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PET AGRONOMIA UFRA Belém PA 2020

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Academic year: 2021

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PET AGRONOMIA UFRA

Belém – PA

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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

M294m Manual de identificação de plantas ornamentais da UFRA / Organizador Rafael Gomes Viana ; Colaboradores: Francisco Ronaldo Cardoso da Silva... [et al] — Belém: PET

Agronomia/UFRA, 2020. 114 p. : il., color.

Inclui bibliografias

ISBN: 978-65-00-01923-0.

Produto do Grupo PET Agronomia da Universidade Federal Rural da Amazônia

1. Plantas ornamentais – Belém (PA) – Manuais, guias, etc. 2. Flores – Belém (PA) – Manuais, guias, etc. 3. Plantas Ornamentais – Belém (PA) – Obras ilustradas. 4. Universidade Federal Rural da Amazônia. I. Viana, Rafael Gomes, org. II. Silva, Francisco Ronaldo Cardoso da Silv a, colab., et al. III. Título.

CDD: 23. ed. 635.9098115 Elaborado por Ingrid Maria Luz Vergolino Zahlouth – CRB-2/582

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ORGANIZADOR

Rafael Gomes Viana

Graduação em Agronomia na Universidade Federal Rural da Amazônia (2003), Mestrado (2006) e Doutorado (2010) em Fitotecnia na Universidade Federal de Viçosa com período sanduiche

em Fitossanidade na Universitat de Lleida (Espanha 2009). Tutor do grupo PET Agronomia UFRA desde 2016.

AUTORES

Francisco Ronaldo Cardoso da Silva

Estudante de Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), bolsista do programa de monitoria das

disciplinas de Botânica e Sistemática Vegetal da UFRA, voluntário do grupo PET Agronomia UFRA.

Alessandro da Costa Lima

Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal Rural da Amazônia, egresso do grupo PET Agronomia UFRA, mestrando

em Fitotecnia na Universidade Federal de Viçosa.

Alexandra Monteiro Alves

Estudante de Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia, bolsista do grupo PET Agronomia UFRA.

Ana Carolina Melo Ribeiro

Engenheira Agrônoma pela Universidade Federal Rural da Amazônia, egressa do grupo PET Agronomia UFRA, mestranda

em Fitotecnia na Universidade Estadual do Norte Fluminense.

Augusto Cesar da Silva Jorge

Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal Rural da Amazônia, mestrando em Botânica no Museu Paraense Emílio

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5 Goeldi, egresso voluntário do grupo PET Agronomia UFRA.

Daniel Costa Nogueira

Estudante de Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia, bolsista do grupo PET Agronomia UFRA.

Gabriel Damasceno Ferreira Cunha

Estudante de Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia, bolsista do grupo PET Agronomia UFRA.

Gabriel da Silva Vasconcelos

Estudante de Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia, bolsista do grupo PET Agronomia UFRA.

Gabriela Tavares Pires

Engenheira Agrônoma pela Universidade Federal Rural da Amazônia, egressa do grupo PET Agronomia UFRA, mestranda

em Fitotecnia na Universidade Estadual do Norte Fluminense.

Itallo Michael Soares Leal

Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal Rural da Amazônia, egresso do grupo PET Agronomia UFRA, mestrando

no Instituto Tecnológico Vale.

Laila Brabo Pacheco

Estudante de Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia, voluntária do grupo PET Agronomia UFRA.

Leandro do Rosário Silva

Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal Rural da Amazônia, egresso do grupo PET Agronomia UFRA,

extensionista da Prefeitura Municipal de Vigia-Pa.

Martinho Melo Figueiredo

Estudante de Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia, bolsista do grupo PET Agronomia UFRA.

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Maura Gabriela da Silva Brochado

Engenheira Agrônoma pela Universidade Federal Rural da Amazônia, egressa do grupo PET Agronomia UFRA, mestranda

em Fitotecnia na Universidade Federal de Viçosa.

Nayara Ferreira Barros da Silva

Estudante de Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia, Integrante do grupo Manejo integrado de plantas

daninhas na Amazônia (MIPDAM).

Vicente Bezerra Pontes Junior

Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal Rural da Amazônia, egresso do grupo PET Agronomia UFRA, mestrando

em Fitotecnia na Universidade Federal de Viçosa.

Phelipe Henrique Costa de Miranda

Estudante de Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia, voluntário do grupo PET Agronomia UFRA.

Eduardo Filipe Torres Vieira

Estudante de Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia, voluntário do grupo PET Agronomia UFRA.

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DEDICATÓRIA

Aos meus filhos Jorge e Júlia Moutinho Viana, aos meus pais Manoel e Rene Viana, ao meu amado irmão Marcos Viana, as minhas sobrinhas Laisa, Gabriela e Juliana Viana e a todos de minha amada família Viana e Paiva.

Rafael Gomes Viana

Aos meus pais Francisco e Leila por terem sido meu esteio e meus modelos de valores morais e éticos. Ao grupo PET Agronomia pelo acolhimento e pelas oportunidades concedidas a mim e a todos os estudantes que fazem parte e que futuramente irão se tornar engenheiros agrônomos capazes e conscientes do seu papel humano e cientifico no desenvolvimento de um mundo ambientalmente correto e socialmente justo. Ao professor Rafael Gomes Viana pelo grande caráter, por todos os ensinamentos indispensáveis aos seus alunos e amigos e por nos encorajar a ter os pés no chão, a mente aberta e o olhar para o futuro.

