos em experimentos críticos. #uxilia na escola de tratamentos em experimentos críticos.
E&3(-%3+)' ,()-,': E&3(-%3+)' ,()-,': Jão experimentos em "ue as
Jão experimentos em "ue as respostas aos tratamentos são comparadas.respostas aos tratamentos são comparadas. O n
O n== de observaçes $ su%iciente para dar se+urança na determinação de di%erenças si+ni%icativas. de observaçes $ su%iciente para dar se+urança na determinação de di%erenças si+ni%icativas.
E&3(-%3+)' /3%'+)(.)-9': E&3(-%3+)' /3%'+)(.)-9': Experimentos condu!idos em trabalos de extensão com objetivo
Experimentos condu!idos em trabalos de extensão com objetivo de comparar um novo tratamento de comparar um novo tratamento comcom um padrão KtradicionalL.
um padrão KtradicionalL. Q8.4 /343 8.( Q8.4 /343 8.(
6 O3)-9' /3 8% 3&3(-%3+)': 6 O3)-9' /3 8% 3&3(-%3+)': Q83)3 . 3(3% Q83)3 . 3(3% (3&'+/-/.!(3&'+/-/.! =-&)33 . 3(3% )3)./.! =-&)33 . 3(3% )3)./.!
O investi+ador decide "uais comparaçes entre tratamentos o%erecem in%ormaçes relevantes. O investi+ador decide "uais comparaçes entre tratamentos o%erecem in%ormaçes relevantes.
1ondu! o experimento para testar ip(teses relativas Ds di%erenças entre tratamentos. 1ondu! o experimento para testar ip(teses relativas Ds di%erenças entre tratamentos.
6 E).&. /' P4.+3.%3+)' 3&3(-%3+).4: 6 E).&. /' P4.+3.%3+)' 3&3(-%3+).4: 8uais as características "ue serão analisadasM 8uais as características "ue serão analisadasM
E4: bovinos KN de +ordura na carne, produção de leite, etcL. E4: bovinos KN de +ordura na carne, produção de leite, etcL.
Ex: #cerola Kteor de vitamina 1, vida 5til de prateleira, perda de peso, etcL. Ex: #cerola Kteor de vitamina 1, vida 5til de prateleira, perda de peso, etcL. E4: Eucaliptus Kdiâmetro do caule, altura da planta, produção de madeira, etcL. E4: Eucaliptus Kdiâmetro do caule, altura da planta, produção de madeira, etcL.
8uais %atores "ue a%etam estas característicasM 8uais %atores "ue a%etam estas característicasM
E4: raça, variedade, espaçamento, adubação, irri+ação, etc. E4: raça, variedade, espaçamento, adubação, irri+ação, etc.
8uais desses %atores serão estudados no experimentoM 8uais desses %atores serão estudados no experimentoM
Experimentos simples: apenas um tipo de tratamento pode ser estudado de cada ve!. Experimentos simples: apenas um tipo de tratamento pode ser estudado de cada ve!.
E4: testar espaçamentos Kadubação, variedade, irri+ação devem ser constantesL. E4: testar espaçamentos Kadubação, variedade, irri+ação devem ser constantesL.
Experimentos complexos: dois ou mais %atores. Experimentos complexos: dois ou mais %atores.
E4: embala+ens x temperaturas. E4: embala+ens x temperaturas. E4: %onte da á+ua x "uantidade aplicada. E4: %onte da á+ua x "uantidade aplicada. E4: variedades x espaçamentos x adubação. E4: variedades x espaçamentos x adubação. 1omo será constituída a unidade experimentalM 1omo será constituída a unidade experimentalM
E4: 5nico indivíduo ou +rupo deles. E4: 5nico indivíduo ou +rupo deles.
E4: rodutividade de al%ace Kvariedades #, 0, 1, 2 e EL E4: rodutividade de al%ace Kvariedades #, 0, 1, 2 e EL
*8uantas repetiçes deveram ser utili!adasM *8uantas repetiçes deveram ser utili!adasM
2epende do n5mero de tratamentos e do delineamento experimental. 2epende do n5mero de tratamentos e do delineamento experimental. 8uanto maior o n5mero de repetiçes melor a precisão do experimento. 8uanto maior o n5mero de repetiçes melor a precisão do experimento.
;ecomendase: n5mero de parcelas P B=. ;ecomendase: n5mero de parcelas P B=.
6 P('3)' /3 &378-.: 6 P('3)' /3 &378-.:
# )ítulo: simples e coerente com o objetivo. # )ítulo: simples e coerente com o objetivo. Ex: rodução de milo em
Ex: rodução de milo em %unção de doses de nitro+&nio.%unção de doses de nitro+&nio. 0 ;esponsável e colaboradores:
0 ;esponsável e colaboradores:
E4: Indicar pessoas Korientador, pro%essores, bolsistas, voluntáriosL e instituiçes. E4: Indicar pessoas Korientador, pro%essores, bolsistas, voluntáriosL e instituiçes.
1 Introdução com justi%icativa: 1 Introdução com justi%icativa:
;evisão de literatura. ;evisão de literatura.
Importância s(cioeconQmica, nutricional. Importância s(cioeconQmica, nutricional.
roblema a ser estudado. roblema a ser estudado. 'ip(teses a serem testadas. 'ip(teses a serem testadas.
2 < Objetivos: 2 < Objetivos:
8uestes a serem respondidas. 8uestes a serem respondidas.
E 6aterial e m$todos: E 6aterial e m$todos:
Focali!ação: coordenadas +eo+rá%icas, tipo de solo, topo+ra%ia etc. Focali!ação: coordenadas +eo+rá%icas, tipo de solo, topo+ra%ia etc.
6ateriais: cala+em adubação, drena+em irri+ação. 6ateriais: cala+em adubação, drena+em irri+ação. )ratamentos: identi%icar os tratamentos a serem testados. )ratamentos: identi%icar os tratamentos a serem testados.
1ondução da cultura: semeadura, podas, pulveri!açes, coleita, adubação, irri+ação etc. 1ondução da cultura: semeadura, podas, pulveri!açes, coleita, adubação, irri+ação etc. 1aracterísticas avaliadas: produção de +rãos, teor de +ordura na carne, vida 5til do %ruto etc. 1aracterísticas avaliadas: produção de +rãos, teor de +ordura na carne, vida 5til do %ruto etc.
2elineamento experimental: 2elineamento experimental:
K2I1, 201, 28FL. K2I1, 201, 28FL.
#nálise estatística KJo%tRare utili!ado e procedimentos p(sanálise de variânciaL. #nálise estatística KJo%tRare utili!ado e procedimentos p(sanálise de variânciaL.
3 1rono+rama: 3 1rono+rama:
E&3,--,.( ' )3%&' &.(. 33,8>?' /. &378-.! E&3,--,.( ' )3%&' &.(. 33,8>?' /. &378-.!
201< 201< A
ATTIIVVIIDDAADDEESS 8844 AAHH'' SS33)) OO88)) NN''99 DD33@@ C C''4433)). . 3 3 ..++44--3 3 7788%%--,,. . //' ' ''44'' XX P P((33&&..((' ' //. . ((33.. XX A A7788---->>??' ' //3 3 %%..))33((--..-- XX SS33%%33..//88((.. XX T T((..++&&44..++))--'' XX C C''++//88>>??' ' 3 3 ))((..))'' ,,8844))88((..-- XX XX XX A A%%''))((..HH33% % //3 3 &&44..++)).. 3 3 ((88))'' XX XX C C''44;;33--)).. //33 ((88))'' XX C C''4433)).. //33 //..//'' XX XX XX A A99..44--..>>33 //3 3 &&##,,''44;;33--)).. XX T T..8844..>>??' ' 3 3 ..++44--3 3 //3 3 //..//'' XX A A&&((3333++))..>>??' ' //3 3 ((3344..))((--'' XX E E++99--'' //33 ((3344..))((--'' XX R R3388%%'' 33%%,,''++HH((33'' XX P P8844--,,..>>??' ' 33% % &&33((--//--,,'' XX O
O((--33++))..>>??' ' //3 3 PPIIBBIICC XX XX XX XX XX XX O O((--33++))..>>??' ' //3 3 %%''++''HH((..--.. XX XX XX XX XX XX G # O(>.%3+)'! G # O(>.%3+)'! D D--,,((--%%--++..>>??' ' UU++--//!! QQ88..++))!! VV..44''(( 8+-)(-' 8+-)(-' V V.4'( )')..4'( )').44 ? < 6aterial de consumo em campo e
? < 6aterial de consumo em campo e laborat(rio
laborat(rio
Jementes Smelão
Jementes Smelão Kcultivar )oKcultivar )orreonLT.rreonLT.
>>++ ==,,HH ??AA====,,==== @@====,,====
33eerrttiillii!!aanntte e KK11lloorreetto o dde e ppoottáássssiiooLL.. >>++ AA== ??,,==== AA==,,==== 3ertili!ante KJuper%os%ato simplesL.
3ertili!ante KJuper%os%ato simplesL.
