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Primeira a parteparte
A História de um Vaso A História de um Vaso
Capítulo I Capítulo I
Eu estava descansando sob a sombra do arvalho de Mambr!" #unto $ Eu estava descansando sob a sombra do arvalho de Mambr!" #unto $ te
tendnda" a" ququanando do vi vi chchegegar ar apapreressssadadamamenente te um um dodos s seservrvos os de de mmeueu sobrinho Ló. %uase sem f&lego" ele passou a relatar'me sobre a trag!dia( sobrinho Ló. %uase sem f&lego" ele passou a relatar'me sobre a trag!dia( ho
houvuverera a no no didia a ananteteririor or umuma a babatatalhlha a enentrtre e as as cicidadadedes s da da plplanan)c)cieie"" envolvendo quatro reis contra cinco. omo resultado" *odoma fora envolvendo quatro reis contra cinco. omo resultado" *odoma fora derrotada e muitos de seus habitantes levados cativos" entre eles o meu derrotada e muitos de seus habitantes levados cativos" entre eles o meu
sobrinho Ló. A not)cia dei,ou'me muito aflito" pois ao mesmo tempo em sobrinho Ló. A not)cia dei,ou'me muito aflito" pois ao mesmo tempo em qu
que e sesentntia ia quque e prprececisisararia ia sasair ir em em seseu u sosococorrrro" o" vivia'a'me me frfr-g-gilil" " sesemm nenhuma possibilidade de me sair
nenhuma possibilidade de me sair vitorioso.vitorioso.
*empre fui um homem pac)fico e detesto aqueles que derramam sangue. *empre fui um homem pac)fico e detesto aqueles que derramam sangue. enho muitos servos" mas poucos sabem mane#ar espadas e lan/as" pois enho muitos servos" mas poucos sabem mane#ar espadas e lan/as" pois desde a inf0ncia s1o treinados como pastores. Em lugar de espadas" eles desde a inf0ncia s1o treinados como pastores. Em lugar de espadas" eles mane#am bord2es com os quais condu3em os rebanhos. Em lugar de mane#am bord2es com os quais condu3em os rebanhos. Em lugar de escudos" carregam vasos em suas cinturas" sempre cheios de -gua fresca escudos" carregam vasos em suas cinturas" sempre cheios de -gua fresca para
para matarem matarem sua sua sede sede e e refrigerarem refrigerarem as as ovelhas ovelhas cansadas. cansadas. Em Em lugar lugar dede vinho para se embebedarem" carregam presos em seus cintos pequenas vinho para se embebedarem" carregam presos em seus cintos pequenas boti#as
boti#as com com o o a3eite a3eite das das oliveiras" oliveiras" com com os os quais quais untam untam as as feridas feridas dodo re
rebabanhnho. o. Em Em lulugagar r de de reressssononanantetes s trtromombetbetas as eleles es sosoprpram am pepeququenenosos chifres" com os quais convocam o rebanho para o curral.
chifres" com os quais convocam o rebanho para o curral.
4maginando como seria um combate entre os meus servos e os e,!rcitos 4maginando como seria um combate entre os meus servos e os e,!rcitos daqueles cinco reis vitoriosos" comecei a rir. Enquanto gargalhava" a vo3 daqueles cinco reis vitoriosos" comecei a rir. Enquanto gargalhava" a vo3 d5Aquele que sempre me guia" soou aos meus ouvidos" di3endo(
d5Aquele que sempre me guia" soou aos meus ouvidos" di3endo(
'' Abraão, Abraão, Abraão! Abraão! Não Não menosprezes menosprezes os os instrumentos instrumentos dos dos pastores,pastores, pois
pois santificados santificados pelo pelo fogo fogo do do sacrifício, sacrifício, haverão haverão de de conquistar conquistar oo grande livramento.
grande livramento.
O Eterno passou a dar'me ordens" fa3endo'me avan/ar pela f!" sem O Eterno passou a dar'me ordens" fa3endo'me avan/ar pela f!" sem saber como tal livramento haveria de se reali3ar. O primeiro passo foi a saber como tal livramento haveria de se reali3ar. O primeiro passo foi a convoca/1o de todos os pastores que" dei,ando seus rebanhos" dirigiram' convoca/1o de todos os pastores que" dei,ando seus rebanhos" dirigiram' se ao arvalho de Mambr!" tra3endo seus instrumentos pastoris. Eram se ao arvalho de Mambr!" tra3endo seus instrumentos pastoris. Eram ao todo 677 pastores. Ordenei que eles esva3iassem os #arros" colocando ao todo 677 pastores. Ordenei que eles esva3iassem os #arros" colocando nel
neles o es o a3ea3eite da botiite da boti#a. #a. 8epo8epois de cumpis de cumprirrirem esta ordeem esta ordem" pedi quem" pedi que tomassem cada um a l1 de uma ovelha" misturando'a com o a3eite dos tomassem cada um a l1 de uma ovelha" misturando'a com o a3eite dos #arros.
#arros.
8epois de transmitir todas as ordens aos pastores" o Eterno falou'me( 8epois de transmitir todas as ordens aos pastores" o Eterno falou'me(
sobrinho Ló. A not)cia dei,ou'me muito aflito" pois ao mesmo tempo em sobrinho Ló. A not)cia dei,ou'me muito aflito" pois ao mesmo tempo em qu
que e sesentntia ia quque e prprececisisararia ia sasair ir em em seseu u sosococorrrro" o" vivia'a'me me frfr-g-gilil" " sesemm nenhuma possibilidade de me sair
nenhuma possibilidade de me sair vitorioso.vitorioso.
*empre fui um homem pac)fico e detesto aqueles que derramam sangue. *empre fui um homem pac)fico e detesto aqueles que derramam sangue. enho muitos servos" mas poucos sabem mane#ar espadas e lan/as" pois enho muitos servos" mas poucos sabem mane#ar espadas e lan/as" pois desde a inf0ncia s1o treinados como pastores. Em lugar de espadas" eles desde a inf0ncia s1o treinados como pastores. Em lugar de espadas" eles mane#am bord2es com os quais condu3em os rebanhos. Em lugar de mane#am bord2es com os quais condu3em os rebanhos. Em lugar de escudos" carregam vasos em suas cinturas" sempre cheios de -gua fresca escudos" carregam vasos em suas cinturas" sempre cheios de -gua fresca para
para matarem matarem sua sua sede sede e e refrigerarem refrigerarem as as ovelhas ovelhas cansadas. cansadas. Em Em lugar lugar dede vinho para se embebedarem" carregam presos em seus cintos pequenas vinho para se embebedarem" carregam presos em seus cintos pequenas boti#as
boti#as com com o o a3eite a3eite das das oliveiras" oliveiras" com com os os quais quais untam untam as as feridas feridas dodo re
rebabanhnho. o. Em Em lulugagar r de de reressssononanantetes s trtromombetbetas as eleles es sosoprpram am pepeququenenosos chifres" com os quais convocam o rebanho para o curral.
chifres" com os quais convocam o rebanho para o curral.
4maginando como seria um combate entre os meus servos e os e,!rcitos 4maginando como seria um combate entre os meus servos e os e,!rcitos daqueles cinco reis vitoriosos" comecei a rir. Enquanto gargalhava" a vo3 daqueles cinco reis vitoriosos" comecei a rir. Enquanto gargalhava" a vo3 d5Aquele que sempre me guia" soou aos meus ouvidos" di3endo(
d5Aquele que sempre me guia" soou aos meus ouvidos" di3endo(
'' Abraão, Abraão, Abraão! Abraão! Não Não menosprezes menosprezes os os instrumentos instrumentos dos dos pastores,pastores, pois
pois santificados santificados pelo pelo fogo fogo do do sacrifício, sacrifício, haverão haverão de de conquistar conquistar oo grande livramento.
grande livramento.
O Eterno passou a dar'me ordens" fa3endo'me avan/ar pela f!" sem O Eterno passou a dar'me ordens" fa3endo'me avan/ar pela f!" sem saber como tal livramento haveria de se reali3ar. O primeiro passo foi a saber como tal livramento haveria de se reali3ar. O primeiro passo foi a convoca/1o de todos os pastores que" dei,ando seus rebanhos" dirigiram' convoca/1o de todos os pastores que" dei,ando seus rebanhos" dirigiram' se ao arvalho de Mambr!" tra3endo seus instrumentos pastoris. Eram se ao arvalho de Mambr!" tra3endo seus instrumentos pastoris. Eram ao todo 677 pastores. Ordenei que eles esva3iassem os #arros" colocando ao todo 677 pastores. Ordenei que eles esva3iassem os #arros" colocando nel
neles o es o a3ea3eite da botiite da boti#a. #a. 8epo8epois de cumpis de cumprirrirem esta ordeem esta ordem" pedi quem" pedi que tomassem cada um a l1 de uma ovelha" misturando'a com o a3eite dos tomassem cada um a l1 de uma ovelha" misturando'a com o a3eite dos #arros.
#arros.
8epois de transmitir todas as ordens aos pastores" o Eterno falou'me( 8epois de transmitir todas as ordens aos pastores" o Eterno falou'me(
'' Toma agora o teu vaso, o teu único vaso, e tragamo a mim para queToma agora o teu vaso, o teu único vaso, e tragamo a mim para que eu te mostre o
eu te mostre o que deves fazer.que deves fazer.