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SUMÁRIO

ACANTHACEAE Asystasia gangetica 12 Graptophillum pictum 14 Thunbergia erecta 16 AMARANTHACEAE Alternanthera brasiliana 18 AGAVACEAE Yucca elephantipes 20 APOCINACEAE Allamanda cathartica 22 Catharanthus roseus 24 Plumeria rubra 26 Plumeria pudica 28 Tabernaemontana laeta 30 Thevetia peruviana 32 Cryptostégia grandiflora 34 ARACEAE Alocasia macrorrhizos 36 Pistia stratiotes 38 Spathiphyllum floribundum 40 ARECACEAE Livistona chinensis 42 ASTERACEAE Titonia diversifolia 44 ASPARAGACEAE Agave angustifólia 46 Sansevieria trifasciata 48 BIGNONIACEAE Tecoma stans 50 BIGNONIACEAE Tabebuia rósea 52 BROMELIACEAE Ananas bracteatus 54 COMBRETACEAE Quisqualis indica 56 CYCADACEAE Cycas revoluta 58 EUPHORBIACEAE Codiaeum variegatum 60 FABACEAE Calliandra brevipes 62 GESNERIACEAE Episcia cupreata 64 HELICONIACEAE Heliconia bihai 66 Heliconia densiflora 68 Heliconia rostrata 70

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9 LAMIACEAE Clerodendrum speciosissimum 72 Solenostemon scutellarioides 74 LEGUMINOSAE Bauhinia blakeana 76 Cassia fistula 78 MALVACEAE Hibiscus rosa-sinensis 80 MELASTOMATACEAE Dissotis rotundifolia 82 MORACEAE Ficus radicans 84 MYRTACEAE Eugenia mattosii 86 NYCTAGINACEAE Bougainvillea spectabilis 88 PANDANACEAE Pandanus veitchii 90 POLYGONACEAE Antigonon leptotus 92 RUBIACEAE Ixora coccínea 94 Ixora macrothyrsa 96 Mussaenda erythrophylla 98 SOLANACEAE Brunfelsia uniflora 100 TURNERACEAE Turnera subulata 102 VERBENACEAE Petrea subserrata 104 XANTHORRHOEACEAE Dianella ensifolia 106 ZINGIBERACEAE Alpinia purpurata 108 Etlingera elatior 110 Zingiber spectabile 112

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PREFÁCIO

Todos os anos centenas de estudantes passam a fazer par- te e compor a paisagem da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), situada no Município de Belém do Pará. Basta apenas uma caminhada pelo Campus para que estes se deparem com a riqueza de espécies ornamentais que se encontram espalhadas pelos diversos ambientes da instituição. A presença dessas plantas na Universidade certamente configura-se como um objeto de grande valor para a comunidade, uma vez que o ser humano sempre buscou e buscará estar por perto de ambientes belos e harmônicos a sua volta. O simples ato de folhear as páginas desse manual nos transporta para uma UFRA de muitas belezas. A obra tem o poder de transformar o leitor em um observador rigoristas do acervo de espécies ornamentais da instituição. Repleto de imagens e informações o manual permite ao usuário acesso a dados referentes à taxonomia, morfologia, desenvolvimento, propagação e localização das plantas. O manual de identificação de plantas ornamentais da UFRA foi pensado e desenvolvido como uma ferramenta didática para aqueles que desejam obter um pouco mais de conhecimento sobre as plantas decorativas que permeiam o Campus da Universidade.

Rafael Gomes Viana.

Professor Associado da Universidade Federal Rural da Amazônia.

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PALAVRAS DO AUTOR

O grupo PET Agronomia foi criado em agosto de 1995 na Universidade Federal Rural da Amazônia. Nesses anos de história tem feito atividades de ensino, pesquisa e extensão em Agronomia. Formou e capacitou centenas de estudantes de graduação em Agronomia com enfoque humanístico.

Com o objetivo de auxiliar estudantes e professores da Universidade Federal Rural da Amazônia e visitantes do Campus Belém, esse livro de é uma ferramenta para disciplinas dos cursos de Ciências Agrárias que tenham como foco a botânica, sistemática vegetal, plantas ornamentais e paisagismo. Em nome do grupo PET Agronomia, agradecemos a nossa Universidade Federal Rural da Amazônia por todo apoio a realização dessa obra.

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Nome especifico: Asystasia gangetica Nome popular: Coromandel

Família: Acanthaceae

Planta herbácea perene, reclinada ou ascendente, ramificada, da Índia e Malásia, de 30-50 cm de altura, com folhas membranáceas, de 3-6 cm de comprimento.

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13 Flores laterais concentradas no ápice dos ramos, pedunculadas e em forma de sino, de cor rosa-arroxeada, azulada ou amarelada, formadas quase o ano todo. Adequada para pleno sol ou meia-sombra, para a formação de maciços em gramados e para jardineiras onde se comporta como planta pendente. Multiplica-se facilmente por estacas e por Multiplica-separação da ramagem já enraizada (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Graptophillum pictum Nome popular: Planta caricata

Família: Acanthaceae

Arbusto sublenhoso, perene, ereto, com folhagem decorativa, originário da Nova Guiné, de 2-2,5 m de altura.

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15 Folhas elíptico ovaladas, membranáceas, de cor verde com desenhos irregulares de cor branca ou creme-amarelada na zona de nervura central. Flores terminais e axilares, solitárias ou em pequenos grupos, de cor vinácea. Multiplica-se facilmente por estacas preparadas em qualquer época do ano e ocasionalmente por semente em algumas regiões (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Thunbergia erecta Nome popular: Manto-do-rei

Família: Acanthaceae

Arbusto de textura semi-herbácea, ereto, de 2 a 5 m de altura. Originário da África tropical, folhas simples, verde brilhante, espessas, densas e ornamentais (SEBRAE, 2010).

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17 Flores individuais sobre pedúnculos axilares, com 4 a 7 cm de comprimento. Corola em forma de funil, com tubo corolino arqueado, cujo interior é de um amarelo forte e o exterior de um branco-amarelado. Borda corolina violeta-escura, de 5 a 6 cm de largura, com cinco segmentos cordiformes arredondados. Os frutos são do tipo cápsulas espessas, coriáceas, esféricas, repentina mente rostradas, deiscentes quando maduras (BARTELS, 2007).