>>++ BB==== ??,,BB== BB==,,==== 22ee%%eennssiivvoos s KK22aaccoonniillLL >>++ ??,,== HH==,,==== HH==,,==== 22ee%%eennssiivvoos s KKFFaannaatteeLL FF ??,,== CCHH,,==== CCHH,,====
00aannddeejjaas s dde e ppoolliieessttiirreennoo: : ??BBA A cc$$lluullaass uunniidd ??== ??BB,,==== ??BB==,,==== Jubstrato a+rícola para produção de
Jubstrato a+rícola para produção de mudas. mudas. uunniidd HH ??HH,,==== CCHH,,==== 66aanntta a KK))77))LL uunniidd BB ??..======,,==== BB..======,,====
JJaaccoos s pplláássttiiccoos s HH= = x x ??=== = ccmm.. uunniidd ??====== ==,,BB== BB====,,====
ssaaccoos s dde e ppaappeel l ??H H x x BBH H ccmm uunniidd BB====== ==,,??== BB====,,====
lla"a"ueuetatas s papara ra ididenentiti%i%icacaçãção o dede parcelas
parcelas
9
9nniidd BB==== ??,,HH UU====,,==== ;ea+entes Kácido sul%5ricoL
;ea+entes Kácido sul%5ricoL
F
F BB,,== ??BB==,,==== BB==,,==== ;ea+entes Kidr(xido de s(dioL.
;ea+entes Kidr(xido de s(dioL.
>>++ ??,,== ??HH==,,==== ??HH==,,====
rreeaa++eennttees s KKaannttrroonnaaLL ++ ??==== HH,,==== HH====,,==== B
B < < JeJervrviçiçoos s de de tetercrceieiroros s ppesesssoaoa jurídica.
jurídica.
66aannuutteennççãão o e e ccoonnsseerrtto o ddee e"uipamentos
e"uipamentos
BB..======,,====
))aaxaxas s de de ininscscririçãção o em em evevenentotos,s, publicação
publicação de de arti+os arti+os em em peri(dicos,peri(dicos,
ccoonn%%eeccççãão o dde e ppoosstteerrss, , oouuttrrooss.. BB..BBHH==,,==== T'
T').4 ).4 !J<0"00!J<0"00
* ;e%er&ncias: * ;e%er&ncias:
Fiteratura "ue serviu de embasamento para a reali!ação da pes"uisa. Fiteratura "ue serviu de embasamento para a reali!ação da pes"uisa.
ESTA
ESTATÍSTICA TÍSTICA EXPERIMENTALEXPERIMENTAL
UNIDADE II # PRINCÍPIOS BKSICOS DA EXPERIMENTAÇÃO! UNIDADE II # PRINCÍPIOS BKSICOS DA EXPERIMENTAÇÃO!
A – R3&3)->?': A – R3&3)->?':
C'+-/3(.>3 ' ' 3((' 3&3(-%3+).4! C'+-/3(.>3 ' ' 3((' 3&3(-%3+).4! a
E,'4;. /' )(.).%3+)' E,'4;. /' )(.).%3+)' EX:
EX: roduçes de duas variedades de roduçes de duas variedades de milo # milo # e 0.e 0. #
# 00
V#W produ!iu mais do "ue V0W V#W produ!iu mais do "ue V0W Jerá "ue # $ mais produtiva do "ue 0M Jerá "ue # $ mais produtiva do "ue 0M
K# : área mais %$rtil, melor condição de umidadeL. K# : área mais %$rtil, melor condição de umidadeL. EX:
EX: roduçes de duas variedades de roduçes de duas variedades de milo # milo # e 0 com e 0 com repetiçes.repetiçes. # # 00 0 0 ## 0 0 ## # # 00 # # 00 XX R3&3)->3 3 8. 8+>3 R3&3)->3 3 8. 8+>3
A → Permitem a estimação do err
A → Permitem a estimação do erro experimental.o experimental.
B → Reduzem a variância da a
C → Aumenta a abran!ncia do experimento" C → Aumenta a abran!ncia do experimento"
F.)'(3 783 .3).% ' +%3(' /3 (3&3)->3 F.)'(3 783 .3).% ' +%3(' /3 (3&3)->3
#rau de precisão dese$ado" #rau de precisão dese$ado"
R3,8(' -+.+,3-(' 3 )3%&'
B – C.8.4-@.>?': B – C.8.4-@.>?':
O princípio da casuali!ação consiste na distribuição dos tratamentos Ds parcelas de O princípio da casuali!ação consiste na distribuição dos tratamentos Ds parcelas de %orma casual, para se evitar "ue um determinado tratamento vena a ser bene%iciado ou %orma casual, para se evitar "ue um determinado tratamento vena a ser bene%iciado ou
prejudicado por sucessivas repetiçes em parcelas melo
prejudicado por sucessivas repetiçes em parcelas melores ou piores.res ou piores. Jorteio dos tratamentos nas parcelas
Jorteio dos tratamentos nas parcelas 1ro"ui de um experimento 1ro"ui de um experimento # # # # # # # # # # 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
2esta maneira os tratamentos #, 0 e 1 t&m a mesma probabilidade de ser destinado a "ual"uer parcela. 2esta maneira os tratamentos #, 0 e 1 t&m a mesma probabilidade de ser destinado a "ual"uer parcela.
O 783 .@3( O 783 .@3(
1asuali!ação das repetiçes dos tratamentos. 1asuali!ação das repetiçes dos tratamentos.
0 # 1 0 # 0 # 1 0 # 1 0 1 # 0 1 0 1 # 0 0 1 # # 1 0 1 # # 1 F-+.4-/./3 F-+.4-/./3
ropiciar a todos os tratamentos a mesma cance de serem desi+nados as parcelas. ropiciar a todos os tratamentos a mesma cance de serem desi+nados as parcelas.
E9-).:
E9-).: %avorecimento ou não ocasionado por %atores externos. %avorecimento ou não ocasionado por %atores externos. a
ale ressaltar "ue le ressaltar "ue sem os princípios básicos da repetição sem os princípios básicos da repetição e da casuali!ação e da casuali!ação não existe experimentação.não existe experimentação. C # C'+)('43 L',.4:
C # C'+)('43 L',.4:
O princípio do controle local s( $ obri+at(rio "uando as condiçes experimentais assim o exi+ir O princípio do controle local s( $ obri+at(rio "uando as condiçes experimentais assim o exi+ir
Ketero+eneidade das condiçes experimentaisL. Ketero+eneidade das condiçes experimentaisL.
E4: experimentos no campo. Ketero+&neoL. E4: experimentos no campo. Ketero+&neoL.
E4: experimentos em estu%as e laborat(rio Komo+&neoL. E4: experimentos em estu%as e laborat(rio Komo+&neoL.
EX:
EX: rea com mancas de solo bem de%inidasrea com mancas de solo bem de%inidas
2istinção entre condiçes experimentais: $ necessária a casuali!ação nessas áreas Kcontrole localL. 2istinção entre condiçes experimentais: $ necessária a casuali!ação nessas áreas Kcontrole localL.
reas são camadas de blocos. reas são camadas de blocos.
EX:
EX: blocos seriam as mancas de solo. blocos seriam as mancas de solo. Os blocos poderão ser espalados por toda á
Os blocos poderão ser espalados por toda área ou a+rupados.rea ou a+rupados. oderá aver ou não +rande variabilidade de um bloco para outro. oderá aver ou não +rande variabilidade de um bloco para outro.
1ada bloco seja tão
1ada bloco seja tão uni%orme "uanto possível.uni%orme "uanto possível. E:
E: Experimentos !oot$cnicos visando meloria na "ualidade da carne.Experimentos !oot$cnicos visando meloria na "ualidade da carne. Kteste de raçesL.
0ovinos com idades di%erentes. 0ovinos com idades di%erentes.
odem apresentar taxa de crescimento di%erenciado e, portanto não podemos distribuir as raçes odem apresentar taxa de crescimento di%erenciado e, portanto não podemos distribuir as raçes
inteiramente ao acaso. inteiramente ao acaso.
O controle local consiste
O controle local consiste em dividir +rupo etero+&neo "uanto a em dividir +rupo etero+&neo "uanto a idade em sub+rupos omo+&neos.idade em sub+rupos omo+&neos. Jub+rupos são camados de blocos.
Jub+rupos são camados de blocos.
;açes são distribuídas de maneira casuali!ada dentro de cada bloco. ;açes são distribuídas de maneira casuali!ada dentro de cada bloco. 2elineamentos di%erem "uanto D aplicação destes princípios básicos. 2elineamentos di%erem "uanto D aplicação destes princípios básicos.
2I1 KB princípios < repetição, casuali!açãoL 2I1 KB princípios < repetição, casuali!açãoL
201 KU princípios < repetição, casuali!ação e controle localL. 201 KU princípios < repetição, casuali!ação e controle localL. 28F KU princípios < repetição, casuali!ação e controle localL. 28F KU princípios < repetição, casuali!ação e controle localL.