)nhamos na tenda tr:s #arros adquiridos na cidade de Har1; <os dois )nhamos na tenda tr:s #arros adquiridos na cidade de Har1; <os dois menores" guard-vamos o a3eite para as l0mpadas" e no terceiro que era o menores" guard-vamos o a3eite para as l0mpadas" e no terceiro que era o maior e mais bonito" guard-vamos p!rolas e pedras preciosas" #óias maior e mais bonito" guard-vamos p!rolas e pedras preciosas" #óias reunidas por *ara ao longo de nossas peregrina/2es. =ulgando ser o reunidas por *ara ao longo de nossas peregrina/2es. =ulgando ser o terceiro #arro o escolhido" estendi as m1os para tom-'lo" mas o *enhor terceiro #arro o escolhido" estendi as m1os para tom-'lo" mas o *enhor impediu'me de fa3:'lo" afirmando que" ainda que ele fosse portado de impediu'me de fa3:'lo" afirmando que" ainda que ele fosse portado de rique3as que seriam essenciais para o livramento" Ele escolhera um #arro rique3as que seriam essenciais para o livramento" Ele escolhera um #arro especial > aquele que fora re#eitado e esquecido. Lembrei'me do grande especial > aquele que fora re#eitado e esquecido. Lembrei'me do grande #arro
#arro de de barro barro que que nos nos fora fora presenteado presenteado por por um um humilde humilde oleiro" oleiro" quandoquando est-vamos pró,imos de ana1. <ós o pusemos inicialmente ao lado dos est-vamos pró,imos de ana1. <ós o pusemos inicialmente ao lado dos tr:s" e nele colocamos os primeiros frutos colhidos na terra prometida. tr:s" e nele colocamos os primeiros frutos colhidos na terra prometida. <1o havendo" contudo" nenhuma be
<1o havendo" contudo" nenhuma bele3a nele" *ara o re#eitou" le3a nele" *ara o re#eitou" lan/ando'olan/ando'o para f
para fora da ora da tenda. *ete tenda. *ete anos depois" anos depois" o oleiro o oleiro visitou'nos e" visitou'nos e" ao encao encontr-'ontr-' lo abandonado #unto $ tenda" mostrou'nos uma maneira em que ele lo abandonado #unto $ tenda" mostrou'nos uma maneira em que ele poderia
poderia ser ser ?til. ?til. Amarrando'o Amarrando'o firmemente firmemente com com uma uma corda corda de de linho"linho" lan/ou'o ao fundo do po/o; por meio dele" os pastores passaram a tirar lan/ou'o ao fundo do po/o; por meio dele" os pastores passaram a tirar -gua para os rebanhos.
-gua para os rebanhos.
*eguindo as orienta/2es do Eterno" dirigi'me ao po/o" fa3endo emergir *eguindo as orienta/2es do Eterno" dirigi'me ao po/o" fa3endo emergir de
de susuas as prprofofunundede3a3as s o o #a#arrrro o esesququececidido; o; Ao Ao v:v:'l'lo o rereplpleteto o de de -g-guaua"" lembrei'me do momento em que ele fora lan/ado ali" va3io e seco. lembrei'me do momento em que ele fora lan/ado ali" va3io e seco. 8epois de esva3i-'lo" o Eterno ordenou'me transferir para ele o a3eite 8epois de esva3i-'lo" o Eterno ordenou'me transferir para ele o a3eite dos dois #arros menores bem como as #óias do terceiro. omo sobrara dos dois #arros menores bem como as #óias do terceiro. omo sobrara muito espa/o va3io no #arro" o Eterno ordenou complet-'lo com a3eite muito espa/o va3io no #arro" o Eterno ordenou complet-'lo com a3eite novo de oliva. Ao concluir essa tarefa" o *enhor mandou'me fa3er um novo de oliva. Ao concluir essa tarefa" o *enhor mandou'me fa3er um longo pavio de l1" devendo ficar uma de suas pontas mergulhada no longo pavio de l1" devendo ficar uma de suas pontas mergulhada no a3eite e a outra suspensa sobre o vaso.
a3eite e a outra suspensa sobre o vaso.
8epois destas coisas" o Eterno ordenou'me a acender o pavio com o 8epois destas coisas" o Eterno ordenou'me a acender o pavio com o fogo do altar. Ao apro,imar'me do fogo sagrado que ainda ardia sobre o fogo do altar. Ao apro,imar'me do fogo sagrado que ainda ardia sobre o sacrif)cio da manh1" uma pequena fagulha saltou para o pavio" e pouco a sacrif)cio da manh1" uma pequena fagulha saltou para o pavio" e pouco a @@
pouco foi'se alimentando do a3eite" at! tornar'se numa labareda que podia ser vista de longe.
Capítulo II
om o vaso nos ombros" comecei uma longa caminhada rumo $s cidades da plan)cie" sendo acompanhado pelos pastores. Logo come/aram a surgir escarnecedores que" ao verem'me com aquele vaso incandescente em pleno dia" passaram a di3er que eu ficara louco. Ao espalhar esta not)cia" muitos vieram ao meu encontro" aconselhando'me a retornar para a tenda" abandonando aquele #arro que seria capa3 de destruir a boa
reputa/1o que eu havia conquistado entre eles. %uando eu lhes falei sobre os e,!rcitos e sobre minha miss1o #untamente com os pastores" eles conclu)ram que de fato eu ficara louco. entaram tirar'me o vaso pela for/a" mas" agarrando'me a ele" impedi que o tirassem de mim.
Envergonhados diante de tudo aquilo" muitos pastores come/aram a afastar'se( alguns retornaram para suas tendas" enquanto outros" uniram' se $queles que riam de meu comportamento estranho. *entindo'me so3inho com aquele pesado vaso sobre os ombros" comecei a angustiar' me. Ansiava encontrar algu!m com quem pudesse compartilhar minha e,peri:ncia" mas todos lan/avam'me olhares de reprova/1o. Lembrei'me de *ara" minha amada esposa. Em obedi:ncia $ vo3 do Eterno" hav)amos trilhado por muitos caminhos" estando ela sempre ao meu lado" animando'me a prosseguir mesmo nos momentos mais dif)ceis. om certe3a *ara me traria consolo e for/as para continuar firme" condu3indo o #arro da salva/1o. Enquanto avan/ava pelo caminho pensando em *ara" ela surgiu no meio da multid1o. Ao dirigir'me a ela" fiquei surpreso e desalentado ao notar em seus olhos o mesmo menospre3o daqueles que 3ombavam de mim.
Lembrando'me da ordem do riador de que teria de libertar meu sobrinho Ló" fui andando so3inho pelo caminho. Ao colocar'me no lugar daqueles que me achavam louco" eu dava'lhes ra31o" pois" em condi/2es
normais" nenhuma pessoa sai de casa" sem rumo definido" levando em pleno dia um vaso com uma labareda" afirmando estar marchando contra o e,!rcitos de cinco reis. Bealmente parecia se tratar de uma grande loucura. Mesmo assim" a despeito de todas as humilha/2es e palavras contra mim" eu avan/ava rumo ao vale. oda aquela 3ombaria foi finalmente diminuindo $ medida em que me distanciava do arvalho de Mambr!.
ome/aram a sobrevir ao meu cora/1o muitas d?vidas quanto ao meu futuro. Cicava $s ve3es aflito com o pensamento de que toda a minha e,peri:ncia" desde a convoca/1o dos pastores at! aquele momento" poderia ser" de fato" demonstra/1o de insanidade. heio de d?vidas" comecei a pensar na possibilidade de abandonar $ beira do caminho o #arro" retornando para a tenda. Esses eram os conselhos de alguns pastores e amigos que" condo)dos de minha solid1o" ainda vinham ao meu encontro" aconselhando'me a retornar. Ali" di3iam" eu poderia conquistar novamente a confian/a dos pastores" voltando a ser" quem sabe" at! mesmo um sacerdote honrado como antes. *obre o altar" di3iam" havia um fogo muito maior do que aquele que eu carregava sobre os ombros. Estava a ponto de retornar" quando *ara veio ao meu encontro" contando'me sobre o despre3o que muitos pastores lan/avam contra mim. Ela estava consternada" pois toda aquela desonra reca)a tamb!m sobre ela" ao ponto de n1o sentir mais dese#o de permanecer #unto ao altar.
8epois de alertar'me" *ara passou a falar'me de um plano( poder)amos" quem sabe" nos mudar para uma cidade distante" onde esquecer)amos todo aquele ve,ame. Esquecendo'me da vo3 que me mandara seguir rumo $ plan)cie" respondi que eu estaria disposto a acompanh-'la para qualquer lugar" se ela permitisse que eu levasse aquele #arro; Ele seria o nosso altar" aquecendo e iluminando nossas noites com sua chama. Ao ouvir sobre o vaso" *ara ficou novamente irada" afirmando n1o entender minha teimosia em continuar levando sobre os ombros aquele s)mbolo de vergonha e despre3o. 8epois de di3er'me tais palavras" voltou'me as costas" retornando para a tenda.
Capítulo III
Angustiado por n1o poder agradar *ara" prossegui rumo ao futuro incerto" sendo orientado unicamente pela chama" cu#o brilho aumentava $ medida em que as trevas adensavam'se. omecei a meditar sobre aquele fogo que me acompanhava com seu brilho e calor. Eu estava acostumado a ver o Cogo *agrado entroni3ado sobre o altar de pedras" em meio aos louvores de muitos pastores" entre os quais me destacava como mestre e sacerdote. <aqueles momentos de adora/1o" eu me vestia com os melhores mantos" e fa3ia quest1o de reali3ar o sacrif)cio somente quando todos os meus servos estivessem reunidos ao meu redor" para que ouvissem meus conselhos e advert:ncias. <a hora do sacrif)cio" eu erguia minha espada desembainhada e" com palavras amedrontadoras" proclamava a grande3a do *enhor dos E,!rcitos" o 8eus odo oderoso que domina sobre os !us e a erra. Vibrando a espada num movimento amea/ador" eu representava diante de meus pastores a imagem de um 8eus severo" que est- sempre pronto a revidar qualquer afronta. 8epois dessa demonstra/1o de soberania e poder" eu tomava uma ovelha das m1os de um pastor" e a amarrava sobre o altar. ara que ficasse patente a ira divina" eu pisava sobre o seu pesco/o" golpeando'a severamente" at! v:'la perecer. 8epois eu descia do altar e ficava esperando pelo Cogo *agrado que #amais dei,ou de manifestar'se sobre o sacrif)cio.