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Nome especifico: Alternanthera brasiliana Nome popular: Periquito

Família: Amaranthaceae

Herbácea ereta ou decumbente, perene, nativa do Brasil, de 40-70 cm de altura, com folhagem decorativa. Folhagem arroxeada escura ou vermelha e branca em tons variados, com lâmina foliar cartácea, largo-elíptica, de margens onduladas, de 7-14 cm de comprimento e pecíolo de 1-2 cm.

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19 Inflorescência em capítulos globosos terminais e axilares, longo -pedunculados, de cor branco-esverdeada, constituídos de flores

diminutas, de importância ornamental secundária. Indicada para cultivo em regiões tropicais e subtropicais, em grupos para produção de efeito de massa colorida (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Yucca elephantipes

Nome popular: Iúca-mansa, iúca pata-de-elefante Família: Agavaceae

Árvore composta de vários troncos, com até 10 metros de altura. Tronco espesso e tuberoso na base, com ramifições múltiplas voltadas para cima. Grupo de folhas ensiformes dispostas de modo livre na extremidade do tronco em uma extensão de 30 a 60 cm.

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21 Folhas estreitas e lanceoladas, de 60 a 100 cm de comprimento e largura de 7 a 10 cm no centro, encolhidas na base, no ápice com poucos espinhos, de cor verde-azul escura e rugosas. Flores panículas terminais quase rombóides, com comprimento de 60 a 80 cm, compostas de numerosas flores hexâmeras cor marfim, com 6 a 8 cm de comprimento. As flores campanulada pendentes se abrem de noite e desprendem um forte perfume. Frutosdo tipo cápsulas que contêm numerosas sementes pretas (BARTELS, 2007).

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Nome especifico: Allamanda cathartica Nome popular: Dedal-de-dama

Família: Apocinaceae

Subarbusto lactescente, perene, de 1 a 2 metros de altura. Folhas simples, subcoriáceas, luzidias, verticiladas, 3 a 4 no mesmo nó.

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23 Flores grandes, reunidas em pequenos fascículos de cálice verde na base do tubo da corola. Corola amarela, tubulosa, com estames epipétalos, presos no tubo da corola. Gineceu com estigma em forma de carretel, ovário bicarpelar, com muitas sementes aladas. Fruto capsular, parecendo um ouriço achatado de cor parda ou negra. Multiplica-se por sementes ou estacas (GRANDI, 2014).

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Nome específico: Catharanthus roseus Nome popular: Boa-noite

Família: Apocinaceae

Subarbusto perene de até 80 cm de altura. Folhas opostas inteiras ovaisou obovais, luzidias, de ápice arredondado de 5 a 9 cm de comprimento.

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25 Flores axilares solitárias, bi ou trifloras, com corola de tubo longo, pétalas de cor rósea ou branca com ou sem ocelo vermelho. Estames epipétalos, escondidos dentro do tubo da corola. Gineceu bicarpelar, com estigma em carretel. Fruto formado por dois folículos que se separam pela maturação e se abrem, liberando muitas sementes pequenas (GRANDI, 2014).

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Nome especifico: Plumeria rubra Nome popular: Árvore-de-caiena Família: Apocinaceae

Árvore de cerca de 10 m de altura, com frequência nodosa, com ramos curtos e espessos, raminhas carnosos lactescentes apresentando grandes estigmas foliares.

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27 Folhas, alternas, podem atingir 30 cm de comprimento. São line- ares e lanceoladas, a superfície é verde-escura brilhante e o rever- so é guarnecido por uma penugem tomentosa. São nitidamente pecoladas. Queda de folhas no início do período de seca. Flores, com cerca de 2,5 cm de largura, pentâmeras, com perfume inten- so e agradável, dotada de corola pateliforme. De cor vermelha, rosa, púrpura, branca ou amarela, algumas bicolores. Frutos, fo- lículos coriáceos, quase cilíndricos, estreitos e com até 25 cm de

comprimento (BARTELS, 2007).

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Nome específico: Plumeria pudica Nome popular: Jasmim-da-venezuela Família: Apocinaceae

Arbusto perene, ereto, lactescente, pouco ramificado, de caule engrossado com aspecto de suculenta, originário da Colômbia, Venezuela e Panamá de 2-3 m de altura.

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29 Folhas decíduas ou semidecíduas, aglomeradas no ápice dos ra- mos, de forma lanceolado-espatulada com as margens sinuosas, de 15-30 cm de comprimento. Inflorescência em racemos termi- nais, com poucas flores contemporâneas, suavemente perfumadas e imaculadamente brancas, formadas no decorrer de quase o ano todo (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Tabernaemontana laeta Nome popular: Alamanda-vinácea

Família: Apocinaceae

Arbusto grande, lactescente, muito ramificado, do litoral Sudeste e Nordeste do Brasil, de 2-4 m de altura, com folhagem e flores- cimento decorativo.

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31 Folhas lanceoladas a largo elípticas, coriáceas, verde-brilhantes e marcadas pelas nervuras impressas, de 4-8 cm de comprimento com pecíolo curto (5-20 mm). Inflorescências terminais, em ci- meiras densas, com flores brancas, destituídas de perfume, forma- das durante quase todo o ano. Indicado para cultivo como planta isolada e conduzida como arbusto podado ou não e em grupos conjuntos esparsos (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Thevetia peruviana Nome popular: Leiteira

Família: Apocinaceae

Arbusto alto ou árvore pequena, chegando, no máximo, a 10 m de altura. Fruto uma drupa carnosa triangular, semelhante ao chapéu de Napoleão, daí o seu nome.

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33 Folhas alternas, lineares, lanceoladas, acuminadas, atenuadas na base, de 7 a 15 cm de comprimento e de 5 a 10 mm de largu- ra, carnosas, luzidias, glabras nas duas páginas, nervuras laterais oblíquas. Flores grandes, amarelas, aromáticas, cálice 5-partido persistente, com corola de até 7 cm em forma de funil e tubo ci- líndrico esverdeado (GRANDI, 2014).