EXEMPLOS PRKTICOS DE
EXEMPLOS PRKTICOS DE EXPERIMENTOEXPERIMENTOS:S:
? 9m extensionista, desejando comparar ?= raçes para +ano de peso em animais, procedeu da ? 9m extensionista, desejando comparar ?= raçes para +ano de peso em animais, procedeu da se+uinte %orma:
se+uinte %orma:
)omou ?= animais de uma propriedade rural. Estes ?= animais visivelmente não eram omo+&neos )omou ?= animais de uma propriedade rural. Estes ?= animais visivelmente não eram omo+&neos entre si, por"ue %oram oriundos de di%erentes cru!amentos raciais e apresentavam idades di%erentes. #s entre si, por"ue %oram oriundos de di%erentes cru!amentos raciais e apresentavam idades di%erentes. #s
raçes "ue o extensionista jul+ou ser as melores %oram desi+nadas aos melores animais, e as raçes raçes "ue o extensionista jul+ou ser as melores %oram desi+nadas aos melores animais, e as raçes "ue o extensionista jul+ou ser as piores %oram desi+nadas aos piores animais, de tal %orma "ue cada "ue o extensionista jul+ou ser as piores %oram desi+nadas aos piores animais, de tal %orma "ue cada animal recebeu uma 5nica ração. #o %inal de sua pes"uisa, o extensionista recomendou a ração "ue animal recebeu uma 5nica ração. #o %inal de sua pes"uisa, o extensionista recomendou a ração "ue proporcionou maior +ano d
proporcionou maior +ano de peso nos animais.e peso nos animais. # B.3./' +3). -+'(%.>3" &3(H8+).#3: # B.3./' +3). -+'(%.>3" &3(H8+).#3: # < 8uantos e "uais %oram os tratamentos em
# < 8uantos e "uais %oram os tratamentos em teste nesta pes"uisaMYusti%i"ue sua resposta.teste nesta pes"uisaMYusti%i"ue sua resposta. ?= tratamentos: raçes. Esta %oi D %onte de variação introdu!ida pelo pes"uisador. ?= tratamentos: raçes. Esta %oi D %onte de variação introdu!ida pelo pes"uisador. 0 < 8ual %oi D constituição de cada unidade experimental nesta pes"uisaMYusti%i"ue sua resposta. 0 < 8ual %oi D constituição de cada unidade experimental nesta pes"uisaMYusti%i"ue sua resposta.
1ada animal. 1ada animal recebeu um dos tratamentos. 1ada animal. 1ada animal recebeu um dos tratamentos.
1 8ualKisL %oiKramL oKsL princípioKsL básicoKsL da experimentação utili!ados nesta pes"uisaM 1 8ualKisL %oiKramL oKsL princípioKsL básicoKsL da experimentação utili!ados nesta pes"uisaM
7enum. 7enum.
2 < - possível estimar o erro experimental nesta pes"uisaM Yusti%i"ue sua resposta. 2 < - possível estimar o erro experimental nesta pes"uisaM Yusti%i"ue sua resposta.
7ão. ois o experimento não teve repetição. 7ão. ois o experimento não teve repetição. E
E # conclusão dada # conclusão dada pelo extensiopelo extensionista ao nista ao %inal da %inal da pes"upes"uisa $ isa $ estatiestatisticamsticamente ente aceitávaceitávelM elM YusYusti%i"uti%i"uee sua resposta.
sua resposta.
7ão, pois não %oram usado
7ão, pois não %oram usados os princípios básicos da exs os princípios básicos da experimentação.perimentação.
B < 9m pes"uisador de uma ind5stria de alimentos desejava veri%icar se seis sabores de sorvete B < 9m pes"uisador de uma ind5stria de alimentos desejava veri%icar se seis sabores de sorvete apres
apresentavam o entavam o mesmmesmo o o teor o teor de +licose. O de +licose. O pes"upes"uisadoisador, baseado em r, baseado em experexperimentimentos os anterianteriores, sabiaores, sabia "ue duas outras %ontes de variação indesejáveis poderiam in%luenciar o valor mensurado do teor de "ue duas outras %ontes de variação indesejáveis poderiam in%luenciar o valor mensurado do teor de +licose: o tipo de recipiente utili!ado para arma!ena+em do sorvete e o e"uipamento utili!ado para +licose: o tipo de recipiente utili!ado para arma!ena+em do sorvete e o e"uipamento utili!ado para mensuração do teor de +licose. ara controlar estas duas %ontes de variação o pes"uisador decidiu "ue mensuração do teor de +licose. ara controlar estas duas %ontes de variação o pes"uisador decidiu "ue cada sabor deveria ser avaliado em
cada sabor deveria ser avaliado em cada um dos seis e"uipamentos disponíveis/ e arma!enado em cadacada um dos seis e"uipamentos disponíveis/ e arma!enado em cada um
um dodos s seseis is titipopos s de de rerecicipipienentetes s disdispoponíníveveisis. . 1o1om m esesta ta %i%inanalilidadadede, , o o pepes"s"uiuisasadodor r plplananejoejou u oo experimento da se+uinte maneira:
experimento da se+uinte maneira:
rrepepararar G ar G lolotetes ds de?e?== == mml de l de cacada da ssababoror. O t. O tototal dal de le lototes es a sa sererem em prprepepararadados os seseriria da de Ue UG lG lototeses// Os lotes de sorvetes deveriam ser distribuídos ao acaso aos recipientes, com a restrição de "ue cada Os lotes de sorvetes deveriam ser distribuídos ao acaso aos recipientes, com a restrição de "ue cada tipo de recipiente recebesse todos os G sabores uma 5nica ve!/
tipo de recipiente recebesse todos os G sabores uma 5nica ve!/
Os lotes de sorvetes seriam desi+nados ao acaso aos e"uipamentos para a análise do teor de +licose, Os lotes de sorvetes seriam desi+nados ao acaso aos e"uipamentos para a análise do teor de +licose, com a restrição de "ue cada e"uipamento avaliasse cada um dos seis sabores uma 5nica ve!.
com a restrição de "ue cada e"uipamento avaliasse cada um dos seis sabores uma 5nica ve!. 0aseandose nestas in%ormaçes, per+untase:
0aseandose nestas in%ormaçes, per+untase:
? 8uais %oram os tratamentos em teste neste experimentoMYusti%i"ue a sua resposta. ? 8uais %oram os tratamentos em teste neste experimentoMYusti%i"ue a sua resposta.
Os seis sabores de sorvete. Esta %oi D %onte de variação introdu!ida pelo pes"uisador neste Os seis sabores de sorvete. Esta %oi D %onte de variação introdu!ida pelo pes"uisador neste
experimento. experimento.
B O princípio da repetição %oi utili!ado neste experimentoM Yusti%i"ue a sua resposta. B O princípio da repetição %oi utili!ado neste experimentoM Yusti%i"ue a sua resposta. Jim, pois cada sabor apareceu seis ve!es no experimento. Jim, pois cada sabor apareceu seis ve!es no experimento.
U O princípio do controle local %oi utili!ado neste experimentoM Yusti%i"ue a sua resposta. Je a U O princípio do controle local %oi utili!ado neste experimentoM Yusti%i"ue a sua resposta. Je a resposta %or a%irmativa, "uantas
resposta %or a%irmativa, "uantas ve!es o mesmo %oi ve!es o mesmo %oi utili!adoM utili!adoM Je a resposta %or Je a resposta %or ne+ativa, discuta sobrene+ativa, discuta sobre a necessidade do mesmo ser utili!ado neste experimento.
a necessidade do mesmo ser utili!ado neste experimento.
Jim, pois ouve controle na casuali!ação. 2ois controles %oram utili!ados na casuali!ação. Jim, pois ouve controle na casuali!ação. 2ois controles %oram utili!ados na casuali!ação.
ESTA
ESTATÍSTICA TÍSTICA EXPERIMENTALEXPERIMENTAL UNIDADE III UNIDADE III D34-+3.%3+)' -+)3-(.%3+)3 ,.8.4-@./' DIC D34-+3.%3+)' -+)3-(.%3+)3 ,.8.4-@./' DIC 1 – C.(.,)3()-,. 1 – C.(.,)3()-,.
#s unidades experimentais devem ser essencialmente
#s unidades experimentais devem ser essencialmente omo+&neas.omo+&neas. EX:
EX: )rabalos em laborat(rio, estu%as Ktemperatura e )rabalos em laborat(rio, estu%as Ktemperatura e 9;L.9;L. XX
EX:
EX: ouco comum em ensaios a+rícolas ouco comum em ensaios a+rícolas de campo.de campo. XX
# casuali!ação $ %eita inteiramente ao acaso. # casuali!ação $ %eita inteiramente ao acaso.
XX
rincípios básicos: repetição e casuali!ação. rincípios básicos: repetição e casuali!ação.
XX
C.8.4-@.>?' /' )(.).%3+)' DIC! C.8.4-@.>?' /' )(.).%3+)' DIC!