Eu aprendera desde a inf0ncia a reverenciar o Cogo *agrado" crendo ser ele uma revela/1o vis)vel do Eterno" o Frande 8eus 4nvis)vel. At! ent1o" eu o vira como um Cogo Gnico e 4ndivis)vel. Agora" ao transportar em humilde #arro a chama que se desprendera do Altar" meus pensamentos agitavam'se com o surgimento de um novo conceito sobre o riador( o conceito de um 8eus *ofredor que ! capa3 de desprender'se do grande *er representado pelo Cogo" para acompanhar o pecador em sua #ornada. Arrependido" prostrei'me diante do #arro e chorei amargamente. Estava consciente de que todo o 3elo demonstrado #unto ao Altar" tinha por finalidade a e,alta/1o de meu orgulho" e n1o do amor daquele que me
acompanhava pelo caminho. *ubitamente" gravou'se'me na mente a convic/1o de que aquela pequena chama que se desprendera do Cogo *agrado" era uma representa/1o do Messias prometido" que *e desprenderia do Eterno para ser 8eus onosco" companheiro em todas as nossas #ornadas. Ao sobrevir'me esta convic/1o" a chama alegrou'se" tornando'se mais brilhante e calorosa. om o cora/1o transformado" prossegui pelo caminho rumo ao vale" levando sobre os ombros o #arro que me trou,era depois de tanto despre3o" a alegria de uma nova compreens1o sobre o car-ter do riador.
Momentos dif)ceis come/aram a surgir em minha caminhada" quando ventos frios vindos do Mar Morto come/aram a arremeter'se contra a pequena chama" procurando apag-'la. Eu a amparava com o meu corpo"
andando muitas ve3es de lado e mesmo de costas" mas sempre avan/ando rumo ao vale. Ao romper a lu3 do dia" achei'me a um passo da plan)cie. omecei ent1o a encontrar pelo caminho muitos rebanhos que eram condu3idos por rudes pastores. medida em que avan/ava entre eles" ocorriam tumultos e confus2es" pois muitas ovelhas e cabras assustavam'se com a chama de meu #arro" debandando'se por todas as partes. 4sto fe3 com que a maioria dos pastores ficassem irritados com a
minha presen/a em seu meio. *abendo que n1o poderia ficar retido naquele vale" prossegui rumo a *odoma.
Enquanto avan/ava" come/ou a acontecer algo interessante( muitas ovelhas" meigas e submissas" come/aram a acompanhar'me. Eram poucas a princ)pio" mas pouco a pouco seu n?mero foi aumentando" at! que passei a andar com dificuldade" devido ao grande n?mero de ovelhas que me seguiam. Ao longe eu podia ver os pastores" enfurecidos" pela perda de suas ovelhas mais bonitas. Ao chegar $ cidade de *odoma" encontrei'a va3ia e devastada. *eguindo os rastros dei,ados pelos e,!rcitos e pela multid1o de cativos" fui me apro,imando cada ve3 mais do alvo de minha miss1o. Ao chegar $ campina de 81" pude avistar ao longe o grande acampamento dos soldados" ao p! de um outeiro. *em pressa" encaminhei'me para l-" condu3indo o meu novo rebanho. 8o alto
do monte" pude observar o acampamento em toda a sua e,tens1o. Havia I
ali milhares de soldados comemorando a vitória. Enquanto isso" centenas de cativos #a3iam amontoados no meio do arraial" humilhados e sem esperan/a. 8iante desse quadro" fiquei imaginando como poderia se dar o livramento.
Minha presen/a despertou curiosidade em alguns soldados que" ao ver' me com o vaso fumegante" apro,imaram'se. %uando me perguntaram sobre o motivo de minha presen/a naquele lugar" eu disse'lhes que viera libertar meu sobrinho Ló. Minhas palavras tornaram'se motivo de muitos grace#os em todo o acampamento. 8epois disso" passaram a escarnecer de Ló. Em pouco tempo" toda aquela 3ombaria transformou' se em gritos de vingan/a" e proclamaram que" na manh1 seguinte" todos os cativos seriam e,terminados" come/ando pelo meu sobrinho.
Capítulo IV
Enquanto eu tentava imaginar o que o Eterno poderia fa3er para alcan/ar o livramento" vi surgir ao longe o vulto de pastores que se encaminhavam em minha dire/1o" vindos de *odoma. ensei a princ)pio que fossem os pastores inimigos que vinham arrancar'me o rebanho conquistado com amor. al receio logo desapareceu dando lugar a um sentimento de muita alegria" quando descobri que eram os meus pastores fi!is. Ele foram apro,imando'se em pequenos grupos de do3e" at! alcan/arem o total de @77 pastores. Ao olhar para eles" pude notar em seus semblantes os sinais de uma grande luta espiritual que tiveram de enfrentar" para estarem do meu lado. ontaram'me da e,peri:ncia de muitos companheiros que" desanimados" haviam lan/ado fora o a3eite e a l1 de seus vasos" retornando para as suas tendas. Calaram'me de como" na noite anterior" haviam aprendido a amar a lu3 de meu #arro" que para eles tornara'se como uma estrela que os guiava na escurid1o.
Alegrava'me com a presen/a de meus humildes pastores" quando vieram em nossa dire/1o Aner" Escol e Manre" acompanhados por +D homens armados; Eram eles fi!is amigos que" conhecendo os perigos que
enfrentar)amos naquele vale" vieram socorrer'nos. ara que n1o atrapalhassem o plano divino" pedi'lhes que permanecessem escondidos at! o alvorecer" quando receberiam orienta/2es sobre como participar da miss1o. omecei a orientar os pastores" seguindo as instru/2es da vo3 divina que soava de dentro da chama( A primeira tarefa dos pastores seria cuidar do rebanho at! o anoitecer. Ao retornarem" ordenei que amarrassem os novelos de l1 embebidos em a3eite na ponta de seus bord2es" colocando'os dentro dos #arros que deveriam ser mantidos suspensos de boca para bai,o. assei a incendi-'los com o fogo de minha labareda" at! que as tre3entas tochas ficaram ardendo" mas" ocultas no interior daqueles vasos.
Ordenei a quarenta de meus cora#osos pastores que" no momento indicado por um sinal" deveriam avan/ar silentes para o meio do acampamento" circundando todos os cativos que #a3iam amontoados no meio do arraial. Ao mesmo tempo" os 967 pastores restantes deveriam circundar todo o acampamento" aguardando pelo sinal de quebrarem os vasos com os chifres. Orientado pela vo3 da chama" indiquei'lhes os sinais( quando a ?ltima tocha se apagasse no acampamento" deveriam ficar atentos" pois uma pequena lamparina seria acesa por um dos cativos. Assim que a lamparina come/asse a arder" deveriam correr cada um para o seu lugar" evitando qualquer ru)do para que n1o fossem notados. O sinal para quebrarem os vasos com os chifres" erguendo bem alto a tocha" era o apagar da lamparina.
8epois dessas orienta/2es" os 967 pastores" ocultos pelas sombras da noite" espalharam'se pelo vale" e ficaram esperando pelo momento de se posicionarem ao redor do acampamento. Enquanto isso" os 7 se posicionaram pró,imos a uma passagem vulner-vel" atrav!s da qual haveriam de alcan/ar os cativos. =- era alta noite quando a tocha do ?ltimo soldado apagou'se" sobrevindo completa escurid1o e sil:ncio sobre o arraial. Entre os cativos" havia um homem que naquela noite vivia a maior ang?stia de sua vida. Era o meu sobrinho que" depois de tornar'se alvo de tantos abusos e humilha/2es" tomara conhecimento do castigo que os aguardava pelo alvorecer. <aquela noite" Ló tinha seus K
pensamentos voltados para o seu tio. Lembrava'se com arrependimento do momento em que me dei,ara" mudando'se para as campinas de *odoma. Em seu desespero" sentiu dese#o de rever minha face e pedir' me perd1o por ter'se afastado de mim. =ustamente naquele momento" Ló foi atra)do pelo brilho de uma tocha que ardia sobre o outeiro. Ao fitar o brilho" imaginou estar tendo uma vis1o" pois o mesmo revelava'lhe a face de seu querido tio. %uerendo mostrar'me o seu rosto" Ló apalpou em meio $s trevas" at! encontrar uma pequena lamparina que trou,era em seu alfor#e. Crustrado" percebeu que n1o havia nela nenhum a3eite. oncluiu que a l0mpada apagada e seca era um s)mbolo de sua vida va3ia e sem f!. *em desviar os olhos de meu rosto iluminado pela chama do #arro" num desesperado gesto de f!" Ló apalpou o pavio de sua lamparina" descobrindo nele um resto de a3eite. urvando'se" passou a ferir as pedras do fogo" at! que uma fa)sca saltou para o pavio. *em que soubesse" Ló estava comandando" com seus gestos" os passos para um grande livramento.