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Nome específico: Cryptostégia grandiflora Nome popular: Alamanda-roxa

Família: Apocynaceae

Arbusto escandente, sublenhoso, muito ramificado, lactescente, originário das ilhas Mascarenhas e Mauricio, de 2-3 m de altura- quando mantido por meio de podas ou conduzido como semitre- padeira.

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35 Folhas ovaladas, coriáceas, discolores, discretamente marcadas pela nervação, de 5-10 cm de comprimento, com peciolo de cerca de 0,5 cm. Inflorescências terminais com poucas flores rosa-arro- xeadas, formadas na primavera-verão.

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Nome especifico: Alocasia macrorrhizos Nome popular: Orelha-de-elefante-gigante Família: Araceae

Herbácea rizomatosa, perene, ereta, robusta e vigorosa, de caule espesso e folhagem ornamental. Com 1 a 2 metros de altura. A planta tolera terrenos alagadiços, porém não resiste a geadas, sen- do indicada para regiões tropicais.

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37 Folhas grandes, carnosas, cerosas e de nervuras marcantes de até 1 metro de altura. Na forma variegada as folhas apresentam manchas brancas. Inflorescências eventuais em nosso país, sem importância decorativa. É indicada para cultivo a pleno sol ou a meia sombra como planta isolada ou em grupos formando maci- ços em amplos espaços (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Pistia stratiotes Nome popular: Alface-d´água Família: Araceae

Herbácea Descrição Planta herbácea, aquática, flutuante, com ra- ízes pendentes, muitoramificadas e com coifa negra em cada uma das raízes principais e secundárias.

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39 Folhas aveludadas e rosuladas, com o ápice sulcado. Flores em espiga protegidas por espatas alongadas, características da famí- lia das Aráceas. Observando com mais detalhes esta inflorescên- cia, parece pequenos copos de leite no centro da roseta. (GRAN- DI, 2014)

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Nome especifico: Spathiphyllum floribundum Nome popular: Lírio-da-paz

Família: Araceae

Planta Herbácea perene, rizomatosa, entouceirada, vigorosa, de 60 a 70 cm de altura.

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41 Inflorescência em espádice branco com forte perfume de narciso,

formada na primavera-verão. Cultivada em vasos, jardineiras e renques, ou formando conjuntos densos a meia sombra, em terra rica em matéria orgânica, mantida sempre umedecida ou dentro da água. Planta tropical, não tolera o frio (SEBRAE, 2010).

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Nome específico: Livistona chinensis Nome popular: Palmeira-leque-da-china Família: Arecaceae

Palmeira em leque, com até 12 m de altura. Estipe com até 25 cm de espessura e 9 m de altura; alguns restos de base foliares sobre a extremidade superior; estigmas foliares ondulados em série he- licoidal quando o estipe é velho; coroa de 7 a 8 m de largura.

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43 Folhas verdes elipsoidais, fendidas até centro ou mais profunda- mente. Segmentos em forma de V, bífidos, com ápice caindo mui- to baixo (a folha, curva, assume a forma de cotovelo). Pecíolos com até 1,80 m de comprimento, guarnecidos até o cento por acú- leos encurvados que desaparecem com o tempo. Flores hermafroditas e amarelas. Formam-se sobre finas ramificações nos de grandes panículas. Frutos do tipo baga de cor verde-azulado de 16 a 22 mm de diâmetro (BARTELS, 2007).

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44

Nome especifico: Titonia diversifolia Nome popular: Margaridão

Família: Asteraceae

Arbusto sublenhoso, ereto, vigoroso, ramificado, originário do México, de 1,5- 2,5 m de altura, com ramagem quebradiça e flo- rescimento decorativo.

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45 Folhas inteiras ou lobadas, cartáceas, pubescentes, concolores, de 15-25 cm de comprimento. Inflorescências terminais e axila- res, com flores amarelas vistosas, reunidas em capítulos solitários grandes, semelhantes aos girassóis, dispostos acima da folhagem, formadas ao longo dos meses de outono e inverno (LORENZI, 2013).

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Nome específico: Agave angustifolia Nome popular: Agave

Família: Asparagaceae

Arbusto semilenhoso, monocárpico (só floresce uma vez na vida), de caule curto, originário das Antilhas e México, formando uma roseta grande muito ornamental, de 0,7-1,5 m de altura.

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47 Folhas rígidas, longas, com pequenos espinhos nas margens e ter- minando em ponta aguçada espinhenta (LORENZI, 2013). As folhas longas possuem espinhos, por isso deve ser evitado o seu uso em áreas de passagem para evitar acidentes (DUARTE, 2005).

Inflorescência ereta de 3-4 m de altura, possui algumas ramifica- ções, são formadas após alguns anos (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Sansevieria trifasciata Nome popular: Espadinha

Família: Asparagaceae

Herbácea rizomatosa, ereta, resultante de mutação hortícola da espécie típica, de 15 a 20 cm de altura, formando densas colônias de folhagem muito ornamental.

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49 Folhas espessas, rígidas, coriáceas, curtas, dispostas em roseta, de cor verde-acinzentada com faixas transversais irregulares e mais escuras. Estas formas e variedades anãs não costumam florescer. É indicada para cultivo a meia-sombra ou pleno sol, em regiões tropicais e subtropicais, em grupos visando a formação de maci- ços densos (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Tecoma stans Nome popular: Ipezinho-de-jardim Família: Bignoniaceae

Pequena árvore ou arbusto de 6 a 9 metros de altura. Folhas, opos- tas, imparipenadas. Possuem de 3 a 13 folíolos com nervuras mar- cadas, denteados nas bordas, de 8 a 10 cm de comprimento.

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51 Flores, amarelo-ouro, campanuladas em funil e subitamente cer- radas em direção à base. Podem atingir 6 cm de comprimento, em tufos nas extremidades dos rebentos. Frutos, cápsulas finas de 15 a 25 cm de comprimento, pontudas na extremidade, que emergem

dois carpelos (BARTELS, 2007).