Experimento: H variedades de %eijoeiro K#, 0, 1, 2 e EL e "uatro repetiçes por tratamento. Experimento: H variedades de %eijoeiro K#, 0, 1, 2 e EL e "uatro repetiçes por tratamento.
1 0 2 # 1 1 0 2 # 1 0 # 1 2 E 0 # 1 2 E E 0 0 # 2 E 0 0 # 2 2 # E E 1 2 # E E 1 2 # V.+).H3+ 2 # V.+).H3+
7ão exi+e, embora seja pre%erível, "ue os tratamentos tenam todo
7ão exi+e, embora seja pre%erível, "ue os tratamentos tenam todos os mesmos n5ms os mesmos n5meros de repetiçes.eros de repetiçes. 3lexível: "ual"uer n5mero de tratamentos ou repetição.
3lexível: "ual"uer n5mero de tratamentos ou repetição.
# análise de variância $ simples, mesmo se o n5mero de repetição variar entre os tratamentos. # análise de variância $ simples, mesmo se o n5mero de repetição variar entre os tratamentos.
< # D39.+).H3+ < # D39.+).H3+ 7ão
7ão $ $ %ácil %ácil manter manter total total omo+enomo+eneidade das eidade das condiçes condiçes durante durante a a todatoda a reali!ação do experimento.
8uando as condiçes experimentais não são uni%ormes, as variaçes "ue não sejam atribuídas a 8uando as condiçes experimentais não são uni%ormes, as variaçes "ue não sejam atribuídas a
tratamentos são incorporadas ao erro Ka%eta a precisão do experimentoL. tratamentos são incorporadas ao erro Ka%eta a precisão do experimentoL.
# M'/34' %.)3%)-,' # M'/34' %.)3%)-,'
Z
Zijij [ \ ] t [ \ ] tii ] ^ ] ^ijij
Z
Zijij [ valor observado na parcela "ue recebeu o tratamento i na repetição j. [ valor observado na parcela "ue recebeu o tratamento i na repetição j.
\ [ m$dia +eral do experimento. \ [ m$dia +eral do experimento.
ttii [ e%eito do tratamento i aplicado na parcela. [ e%eito do tratamento i aplicado na parcela.
^^ijij[ erro dos %atores não controlados na parcela.[ erro dos %atores não controlados na parcela.
# A+4-3 /3 9.(-*+,-. ANOVA # A+4-3 /3 9.(-*+,-. ANOVA
- uma t$cnica de análise estatística "ue permite decompor a variação total, ou seja, a - uma t$cnica de análise estatística "ue permite decompor a variação total, ou seja, a variação existente entre todas as observaçes, na variação devido D di%erença entre os e%eitos dos variação existente entre todas as observaçes, na variação devido D di%erença entre os e%eitos dos tratamentos e na variação devido ao acaso, "ue tamb$m $
tratamentos e na variação devido ao acaso, "ue tamb$m $ denominadenominada de erro da de erro experimental ou resíduo.experimental ou resíduo. - um procedimento utili!ado para veri%icação de e%eito si+ni%icativo entre tratamentos. #"ui saberemos - um procedimento utili!ado para veri%icação de e%eito si+ni%icativo entre tratamentos. #"ui saberemos
se os tratamentos di%erem ou não com relação D determinada característica avaliada. se os tratamentos di%erem ou não com relação D determinada característica avaliada.
or$m, não sabemos "ual o
or$m, não sabemos "ual o melor ou pior dos tratamentos melor ou pior dos tratamentos testados.testados. # #
# #7O7O# # baseiase na baseiase na decomposição da variação decomposição da variação total da total da variável resposta em variável resposta em partes "ue podem partes "ue podem ser ser atribuídas aos tratamentos Kvariância entre tratamentosL e ao erro experimental Kvariância dentro dos atribuídas aos tratamentos Kvariância entre tratamentosL e ao erro experimental Kvariância dentro dos
tratamentosL. tratamentosL. C'%&'->?' /. .+4-3 /3 9.(-*+,-. C'%&'->?' /. .+4-3 /3 9.(-*+,-. 33 __FF JJ88 8866 33 ) )rraatt.. I I < < ?? JJ88)); ; J8)J8); ; ``__FF 8866)); ; `86; `86; Erro Erro KresíduoL KresíduoL IIKKY Y < < ??LL JJ88))OO < J8) < J8); ; J8;`_FJ8;`_F ) )oottaall IIY Y ?? JJ88))OO %speci&icaç'es %speci&icaç'es
11.. ,'48+.: ,'48+.: 3ontes de variação K3L: tratamento ] resíduo [ total.3ontes de variação K3L: tratamento ] resíduo [ total.
22.. ,'48+.: ,'48+.: _raus de liberdade: tratamento ] erro KresíduoL [ total._raus de liberdade: tratamento ] erro KresíduoL [ total.
_F)
_F); ; [ I < ? K_rau de liberdade de tratamentoL. [ I < ? K_rau de liberdade de tratamentoL.
_F
_F))OO [ IY < ? K_rau de liberdade totalL. [ IY < ? K_rau de liberdade totalL.
_F; [ _F)
_F; [ _F)OO _F) _F); ; K_rau de liberdade do resíduoL. K_rau de liberdade do resíduoL.
I [ n5mero de tratamentos. I [ n5mero de tratamentos.
Y [ n5mero de repetiçes por tratamento. Y [ n5mero de repetiçes por tratamento. <<.. ,'48+.: SQ: )(.).%3+)' ,'48+.: SQ: )(.).%3+)' (3/8' )').4!(3/8' )').4!
J8)
J8)OO [ Z [ ZIYIYBB < 1 < 1
1 [ _
1 [ _BB` IY KJoma de "uadrado totalL` IY KJoma de "uadrado totalL
Z
ZIYIYBB [ Jomat(rio das observaçes ao [ Jomat(rio das observaçes ao "uadrado."uadrado.
1 [ 1orreção das parcelas. 1 [ 1orreção das parcelas.
Y [ n5mero de repetiçes por tratamento. Y [ n5mero de repetiçes por tratamento.
I [ n5mero de tratamentos. I [ n5mero de tratamentos. J8)
J8); ; [ ? ` Y K)O [ ? ` Y K)O);#));#)BBL < 1 KJoma de "uadrado de tratamentoL.L < 1 KJoma de "uadrado de tratamentoL.
)O
)O);#));#)BB [ Jomat(rio dos totais de tratamento ao "uadrado. [ Jomat(rio dos totais de tratamento ao "uadrado.
J8; [ J8)
J8; [ J8)OO J8) J8); ; KJoma de "uadrado do r KJoma de "uadrado do resíduoLesíduoL
.. ,'48+.: QM '8 9.(-*+,-.: )(.).%3+)' ,'48+.: QM '8 9.(-*+,-.: )(.).%3+)' 3 (3/8'!3 (3/8'!
86)
86); ; [ J8) [ J8); ; `_F)`_F); ; K8uadrado m$dio de tratamentoL. K8uadrado m$dio de tratamentoL.
J8)
J8); ; [ Joma de "uadrado de tratamentos. [ Joma de "uadrado de tratamentos.
_F)
_F); ; [ _rau de liberdade de tratamentos. [ _rau de liberdade de tratamentos.
86; [ J8;`_F; K8uadrado m$dio do re
86; [ J8;`_F; K8uadrado m$dio do resíduoLsíduoL J8; [ Joma de "uadrado do re
J8; [ Joma de "uadrado do resíduo.síduo. _F; [ _rau de liberdade do resíduo. _F; [ _rau de liberdade do resíduo.
.. ,'48+.: T3)3 F ,'48+.: T3)3 F
3 [ 86)
3 [ 86); ; `86;.`86;.
'
'==: m: m?? [ m [ mBB [ m [ mUU [ ... [ m [ ... [ mii ao nível de probabilidade. ao nível de probabilidade.
'
'??: rejeitase ': rejeitase '==: pelo menos a m$dia de dois tratamentos di%ere entre sí ao nível de probabilidade.: pelo menos a m$dia de dois tratamentos di%ere entre sí ao nível de probabilidade. Rera de decisão
Rera de decisão
33calcal 3 3tabtab aceitase ' aceitase '==..
33calcal 3 3tabtab rejeitase ' rejeitase '==..
J # P(38&'->3 -,. /. .+4-3 /3 9.(-*+,-. ANOVA J # P(38&'->3 -,. /. .+4-3 /3 9.(-*+,-. ANOVA
Os erros experimentais devem ter uma variância comum. KomocedásticosL. Os erros experimentais devem ter uma variância comum. KomocedásticosL.