Os tre3entos pastores ao verem o t:nue brilho da lamparina" encaminharam'se rapidamente para os seus postos e ficaram aguardando o apagar da pequena chama. 8esde o momento em que Ló erguera'se com sua diminuta chama" fiquei olhando para os seus olhos que fitavam os meus. Vi que sua face tra3ia sinais de indi3)vel ang?stia e maus tratos. Mesmo assim pude ler em seus olhos que a esperan/a e a f! ainda n1o o haviam abandonado.O foguinho de sua lamparina" contudo" n1o resistiria por muito tempo. Era necess-rio que se apagasse" para sinali3ar a grande vitória. %uando a escurid1o voltou a cobrir a face de Ló" meus tre3entos pastores arremeteram os chifres contra os vasos que mantinham ocultas
as tochas ardentes. m forte ru)do" como de cavalaria em combate" ecoou por todas as partes" enquanto as tochas eram suspensas pelos bord2es. Os tre3entos chifres" usados at! ent1o para condu3ir o rebanho"
soavam agora como trombetas de conquistadores.
odo o acampamento despertou num ?nico salto e" sem saberem como escapar de t1o terr)vel investida que partia de fora e de dentro" os soldados come/aram a lutar entre si" enquanto meus pastores
permaneciam em seus lugares" fa3endo soar os chifres. Os cativos ficaram muito espantados a princ)pio" mas pouco a pouco foram tomando consci:ncia do grande livramento que estava se operando em seu favor. %uando amanheceu" revelou'se aos nossos olhos um cen-rio de completa destrui/1o. odo o arraial estava coberto por milhares de corpos rasgados pelas próprias espadas e lan/as. *omente uns poucos conseguiram fugir daquele acampamento de morte" mas foram perseguidos pelos meus +J aliados que estavam armados" sendo alcan/ados em Hob-" situada $ esquerda de 8amasco. Enquanto isso" os cativos" agora libertos" recuperavam todas as rique3as que haviam sido saqueadas pelos inimigos.
Capítulo V
8o cimo do outeiro" enquanto eu vibrava com a alegria dos cativos naquela manh1 de liberdade" ouvi a vo3 do Eterno falando'me do meio da chama(
' "ste livramento que ho#e se concretiza, representa o livramento que hei de operar nos últimos dias, salvando os remanescentes de teus filhos, do cerco de numerosas na$%es que se aliarão a &og com o prop'sito de destruílos. Naquele dia em que triunfarem sobre o meu povo, a minha indigna$ão ser( mui grande, e contenderei com ele por meio da peste, do fogo e do sangue) chuva inundante, grandes pedras de saraiva, fogo e en*ofre farei cair sobre ele, sobre as suas tropas e sobre os muitos povos que estiverem com ele. Assim, eu me engrandecerei, vindicarei a minha santidade e me darei a conhecer aos olhos de muitas na$%es) e saberão que eu sou o +enhor. " sobre a casa de avi e sobre os habitantes de -erusalm derramarei o "spírito de &ra$a e de +úplicas) olharão para /im a quem traspassaram, prantearmeão como quem pranteia por um unig0nito e chorarão por mim como se chora amargamente pelo primog0nito.
Naquele dia, haver( uma fonte aberta para a casa de avi e para os habitantes de -erusalm, para remover o pecado e a impureza.123. A chama que para mim tornara'se uma representa/1o do Messias prometido" apagou'se no momento em que desci ao encontro dos pastores e dos muitos cativos agora libertos. heios de alegria e de admira/1o" todos queriam saber como tornara poss)vel t1o grande livramento" somente com a utili3a/1o daquelas tochas e chifres. Calei' lhes da import0ncia daquele fogo que se desprendera do Altar" para libert-'los naquele vale" identificando'o com o Messias *alvador. Ao ver que todos carregavam em seus corpos e mantos a su#eira da escravid1o" convidei'os a seguirem'me at! o rio =ord1o" onde poderiam banhar'se para purifica/1o de seus pecados" pois aquele era o om Nipur" o dia do perd1o. *omente tr:s pessoas atenderam ao convite( Ló e suas duas
filhas mais novas. Os demais retornaram contaminados para suas casas. Antes de partir" o rei de *odoma veio ao meu encontro" prometendo dar' me todas as rique3as recuperadas naquela manh1. Eu recusei sua oferta" para que #amais algu!m possa di3er que eu me enriqueci com aquele saque. ermanecemos acampados $s margens do rio =ord1o" nas pro,imidades de =erico por quatro dias. <aqueles dias de descanso" todos ficaram livres das impure3as" dei,ando'as nas -guas do =ord1o. Esse era um preparo especial para nossa subida a *al!m" onde comemorar)amos a vitória nos dias de *uot.
heios de alegria" iniciamos uma caminhada ascendente rumo $ cidade de *al!m" inconscientes da feli3 surpresa que nos aguardava. Eu seguia $ frente tendo ao meu lado Ló e suas duas filhas" e atr-s vinham os @77 pastores" condu3indo o grande rebanho. medida em que avan/-vamos" comecei a notar que o meu #arro tornara'se muito pesado. Ao bai,-'lo" fiquei surpreso ao descobrir que estava repleto de p!rolas e pedras preciosas de variados tamanhos e brilhos. Ao avistarmos ao longe a alva cidade" come/amos a ouvir sons de uma grande festa. Acordes harmoniosos repercutiam pelos montes" enquanto avan/-vamos pelo caminho. Minha curiosidade em conhecer aquela cidade e o seu #ovem
rei era imensa" pois muito #- ouvira sobre sua grande3a e fama. ratava' se de um reino diferente" onde os s?ditos eram treinados n1o no mane#o de arcos e flechas" mas no dom)nio de instrumentos musicais. Melquisedeque" o seu #ovem rei" regia a todos com um cetro muito especial( um ala?de" pelo qual pagara um pre/o elevado.
Enquanto crescia em mim a alegria por estar nos apro,imando da cidade do grande Bei" vimos uma multid1o vestida de linho fino" puro e resplandecente" saindo ao nosso encontro. odos tangiam instrumentos musicais e cantavam um hino de vitória. frente da multid1o vinha um #ovem tocando um ala?de" tra3endo na fronte uma coroa repleta de pedras preciosas" que brilhavam sob a claridade do sol poente. Eu tive a
certe3a de que aquele era o t1o aclamado rei de *al!m.
Ao nos encontrarmos" ficamos surpresos com a sauda/1o que nos fi3eram. 4nclinando'se diante de mim" Melquisedeque afirmou(
' 4endito s tu Abraão, servo do eus Altíssimo, que possui os 5us e a Terra) e bendito se#a o eus Altíssimo, que entregou os teus advers(rios nas tuas mãos 163.
Capítulo VI
*urpresos pela festiva recep/1o" fomos introdu3idos na cidade" onde a bele3a das mans2es e #ardins nos causou muita admira/1o. udo ali era puro e cheio de pa3. *al!m estava em festa" pois teria in)cio naquele entardecer a festa de *uot. Comos recebidos no pal-cio real" edificado sobre o monte *i1o. Ali" uma nova surpresa nos aguardava( a grande sala do trono estava toda adornada com representa/2es de nossa vitória sobre os inimigos. Havia no centro uma mesa muito comprida" coberta por toalhas de linho fino adornadas com fios de ouro e pedras preciosas. *obre a mesa estavam @7 coroas" cada uma tra3endo a inscri/1o do nome de um vencedor. <um gesto que novamente nos surpreendeu" Melquisedeque" tomando as coroas" come/ou a coloc-'las na cabe/a de cada um de nós" come/ando por Ló e suas filhas. Est-vamos todos +@
admirados pelo fato do rei de *al!m conhecer'nos individualmente" e por er preparado aquelas coroas muito antes de sermos vencedores. Eu
observava a alegria de meus companheiros coroados quando" tomando uma coroa semelhante $ sua" o rei de *al!m dirigiu'se a mim com um sorriso. Ao levant-'la sobre minha cabe/a" notei algo que at! ent1o n1o havia percebido( suas m1os tra3iam cicatri3es de profundos ferimentos. Vencido por um sentimento de gratid1o" prostrei'me aos seus p!s e" comovido" bei#ei suas bondosas m1os" banhando'as com minhas l-grimas.
Ao levantar'me" perguntei'lhe o significado daquelas cicatri3es. om um meigo sorriso" ele prometeu contar'me a história daquele próspero reino" e do quanto lhe custara a sua pa3.
8epois de coroar'nos" Melquisedeque nos fe3 assentar ao redor da grande mesa" e passou a servir'nos p1o e vinho. A partir daquele momento" passamos a honr-'lo como sacerdote do 8eus Alt)ssimo. <um gesto de gratid1o" tomei o #arro que se enchera de p!rolas e o coloquei aos p!s do rei. omando'o nos bra/os" ele passou a acarici-'lo sem atentar para o brilho das #óias. E,pressando gratid1o por aquela oferta" ele disse'me que aceitaria o #arro; %uanto $s p!rolas e pedras preciosas" ele aceitaria somente o d)3imo delas. 4mediatamente passei a contar as #óias" separando as mais belas para o rei. Havia um total de +7" das
quais lhe entreguei +. Ele as guardou cuidadosamente em uma cai,inha de ouro puro" em cu#a tampa havia lindos adornos marchetados de pedras preciosas. 8epois de receber o d)3imo que simboli3ava o grande livramento operado por 8eus na plan)cie" Melquisedeque chamou para #unto de si um de seus s?ditos que era mestre em adornos e pinturas" ordenando'lhe embele3ar o #arro com uma linda gravura que
retratasse o momento em que eu o ofertei. Enquanto o #arro era pintado" Melquisedeque passou a contar'me a história de seu reino" desde sua funda/1o at! aquele momento em que est-vamos comemorando a grande vitória sobre os inimigos.