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Nome especifico: Tabebuia rosea Nome popular: Ipê

Família: Bignoniaceae

Árvore de 25 a 30 m de altura e 60 a 80 cm de diâmetro na altura do peito. O tronco é mais ou menos reto cilíndrico, porém pode ser levemente tortuoso.

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53 Folhas compostas digitadas de 5 folíolos quase glabros, medindo de 5 a 15 cm de comprimento por 3 a 4 cm de largura. Sua inflo- rescência é um tirso multifloral, nascendo em ramos sem folhas com lenho adulto, densamente tomentoso, formando nos galhos bolas de flores às vezes muito próximas. Fruto síliqua, com mui- tas sementes aladas (GRANDI, 2014).

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54

Nome específico: Ananas bracteatus Nome popular: Abacaxi-vermelho Família: Bromeliaceae

Herbácea perene, rizomatosa, acaule, originária dos cerrados do Brasil Central, de 50-80 cm de altura, com folhagem e frutos ver- melhos muito ornamentais.

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55 Folhas em roseta basal, coriáceas, tubulosas, de margem com es- pinhos curvados, de cor verde (róseas quando jovens) na forma típica. Inflorescência terminal, em espiga densa e curta, disposta entre a folhagem, com brácteas e flores róseas. Multiplica-se por divisão de touceiras e pelos brotos da coroa dos frutos (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Quisqualis indica Nome popular: Jasmim-da-índia Família: Combretaceae

Planta com pequenos ramos desdobrados, caduca, de crescimento rápido, com até 8m de altura, que pendem com a ajuda de pecíolos curtos espinhosos, os quais penduram após a queda da folhagem.

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57 Folhas opostas, com pecíolos curtos, oblongo-ovadas, pubescen- tes quando jovens. Flores em espigas terminais pendentes, perfu- madas. Quando desabrocham são brancas, depois rosas e, por fim, de um vermelho-escarlate escuro. O tubo corolino com cerca de 7 cm de comprimento é alongado em forma de filamento. Apresen- tam respectivamente cinco pétalas e sépalas, dez estames. Frutos

secos, coriáceos, com cinco alas (BARTELS, 2007).

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Nome especifico: Cycas revoluta Nome popular: Sagu-de-jardim Família: Cycadaceae

As Cycas são plantas lenhosas muito parecidas com as palmeiras, com as quais são confundidas frequentemente. Arbusto dioico, semilenhoso, ereto, semelhante a uma palmeira, de caule curto, robusto, às vezes ramificado, originário da Ásia (Japão e Indo- nésia), de 1-2 m de altura, dotado de uma coroa de folhas muito ornamentais no ápice.

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59 Folhas compostas (pinuladas), rígidas de quase 1 m de compri- mento, com numerosos folíolos dispostos disticamente sobre a raque, lineares e de ápice agudo. As plantas masculinas formam cones cilíndricos longos e as femininas um aglomerado de lâmi- nas cortadas, revestidas de feltro marrom, cada recorte contendo

um óvulo exposto, que fecundado torna-se semelhante a uma noz

(LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Codiaeum variegatum Nome popular: Cróton

Família: Euphorbiaceae

Grupo de arbustos grandes e semi-lenhosos. Da Índia, Malásia e ilhas do Pacífico. São plantas clássicas de climas tropicais, pouco resistentes ao frio, sensíveis a geadas (SEBRAE, 2010).

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61 Folhas alternas, pecioladas, geralmente inteiras, coriáceas. Ver- des na forma silvestre. Além das folhas elíptica, lanceoladas e

lineares, também existem formas de folhas lobadas, sinuosas, estranguladas no centro e reduzidas até quase a nervura media- na. Flores monóicas, dispostas em cachos alongados nos eixos foliares das folhas superiores. Fruto cápsulas divididas, quando maduras, em três mericarpos (BARTELS, 2007).

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Nome específico: Calliandra brevipes Nome popular: Esponja

Família: Fabaceae

Arbusto lenhoso, muito ramificado, ereto e de ramos mais ou me- nos pêndulos, nativo do Brasil, de 1,5-2,5 m de altura, com flores- cimento exuberante.

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63 Folhas compostas bipinadas, com duas pinas opostas de 2-3 cm, com folíolos muito pequenos. As flores são numerosas, reunidas em capítulos densos do tipo pom-pom, com estames cor-de-rosa e também brancos ou roxos em outras variedades (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Episcia cupreata Nome popular: Violeta-vermelha Família: Gesneriaceae

Herbácea perene, carnosa e delicada, de ramagem reptante e orna- mental, originária do Brasil (Amazônia), de 10-15 cm de altura. É cultivada principalmente pela beleza da folhagem uma vez que o florescimento nem sempre é tão abundante, a não ser em regiões tropicais úmidas.

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65 Folhas espessas de cor acobreada sob tênue desenhos prateados, aveludadas na face de cima, de 5-8 cm de comprimento. Flores solitárias, axilares, de corola vermelhas e garganta pontilhada de amarelo e vermelho, formadas no verão (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Heliconia bihai Nome popular: Caetê- vermelho Família: Heliconiaceae

Herbácea rizomatosa, ereta, de hábito musoide, entouceirada, de 2 a 3 m de altura, a forma típica nativa da região amazônica brasileira.

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67 Folhas grandes, laminares, glabras, com pecíolo longo, de nervação paralela curvilínea. Inflorescência ereta, longa, com duas séries de brácteas rijas, dispostas num mesmo plano, em de barco, vermelho-alaranjadas, com faixa verde na margem em direção ao ápice e em parte do dorso. Flores brancas, pequenas, formadas na primavera-verão (LORENZI, 2013).

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68

Nome especifico: Heliconia densiflora Nome popular: Caeté-fino

Família: Heliconiaceae

Planta rizomatosa, cespitosa, ereta, nativa na região amazônica brasileira, de 70-120 cm de altura, com folhagem e florescimento decorativo.