JJ??BB`J`JBBBB
Erros experimentais devem ser independentes e
Erros experimentais devem ser independentes e normalmente distribuídos.normalmente distribuídos. # T(.+'(%.>?' /3 /./'
# T(.+'(%.>?' /3 /./' 9tili!ados "uando não
9tili!ados "uando não se conse+ue atender se conse+ue atender as pressuposiçes básicas da #7O#as pressuposiçes básicas da #7O#.. ;ai! "uadrada 4 ;ai! "uadrada 4 Fo+arítmica Fo+arítmica otencial otencial #mostra: @, ?G, , BH, UG #mplitude [ UB #mostra: @, ?G, , BH, UG #mplitude [ UB R.-@ 78./(./.: R.-@ 78./(./.:
;ai! @ [ U/ ;ai! ?G [ / ;ai! [ B/ ;ai! BH [ H/ ;ai! UG [ G/ ;ai! @ [ U/ ;ai! ?G [ / ;ai! [ B/ ;ai! BH [ H/ ;ai! UG [ G/
#mplitude: 1 Kcoe%iciente de variaçãoL. #mplitude: 1 Kcoe%iciente de variaçãoL.
E4?: ara comparar a produtividade de cinco variedades de milo, um a+rQnomo tomou B= parcelas E4?: ara comparar a produtividade de cinco variedades de milo, um a+rQnomo tomou B= parcelas similares e distribuiu inteiramente ao acaso. 1ada uma das cinco variedades em "uatro parcelas similares e distribuiu inteiramente ao acaso. 1ada uma das cinco variedades em "uatro parcelas experimentais. # partir dos dados experimentais %ornecidos abaixo, $ possível concluir "ue existe experimentais. # partir dos dados experimentais %ornecidos abaixo, $ possível concluir "ue existe di%erença si+ni%icativa entre variedades com relação D produtividade, utili!ando o nível de si+ni%icância di%erença si+ni%icativa entre variedades com relação D produtividade, utili!ando o nível de si+ni%icância de H NM
de H NM
1ro"ui do experimento no ca 1ro"ui do experimento no campo:mpo:
ar ? ar ? ?,?B ?,?B ar ar ?,=H ?,=H ar B ar B ?,?H ?,?H ar ar ?,BU ?,BU ar U ar U ?,BC ?,BC ar B ar B ?,?A ?,?A ar H ar H B,?C B,?C ar H ar H ?,@U ?,@U ar H ar H ?,@= ?,@= ar U ar U ?,U? ?,U? ar ? ar ? =,@A =,@A ar B ar B ?,=H ?,=H ar U ar U ?,?B ?,?B ar H ar H ?,A= ?,A= ar B ar B =,@C =,@C ar ? ar ? =,@C =,@C ar ar ?,?B ?,?B ar ? ar ? =,AH =,AH ar ar ?,BH ?,BH ar U ar U ?,?= ?,?= )ab
)abulação dos dados ulação dos dados do experimento:do experimento:
;epetiçes ;epetiçes )
)rraattaammeennttooss II IIII IIIIII II ))oottaaiiss
?
? aarriieeddaadde e ?? ==,,AAHH ==,,@@CC ==,,@@AA ??,,??BB UU,,@@BB B
B < < aarriieeddaadde e BB ==,,@@CC ??,,==HH ??,,??AA ??,,??HH ,,UUHH U
U < < aarriieeddaadde e UU ??,,??== ??,,??BB ??,,UU?? ??,,BBCC ,,AA==
< < aarriieeddaadde e ??,,??BB ??,,BBHH ??,,==HH ??,,BBUU ,,GGHH H
H < < aarriieeddaadde e HH ??,,AA== ??,,@@== BB,,??CC ??,,@@UU CC,,AA== G 2"2 G 2"2
G(.8 /3 4-3(/./3 G(.8 /3 4-3(/./3 )otal: IY < ? [ H x < ? [ ?@. )otal: IY < ? [ H x < ? [ ?@. )ratamento: I < ? [ H < ? [ . )ratamento: I < ? [ H < ? [ . ;esidual: _F ;esidual: _F)O)O < _F < _F); ); [ ?@ < [ ?H. [ ?@ < [ ?H. I [ n5mero de tratamentos. I [ n5mero de tratamentos.
Y [ n5mero de repetiçes por tratamento. Y [ n5mero de repetiçes por tratamento.
S'%. /3 78./(./' S'%. /3 78./(./' )otal: J8)
)otal: J8)== [ Z [ ZIYIYBB < 1 1 [ _ < 1 1 [ _BB` IY` IY
Z
ZIYIYBB [ Jomat(rio das observaçes ao [ Jomat(rio das observaçes ao "uadrado."uadrado.
1 [ 1orreção das parcelas. 1 [ 1orreção das parcelas.
1 [ BH,HB
1 [ BH,HBBB ` B= [ ` B= [ <2"<<2"<
J8)
J8)OO [ K=,AH [ K=,AHBB ] =,@C ] =,@CBB ] ...] ?,@U ] ...] ?,@UBBL < UB,HGUHL < UB,HGUH
J8)
J8)OO [ UH,?G= < UB,HGUH [ 2"2 [ UH,?G= < UB,HGUH [ 2"2
)ratamento: J8)
)ratamento: J8); ; [ ? ` Y K) [ ? ` Y K); ; BB < 1L < 1L
Y [ n5mero de repetiçes por tratamento. Y [ n5mero de repetiçes por tratamento. )
); ; BB [ Jomat(rio dos totais de cada tratamento ao "uadrado. [ Jomat(rio dos totais de cada tratamento ao "uadrado.
1 [ 1orreção das parcelas. 1 [ 1orreção das parcelas. J8)
J8); ; [ ? ` KU,@B [ ? ` KU,@BBB ] ,UH ] ,UHBB ] ...] C,A= ] ...] C,A=BBL UB,HGUHL UB,HGUH
J8)
J8); ; [ U,@C@ < UB,HGUH [ [ U,@C@ < UB,HGUH [ 2"<2"<
;esidual: J8; [ J8)
;esidual: J8; [ J8)OO < J8) < J8); ;
J8;
J8; [ B,HABH < B,UA [[ B,HABH < B,UA [ 0"110"11 Q8./(./' %/-'
Q8./(./' %/-' )ratamento: 86)
)ratamento: 86); ; [ J8) [ J8); ; ` _F ` _F; ;
J8)
J8); ; [ Joma de "uadrado de tratamentos. [ Joma de "uadrado de tratamentos.
_F)
_F); ; [ _rau de liberdade de tratamentos. [ _rau de liberdade de tratamentos.
86)
86); ; [ B,UA ` [ [ B,UA ` [ 0"10"1
;esidual: 86; [ J8; ` _F ;esidual: 86; [ J8; ` _F; ;
J8)
J8); ; [ Joma de "uadrado do resíduo. [ Joma de "uadrado do resíduo.
_F; [ _rau de liberdade do resíduo. _F; [ _rau de liberdade do resíduo.
86; [ =,?@A? ` ?H [ 86; [ =,?@A? ` ?H [ 0"01<20"01<2 V.4'( /3 F V.4'( /3 F 3 [ 86) 3 [ 86); ; ` 86; ` 86;
86)
86); ; [ 8uadrado m$dio de tratamentos. [ 8uadrado m$dio de tratamentos.
86; [ 8uadrado m$dio do resíduo. 86; [ 8uadrado m$dio do resíduo.
3 [ =,H@G? ` =,=?UB [ 3 [ =,H@G? ` =,=?UB [ "1"1 T3).( . -H+--,*+,-. /3 F T3).( . -H+--,*+,-. /3 F Rera de decisão Rera de decisão
33calcal 3 aceitase ' 3 aceitase '==..
33calcal 3 rejeitase ' 3 rejeitase '==..
33tabeladotabelado ou 3 ou 3..
3 KI, _F
3 KI, _F; ; L a determinado nível . K)abL a determinado nível . K)abela de 3L.ela de 3L.
33K,?HL HNK,?HL HN [ [ U,=G. U,=G. 33K,?HL ?NK,?HL ?N [ ,A@. [ ,A@.
33calcal 3 3tabtab H,?G U,=G KHNL H,?G U,=G KHNL
33calcal 3 3tabtab H,?G ,A@ K?NL. H,?G ,A@ K?NL.
33calcal 3 3tabtab Krejeitase ' Krejeitase '==L pelo menos as m$dias de dois tratamentos di%erem estatisticamente entre síL pelo menos as m$dias de dois tratamentos di%erem estatisticamente entre sí
ao nível de ? e H N de probabilidade. ao nível de ? e H N de probabilidade. 1onclusão do teste 3 da #7O
1onclusão do teste 3 da #7O##: %oi observado di%erença : %oi observado di%erença si+ni%icativa entre variedades si+ni%icativa entre variedades de milo comde milo com relação a característica de produtividade da cultura a H N pelo teste 3.
relação a característica de produtividade da cultura a H N pelo teste 3. T3
T3)3 F -+/-,. 783 )3 F -+/-,. 783 ; /-3(3+>. %.- +?' ; /-3(3+>. %.- +?' /-,(-%-+. 78.- ?'!/-,(-%-+. 78.- ?'! Q8./(' 1
Q8./(' 1 < ;esumo da < ;esumo da #7O#7O# # para acide! total de H íbridos de melão.para acide! total de H íbridos de melão.