Ao devolver'me o #arro" agora honrado pela mais bela gravura e inscri/2es que e,altavam a #usti/a e o amor" o rei de *al!m ordenou'me lev-'lo com aquelas #óias. 8urante seis anos eu e meus pastores dever)amos contar para todos a história daquele #arro que transportara a chama vitoriosa do altar. A todos aqueles que" com arrependimento" aceitassem a salva/1o representada por sua história" dever)amos oferecer uma pedra preciosa ou p!rola. Ao fim dos seis anos" as #óias acabariam. =- n1o haveria oportunidade de salva/1o. *obreviria ent1o o s!timo ano" no qual haveria um tempo de grande ang?stia e destrui/1o" quando somente e,istiria prote/1o para aqueles que possu)ssem as #óias. or essa ocasi1o" as cidades da plan)cie seriam totalmente destru)das pelo fogo do #u)3o" e os demais povos impenitentes" seriam di3imados por terr)veis pragas.
Capítulo VII
8epois de revelar'nos sobre os sete anos que ainda restavam" dentro dos quais ter)amos uma miss1o importante a cumprir" Melquisedeque nos afirmou que nossa e,peri:ncia consistia numa par-bola que representa a história universal" com :nfase no livramento dos filhos de 4srael nos ?ltimos dias. Ele o previu com as seguintes palavras(
' Ao chegar a plenitude dos tempos, todos os esfor$os humanos em busca da paz se frustrarão. Naquele tempo, numerosas na$%es se aliarão contra o reino de -erusalm, e sobrevir( um tempo de angústia qual nunca houve para os filhos de 7srael. epois de um terrível conflito, verão numerosos e*rcitos invadindo sua terra, numa aparente vit'ria. No momento mais difícil, quando as suas for$as estiverem esgotadas, o "terno intervir( em +eu favor,
lan$ando por terra os numerosos inimigos.183
' Toda a humanidade testemunhar(, com espanto as cenas de livramento. Naquele dia, muitos povos e poderosas na$%es se posicionarão ao lado do +enhor dos "*rcitos. Naquele dia acabar( a cegueira dos filhos de -ac', e olharão para Aquele a quem +D
traspassaram, e chorarão amargamente por ele como se chora por um filho unig0nito. Naquele dia os eleitos de eus compreenderão as palavras do 9ivro:
' ;uvime, v's, que estais < procura da #usti$a, v's que buscais o "terno. ;lhai para a rocha da qual fostes cavados, para a caverna
da qual fostes tirados. ;lhai para Abraão, vosso pai, e para +ara, aquela que vos deu a luz. "le estava s' quando o chamei, mas eu o aben$oei e o multipliquei. ; +enhor consolou a +ião, consolou todas as suas ruínas) ele transformar( o seu deserto em um =den e as suas estepes em um #ardim. Nela encontrarão gozo e alegria, c>nticos de a$%es de gra$as e som de música.1?3
' Naquele dia os habitantes de -erusalm trocarão suas armas por instrumentos musicais e os remidos, consolados pela grandiosa revela$ão de eus, com alegria cantarão:
' @5omo são belos, sobre os montes, os ps do mensageiro que anuncia a paz, do que proclama boas novas e anuncia a salva$ão, do que diz a +ião: ; teu eus reina! orque o "terno consolou o seu povo, ele redimiu -erusalm. ; +enhor descobriu o seu bra$o santo aos olhos de todas as na$%es, e todas as e*tremidades da terra viram a salva$ão do nosso eus.1B3
' ; grande livramento se cumprir( no início de uma nova semana de anos, ao fim de um ciclo determinado envolvendo dez #ubileus. urante seis anos, toda a humanidade, iluminada pela maior
revela$ão do amor e da #usti$a de eus, ter( oportunidade de romper com o imprio do pecado, unindose aos filhos de 7srael em sua marcha de purifica$ão e restaura$ão do reino da luz. "ntão acontecer( que todos os sobreviventes das na$%es que marcharam contra -erusalm, subirão, ano ap's ano, para prostrarse diante do Cei e +enhor dos "*rcitos, e para celebrar a festa de +uDot. "
vier, haver( contra ele a praga com que o "terno ferir( as na$%es que não subirem para celebrar a festa de +uDot.1E3.
' Naqueles anos de oportunidade, soar( por todas as partes do mundo o último convite de miseric'rdia, num apelo para que todos os pecadores se arrependam e se unam ao 5riador numa eterna alian$a
.or todas as partes se ouvir( o brado divino:
' ;bservai o direito e praticai a #usti$a, porque a minha salva$ão est( prestes a chegar e a minha #usti$a a manifestarse. 4emaventurado o homem que assim procede, o filho do homem que nisto se firma, que guarda o s(bado e não o profana e que guarda sua mão de praticar o mal. Não diga o estrangeiro que se entregou ao +enhor: Naturalmente eus vai e*cluirme do seu povo, nem diga o eunuco: Não h( dúvida, eu não passo de uma (rvore seca. ois assim diz o +enhor aos eunucos que guardam os meus s(bados e optam por aquilo que a minha vontade, permanecendo fiis < minha alian$a: Fei de darlhes, na minha casa e dentro dos meus muros, um monumento e um nome mais precioso do que teriam com filhos e filhas) hei de darlhes um eterno nome, que não ser( e*tirpado. ", quanto aos estrangeiros que se entregarem ao +enhor para servilo, sim, para amar o nome do "terno e tornaremse servos seus, a saber, todos os que se abst0m de profanar o s(bado e que se mant0m fiis < minha alian$a, tr(losei ao meu santo monte e os cobrirei de alegria na minha casa de ora$ão. ;s seus holocaustos e os seus sacrifícios serão bem aceitos no meu altar. 5om efeito, a minha casa ser(
chamada casa de ora$ão para todos os povos.1G3
' Na última semana de anos, os filhos de 4elial se aliarão contra os filhos da 9uz, e os acusarão como causadores de toda a desarmonia no mundo. "m oposi$ão < santifica$ão do s(bado que o sinal da alian$a entre eus e seus escolhidos, muitas na$%es imporão outro dia para o culto, não podendo comprar nem vender todos aqueles que se mantiverem fiis < alian$a do "terno.1H3
' Ao fim dos seis anos, o rolo se fechar( e não haver( mais oportunidade de salva$ão. esprotegidos, os ímpios sofrerão os #uízos divinos que se manifestarão nas sete últimas pragas. esesperados, muitos correrão de um lado para o outro em busca da
mensagem do rolo, mas não a encontrarão. urante o stimo ano, os escolhidos de eus passarão por grandes provas, pois serão condenados pelas na$%es como os causadores de todo o caos que sobrevir( ao mundo em conseqI0ncia dos #uízos.1J3
' Ao consumaremse os sete anos, o /essias se manifestar( nas nuvens do cu, acompanhado por todas as hostes celestes, para salva$ão de seu povo. Ao tocar +ua trombeta, os fiis falecidos ressuscitarão revestidos de gl'ria) os vivos vitoriosos serão transformados num abrir e fechar de olhos, recebendo corpos perfeitos. -untos, todos os remidos serão arrebatados para a Nova e "terna -erusalm, numa viagem inesquecível que come$ar( no primeiro dia da festa de +uDot. epois de sete dias de feliz ascensão, chegarão < 5idade +anta para comemorarem, diante do trono ,no oitavo dia da festa, a grande vit'ria. 5omo que a sonhar, os resgatados do +enhor entrarão na 5idade +anta, encontrando ali o #ardim do =den, no meio do qual elevase o monte +ião, o lugar do trono de eus. 5oroados pelo /essias, os remidos entoarão o c>ntico da vit'ria, fazendo vibrar por todo o espa$o os acordes de incont(veis instrumentos musicais.
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Capítulo VIII
8epois de proferir todas essas predi/2es" Melquisedeque disse'nos novamente que toda a e,peri:ncia que est-vamos vivendo era prefigurativa" e ter)amos de cumprir ainda importantes tarefas nos pró,imos sete anos( 8urante seis anos a história do #arro deveria ser
contada aos pecadores" dando'lhes a oportunidade de arrependerem'se" apossando'se das #óias que simboli3am salva/1o; ao fim dos seis anos" na v!spera de Bosh Hashanah as p!rolas acabariam" ficando fora do abrigo todos aqueles que n1o a receberam.
Ao ouvir tais palavras do rei de *al!m" sobreveio'me grande ang?stia" por lembrar'me dos ?ltimos passos de *ara. Eu temia que ela" em sua
incredulidade" n1o aceitasse uma p!rola. *e isto acontecesse" os meus lindos sonhos cairiam por terra" pois n1o conseguiria ser feli3 em sua aus:ncia. Lendo nos meus olhos a ang?stia" Melquisedeque consolou'me com uma promessa(
' Abraão, daqui a seis anos o "terno visitar( sua tenda, e sua esposa ser( curada de sua aridez. "la se converter( e lhe dar( um filho que se chamar( 7saque.
Ao findar a festa de *uot" retornamos $s nossas tendas #unto ao arvalho de Mambr!. medida que )amos avan/ando pelo caminho" muitas pessoas nos cercavam" admirados pela bele3a do vaso repleto de p!rolas. A todos cont-vamos a história de sua chama redentora" e
d-vamos as #óias $queles que aceitavam a salva/1o. %uando chegamos ao arvalho de Mambr!" uma multid1o de pessoas nos esperava. Muitos tinham ouvido falar do miraculoso livramento operado atrav!s daquele #arro que fora alvo de tanto menospre3o. Agora" estavam todos
emudecidos ao v:'lo glorificado.