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69 Folhas cartáceas, lisas, de 30-50 cm de comprimento, com pecíolo de 5-17. Inflorescências terminais, eretas, de 7-15 cm de comprimento, dispostas acima da folhagem sobre pedúnculos de 20-30 cm, constituídas por brácteas vermelhas e alaranjadas, com flores de sépalas amarelas, formadas no verão (LORENZI, 2013).

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70

Nome especifico: Heliconia rostrata Nome popular: Bananeira-do-brejo Família: Heliconiaceae

Plantas vivazes de até 3 metros de altura, dotadas de rizoma soli- do e folhas semelhantes às das bananeiras, com brácteas enrola- das que formam caule falso. Flores, terminais em inflorescência sobre um broto situado entre as folhas do falso caule.

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71 Folhas, dispostas estritamente em duas fileiras, pecíolos longos, podem atingir 1 metro de comprimento, geralmente linear-lanceoladas, fendidas em vários locais até às nervuras laterais. Inflorescência ereta ou pendente, com grandes brácteas florais postas bem juntas, naviculares, de cores laranjada-avermelhada. Flores bem insignificantes surgem das brácteas florais, com três sépalas externas e três pétalas internas. Frutos, cápsulas triloculares que contêm uma grande semente, quase sempre notável colorido (BARTELS, 2007).

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Nome especifico: Clerodendrum speciosissimum Nome popular: Clerodendro

Família: Lamiaceae

Arbusto sublenhoso, ereto, perene, vigoroso, originário do Cei- lão, Java e Sumatra. É cultivado a pleno sol, principalmente nas regiões litorâneas, onde adquire aspecto magnífico, na forma de touceiras isoladas (LORENZI, 2013).

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73 F

. olhas opostas, com pecíolos longos, com ponta truncada, den- teada ou inteiras, com nervuras muito profundas grandes pilosas, cordiformes, inteiras, de 12-24 cm de comprimento. Inflorescên- cia paniculada grande ereta, pedúnculos e o cálice campanulados afastados, pentapartido, são de cor púrpura. Grande corola ver- melha, munida de glândulas na parte externa, de aparência pul- verulenta. Frutos do tipo drupas baciformes (BARTELS, 2007).

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Nome especifico: Solenostemon scutellarioides Nome popular: Cóleus

Família: Lamiaceae

Grande grupo hortícola de herbáceas perenes, eretas, com folha- gem ornamental, originárias de Java, com 40-90 cm de altura, derivadas da hibridação entre Solenostemon laciniatus e

Solenoste mon bicolor e outras.

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75 Folhas membranáceas, de colorido e desenho muito variados, em tons de verde, vermelho, amarelo e roxo. Inflorescência em panículas de espigas, terminais e longas, com flores pequenas, azuis e inexpressivas (sem valor ornamental). Os Cóleos nos jardins são tratados como plantas bienais por se tornarem espigadas e de mau aspecto com a idade (LORENZI, 2013).

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76

Nome especifico: Bauhinia blakeana Nome popular: Unha-de-vaca Família: Leguminosae

Pequenas árvores ou arbustos com folhas persistentes. Folhas, compostas de dois folíolos soldados na extremidade do pecíolo.

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77 Folhas bilobadas, prolongando-se do pecíolo, com frequência uma curta aresta entre os folíolos. Flores, grande flor de cor ver- melho-púrpura com veios muito claros. Dispostas em cachos axi- lares, agradavelmente perfumadas, com cinco pétalas finas, das quais uma é arredondada em forma de lábio. Por este motivo, essas flores lembram as orquídeas que têm, de fato, seis pétalas, daí também, o nome de árvore de orquídeas. Os longos filetes e estiletes recurvados para cima são igualmente notáveis. Frutos, vagens planas que podem atingir 20 cm de comprimento (BARTELS, 2007).

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Nome especifico: Cassia fistula Nome popular: Chuva-de-ouro Família: leguminosae

Árvore que pode atingir 20 metros de altura, com grande copa, e cuja folhagem permanece, com frequência, durante vários meses.

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79 Folhas, alternas, entre 40 e 50 cm de comprimento, com pinas ovadas de 7 a 20cm de comprimento, dispostas em pares. No mo- mento da floração principal, a árvore é coberta por uma multipli- cidade de cachos muitos longos de flores pendentes, que vão do amarelo pálido ao amarelo-ouro luminoso. Frutos, vagens redon- das com até 50 cm de comprimento, marrom-escuras, divididas em cápsulas, com grande polpa enegrecida, açucarada, viscosa e

em lâminas (BARTELS, 2007).

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80

Nome especifico: Hibiscus rosa-sinensis Nome popular: Papoula

Família: Malvaceae

Arbusto ou pequena árvore, de 3 a 5 m de altura, com ramifica- ções esparsas.

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81 Folhas alternas, com 6 a 10 cm de comprimento, ovadas a elíp- ticas, base cuneiforme, larga a arredondada, a metade superior muito grosseira e denteada, cortante ou não, finas, de um verde brilhante. Flores individuais nos eixos foliares superiores de jo- vens brotos, pedunculadas, com 10 a 15 cm de diâmetro, espalha- das. Coluna de estames salientes, amarelos. Frutos do tipo cápsula deiscente com cinco valvas e numerosas sementes (BARTELS, 2007).

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82

Nome especifico: Dissotis rotundifolia Nome popular: Quaresmeira rasteira Família: Melastomataceae

Planta originária do México, de porte rasteiro com altura máxima de 20 cm, apresenta folhagem ornamental e flores solitárias, es- parsas de coloração roxa (SEBRAE, 2010).

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83 Folhas pequenas, ovaladas e pubescentes, de 3-4 cm de compri- mento com pecíolos quase de igual comprimento. Flores solitá- rias, axilares, esparsas, de cor róseo-lilas, formadas continuamen- te durante quase todo ano. Forma uma massa vegetal espessa, chegando nas regiões litorâneas, a atingir mais de 70 cm de altura (LORENZI, 2013).