33 __FF JJ88 8866 33
'
'ííbbrriiddooss BB,,UUAA ==,,HH@@GG?? HH,,??GG****
;
;eessíídduuoo ??HH ==,,??@@AA?? ==,,==??UUBB
)
)oottaall ??@@ BB,,HHAABBHH
# P(',3/-%3+)' & .+4-3 /3 9.(-*+,-. ANOVA: # P(',3/-%3+)' & .+4-3 /3 9.(-*+,-. ANOVA: )e
)este de m$dias e ste de m$dias e desdobramento da soma de "uadrados de tratamentos desdobramento da soma de "uadrados de tratamentos em contrastes orto+onais:em contrastes orto+onais: )(.).%3+)'
)(.).%3+)' 78.4-).)-9'!78.4-).)-9'! EX
EX: variedades, tipos de adubos, embala+ens, espaçamentos : variedades, tipos de adubos, embala+ens, espaçamentos etc.etc. #nálise de re+ressão:
#nálise de re+ressão: )(.).%3+)' 78.+)-).)-9'!)(.).%3+)' 78.+)-).)-9'! E
E: doses de nitro+&nio, lâminas de irri+ação, temperatura de arma!enamento de %rutos, populaçes de: doses de nitro+&nio, lâminas de irri+ação, temperatura de arma!enamento de %rutos, populaçes de plantas etc.
plantas etc. 10 # U)-4-@.>?' /3
10 # U)-4-@.>?' /3 ,'+)(.))3 '()'H'+.-:,'+)(.))3 '()'H'+.-:
*ecomposição da +,-
O estudo de contrastes $ muito importante na
O estudo de contrastes $ muito importante na Estatística Experimental, principalmenteEstatística Experimental, principalmente "uando o experimento em análise $ composto por mais do "ue dois tratamentos. 1om o uso de "uando o experimento em análise $ composto por mais do "ue dois tratamentos. 1om o uso de
contrastes $ possível ao pes"uisador estabelecer comparaçes, entre trat
contrastes $ possível ao pes"uisador estabelecer comparaçes, entre tratamentos ou +rupos deamentos ou +rupos de tratamentos, "ue sejam de interesse.
tratamentos, "ue sejam de interesse. C'+)(.)3:
C'+)(.)3: %unção linear Kse a soma al+$brica dos coe%icientes das variáveis $ i+ual a !eroL. %unção linear Kse a soma al+$brica dos coe%icientes das variáveis $ i+ual a !eroL. KZ [ a
KZ [ a??xx?? ] a ] aBBxxBB ]...] a ]...] annxxnn a ann [ =L. [ =L.
C'+)(.)3 '()'H'+.-:
C'+)(.)3 '()'H'+.-: soma al+$brica dos produtos dos coe%icientes de mesma variável %or tamb$m soma al+$brica dos produtos dos coe%icientes de mesma variável %or tamb$m i+ual a !ero. i+ual a !ero. KZ KZ?? [ a [ a??xx?? ] a ] aBBxxBB ]...] a ]...] annxxnn a ann [ =L. [ =L. KZ KZBB [ b [ b??xx?? ] b ] bBBxxBB ]...] b ]...] bnnxxnn b bnn [ =L. [ =L. aa?? b b?? ] a ] aBB b bBB ]] a ]] ann b bnn [ = [ = Je a
Je ann b bnn [ =, os contrastes Z [ =, os contrastes Z??e Ze ZBB serão orto+onais caso os tratamentos tenam o mesmo n5mero de serão orto+onais caso os tratamentos tenam o mesmo n5mero de
repetiçes. repetiçes.
1aso contrário, a condição de orto+onalidade: a
1aso contrário, a condição de orto+onalidade: ann b bnn`r `r nn, onde r , onde r nn $ o n5mero de repetiçes do $ o n5mero de repetiçes do
tratamento n. tratamento n.
Regra prática p
Regra prática para estabeleara estabelecer grupo de cer grupo de contrastes.contrastes.
? < Escrevemos as m$dias
? < Escrevemos as m$dias dos tratamentos envolvidos na comparação.dos tratamentos envolvidos na comparação. B < #tribuímos sinal positivo a m$dia de um
B < #tribuímos sinal positivo a m$dia de um +rupo e ne+ativo as m$dias de +rupo e ne+ativo as m$dias de outro +rupo.outro +rupo. U < e
U < eri%icar n5mero de ri%icar n5mero de tratamentos do +rupo ? e B. tratamentos do +rupo ? e B. 1alculamos o mmc entre 1alculamos o mmc entre nn?? e n e nBB..
< 2ividimos o mmc por n
< 2ividimos o mmc por n??. O resultado será o coe%iciente de cada m$dia do primeiro +rupo.. O resultado será o coe%iciente de cada m$dia do primeiro +rupo.
H 2ividimos o mmc por n
H 2ividimos o mmc por nBB. O resultado será o coe%iciente de cada m$dia do se+undo +rupo.. O resultado será o coe%iciente de cada m$dia do se+undo +rupo. Regra prátic
Regra prática: ortogonalidadea: ortogonalidade..
? < 2ividimos os tratamentos em dois +rupos para estabelecer a primeira comparação. ? < 2ividimos os tratamentos em dois +rupos para estabelecer a primeira comparação.
B < ara estabelecer as novas comparaçes, não podemos mais comparar tratamento de um +rupo com os B < ara estabelecer as novas comparaçes, não podemos mais comparar tratamento de um +rupo com os
de outro. de outro.
U Jomente poderemos comparar tratamentos dentro de cada +rupo. 2ividimos cada +rupo em U Jomente poderemos comparar tratamentos dentro de cada +rupo. 2ividimos cada +rupo em
sub+rupos e s( comparamos dentro de cada
sub+rupos e s( comparamos dentro de cada sub+rupo.sub+rupo. EX:
EX: 2e acordo com os dados do exemplo 2e acordo com os dados do exemplo anterior compare os se+uintes contrastes:anterior compare os se+uintes contrastes: 'íbrido H vs demais K?, B, U e L.
'íbridos ? ] B vs U ] 'íbridos ? ] B vs U ] 'íbrido ? vs B 'íbrido ? vs B 'íbrido U vs 'íbrido U vs n n?? [ ? e n [ ? e nBB [ / mmc K?,L [ / mmc K?,L nn?? [ B e n [ B e nBB [ B/ mmc KB,BL [ B/ mmc KB,BL nn?? [ ? e n [ ? e nBB [ ?/ mmc K?,?L [ ?/ mmc K?,?L nn?? [ ? e n [ ? e nBB [ ?/ mmc K?,?L [ ?/ mmc K?,?L 6
6?? [ U,@B ` [ =,@A [ U,@B ` [ =,@A
6 6BB [ ,UH ` [ ?,=@ [ ,UH ` [ ?,=@ 6 6UU [ ,A= ` [ ?,B= [ ,A= ` [ ?,B= 6 6 [ ,GH ` [ ?,?G [ ,GH ` [ ?,?G 6 6HH [ C,A= ` [ ?,@H [ C,A= ` [ ?,@H 1
1?? [ x [ x ?,@H < ? x =,@A < ? ?,@H < ? x =,@A < ? x ?,=@ < ? x ?,B= < x ?,=@ < ? x ?,B= < ? x ?,?G [ U,UC.? x ?,?G [ U,UC.
aannBB [ [ BB ] ? ] ?BB ] ? ] ?BB ] ? ] ?BB ] ? ] ?BB [ B= [ B= 1 1BB [ ? x =,@A ] ? x ?,=@ < ? x ?,B= ] ? x ?,?G [ =,B@. [ ? x =,@A ] ? x ?,=@ < ? x ?,B= ] ? x ?,?G [ =,B@. aannBB [ ? [ ?BB ] ? ] ?BB ] ? ] ?BB ] ? ] ?BB [ [ 1 1UU [ ? x =,@A [ ? x =,@A ? x ?,=@ [ ? x ?,=@ [ =,??.=,??. aannBB [ ? [ ?BB ] ? ] ?BB [ B [ B 1 1 [ ? x ?,B= ? x ?,?G [ =,=. [ ? x ?,B= ? x ?,?G [ =,=. aannBB [ ? [ ?BB ] ? ] ?BB [ B [ B
861
861?? [ J81 [ J81??`_F1`_F1?? [ B,BC?C`? [ B,BC? [ B,BC?C`? [ B,BC?
861
861BB [ J81 [ J81BB`_F1`_F1BB [ =,=A?`? [ =,=A? [ =,=A?`? [ =,=A?