=untamente com os meus pastores" continuamos a proclamar o infinito amor de 8eus revelado pela chama. O n?mero daqueles que procuravam pelas p!rolas ia aumentando" dia após dia" e todos !ramos feli3es. Melquisedeque enviou'nos muitos de seus s?ditos que eram mestres em m?sica" para reali3arem uma miss1o importante. Eles apresentavam a história de seu reino de pa3 por meio de lindos c0nticos que e,altavam o poder da humildade e do amor. *ua m?sica tinha o poder de transformar
cora/2es infeli3es" dando'lhes esperan/a e alegria em viver. ara que se propagasse a influ:ncia restauradora da m?sica de *al!m" eles ensinavam a muitos a cantarem tocarem flautas e ala?des" enviando'os depois de certo tempo como mensageiros de sua miss1o de pa3.
Os dias" os meses e anos foram'se passando" e as p!rolas e pedras preciosas foram diminuindo dentro do #arro. Est-vamos vivendo agora +K
os ?ltimos meses do se,to ano" que era o ?ltimo da oportunidade. medida em que os dias se passavam" aumentava em meu cora/1o uma preocupa/1o e uma ang?stia" pois *ara at! ent1o n1o tomara interesse
em apossar'se de sua p!rola" apesar de meus constantes rogos.
<aqueles momentos de afli/1o em que clamava a 8eus pela salva/1o de *ara" meu ?nico consolo eram as ?ltimas palavras do rei de *al!m" de que ao fim dos seis anos ela seria transformada. Viv)amos agora os ?ltimos dias do se,to ano. A consci:ncia de que o tempo estava se esgotando" fa3ia com que muitas pessoas nos procurassem de manh1 at! $ noite" para apossarem'se das #óias da salva/1o. om o cora/1o ferido por uma indi3)vel afli/1o" eu insistia com *ara" procurando convenc:'la de sua necessidade em tomar" o quanto antes" uma p!rola" pois as mesmas estavam ficando escassas. *em atentar para a minha ang?stia" *ara desdenhava de meus apelos" afirmando que aquelas p!rolas n1o tinham nenhum valor para ela.
Capítulo IX
8epois de uma noite de vig)lia em que" desesperadamente" procurei em v1o convencer minha amada a apossar'se uma p!rola" aceitando a salva/1o representada por aquele #arro" vi o sol surgir tra3endo a lu3 do ?ltimo dia" v!spera de Bosh Hashan-. Ao olhar para dentro do vaso naquela manh1" vi que restavam apenas tr:s p!rolas. Ao admirar'lhes o brilho" comecei a imaginar que a maior seria para o meu filho prometido" a de tamanho intermedi-rio seria a de *ara" e a menor seria a minha. Esse pensamento trou,e'me al)vio e esperan/a. Mas" ao mesmo tempo" comecei a preocupar'me com a possibilidade de chegarem pessoas procurando por elas. *e viessem" eu n1o poderia neg-'las.
omado por essa preocupa/1o" permaneci sentado sob o arvalho de Mambr!. <a vira/1o do dia" sobreveio'me um grande estremecimento quando vi ao longe tr:s peregrinos que caminhavam rumo $ nossa tenda. omecei a clamar ao Eterno para que eles mudassem de rumo" mas meus clamores n1o foram atendidos. 8ominado por uma indi3)vel
amargura" corri at! eles e" depois de prostrar'me" convidei'os para a sombra. omando uma bacia com -gua" passei a lavar'lhes os p!s" limpando'os da poeira do caminho. Ao ver os p!s feridos e cale#ados daqueles homens" senti compai,1o por eles. ompreendi que haviam vindo de muito longe" enfrentado perigos e desafios" com o propósito de pegarem em tempo as p!rolas. Vi que eles eram mais merecedores que
eu" *ara e nosso filho prometido.
Ao lavar os p!s do terceiro" meu cora/1o que" at! ent1o estava aflito" encheu'se de pa3 e alegria. 4maginava naquele momento" qu1o terr)vel seria se aquele terceiro peregrino n1o houvesse se unido aos dois primeiros naquela caminhada. <esse caso eu seria obrigado a tomar da ?ltima p!rola" subindo sem minha amada para *al!m. *e eu tivesse de passar por essa e,peri:ncia" a p!rola que simboli3a a alegria da salva/1o"
se tornaria num s)mbolo de minha solid1o e triste3a" pois a vida longe do carinho de *ara" seria para mim o maior castigo" como a própria morte. 8epois de lavar'lhes os p!s" comecei a servir'lhes o alimento que foi especialmente preparado para eles. Enquanto os servia em sil:ncio" fiquei esperando pelo momento em que eles perguntariam pelas p!rolas. Mas" sem revelar nenhuma pressa" eles falavam sobre a longa caminhada que fi3eram" e sobre as cidades por onde haviam passado. Eu perguntei' lhes se conheciam *al!m. Eles responderam'me afirmativamente" acrescentando que naqueles seis anos" muitas obras haviam sido reali3adas naquela cidade" em prepara/1o para uma grande festa que estava para reali3ar'se dentro de mais um ano" por ocasi1o da festa de *uot.
As palavras daquele terceiro peregrino" o mais falante deles" come/aram a tra3er'me" misteriosamente" um sentimento de esperan/a. Ao olhar para os seus olhos" vi que ele se parecia com Melquisedeque. Lembrava'
me da ?ltima promessa feita pelo rei de *al!m" quando o terceiro peregrino perguntou'me com um sorriso(
' Abraão, onde est( +ara, sua mulherL!
At&nito" perguntei'lhe(
' 5omo voc0 sabe o meu nome e o nome de minha esposaL O peregrino respondeu'me(
' Não somente sei o nome de voc0s, como tambm sei que daqui a um ano voc0s terão um filho que ser( chamado 7saque.
Ao ouvir as palavras do visitante" corri para dentro da tenda a fim de chamar minha esposa" para que ouvisse as palavras daquele peregrino. Ao v:'la" o peregrino perguntou'lhe(
' +ara, por que voc0 riu de minhas palavrasL Assustada" *ara" respondeu(
' "u não ri, meu +enhor!
' Não diga que não riu, pois eu a vi rindo dentro da tenda. Afirmou o peregrino.
onsciente de estar diante de algu!m que conhecia o seu )ntimo" *ara perguntou'lhe(
' Muem s tu +enhorL!
"u sou a 5hama que se desprendeu do fogo do Altar para estar no #arro que voc0 re#eitou! "u sou o /essias, o eus que sofre
humilha$%es e desprezo por amor ao seu povo!
endo feito esta revela/1o" o peregrino estendeu suas m1os sobre a cabe/a de *ara para aben/o-'la. *omente ent1o vi que elas estavam marcadas por cicatri3es semelhantes $s do rei de *al!m. O peregrino"
com muita ternura" come/ou a falar ao cora/1o de minha amada" resgatando'a de sua incredulidade(
' +ara, voc0 preciosa aos meus olhos! Todo o seu passado de descren$a e infertilidade est( perdoado! Tenho para voc0 um futuro glorioso, pois voc0 se tornar( mãe de muitos povos e na$%es!
8epois de di3er estas palavras" o nobre visitante encaminhou'se para o #arro e" inclinando'se" tomou dele as tr:s p!rolas restantes. 8irigindo'se
a *ara" entregou'lhe duas p!rolas" e disse'lhe(
ma para voc0 e a outra para o seu filho 7saque.
om a vida transformada pelo amor do Eterno" *ara prostrou'se agradecida aos p!s daquele peregrino que a salvara no ?ltimo momento. %uando a vi prostrar'se submissa" meu cora/1o por tantos anos aflito" rompeu'se em l-grimas de alegria e gratid1o" e ca) aos p!s de meu Bedentor e Bei. 8epois de consolar'nos com a certe3a de nossa eterna salva/1o" o peregrino entregou'me a ?ltima p!rola. %uando apertei'a em minhas m1os" senti grande lu3 e pa3 inundar'me todo o ser" e passei a louvar ao Eterno pela certe3a de que teria para sempre ao meu lado minha querida *ara e o filho que" segundo a promessa" dentro de um ano nasceria.
Capítulo X
8epois destas coisas" o Eterno despediu'se de *ara e dos pastores que ali se encontravam" e convidou'me a acompanh-'los at! o outeiro que fica defronte do vale. Ao chegarmos $quele lugar" o Eterno despediu'se de seus dois companheiros" enviando'os para uma miss1o especial em *odoma.
8o cimo do monte contempl-vamos os f!rteis vales e florestas que" como um para)so" estendiam'se em ambas as margens do rio =ord1o" circundando as prósperas cidades" dentre as quais destacavam'se *odoma e Fomorra.
Cora sobre aquela colina que" depois da contenda entre os meus pastores e os pastores de Ló" dei'lhe a oportunidade de escolher o rumo a seguir" pois n1o poder)amos permanecer #untos. Atra)do pelas rique3as da campina" ele decidiu mudar'se para l-. Ao olhar para o meu companheiro que ficara silente desde o momento em que avistamos a campina" fiquei surpreso ao v:'lo chorando. erguntei'lhe o motivo de sua triste3a" e Ele" solu/ando" respondeu(
' "ste para mim um dia de muita tristeza, pois pela última vez meus olhos podem pousar sobre este vale frtil. 5horo pelos habitantes dessas cidades que não sabem que os seus dias acabaram!