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84

Nome especifico: Ficus radicans Nome popular: Figueira-trepadeira Família: Moraceae

Semi-herbácea, reptante ou ascendente, perene, lactescente, com folhagem ornamental originária da Índia.

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85 Folhas simples, de lâmina ovalada, um tanto ondulada, coriácea e áspera na face de baixo, de 4-6 cm de comprimento. A ramagem emite numerosas raízes adventícias pequenas que aderem a arrimos, permitindo a ascensão da planta. Florescimento eventual, não despertando valor ornamental (LORENZI, 2013).

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86

Nome especifico: Eugenia mattosii Nome popular: Murta

Família: Myrtaceae

Arbusto grande, lenhoso, de folhagem ornamental, nativo do Brasil, de 2 a 4 m de altura, muito ramificado, compacto, com folhas reduzidas, lineares e densas (SEBRAE, 2010).

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87 Folhas simples, opostas, reduzidas, inteiras, glabras e brilhantes, de cor vermelha quando novas, de 1,5-3 cm de comprimento. Flores solitárias, axilares, brancas, suavemente perfumadas, formadas na primavera. Frutos esféricos, pequenos arredondados deaproximadamente 1 cm, vermelhos, suculentos, comestíveis e de polpa doce, muito apreciado por pássaros (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Bougainvillea spectabilis Nome popular: Buganvília

Família: Nyctaginaceae

Arbusto ou trepadeira persistente, de porte viçoso, com altura de 4 a 5m. Ela sobe com a ajuda de suas brotações providas de nu- merosos acúleos unciformes.

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89 Folhas Alternas, ovadas, de até 10 cm de comprimento, pelos ve- lutinos nos dois lados. Flores em inflorescência reunidas na extre- midade dos ramos. As flores propriamente ditas, tubulares, de um amarelo fosco, dispostas em três são insignificantes. No entanto, são todas ancoradas com seus pedúnculos em uma grande bráctea oval finalmente nervurada. As flores parecem, assim, envoltas em um cálice trifoliado. Ao murcharem, as brácteas tornam-se ver- des, depois levemente dessecadas, servindo como um paraquedas para o fruto (BARTELS,2007).

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Nome especifico: Pandanus veitchii Nome popular: Pandano-veitchii Família: Pandanaceae

Arbusto grande, ereto, perene, semilenhoso, originário da Poli- nésia, de 1,5-3 m de altura, com tronco pouco espesso e raízes aéreas, de folhas variegadas muito ornamentais.

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91 Folhas em rosetas, laminares, longas, coriáceas, recurvadas, com espinhos pequenos nas margens, de cor verde-brilhante. Na for- ma variegada são marginadas por uma faixa branco-creme, que podem retroceder. A planta emite numerosas brotações laterais no tronco. Flores desconhecidas em cultivo em nosso país. É ge- ralmente cultivado em vasos para interiores, mas principalmente em jardins a pleno sol como planta isolada em áreas marginais. É ótimo para cerca viva defensiva, é sensível a geadas (LORENZI, 2013).

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92

Nome especifico: Antigonon leptotus Nome popular: Amor-agarradinho Família: Polygonaceae

Trepadeira volúvel de até 10 m de altura com plântulas herbáceas que nascem na base lignificada, de raízes tuberosas. Os pedúncu- los das panículas são transformados em gavinhas.

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93 Folhas, alternas e simples, de até 10 cm de comprimento, cor- diformes, com pecíolos longos e bordas onduladas, sulcadas pelas nervuras na face superior transformadas em gavinhas nas extremidades das brotações e nas brotações laterais. Flores, cor de rosa, em cachos delicados. Flores individuais sem pétalas. A parte exposta é formada por três grandes periantos externos e três periantos internos menores. Os sete a nove estames são unidos na base por um anel. Os três periantos externos transformam-se em grandes alas papiráceas na maturação dos frutos e envolvem o fruto triangular (BARTELS, 2007).

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94

Nome especifico: Ixora coccinea Nome popular: Ixora

Família: Rubiaceae

Arbusto persistente com 3 a 6 m de altura.

Ixora coccinea

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95 Folhas opostas, elípticas a ovadas, de 7 a 10 cm de comprimen- to, com a base envolvendo o pecíolo geralmente cordiforme, co- riáceas, de cor verde-escura brilhante. Flores de um vermelho luminoso, de 2,5 a 3,5 cm de comprimento, com cerca de vinte em corimbos terminais de 5 a 10 cm de diâmetro. Corola tubu- losa cilíndrica, graciosa, e quatro segmentos pontudos afastados em retângulo reto. Frutos do tipo bagas fusiformes, dispermas (BARTELS, 2007).

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Nome específico: Ixora macrothyrsa Nome popular: Ixora-rei

Família: Rubiaceae

Arbusto vigoroso, perene, ereto, ramificado, originário de Suma- tra, com 1,5 m de altura, de florescimento vistoso. É cultivado a pleno sol como planta isolada, adquirindo com o tempo a for- ma compacta e arredondada mesmo com crescimento livre, mas

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97 também em grupos formando conjuntos em gramados amplos. Folhas elíptico lanceoladas, verde-escuras, brilhantes na face de cima, coriáceas, de 8-19 cm de comprimento. Inflorescência em umbelas terminais globosas e densas, com maior número de flo- res do que as demais espécies do gênero, distinguidas pelo tama- nho e pelo colorido vermelho vivo, brilhante (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Mussaenda erythrophylla Nome popular: Mussaenda-vermelha-dobrada Família: Rubiaceae

Arbusto ereto, ramificado, perene, pouco vigoroso e bastante flo- rífero, com ramos um tanto pendentes, originário da África.

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99 Folhas sulcadas pelas nervuras, pubescentes, cartáceas, de 8-13 cm de comprimento, com pecíolo de 2-3 cm. Inflorescência nu- merosa, com flores amarelas pequenas, com uma sépala grande vermelha na face superior e branca na inferior . O florescimento é bastante prolongado. Deve ser cultivado a pleno sol, como planta isolada (LORENZI, 2013).