861
861UU [ J81 [ J81UU`_F1`_F1UU [ =,=BB`? [ =,=BB [ =,=BB`? [ =,=BB
861
861 [ J81 [ J81`_F1`_F1 [ =,==UB`? [ =,==UB [ =,==UB`? [ =,==UB
31
31?? [ 861 [ 861??`86`86E;;OE;;O [ B,BC?`=,=?UB [ ?CB,=A [ B,BC?`=,=?UB [ ?CB,=A
31
31BB [ 861 [ 861BB`86`86E;;OE;;O [ =,=A?`=,=?UB [ G,UC [ =,=A?`=,=?UB [ G,UC
31
31UU [ 861 [ 861UU`86`86E;;OE;;O [ =,=BB`=,=?UB [ ?,AU [ =,=BB`=,=?UB [ ?,AU
31
31 [ 861 [ 861BB`86`86E;;OE;;O [ =,==UB`=,=?UB [ =,UH [ =,==UB`=,=?UB [ =,UH
T.34. 2
T.34. 2 < 2ecomposição da soma de "uadrados de tratamentos em contrastes orto+onais relativo a < 2ecomposição da soma de "uadrados de tratamentos em contrastes orto+onais relativo a valores m$dios da produtividade de milo de
valores m$dios da produtividade de milo de cinco variedades em ombal cinco variedades em ombal < 0. 11)#< 0. 11)#`931_, B=?U.`931_, B=?U. 1
1oonnttrraasstteess __FF JJ88 8866 33
HH vs vs ?? ] ] BB ] ] UU ] ] ?? BB,,BBCC?? BB,,BBCC?? ??CCBB,,==AA**
?? ] ] BB vs vs UU ] ] ?? ==,,==AA?? ==,,==AA?? GG,,UUCC**
?? vs vs BB ?? ==,,==BBBB ==,,==BBBB ??,,AAUUnsns
UUvs vs ?? ==,,====UUBB ==,,====UUBB ==,,UUHHnsns
)
)rraattaammeennttooss KKLL BB,,UUAAUU ;
;eessíídduuoo ??HH ==,,==??UUBB
33tabeladotabelado [ 3 [ 3HN K?, ?HLHN K?, ?HL[ ,H.[ ,H.
33calcal 3 3)ab)ab o contraste $ dito si+ni%icativo. o contraste $ dito si+ni%icativo.
33calcal 3 3)a)abb o contraste $ dito não si+ni%icativo. o contraste $ dito não si+ni%icativo.
C'+,48?': C'+,48?': #
# produtividade de milo na variedade produtividade de milo na variedade ? %oi superior comparado D ? %oi superior comparado D m$dia de produtividade das demaism$dia de produtividade das demais variedaes KB, U, e HL.
variedaes KB, U, e HL. #
# produtividade de milo %oi in%erior produtividade de milo %oi in%erior em m$dia nas variedades em m$dia nas variedades ? e B comparado ? e B comparado a m$dia dea m$dia de produtividade das variedades U e .
produtividade das variedades U e . 7ão %oi observada di%erença si+ni%icativa "uanto a produtividad
7ão %oi observada di%erença si+ni%icativa "uanto a produtividade de milo entre as variedades ? e B ee de milo entre as variedades ? e B e entre as variedades U e .
entre as variedades U e .
DIC: CASO DE PARCELAS PERDIDAS! DIC: CASO DE PARCELAS PERDIDAS! Exista condição de i+ualdade entre tratamentos. Exista condição de i+ualdade entre tratamentos.
P('43%. /3 &3(/. /3
P('43%. /3 &3(/. /3 &.(,34.&.(,34. erda de parcelas KplantasL: erda de parcelas KplantasL:
2estruição de plantas por animais 2estruição de plantas por animais
1orte de plantas por %ormi+a 1orte de plantas por %ormi+a 2oenças no solo e ata"ue de pra+as 2oenças no solo e ata"ue de pra+as
_erminação de sementes _erminação de sementes
erda de parcelas Kmorte de animaisL: erda de parcelas Kmorte de animaisL:
#plicação errada do tratamento. #plicação errada do tratamento. Incid&ncia de %un+os e bact$rias Incid&ncia de %un+os e bact$rias
Observação não reali!ada na parcela no momento certo. Observação não reali!ada na parcela no momento certo. DIC: N?'
DIC: N?' +3,3(-. . 3)-%.>?' /. +3,3(-. . 3)-%.>?' /. &.(,34. &3(/-/.! P'/3#3 .@3( . ANOV&.(,34. &3(/-/.! P'/3#3 .@3( . ANOVA A ,'% /-3(3+)3,'% /-3(3+)3 +%3(' /3 (3&3)->3 &'( )(.).%3+)'!
+%3(' /3 (3&3)->3 &'( )(.).%3+)'! EX2:
EX2: 1om o objetivo de diminuir o consumo dos motores D +asolina, uma determinada ind5stria1om o objetivo de diminuir o consumo dos motores D +asolina, uma determinada ind5stria petro"uímica
petro"uímica testou testou novas novas %ormulaçes %ormulaçes de de +asolina, +asolina, as as "uais "uais se se di%erenciavam di%erenciavam pelo pelo tipo tipo de de aditivoaditivo "ue era acrescentado D mesma durante o seu processo de %abricação. ara e%etuar o teste, a ind5stria "ue era acrescentado D mesma durante o seu processo de %abricação. ara e%etuar o teste, a ind5stria petro"uímica
petro"uímica utili!ou utili!ou carros carros completamente completamente omo+&neos omo+&neos para para todas todas as as características. características. # # desi+naçãodesi+nação das %ormulaçes aos carros %oi %eita ao acaso. #p(s os testes de roda+em, os resultados obtidos %oram das %ormulaçes aos carros %oi %eita ao acaso. #p(s os testes de roda+em, os resultados obtidos %oram K>m`lL:
K>m`lL:
# Kácido %orteL/ 0 Kácido %racoL/ 1 Kbase %orteL e 2 Kbase %racaL. # Kácido %orteL/ 0 Kácido %racoL/ 1 Kbase %orteL e 2 Kbase %racaL.
# # B=,== B=,== 0 0 ?C, ?C, 0 0 ?@,B ?@,B 2 2 ?A,A= ?A,A= 0 0 B=,UB B=,UB # # BU,= BU,= 1 1 ?A,A= ?A,A= 2 2 ?A,@G ?A,@G 1 1 ?@,B ?@,B 1 1 B=,UB B=,UB 0 0 444 444 2 2 ?A,?A ?A,?A 2 2 ?A,A ?A,A 1 1 BU,BG BU,BG # # BB,= BB,= 2 2 ?@,?A ?@,?A # # B=,GA B=,GA 1 1 BU,? BU,? 0 0 ?A,BB ?A,BB 2 2 ?A,C ?A,C 0 0 ?A,B ?A,B # # B?,BG B?,BG 1 1 ?@,B= ?@,B= # # 444 444 ; ;eeppeettiiççeess ))oottaaiiss
33oorrmm.. II IIII IIIIII II II
#
# BB==,,==== BBUU,,== BBBB,,== BB==,,GGAA BB??,,BBGG ??==CC,,CC 0
0 ??CC,, ??@@,,BB BB==,,UUBB ??AA,,BB ??AA,,BBBB @@UU,,GG 1
1 ??@@,,BB== BBUU,,BBGG BBUU,,?? BB==,,UUBB ??@@,,BB ??AA,,AA== ??BB,,?? 2
2 ??AA,,CC ??@@,,??AA ??AA,,AA ??AA,,@@GG ??AA,,??AA ??AA,,AA== ????BB,,UU <J" <J"
G(.8 /3 4-3(/./3 G(.8 /3 4-3(/./3 )otal: 7 < ? [ BB < ? [ )otal: 7 < ? [ BB < ? [ 2121.. )ratamento: I < ? [ < ? [ )ratamento: I < ? [ < ? [ <<.. ;esidual: _F ;esidual: _F)O)O < _F < _F); ); [ B? < U [ [ B? < U [ 11.. S'%. /3 78./(./' S'%. /3 78./(./' )otal: J8) )otal: J8)== [ Z [ ZIYIYBB < 1 1 [ _ < 1 1 [ _BB` 7` 7 1 [ UC,AG 1 [ UC,AGBB ` BB [ J1"02 ` BB [ J1"02 J8)
J8)OO [ KB=,== [ KB=,==BB ] BU,= ] BU,=BB ] ...] ?A,A= ] ...] ?A,A=BBL < AC?,G=ABL < AC?,G=AB
J8)
J8)OO [ ACA=,UAA < AC?,G=AB [ [ ACA=,UAA < AC?,G=AB [ "<0"<0
)ratamento: J8)
)ratamento: J8); ; [ ? ` Y Kt [ ? ` Y Kt; ; BB < 1L < 1L
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J8); ; [ ? ` H K?=C,C [ ? ` H K?=C,CBB ] @U,G ] @U,GBBL ] ? ` G K?B,?L ] ? ` G K?B,?BB ] ??B,U ] ??B,UBBL < AC?,G=AB [L < AC?,G=AB [ <2"1<2"1
;esidual: J8; [ J8)
;esidual: J8; [ J8)OO < J8) < J8); ;
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J8; [ GH,AU=G < UB,@@? [[ GH,AU=G < UB,@@? [ <<"<<1<<"<<1
Q8./(./' %/-' Q8./(./' %/-' )ratamento: J8) )ratamento: J8); ; ` _F ` _F 86) 86); ; [ UB,@@? ` U [ [ UB,@@? ` U [ 10"<<010"<<0 ;esidual: J8; ` _F ;esidual: J8; ` _F 86; [ UU,UU?H ` ?A [ 86; [ UU,UU?H ` ?A [ 1"11"1 V.4'( /3 F V.4'( /3 F 3 [ 86)
3 [ 86); ; ` 86; [ ` 86; [ ?=,AUU= ` ?,AH?A [?=,AUU= ` ?,AH?A [ ""
33KU,?AL HNKU,?AL HN [ U,?G. [ U,?G.