A declara/1o do Messias trou,e'me $ lembran/a todos aqueles cativos que haviam sido libertos seis anos antes. 4nfeli3mente" quase todos re#eitaram o banho da purifica/1o" retornando imundos para suas casas. nicamente Ló e suas filhas aceitaram a salva/1o" tomando posse de suas p!rolas. ensando numa possibilidade de livramento para aquele povo" perguntei ao Eterno(
' " se por acaso e*istir, naquelas cidades, cinqIenta pessoas #ustas) mesmo assim elas serão destruídasL
O *enhor disse'me que se houvesse cinqPenta #ustos" toda a plan)cie seria poupada.
' " se houver ?B #ustosL
' +e houvesse ali ?B #ustos, todas aquelas cidades seriam poupadas. 1223
ontinuei com minhas indaga/2es at! chegar ao n?mero de3. O Eterno disse'me que" se houvesse de3 #ustos naquelas cidades" toda a plan)cie seria poupada. orturado por uma indi3)vel agonia de esp)rito" o *enhor voltou a chorar amargamente" enquanto com vo3 embargada" pronunciava um triste lamento(
' +odoma e &omorra, quantas vezes quis "u a#untar os seus filhos, como a galinha a#unta os seus pintainhos debai*o das asas, mas voc0 não aceitou minha prote$ão. or que voc0 trocou a luz da minha salva$ão pelas trevas deste reino de morteL! /eus ouvidos estão atentos em busca de pelo menos uma prece, mas tudo sil0ncio! /inhas mãos estão estendidas, prontas a impedir o fogo do #uízo,
mas voc0s recusam o meu socorro!
urvando'me ao lado de meu companheiro sofredor" uni'me a Ele na lamenta/1o. <aquele momento de dor" tive a certe3a de que Melquisedeque tamb!m sofria por todos aqueles que haviam trocado o amor e a pa3 de *al!m pelas ilus2es daquele vale de destrui/1o. 8epois de um longo pranto" o Messias consolou'me com a revela/1o de que os seus dois companheiros encontravam'se naquele momento em *odoma" com a miss1o de salvar Ló e suas filhas" livrando'os da morte. *uas palavras trou,eram'me al)vio" e prostrei'me agradecido aos seus p!s.
Capítulo XI
Antes de partir" o Eterno encarregou'me de uma miss1o" di3endo(
' Tome um rolo vazio e registre nele a hist'ria do vaso e a hist'ria de +alm, conforme ouviu dos l(bios de /elquisedeque. entro de um ano, voc0 e todos aqueles que aceitaram a salva$ão, deverão subir < +alm para a festa de +uDot. Naquele dia, entregar( ao rei de +alm o #arro, oferecendo dentro dele, como presente, o rolo.
<aquela mesma tarde" em obedi:ncia $s ordens do *enhor" comecei a registrar a história vivida por mim e por meus pastores" desde o 9D
momento em que parti rumo ao vale" levando sobre as costas o vaso com momento em que parti rumo ao vale" levando sobre as costas o vaso com sua labareda. <o dia seguinte" o sol #- ia alto" quando" ao mencionar a sua labareda. <o dia seguinte" o sol #- ia alto" quando" ao mencionar a cidade de *odoma no manuscrito" lembrei'me que aquele era o dia de cidade de *odoma no manuscrito" lembrei'me que aquele era o dia de sua destrui/1o. om o cora/1o acelerado" corri para l- e fiquei espantado sua destrui/1o. om o cora/1o acelerado" corri para l- e fiquei espantado com o cen-rio que se estendeu diante de meus olhos( em lugar daquele com o cen-rio que se estendeu diante de meus olhos( em lugar daquele vale f!rtil" semelhante a um para)so" havia um deserto fumegante" sem vale f!rtil" semelhante a um para)so" havia um deserto fumegante" sem nenhuma vida. <o lugar das cidades de *odoma e Fomorra" havia uma nenhuma vida. <o lugar das cidades de *odoma e Fomorra" havia uma cratera" para onde as -guas do mar salgado escorriam.
cratera" para onde as -guas do mar salgado escorriam.
Abalado ante essa vis1o de destrui/1o" retornei $ tenda com o cora/1o Abalado ante essa vis1o de destrui/1o" retornei $ tenda com o cora/1o entristecido. A lembran/a de tantas pessoas que" por re#eitarem o perd1o entristecido. A lembran/a de tantas pessoas que" por re#eitarem o perd1o divino" haviam sido consumidas pelo fogo" dei,ou'me profundamente divino" haviam sido consumidas pelo fogo" dei,ou'me profundamente abalado. <os dias seguintes" n1o encontrei for/as para escrever. Betornei abalado. <os dias seguintes" n1o encontrei for/as para escrever. Betornei outras ve3es ao outeiro" com a esperan/a de que tudo aquilo fosse um outras ve3es ao outeiro" com a esperan/a de que tudo aquilo fosse um pesadelo"
pesadelo" mas mas em em lugar lugar do do vale vale f!rtil f!rtil eu eu somente somente conseguia conseguia en,ergar en,ergar aquele caos.
aquele caos.
8emorou v-rios dias para que eu voltasse a ter 0nimo para prosseguir 8emorou v-rios dias para que eu voltasse a ter 0nimo para prosseguir com os escritos do rolo.
com os escritos do rolo.
Fim da primeira parte Fim da primeira parte
Cefer0ncias:
Cefer0ncias: 1231"zequiel 1231"zequiel 8H) 8H) Oacarias Oacarias 26: 26: 2K) 2K) 163 163 &enesis &enesis 2?:2H6?)2?:2H6?) 183-eremias 8K:GH) 1?3
183-eremias 8K:GH) 1?3
7saias B2:28)1B37saias B6:G) 1E3Oacarias 2?:2E2J)
7saias B2:28)1B37saias B6:G) 1E3Oacarias 2?:2E2J) 1G37saias BE:2H)1H31G37saias BE:2H)1H3 Apocalipse 28: 2B2H)
Apocalipse 28: 2B2H)
11J3J3ApApococalaliipspse e 2B2B) ) +o+onnfofoninias as 2:2:282822H) H) 1212KK3+3+././atateueus s 6?6?:8:8K,K,8282)) Apocalipse 2?:2B) 62:2B) 1223
Apocalipse 2?:2B) 62:2B) 1223 &0nesis
&0nesis
Livro de
Livro de MelquisedeMelquisedequeque Segunda parte
Segunda parte
A História de *al!m A História de *al!m
Capítulo I Capítulo I
Esta ! a história de *al!m" segundo ouvi dos l-bios de Melquisedeque Esta ! a história de *al!m" segundo ouvi dos l-bios de Melquisedeque por
por ocasi1o ocasi1o da da festa festa de de *uot" *uot" cinco cinco dias dias depois depois do do livramento livramento de de Ló Ló ee suas filhas. udo come/ou com um sonho no cora/1o de um homem suas filhas. udo come/ou com um sonho no cora/1o de um homem chamado Adonias. Ele possu)a muitas rique3as" mas a nada pre3ava mais chamado Adonias. Ele possu)a muitas rique3as" mas a nada pre3ava mais que a #usti/a e a pa3 que nascem da sabedoria e do amor. ansado com que a #usti/a e a pa3 que nascem da sabedoria e do amor. ansado com as in#usti/as que predominavam por toda a terra de ana1" Adonias as in#usti/as que predominavam por toda a terra de ana1" Adonias resolveu edificar um reino que fosse regido por leis de amor e de #usti/a. resolveu edificar um reino que fosse regido por leis de amor e de #usti/a. O nome da capital desse reino seria *al!m" a idade da a3. Os s?ditos O nome da capital desse reino seria *al!m" a idade da a3. Os s?ditos de *al!m n1o empunhariam arcos nem flechas" mas seriam treinados na de *al!m n1o empunhariam arcos nem flechas" mas seriam treinados na arte musical. ada habitante de *al!m teria sempre ao alcance de suas arte musical. ada habitante de *al!m teria sempre ao alcance de suas m1os um instrumento musical" para e,pressar por meio dele a pa3 e a m1os um instrumento musical" para e,pressar por meio dele a pa3 e a alegria daquele novo reino. =untos formariam uma poderosa orquestra na alegria daquele novo reino. =untos formariam uma poderosa orquestra na luta contra a desarmonia que nasce do orgulho e do ego)smo.
luta contra a desarmonia que nasce do orgulho e do ego)smo.