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100

Nome especifico: Brunfelsia uniflora Nome popular: Manacá

Família: Solanaceae

Arbusto persistente de ramificação esparsa, com quase três metros de altura.

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10 1 Folhas alternas, elípticas a obovadas, pontuadas, com 8 a 10 cm de comprimento, superfície verde-escura, face dorsal de um ver- de pálido. Flores violetas com pecíolos curtos em hastes bíparas terminais pouco floríferas. Borda corolina plana, com 5 cm de largura. O cálice verde-claro é glabro e dilatado. Quatro estames

na fauce do tubo corolino. Frutos do tipo cápsula coriácea que contém sementes relativamente grandes (BARTELS, 2007).

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102

Nome específico: Turnera subulata Nome popular: flor-do-guarujá Família: Turneraceae

Herbácea perene, ereta, pouco ramificada, nativa nas restingas li- torâneas da América tropical (incluindo o Nordeste do Brasil), de

30-50 cm de altura, com florescimento vistoso.

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103 Folhas ovalado-alongadas, pubescentes, com a face superior mar- cada pela nervação, de margens serradas, de 3-5 cm de compri- mento. Flores terminais, brancas ou branco-amareladas, formadas no decorrer do ano, que se abrem pela manhã (LORENZI, 2013).

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104

Nome especifico: Petrea subserrata Nome popular: Flor-de-são Miguel Família: Verbenaceae

Arbusto lenhoso grande ramos escandentes, vigoroso, perene, al- tura de 3 a 5 m, florescimento vistoso.

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105 Folhas, espessas, consistente, rígida, mas flexível, ásperas ao tato, coriáceas, decíduas no inverno, de margens denteadas, de 9 a 14 cm de comprimento. Flores, numerosas, estreladas de cor azul-arroxeada, formadas no inverno e primavera. Inflorescên-cias em panículas terminais. Ocorrem plantas de flores brancas divulgadas como cultivar ‘Alba’, que de um ano para o outro mostram sua inflorescência azul, mudando com o tempo toda a planta (LORENZI, 2013).

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106

Nome específico: Dianella ensifolia Nome popular: Dianela

Família: Xanthorrhoeaceae

Herbácea ereta, perene, fibrosa, rizomatosa, entouceirada, de 0,6-1,2 m de altura, de folhagem ornamental, originária do les- te da África Tropical, Madagascar, Havaí, Ásia e Austrália.

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107 Folhas lanceoladas, com nervuras paralelas, de 25-30 cm de com- primento. Há variedades que possuem folhas variegadas. Inflo- rescências eretas, em panículas abertas, com pedúnculo longo, dispostas bem acima da folhagem. Possui coloração azul geralmente pêndulas. Frutos do tipo bagas, brilhantes, globulares, de cor violácea, globulares, com pouco mais de 1 cm de diâmetro (LORENZI, 2013).

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Nome especifico: Alpinia purpurata Nome popular: Gengibre-vermelho Família: Zingiberaceae

Vivazes e viçosas podem atingir 4 m de altura, com um rizoma tuberoso muito aromático e sólidas brotações com muitas folhas.

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109 Produz inflorescências belíssimas, com flores pequenas de colo- ração branca e brácteas vermelhas ou róseas, em hastes eretas. As folhas são ornamentais também. Muito rústica esta planta tam- bém é utilizada como flor de corte. Assim como outros gengibres, esta planta aprecia solos ricos em matéria orgânica e irrigados regularmente (SEBRAE, 2010).

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Nome especifico: Etlingera elatior Nome popular: Bastão-do-imperador Família: Zingiberaceae.

Herbáceas altas, eretas, com caules múltiplos, rizoma escandente e ramificado. Os pseudotroncos vigorosos, não ramificados, são engrossados na base (BARTELS, 2007).

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111 A folhagem é tipicamente tropical, com hastes longas e folhas largas e coriáceas. A inflorescência, que dá o nome a planta, caracteriza-se por apresentar brácteas róseas ou avermelhadas, com flores vermelhas e lábio amarelo, sustentadas por uma haste longa e robusta. Valoriza jardins tropicais e contemporâneos, plantado isoladamente ou em grupos. Floresce na primavera e verão (SEBRAE, 2010).

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Nome especifico: Zingiber spectabile. Nome popular: gengibre

.Família: Zingiberaceae.

Herbácea rizomatosa, ereta, robusta, entouceirada, florífera e or- namental, originária da Malásia, de 1,5-2 m de altura, com hastes mais ou menos eretas, semelhantes a cana.

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113 Folhas laminares, alongadas e aveludadas na face inferior, dis- postas disticamente ao longo de toda a haste. Inflorescência em espigas densas e cilíndricas, formadas no verão, com hastes flo- rais eretas de 40-50 cm de comprimento e originadas diretamente do rizoma, constituídas por brácteas que passam da cor amarela para vermelho com a idade, contendo flores branco-amareladas, formadas no verão (LORENZI, 2013).

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BIBLIOGRAFIA

BARTELS, Andreas. Guia de plantas tropicais: plantas ornamentais, plantas úteis, frutos exóticos. Tradução de Cecília Beatriz da Veiga Soares. Rio de Janeiro: Lexikon, 2007.

DUARTE, Rubens de Oliveira (Org.). Paisagismo de

Alagoas, Maceió, ano 1, n. 1, jul./dez. 2005.

GRANDI, Telma Sueli Mesquita. Tratado das plantas medicinais: mineiras, nativas e cultivadas. Belo Horizonte: Adaequatio Estúdio, 2014.

LORENZI, Harri. Plantas para jardim no Brasil: herbáceas, arbustivas e trepadeiras. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2013.

SÃO PAULO (Estado). Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Catálogo Plantas ornamentais Vale do Ribeira. Vale do Ribeira, SP: SEBRAE, 2010.

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Referências

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