33KU,?AL ?NKU,?AL ?N [ H,=@. [ H,=@.
33calcal 3 3tabtab Krejeitase ' Krejeitase '==L pelo menos as m$dias de dois tratamentos di%erem estatisticamente entre síL pelo menos as m$dias de dois tratamentos di%erem estatisticamente entre sí
ao nível de ? e H N de probabilidade. ao nível de ? e H N de probabilidade. 1onclusão do teste 3 da #7O
1onclusão do teste 3 da #7O##: %oi observada di%erença : %oi observada di%erença si+ni%icativa entre as si+ni%icativa entre as %ormulaçes com relação%ormulaçes com relação a distância percorrida pelo veículo a H N pelo teste 3.
a distância percorrida pelo veículo a H N pelo teste 3. Q8
Q8././(' 1(' 1 < < ;esumo ;esumo da da #7O#7O# # para para distância distância percorrida percorrida pelo pelo veículo veículo em em "uatro "uatro %ormulaçes %ormulaçes dede combustível. ombal <
combustível. ombal < 0, 11)#0, 11)#`931_, B=?U.`931_, B=?U.
33 __FF JJ88 8866 33
33oorrmmuullaaççeess UU UUBB,,@@@@?? ??==,,AAUUUU== HH,,AAHH** ;
;eessíídduuoo ??AA UUUU,,UUUU??HH ??,,AAHH??AA )
7o 1aso de n5mero de repetiçes di%erentes por tratamento, a condição de orto+onalidade: a
7o 1aso de n5mero de repetiçes di%erentes por tratamento, a condição de orto+onalidade: ann b bnn`r `r nn,,
onde r
onde r nn $ o n5mero de repetiçes do tratamento n. $ o n5mero de repetiçes do tratamento n.
EX: C'% ' /./' /'
EX: C'% ' /./' /' 33%&4' .+)3(-'(" .>. ' 3H8-+)3 ,'+)(.)3!33%&4' .+)3(-'(" .>. ' 3H8-+)3 ,'+)(.)3! 3O;6 #
3O;6 # vs demais K0, 1 e 2L.vs demais K0, 1 e 2L. 3O;6 0 vs K1 e 2L 3O;6 0 vs K1 e 2L 3O;6 1 vs 3O;6 2 3O;6 1 vs 3O;6 2 1 1?? [ Um [ Um## < m < m00 < m < m11 m m22 nn?? [ ?, n [ ?, nBB [ U/ mmc K?,UL [ U/ mmc K?,UL 1 1BB [ Bm [ Bm00 < m < m11 m m22 nnBB [ ?, n [ ?, nBB [ B/ mmc K?,BL [ B/ mmc K?,BL 1 1UU [ m [ m11 m m22 nnUU [ ?, n [ ?, nBB [ ?/ mmc K?,?L [ ?/ mmc K?,?L 6 6## [ ?=C,C ` H [ [ ?=C,C ` H [ B?,HHB?,HH 6
600 [ @U,G ` H [ ?A,CU [ @U,G ` H [ ?A,CU
6
611 [ ?B,? ` G [ B=,G@ [ ?B,? ` G [ B=,G@
6
622 [ ??B,U ` G [ ?A,CB [ ??B,U ` G [ ?A,CB
1
1?? [ Um [ Um## < m < m00 < m < m11 m m22
1
1?? [ U x [ U x B?,HH < ? x ?A,CU < ? x B?,HH < ? x ?A,CU < ? x B=,G@ < ? x ?A,CB [ G,H?.B=,G@ < ? x ?A,CB [ G,H?.
J8K1
J8K1??L [ KG,H?LL [ KG,H?LBB ` KU ` KUBB`H ] ?`H ] ?BB ` H ] ? ` H ] ?BB ` G ] ? ` G ] ?BB ` ` GL [ GL [ ?A,?GB@.?A,?GB@.
1
1BB [ Bm [ Bm00 < m < m11 m m22
1
1BB [ B x [ B x ?A,CU < ? x B=,G@ < ? x ?A,CU < ? x B=,G@ < ? x ?A,CB [ ?,@H.?A,CB [ ?,@H.
J8K1 J8K1BBL [ K?,@HLL [ K?,@HLBB ` KB ` KBBB`H ] ?`H ] ?BB ` G ] ? ` G ] ?BB ` GL [ U,UHH? ` GL [ U,UHH? 1 1UU [ m [ m11 m m22 1 1UU [ ? x B=,G@ < ? x ?A,CB [ ?,@C. [ ? x B=,G@ < ? x ?A,CB [ ?,@C. J8K1 J8K1UUL [ K?,@CLL [ K?,@CLBB ` K? ` K?BB ` G ] ? ` G ] ?BB ` GL ` GL [ ??,=BC.[ ??,=BC.
XX 861
861??[ ?A,?GB@ ` ? [ [ ?A,?GB@ ` ? [ ?A,?GB@?A,?GB@
861
861BB[ U,UHH? ` ? [ [ U,UHH? ` ? [ U,UHH?U,UHH?
861 861??[ ??,GBC ` ? [ ??,=BC[ ??,GBC ` ? [ ??,=BC XX alor de 3 alor de 3 31
31??[ ?A,?GB@ ` ?,AH?A [ @,A?.[ ?A,?GB@ ` ?,AH?A [ @,A?.
31
31BB[ U,UHH? ` ?,AH?A [ ?,A?.[ U,UHH? ` ?,AH?A [ ?,A?.
31
31UU[ ??,=BC ` ?,AH?A [ H,@G.[ ??,=BC ` ?,AH?A [ H,@G.
T.34. 2
T.34. 2 < 2ecomposição da soma de "uadrados de tratamentos em contrastes orto+onais relativo a < 2ecomposição da soma de "uadrados de tratamentos em contrastes orto+onais relativo a distância percorrida em %unção de di%erentes %ormulaçes de combustíveis. ombal < 0, 11)#`931_, distância percorrida em %unção de di%erentes %ormulaçes de combustíveis. ombal < 0, 11)#`931_, B=?U.
B=?U.
_
_FF JJ88 8866 33
m
m## vs Km vs Km00 ] m ] m11 ] m ] m22LL ?? ??AA,,??GGBB@@ ??AA,,??GGBB@@ @@,,AA??**
m
m00 vs Km vs Km11 ] m ] m22LL ?? UU,,UUHHHH?? UU,,UUHHHH?? ??,,AA??nsns
m
m11 vs m vs m22 ?? ????,,==BBCC ????,,GGBBCC HH,,@@GG**
KKUULL
;
;eessíídduuoo ??AA ??,,AAHH??AA
33tabeladotabelado [ 3 [ 3HN K?, ?ALHN K?, ?AL[ ,?.[ ,?.
33calcal 3 3)ab)ab Ksi+ni%icativoL e 3 Ksi+ni%icativoL e 3calcal 3 3)a)abb Knão si+ni%icativoL. Knão si+ni%icativoL.
C'+,48?': C'+,48?': #
# distância percorrida pelo veículo distância percorrida pelo veículo %oi superior na %ormulação # comparado a m$dia da distância%oi superior na %ormulação # comparado a m$dia da distância percorrida nas demais %ormulaçes K0, 1 e 2L.
percorrida nas demais %ormulaçes K0, 1 e 2L. #
# distância percorrida pelo veículo distância percorrida pelo veículo não di%eriu "uando comparada a não di%eriu "uando comparada a %ormulação 0 da m$dia %ormulação 0 da m$dia dasdas %ormulaçes 1 e 2.
%ormulaçes 1 e 2. #
# distância percorrida pelo distância percorrida pelo veículo %oi superior na %ormulação veículo %oi superior na %ormulação 1 "uando comparada D %ormulação 1 "uando comparada D %ormulação 2.2. C'+-/3(.>3 '(3 ' CV ,'3-,-3+)3 /3 9.(-.>?'!
C'+-/3(.>3 '(3 ' CV ,'3-,-3+)3 /3 9.(-.>?'!
O coe%iciente de variação $ calculado da se+uinte maneira: O coe%iciente de variação $ calculado da se+uinte maneira:
CV WQM CV WQMERROERRO MG X 100 MG X 100 QM QMERROERRO Q8./(./' %/-' /' 3((' Q8./(./' %/-' /' 3((' MG G I %/-. H3(.4 MG G I %/-. H3(.4 O 1 $ utili!ado para avaliaç
O 1 $ utili!ado para avaliação da precisão de ão da precisão de experimentos. 8uanto menor o 1 mais preciso tendeexperimentos. 8uanto menor o 1 mais preciso tende a ser o experimento. # título de classi%icação +eral podese utili!ar a se+uinte tabela:
a ser o experimento. # título de classi%icação +eral podese utili!ar a se+uinte tabela: 1