O primeiro passo de Adonias para a concreti3a/1o de seu plano" foi O primeiro passo de Adonias para a concreti3a/1o de seu plano" foi elaborar as leis do novo reino" as quais ele escreveu em um pergaminho. elaborar as leis do novo reino" as quais ele escreveu em um pergaminho. Os s?ditos de *al!m n1o poderiam mentir" furtar" odiar" nem matar seus Os s?ditos de *al!m n1o poderiam mentir" furtar" odiar" nem matar seus semelhantes. O orgulho e o ego)smo eram apontados como causa de semelhantes. O orgulho e o ego)smo eram apontados como causa de todo o mal" portanto" n1o poderiam e,istir naquele lugar de pa3. As leis todo o mal" portanto" n1o poderiam e,istir naquele lugar de pa3. As leis do pergaminho requeriam a pr-tica da humildade" da sinceridade" da do pergaminho requeriam a pr-tica da humildade" da sinceridade" da ami3ade" e" acima de tudo" do amor" que ! a maior de todas as virtudes. ami3ade" e" acima de tudo" do amor" que ! a maior de todas as virtudes. 8epois de registrar no pergaminho as leis que regeriam aquele reino" 8epois de registrar no pergaminho as leis que regeriam aquele reino" Ad
Adononiaias s papassssou ou a a ararququititetetar ar *a*al!l!m. m. *e*eriria a umuma a cicidadade de a a prprininc)c)pipioo pequena"
pequena" com com habita/2es habita/2es para para mil mil e e du3entas du3entas pessoas. pessoas. omo omo lugar lugar dede sua edifica/1o" foi escolhida uma regi1o alta de ana1" ao ocidente do sua edifica/1o" foi escolhida uma regi1o alta de ana1" ao ocidente do Mo
Montnte e dadas s OlOliviveieiraras. s. Em Em popoucuco o tetempmpo" o" a a rerealali3i3a/a/1o 1o de de AdAdononiaiass come/ou a atrair pessoas de todas as partes que" de perto e de longe" come/ou a atrair pessoas de todas as partes que" de perto e de longe" vinham para conhecer os pal-cios e as mans2es que estavam sendo vinham para conhecer os pal-cios e as mans2es que estavam sendo ed
edifificicadadosos. . AdAdmmiriradados os anante te a a bebelele3a 3a dadaququelela a cicidadade de t1t1o o alalvava" " osos visitantes perguntavam sobre quem seriam os seus moradores. Adonias visitantes perguntavam sobre quem seriam os seus moradores. Adonias 9I 9I
mostrava'lhes o pergaminho" di3endo que *al!m destinava'se aos limpos mostrava'lhes o pergaminho" di3endo que *al!m destinava'se aos limpos de cora/1o ' aqueles que estivessem dispostos a obedecerem suas leis. de cora/1o ' aqueles que estivessem dispostos a obedecerem suas leis.
Capítulo II Capítulo II
A edifica/1o da cidade foi finalmente conclu)da" e *al!m revelou'se A edifica/1o da cidade foi finalmente conclu)da" e *al!m revelou'se formosa como uma noiva adornada" $ espera de seu esposo. Assentado formosa como uma noiva adornada" $ espera de seu esposo. Assentado em
em seseu u trtronono" o" AdAdononiaias s e,e,amamininavava a os os nunumemerorososos s prpretetenendedentntes es ququee chegavam de todas as partes" dese#osos em ser s?ditos daquele reino. chegavam de todas as partes" dese#osos em ser s?ditos daquele reino. Aqueles que" prometendo fidelidade $s leis eram aprovados" recebiam Aqueles que" prometendo fidelidade $s leis eram aprovados" recebiam tr:s dotes do rei( o direito a uma mans1o" vestes de linho fino e um tr:s dotes do rei( o direito a uma mans1o" vestes de linho fino e um instrumento musical no qual deveriam praticar.
instrumento musical no qual deveriam praticar. A
A cicidaddade e fificocou u fifinanalmlmentente e rereplpleteta a de de momoraradodoresres. . hheieio o de de alalegegriria"a" Adonias convocou a todos para a festa de inaugura/1o de *al!m" no Adonias convocou a todos para a festa de inaugura/1o de *al!m" no de
decocorrrrer er da da ququal al prprocloclamamou ou um um dedecrcreteto o quque e detdetermermininariaria a o o fufututuroro daquele reino" di3endo(
daquele reino" di3endo(
'' A A partir partir deste deste dia, dia, que que o o dcimo dcimo do do stimo stimo m0s, m0s, seis seis anos anos serãoserão contados, nos quais todos os moradores serão provados. +omente contados, nos quais todos os moradores serão provados. +omente aqueles que permanecerem leais, progredindo na pr(tica das leis do aqueles que permanecerem leais, progredindo na pr(tica das leis do pergaminho,
pergaminho, serão serão confirmados confirmados como como herdeiros herdeiros deste deste reino reino de de paz.paz. Aqueles
Aqueles que que forem forem enla$ados enla$ados por por culpas culpas e e transgress%es transgress%es serãoserão banidos pelo #uízo.
banidos pelo #uízo.
As palavras do rei levaram todos a um profundo e,ame de cora/1o" e As palavras do rei levaram todos a um profundo e,ame de cora/1o" e alegraram'se com a certe3a de que alcan/ariam vitória sobre todo o alegraram'se com a certe3a de que alcan/ariam vitória sobre todo o orgulho e ego)smo" que s1o as ra)3es de todos os males.
orgulho e ego)smo" que s1o as ra)3es de todos os males.
Adonias tinha um ?nico filho a quem dera o nome de Melquisedeque. A Adonias tinha um ?nico filho a quem dera o nome de Melquisedeque. A bele3a" ternura e sabedoria
bele3a" ternura e sabedoria desse filho amado haviam sido sua inspira/1odesse filho amado haviam sido sua inspira/1o para a
para a edifica/1o edifica/1o de seu de seu reino. reino. Melquisedeque tinha Melquisedeque tinha do3e anos do3e anos de idade"de idade" quando *al!m foi inaugurada. Era plano de Adonias coro-'lo rei sobre quando *al!m foi inaugurada. Era plano de Adonias coro-'lo rei sobre os s?ditos aprovados" ao fim dos seis anos. Este plano" ele o manteria em os s?ditos aprovados" ao fim dos seis anos. Este plano" ele o manteria em segredo at! o momento devido.
O pr)ncipe" com suas virtudes e simpatia" tornou'se logo muito querido de todos em *al!m. Ele tinha sempre nos l-bios um sorriso e uma palavra de carinho. Apreciava estar #unto aos s?ditos em seus lares"
recitando'lhes as leis do pergaminho em forma de lindas can/2es que vivia a compor. *ua presen/a tra3ia ao ambiente uma atmosfera de felicidade e pa3. Esse amado pr)ncipe possu)a" de fato" todas as virtudes necess-rias para ser rei de uma *al!m vitoriosa.
Adonias edificara uma mans1o especial #unto ao pal-cio" com o propósito de ofert-'la ao s?dito cu#a vida e,pressasse mais perfeitamente as leis do pergaminho. 8iariamente ele observava os moradores" procurando entre eles essa pessoa a quem dese#ava honrar. asseava pelas alamedas de *al!m" quando" por entre o trinar de p-ssaros" Adonias ouviu uma vo3 semelhante a de seu filho. Ao voltar'se para ver quem era" encontrou um belo #ovem que cantarolava uma can/1o. Ao contemplar em sua face o brilho da sabedoria e da pure3a" Adonias alegrou'se por haver encontrado aquele a quem poderia honrar. Aquele #ovem" que era uma cópia fiel do pr)ncipe" chamava'se *amael. olocando'lhe um anel no dedo" o rei condu3iu'o ao pal-cio" onde foi recebido por Melquisedeque que ofereceu'lhe muitos presentes" entre os quais o direito de estar sempre ao seu lado.
Adonias preparou um grande banquete em honra a *amael" para o qual todos foram convidados. Ao contempl-'lo ao lado do rei" os s?ditos o aclamaram com alegria" acreditando ser ele o próprio pr)ncipe.
E,altavam com #?bilo as virtudes daquele formoso #ovem" quando revelou'se Melquisedeque" posicionando'se com um sorriso $ direita de seu pai. <o banquete" *amael foi honrado por todos. Bealmente ele era digno de residir na mans1o do monte" pois havia nele um perfeito refle,o das virtudes que coroavam o amado pr)ncipe.
Capítulo III
*al!m crescia em felicidade e pa3. om alegria" os s?ditos reuniam'se a cada dia ao amanhecer para ouvirem" cantarem e tocarem as sublimes composi/2es de Melquisedeque" que inspiravam atos de bondade e pa3. Entre as ami3ades nascidas e fortalecidas em virtude da m?sica harmoniosa" sobressa)a aquela que unia o pr)ncipe a *amael. 8esde que passara a residir na mans1o do monte" *amael tornara'se seu companheiro constante. assavam longas horas #untos" meditando sobre as leis do pergaminho. om admira/1o" o s?dito honrado via o filho de Adonias transformar aquelas leis em lindas can/2es. As doces melodias nasciam dos seus l-bios como o perfume de uma flor. onsciente da import0ncia da m?sica na preserva/1o da harmonia e pa3 em *al!m" o pr)ncipe" al!m do canto" passou a dedicar'se $ m?sica instrumental" sendo o seu instrumento preferido o ala?de. Era por meio desse instrumento que conseguia e,pressar com maior perfei/1o a rique3a de seu )ntimo.
8os seis anos de prova" cinco" finalmente" passaram. Adonias" feli3 por ver que at! ali todos os habitantes de *al!m haviam permanecido leais aos princ)pios contidos no pergaminho" convocou'os para um banquete" no qual faria importantes revela/2es. endo tomado seus lugares diante do trono" os s?ditos" com alegria uniram as vo3es entoando os c0nticos da pa3" sendo regidos por *amael. 8epois de ouvi'los" o rei" emocionado" dirigiu'se a seu filho" abra/ando'o em meio aos aplausos da multid1o agradecida. odos reconheciam que a pa3 e a alegria em *al!m eram em grande medida devidas ao amor e dedica/1o do querido pr)ncipe" que era o autor daquelas doces can/2es. <aquele momento de reconhecimento e gratid1o" Adonias revelou os seus planos mantidos at! ent1o em segredo. om vo3 pausada" disse'lhes(
' +úditos deste reino de paz, minhPalma est( repleta de alegria por contemplar nesse dia vossas faces mais radiantes que outrora. Qossas vestes continuam alvas e puras, como quando as recebestes de minhas mãos. A harmonia de vossas vozes e instrumentos ho#e são maiores.